RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Sony cancela carros elétricos e culpa é da Honda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Carros Sony cancela carros elétricos e culpa é da Honda Anúncio de prejuízo bilionário da Honda e cancelamento de carros elétricos afetaram planejamento da Sony. Modelos Afeela e Afeela 1 usariam tecnologia e recursos de produção da montadora. Por Carlos Cereijo

Sony Afeela 1 (azul) e protótipo Sony Afeela (cinza) mostrados na CES 2026 — Foto: divulgação / Sony Honda Mobility

A Sony Honda Mobility (SHM) anunciou nesta quarta-feira (25) que vai interromper o desenvolvimento de seus primeiros modelos: o Afeela, já em formato de pré-produção, e o protótipo Afeela 1, que daria origem a um SUV. Ambos totalmente elétricos e que já haviam sido apresentados ao público.

O fato está diretamente ligado ao anúncio de prejuízo bilionário feito pela Honda. A marca reviu toda a sua estratégia de eletrificação e cancelou três carros que seriam fabricados nos Estados Unidos. Os modelos Afeela usariam a tecnologia e fábricas da Honda.

A decisão da empresa veio depois de deliberações das matrizes da Sony e Honda. A SHM já estava com testes de linha de produção em Ohio, Estados Unidos.

Com preço anunciado de US$ 89.900 para os Estados Unidos, o Afeela 1 tinha estreia confirmada. O modelo mais barato, chamado Origin, chegaria em 2027. Antes dele, já em 2026, seria lançada versão mais luxuosa por US$ 102.900.

O sedã tem tração integral com dois motores elétricos, um em cada eixo. A potência de cada motor é de 245 cv (180 kW). As baterias de íon de lítio têm capacidade de 91 kWh e, segundo a SHM, dão uma autonomia de 482 km.

A cabine do Afeela apostava em minimalismo e direção autônoma. O volante em formato de manche (parecido ao que a Tesla oferece) combinada com as telas gigantes que ocupavam quase todo o painel.

O Afeela teria sistema de sensores e direção autônoma de última geração. O teto com protuberâncias abrigava radares e câmeras.

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Contrários a delação, advogados deixam defesa de cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Os advogados que atuavam na defesa de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro — dono do Banco Master —, deixaram o caso após divergências sobre a possibilidade de um acordo de delação, segundo informações obtidas pelo blog.

O advogado, pastor e empresário é citado em investigações relacionadas ao chamado Caso Master, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao banco de Vorcaro.

Em nota, a equipe informou que “os advogados Maurício Campos Jr., Juliano Brasileiro e João Victor Assunção deixaram a defesa de Fabiano Zettel por motivo de foro íntimo. Os advogados apresentaram petição de substabelecimento no STF ao advogado Celso Vilardi, que seguirá com a defesa”.

Segundo apurou o blog, a discordância sobre a estratégia jurídica, especialmente em relação à colaboração com as autoridades, motivou a saída dos advogados.

[BBC – NÃO USAR] Fabiano Zettel chegou a ser detido no aeroporto de Guarulhos — Foto: Moriah Asset/Reprodução

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INSS amplia prazo de auxílio-doença sem perícia; veja o que muda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Trabalho e Carreira INSS amplia prazo de auxílio-doença sem perícia; veja o que muda Pedidos analisados só com documentos poderão garantir até 90 dias de afastamento; medida deve reduzir fila de perícias presenciais em até 10%. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ampliaram de 60 para até 90 dias o prazo máximo do auxílio por incapacidade temporária concedido sem perícia presencial.

A mudança, que entra em vigor em 30 de março, vale para pedidos feitos pelo Atestmed, sistema que permite a concessão do benefício com base apenas em documentos médicos.

Com a nova regra, o benefício poderá ser concedido ou negado com base nos documentos médicos e em uma análise técnica da perícia.

A ampliação do prazo deve ajudar a reduzir a fila e aliviar a pressão sobre as perícias presenciais, hoje um dos principais gargalos do INSS.

O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ampliaram de 60 para até 90 dias o prazo máximo do auxílio por incapacidade temporária concedido sem perícia presencial.

A mudança, que entra em vigor em 30 de março, vale para pedidos feitos pelo Atestmed, sistema que permite a concessão do benefício com base apenas em documentos médicos.

Com a nova regra, o benefício poderá ser concedido ou negado com base nos documentos médicos e em uma análise técnica da perícia. (veja abaixo como vai funcionar)

A nova regra foi viabilizada por alteração na Lei 15.265/2025 e regulamentada por portaria conjunta publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (24). A medida também atende a uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).

A ampliação do prazo deve ajudar a reduzir a fila e aliviar a pressão sobre as perícias presenciais, hoje um dos principais gargalos do INSS.

