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México aprova projeto que reduz jornada de trabalho para 40 horas até 2030

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 11:45

Trabalho e Carreira México aprova projeto que reduz jornada de trabalho para 40 horas até 2030 A proposta prevê redução gradual da jornada de 48 para 40 horas até 2030, mas enfrenta críticas por ampliar horas extras e manter apenas um dia de descanso semanal. Por Diego Oré, Aida Pelaez-Fernandez

O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados prevê uma redução gradual de duas horas anuais na jornada de trabalho.

O México registra a pior relação entre vida profissional e pessoal na OCDE, com mais de 2.226 horas trabalhadas por ano.

A oposição critica o aumento do limite de horas extras para 12 semanais e a manutenção de apenas um dia de descanso.

A primeira etapa da redução da jornada, em janeiro de 2027, beneficiará cerca de 13,4 milhões de trabalhadores.

Trabalhador manuseia refrigerantes em mercado de Monterrey, no México, em janeiro de 2026. — Foto: REUTERS/Daniel Becerril/Foto de arquivo

O México aprovou um projeto de lei para reduzir gradualmente a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais. No entanto, a reforma, que deve começar a ser implementada no próximo ano, amplia o limite semanal de horas extras e mantém apenas um dia de descanso para cada seis dias trabalhados.

Com mais de 2.226 horas de trabalho por pessoa ao ano, a segunda maior economia da América Latina apresenta o pior equilíbrio entre vida profissional e pessoal entre os países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O país, onde cerca de 55% dos trabalhadores estão na informalidade, também registra a menor produtividade do trabalho e os salários mais baixos entre os 38 membros do grupo.

A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto na noite de terça-feira (24), com apoio unânime dos 469 parlamentares presentes na Casa, que tem 500 cadeiras. Nenhum deputado votou contra.

Em seguida, os deputados analisaram os pontos específicos da proposta, aprovados com 411 votos favoráveis. A oposição criticou duramente a reforma durante cerca de 10 horas de debate.

Já o partido governista celebrou a aprovação, que ocorre após anos de idas e vindas nas negociações com empresários.

“Produtividade não se mede pelo esgotamento. Ela se constrói com dignidade”, afirmou o deputado governista Pedro Haces, que também é secretário-geral da Confederação Autônoma de Trabalhadores e Empregados do México.

A oposição argumenta que o projeto não representa uma redução real da jornada de trabalho, pois aumenta o limite semanal de horas extras de nove para 12 e não estabelece a obrigatoriedade de dois dias de descanso para cada cinco trabalhados.

“A ideia da reforma não é ruim, mas ela é incompleta e foi feita às pressas”, disse Alex Domínguez, deputado do oposicionista Partido Revolucionário Institucional (PRI).

A proposta já havia sido aprovada neste mês pelo Senado, onde o partido governista Morena possui ampla maioria.

“Depois de mais de 100 anos sem mudanças, o México começará a eliminar gradualmente a jornada de 48 horas semanais”, afirmou o Ministério do Trabalho em publicação na rede social X, na madrugada de quarta-feira (25).

A presidente Claudia Sheinbaum apresentou a proposta em dezembro. O plano prevê a redução da jornada em duas horas por ano até 2030, beneficiando cerca de 13,4 milhões de trabalhadores.

Caso a lei seja aprovada por mais da metade das assembleias legislativas estaduais — como é esperado —, a primeira redução de duas horas entraria em vigor em janeiro de 2027.

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Ford faz recall de 4,3 milhões de veículos por falha em freio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 11:45

Carros Ford faz recall de 4,3 milhões de veículos por falha em freio Software defeituoso pode causar falha no sistema de freio e afetar iluminação externa. Picapes Maverick, F-150 e Ranger estão entre modelos atingidos nos EUA. Por Redação g1 — São Paulo

A Ford vai fazer um recall de 4,3 milhões de veículos nos Estados Unidos, segundo a agência Reuters. Um problema de software pode causar falhas nos freios e também afetar as luzes externas dos veículos.

O problema pode ocorrer ao rebocar um trailer. O módulo de reboque pode perder comunicação com o veículo, o que pode causar a perda das luzes de freio e de seta, ou a perda da função de frenagem. Segundo a Reuters, a Ford vai resolver o problema por meio de uma atualização de software.

Entre os modelos afetados estão alguns também vendidos no Brasil. As picapes Maverick, F-150, Ranger e a van E-Transit. O recall também inclui F-250, Lincoln Navigator, Expedition nos Estados Unidos. Todos produzidos entre 2021 e 2026.

O g1 consultou a Ford do Brasil para confirmar se as unidades vendidas no país fazem parte do recall. A empresa ainda não divulgou uma posição oficial. Assim que isso acontecer, esta notícia será atualizada.

