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Volkswagen lança T-Cross Rock in Rio por R$ 142.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Carros Volkswagen lança T-Cross Rock in Rio por R$ 142.990 SUV tem detalhes visuais exclusivos, bancos com bordado alusivo ao festival, rodas de liga leve de 17 polegadas e motor 1.0 turbo. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (10) o T-Cross Rock in Rio, edição especial baseada na versão 200 TSI. O SUV tem detalhes visuais e adesivos exclusivos na carroceria. O interior é escurecido com sistema de som com 6 alto-falantes e logo nos bancos e painel.

O preço não teve alteração na versão, custa R$ 142.990 mesmo com os itens extras. Segundo a Volkswagen, este é o preço praticado nas lojas no momento. No site da montadora, porém, o preço da configuração 200 TSI é de R$ 161.490.

O modelo pode ser encomendado em quatro cores: vermelho, preto e duas opções de cinza. O modelo também tem nessa versão a fila iluminada na dianteira, que só estava disponível em versões mais caras.

As maçanetas e retrovisores são escurecidos. Parachoques dianteiros também têm detalhes. As rodas são de 17 polegadas.

No visual, o T-Cross Rock in Rio se diferencia por uma série de elementos exclusivos inspirados no festival. A edição especial pode ser configurada em quatro cores, incluindo o Cinza Ascot, tonalidade normalmente reservada a versões mais caras do SUV.

Dependendo da cor escolhida, a carroceria recebe acabamento em dois tons, com teto preto, além de adesivos temáticos espalhados pelas portas e tampa do porta-malas.

O pacote ainda traz logotipos do Rock in Rio nas colunas traseiras, rodas de 17 polegadas diamantadas com acabamento escurecido, pneus Seal Inside e detalhes externos em preto, como retrovisores e maçanetas.

A dianteira também ganha a faixa luminosa em LED integrada à grade, item normalmente presente apenas nas configurações mais sofisticadas do modelo.

Por dentro, a série especial aposta em uma ambientação exclusiva voltada ao universo da música. O teto recebe acabamento escurecido, enquanto os bancos ganham revestimento próprio com costuras azuis, detalhes vermelhos e a identidade visual do Rock in Rio.

A assinatura do festival também aparece aplicada no painel dianteiro, do lado do passageiro. Para reforçar a proposta temática, a Volkswagen equipou o SUV com sistema de áudio composto por seis alto-falantes de série, além dos elementos decorativos exclusivos que diferenciam a cabine das demais versões do T-Cross.

A edição Rock in Rio será baseada exclusivamente na versão 200 TSI do T-Cross. O pacote mantém o conjunto mecânico dessa configuração, combinando o motor turbo 1.0 flex de três cilindros com transmissão automática de seis marchas. A potência é de 116 cv com gasolina e 128 cv com etanol.

Além do trem de força já conhecido do SUV, a edição especial incorpora equipamentos normalmente encontrados nas variantes Highline e Extreme, ampliando o nível de conteúdo oferecido sem alterar a base mecânica do modelo.

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Banco do Brasil fora do ar? Aplicativo tem instabilidade e clientes reclamam nas redes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,18%Dólar TurismoR$ 5,3820,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,08%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.639 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,18%Dólar TurismoR$ 5,3820,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,08%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.639 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,18%Dólar TurismoR$ 5,3820,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,08%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.639 pts-0,69%Oferecido por

Agência do Banco do Brasil de Caruaru, no Agreste de Pernambuco — Foto: Reprodução/Google Street View

O aplicativo do Banco do Brasil passava por instabilidade nesta quarta-feira (10). Nas redes sociais, clientes relatam problemas em acessar a conta e fazer transferências.

Segundo o site DownDetector, que monitora interrupções em serviços online, mais de 2,5 mil reclamações já haviam sido feitas por volta das 11h20.

"O BB informa que seus canais digitais apresentam indisponibilidade na manhã desta quarta-feira, 10, e atua para normalizar o serviço com a maior brevidade possível. As operações com cartão e o recebimento de PIX não foram impactados", afirmou o banco em nota oficial.