Segundo o governo, a medida pode reduzir em até 10% a demanda por perícias iniciais e ajudar a diminuir a fila do INSS. A expectativa é que mais de 500 mil segurados por ano sejam atendidos sem precisar passar por avaliação presencial.

Na versão original da análise documental, criada pela Portaria Conjunta nº 38/2023, era possível receber o auxílio por até 180 dias sem necessidade de perícia presencial.Depois, mudanças na legislação previdenciária passaram a permitir que o governo ajustasse esses prazos por portaria. Com isso, o limite foi reduzido para 30 dias em junho de 2025.Em dezembro de 2025, o prazo voltou a ser ampliado temporariamente para até 60 dias, conforme a Portaria Conjunta MPS/INSS nº 83. A regra valia por 120 dias, ou seja, até abril de 2026. A partir de maio, o limite retornaria para 30 dias — cenário que agora é novamente alterado com a nova portaria.

Como vai funcionarProrrogação e recursoDocumentação necessáriaO que é o Atestmed?O que é o auxílio por incapacidade temporária?

Com a mudança, o benefício poderá ser concedido ou negado com base apenas nos documentos médicos enviados pelo segurado, sem necessidade imediata de perícia presencial.

Nesse novo formato, a perícia terá acesso aos dados do segurado e poderá definir a data de início e o tempo de afastamento de forma diferente do indicado pelo médico, desde que justifique a decisão com base nos documentos apresentados.

👉 A avaliação também levará em conta a legislação, o histórico do segurado e referências médicas relacionadas ao problema de saúde.

A perícia também poderá definir o período de afastamento mais adequado, inclusive quando essas informações não estiverem claras no atestado.

Outra novidade é que o segurado poderá informar, no momento do pedido, quando os sintomas começaram e descrever a condição que o impede de trabalhar.

O sistema também permite reconhecer o caráter acidentário do benefício — quando o problema de saúde está relacionado ao trabalho — por meio do chamado Nexo Técnico Previdenciário (NTP).

Benefícios concedidos antes da nova regra seguem como estão, sem mudanças. Já os pedidos que ainda estavam em análise passam a seguir as novas regras e podem ser avaliados com base em documentos. Se faltar alguma informação, o processo fica pendente até a regularização.

Se o prazo concedido não for suficiente para o retorno ao trabalho, o segurado poderá solicitar a prorrogação do benefício nos 15 dias anteriores ao encerramento. Nesse caso, será necessária uma nova avaliação pericial, que pode ser presencial ou por telemedicina.

A nova regra elimina a necessidade de abrir um novo pedido, mesmo que o afastamento ultrapasse os 90 dias.

Já em caso de negativa, o segurado poderá apresentar recurso administrativo em até 30 dias após a decisão.

Para que o pedido seja analisado, os documentos médicos devem estar legíveis, sem rasuras e conter informações como:

Identificação do seguradoData de emissãoTempo estimado de afastamentoDiagnóstico ou código da Classificação Internacional de Doenças (CID)Assinatura e identificação do profissional responsável, com registro no conselho de classe

O INSS orienta que o segurado continue enviando documentos completos para evitar indeferimentos e garantir uma análise mais ágil.

O Atestmed é um mecanismo criado durante a pandemia de Covid-19 para agilizar o atendimento e reduzir a fila de perícias do auxílio por incapacidade temporária. Ele permite que o INSS avalie atestados e laudos médicos enviados pela internet, sem necessidade de agendamento presencial.

Quando esses requisitos são atendidos, o instituto pode conceder o benefício diretamente pela plataforma, evitando o deslocamento do trabalhador até o órgão.

O auxílio por incapacidade temporária, antes chamado de auxílio-doença, é destinado aos trabalhadores que contribuem mensalmente para a Previdência Social e que, por problemas de saúde, ficam temporariamente incapazes de retornar às suas atividades.

Mas não basta ser contribuinte para ter direito ao benefício. O INSS exige que o solicitante comprove, por meio de perícia médica, a incapacidade para seu trabalho ou atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos.

O trabalhador também deve ter ao menos 12 contribuições mensais pagas. Essa regra, porém, não vale para casos excepcionais, como acidentes e doenças do trabalho.