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Brasil, Uruguai e Argentina aceleram ratificação do acordo UE-Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1330,16%Dólar TurismoR$ 5,3280,07%Euro ComercialR$ 6,0640,24%Euro TurismoR$ 6,3070,11%B3Ibovespa191.936 pts0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,1330,16%Dólar TurismoR$ 5,3280,07%Euro ComercialR$ 6,0640,24%Euro TurismoR$ 6,3070,11%B3Ibovespa191.936 pts0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,1330,16%Dólar TurismoR$ 5,3280,07%Euro ComercialR$ 6,0640,24%Euro TurismoR$ 6,3070,11%B3Ibovespa191.936 pts0,36%Oferecido por

A Câmara dos Deputados do Brasil aprovou o tratado UE-Mercosul, que agora segue para análise e votação no Senado.

A votação acelerada no Brasil ocorreu após o anúncio dos EUA de aumentar as tarifas globais de importação de 10% para 15%.

A Argentina, que já aprovou na Câmara, antecipa a votação no Senado para garantir acesso prioritário às cotas de exportação agropecuárias.

Na Europa, o acordo enfrenta resistência política de países como França e Polônia, devido à pressão de agricultores e ambientalistas.

O acordo prevê a redução gradual de tarifas e a criação de uma das maiores áreas de livre comércio, com mais de 700 milhões de pessoas.

Em Brasília, a Câmara dos Deputados aprovou o tratado entre o Mercosul e a União Europeia na noite de quarta-feira (25). O texto segue agora para análise no Senado. O relator, Marcos Pereira, articulou a votação com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com o presidente da Câmara, Hugo Motta.

O governo deve publicar nos próximos dias um decreto com medidas de proteção ao agronegócio, uma demanda antiga do setor, antes da apreciação pelos senadores.

A Câmara acelerou a pauta após o nervosismo causado pelo anúncio do presidente Donald Trump de aumentar de 10% para 15% as tarifas globais de importação dos Estados Unidos.

“Chegou a hora de o Brasil confirmar sua vocação exportadora”, afirmou o presidente da Casa, Hugo Motta, que disse ver no país “o grande protagonista” da implementação do acordo. A proposta foi aprovada por ampla maioria, apesar da oposição de alguns parlamentares de esquerda.

No Uruguai, o Senado aprovou por unanimidade, na quarta, o projeto de lei que ratifica o acordo comercial assinado em 17 de janeiro no Paraguai, após 25 anos de negociações. A matéria segue agora para a Câmara dos Deputados, onde a votação final está prevista para esta quinta-feira (26).

A Argentina, que já havia se antecipado aos demais parceiros ao aprovar o texto na Câmara dos Deputados em 12 de fevereiro, decidiu também antecipar para esta quinta-feira a votação definitiva no Senado.

O governo de Javier Milei quer garantir que o país seja o primeiro a acessar as cotas de exportação de produtos agropecuários previstas no acordo, o que daria vantagem competitiva sobre o Brasil.

Líderes da União Europeia e do Mercosul celebram em Assunção a assinatura do acordo de livre comércio que encerra mais de 25 anos de negociações. — Foto: REUTERS/Cesar Olmedo

Na Europa, embora o Parlamento Europeu tenha enviado o tratado para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia – processo que pode levar até dois anos –, o capítulo comercial pode ser aplicado provisoriamente pela Comissão Europeia.

O órgão tem autoridade para avançar com a implementação interina enquanto aguarda o parecer jurídico da Corte.

Entretanto, a tramitação continua enfrentando resistência política em vários países europeus. França, Polônia, Irlanda e Áustria permanecem contrárias ao acordo, sobretudo devido à forte pressão de seus agricultores, que temem a concorrência de produtos sul-americanos mais baratos.

Além do setor agrícola, representantes do agronegócio europeu e organizações ambientalistas também manifestam críticas, argumentando que o tratado poderia incentivar práticas consideradas prejudiciais ao meio ambiente e à produção local.

Por outro lado, Alemanha, Espanha e Portugal veem mais oportunidades do que perdas no estreitamento do comércio entre os dois blocos.

O acordo prevê redução gradual de tarifas, regras comuns para o comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, que reunirá um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.

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Fictor Alimentos pede inclusão em recuperação judicial da controladora

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1350,19%Dólar TurismoR$ 5,3290,08%Euro ComercialR$ 6,0620,18%Euro TurismoR$ 6,3050,08%B3Ibovespa190.764 pts-0,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,1350,19%Dólar TurismoR$ 5,3290,08%Euro ComercialR$ 6,0620,18%Euro TurismoR$ 6,3050,08%B3Ibovespa190.764 pts-0,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,1350,19%Dólar TurismoR$ 5,3290,08%Euro ComercialR$ 6,0620,18%Euro TurismoR$ 6,3050,08%B3Ibovespa190.764 pts-0,25%Oferecido por

A Fictor Alimentos informou nesta quinta-feira (26) que pediu para ser incluída no processo de recuperação judicial da Fictor Holding, controladora do grupo.

O requerimento foi protocolado na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo e amplia o alcance do pedido apresentado pela holding no início de fevereiro.

