RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fox compra Roku por US$ 22 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,67%Dólar TurismoR$ 5,241-0,48%Euro ComercialR$ 5,843-0,24%Euro TurismoR$ 6,101-0,12%B3Ibovespa173.767 pts1,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,67%Dólar TurismoR$ 5,241-0,48%Euro ComercialR$ 5,843-0,24%Euro TurismoR$ 6,101-0,12%B3Ibovespa173.767 pts1,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,67%Dólar TurismoR$ 5,241-0,48%Euro ComercialR$ 5,843-0,24%Euro TurismoR$ 6,101-0,12%B3Ibovespa173.767 pts1,54%Oferecido por

A Fox Corporation anunciou nesta segunda-feira (15) que firmou um acordo para a compra da Roku, plataforma e sistema operacional de televisões, voltada a facilitar o acesso a serviços de streaming.

A aquisição será feita por meio de uma combinação de dinheiro e ações ordinárias (com direito a voto), em um negócio de aproximadamente US$ 22 bilhões (R$ 111,8 bilhões). O preço pago por ação será de US$ 160 (R$ 813,23).

A transação combina o conteúdo de esportes, notícias e entretenimento da Fox e o serviço Tubi com a plataforma de streaming, o The Roku Channel, dados primários da companhia e relacionamento direto com mais de 100 milhões de lares.

A empresa resultante da fusão se tornará a terceira maior do setor de televisão dos EUA em termos de participação de audiência, informaram as empresas.

"Juntas, Fox e Roku criarão uma empresa de mídia e tecnologia de última geração em grande escala, posicionada na interseção de duas das forças mais importantes que estão remodelando o consumo de vídeo: a primazia duradoura dos esportes e notícias ao vivo e o crescimento contínuo do streaming", afirmou a empresa em comunicado feito ao mercado.

A Roku é uma das primeiras empresas a levar plataformas de streaming como Netflix e YouTube para a televisão por meio de dispositivos conectados e smart TVs.

Após a conclusão, os atuais acionistas da Fox deverão deter cerca de 73% da empresa resultante da fusão e os acionistas da Roku, cerca de 27%. A expectativa é que o negócio seja concluído no primeiro semestre de 2027.

Segundo o presidente-executivo e diretor-executivo da Fox Corporation, Lachlan Murdoch, a combinação "transformará o escopo" da empresa e deve trazer uma mudança "significativa" no perfil de crescimento.

"Executamos essa aquisição a partir de uma posição de solidez financeira — mantendo nosso balanço patrimonial com grau de investimento, enquanto oferecemos aos nossos acionistas um programa ininterrupto de retorno de capital na forma de recompra de ações e dividendos", afirmou em nota.

Ainda de acordo com a empresa, a expectativa é que a transação acelere a estratégia digital da Fox, contribua para o aumento do fluxo de caixa. A empresa espera economizar cerca de US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) por ano com redução de custos, além de ter a chance de aumentar suas receitas.

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Levi’s ironiza exigência da Fifa para a Copa de 2026 e brinca com logo coberto em estádio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,037-0,52%Dólar TurismoR$ 5,245-0,41%Euro ComercialR$ 5,850-0,13%Euro TurismoR$ 6,105-0,07%B3Ibovespa173.990 pts1,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,037-0,52%Dólar TurismoR$ 5,245-0,41%Euro ComercialR$ 5,850-0,13%Euro TurismoR$ 6,105-0,07%B3Ibovespa173.990 pts1,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,037-0,52%Dólar TurismoR$ 5,245-0,41%Euro ComercialR$ 5,850-0,13%Euro TurismoR$ 6,105-0,07%B3Ibovespa173.990 pts1,67%Oferecido por

A Levi’s ironizou, no último domingo (14), a cobertura do logo da marca no Levi’s Stadium — estádio localizado em São Francisco e que leva o nome da empresa como parte de um contrato de naming rights.

A medida foi uma exigência da Federação Internacional de Futebol (Fifa) durante a realização dos jogos da Copa do Mundo de 2026.

Pelas regras da entidade, estádios que tenham marcas em seus nomes são obrigados a esconder os logotipos e são rebatizados durante o torneio — o Levi’s Stadium, por exemplo, foi chamado de “San Francisco Stadium” para o Mundial.