Tuberculose ativa;Hanseníase;Transtorno mental grave, desde que esteja cursando com alienação mental;Neoplasia maligna;Cegueira;Paralisia irreversível e incapacitante;Cardiopatia grave;Doenças de Parkinson;Espondilite anquilosanteSíndrome da imunodeficiência adquirida (Aids)Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada;Hepatopatia grave;Esclerose múltipla;Acidente vascular encefálico (agudo);Abdome agudo cirúrgico;

Há 18 minutos Blog da Andréia Sadi Ação em 3 estadosCEO do Fictor é alvo de operação que apura fraudes bancárias e elo com CV

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Conheça o caça Gripen f-39E apresentado pela Embraer em evento no interior de SP; FOTOS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

São Carlos e Araraquara Conheça o caça Gripen f-39E apresentado pela Embraer em evento no interior de SP; FOTOS Aeronave supersônica usa tecnologia da sueca SAAB, mas a fabricante brasileira de aviões montou a primeira unidade em solo brasileiro, em Gavião Peixoto (SP). Lula e Alckmin participam do evento. Por Amanda Rocha, g1 São Carlos e Araraquara

O primeiro caça supersônico F-39E Gripen produzido no Brasil foi apresentado, na manhã desta quarta-feira (25), no aeródromo da Embraer, em Gavião Peixoto (SP).

O presidente Lula participou do evento e batizou a aeronave. O vice-presidente Geraldo Alckmin também esteve presente.

O Gripen, da empresa sueca Saab, é um caça equipado com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.

O primeiro caça supersônico F-39E Gripen produzido no Brasil foi apresentado, na manhã desta quarta-feira (25), no aeródromo da Embraer, em Gavião Peixoto (SP). O presidente Lula participou do evento e batizou a aeronave (assista o vídeo acima).

O Gripen, da empresa sueca Saab, é um caça equipado com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.

O modelo nacional é desenvolvido pela Embraer em parceria com a empresa sueca, e faz parte do programa de modernização da FAB, com transferência de tecnologia sueca e participação direta de engenheiros brasileiros na produção.

O F-39 substitui os antigos caças F-5, de origem americana, que estavam em operação há décadas. Ao todo, o Brasil prevê a aquisição de 36 aeronaves dentro do acordo firmado em 2014 com a fabricante, sendo parte delas produzidas no país. O custo total é de US$ 4 bilhões (21,25 bilhões de reais).

A aeronave pode atingir velocidades de até 2,4 mil km/h, o equivalente a cerca de duas vezes a velocidade do som, e tem autonomia de até duas horas e meia de voo. Ela também conta com capacidade de reabastecimento em pleno ar, o que amplia ainda mais seu alcance operacional.

Em fevereiro deste ano, pela primeira vez, o caça foi colocado em alerta de defesa aérea no país. Isso significa que a aeronave já pode ser empregada em missões reais e passa a ser responsável pela proteção do espaço aéreo da capital federal.

Conheça o caça Gripen f-39E apresentado pela Embraer em evento em Gavião Peixoto, SP — Foto: Amanda Rocha/g1

A apresentação do primeiro modelo montado em território nacional é considerada um marco para o programa, consolidando o Brasil como um dos poucos países com domínio sobre etapas estratégicas de produção de caças de alta tecnologia.

Diversas autoridade participaram da apresentação do primeiro caça Gripen, entre elas, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; a Embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen; o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho; o Comandante da Força Aérea Brasileira, Tenente-Brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno; além de executivos das empresas envolvidas no programa, incluindo Micael Johansson, Presidente e CEO da Saab, e Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer.

Presidente Lula participa de evento de apresentação do caça Gripen f-39E em Gavião Peixoto, SP — Foto: Amanda Rocha/g1

Durante o evento, Gomes Neto afirmou que o F-39 Gripping é mais uma demonstração da capacidade da indústria brasileira da sólida parceria entre o Brasil e a Suécia. "Com grande potencial de exportação e impacto direto no desenvolvimento econômico e social do nosso país".

"É o Brasil supersônico que avança a voos cada vez mais elevados, um Brasil transforma desafios cem conquistas concretas", afirmou o coronel da aeronáutica Marcelo Damasceno.

Vice-presidente Geraldo Alckmin participou de evento da apresentação do caça Gripen f-39E, em Gavião Peixoto, SP — Foto: Amanda Rocha/g1

Conforme apurado pelo g1, o caça não fará voo nesta quarta-feira. De acordo com a Embraer, antes da entrega final ao cliente, a aeronave passará por testes funcionais e voos de ensaio. Concluída essa etapa, o caça se juntará às outras dez unidades já entregues ao Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1o GDA), na Base Aérea de Anápolis.