De acordo com a empresa, a decisão foi motivada pelos impactos negativos no ambiente de negócios após a divulgação da recuperação judicial da controladora.

Entre os efeitos mencionados estão a dificuldade de acesso a crédito, a revisão de limites por bancos e problemas nas relações comerciais, fatores que, segundo a companhia, afetam sua capacidade financeira e operacional.

Em comunicado ao mercado, a Fictor Alimentos afirmou que a entrada no processo busca preservar suas atividades e criar um cenário mais organizado para a renegociação de dívidas.

A inclusão de outras empresas do grupo na mesma recuperação judicial também deve facilitar negociações conjuntas com credores e aumentar a transparência e a previsibilidade para investidores, fornecedores e demais envolvidos, de acordo com a companhia.

No início deste mês, a Justiça de São Paulo determinou a suspensão, por 30 dias, de processos de execução e de novos bloqueios de bens contra duas empresas do Grupo Fictor — a Fictor Holding e a Fictor Invest.

🔎 Na prática, a decisão antecipa o chamado stay period, fase em que a Justiça suspende cobranças contra empresas que pedem recuperação judicial. Em regra, esse período é de 180 dias, mas o juiz pode reduzir o prazo ou aplicar a medida antes da aceitação formal do pedido, como ocorre no caso da Fictor.

O objetivo da recuperação judicial, segundo a companhia, é “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam mais de R$ 4,2 bilhões.

De acordo com a empresa, haveria risco de paralisação das atividades em razão das ordens judiciais em curso. Para isso, foram apresentados os documentos exigidos pela Lei de Recuperação Judicial.

Apesar da suspensão temporária de novas cobranças, o juiz afirmou que a decisão vale apenas para atos futuros. Assim, bens e valores já bloqueados continuam retidos e só poderão ser liberados após a conclusão de uma perícia que apure a situação das empresas e eventuais indícios de fraude.

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CEO do Fórum Econômico Mundial renuncia após investigação sobre ligações com Epstein

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

A renúncia de Borge Brende, CEO do Fórum Econômico Mundial, seguiu revelações de três jantares e contatos com Jeffrey Epstein.

Uma investigação independente do Fórum concluiu que não há problemas adicionais além dos já divulgados.

Alois Zwinggi foi nomeado CEO interino, com o Conselho de Curadores buscando um sucessor definitivo para a entidade.

O presidente e CEO do Fórum Econômico Mundial Borge Brende, afirmou nesta quinta-feira (26) que está deixando o cargo, poucas semanas depois de o fórum ter iniciado uma investigação independente sobre seu relacionamento com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.

Brende, que assumiu a presidência do fórum em 2017, anunciou a decisão em comunicado divulgado após revelações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicarem que o norueguês participou de três jantares de negócios com Jeffrey Epstein e manteve contato com o financista por e-mail e mensagens de texto.

“Após cuidadosa reflexão, decidi renunciar ao cargo de presidente e CEO do Fórum Econômico Mundial. Meu período aqui, ao longo de oito anos e meio, foi profundamente gratificante”, afirmou Brende.

“Sou grato pela excelente colaboração com colegas, parceiros e membros, e acredito que este é o momento adequado para que o Fórum continue seu trabalho sem distrações”, acrescentou o ex-ministro das Relações Exteriores da Noruega. Ele não citou Epstein.

Em nota separada, Andre Hoffmann e Larry Fink, copresidentes da entidade com sede em Genebra e responsável pela cúpula anual de Davos, informaram que foi concluída a revisão independente conduzida por consultores externos sobre os vínculos de Brende com Epstein.

Segundo o relatório, as conclusões não apontaram novas irregularidades além das já reveladas, que envolviam encontros presenciais e trocas de mensagens entre Brende e Jeffrey Epstein.

Os copresidentes anunciaram ainda que Alois Zwinggi assumirá o cargo de presidente e CEO interino. O Conselho de Curadores do Fórum ficará responsável por supervisionar a transição e organizar o processo de escolha de um sucessor definitivo.

Fundado em 1971 e com sede na Suíça, o Fórum Econômico Mundial é uma organização internacional sem fins lucrativos que reúne líderes políticos, empresários e especialistas para debater os principais temas da economia e da política global, tendo como principal evento anual o Fórum de Davos.

O evento funciona como um espaço de articulação entre governos e grandes empresas, ajuda a definir agendas globais — como clima, tecnologia e crescimento econômico — e influencia decisões ao colocar, no mesmo ambiente, quem tem poder político e financeiro.

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Dólar abre em alta com foco nas negociações entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (26) em alta. Por volta das 9h05, a moeda americana subia 0,12%, cotada a R$ 5,1307. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começa a ser negociado às 10h.

▶️ Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump pode decidir sobre um possível ataque militar ao Irã após o resultado de uma reunião com o país persa prevista para esta quinta-feira. A possibilidade mantém o mercado atento ao noticiário geopolítico.

