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Às vésperas do Desenrola 2.0, em abril, inadimplência bancária alcançou pico histórico
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Às vésperas do Desenrola 2.0, em abril, inadimplência bancária alcançou pico histórico
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 10:01
Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%Oferecido por
A taxa média de inadimplência bancária atingiu o recorde histórico de 4,4% em abril. O índice igualou a marca de fevereiro, sendo o maior desde 2011.
O endividamento das famílias também permaneceu elevado, comprometendo 49,8% da renda acumulada em doze meses. A média histórica iniciada em 2011 é de 41,9%.
Dados da Serasa Experian apontam que cerca de 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março. Esse contingente representa quase metade da população do país.
O programa Desenrola 2.0 foca em dívidas bancárias de quem recebe até cinco salários mínimos. A iniciativa visa facilitar a renegociação de débitos atrasados.
Trabalhadores poderão utilizar até 20% do saldo do FGTS para quitar os débitos. O limite para essa modalidade de pagamento parcial ou integral é de mil reais.
A taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito avançou em abril deste ano para 4,4%, recorde histórico, informou nesta quinta-feira (28) o Banco Central (BC).
Esse é o mesmo patamar de fevereiro deste ano, e o maior valor desde o início da série histórica revisada da autoridade monetária, em março de 2011.
O recorde foi atingido às vésperas do "Novo Desenrola Brasil", também chamado de Desenrola 2.0, último programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo, que começou em maio.
O indicador de inadimplência do Banco Central considera as operações com atraso superior a 90 dias, tanto das pessoas físicas quanto das empresas (leia mais abaixo).
No caso das pessoas físicas, a inadimplência passou de 5,3%, em março, para 5,4% em abril. É o maior patamar desde maio de 2012 (5,5%).Já para as empresas, a inadimplência avançou permaneceu estável em 2,8% em abril, mesmo índice de março. É o maior valor desde maio de 2018 (3%).
De acordo com números do Banco Central, os indicadores de endividamento também mostraram patamar alto em abril.
A relação percentual entre o saldo das dívidas das famílias e a renda acumulada em doze meses alcançou 49,8%, com pequena queda frente a março (49,9%).
Mesmo assim, esse é um patamar alto para a série histórica, iniciada em março de 2011 — cuja média é de 41,9%.
Segundo a Serasa Experian — empresa de análise de crédito que reúne dados financeiros de consumidores e empresas — 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março, o equivalente a 49% da população brasileira.
💸A empresa informou ainda que 47% dos débitos, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras. Ou seja, essas dívidas estão no foco do Desenrola 2.0 – programa do governo lançado nesta semana.
Uso de cartão de crédito maquinha débito compras dinheiro Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV
Lançado no começo de maio, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário que têm renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.
Serão feitos novos empréstimos, pelos bancos, para dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).
descontos entre 30% e 90%;taxa de juros máxima de 1,99% ao mês;até 48 meses de prazo;prazo de até 35 dias para pagamento da primeira parcela;limite da nova dívida (após descontos) até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira;
Também é permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, o que for maior, para pagar parcial ou integralmente dívidas
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