Fabricação do Gripen em território nacional consolida o Brasil como um polo de alta tecnologia.A transferência de tecnologia: mais de 300 engenheiros brasileiros participaram do projeto e de treinamentos na Suécia.Mais de 2 mil empregos diretos na frente de produção e 10 mil postos de trabalho

TESTES: VÍDEO: Após primeiro voo no país, dois caças Gripen F-39E pousam em Gavião Peixoto para testesMÍSSIL: FAB faz primeiro lançamento do míssil Meteor pelo caça F-39E Gripen

Primeiro caça F-39E Gripen produzido no Brasil será apresentado em Gavião Peixoto, SP — Foto: Saab/Divulgação

RWR – Alerta de detecção de radar: Confirma a localização dos sinais emitidos por qualquer radar no solo, no mar ou no ar que esteja buscando o Gripen;ECM – Contramedidas eletrônicas: O sistema de guerra eletrônica do Gripen confunde os radares de busca e de tiro do inimigo, seja interferindo ou saturando com múltiplos sinais “fantasmas”, evitando que o Gripen real seja marcado como alvo;MAWS – Alerta de aproximação de mísseis: Alerta sobre a aproximação de mísseis disparados contra o Gripen.Míssil BVR Meteor: Míssil além do alcance visual (BVR) de última geração, com alta energia e longo alcance, garantindo maior zona sem possibilidade de fuga e alta probabilidade de acerto contra o alvo;Datalink / Link-BR2 / Link tático: A aeronave utiliza o Link-BR2, sistema de comunicação tática criptografada desenvolvido no Brasil pela AEL Sistemas. Ele permite a troca segura de dados entre aeronaves e centros de comando e controle. Esse datalink viabiliza operações em rede, ampliando a consciência situacional compartilhada e permitindo coordenação em tempo real entre diferentes plataformas. O resultado é uma atuação mais integrada, precisa e eficiente. Além da capacidade operacional, o desenvolvimento nacional desse tipo de tecnologia contribui para o domínio de protocolos, segurança da informação e evolução contínua dos sistemas, aspectos centrais em um ambiente cada vez mais orientado por dados;Ataque Eletrônico com LADM: Supressão adicional de guerra eletrônica com uso de míssil leve, que atua como interferidor, apoiando a operação do Gripen em espaço aéreo negado com a presença de sistemas antiaéreos;Ataque Eletrônico com EAJP: O Electronic Attack Jammer Pod (EAJP) transportado pelo Gripen interfere e satura eletronicamente os sistemas antiaéreos inimigos, permitindo a sua operação em espaço aéreo contestado;CAS/GAAI – Suporte para forças em solo: Apoio Aéreo Aproximado/Interdição Aérea assistida por equipes de militares em solo por meio dos sistemas de auxílio digital a bordo como VMF, Link-16 e link de vídeo em tempo real (VDL);ISR – Inteligência, vigilância e reconhecimento: Cobertura 360 graus de sensores ativos e passivos que provém consciência situacional colaborativa no cenário tático operacional;LADM – Gerando alvos falsos: O LADM tem a capacidade de gerar alvos falsos para confundir e saturar os radares de busca e de tiro inimigos;IFF – Identificação amigo/inimigo: Identifica e confirma quais são as forças amigas e inimigas num cenário tático e operacional;Míssil WVR IRIS-T: O míssil IRIS-T, de alcance visual (WVR), é o mais avançado da sua categoria, principalmente em engajamentos fora da linha de visada da aeronave, sendo o seu emprego complementado pelo uso do HMD para que o piloto possa fazer a mira contra o alvo.Chaff/flare/despistadores: Dispositivos ativos e passivos de autoproteção para confundir mísseis guiados por radar, por infravermelho e radares de controle de fogo inimigo.

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Dólar opera em queda atento a possível cessar-fogo no Irã e ao cenário eleitoral no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

O dólar opera em queda na sessão desta quarta-feira (25) e recuava 0,40% por volta das 9h25, cotado a R$ 5,2334. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia os negócios às 10h.

▶️ Os preços do petróleo caem mais de 5% nesta quarta-feira, diante de sinais de possível redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas negociações e o adiamento de um prazo relacionado a usinas iranianas aumentaram a expectativa de que o conflito possa perder intensidade.

🔎 O barril do petróleo Brent recuava 5,2% por volta das 9h (horário de Brasília), cotado a US$ 94,97 por barril — abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) caía 5,3%, para US$ 87,44.

▶️ No Brasil, em meio às oscilações do petróleo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo apresentou aos Estados uma alternativa para reduzir o preço do diesel.

Em vez de cortar diretamente o ICMS, a proposta prevê um subsídio a empresas que importam o combustível, com a União assumindo metade do custo da medida.

▶️ No cenário político, pesquisa divulgada pela AtlasIntel mostrou que 53,5% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45,9% dizem aprovar a gestão.

O levantamento também simulou um eventual segundo turno nas eleições presidenciais. Nesse cenário, o senador Flávio Bolsonaro teria 47,6% das intenções de voto, ante 46,6% do presidente Lula.

Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo "The New York Times" na terça-feira (24).

De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.

Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.

A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.

Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.

Autoridades iranianas e paquistanesas disseram nesta quarta-feira às agências Reuters e Associated Press que o Paquistão repassou ao Irã uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA.

Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou à Reuters que o país recebeu a proposta por meio do governo paquistanês, mas não deu detalhes sobre o conteúdo nem confirmou se o documento corresponde ao plano de 15 pontos mencionado pela imprensa americana.

Já autoridades do Paquistão disseram à Associated Press que o plano elaborado pelos EUA foi entregue ao Irã por intermediários.

Os preços do petróleo recuam mais de 5% nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã.

Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 5,2%, para US$ 94,97, abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 5,3%, para US$ 87,44.

Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário.

Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.

O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.

Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados.

O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para sediar eventuais conversas entre Washington e Teerã. Ao mesmo tempo, os EUA preveem enviar pelo menos mais mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para a região nos próximos dias.

As bolsas ao redor do mundo registram alta nesta quarta-feira, em meio à expectativa de que a guerra entre EUA e Irã possa perder intensidade. A possibilidade de um cessar-fogo reduziu parte da tensão nos mercados, especialmente após dias de forte volatilidade nos preços do petróleo.

Antes da abertura em Wall Street, os contratos futuros das bolsas americanas já apontavam para ganhos. O índice Dow Jones subia 0,87%, enquanto o S&P 500 avançava 0,84%. Já o Nasdaq tinha alta de 1,02%.

O possível arrefecimento do conflito trouxe alívio aos investidores. Nos últimos dias, a escalada das tensões havia pressionado os preços do petróleo, reacendendo preocupações com a inflação e com os rumos das taxas de juros definidas pelos bancos centrais.

🔎 Segundo a ferramenta CME FedWatch Tool, do CME Group, o mercado passou a esperar menos cortes de juros nos EUA. Atualmente, investidores não veem redução das taxas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) neste ano — cenário diferente do observado antes do início da guerra, quando havia expectativa de dois cortes.

Na Europa, os mercados também operavam em alta no início do pregão. O índice STOXX Europe 600 avançava 1,54%, aos 588,20 pontos.

Entre os principais mercados do continente, o FTSE 100, do Reino Unido, subia 1%, para 10.072,60 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,4%, para 7.855,31, enquanto o DAX, da Alemanha, registrava alta de 1,6%, aos 22.989,80 pontos.

O índice de Shanghai subiu 1,3%, enquanto o CSI 300 — que reúne grandes empresas listadas em Xangai e Shenzhen — avançou 1,4%. Em Hong Kong, o Hang Seng Index teve alta de 1,1%.

No Japão, o Nikkei avançou 2,87%, a 53.749 pontos. Já na Coreia do Sul, o KOSPI subiu 1,59%, encerrando o dia aos 5.642 pontos.

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Preço do petróleo cai após sinalizações de negociação entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira (25), em meio ao aumento das expectativas de um possível cessar-fogo no conflito envolvendo o Irã.

Segundo informações das agências Reuters e AP, o Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo elaborada pelos Estados Unidos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que há avanço nas negociações, mas o governo iraniano nega que haja tratativas diretas e diz que Washington “negocia consigo mesmo”.

O plano enviado teria 15 pontos e inclui medidas como limitações ao programa nuclear e de mísseis do Irã, fim do apoio a grupos aliados na região e garantias de navegação no Estreito de Ormuz.

A perspectiva de alívio nas tensões impulsionou o apetite por risco global. Bolsas europeias avançaram, com o índice STOXX 600 subindo cerca de 1,4%.

Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira (25), em meio ao aumento das expectativas de um possível cessar-fogo no conflito envolvendo o Irã, o que trouxe alívio aos mercados globais após dias de forte volatilidade.

🔎Por volta das 9h23, o barril tipo Brent operava em queda de 4,36%, a US$ 95,86. Já o West Texas Intermediate (WTI) caía 3,98%, a US$ 88,67.

Segundo informações das agências Reuters e AP, o Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo elaborada pelos Estados Unidos. A iniciativa ocorre em meio a tentativas de encerrar a guerra no Oriente Médio, apesar de declarações contraditórias entre os dois países.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que há avanço nas negociações, mas o governo iraniano nega que haja tratativas diretas e diz que Washington “negocia consigo mesmo”.

O plano enviado teria 15 pontos e inclui medidas como limitações ao programa nuclear e de mísseis do Irã, fim do apoio a grupos aliados na região e garantias de navegação no Estreito de Ormuz, além de possível alívio de sanções.

O Paquistão se colocou como mediador e até como possível sede para negociações, com apoio também da Turquia. Ainda assim, não há confirmação oficial de encontros entre os países, e o conflito segue sem solução definida.

Mesmo com a recuo recente, os preços do combustível ainda refletem o impacto do conflito, que provocou um dos maiores choques energéticos recentes.

O Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo — segue com restrições, mantendo o risco de interrupções no fornecimento.