Em uma publicação nas redes sociais, a Levi’s compartilhou imagens do logo coberto por um pano branco, acompanhadas de frases que fazem parte de uma tendência na internet e ironizam a situação.

A ideia é sugerir que, mesmo com o nome oculto, as pessoas ainda reconheceriam o estádio como o Levi’s Stadium. Veja abaixo:

A empresa também aproveitou para mudar sua foto de perfil nas redes sociais, adotando a imagem do logo coberto por um pano branco.

Após as mudanças, seguidores da Levi’s nas redes sociais entraram na brincadeira e elogiaram a estratégia de marketing da marca.

Levi's muda imagem de perfil para o logo coberto com um pano branco. — Foto: Reprodução/Instagram

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Departamento de Justiça dos EUA aprova compra da Warner Bros pela Paramount

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O Departamento de Justiça dos EUA aprovou a compra da Warner Bros pela Paramount por US$ 110 bilhões, descartando riscos à concorrência no setor.

A transação ainda aguarda o aval da FCC, que analisa preocupações de senadores sobre investimentos de fundos do Oriente Médio e da China.

O negócio de US$ 110 bilhões unirá marcas como HBO e CBS, permitindo que a Paramount compita diretamente com gigantes como Netflix e Disney.

Apesar do aval, estados como Califórnia e Nova York planejam processos judiciais, enquanto reguladores do Reino Unido e da União Europeia investigam a fusão.

Profissionais de Hollywood temem demissões, mas analistas já previam a aprovação devido às fortes conexões políticas dos proprietários da Paramount com Donald Trump.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou na sexta-feira (12) a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance em um negócio avaliado em US$ 110 bilhões, concluindo que a operação não representa risco à concorrência nos mercados de streaming, televisão ou cinema.

A decisão dá mais um aval regulatório à fusão, embora o acordo ainda enfrente análises de outros órgãos e possíveis ações judiciais nos Estados Unidos e no exterior.

Em comunicado, a divisão antitruste do Departamento de Justiça informou que a transação não ameaça a competição no setor de mídia e entretenimento.

Com isso, a Paramount ganha mais um sinal verde enquanto tenta evitar uma contestação do negócio por estados americanos.

A empresa ainda aguarda uma decisão da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC), que analisa um pedido relacionado aos investimentos estrangeiros que financiam a aquisição.

Senadores americanos levantaram preocupações sobre a participação de fundos soberanos do Oriente Médio e de empresas chinesas na operação.

O acordo, avaliado em US$ 110 bilhões, criará um dos maiores grupos de mídia do mundo, reunindo ativos como HBO, CNN, CBS e grandes estúdios responsáveis por franquias como Harry Potter e Missão: Impossível.

A Paramount sustenta que a fusão aumentará a concorrência com gigantes do streaming, como a Netflix e a Disney, e nega que o negócio represente problemas antitruste.

Estados como Califórnia e Nova York preparam uma ação judicial para tentar barrar a compra, segundo fontes ouvidas pela Reuters na semana passada.

A Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) britânica abriu uma investigação para avaliar os impactos do negócio sobre a concorrência, enquanto autoridades europeias também examinam a operação.

O acordo enfrenta ainda críticas de profissionais de Hollywood, incluindo atores, diretores, roteiristas e produtores, que temem perda de empregos e redução da diversidade de produções após a integração das empresas.

Analistas consultados pela Reuters já esperavam que o Departamento de Justiça não contestasse a transação.

Entre os fatores apontados estão as conexões políticas da Paramount: Larry Ellison, cofundador da Oracle e pai do CEO da empresa, David Ellison, mantém laços com o presidente Donald Trump, e a companhia contratou ex-integrantes da administração republicana.

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Dólar abre em queda, com foco em acordo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (15) em queda e marcava um recuo de 0,35% perto das 09h, cotado a R$ 5,0443. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ O novo acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã traz alívio para os mercados financeiros nesta segunda-feira. A expectativa é que o memorando seja assinado na próxima sexta-feira (19), na Suíça. Nenhuma das duas partes informou o conteúdo do tratado, mas, segundo a imprensa americana, o entendimento incluiria, entre outros pontos, a reabertura do Estreito de Ormuz e uma nova trégua, incluindo o Líbano.