Apesar das incertezas, o petróleo recua nesta manhã. O Brent caía 1,31%, a US$ 69,91 por barril, enquanto o WTI recuava 1,59%, a US$ 64,37.

▶️ Ainda na agenda americana, o Departamento de Trabalho divulga, às 10h30 (de Brasília), os pedidos iniciais de seguro-desemprego da semana até 21 de fevereiro. Na semana anterior foram registrados 206 mil pedidos, e a expectativa agora é de 215 mil.

▶️ No Brasil, em um dia fraco de indicadores econômicos previstos, os investidores acompanham principalmente o cenário internacional. No ambiente doméstico, também repercute a pesquisa da AtlasIntel que apontou o presidente Lula e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados em um eventual segundo turnoe.

🔎 Parte do mercado interpreta o resultado como um sinal de possível mudança no comando do país em 2026. Para alguns analistas, uma eventual troca de governo poderia abrir caminho para medidas mais firmes no controle das contas públicas.

Agentes do mercado financeiro já consideram a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo a mídia internacional, o presidente Donald Trump deve decidir sobre a ação com base no resultado de uma reunião em Genebra, na Suíça, nesta quinta-feira.

Essa será a terceira reunião em menos de um mês para tentar fechar um acordo que restrinja ou encerre o programa nuclear iraniano.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou ver chances de um resultado positivo no encontro, e o ministro de Relações Exteriores, Abbas Araqchi, disse que um acordo é possível se a diplomacia for priorizada.

Do lado americano, o secretário de Estado Marco Rubio disse na quarta-feira (25) que espera uma reunião produtiva, mas afirmou que o governo iraniano enfrentará “um grande problema” se resistir a discutir os limites dos mísseis.

Especialistas consultados pelo g1 afirmam que o aumento das tensões entre os dois países pode fortalecer o dólar, elevar os preços do petróleo e provocar perdas nas bolsas de valores.

Em momentos de instabilidade geopolítica, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros, como o dólar, e se afastar de aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa.

🔎 O dólar é uma das moedas mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade. Por isso, em períodos de tensão, muitos investidores deixam investimentos mais arriscados e migram para o dólar.

Outro fator que pode valorizar a moeda americana é a possibilidade de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo.

Um ataque ou bloqueio nessa região afetaria o funcionamento do mercado. O Irã é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), o que também pode influenciar os preços.

Mesmo assim, os especialistas consultados apontam que o mercado não espera uma guerra prolongada ou de grande escala entre os países. O excesso de oferta de petróleo e as restrições às vendas do próprio Irã são fatores que podem limitar a alta dos preços no curto prazo.

Com a redução da disposição dos investidores em apostar em ativos mais arriscados durante momentos de tensão geopolítica, as bolsas de valores ao redor do mundo também podem sofrer quedas.

Dependendo da duração do conflito, podem surgir oscilações mais intensas nos mercados e mudanças nas projeções de lucros de setores como petróleo e gás.

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Os mercados em Wall Street encerraram em alta, enquanto investidores seguiram avaliando os riscos envolvendo as grandes empresas de tecnologia e seus investimentos bilionários em inteligência artificial.

Além disso, a expectativa pelos resultados da Nvidia — considerados um termômetro para o setor — e as dúvidas sobre novas tarifas comerciais continuaram a gerar incertezas.

O Dow Jones subiu 0,63%, aos 49.482,27 pontos. O S&P 500 avançou 0,81%, aos 6.946,14 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 1,26%, aos 23.152,08 pontos.

Na Europa, o clima foi mais positivo, impulsionado pela recuperação das ações de tecnologia em várias bolsas globais.

Esse movimento ajudou a melhorar o humor dos investidores, que deixaram em segundo plano, ao menos por enquanto, as preocupações com possíveis tarifas dos EUA.

No fechamento, o índice STOXX 600 subiu 0,7%, aos 633,47 pontos. O FTSE 100, do Reino Unido, avançou 1,18%, aos 10.806,41 pontos.

Na França, o CAC 40 subiu 0,47%, aos 8.559,07 pontos, e na Alemanha, o DAX avançou 0,76%, aos 25.175,94 pontos.

O interesse dos investidores por empresas ligadas a metais e minerais raros cresceu após notícias de que o governo Trump pretende usar um sistema de inteligência artificial do Pentágono para definir preços de referência desses insumos estratégicos.

O índice CSI300, da China, subiu 1,2%, e o Hang Seng, de Hong Kong, avançou 0,8%. No Japão, o Nikkei disparou 2,2%, chegando a 58.583 pontos.

Na Coreia do Sul, o KOSPI subiu 1,91%, aos 6.083 pontos, e, em Taiwan, o TAIEX avançou 2,05%, para 35.413 pontos.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Vai trazer comida do exterior? Veja quando e como pedir autorização

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 05:45

Agro Vai trazer comida do exterior? Veja quando e como pedir autorização Produtos só podem entrar no país após a emissão de documentação sanitária. Itens irregulares podem ser apreendidos e destruídos no aeroporto. Por Vivian Souza

O Ministério da Agricultura atualizou as regras que definem quais alimentos podem entrar no Brasil na bagagem de viajantes e como funciona a autorização para produtos com restrições.

