RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo mantém alíquota de 12% no imposto de exportação de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 13:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,121-0,53%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,859-0,42%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.458 pts1,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,121-0,53%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,859-0,42%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.458 pts1,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,121-0,53%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,859-0,42%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.458 pts1,06%Oferecido por

O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) decidiu nesta quinta-feira (9) manter em 12% a alíquota do imposto de exportação sobre óleos brutos de petróleo e de minerais betuminosos.

🔎Minerais betuminosos são rochas e substâncias ricas em hidrocarbonetos, utilizadas na produção de combustíveis e derivados de petróleo.

A medida, de caráter temporário, vale por até 60 dias e será reavaliada após 30 dias, "à luz da evolução do cenário internacional e de seus impactos sobre o mercado de petróleo e combustíveis".

O comitê defendeu que a manutenção da alíquota busca preservar as condições de abastecimento do mercado interno e garantir matéria-prima para as refinarias brasileiras.

🔎A Gecex é o órgão do governo federal responsável por decidir sobre medidas de comércio exterior, como tarifas de importação e exportação. O comitê integra a Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

"A determinação foi tomada diante de mudança recente das condições externas, especialmente após a deterioração do ambiente geopolítico no Oriente Médio, com novos episódios de tensão no Estreito de Ormuz", justificou a Camex, em nota.

A decisão foi tomada em meio à escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã, que voltou a pressionar o mercado internacional de petróleo.

Nos últimos dias, os dois países trocaram novos ataques, e o Irã afirmou que bombardeios americanos interromperam a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás comercializados no mundo.

O conflito aumentou as preocupações sobre uma possível redução da oferta global da commodity e uma alta dos preços internacionais.

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Correios adiam fechamento de agências e mudanças em gratificações até 31 de julho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,124-0,48%Dólar TurismoR$ 5,330-0,44%Euro ComercialR$ 5,860-0,4%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.152 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,124-0,48%Dólar TurismoR$ 5,330-0,44%Euro ComercialR$ 5,860-0,4%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.152 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,124-0,48%Dólar TurismoR$ 5,330-0,44%Euro ComercialR$ 5,860-0,4%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.152 pts0,88%Oferecido por

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, os Correios, decidiram adiar para o dia 31 de julho de 2026 a implementação de medidas do seu plano de reestruturação, como o fechamento de agências e alterações na remuneração de atendentes.

A suspensão foi comunicada nesta terça-feira (7) em carta enviada à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) após sindicalistas contestarem os impactos das mudanças.

No documento, a estatal propõe a criação de uma mesa de negociação para discutir os pontos suspensos até o fim do mês (veja detalhes abaixo).

🔎Os Correios enfrentam uma crise econômico-financeira, que começou em meados de 2022. A empresa registrou prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, apontou um balanço divulgado pela estatal em junho.

🔎Para estancar o rombo e buscar o reequilíbrio fiscal — com a meta interna de voltar a operar no azul —, a diretoria da estatal elaborou um plano de reestruturação focado em três frentes: corte de despesas com pessoal e administração, otimização de ativos e renegociação e captação de recursos.

A suspensão temporária ocorre após reunião realizada em 6 de julho, na qual foram tratados temas como o encerramento de atividades em unidades, a implementação de um novo sistema de distribuição e a revisão de gratificações.

De acordo com o documento oficial da empresa, as seguintes ações ficam paralisadas até o fim do mês:

Fechamento de unidades:a suspensão vale para as agências previstas no plano de reestruturação, com exceção daquelas que já foram extintas ou que estão em fase avançada de desativação.Gratificações: fica interrompida a retirada do Adicional de Atendimento em Guichê (AAG) e da verba de "Quebra de Caixa".Sistema de Dimensionamento (SDD): a implementação do novo modelo de distribuição de carga de trabalho também será paralisada para reavaliação.

Os Correios propuseram a instalação de uma mesa de negociação com início previsto a partir desta semana.

O grupo terá a participação de representantes da empresa, das federações de trabalhadores e da Secretaria-Geral da Presidência da República, que atuará na mediação do diálogo.

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IA da Meta permite que outras pessoas criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 10:47

Tecnologia IA da Meta permite que outras pessoas criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir Ferramenta identifica automaticamente perfis a partir da menção ao @ e usa publicações públicas para gerar imagens. Por Darlan Helder, g1

A Meta lançou o Muse Image, seu primeiro gerador de imagens desenvolvido pela equipe de superinteligência artificial da empresa.