A perspectiva de alívio nas tensões impulsionou o apetite por risco global. Bolsas europeias avançaram, com o índice STOXX 600 subindo cerca de 1,4%, enquanto os rendimentos dos títulos públicos recuaram, especialmente em países mais dependentes de energia importada, como a Itália.

Mesmo assim, especialistas dizem que ainda é cedo para apostar em uma queda duradoura no preço do petróleo. O CEO da BlackRock, Larry Fink, alertou que o barril pode chegar a US$ 150 se o conflito piorar, o que poderia levar a uma recessão global.

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Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor e alvo de operação da PF por fraudes bancárias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 09:09

Economia Negócios Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor e alvo de operação da PF por fraudes bancárias Com mais de duas décadas de atuação, o executivo lidera a holding multissetorial que tentou adquirir o Banco Master às vésperas da liquidação pelo BC e que agora enfrenta um processo de recuperação judicial. Por Redação g1 — São Paulo

Em meio ao pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor, Rafael Góis, sócio e CEO da holding, se tornou um dos alvos da ‘Operação Fallax’, da Polícia Federal (PF), que acontece na manhã desta quarta-feira (25) em três estados.

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao executivo na capital paulista. O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também é alvo de mandado na cidade de São Paulo.

A empresa atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e atribui a crise à tentativa de compra do Banco Master, em novembro. (entenda mais abaixo)

À frente da Fictor desde a sua criação, Góis construiu uma trajetória de mais de 25 anos no mundo dos negócios, passando por diferentes posições de liderança e por áreas como indústria, tecnologia, setor imobiliário e finanças.

Segundo seu perfil no LinkedIn, Góis é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Candido Mendes, onde se formou em 2000, com foco em gestão estratégica, finanças e operações.

O executivo afirma ter ingressado no mercado financeiro aos 16 anos, mas as experiências profissionais descritas se concentram exclusivamente na Fictor.

Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.

🔎 O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro. SAIBA MAIS AQUI.

Desde então, Góis ocupa o cargo de sócio e CEO do grupo, posição a partir da qual conduziu a expansão das operações, com sede em São Paulo e presença em diferentes regiões do país.

Entre 2024 e 2025, o grupo abriu escritórios no exterior, com unidades em Miami, nos Estados Unidos, e em Lisboa, em Portugal, além da sede em São Paulo.

A Fictor ganhou projeção no noticiário nacional no fim do ano passado, ao se envolver em um episódio rumoroso que antecedeu a liquidação extrajudicial do Banco Master. Um consórcio liderado por um dos sócios anunciou uma proposta para adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

Um dia após o anúncio, o Banco Central decretou a liquidação do banco, suspendendo a operação. Segundo comunicado divulgado pela Fictor, o episódio teve impacto direto sobre a imagem do grupo desde então.

A empresa afirma que, após a decisão do BC, surgiram “especulações” no mercado que teriam reduzido de forma significativa a capacidade das empresas do grupo de manter recursos em caixa e honrar compromissos no curto prazo.

"Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.

Em nota, o grupo destacou que a proposta de aquisição estava condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores e que permaneceu à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

Após a tentativa frustrada de comprar o Banco Master e a crise de imagem que se seguiu, o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro para reorganizar a operação da Fictor Holding e da Fictor Invest.

As empresas concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado, que reúne mais de 10 empresas. Segundo a Fictor, as demais subsidiárias não serão afetadas.

A medida busca equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos financeiros que somam cerca de R$ 4 bilhões. No pedido, o grupo afirma ter a intenção de quitar as dívidas sem deságio e solicitou à Justiça um prazo de 180 dias para a suspensão de cobranças e bloqueios.

O objetivo, segundo o grupo, é evitar que empresas economicamente viáveis sejam impactadas por restrições típicas do processo de recuperação judicial.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Fallax, que investiga um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal que pode ter movimentado mais de R$ 500 milhões.

Além de Rafael Góis, também está entre os alvos o ex-sócio Luiz Rubini. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo, além de 21 prisões preventivas e 43 mandados em três estados (SP, RJ e BA). Até o início da manhã, ao menos 13 pessoas haviam sido presas.

Segundo a PF, a organização criminosa cooptava funcionários de instituições financeiras para inserir dados falsos em sistemas bancários, viabilizando saques e transferências ilegais. Os valores eram posteriormente ocultados por meio de empresas de fachada, bens de luxo e criptoativos.

A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 47 milhões em bens e a quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas e empresas.

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Anvisa proíbe azeite extravirgem da marca Royal por fraude na composição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 08:30

Saúde Anvisa proíbe azeite extravirgem da marca Royal por fraude na composição Produto tinha mistura de outros óleos vegetais e será recolhido; consumidores devem evitar uso do lote afetado. Por Redação g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição e o recolhimento de um lote de azeite de oliva extravirgem da marca Royal após a confirmação de fraude na composição do produto. A medida foi publicada nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União, com base em análises laboratoriais conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Segundo a decisão, o lote 255001 apresentou “incompatibilidade com os padrões de identidade e qualidade” exigidos para esse tipo de alimento, após a identificação da adição de outros óleos vegetais.