O ovo, por exemplo, não estava na lista de proibições de 2025, mas passou a integrá-la neste ano, informou o Ministério da Agricultura ao g1.

A regra vale mesmo quando o produto está na embalagem original, rotulada e lacrada, segundo o ministério.

O Ministério da Agricultura afirma que os itens proibidos podem trazer pragas e doenças para o país, com risco para plantações, animais e até para a saúde humana.

Todo mundo gosta de trazer lembrancinhas quando volta de viagem, mas sabia que nem todo alimento pode entrar no Brasil?

Desde o dia 4 de fevereiro, novas regras do Ministério da Agricultura passaram a definir quais alimentos podem entrar no país na bagagem de viajantes e quais exigem autorização.

O ovo, por exemplo, não estava na lista de proibições de 2025, mas passa a integrá-la este ano, informou o Ministério da Agricultura ao g1.

O Ministério explica que os itens proibidos podem trazer pragas e doenças para o país, com risco para plantações, animais e até para a saúde humana.

A carne de porco, por exemplo, só entra no Brasil com autorização porque pode trazer a peste suína africana. A doença é causada por um vírus, é fatal para os porcos e não tem vacina nem tratamento.

Hoje, essa doença não existe no Brasil, mas está presente em mais de 50 países da África, Europa, Ásia e das Américas. A Espanha, por exemplo, tem casos confirmados. O país é o terceiro maior produtor de carne de porco do mundo.

Além destes produtos, o Ministério avisa que podem haver bloqueios relacionados a produtos oriundos de países específicos, com incidência de doenças. Por exemplo, em casos da gripe aviária, da peste suína africana e a dermatose nodular contagiosa.

A instituição pontua também que não somente os vegetais frescos, mas parte deles que possam conter doenças podem ser confiscados. É o caso de folhas secas para chá, em que o processo de secagem não é conhecido.

Para entrar no país com esses alimentos, é preciso fazer um registro na Declaração Eletrônica e Bens do Viajante (e-DBV).

Depois, é necessário ir até a unidade do Vigiagro, no controle aduaneiro, para finalizar o processo.

Além disso, quando o Ministério da Agricultura entender que é o caso de um controle mais rigoroso, pode ser solicitada adicionalmente uma Autorização Prévia de Importação.

a descrição dos bens agropecuários que serão importados, incluindo a quantidade, a forma de acondicionamento e o país de origem e de procedência;o modal de transporte, podendo ser aéreo, marítimo, fluvial, lacustre (por lago), rodoviário e ferroviário;a via de transporte autorizada, especificada como bagagem acompanhada;o local de ingresso no território nacional;a identificação do viajante que transportará os bens agropecuários, contendo nome completo, CPF e número do passaporte;o prazo de validade da autorização de importação.

Neste caso, a autorização deverá ser encaminhada eletronicamente pelo Serviço Técnico emissor às Unidades do Vigiagro nos locais de ingresso.

Segundo o Ministério, dois procedimentos são feitos para a destruição: a autoclavagem (o produto é submetido a temperatura de 133° C e pressão de 3 bar por 20 minutos) e a incineração. Os procedimentos são responsabilidade do administrador do aeroporto.

A norma que regula o tema prevê outras medidas, mas não detalha quais. O g1 questionou o Ministério da Agricultura, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Leia também: Após pressão do agro, governo suspende temporariamente lista que considerava tilápia espécie invasora

Mesmo quando não há exigência de documentação, o produto deve estar na embalagem original, com rótulo, lacre e sem sinais de violação.

extratos ou concentrados de carnes e pescados, de todas as espécies, exceto suínos.carnes (exceto suína) e pescados defumados, dessecados, salgados ou desidratados;derivados de suínos enlatados;gelatinas;leite pasteurizado ou esterilizado, incluindo o creme de leite;doce de leite;leite em pó ou soro;manteiga, manteiga clarificada (ghee) e pasta de espalhar de produtos provenientes do leite;iogurtes, quefir, coalhadas e outras bebidas láctea fermentadas;hidrolisado de proteína do leite e lactose;queijos e requeijão, excluindo os produtos lácteos feitos com leite de bovinos e bubalinos dos países com notificação de dermatose nodular contagiosa (caso da Argélia, Camboja, França, Itália, Tunísia, Espanha);bolos, biscoitos, bolachas, petit fours, tortas doces e salgadas, waffles, doces em massa folhadas, pastéis de confeitaria, doces e quitutes;amêndoas torradas e salgadas;bebidas destiladas e fermentadas;vinagres;sucos;óleos vegetais;geleias, conservas;demais produtos industrialmente esterilizados, pasteurizados, fermentados, sulfitados, liofilizados, cozidos, carbonizados, parboilizados, moídos, polidos, tostados ou secos ao forno.

