Economia
Dólar abre em queda com nova ameaça tarifária dos EUA ao Brasil e impasse com o Irã
RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica
Dólar abre em queda com nova ameaça tarifária dos EUA ao Brasil e impasse com o Irã
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 10:09
Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,023-0,39%Dólar TurismoR$ 5,221-0,47%Euro ComercialR$ 5,842-0,66%Euro TurismoR$ 6,084-0,79%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,023-0,39%Dólar TurismoR$ 5,221-0,47%Euro ComercialR$ 5,842-0,66%Euro TurismoR$ 6,084-0,79%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,023-0,39%Dólar TurismoR$ 5,221-0,47%Euro ComercialR$ 5,842-0,66%Euro TurismoR$ 6,084-0,79%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%Oferecido por
O dólar abriu em queda de 0,26% nesta terça-feira (2), cotado a US$ 5,0094 por volta das 9h05. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia as negociações às 10h.
Os investidores repercutem a proposta do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros, com base na Seção 301 da lei de comércio americana.
▶️ Na segunda-feira, os EUA anunciaram a conclusão de uma investigação comercial contra o Brasil e afirmaram que o país adota práticas consideradas "irrazoáveis" e prejudiciais ao comércio americano. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação da nova tarifa sobre a maior parte das mercadorias brasileiras.
A medida, porém, ainda não entrou em vigor. Antes de uma decisão final, o governo dos EUA realizará consultas públicas e uma audiência prevista para julho. A expectativa é que a definição sobre a adoção das sanções ocorra até meados do próximo mês.
🔎 Alguns produtos importantes para as exportações brasileiras, como café, frutas, carnes, aeronaves, fertilizantes, produtos farmacêuticos e terras raras, ficariam isentos da tarifa.
▶️ O mercado também segue atento ao andamento das negociações entre EUA e Irã. Os dois países trocaram uma série de ataques nesta segunda-feira, em mais um revés para os esforços de cessar-fogo e em meio ao impasse nas negociações por uma solução diplomática para o conflito.
As tensões no Oriente Médio voltaram a ficar no centro das atenções nesta segunda-feira, após o Irã interromper as negociações com os Estados Unidos, em meio a novos ataques de Israel no Líbano.
No sábado, Israel havia capturado o histórico castelo de Beaufort, no Líbano, construído na época das Cruzadas, na incursão mais profunda das tropas no país em 26 anos.
Segundo informações da agência de notícias iraniana Tasnim, os negociadores do país também colocaram um cessar-fogo no Líbano como condicionante para um acordo com os EUA.
Diante do impasse, o presidente americano, Donald Trump, disse que conversou com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e com representantes do Hezbollah, que é apoiado pelo Irã.
O republicano garantiu que um cessar-fogo está em vigor entre as partes no Líbano e que Netanyahu concordou em não mover tropas de Israel em direção a Beirute.
Com as tensões aparentemente controladas, a alta nos preços do petróleo arrefeceu durante a tarde, bem como a alta do dólar.
O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 4,61% perto das 16h, cotado a US$ 95,32. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 5,98%, a US$ 92,58.
O mercado financeiro voltou a aumentar sua previsão para a inflação no Brasil em 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, a expectativa subiu de 5,04% para 5,09%, marcando a 12ª semana seguida de alta.
Como o petróleo influencia o preço dos combustíveis, existe o risco de gasolina, diesel e outros produtos ficarem mais caros, pressionando a inflação.
Apesar disso, os economistas mantiveram a expectativa de queda dos juros nos próximos anos e aumentaram levemente a projeção de crescimento da economia em 2026.
Produto Interno Bruto (PIB) em 2026: passou de 1,89% para 1,90%.Dólar no fim de 2026: caiu de R$ 5,17 para R$ 5,16.
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street tinham alta, mesmo em meio às incertezas sobre as negociações do governo americano com o Irã.
Perto das 15h30, o Dow Jones registrava alta de 0,02%, enquanto o S&P 500 subia 0,46% e o Nasdaq tinha ganhos de 0,69%.
Já as bolsas europeias alcançaram as mínimas em uma semana, também de olho nas tensões no Oriente Médio. O índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,8%, aos 621,24.
Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, caiu 0,40%, enquanto o CAC-40, da França, recuou 0,45% e o Financial Times, do Reino Unido, fechou com perdas de 0,68%.
Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única nesta segunda-feira. Dados fracos da indústria chinesa aumentaram as preocupações com o ritmo de crescimento da segunda maior economia do mundo.
Já em outros mercados, o desempenho foi positivo. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,86%, para 25.398 pontos; o Nikkei, do Japão, avançou 1,4%, para 67.231 pontos; e o Kospi, da Coreia do Sul, saltou 3,68%, para 8.788 pontos.
Há 2 horas Economia Seção 301: entenda o mecanismo usado pelos EUA contra o BrasilHá 2 horasFlávio Bolsonaro diz ter pedido a Trump que não taxasse produtos do Brasil
Há 31 minutos Eleições 2026 VALDO: governo vê espaço para negociar, mas culpará Flávio se der erradoHá 31 minutosContrato com a PrefeituraGabinete de Frias pagou R$ 154 mil a empresa investigada em SP
Há 8 horas São Paulo ONG cobrou R$ 1,8 mil por mês da prefeitura por ponto de wi-fiHá 8 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: a relação da produtora de ‘Dark Horse’ com a Prefeitura de SP
Há 5 horas O Assunto Flávio fala em ‘perseguição’ após operação contra dona de ONGHá 5 horasAcidente em Congonhas’Foi um escorregão’, diz influencer que viu mulher cair de escada de avião
Há 4 horas Ribeirão Preto e Franca Passageira caiu de escada ao deixar avião da Latam em CongonhasHá 4 horasEntrevista a revistaAntes de ser achada morta, americana já havia negado a própria morte
Há 3 horas São Paulo ‘Gossip Girl da arte’: influenciadora zombava do mercado de arteHá 3 horasDoença no pâncreasA pílula para câncer que fez médicos chorarem no maior congresso de oncologia
Há 50 minutos Saúde MAGA, imigração e América LatinaO que pensa o indicado de Trump para a Embaixada dos EUA no Brasil