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Figurinhas e álbuns da Copa lideram reclamações no Procon-SP; veja cuidados para evitar golpes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%Oferecido por

As reclamações sobre figurinhas e álbuns da Copa do Mundo lideraram as queixas no Procon-SP em maio, somando 521 registros de um total de 708 atendimentos.

O volume de queixas disparou em relação a abril, que teve apenas 34 registros, concentrando-se principalmente em negociações virtuais realizadas por meio de redes sociais e marketplaces.

Para evitar golpes com itens raros, o Procon-SP orienta os consumidores a verificar a procedência dos produtos e pesquisar o histórico dos vendedores antes de comprar.

Figurinhas e álbuns da Copa do Mundo lideraram as reclamações de consumidores registradas no Procon-SP em maio, impulsionando um forte aumento das demandas relacionadas ao mundial.

Segundo levantamento do órgão, foram contabilizadas 521 queixas envolvendo a compra, venda ou troca desses produtos, de um total de 708 registros ligados ao evento esportivo no período.

O número representa uma disparada em relação a abril, quando foram registradas apenas 34 reclamações sobre itens colecionáveis. Em março, o total de demandas relacionadas à Copa do Mundo havia sido de apenas 19.

De acordo com o Procon-SP, a proximidade do torneio e o aumento da procura por produtos temáticos têm ampliado a movimentação de consumidores, especialmente no ambiente digital, onde se concentra a maior parte dos problemas relatados.

👉 Entre as principais reclamações estão atrasos na entrega, não recebimento dos produtos adquiridos, divergência entre o item anunciado e o entregue, cobranças indevidas e dificuldades para contato com vendedores após a conclusão da compra.

O órgão observa que a maioria das ocorrências envolve negociações realizadas pela internet, principalmente em marketplaces, redes sociais e aplicativos de mensagens.

No caso específico de figurinhas e álbuns, também foram registradas queixas relacionadas a anúncios com informações insuficientes, dificuldades para obtenção de reembolso e comercialização de produtos sem procedência comprovada.

Segundo o Procon-SP, a busca por figurinhas raras ou edições limitadas pode aumentar a exposição dos consumidores a fraudes e práticas irregulares.

Diante do aumento das reclamações, o órgão recomenda que os consumidores adotem algumas medidas de precaução antes de efetuar compras relacionadas à Copa do Mundo:

Verificar a reputação da empresa ou vendedor;Confirmar se há canais de atendimento e identificação do fornecedor;Evitar negociações realizadas exclusivamente por aplicativos de mensagens;Desconfiar de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado;Guardar comprovantes, anúncios e registros da negociação;Conferir as condições de troca, devolução e prazo de entrega.

Para quem pretende adquirir figurinhas, álbuns ou outros produtos de coleção, o Procon-SP recomenda verificar a procedência dos itens e pesquisar o histórico do vendedor antes de concluir a compra.

Caso haja descumprimento da oferta ou qualquer outro problema na negociação, os consumidores podem recorrer aos canais de atendimento do órgão para obter orientações e formalizar uma reclamação.

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Justiça dos EUA nega pedido da Meta e do Google por novo julgamento sobre vício em redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Tecnologia Justiça dos EUA nega pedido da Meta e do Google por novo julgamento sobre vício em redes sociais Em março, um júri popular condenou as empresas por causar uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube. Por Redação g1 — São Paulo

Um juiz estadual da Califórnia negou os pedidos da Meta e do YouTube, do Google, para a realização de um novo julgamento após um júri popular concluir que as plataformas criaram produtos viciantes para os jovens.

A juíza Carolyn Kuhl, da Corte Superior de Los Angeles, tomou a decisão na terça-feira (09), informou a agência de notícias Reuters. A ordem formalizando a decisão e explicando os motivos ainda não estava disponível.

O júri popular, encerrado em março deste ano, considerou que as empresas foram responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube.

O processo aconteceu em Los Angeles, e o júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões e o Google, de US$ 1,8 milhão

A tendência é que o veredito abra precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.

"Discordamos respeitosamente do veredicto e estamos avaliando nossas opções legais", afirmou um porta-voz da Meta à Reuters após o anúncio da decisão. Já o advogado do Google, José Castañeda, afirmou que planeja recorrer.