De acordo com o Mapa, responsável pela análise inicial, o produto não atendia aos critérios que definem um azeite extravirgem —ategoria que pressupõe obtenção exclusivamente a partir da azeitona, sem mistura com óleos.

A resolução destaca que a fraude foi confirmada por análise laboratorial oficial, o que embasou a adoção de medidas sanitárias mais rigorosas.

Outro ponto que pesou na decisão foi a manutenção da comercialização do produto mesmo após determinação prévia de recolhimento pelas autoridades.

comercializaçãodistribuiçãoimportaçãopropagandausoAlém do recolhimento imediato do lote irregular.

A orientação é que consumidores que tenham adquirido o produto não utilizem o azeite pertencente ao lote 255001.

verificar o número do lote na embalageminterromper o consumo imediatamenteprocurar o local de compra para orientações sobre troca ou ressarcimento

O azeite extravirgem tem características químicas e nutricionais específicas, com alto teor de gorduras monoinsaturadas e compostos antioxidantes.

A adição de outros óleos vegetais não apenas descaracteriza o produto, como pode enganar o consumidor quanto à qualidade e ao valor nutricional do alimento.

Além disso, a prática configura infração sanitária e violação das normas de rotulagem e identidade de alimentos no país.

Casos de adulteração de azeite são monitorados por órgãos como a Anvisa e o Ministério da Agricultura, que realizam análises periódicas para verificar a autenticidade dos produtos disponíveis no mercado.

A medida reforça a atuação conjunta dos órgãos de fiscalização na identificação de fraudes e na proteção da saúde do consumidor.

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Petróleo a US$ 150 desencadeará recessão global, diz CEO da BlackRock à BBC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 08:30

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

Se o preço do petróleo atingir US$ 150 por barril, isso desencadeará uma recessão global, afirmou à BBC o CEO da gigante financeira americana BlackRock.

Larry Fink, que lidera a maior gestora de ativos do mundo, disse que, se o Irã "continuar sendo uma ameaça" e os preços do petróleo permanecerem altos, isso terá "implicações profundas" para a economia global.

Em uma entrevista exclusiva, ele também negou a existência de uma bolha em torno da inteligência artificial, embora tenha afirmado que a nova tecnologia está levando muitas pessoas a buscar diplomas universitários — enquanto há poucos interessados em formação técnica.

A BlackRock é uma gigante do setor financeiro, com cerca de US$ 14 trilhões (aproximadamente R$ 73 trilhões) sob gestão, e está entre os maiores investidores em muitas das maiores empresas do mundo.

O tamanho e a presença da BlackRock dão a Fink — um dos oito cofundadores da empresa, fundada em 1988 — uma visão privilegiada da saúde da economia global.

O conflito no Oriente Médio provocou oscilações bruscas nos mercados financeiros, à medida que as pessoas tentam avaliar o que acontecerá com os custos de energia.

Para Fink, ainda é cedo para determinar a escala e o desfecho final do conflito, mas ele acredita que será um de dois cenários extremos.

No primeiro cenário, se o conflito for resolvido e o Irã voltar a ser um país aceito pela comunidade internacional, o preço do petróleo poderia cair para níveis inferiores aos registrados antes da guerra.

Caso contrário, ele afirma que pode haver "anos com o petróleo acima de US$ 100, próximo de US$ 150", o que teria "implicações profundas para a economia" e poderia resultar em "uma recessão provavelmente drástica e acentuada".

O aumento nos custos de energia levou alguns setores no Reino Unido a defender que o país deveria priorizar a produção doméstica de petróleo e gás.

Na terça-feira (24/3), a associação Offshore Energies UK afirmou que, sem maior produção interna, o país corre o risco de se tornar dependente de importações "em um momento de crescente instabilidade global".

Fink afirma que os países precisam ser pragmáticos em relação à sua matriz energética, utilizando todas as fontes disponíveis, mas que o fornecimento de energia barata é fundamental para impulsionar o crescimento econômico e elevar o padrão de vida.

"Aumentar os preços da energia é um imposto muito regressivo. Afeta mais os pobres do que os ricos."

Embora o Reino Unido já conte com fontes como energia solar, eólica e hidrocarbonetos, Fink afirma que, se o preço do petróleo subir para US$ 150 por três ou quatro anos, "muitos países passariam a migrar rapidamente para a energia solar e, possivelmente, também para a eólica".

"Use o que você tem, sem dúvida, mas também avance de forma agressiva para fontes alternativas."