Com a iminência de um acordo, os preços do petróleo operavam em queda nesta segunda-feira. O barril do Brent, referência internacional, caía 5,02% perto das 8h40, cotado a US$ 82,95. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, recuava 5,54% no mesmo horário, a US$ 80,18 por barril.

▶️ Outro destaque da semana fica com a chamada "Superquarta" — momento em que os bancos centrais do Brasil e dos EUA anunciam suas decisões de juros. O mercado espera a manutenção da taxa básica americana por parte do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), em meio aos sinais de preços ainda elevados no país. Já por aqui, a estimativa é de um novo corte de 0,25 ponto percentual (p.p.) pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Os EUA e o Irã chegaram a um acordo para encerrar a guerra no último domingo (14), segundo informações confirmadas pelo presidente americano, Donald Trump e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif. (acompanhe os principais acontecimentos)

Em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), Sharif declarou que "ambos os lados declararam o encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano".

Ainda segundo o premiê paquistanês, a cerimônia oficial de assinatura do tratado está marcada para o dia 19 de junho, na Suíça.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, também publicou a informação em uma postagem na rede Truth Social.

"O acordo com a República Islâmica do Irã está agora concluído. Parabéns a todos!", declarou Trump.

Os detalhes do acordo não foram divulgados imediatamente, mas a estimativa é que questões como o programa nuclear iraniano deverão ser abordadas posteriormente.

um novo cessar-fogo de 60 dias em 'todas as frentes', incluindo o Líbano;a reabertura imediata do Estreito do Ormuz — que, segundo Trump, deve ficar para sexta-feira, para que minas sejam retiradas do local;o Irã também não deverá cobrar taxas das embarcações, e o tráfico local volte aos níveis pré-guerra em 30 dias;que os EUA também levantem o bloqueio naval que fazem na entrada de Ormuz;que sanções ao Irã sejam flexibilizadas progressivamente;que o Irã se comprometa a não obter uma arma nuclear.

Apesar do acordo, Israel afirmou que não vai retirar suas tropas da região do Líbano e o Hezbollah afirmou que vai observar o cumprimento da trégua por parte do governo israelense.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong se fecharam em alta nesta segunda-feira. O CSI300, que reúne as maiores companhias envolvidas em Xangai e Shenzen, avançou 2,4%. Já o Hang Seng teve alta de 0,5%.

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Mercado financeiro sobe para 5,30% estimativa de inflação em 2026 e projeta corte menor de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 08:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é décima quarta semana seguida de aumento.

Expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 84 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros, mas em menor intensidade.

O mercado financeiro elevou novamente sua estimativa média para a inflação em 2026, que avançou para 5,30%. Esta é décima quarta semana seguida de aumento.

Os economistas também passaram a projetar um corte menor de juros neste e nos próximos anos (veja mais abaixo nessa reportagem).

As expectativas fazem parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Com o acordo de paz anunciado neste domingo (14) entre os Estados Unidos e o Irã, o petróleo já mostrou queda neste início de semana, operando ao redor de US$ 84 por barril.

➡️ Para 2026, a estimativa de inflação subiu de 5,11% para 5,30%;➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4,03% para 4,10%;➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,65% para 3,68%;➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026, porém, subiu de 13,50% para 13,75% ao ano na última semana, embutindo uma redução menor dos juros no decorrer deste ano.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado passou de 11,50% para 12% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas avançou de 10% para 10,25% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,91% para 1,96%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro elevou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,15 para R$ 5,20 por dólar.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos subiu de R$ 5,20 para R$ 5,25 por dólar.

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Bolsas asiáticas e europeias abrem em alta após anúncio de possível acordo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 05:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

Operadores de câmbio observam monitores na sala de negociações de moedas estrangeiras na sede do Hana Bank em Seul, Coreia do Sul. — Foto: Ahn Young-joon / AP

As ações globais dispararam nesta segunda-feira (15) após o anúncio de um acordo preliminar para encerrar a guerra com o Irã e reabrir o Estreito de Ormuz. A notícia trouxe alívio para os mercados financeiros, que vinham operando sob forte instabilidade desde o início do conflito, no final de fevereiro. Além do rali nos índices, os preços do petróleo registraram forte queda.