O resultado pode influenciar milhares de casos semelhantes contra empresas de tecnologia, movidos por pais, procuradores-gerais e distritos escolares. Pelo menos metade dos adolescentes americanos usa YouTube ou Instagram diariamente, segundo o Pew Research Center.

Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento. Os termos não foram divulgados.

🎧 Episódio do podcast O Assunto explica o julgamento das big techs e a responsabilidade do algoritmo. OUÇA:

Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes.

O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.

Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.

As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.

Outro caso sobre vício em redes sociais, movido por estados e distritos escolares contra empresas de tecnologia, deve ir a julgamento ainda neste ano em um tribunal federal em Oakland, na Califórnia.

Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.

Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas.

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Petrobras adquire 50% de Itaimbezinho, no pré-sal da Bacia de Campos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%Oferecido por

Fachada do prédio da Petrobras, no Centro do Rio — Foto: Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (10) que adquiriu 50% de participação no bloco exploratório Itaimbezinho, localizado na Bacia de Campos, no litoral brasileiro. O ativo pertencia integralmente à Equinor Brasil Energia — que segue com metade da operação.

"A parceria maximiza sinergias na Bacia de Campos, região onde a Petrobras já desenvolve ativos vizinhos, também em parceria com a Equinor, como o projeto Raia e a licença exploratória de Jaspe", informou a empresa em nota.

O bloco exploratório funciona como uma espécie de “lote” de área no mar cedido pelo governo para que empresas investiguem a existência de petróleo ou gás.

Ainda de acordo com a Petrobras, a aquisição "está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras e atuação em parceria".

O processo ainda será submetido à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A conclusão da transação ainda depende de aprovações governamentais e regulatórias aplicáveis.

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Vai abrir uma empresa? Nova ferramenta usa inteligência artificial para indicar os melhores locais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Empreendedorismo Vai abrir uma empresa? Ferramenta gratuita usa inteligência artificial para indicar os melhores locais Google e Sebrae lançam ferramenta gratuita que cruza dados sobre concorrência, perfil da população e circulação de pessoas para ajudar empreendedores a escolher onde abrir ou expandir um negócio. Por Rafaela Zem — São Paulo

Plataforma gratuita do Google e Sebrae mostra onde há mais chances de sucesso — Foto: Google Cloud

O que está por trás do fracasso de um negócio? A resposta nem sempre é simples, mas, em muitos casos, começa pelo endereço.

Dados do Sebrae mostram que problemas relacionados ao ponto comercial e à infraestrutura foram a principal causa de fechamento para 4,2% das empresas que encerraram as atividades.

O número, porém, pode ser ainda maior quando o problema não é identificado diretamente como um erro de localização e aparece de forma indireta, por exemplo, na falta de clientes, no baixo faturamento ou na dificuldade de crescer.

Em parceria com o Google Cloud, o Sebrae-SP lançou nesta quarta-feira (10) a plataforma Alvo Certo, que pretende transformar uma escolha historicamente baseada na intuição em uma decisão baseada em dados.

Na prática, a ferramenta funciona como uma consultora digital. Ela cruza informações sobre perfil da população, circulação de pessoas, presença de concorrentes e tendências de consumo para indicar regiões com mais potencial e alertar sobre riscos na abertura ou expansão de um negócio.

Inicialmente, a ferramenta está disponível apenas para empreendedores do estado de São Paulo. Segundo o Sebrae, a criação da ferramenta não surgiu apenas de uma inovação tecnológica, mas também de um problema recorrente identificado no atendimento a empreendedores.

“Com um local ruim, a chance de não dar certo é maior (…) A gente recebe muito isso: ‘quero abrir um pet shop, qual o melhor bairro?’”, resume o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Nelson Hervey.

Segundo ele, a dúvida sobre a localização aparece com frequência tanto entre quem vai abrir o primeiro negócio quanto entre empresários que querem expandir.

“Quando você monta um plano de negócio, pensa em preço, custo e potencial de mercado. Mas depois vem a pergunta: onde abrir o estabelecimento?”, diz.

