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Guerra no Irã pode causar maior choque do petróleo em anos, diz The Economist

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Guerra no Irã pode causar maior choque do petróleo em anos, diz The Economist

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 16:59

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Colunas de fumaça sobem após explosões registradas em Teerã, em 1º de março de 2026. — Foto: Atta Kenare/AFP

A revista britânica "The Economist" afirmou nesta segunda-feira (2) que a guerra no Irã — iniciada no último sábado (28), após uma série de ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel — pode causar o maior choque visto no mercado de petróleo em anos.

De acordo com a reportagem, em 1º de março, um dia depois de o presidente Donald Trump mandar as forças americanas bombardearem as instalações nucleares iranianas, os preços do petróleo Brent — referência internacional da commodity — chegaram a ultrapassar os US$ 82 (R$ 426,41) por barril, um aumento de 13% desde 27 de fevereiro.

Ao final da sessão, os preços da commodity se acomodaram perto de US$ 80 (R$ 416), marcando a maior alta de preço em quatro anos. E a depender de quanto o conflito se estenda, a percepção é que os preços podem subir muito mais.

Segundo a revista, os mercados de petróleo já estavam preocupados desde antes do fim de semana que marcou o início da guerra.

Na semana passada, o petróleo chegou a fechar em US$ 72 (R$ 374,40) o barril, no maior valor desde julho do ano passado e cerca de US$ 10 (R$ 52) acima do que os fundamentos de oferta e demanda justificariam, segundo afirmou Tom Reed, da Argus Media, à revista britânica.

Isso porque, no início do ano, a maior parte dos analistas do mercado financeiro previam uma abundância de petróleo nos mercados internacionais, em meio ao aumento da oferta por países produtores da commodity e à demanda fraca.

A revista pondera, no entanto, que o aumento das tensões no Golfo e as sanções mais rigorosas de países ocidentais, fizeram com que os preços do petróleo subissem cerca de 20% neste ano.

E o conflito entre EUA, Israel e Irã, por sua vez, só aumenta a preocupação entre os mercados, uma vez que traz o risco de bloqueio do Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo. Segundo a "The Economist", todo esse cenário pode fazer com que os preços do barril cheguem aos US$ 100 (R$ 520).

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