A ferramenta permite criar imagens com fotos públicas do Instagram de outras pessoas, o que pode ser usado para produzir deepfakes.

O recurso está ativado por padrão e está sendo liberado gradualmente para Instagram, WhatsApp e Meta AI.

Usuários podem impedir que posts e reels públicos sejam reutilizados nas criações com IA ao alterar uma configuração da conta.

IA da Meta permite que terceiros criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir — Foto: Reprodução

A Meta anunciou nesta semana seu primeiro gerador de imagens por IA desenvolvido pela equipe de superinteligência artificial da empresa. A tecnologia, no entanto, permite que outras pessoas usem fotos públicas no Instagram para criar deepfakes (veja como impedir).

🔎 Deepfake é uma técnica que usa inteligência artificial para alterar fotos e vídeos. Com ela, por exemplo, é possível trocar o rosto de uma pessoa pelo de outra ou modificar o que alguém diz em um vídeo.

O novo gerador de imagens da Meta, chamado Muse Image, está ativado por padrão e pode ser usado no Instagram, no WhatsApp e no site da Meta AI, o chatbot da empresa de Mark Zuckerberg. Em breve, ele chegará ao Facebook e ao Messenger.

O g1 testou a ferramenta no site da Meta AI e constatou que ela foi capaz de criar deepfakes de terceiros apenas com a menção ao @ da pessoa, sem que fosse necessário informar a rede social. Em muitos casos, a IA identificou automaticamente que se tratava do Instagram. Em outros, chegou a pesquisar fotos da pessoa no Google.

No comunicado de lançamento, a Meta afirmou que pode usar publicações públicas feitas em suas redes sociais para gerar imagens com IA e disse que os usuários "têm controle sobre como seu conteúdo pode ser marcado para criação com IA, com uma configuração simples para desativar esse recurso a qualquer momento".

"Mencione um amigo com @ no app da Meta AI para trazê-lo à sua criação, compartilhe diretamente no seu story ou grupo de chat, ou remixe o que está em alta. É IA a serviço das experiências sociais que bilhões de pessoas já amam", afirmou a empresa.

O g1 também testou a ferramenta com contas privadas, mas a criação das imagens foi bloqueada. O g1 procurou a Meta para saber como a empresa pretende agir em casos de mau uso da ferramenta e aguarda resposta.

IA da Meta permite que terceiros criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir — Foto: Reprodução/Meta AI

Embora o recurso esteja sendo liberado gradualmente, a Meta já permite impedir que terceiros usem seus conteúdos públicos para criar imagens com a Meta AI. Veja como:

No seu perfil, toque no menu (as três barras no canto superior direito).Em "Como outras pessoas podem interagir com você", toque em "Compartilhamento e reutilização".Em "Permita que as pessoas reutilizem seu conteúdo no Instagram e com recursos de IA da Meta", desmarque as opções "Posts" e "Reels".

➡️ Nas configurações do app Meta AI, em um recurso separado do Muse Image, também é possível definir quem pode usar sua imagem em criações com IA. Para isso, acesse as configurações da Meta AI, toque em "Sua imagem" e envie uma selfie e outras fotos suas.

Em seguida, escolha quem poderá usar essas imagens: "Somente você", "Seguidores que eu aprovo", "Seguidores que eu também sigo" ou "Todos".

Para Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital, a decisão de permitir o uso de imagens de colegas publicadas no Instagram para criações com a IA da Meta mostra que a corrida pela inteligência artificial está acontecendo sem a devida atenção a questões éticas, de governança, de segurança e aos cuidados necessários com as pessoas.

"Se a IA da Meta causar danos a terceiros e ficar comprovado que medidas de proteção, os chamados guard rails, poderiam ter sido adotadas, mas não foram por causa da pressa, isso pode ser caracterizado como imprudência", afirmou.

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Decisão sobre tarifaço ao Brasil sairá ‘muito em breve’, diz representante de comércio dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,1%Dólar TurismoR$ 5,351-0,05%Euro ComercialR$ 5,881-0,03%Euro TurismoR$ 6,1310,01%B3Ibovespa171.177 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,1%Dólar TurismoR$ 5,351-0,05%Euro ComercialR$ 5,881-0,03%Euro TurismoR$ 6,1310,01%B3Ibovespa171.177 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,1%Dólar TurismoR$ 5,351-0,05%Euro ComercialR$ 5,881-0,03%Euro TurismoR$ 6,1310,01%B3Ibovespa171.177 pts0,31%Oferecido por

Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025. — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters

O representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou nesta quinta-feira (9) que a decisão sobre um novo tarifaço às importações brasileiras será anunciada "muito em breve", mas disse que os dois países ainda estão distantes de um acordo.

"Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma distância considerável entre nós. Por isso, vocês verão uma decisão final sobre o Brasil muito em breve, porque temos um prazo legal até 15 de julho", disse Greer em entrevista à Fox Business Network.

Em 1º de junho, Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre diferentes temas, como desmatamento ilegal, pirataria e PIX. No dia seguinte, ele anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.

Em ambos os casos, uma longa lista de exceções foi apresentada para evitar uma alta de preços no mercado americano.

Na segunda-feira (6), o USTR abriu a fase de audiências públicas da investigação. A participação é aberta aos interessados que se inscreverem.

Participaram das audiências representantes de associações brasileiras e americanas de vários setores, como café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.

Para o presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), Abrão Neto, "a aplicação de novas tarifas seria prejudicial para ambas as economias, com impactos negativos para o setor produtivo e os consumidores dos Estados Unidos, além de perda de competitividade das exportações brasileiras para um mercado crucial”.

Neto mencionou, ainda, que a participação dos Estados Unidos no comércio total do Brasil caiu para 11,2% nos cinco primeiros meses de 2026, o menor nível já registrado. As importações brasileiras provenientes dos Estados Unidos também recuaram 11% no mesmo período.

"Essas tendências sugerem que tarifas adicionais podem reduzir ainda mais a presença comercial e a influência econômica dos EUA em um dos maiores mercados emergentes do mundo, abrindo espaço para que concorrentes estrangeiros ampliem sua participação de mercado às custas das empresas americanas", complementou.

Como mostrou o blog da Ana Flor, representantes de empresas que participaram das audiências avaliam que a adoção de novas tarifas é praticamente inevitável. A expectativa, porém, é que o alcance da medida possa ser calibrado de acordo com seus impactos sobre a economia americana.

Um dos principais argumentos apresentados é que encarecer a importação de produtos brasileiros pode aumentar a dependência das cadeias produtivas dos Estados Unidos de insumos e componentes vindos da China, um efeito que contraria a estratégia comercial do governo Donald Trump.

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Dólar abre com estabilidade nesta quinta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%Oferecido por

O dólar abriu esta quinta-feira (9) com leve queda de 0,15%, cotado a R$ 5,1406. Na véspera, a moeda americana operou com volatilidade, mas encerrou o dia em queda de 0,07%, cotado a R$ 5,1485.

O mercado reage à nova escalada das tensões no Oriente Médio. Estados Unidos e Irã anunciaram novos ataques pelo segundo dia consecutivo nesta quinta, em meio à disputa pelo controle do Estreito de Ormuz, que é uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.

O cenário mexe com o mercado de petróleo. Por volta das 9h, o barril de petróleo Brent operava em alta de 0,58%, a US$ 78,52. O WTI também subia 0,34%, a US$ 73,76.

Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios no Estreito de Ormuz.

A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.

💡 O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.

Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.

Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.

Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.

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Petróleo sobe em meio à tensão no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%Oferecido por

O mercado reage à nova escalada das tensões no Oriente Médio. Nesta quinta-feira (9), Estados Unidos e Irã anunciaram novos ataques pelo segundo dia consecutivo, em meio à disputa pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.

Por volta das 9h, o barril de petróleo Brent operava em alta de 0,58%, a US$ 78,52. O WTI também subia 0,34%, a US$ 73,76.

Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz.

A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.

💡 O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.

Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.

Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.

Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.

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Governo avalia retirada do subsídio à gasolina na próxima semana, após nova onda de ataques no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que vai avaliar, na próxima semana, a retirada parcial ou total do subsídio à gasolina criado pelo governo para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis.

Segundo o ministro, a intenção inicial era retirar o benefício ainda nesta semana. No entanto, a alta de mais de 5% no preço do barril de petróleo na quarta (8) levou a equipe econômica a adiar a decisão.

Em maio, o governo anunciou o subsídio à gasolina importada ou produzida no Brasil. A medida, inicialmente, tinha previsão de duração de dois meses para conter os efeitos da guerra nos preços do petróleo. O valor do subsídio é de R$ 0,44 por litro.

