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Escala 6×1: CCJ da Câmara vota nesta quarta relatório que dá aval à tramitação de PECs

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 04:53

Política Escala 6×1: CCJ da Câmara vota nesta quarta relatório que dá aval à tramitação de PECs Uma Comissão Especial e o plenário ainda precisarão discutir o assunto na Câmara. Depois, será a vez dos senadores analisarem a proposta. Por Paloma Rodrigues

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados vota nesta quarta-feira (22) parecer do deputado Paulo Azi (União-BA) favorável ao avanço da tramitação das Propostas de Emenda à Constituição (PEC) que preveem o fim da escala 6×1.

Na semana passada, após a leitura do relatório de Azi, o deputado da oposição Lucas Redecker (PSD-RS), que é crítico ao fim da escala 6×1, apresentou um pedido de vista – mais tempo para análise do relatório.

Deputado federal Paulo Azi (União-BA), relator das PECs que preveem o fim da escala 6×1, na CCJ da Câmara — Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

👩‍🏭🧑‍🏭Atualmente, existem mais de uma proposta na Câmara que alteram a jornada de trabalho no Brasil, fixada na maioria dos casos em 44 horas semanais. Em fevereiro, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) determinou que as propostas da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) passassem a tramitar juntas (veja mais detalhes abaixo).

Na CCJ, os deputados se limitarão a analisar a compatibilidade das propostas com a Constituição – a chamada admissibilidade.

A partir da aprovação na CCJ, as PECs passarão a tramitar como um texto só. A proposta será então analisada por uma Comissão Especial e pelo plenário da Casa.

Motta sinalizou que determinará a instalação da Comissão Especial logo após a validação da CCJ. Na Comissão Especial, o conteúdo poderá ser alterado.

Paralelamente à tramitação das PECs, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu enviar um projeto de lei próprio sobre o mesmo assunto.

A avaliação do governo é a de que a aprovação de um projeto de lei é mais fácil, já que demanda menos votos para ser aprovado e tem tramitação mais curta.

🔎Uma PEC precisa de aval de ao menos 308 deputados, enquanto um projeto de lei depende apenas da maioria dos presentes no momento da votação.

A decisão de Lula não agradou Motta, que disse que pretende seguir com a tramitação das PECs. Apesar disso, o presidente da Câmara afirmou que respeita a decisão do governo de enviar seu próprio texto após um almoço com o presidente Lula.

O objetivo central das PECs e do projeto enviado pelo Executivo é abolir o modelo de seis dias de trabalho para um de descanso, mas existem diferenças entre os textos.

a PEC proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), apresentada no ano passado, prevê a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a PEC de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), apresentada em 2019, reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais, com prazo, porém, de 10 anos para mudança entrar em vigor;o projeto de lei (PL) enviado pelo governo Lula nesta terça-feira (14), reduz a jornada de trabalho a 40 horas semanais. O texto do Executivo tramita sob urgência constitucional.

A equipe econômica do governo não pretende discutir contrapartidas financeiras às empresas caso prospere alguma das proposições, mas aceita debater uma regra de transição para o novo modelo.

O projeto enviado pelo Executivo não traz qualquer previsão de escalonamentos para a redução da jornada.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Estudo da Fecomércio estima em R$ 158 bilhões o custo sobre a folha de pagamentos de empresas do país, caso a redução da jornada legal de trabalho seja aprovada.

Na avaliação de economistas, o debate precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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Você ganha bem ou mal? Entenda 3 formas de avaliar sua renda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 04:53

Você ganha bem ou mal? Entenda 3 formas de avaliar sua renda No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ganhar bem ou mal não é apenas uma questão de salário. Na economia, a renda é relativa e pode ser analisada por diferentes critérios — como a posição na distribuição de renda do país, o poder de compra e quanto sobra no fim do mês. O custo de vida ajuda a definir o valor real do rendimento.

Outro fator é a estabilidade. Ganhos pontuais não sustentam padrão de vida ao longo do tempo. No fim, pesa o equilíbrio do orçamento: quem ganha mais e gasta mal pode viver apertado, enquanto uma renda menor, bem organizada, garante mais estabilidade e previsibilidade.