Na Ásia, as bolsas fecharam em patamares robustos. O índice Nikkei 225, de Tóquio, saltou 5% e atingiu a máxima histórica de 69.317,50 pontos, impulsionado principalmente pelo setor de tecnologia e inteligência artificial. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 5,2%, enquanto o índice Shanghai Composite, na China, subiu 1,6%.

O otimismo contaminou a abertura dos negócios na Europa. Nas primeiras negociações do dia, o DAX da Alemanha avançou 1,7%, operando na casa dos 25.066 pontos, patamar semelhante ao do CAC 40, de Paris, que também somou 1,7%. Em Londres, o FTSE 100 subia 0,8%. Os índices futuros de Nova York sinalizam uma abertura igualmente positiva para Wall Street, com o S&P 500 em alta de 1,2%.

Como reflexo imediato do aceno diplomático, o preço do petróleo Brent, a referência internacional, caiu US$ 4,08, cotado a US$ 83,25 por barril. Já o petróleo de referência nos EUA (WTI) recuou US$ 4,51, negociado a US$ 80,37 por barril.

Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. — Foto: Reuters

Apesar do alívio imediato, analistas alertam que a estabilização completa dos preços de combustíveis e fretes marítimos pode levar meses, já que as empresas de navegação e seguros aguardam garantias de que o pacto será cumprido.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o entendimento inicial e autorizou o fim do bloqueio naval aos portos iranianos. O Irã também confirmou o avanço, mas sinalizou que a implementação depende da assinatura formal do texto, prevista para ocorrer na próxima sexta-feira, na Suíça.

🇭🇰 Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,6%🇯🇵 Nikkei 225, do Japão, subiu 5%🇬🇸 Kospi, da Coreia do Sul, subiu 5,2%Sensex, da Índia, subiu 1,2%Taiex, de Taiwan, subiu 2,8%

🇩🇪 o DAX, da Alemanha, subiu 1,7%🇫🇷 o CAC 40, da França, subiu 1,7%🇬🇧 o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 0,8%O CAC 40, da França, subiu 1,7%

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Nas vésperas do G7, Trump ameaça impor tarifa de 100% sobre vinhos franceses se país não eliminar imposto sobre big techs

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 03:50

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que a França corre o risco de enfrentar uma nova guerra comercial com os americanos. Em entrevista exclusiva publicada pelo jornal The New York Post, o líder da Casa Branca declarou que, a menos que Paris elimine o imposto digital sobre as gigantes de tecnologia dos EUA, Washington "não terá outra escolha" a não ser impor tarifas de 100% sobre os vinhos franceses.

Segundo a matéria, Trump fez o alerta de forma direta ao presidente francês Emmanuel Macron. O americano exige que a taxa de 3% cobrada sobre as empresas do Vale do Silício seja abandonada. Caso contrário, a indústria vinícola francesa sofrerá barreiras devastadoras no mercado dos EUA, que atualmente responde por um quinto das vendas globais do setor, movimentando anualmente mais de US$ 2 bilhões.

"Pedi a ele que não cobrasse das empresas americanas, e se o fizerem, não terei outra escolha senão impor uma tarifa de 100% sobre todos os champanhes e vinhos provenientes da França", disse Trump em entrevista ao The New York Post. "Tudo o que [Macron] precisa fazer é eliminar o imposto sobre vendas, e ele não teria esse tipo de pressão."

O ultimato do presidente norte-americano prepara o terreno para um confronto acirrado na cúpula do G7 nesta segunda-feira (15), em Évian-les-Bains, na França. O encontro anual reúne sete das democracias mais ricas do mundo (Estados Unidos, França, Canadá, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido) para definir regras globais de comércio, segurança e economia.