"Essa semana eu ia anunciar a retirada do subsídio da gasolina, vou analisar a retirada na próxima semana, porque o preço da gasolina já está com o impacto diferente do que eu estava prevendo", disse ele, nesta manhã, em entrevista à Rádio Gaúcha.

"Semana que vem, a depender da situação, o que eu gostaria de fazer é retirar o subsídio da gasolina, seja parcial ou totalmente, como próximo passo", complementou o ministro.

Em abril deste ano, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo.

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação;linhas de crédio para o setor aéreo.

Em 1º de julho a retirada da subvenção ao diesel começou a valer. A previsão é que uma medida semelhante fosse anunciada pela gasolina em breve. Mas, o governo pode adiar a decisão em meio aos novos ataques dos Estados Unidos no Irã.

As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã nesta quarta-feira (8), com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz.

Segundo o comunicado emitido pelas forças americanas, a ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.

A ofensiva desta quarta-feira dá continuidade a uma primeira onda de ataques realizada na noite anterior. Na terça-feira (7), as forças do Centcom já haviam bombardeado aproximadamente 80 alvos militares no Irã, incluindo mais de 60 pequenas embarcações do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica.

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Por que ovos de codorna têm manchas e cores diferentes? Entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 05:47

GLOBO RURAL Por que ovos de codorna têm manchas e cores diferentes? Entenda Pigmentos responsáveis pela coloração da casca são produzidos por glândulas localizadas no útero da ave. A genética de cada codorna determina se a tonalidade vai tender mais para o marrom, o azul ou o verde. Por Redação g1, Globo Rural

Os ovos de codorna podem apresentar cascas com diferentes cores e padrões de manchas. A variação é normal e está relacionada, principalmente, à genética de cada ave.

Segundo o médico-veterinário Carlos Pozzebom, responsável por uma criação com cerca de 5.400 codornas em Coronel Freitas (SC), cada ovo tem características próprias.

"Essa diversidade acontece pela genética das aves. Cada ovo vai ter a sua coloração, diferentes tamanhos, manchas. Cada ovo é único", explica.

Os pigmentos responsáveis pela coloração da casca são produzidos por glândulas localizadas no útero da ave. A genética de cada codorna determina se a tonalidade vai tender mais para o marrom, o azul ou o verde.

As codornas colocam um ovo a cada 23 horas. A pigmentação da casca ocorre na etapa final da formação do ovo, durante a formação da casca. Nessa fase, são depositados os pigmentos que dão origem às diferentes tonalidades e desenhos da casca.

De acordo com o especialista, isso pode ocorrer por deficiência nutricional ou estresse, causado por falta de luminosidade, temperaturas elevadas ou excesso de aves por gaiola.

As codornas precisam de cerca de 18 horas de luz por dia, considerando tanto a iluminação natural quanto a artificial. A temperatura ideal para a criação fica entre 20 °C e 25 °C.

"Várias aves dentro de uma gaiola podem fazer com que elas se sintam em um ambiente muito apertado e fiquem estressadas", afirma Pozzebom.

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Meta constrói data center gigante de IA no Canadá com energia equivalente a 800 mil casas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 03:47

Tecnologia Meta constrói data center gigante de IA no Canadá com energia equivalente a 800 mil casas Unidade de 1 GW será a primeira da empresa no país e receberá investimento de mais de R$ 47 bilhões. Estrutura será voltada ao avanço das tecnologias de inteligência artificial usadas por bilhões de pessoas. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

A Meta Platforms anunciou o início da construção de um novo data center otimizado para inteligência artificial em Sturgeon County, na província de Alberta, no Canadá. A unidade terá 1 gigawatt (GW) de capacidade energética, projetada para atender às demandas de processamento de IA.

A novidade consumirá o equivalente a eletricidade de 800 mil residências. O projeto representa um investimento superior a CAD$ 13 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 47,32 bilhões.

Segundo a empresa, a construção deve gerar mais de 3 mil empregos no pico das obras e a criação de mais de 300 vagas operacionais após a conclusão da estrutura.

Este será o primeiro data center da Meta no Canadá e o 33º da companhia no mundo. A unidade ajudará a desenvolver tecnologias usadas por bilhões de pessoas para comunicação, criação de comunidades, crescimento de negócios e uso de dispositivos vestíveis.

