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Feira cancelada vira negócio e faz confeiteira faturar R$ 12 mil por mês em Roraima
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Feira cancelada vira negócio e faz confeiteira faturar R$ 12 mil por mês em Roraima
Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/05/2026 02:45
Pequenas Empresas & Grandes Negócios Feira cancelada vira negócio e faz confeiteira faturar R$ 12 mil por mês em Roraima O que começou como frustração acabou se transformando em oportunidade de negócio e renda para dezenas de empreendedores em Boa Vista, capital de Roraima. Por PEGN
A confeiteira Fernanda Paiva se preparava para vender seus produtos em uma feira local quando recebeu a notícia de que o evento havia sido cancelado de última hora.
Em vez de aceitar o prejuízo, Fernanda decidiu agir. Procurou a prefeitura para entender se seria possível organizar uma feira em uma das praças da cidade e conseguiu autorização.
Assim nasceu a Feirinha Criativa, que hoje reúne dezenas de pequenos empreendedores todos os fins de semana.
Para muitos participantes, a feira é mais do que um espaço de vendas — é uma forma de divulgar o trabalho e conquistar clientes.
A confeiteira Fernanda Paiva se preparava para vender seus produtos em uma feira local quando recebeu a notícia de que o evento havia sido cancelado de última hora. Como muitos dos participantes, ela já tinha produzido mercadorias — muitas delas perecíveis — e corria o risco de perder tudo.
“Foi uma surpresa muito grande para a gente. Nós nos programamos porque trabalhamos com bolos, que são produtos perecíveis, e de repente não pudemos vender”, conta.
Em vez de aceitar o prejuízo, Fernanda decidiu agir. Procurou a prefeitura para entender se seria possível organizar uma feira em uma das praças da cidade e conseguiu autorização. Assim nasceu a Feirinha Criativa, que hoje reúne dezenas de pequenos empreendedores todos os fins de semana.
Fernanda e a mãe, dona Erly, fazem bolos caseiros há seis anos. Nas feiras, chegam a vender mais de 750 fatias por edição, com diferentes sabores e receitas desenvolvidas ao longo do tempo.
O negócio gera cerca de R$ 9 mil por mês, mas o impacto da feira vai além das vendas da própria confeiteira. Ao organizar o evento, Fernanda abriu espaço para que outros pequenos produtores também pudessem comercializar seus produtos.
Hoje, cerca de 50 expositores participam das feiras, que acontecem em praças da cidade. Para participar, cada empreendedor paga uma taxa diária de R$ 75, usada para custear mesas, cadeiras e divulgação do evento.
“Nós acreditamos na livre concorrência. Ela incentiva cada um a melhorar cada vez mais”, afirma Fernanda.
Para muitos participantes, a feira é mais do que um espaço de vendas — é uma forma de divulgar o trabalho e conquistar clientes.
A empreendedora Sanny Shewron, que vende cookies, conta que estava prestes a perder toda a produção quando a feira original foi cancelada.
“Eu tinha passado a semana inteira preparando as massas e comprando mercadoria. Fiquei muito triste quando cancelaram”, lembra.
Já a comerciante Iszys Tavares, que vende pijamas, diz que cerca de 80% das vendas do negócio acontecem nas feirinhas.
Entre os expositores está também a confeiteira Nelcyara Noronha. Natural da comunidade de São Tomé, no interior do Amazonas, ela começou na confeitaria depois de trabalhar como atendente de padaria.
Autodidata, aprendeu receitas pesquisando e testando combinações de recheios. Hoje, vende em média 620 fatias de bolo por feira e produz até 49 bolos por dia em casa, com ajuda da família.
O negócio rende cerca de R$ 12 mil mensais, e Nel já formalizou a atividade como MEI. “Para a gente que é autônomo, cada feira significa renda para a família”, diz.
A estratégia de vender fatias — em vez do bolo inteiro — ajudou a atrair mais clientes. “Muita gente queria provar vários sabores, mas não queria comprar o bolo todo. Foi assim que surgiu a ideia das fatias.”
Mais do que um ponto de venda, a feira virou um espaço de networking e oportunidades para os pequenos empreendedores locais.
Segundo Fernanda, o objetivo é transformar a praça em um palco para novos negócios. “A gente tenta dar aquele empurrãozinho que o pequeno empreendedor precisa. Transformar a praça em uma vitrine de talentos”, afirma.
Para ela, a iniciativa acabou ganhando um significado maior.“Quando você impacta positivamente a vida de outras pessoas, deixa de ser apenas trabalho. Se torna um propósito de vida.”
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