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Dólar inicia o dia a R$ 4,94 com foco na ata do Copom e conflito no Oriente Médio

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Dólar inicia o dia a R$ 4,94 com foco na ata do Copom e conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 09:48

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O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (5) em queda, recuando 0,29% na abertura, cotado a R$ 4,9487. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores acompanham a divulgação da ata do Copom, em busca de sinais sobre os próximos passos da política de juros. No exterior, a agenda de indicadores e as tensões geopolíticas também seguem no radar, com impacto especial sobre o setor de energia.

▶️ No Brasil, o Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom, que detalha a decisão de reduzir a taxa básica de juros de 14,75% para 14,5% ao ano — o segundo corte seguido. O documento indica que a guerra no Oriente Médio elevou as expectativas de inflação, mas isso não deve interromper a redução dos juros.

▶️ No cenário geopolítico, o impasse entre Estados Unidos e Irã segue afetando o fluxo de navios no Estreito de Ormuz, enquanto uma trégua considerada frágil está sob risco após novos episódios de tensão.

▶️ O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que ações dos EUA e aliados colocam em risco o transporte marítimo na região, enquanto forças americanas relataram a destruição de embarcações e armamentos iranianos.

O petróleo Brent recuava 1,55% por volta das 8h40 (horário de Brasília), com o barril cotado a US$ 112,67, em um movimento de correção após os excessos da sessão anterior.

As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter escoltado, nesta segunda-feira, os primeiros navios comerciais norte-americanos pelo Estreito de Ormuz.

A escolta é a primeira desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma operação militar para garantir a passagem de embarcações pelo estreito, apesar de o Irã afirmar que está bloqueando a rota.

A iniciativa, porém, gerou reação do Irã. Teerã afirmou pela manhã que impediu a entrada de navios de guerra dos EUA em Ormuz.

No início da manhã, havia divergências sobre se um navio dos EUA teria sido atingido por mísseis iranianos. Nas horas seguintes, porém, os EUA negaram o episódio, e o próprio Irã ajustou o discurso ao afirmar que se tratavam de "disparos de advertência", e não de um ataque direto à embarcação.

A tensão no mar e no campo das declarações continuou nesta tarde, quando Trump fez novas ameaças ao Irã e disse que o país "será varrido da face da Terra" caso ataque navios dos EUA. A declaração foi dada em entrevista à emissora americana Fox News.

O republicano também afirmou, na Truth Social, que o Irã atacou embarcações de países “não relacionados” à operação militar liderada pelos EUA no Estreito de Ormuz, incluindo um cargueiro sul-coreano.

“Talvez seja hora de a Coreia do Sul vir e se juntar à missão”, escreveu Trump ao comentar o episódio.

Segundo o presidente, além do navio sul-coreano, não houve danos a outras embarcações que atravessaram o estreito até o momento.

Os mercados globais iniciam esta terça-feira em leve recuperação, mesmo com o aumento das tensões no Oriente Médio.

Em Wall Street, os principais índices futuros apontam para alta. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o Dow Jones subia 0,25%, o S&P 500 avançava 0,33% e o Nasdaq tinha ganho de 0,58%.

Na Europa, o movimento também é de recuperação. O STOXX 600 subia 0,4%, após registrar na véspera sua maior queda em um mês.

Entre as principais bolsas, o CAC 40, de Paris, avançava 0,64% e o DAX, de Frankfurt, tinha alta de 1,34%, enquanto FTSE 100, de Londres, seguia na contramão, com queda de 1,25%.

Na Ásia, os mercados da China, Japão e Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados locais, o que reduz o volume de negociações na região.

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