Presunto Ibérico: carne de porco só entra no Brasil com autorização, exceto se for enlatada — Foto: Foto de Hawksbill.24

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‘O dinheiro está todo sequestrado’: o drama de clientes do Will Bank após a liquidação pelo BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

A liquidação extrajudicial do Will Bank pelo Banco Central afetou cerca de 12 milhões de clientes, principalmente de baixa renda no Nordeste.

Milhões de correntistas tiveram seus saldos bloqueados, sem previsão de acesso, impactando despesas essenciais como alimentação e moradia.

Enquanto investimentos em CDBs e LCIs/LCAs têm cobertura do FGC, contas de pagamento não, mas seus valores devem ser restituídos integralmente pelo Banco Central.

A devolução dos recursos para clientes de contas de pagamento depende da finalização da lista de credores pelo liquidante, sem prazo definido.

O banco operava sob Regime Especial desde novembro de 2025, e sua liquidação foi decretada após a falha na venda e acúmulo de dívidas.

O efeito cascata da liquidação extrajudicial do Banco Master parece não ter fim. Entre corretoras, gestoras de recursos e outros bancos ligados ao grupo de Daniel Vorcaro, sete instituições já foram encerradas desde novembro.

O caso mais dramático, porém, é o do Will Bank. A liquidação do banco digital deixou clientes mais vulneráveis, de renda média e baixa, com todo o dinheiro bloqueado e sem prazo definido para reembolso.

O banco afirmava ter cerca de 12 milhões de clientes, dos quais 60% estavam no Nordeste, em sua maioria em cidades pequenas.

Clientes ouvidos pelo g1 afirmam que o saldo depositado no Will seria usado para despesas básicas, como alimentação, aluguel, medicamentos e contas de luz. Sem esse dinheiro, dizem que ficarão inadimplentes.

Investidores em CDBs e letras de crédito (LCIs e LCAs) do Will Bank estão cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O fundo funciona como um tipo de seguro e cobre perdas de até R$ 250 mil por instituição.

Já os clientes comuns utilizavam contas de pagamento, que não têm cobertura do FGC. Ainda assim, pela lei, os valores são mantidos no Banco Central — ou seja, o dinheiro fica separado do patrimônio do Will Bank e deverá ser devolvido integralmente, sem limite por pessoa.

A questão é que a devolução só deve começar após o liquidante do banco, nomeado pelo Banco Central, concluir a lista oficial de credores — o que ainda não ocorreu nem tem prazo para acontecer. (entenda mais abaixo)

No dia 13 de fevereiro, o FGC antecipou pagamentos para clientes com até R$ 1 mil a receber, numa tentativa de reduzir a espera de cerca de 6 milhões de pessoas. Mas quem tinha valores mais altos ou investiu por meio de corretoras ficou de fora.

🔎 Este é o primeiro texto da série especial do g1 sobre o caso Banco Master e seus desdobramentos. Nesta reportagem, a apuração analisa as consequências da liquidação do Will Bank, outra instituição do grupo financeiro de Daniel Vorcaro, e o impacto direto sobre correntistas comuns.

Felipe Candido, 50 anos, tem R$ 6 mil no Will Bank; dinheiro seria usado para despesas básicas — Foto: Arquivo Pessoal

O servidor público Felipe Cândido, de 50 anos, precisou se afastar do trabalho para acompanhar a esposa durante o tratamento contra um câncer de mama. Ela faleceu no início deste ano.

Ele viu a renda diminuir e passou a ser responsável por quatro filhos — entre eles, gêmeas de 9 anos — e por uma neta de 2 anos. “Eu sofri um combo bem azarado. Foi uma coisa muito triste”, afirmou.

A morte da esposa levou a um novo afastamento do trabalho por questões de saúde mental. Em janeiro, ele depositou todas as economias no Will Bank. Os cerca de R$ 6 mil seriam usados para pagar a mudança de casa e a matrícula de uma das filhas na escola.

Como o valor ultrapassa R$ 1 mil, Felipe não foi incluído na antecipação do FGC e continua sem acesso ao dinheiro. Ele já teve o fornecimento de energia elétrica cortado em casa e passou a depender da ajuda de vizinhos para manter aparelhos básicos funcionando.

“Estou com uma extensão ligada na casa da vizinha. Daqui sai energia para a geladeira, a televisão e o ventilador das crianças. Não tem como ficar sem luz”, contou.

Deise Juliana, também de 50 anos, está desempregada e afirma que usava a conta do Will Bank para guardar o dinheiro obtido com a venda de salgados e sacolés. Segundo ela, o valor representava quase tudo o que tinha disponível naquele momento.

“Era pouco o que eu tinha na conta, mas era meu”, disse. “Para minha surpresa, quando abri o aplicativo, apareceu a mensagem de liquidação”, relatou. Ela foi uma das correntistas com saldo de até R$ 1 mil que conseguiram acesso antecipado.