Historicamente, responder a essa pergunta exigia um trabalho demorado: cruzar informações públicas, analisar a concorrência, fazer visitas presenciais e, muitas vezes, recorrer à tentativa e erro.

inserir um endereço específicoexplorar regiões diretamente no mapabuscar áreas com maior potencial de mercado

Com base nessas informações, a plataforma apresenta uma análise em tempo real baseada em três pilares principais:

Radar de oportunidades: indica onde há maior potencial para determinado tipo de negócioConcorrência: mostra o nível de saturação e a presença de empresas semelhantesPolos de atração: considera o fluxo de pessoas e a proximidade com pontos estratégicos (metrô, hospitais, comércios etc.)

Segundo João Thiago Poço, diretor do Google Cloud para o setor público na América Latina, a ferramenta só é possível graças ao cruzamento de diferentes bases de dados.

“A gente consegue cruzar dados do IBGE, Receita Federal, cadastros municipais e outras fontes para gerar informações sobre o mercado”, explica.

Além disso, há um diferencial importante: o uso de informações atualizadas quase em tempo real. “A gente não espera a base de CNPJ ser atualizada. Usamos dados do Google Maps, inclusive feedback de usuários que indicam que o local não existe mais”, afirma.

A ferramenta também utiliza o modelo de inteligência artificial Gemini, do Google, mas com uma proposta diferente da dos assistentes tradicionais. Em vez de apenas responder, a IA também faz perguntas ao empreendedor sobre pontos que muitas vezes são ignorados no início do planejamento.

Na prática, o sistema pode levantar questões como: qual é a taxa de mortalidade do setor naquela região, se ainda há espaço para novos concorrentes e o que pode diferenciar o negócio.

Essa dinâmica transforma a plataforma em mais do que um painel de dados. Ela ajuda o empreendedor a tomar decisões.

IA do Google Cloud e Sebrae-SP também provoca o empreendedor com perguntas estratégicas, muitas vezes ignoradas — Foto: Google Cloud

Apesar do uso intensivo de dados e inteligência artificial, os responsáveis pelo projeto reforçam que a ferramenta não substitui a avaliação do empreendedor.

“Essa ferramenta não decide onde eu vou. Ela ajuda. É mais um elemento para a tomada de decisão”, afirma Hervey.

Isso porque o sucesso de um negócio depende de uma combinação de fatores, como gestão, estratégia, capital e produto. Além disso, os dados apresentados pela plataforma precisam ser interpretados e não seguidos de forma automática.

Uma região com muitos concorrentes pode indicar saturação ou representar uma oportunidade, dependendo do diferencial do negócio. Da mesma forma, um local com queda na atividade pode sinalizar risco ou refletir uma mudança recente que ainda está em curso.

“É uma ferramenta de análise. Ela coloca os dados nas mãos do empreendedor”, resume o diretor do Google Cloud.

Para Poço e Hervey, o principal benefício do Alvo Certo é reduzir o tempo necessário para escolher onde investir.

“Uma pessoa demoraria meses para reunir essas informações. A gente consegue entregar isso em um minuto”, afirma Poço.

Além de acelerar o processo, a ferramenta ajuda a evitar etapas pouco produtivas, como visitas a regiões com pouca viabilidade ou negociações em locais inadequados.

Outro ponto importante é que a plataforma foi desenvolvida para receber novas funcionalidades ao longo do tempo.

“Pode se tornar um grande centro de soluções para o empreendedor”, afirma Hervey. “Há um grande interesse em levar a ferramenta para todo o Brasil.”

Segundo o Google Cloud, a tecnologia já pode ser usada em todo o país, o que indica que a expansão dependerá mais de decisões estratégicas do que de limitações técnicas.

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YouTube lança no Brasil assistente de IA para ajudar criadores a melhorar vídeos e crescer canais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 11:44

Tecnologia YouTube lança no Brasil assistente de IA para ajudar criadores a melhorar vídeos e crescer canais Ferramenta permite analisar métricas, resumir comentários do público, revisar roteiros e sugerir ideias para novos vídeos. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

O YouTube lançou no Brasil o "Pergunte ao Studio", um chat com inteligência artificial voltado para criadores de conteúdo e integrado ao YouTube Studio.

A ferramenta permite analisar métricas do canal, entender o feedback do público, resumir comentários e identificar tendências de audiência.