Além da construção do data center, a Meta informou que investirá cerca de CAD$ 60 milhões (R$ 218,4 milhões) em melhorias de infraestrutura local, incluindo obras relacionadas a estradas e sistemas de água.

A empresa também pretende lançar programas de apoio financeiro para organizações sem fins lucrativos da região.

A Meta afirmou que arcará integralmente com os custos relacionados ao consumo de energia dos seus data centers, para evitar impactos sobre os consumidores locais. A empresa também financiou novas estruturas de geração e melhorias na rede elétrica para atender à demanda da unidade.

Segundo a companhia, todo o consumo de eletricidade do novo data center será compensado com 100% de energia limpa e renovável.

Representação artística do centro de dados de IA planejado pela Meta – o primeiro da empresa no Canadá, a ser construído em Sturgeon County, Alberta — Foto: Meta/Divulgação

A empresa também informou que adotará um sistema de resfriamento com uso eficiente de água. O data center de Sturgeon County utilizará um sistema fechado de resfriamento líquido com resfriamento a seco, que, segundo a Meta, elimina o uso operacional de água no sistema de refrigeração.

Dessa forma, o consumo de água da unidade ficará restrito a usos domésticos, sistemas de proteção contra incêndios e manutenção de equipamentos.

A Meta afirma ainda que pretende ser positiva em água até 2030, restaurando globalmente mais água do que consome em suas operações próprias.

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‘Não existe mais ano normal’: agricultores dos EUA mudam horários de colheita e protegem mudas para enfrentar calor extremo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 03:47

Agro 'Não existe mais ano normal': agricultores dos EUA mudam horários de colheita e protegem mudas para enfrentar calor extremo Além de antecipar a colheita, produtores de frutas e hortaliças recorrem à sombra, ventilação e diversificação das culturas para resistir a eventos climáticos extremos. Por Joshua Bickel

Produtores de frutas e hortaliças nos Estados Unidos mudam rotinas e protegem mudas para enfrentar ondas de calor extremo. As mudanças climáticas encurtam as janelas de plantio.

A agricultora Annie Woods colhe vegetais em horários alternativos e usa tendas para gerar sombra. Ela armazena mudas em locais refrigerados para garantir a produção de outono.

O produtor Paul Rasch antecipou o horário de colheita de framboesas para proteger seus funcionários do calor. Ele afirma que as condições climáticas extremas estão mais frequentes.

Pequenos produtores sofrem com burocracias para obter seguros agrícolas federais, criados para grandes commodities. O modelo de agricultura apoiada por comunidade ajuda a mitigar prejuízos de Woods.

Annie Woods colhe abobrinhas da variedade Eight Ball ao pôr do sol, na quarta-feira, 1º de julho de 2026, em sua fazenda em Brooksville, no estado de Kentucky, EUA. — Foto: Joshua A. Bickel/AP

Mesmo quando o sol começa a se pôr, o calor do dia ainda permanece no ar enquanto Annie Woods volta à lavoura para colher abóboras e abobrinhas em sua fazenda.

Ondas de calor intensas e prolongadas fazem parte de um padrão de eventos climáticos extremos impulsionado pelas mudanças climáticas, que também têm provocado secas e enchentes severas. Para os agricultores dos EUA, isso significa janelas de plantio mais curtas e maior risco de perda de safras, devido a períodos de calor no início da temporada seguidos por geadas.

“Acho que é muito seguro dizer que essas ondas de calor não vão desaparecer nem são eventos isolados”, afirmou Woods.

A recente cúpula de calor (heat dome), um sistema de alta pressão que aprisiona o calor e a umidade sobre uma região, afetou produtores especializados no cultivo de frutas e hortaliças. As mudanças climáticas causadas pela ação humana também têm intensificado as ondas de calor e outros eventos climáticos extremos.

Esses produtores encontraram maneiras de se adaptar, em parte ajustando os horários de colheita para evitar os períodos mais quentes do dia.

No entanto, segundo especialistas, eles nem sempre contam com a mesma rede de proteção disponível para produtores de commodities agrícolas tradicionais, como milho e soja, quando eventos climáticos extremos atingem as lavouras.

Woods trabalha nos períodos mais frescos do dia, pela manhã e no fim da tarde, fazendo pausas frequentes para se hidratar. Ela faz o plantio e a colheita manualmente, ao contrário das grandes fazendas, que costumam depender de máquinas.