Neste vídeo, você vai entender as três principais formas de saber se você ganha bem ou mal. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Conteúdos virais prometem atalhos para reduzir dívidas, mas especialistas alertam para armadilhas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 04:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

Promessas de reduzir dívidas drasticamente — especialmente as bancárias — têm ganhado força nas redes sociais. Em vídeos e publicações, influenciadores afirmam que consumidores podem diminuir o valor devido ou até quitar débitos elevados pagando quantias pequenas.

Entre as orientações mais comuns estão pedir à instituição o chamado Descritivo Evolutivo da Dívida (DDE), registrar reclamações no Banco Central ou abrir queixas na plataforma consumidor.gov.br para contestar cobranças.

Especialistas ouvidos pelo g1 alertam, no entanto, que esse tipo de orientação costuma simplificar um processo que, na prática, é mais complexo e segue critérios bem definidos.

⚖️ Um dos principais recursos citados nas redes é a Lei do Superendividamento (Lei nº 14.181/2021). A norma foi criada para proteger consumidores que não conseguem pagar suas dívidas sem comprometer despesas básicas do dia a dia.

Segundo Gustavo Fonseca, sócio do escritório Fonseca Brasil Serrão Advogados, a legislação brasileira oferece mecanismos para lidar com o endividamento excessivo — mas eles não funcionam como um cancelamento automático das dívidas.

A lei permite que o devedor apresente um plano de pagamento que preserve um valor mínimo para sua subsistência, organizando a quitação das dívidas em até cinco anos.

Apesar da possibilidade de renegociação judicial, a legislação estabelece limites para a aplicação do mecanismo.

“A lei exige uma situação de colapso financeiro comprovado, não basta estar inadimplente ou considerar os juros altos”, afirma Fonseca.

🔒 É o caso de contratos que têm o próprio bem como garantia — como financiamentos de imóveis ou veículos, nos quais a casa ou o carro podem ser retomados pelo banco em caso de inadimplência.🧾 Também não entram no processo créditos rurais nem débitos com o poder público, como impostos e outras obrigações fiscais.

Outro requisito previsto na legislação é a boa-fé do consumidor. Isso significa que a medida não se aplica quando há indícios de fraude ou quando a pessoa assume dívidas já sabendo que não terá condições de pagá-las.

O procedimento costuma envolver uma análise detalhada da situação financeira do devedor. Em muitos casos, a discussão ocorre na Justiça, com a apresentação de documentos que comprovem renda, despesas e o volume das dívidas.

Alguns influenciadores sugerem que bastaria registrar reclamações em órgãos públicos para reduzir os valores cobrados pelos bancos. Especialistas, porém, afirmam que essas plataformas não têm poder para alterar contratos.

🏦 O Banco Central atua na fiscalização do sistema financeiro e pode apurar irregularidades cometidas pelas instituições;🤝 O Consumidor.gov.br funciona como um canal de mediação entre empresas e consumidores.🚫 Nenhum desses mecanismos, porém, pode obrigar um banco a reduzir ou cancelar uma dívida.

Segundo Tiemy Kunimi, advogada do escritório Bruno Boris Advogados, a revisão de cobranças normalmente depende da identificação de alguma irregularidade no contrato ou na forma como os juros foram aplicados.

“Não basta afirmar que o valor cobrado é elevado ou contestar o montante da dívida. É necessário indicar algum vício no contrato ou a falta de clareza das informações, o que pode ser demonstrado com apoio técnico.”

Na prática, isso significa apontar exatamente onde está o problema — como cobranças indevidas, cláusulas abusivas ou falta de transparência — e não apenas alegar que a dívida ficou alta.

Para o planejador financeiro Jeff Patzlaff, parte das orientações que circulam nas redes sociais simplifica excessivamente esse processo.

“A lei foi criada como um ‘colete salva-vidas’ para quem está se afogando, não como uma prancha de surfe para quem quer tirar vantagem das ondas.”

Ele alerta que quem decide interromper os pagamentos deliberadamente para tentar recorrer à lei depois pode enfrentar consequências práticas. Enquanto um eventual processo tramita na Justiça — o que pode levar tempo —, os juros continuam sendo aplicados sobre a dívida.

Além disso, orientações que recomendam simplesmente deixar o débito crescer ou evitar qualquer negociação podem aumentar o risco de ações de cobrança e de inclusão do consumidor em cadastros de inadimplentes.

Patzlaff também alerta para o impacto que esse tipo de estratégia pode trazer para a vida financeira do devedor.