A IA também pode sugerir ideias de vídeos, revisar roteiros antes da gravação e oferecer recomendações para melhorar o desempenho do conteúdo.

Segundo o Google, o ecossistema de criadores do YouTube gerou mais de 150 mil empregos no Brasil em 2025 e contribuiu com mais de R$ 6 bilhões para o PIB do país.

YouTube lança no Brasil uma IA que funciona como assistente para criadores de conteúdo — Foto: Reprodução/YouTube

O YouTube anunciou nesta quarta-feira (10) o lançamento do "Pergunte ao Studio" no Brasil. A ferramenta funciona como um chat com IA, semelhante ao Gemini e ao ChatGPT, e ajuda criadores de conteúdo a entender o desempenho do canal, analisar a reação do público e encontrar ideias para novos vídeos.

A novidade foi apresentada durante o Google for Brasil 2026, evento anual em que a empresa divulga os principais lançamentos e iniciativas para o país.

Integrado ao YouTube Studio, o recurso permite que criadores façam perguntas sobre o desempenho de seus canais. Segundo o Google, a IA analisa os dados da conta para responder dúvidas, explicar métricas, resumir comentários do público e sugerir ideias para novos conteúdos.

Os usuários poderão fazer perguntas como "Como tem sido o desempenho do meu vídeo mais recente?", "O que o público está dizendo sobre o meu estilo de edição?", "Qual faixa etária mais interage com meu canal?" e "Que tipo de conteúdo mais atrai meu público?".

A empresa afirma que a ferramenta também pode analisar roteiros antes da gravação. Com base nesse material, a IA pode sugerir melhorias e "oferecer feedbacks baseados nas melhores práticas recomendadas pelo YouTube".

"Além de ajudar o criador a expandir o canal, a IA também pode dar orientações para melhorar a geração de receita dentro da plataforma", disse Max Oliveira, gerente sênior de marketing de produto do YouTube para a América Latina, em conversa com jornalistas antes do Google for Brasil.

A ferramenta já está disponível para todos os criadores no Brasil e aparece como um ícone de brilho (✨) dentro do YouTube Studio.

O YouTube também aproveitou o evento para divulgar dados sobre o impacto econômico da plataforma no Brasil. Segundo a empresa, o ecossistema de criadores gerou mais de 150 mil empregos equivalentes a tempo integral no país em 2025.

Ainda de acordo com o Google, o YouTube e sua rede de criadores contribuíram com mais de R$ 6 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no período. A empresa também informou que mais de 4,5 mil canais brasileiros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de inscritos.

YouTube lança no Brasil IA que funciona como assistente para criadores de conteúdo. — Foto: Reprodução/YouTube

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Google Maps agora conversa com usuários no Brasil para indicar lugares e até ônibus; veja como funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 11:44

Tecnologia Google Maps agora conversa com usuários no Brasil para indicar lugares e até ônibus; veja como funciona Novo recurso usa inteligência artificial do Gemini para criar um assistente que responde dúvidas sobre restaurantes, passeios, cinemas e transporte público. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

O Google Maps ganhou no Brasil o recurso "Pergunte ao Maps", que permite conversar com o aplicativo para encontrar lugares e tirar dúvidas sobre transporte público.

A ferramenta usa a IA Gemini para responder perguntas em linguagem natural e exibir recomendações personalizadas em formato de conversa.

Os usuários podem fazer pedidos como "quero uma hamburgueria com mesas ao ar livre" ou "onde levar meu filho em um dia de chuva?" e receber sugestões baseadas em dados do Maps e avaliações da comunidade.

A novidade começa a ser liberada para um grupo de usuários nesta semana e deve chegar a todos os brasileiros nas próximas semanas.

Usuários do Google Maps no Brasil agora podem conversar com o aplicativo para encontrar lugares e até tirar dúvidas sobre transporte público. Segundo o Google, é possível fazer perguntas sobre "praticamente qualquer tema", de pedidos simples até buscas mais específicas.

O recurso transforma o Maps em uma espécie de assistente de recomendações com inteligência artificial baseada no Gemini. Anunciada em março de 2026, a novidade já estava disponível nos Estados Unidos e na Índia.

Batizado de "Pergunte ao Maps", o recurso exibe respostas em formato de conversa, de forma semelhante ao que já acontece em ferramentas como ChatGPT e Gemini.