Felipe e Deise não sabiam, mas, desde novembro de 2025, o Will Bank operava sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet), uma medida para tentar viabilizar a venda da instituição após a liquidação do Master, que era seu controlador.

🔎 Quando uma instituição está em Raet, o Banco Central assume temporariamente o controle para evitar que a situação piore e cause perdas maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Seria uma última alternativa para tentar salvá-lo. Como a venda a um novo investidor não se concretizou e houve acúmulo de dívidas, o BC constatou que não restaram alternativas viáveis de reestruturação, tornando inevitável a liquidação do Will Bank.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estima desembolsar cerca de R$ 6,3 bilhões com a liquidação do Will Bank. Segundo o fundo, os pagamentos devem começar entre 30 e 60 dias após o envio da lista de credores.

O procedimento é totalmente digital: pessoas físicas fazem a solicitação pelo aplicativo do FGC, enquanto empresas utilizam o site. Após a conferência dos dados, o valor é depositado em até 48 horas úteis.

Quem mantinha recursos em conta digital do Will Bank — público mais vulnerável — também precisa aguardar a lista de credores. Contas correntes tradicionais têm cobertura do FGC, mas a instituição não tinha licença bancária e oferecia contas de pagamento.

A conta corrente bancária é uma conta tradicional de banco, usada para receber salário, pagar contas, fazer transferências, ter cheque especial e empréstimos. Está ligada a uma instituição com licença bancária e regras mais rígidas, e os depósitos costumam ser cobertos pelo FGC.Já a conta de pagamentos é oferecida por fintechs e instituições de pagamento; serve para movimentar dinheiro, fazer PIX, pagar boletos e usar cartão, mas não é um banco. Não tem licença bancária, normalmente não oferece crédito (como cheque especial) e o saldo não é coberto pelo FGC, porque a empresa não empresta esse dinheiro.

Sem a cobertura do FGC, os valores mantidos em contas de pagamento não seguem o mesmo rito de ressarcimento aplicado a depósitos bancários ou investimentos.

Nesses casos, os recursos não entram na fila comum de credores da massa em liquidação, pois a legislação determina que fiquem separados do patrimônio da instituição.

Na prática, isso significa que o dinheiro deve ser devolvido diretamente ao cliente, após a identificação e a conferência dos saldos pela administração da liquidação. O prazo, no entanto, depende da velocidade desse processo e da apuração dos valores devidos, sem um calendário pré-definido.

“Em tese, esses recursos devem ser devolvidos diretamente ao cliente, fora da disputa entre credores. Porém, o tempo para a restituição depende dos procedimentos da liquidação e da conferência dos saldos”, afirma Danielle Peniche, advogada de mercado de capitais do SouzaOkawa.

O liquidante será responsável por divulgar as datas e as orientações para o reembolso pelos canais oficiais do banco, mas antes precisa fazer um verdadeiro raio-x da instituição.

“Identificar ativos, obrigações, recebíveis e passivos, além de definir o que entra na ordem de pagamentos”, explica o advogado Renato Scardoa, especialista em Direito Comercial.

“A devolução depende da conclusão desse trabalho inicial de verificação. Não existe um prazo fechado em lei, mas, em situações organizadas, algo entre 40 e 60 dias costuma ser considerado razoável”, afirma o advogado Scardoa.

🔎 O prazo pode variar conforme o tamanho da instituição, a qualidade dos registros e a existência de problemas adicionais, como inconsistências contábeis ou suspeitas de irregularidades.

Nesse tempo, o aplicativo do banco costuma permanecer acessível apenas para consulta, sem permitir movimentações. Nessa fase, o liquidante geralmente solicita que os clientes informem uma conta em outra instituição para receber os valores quando forem liberados.

Enquanto o processo não avança, parcelas de empréstimos e faturas de cartão continuam válidas, e as chaves PIX vinculadas ao Will Bank foram desativadas.

A liquidação, porém, não extingue automaticamente as dívidas: valores já lançados na fatura do cartão continuam sendo devidos e podem ser cobrados, inclusive com juros e eventual inclusão do nome em cadastros de inadimplentes.

Apesar da liquidação, o aplicativo do Will Bank ainda permite visualizar saldos, limites e valores a pagar. No entanto, operações como transferências, PIX e pagamentos não são concluídas.

Advogados ouvidos pelo g1 orientam os clientes a guardar extratos, comprovantes de saldo e registros das movimentações na data da liquidação, além de acompanhar as comunicações do Banco Central, do liquidante e do FGC.

Em situações de urgência, como a falta de recursos para despesas básicas, também é possível recorrer à Justiça.

Segundo Scardoa, ações individuais podem ser uma alternativa quando há demora excessiva ou falta de resposta do liquidante, inclusive com pedidos dirigidos à administração da liquidação.

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Como a tensão entre EUA e Irã pode afetar dólar, petróleo e o mercado financeiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

Agentes do mercado financeiro já consideram um possível ataque dos EUA ao Irã, avaliando seus impactos econômicos.