Segundo ele, conteúdos nas redes sociais muitas vezes prometem soluções rápidas sem mencionar os efeitos de longo prazo: como dificuldade para alugar um imóvel, obter crédito ou lidar com eventuais bloqueios judiciais de contas bancárias.

“Paz mental tem um valor incalculável para quem quer prosperar. Tratar a lei como se fosse um truque para enganar o sistema não é inteligente. Entrar na lei do superendividamento significa colocar um juiz para mandar no seu salário por meia década.”

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Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam sete)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 01:14

Trabalho e Carreira Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam sete) Dos sete feriados restantes, seis podem render emendas com fins de semana e mais dias de descanso. Veja o calendário. Por Redação g1 — São Paulo

Depois do feriado de Tiradentes, que rendeu um feriadão de quatro dias para muitos trabalhadores, já há expectativa pelos próximos períodos de descanso ao longo do ano.

Em 2026, ainda restam sete feriados nacionais, sendo que seis podem ser emendados — o que torna o calendário um dos mais favoráveis dos últimos anos para quem planeja folgas prolongadas.

O próximo feriado será o Dia do Trabalhador, em 1º de maio, que cairá em uma sexta-feira e deve permitir descanso estendido para quem não trabalha aos fins de semana.

Apesar disso, nem todos são beneficiados: atividades essenciais podem funcionar normalmente, mas trabalhadores escalados têm direito a pagamento em dobro ou folga compensatória.

Depois do feriado de Tiradentes na última terça-feira (21), que garantiu a muitos trabalhadores um feriadão prolongado de quatro dias, já tem gente pensando no próximo período de descanso.

Agora, restam sete feriados neste ano, sendo que seis deles podem ser emendados para prolongar os dias de descanso.

O próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir a emenda para quem folga aos fins de semana.

Apesar de ser um feriado nacional, nem todos são beneficiados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

A próxima possibilidade de emenda será no Corpus Christi, em 4 de junho, considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, estados e municípios têm autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou à folga compensatória.

1º de maio, Dia do Trabalhador (sexta-feira)7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Novas regras do Minha Casa, Minha Vida passam a valer nesta quarta; veja o que muda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 01:14

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil começam, nesta quarta-feira (22), a financiar imóveis com as novas regras do Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

As mudanças ampliam o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Na prática, também elevam os limites de renda e de valor dos imóveis em todas as faixas do programa, facilitando a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros abaixo dos praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as novas regras devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis.

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com taxas mais baixas.

A Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil começam, nesta quarta-feira (22), a financiar imóveis com as novas regras do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). As mudanças ampliam o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Na prática, também elevam os limites de renda e de valor dos imóveis em todas as faixas do programa, facilitando a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros abaixo dos praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as novas regras devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis. Até então, esse grupo enfrentava restrições maiores, diante de juros elevados e das limitações do MCMV. (leia mais abaixo)

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com taxas mais baixas.

Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000

📌 Os juros cobrados nos financiamentos dentro do programa aumentam gradualmente conforme a faixa de renda. Dessa forma, a ampliação dos limites beneficiou diretamente famílias que estavam próximas das faixas de corte e que passam a ter acesso a juros menores.

🏠 EXEMPLO 1: Quem tinha renda entre R$ 4.700,01 e R$ 5 mil e se enquadrava na faixa 3 passa agora para a faixa 2. Esse grupo tinha acesso a juros de 8,16% ao ano. Agora, passa a ter taxas de 7% ao ano, explica a advogada Daniele Akamine, especialista em mercado imobiliário.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem tinha renda entre R$ 8.600,01 e R$ 9.600 e se enquadrava na faixa 4 passa agora para a faixa 3. Esse grupo tinha acesso a juros de cerca de 10% ao ano. Agora, passa a ter taxas de até 8,16% ao ano.

Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, a depender da localidade;Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

📌 O valor máximo dos imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou, o que permite o acesso a unidades maiores ou melhor localizadas.

🏠 EXEMPLO 1: Quem se enquadra na faixa 3 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 400 mil dentro do programa, um aumento de R$ 50 mil em relação ao limite anterior. Na prática, isso amplia o leque de opções a uma nova prateleira de imóveis.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem se enquadra na faixa 4 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 600 mil dentro do MCMV, um acréscimo de R$ 100 mil em comparação com o limite anterior. O efeito, nesse caso, é semelhante: amplia o acesso a imóveis de padrão mais elevado.