Além do texto, ele mostra um mapa personalizado, imagens dos locais sugeridos e informações adicionais, como dados sobre acessibilidade e, no caso de museus, detalhes sobre as obras em exibição.

A novidade foi anunciada durante o evento Google for Brasil nesta quarta-feira (10) e funciona tanto por texto quanto por voz. A função começa a ser liberada nesta quarta para um "grupo seleto" de usuários mais engajados com o Maps no Brasil.

Segundo o Google, o recurso chegará a todos os usuários do país "nas próximas semanas".

Google Maps passa a conversar com usuários para recomendar lugares e ônibus no Brasil — Foto: Google/Divulgação

A opção para acessar a IA do Maps fica no topo do aplicativo, no canto superior esquerdo, ao lado de atalhos como "Restaurantes", "Compras" e "Supermercados".

Neste primeiro momento, o recurso estará disponível apenas no aplicativo para celulares. A funcionalidade também chegará ao navegador futuramente.

Segundo o Google, as recomendações são geradas a partir do cruzamento de informações de mais de 300 milhões de lugares com avaliações publicadas por mais de 500 milhões de usuários da comunidade do Maps.

"Você pode perguntar onde encontrar um hambúrguer vegano perto do trabalho ou pedir um roteiro de locais com arquitetura icônica na sua cidade. Ele usa as informações mais recentes para mostrar tudo o que você precisa saber antes de sair de casa", explica André Kowaltowski, gerente do Google Maps para a América Latina.

"Encontre hamburguerias com mesas ao ar livre perto de mim.""Está chovendo e eu queria levar meu filho a um lugar divertido que não seja um shopping. Pode me recomendar algumas opções no bairro do Tatuapé?""Me mostre algumas sorveterias perto do meu trabalho." "O ônibus [número da linha] passa pelo corredor exclusivo?""Quais filmes estão em cartaz no cinema [nome]?""Quais restaurantes perto da minha casa aceitam vale refeição?"

No exemplo da sorveteria, o pedido menciona um local "perto do meu trabalho". Isso é possível porque o usuário salvou o endereço do trabalho em sua conta do Google Maps.

Com isso, a IA consegue usar essa informação para entender referências como "perto do meu trabalho", "próximo da minha casa" ou "perto da casa da minha sogra" e oferecer sugestões mais personalizadas.

O Google afirma ainda que a IA do Maps pode levar em conta o histórico do usuário para personalizar as sugestões.

Por exemplo, se a pessoa costuma pesquisar restaurantes vegetarianos, a ferramenta pode considerar essa preferência em buscas futuras, mesmo que o termo "vegetariano" não seja mencionado.

No caso do transporte público, o Google afirma usar informações fornecidas em tempo real por empresas responsáveis pela operação dos sistemas nas cidades, como a SPTrans, em São Paulo. Por isso, alguns dados exibidos pelo Maps podem apresentar divergências, já que não são coletados pela empresa.

Corredor de ônibus da Avenida Bezerra de Menezes recebe redutores de velocidade — Foto: JL Rosa/SVM

Não está claro se o Google pretende usar o recurso para atrair usuários que passaram a buscar recomendações de lugares em plataformas como TikTok e Instagram.

Nos últimos anos, as redes sociais ganharam espaço como ferramenta de pesquisa para descobrir restaurantes, pontos turísticos e outras recomendações. Em 2023, o g1 mostrou essa tendência em uma reportagem sobre o tema.

Na ocasião, a professora de literatura Lu Cunha explicou que a busca tradicional nem sempre oferece respostas diretas para quem procura sugestões mais específicas.

"O Google é muito bom como fonte de informação, só que, dependendo do que você busca, ele apresenta muitas páginas sobre aquele assunto e pode ser difícil de você selecionar exatamente aquela que vai te atender", disse em entrevista ao g1 em 2023.