Alguns analistas têm apontado semelhanças entre o momento atual dos mercados e o período que antecedeu a crise financeira de 2007-2008.

Os preços da energia estão em alta, e há quem identifique sinais de fragilidade no sistema financeiro. A própria BlackRock está entre as empresas que limitaram saques de investidores preocupados em fundos de crédito privado.

Mas Larry Fink descarta qualquer possibilidade de repetição da crise financeira de 2007-2008, quando diversos bancos ao redor do mundo quebraram ou precisaram ser resgatados. Segundo ele, as instituições financeiras hoje estão mais seguras.

Fink acrescenta que os problemas que afetam alguns fundos representam apenas uma pequena parcela do mercado, e que o investimento de instituições permanece forte.

Fink também rejeita a ideia de que o aumento nos investimentos em inteligência artificial — que já somam bilhões de dólares — tenha sido exagerado.

No ano passado, a BlackRock integrou um consórcio que adquiriu uma das maiores operadoras de data centers do mundo, a Aligned Data Centres, em um negócio avaliado em US$ 40 bilhões.

"Eu acredito que há uma corrida pela liderança tecnológica. Se não investirmos mais, a China vencerá", disse.

Segundo Fink, o principal obstáculo para a expansão da inteligência artificial nos Estados Unidos e na Europa é o custo da energia.

Enquanto a China investe massivamente em energia solar e nuclear, na Europa "só vejo muita conversa e nenhuma ação", diz ele, enquanto nos EUA "por mais que sejamos independentes em termos energéticos, é melhor começarmos a focar na energia solar… porque precisamos de energia barata e acessível para avançar na IA".

No início desta semana, em sua carta anual aos acionistas, Fink afirmou que o avanço da inteligência artificial corre o risco de ampliar a desigualdade, com apenas um pequeno número de empresas e investidores se beneficiando.

No entanto, em entrevista à BBC, ele enfatizou que a IA deve criar uma "quantidade enorme de empregos".

Fink disse que, em sua carta, ele escreveu sobre quantos empregos seriam criados "relacionados a eletricistas, soldadores e encanadores".

Em contrapartida, a demanda por alguns empregos de escritório pode diminuir à medida que a inteligência artificial evolui, o que pode levar a uma reavaliação dos tipos de funções necessárias, já que "a sociedade está mudando e evoluindo".

"Colocamos muito peso sobre muitos empregos e muitas pessoas que provavelmente não deveriam ter seguido carreiras em áreas como bancos, mídia ou direito, e que talvez tivessem se destacado em trabalhos manuais. Precisamos agora reequilibrar essa abordagem", afirma.

Segundo ele, nos EUA, depois da Segunda Guerra Mundial, "construímos a base da educação e dissemos a todos os jovens: vão para a faculdade, vão para a faculdade, vão para a faculdade. E provavelmente exageramos".

"Precisamos equilibrar isso, nos orgulhar de que uma carreira pode ser sólida nessas áreas de encanamento e eletricidade."

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Governo reabre linha de crédito para exportadores usada durante tarifaço de Trump e disponibiliza R$ 15 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 08:30

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O governo federal reabriu a linha de crédito para exportadores, lançada inicialmente no ano passado para combater os efeitos do tarifaço do presidente norte-americano Donald Trump. Serão liberados R$ 15 bilhões por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desta vez, segundo a Casa Civil da Presidência da República, o objetivo é apoiar as empresas brasileiras exportadoras afetadas pela guerra no Oriente Médio, além de alguns setores que ainda enfrentam as medidas tarifárias impostas pelos EUA.

Segundo o governo, terão direito às linhas de crédito as "empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores e aquelas que atuam em setores industriais com relevância no comércio exterior brasileiro".

"O governo do presidente Lula mais uma vez se antecipa para apoiar a indústria brasileira e preservar empregos. Os recursos serão fundamentais para garantir às empresas produtividade e competitividade no mercado internacional", afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Como fonte para as linhas de crédito, o governo indicou o superávit financeiro do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), apurado em 31 de dezembro de 2025, além de outras fontes orçamentária (sem detalhar valores).

De acordo com o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a linha de crédito lançada no ano passado, como reação ao tarifaço de Trump, aprovou mais de R$ 16 bilhões em crédito para as empresas afetadas.

"Agora, o governo do presidente Lula vai apoiar empresas de setores que ainda sofrem com tarifas elevadas, como siderúrgico, metalúrgico e automotivo, no segmento de autopeças, assim como aqueles setores relevantes para a balança comercial brasileira, como farmacêutico, de máquinas e equipamentos e eletrônicos, além de outros setores importantes, impactados com a falta de fertilizantes devido aos conflitos que acontecem em outros países", disse Mercadante, do BNDES.

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