Na prática, as novas regras ampliam a capacidade de compra das famílias, afirma a advogada Daniele Akamine. Antes da atualização, os limites não acompanhavam a alta dos preços dos imóveis.

“Com o mesmo salário, é possível adquirir um imóvel melhor ou exigir uma entrada menor, já que o crédito ficou mais acessível e as taxas dentro do programa são mais baixas", diz.

Segundo o governo, a atualização das faixas inclui cerca de 31,3 mil famílias na faixa 3 do programa e outras 8,2 mil na faixa 4.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção do FGV Ibre, afirma que o movimento ocorre em meio a um cenário desafiador para parte da classe média.

🔎 Sem acesso ao MCMV, essas famílias passaram a enfrentar juros elevados no financiamento imobiliário, diante de uma taxa básica (Selic) que permaneceu na casa dos 15% durante boa parte do ano passado. A taxa está agora em 14,75%.

“Pessoas que estavam logo acima da faixa de corte do programa agora passam a ser incluídas, ampliando o acesso da classe média à casa própria”, afirma a especialista.

Até abril de 2025, o MCMV alcançava, no máximo, famílias da faixa 3, com renda de até R$ 8 mil — limite ampliado para R$ 8,6 mil naquele mês. Em maio, foi criada a faixa 4, estendendo o programa a famílias com renda de até R$ 12 mil, com juros mais altos, mas ainda abaixo dos praticados no mercado.

As mudanças de abril de 2026 ampliaram o alcance do MCMV para rendas de até R$ 13 mil. Na prática, o teto de acesso ao programa saltou de R$ 8 mil para R$ 13 mil em menos de um ano.

Ana Castelo, do FGV Ibre, lembra que o MCMV atingiu um novo recorde de contratações em 2025. "Quem realmente sustentou o setor de construção no ano passado foi o programa", diz.

"Vivemos um contexto particularmente difícil para a classe média fora do programa. Foi um ano de bom desempenho nas pontas: no Minha Casa, Minha Vida e no nicho de imóveis de alto padrão — que não depende de financiamento", explica.

"No entanto, a renda média fora do programa sofreu bastante, porque as taxas de financiamento ficaram mais altas."

Dados do Ministério das Cidades, compilados por Ana Castelo, mostram que as contratações da faixa 3 dispararam nos últimos anos e ganharam mais relevância dentro do programa. Veja abaixo:

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A crise do modelo econômico e a inteligência artificial – O Assunto #1704

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 01:14

Podcasts O Assunto A crise do modelo econômico e a inteligência artificial – O Assunto #1704 O CEO da maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock, enviou uma carta aos investidores com uma previsão: 'o velho modelo do capitalismo está se fragmentando'. Por Natuza Nery — São Paulo

Em março, o CEO da maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock, enviou uma carta aos investidores com uma previsão: “o velho modelo do capitalismo está se fragmentando”. No comunicado, Larry Fink afirma que a riqueza está cada vez mais concentrada e aponta o risco de que a inteligência artificial amplie ainda mais a desigualdade. É uma ideia que está em linha com o relatório publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em dezembro de 2025: o texto indica que a IA deve gerar ganhos de produtividade de até 5% em alguns setores da economia nos próximos dois anos, mas alerta que a tecnologia pode impactar até 40% dos empregos no mundo e ampliar a desigualdade entre países e dentro das próprias sociedades.

Neste episódio, Natuza Nery entrevista Eduardo Giannetti da Fonseca para analisar o impacto dessa nova revolução tecnológica no modelo econômico e na ampliação da desigualdade. O economista explica o momento histórico que vivemos, que chama de “fim do ciclo da globalização”, e projeta mais pressões por políticas públicas.

Hora extra e almoço mais curto: medo da inteligência artificial leva profissionais a trabalhar mais;Chatbots já influenciam eleitores e desafiam regulação no Brasil;DeepSeek, ChatGPT e Gemini: o que cada IA faz melhor no dia a dia e as principais diferenças;Dona do Snapchat vai demitir 1.000 funcionários e cita eficiência com IA.

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Colaborou neste episódio Nayara Felizardo. Apresentação: Natuza Nery.

Nos EUA, uso de inteligência artificial na guerra no Oriente Médio vira disputa na Justiça — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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