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PEC que dá autonomia financeira ao BC é aprovada na CCJ do Senado; texto inclui PIX na Constituição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,162-0,31%Dólar TurismoR$ 5,3860,08%Euro ComercialR$ 5,972-0,06%Euro TurismoR$ 6,2380,17%B3Ibovespa168.514 pts-0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,162-0,31%Dólar TurismoR$ 5,3860,08%Euro ComercialR$ 5,972-0,06%Euro TurismoR$ 6,2380,17%B3Ibovespa168.514 pts-0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,162-0,31%Dólar TurismoR$ 5,3860,08%Euro ComercialR$ 5,972-0,06%Euro TurismoR$ 6,2380,17%B3Ibovespa168.514 pts-0,76%Oferecido por

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que dá autonomia financeira ao Banco Central (BC).

🔎A votação simbólica ocorre quando os parlamentares não registram seus votos individualmente. Dessa forma, o resultado é definido pela manifestação geral dos parlamentares.

O texto da PEC define o Banco Central como “entidade pública de natureza especial”, não vinculada a qualquer ministério ou órgão da administração pública, e garante autonomia orçamentária e financeira.  

O principal impasse entre o governo e o relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM), é justamente sobre a natureza jurídica do BC.

Ao classificar PEC o BC como entidade pública de natureza especial, um novo regime jurídico, a PEC permite ao órgão realizar concursos e contrações como julgasse necessário, mas sob supervisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou uma emenda que classifica o BC como “autarquia federal de natureza especial”, mas foi rejeitada pelo relator.

Nessa classificação, o BC precisaria de autorização do Ministério da Gestão para realização de concursos e contratações, o que, segundo o relator, deixa o banco sem autonomia administrativa.  

Jaques Wagner argumentou que o Tesouro segue obrigado a cobrir qualquer prejuízo do BC mesmo com o órgão estando fora do orçamento da União.

Segundo o senador, essa foi uma demanda do ministro da Fazenda, Dario Durigan, mas que poderá ser debatida antes da votação no plenário.

“Eu não estou querendo colocar procrastinação. Eu trouxe uma demanda do próprio ministro da Fazenda. Ele me fez essa demanda e eu acho que a gente pode abrir esse espaço, uma vez votado e aprovado aqui” afirmou Wagner.

O relator sinalizou que topa conversar com o ministro, mas destacou que argumentou que artigo 1º já trata do tema.

Incluído nas justificativas para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros do governo dos Estados Unidos, o PIX entrou no relatório de Plínio Valério, que foi aprovado na manhã desta quarta.

Hoje, o PIX é regulado por norma infralegal do BC. O texto de Valério prevê a garantia da gratuidade para pessoas físicas em nível constitucional e proíbe expressamente qualquer privatização, concessão ou transferência de sua gestão a qualquer ente que não seja o próprio Banco Central.

Com o argumento da soberania e inclusão financeira, Valério cobra que Lula e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, apoiem a PEC.

“O PIX que é esse patrimônio histórico nacional vai estar contido na Constituição brasileira. Isso que a gente fez aqui é história. O cidadão comum tenha a certeza de que ele jamais será taxado”, afirmou o relator nesta quarta.

Nesta terça, gestores do BC divulgaram uma carta aberta em que apoiam de forma "integral" o relatório de Valério.

O documento foi elaborado pelo secretário-executivo do órgão, Rogério Antônio Lucca, e por chefes de departamento e de gabinete, da diretoria e da presidência.

Os gestores defendem que o PIX seja fortalecido diante da garantia de "recursos humanos e orçamentários adequados de forma perene" já que houve um aumento "expressivo" das instituições que são supervisionadas pelo BC.

De acordo com eles, a redução de pessoal na autarquia "ameaça a capacidade do Banco Central de acompanhar esse crescimento e preservar a estabilidade financeira do País".

Dados do BC revelam que, em 20 anos, de 2006 até este ano, o número de servidores caiu de 5.072 para 3.311. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, explicou, em uma comissão no Senado, no dia 8 de abril, que essa redução ocorreu por conta da aposentadoria de quase um quarto dos funcionários.

Por outro lado, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) vem se posicionando contra o atual formato da PEC.

"A verdadeira proteção da gratuidade, da acessibilidade e da capacidade de inovação do PIX reside na preservação da natureza pública, estável e tecnicamente orientada do BC, autarquia responsável por sua concepção, operação e evolução", afirmou o Sinal na ocasião.