O dólar tende a se fortalecer em cenários de tensão geopolítica, funcionando como um ativo de proteção para investidores.

Preços do petróleo podem subir devido ao risco de danos às estruturas de produção, especialmente com o Irã sendo um grande produtor.

Bolsas de valores globais podem sofrer quedas, pois investidores diminuem a aposta em ativos de risco durante conflitos.

Especialistas não preveem um conflito prolongado, e o excesso de oferta de petróleo pode conter os preços no curto prazo.

Os agentes do mercado financeiro já avaliam a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo especialistas consultados pelo g1, o aumento das tensões entre os dois países pode fortalecer o dólar, elevar os preços do petróleo e provocar perdas nas bolsas de valores.

Nas últimas semanas, o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou as ameaças ao país do Oriente Médio, reforçou a presença militar na região e sinalizou que está pronto para um ataque, caso considere necessário.

🔎 Trump tem pressionado o regime dos aiatolás a aceitar um acordo para limitar o programa nuclear iraniano, especialmente o enriquecimento de urânio, e o programa de mísseis. Em troca, haveria alívio das sanções e maior abertura econômica.

Embora especialistas não considerem um conflito duradouro como cenário mais provável, a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA não está descartada.

Veja a seguir quais podem ser os efeitos de um conflito sobre o dólar, o petróleo e os mercados globais.

Sempre que ocorre um evento geopolítico — como as rusgas entre grandes potências militares —, o dólar costuma ser uma opção de proteção para os investidores.

🔎 A moeda americana é uma das mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade, sem grandes distorções de preço. Por isso, em momentos como esse, investidores costumam vender aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa, e migrar para opções mais seguras, como o dólar.

“É o que chamamos de ‘flight to quality’ (voo para a qualidade), movimento que tradicionalmente ocorre em momentos de guerra”, diz o estrategista-chefe da Avenue, William Alves.

A possibilidade de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, é outro fator que pode valorizar a moeda americana, porque desestabilizaria o funcionamento do mercado.

“É pouco provável que isso ocorra, já que os EUA mantêm forças militares para proteger a região. Mas o risco sempre existe”, afirma Alves.

“O Irã não é a Venezuela. O país tem maior relevância militar e poderia tentar algum tipo de reação contra os EUA. Talvez não em um primeiro momento, mas até mesmo por meio de ataques ou outras ações após uma eventual atuação dos EUA na região”, completa.

Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: WANA (West Asia News Agency) via Reuters; Nathan Howard/Reuters

Um ataque ou bloqueio do Estreito de Ormuz pode afetar os preços do petróleo. O Irã é um dos maiores produtores do mundo e integra a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

“Sempre que há tensão entre países produtores de petróleo, o mercado começa a considerar o risco de danos às estruturas de produção”, explica o analista da Genial Investimentos, Vitor Souza.

🔎 Se parte das instalações de produção de petróleo no Irã for destruída, a oferta pode cair a ponto de gerar desequilíbrio entre produção e consumo no mercado global, pressionando os preços.🔎 O mesmo vale para o risco de bloqueios no Estreito de Ormuz. Para Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora, uma interrupção na passagem de navios cargueiros pela região pode levar o barril de petróleo para a faixa de US$ 80. Hoje, está em torno de US$ 70.

Gabriel Mollo afirma ainda que o conflito e um eventual bloqueio também podem ter efeitos indiretos na economia, como aumento da inflação global e das taxas de juros. “Tudo depende da intensidade do conflito, de sua duração e de como ele afetará as cadeias de produção”, acrescenta.

Os especialistas destacam, porém, que o mercado não espera uma guerra prolongada e de grande escala entre os países. O atual excesso de oferta de petróleo e as restrições às vendas do próprio Irã são fatores que podem conter os preços no curto prazo.

“Há, naturalmente, a questão do aumento da demanda. Mas, por outro lado, o Irã já é um país fortemente sancionado, e um eventual conflito não deve gerar o mesmo impacto que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, por exemplo”, diz o analista da Suno Research, Malek Zein.

Como a disposição dos investidores para apostar em ativos arriscados diminui em momentos de tensão geopolítica, as bolsas de valores mundo a fora também podem sofrer com quedas.

William Alves, da Avenue, diz que os ativos de risco — como ações e investimentos em países emergentes — tendem a reagir mal a eventos como uma guerra, especialmente diante da possível alta do petróleo e dos aumentos de dólar e juros.

“No médio e longo prazo, será preciso avaliar o quão limitado e rápido seria o conflito e se poderia haver retaliações na região, como ataques a instalações de energia, refinarias ou estruturas semelhantes”, completa o estrategista.

A depender da duração do conflito, podem surgir oscilações mais intensas nos mercados e mudanças nas projeções de lucros de alguns setores, especialmente o de petróleo e gás.

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Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões nesta quinta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 00:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões nesta quinta-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.977 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 130 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (26), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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