Conforme a reportagem do The New York Post, as declarações de Trump desmentem o Palácio do Eliseu. Na semana passada, o gabinete de Macron havia afirmado que as duas nações tinham resolvido discretamente a longa disputa sobre a taxação de tecnologia. Uma fonte próxima ao presidente francês chegou a dizer a jornalistas que o tema "não estava mais em debate", informação que um funcionário do governo americano imediatamente classificou como "imprecisa", segundo o jornal.

O imposto sobre serviços digitais da França, conhecido como imposto GAFAM, está em vigor desde 2019 e estabelece uma taxa de 3% sobre a receita local de empresas como Alphabet (controladora do Google), Amazon, Meta e Apple. Como incide sobre a receita bruta e não sobre os lucros, a medida afeta severamente as companhias americanas, tendo arrecadado cerca de US$ 700 milhões no ano passado, segundo dados do Ministério das Finanças francês obtidos pelo The New York Post.

Em outubro, a pressão aumentou quando a Assembleia Nacional francesa votou por dobrar o imposto para 6%, mirando exclusivamente as maiores empresas globais, embora a medida tenha sido vetada por ministros posteriormente. O então Ministro da Economia da França, Roland Lescure, já havia alertado na época que um imposto "desproporcional" provocaria represálias "desproporcionais" dos EUA.

A retaliação agora ganha força retomando a proposta de tarifa de 100% formulada originalmente pelo Representante Comercial dos EUA em 2019. Ao ser procurado pelo The New York Post, o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, limitou-se a indicar um memorando presidencial de fevereiro de 2025, o qual afirma que empresas americanas não iriam mais “sustentar economias estrangeiras falidas por meio de multas e impostos exorbitantes”.

O documento determinou que o Departamento do Tesouro e o Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, avaliem a reabertura de uma investigação formal sobre a taxa francesa.

Esta não é a primeira vez que a indústria de bebidas da França entra na mira do presidente americano como instrumento de pressão política. Em janeiro de 2026, Trump já havia ameaçado aplicar uma tarifa ainda maior, de 200%, sobre os vinhos e champanhes franceses. Naquela ocasião, a estratégia buscava forçar o presidente Emmanuel Macron a aderir ao "Conselho da Paz", uma iniciativa proposta por Washington para atuar em conflitos mundiais, como a guerra em Gaza, mas que Paris sinalizava recusar.

Paralelamente, o cerco regulatório e fiscal da Europa contra o Vale do Silício tem se intensificado globalmente nos últimos anos. Órgãos reguladores do continente vêm aplicando multas bilionárias e abrindo investigações contra empresas como Google, Apple, Meta, Microsoft e TikTok, sob acusações que envolvem a violação de leis de mercados digitais, regras de privacidade, segurança de dados e práticas antitruste.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial; Irã pode reabrir passagem após acordo com EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O Estreito de Ormuz é uma via marítima localizada entre Omã e o Irã, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo.

Os Estados Unidos e o Irã acertaram no domingo (14) um acordo de paz para encerrar o conflito de quase quatro meses entre os dois países —a assinatura está prevista para sexta-feira (19). Segundo o Irã, o Estreito de Ormuz pode ser aberto dentro de 30 dias.

O Estreito de Ormuz uma "artéria" da indústria petrolífera por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. Seu fechamento durante período de conflito teve forte impacto na economia global. O anúncio do acordo de paz, aliás, derrubou os preços do petróleo na abertura do pregão de segunda-feira.

O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e "deságua" no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, o estreito tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.

Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa pelo estreito. Entre o início de 2022 e maio de 2025, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível fluíram diariamente pelo local, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.

Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque exportam a maior parte do seu petróleo através do estreito, principalmente para a Ásia.

O fechamento do Estreito de Ormuz causou sérios problemas no abastecimento de petróleo no mundo. — Foto: Getty Images via BBC

O Catar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, envia quase toda sua produção através do estreito.

Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA, havia cerca de 2,6 milhões de barris por dia de capacidade ociosa nos oleodutos existentes desses países, que poderiam ser usados para contornar Ormuz (dados de junho de 2024).

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Abono salarial PIS/Pasep 2026 paga novo lote nesta segunda-feira; veja se você está na lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 00:45

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026 paga novo lote nesta segunda-feira; veja se você está na lista Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta segunda-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta segunda-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de julho e agosto.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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