O texto da PEC, aprovada pela CCJ nesta quarta, define o Banco Central como “entidade pública de natureza especial”, não vinculada a qualquer ministério ou órgão da administração pública, e garante autonomia orçamentária e financeira.

Na prática, isso significa que a autarquia teria orçamento próprio, separado do Orçamento da União, e não precisará se submeter às regras do arcabouço fiscal — o conjunto de limites de gastos que o governo federal precisa cumprir — até fazer a recomposição de seus quadros.

Após a recomposição do quadro de servidores, as despesas de pessoal e encargos sociais do BC não poderão superar o valor do ano anterior corrigido pelo IPCA mais 2,5% — mesma regra do arcabouço fiscal —, salvo autorização expressa do Senado Federal.

Com isso, o presidente e os oito diretores do banco — indicados pelo presidente da República e aprovados pelos senadores — passaram a ter mandatos fixos de quatro anos e garantiram estabilidade nos cargos contra demissões por motivações políticas.

Apesar da autonomia nas operações, o Banco Central continuou sem autonomia financeira, discutida agora pelo Senado.

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Onitsuka Tiger, marca de tênis japonesa, ganha operação própria após sucesso de vendas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,14%Dólar TurismoR$ 5,3890,14%Euro ComercialR$ 5,9800,07%Euro TurismoR$ 6,2400,2%B3Ibovespa168.242 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,14%Dólar TurismoR$ 5,3890,14%Euro ComercialR$ 5,9800,07%Euro TurismoR$ 6,2400,2%B3Ibovespa168.242 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,14%Dólar TurismoR$ 5,3890,14%Euro ComercialR$ 5,9800,07%Euro TurismoR$ 6,2400,2%B3Ibovespa168.242 pts-0,93%Oferecido por

A fabricante japonesa Asics anunciou que dará autonomia à Onitsuka Tiger. A marca de tênis retrô passará a operar como OT Group a partir de 1º de janeiro.

A mudança visa acelerar decisões e agilizar a gestão da marca. O sucesso dos tênis retrô e o turismo impulsionaram lucros recordes para o grupo Asics.

Analistas apontam que a separação facilita a administração do negócio em rápida expansão. Processos de aprovação tendem a ficar lentos em empresas muito grandes.

O novo presidente Ryoji Shoda planeja retomar a expansão nos Estados Unidos. A divisão resolve divergências internas sobre o posicionamento da marca entre moda e esporte.

A fabricante japonesa de artigos esportivos Asics anunciou nesta quarta-feira (10) que dará mais autonomia à Onitsuka Tiger, marca de tênis conhecida pelos modelos de inspiração retrô que se tornaram populares nos últimos anos.

A partir de 1º de janeiro, a Onitsuka Tiger passará a operar por meio de uma empresa própria, chamada OT Group, embora continue pertencendo integralmente à Asics.

Segundo a companhia, a mudança tem como objetivo acelerar a tomada de decisões e dar mais agilidade à gestão de uma marca que tem impulsionado os resultados financeiros do grupo, diz a agência de notícias Reuters.

O crescimento da Onitsuka Tiger foi impulsionado pelo aumento da demanda por seus tênis e pelo avanço do turismo, ajudando a Asics a registrar lucros recordes.

Nos últimos quatro anos, as ações da empresa se valorizaram cerca de sete vezes, elevando seu valor de mercado para aproximadamente US$ 20 bilhões.

Para analistas, a separação pode facilitar a gestão de um negócio que vem crescendo rapidamente. À medida que as empresas aumentam de tamanho, processos de aprovação tendem a se tornar mais lentos e complexos, o que pode dificultar a tomada de decisões.

O novo presidente-executivo do OT Group, Ryoji Shoda, afirmou que a separação também deve ajudar a marca a retomar sua expansão nos Estados Unidos. Segundo ele, havia divergências entre as equipes da Asics e da Onitsuka Tiger sobre a forma de posicionar a marca, dividida entre os universos da moda e do esporte.

Como parte dessa estratégia, a Onitsuka Tiger abrirá uma loja em Los Angeles em fevereiro. A empresa também planeja inaugurar novas lojas em Tóquio, Nagoya, Xangai, Milão e Seul nos próximos meses.

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