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Fabricante de brinquedos Estrela entra com pedido de recuperação judicial
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Fabricante de brinquedos Estrela entra com pedido de recuperação judicial
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 08:48
Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por
A fabricante de brinquedos Estrela informou nesta quarta-feira (20) que entrou com pedido de recuperação judicial, em conjunto com empresas de seu grupo.
O pedido foi protocolado na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve oito empresas do Grupo Estrela, incluindo a própria Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos.
Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a recuperação judicial tem como objetivo reorganizar o endividamento e preservar a continuidade das operações, além de manter empregos e a geração de valor para clientes, fornecedores e acionistas.
Segundo a empresa, o cenário econômico dos últimos anos pressionou a estrutura financeira do grupo.
Entre os motivos apontados pela empresa estão os juros altos, a maior dificuldade para conseguir empréstimos e a mudança nos hábitos dos consumidores, que passaram a gastar mais com opções digitais, como jogos e entretenimento online.
A fabricante de brinquedos Estrela informou nesta quarta-feira (20) que entrou com pedido de recuperação judicial, em conjunto com empresas de seu grupo, diante de dificuldades financeiras agravadas pelo aumento do custo de crédito, mudanças no consumo e pressão competitiva do mercado digital.
O pedido foi protocolado na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve oito empresas do Grupo Estrela, incluindo a própria Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos.
🔎A recuperação judicial é um mecanismo usado por empresas com dificuldades financeiras para renegociar dívidas e evitar a falência. Durante o processo, a companhia apresenta um plano de reestruturação para continuar operando, manter empregos e organizar os pagamentos aos credores.
Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a recuperação judicial tem como objetivo reorganizar o endividamento e preservar a continuidade das operações, além de manter empregos e a geração de valor para clientes, fornecedores e acionistas.
Segundo a empresa, o cenário econômico dos últimos anos pressionou a estrutura financeira do grupo.
Entre os motivos apontados pela empresa estão os juros altos, a maior dificuldade para conseguir empréstimos e a mudança nos hábitos dos consumidores, que passaram a gastar mais com opções digitais, como jogos e entretenimento online.
Pela legislação brasileira, a administração da empresa permanece à frente das atividades enquanto o plano de recuperação é elaborado e submetido aos credores.
A companhia informou ainda que apresentará futuramente um Plano de Recuperação Judicial, que precisará ser aprovado pelos credores para viabilizar a reestruturação financeira do grupo.
Disputa entre Estrela e Hasbro agora se limita a direitos do Banco Imobiliário — Foto: Divulgação
Fundada em 1937, a fabricante de brinquedos Estrela se consolidou como uma das marcas mais conhecidas do setor no Brasil, com produtos que marcaram diferentes gerações de consumidores.
A empresa começou como uma pequena fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira. Ao longo das décadas, ampliou sua linha de produtos e lançou brinquedos que se tornaram populares no país, como Banco Imobiliário, Autorama, Falcon, Genius, Susi, Comandos em Ação e Super Massa.
Nos anos 1940, a companhia lançou o Banco Imobiliário, que se transformou em um dos jogos de tabuleiro mais conhecidos do mercado brasileiro.
Em 1944, também se tornou uma das primeiras empresas do país a abrir capital na bolsa. Nas décadas seguintes, fortaleceu sua presença no setor com bonecas, brinquedos eletrônicos e carrinhos de controle remoto, acompanhando tendências do entretenimento infantil e da cultura popular.
Um dos episódios mais marcantes da trajetória da empresa ocorreu no fim dos anos 1990, com o encerramento da parceria com a fabricante americana Mattel.
Durante cerca de 30 anos, a Estrela produziu e vendeu a boneca Barbie no Brasil. Após o fim do acordo, a companhia relançou a boneca Susi, que estava fora do mercado havia mais de dez anos, em uma tentativa de recuperar espaço entre os consumidores brasileiros.
A empresa também enfrenta há anos uma disputa judicial com a americana Hasbro. A multinacional cobra royalties relacionados à venda de cerca de 20 brinquedos no Brasil, entre eles o tradicional Banco Imobiliário.
Atualmente, a Estrela mantém operações industriais em São Paulo, Minas Gerais e Sergipe, além de um escritório central na capital paulista.
Nos últimos anos, porém, a companhia passou a enfrentar dificuldades financeiras em meio às mudanças no mercado de brinquedos, pressionado pelo avanço dos jogos digitais e pela transformação dos hábitos de consumo das crianças.
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