Quando precisa colher durante o calor intenso, monta no campo uma tenda, a mesma que usa nas feiras de produtores, para criar áreas de sombra.

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Annie Woods carrega uma caixa com abóboras e abobrinhas durante a colheita em sua fazenda, em Brooksville, Kentucky, na quarta-feira (1º). — Foto: Joshua A. Bickel/AP

O calor extremo, combinado com períodos de chuva e alta umidade, também favorece o surgimento de doenças e pragas que podem destruir as lavouras. No momento, a prioridade é colher as culturas mais vulneráveis, como folhas para salada.

Woods produz hortaliças e ervas culinárias para restaurantes da região e para um programa de agricultura apoiada pela comunidade. Segundo ela, colher os produtos quando as temperaturas estão muito elevadas pode comprometer sua qualidade.

Ela também está preocupada com a saúde das mudas que darão origem às culturas de outono. Atualmente, mantém as mudas em um armário fechado dentro de um celeiro, onde a temperatura é mais baixa. Depois que germinam, elas são transferidas para uma estufa equipada com ventiladores para manter o ambiente em condições adequadas.

"Precisamos verificar a estufa constantemente e regar com frequência para manter vivas essas mudinhas tão pequenas", disse Woods.

Para alguns produtores, a recente onda de calor também reduziu a janela de colheita de determinadas culturas.

Bandejas com mudas ficam armazenadas em um armário para se manterem resfriadas em uma fazenda em Brooksville, Kentucky, na quarta-feira (1º). — Foto: Joshua A. Bickel/AP

É o caso de Paul Rasch, proprietário de vários pomares no centro do estado de Iowa. Segundo ele, o calor obrigou sua equipe de oito trabalhadores a acelerar a colheita das framboesas. Normalmente, eles teriam cerca de três semanas para colher essa fruta altamente perecível, mas, agora, "estamos correndo para colher o máximo possível", afirmou.

Em alguns dias, a colheita começa às 6h da manhã para terminar antes do meio-dia, quando o calor se torna excessivo e inseguro para trabalhar.

Rasch também instalou ar-condicionado em prédios da propriedade e está ampliando as áreas de sombra para os visitantes, com árvores e pavilhões cobertos, para que os clientes que colhem as próprias frutas possam se refrescar.

Além disso, está testando algumas estufas do tipo high tunnel para manter condições mais estáveis para determinadas culturas.

Segundo Rasch, esses episódios de calor parecem estar se tornando mais frequentes, mais intensos e mais duradouros. Somados a enchentes, secas e geadas tardias na primavera, esses eventos representam uma ameaça às lavouras ao longo de todo o ano.

Um gato faz uma pausa entre fileiras de mudas que aguardam o plantio, na quarta-feira, 1º de julho de 2026, em uma fazenda em Brooksville, no estado de Kentucky, EUA. — Foto: Joshua A. Bickel/AP

Pequenas propriedades, como as de Woods e Rasch, costumam cultivar uma grande variedade de produtos ao longo do ano. Essa estratégia é, em parte, uma decisão comercial, mas também serve para reduzir os prejuízos quando uma determinada cultura é afetada e outras não.

"Sempre haverá alguma cultura que vai prosperar, enquanto outras enfrentarão mais dificuldades", disse Woods.

Rasch também explicou que o seguro agrícola para produtores de frutas, hortaliças e outras culturas especiais funciona de forma diferente daquele destinado aos produtores de commodities, como milho e soja. Segundo ele, esses agricultores são mais vulneráveis aos eventos climáticos extremos, mas contam com menos proteção.

Woods, que também atua na Associação Orgânica de Kentucky, concorda. Ela afirma conhecer diversos produtores que têm dificuldade para contratar seguro porque cultivam muitas culturas diferentes em pequenas áreas.

Isso ocorre porque os programas federais de seguro agrícola dos Estados Unidos foram desenvolvidos para proteger lavouras únicas com apenas uma safra por ano, como milho, soja e trigo, explicou Duncan Orlander, especialista em políticas públicas da National Sustainable Agriculture Coalition.

Para pequenos produtores de frutas e hortaliças, a burocracia necessária para segurar diversas culturas em pequenas propriedades pode ser excessiva. Além disso, determinadas culturas especiais sequer contam com cobertura em algumas regiões. Segundo Orlander, as seguradoras também têm pouco incentivo para vender apólices com prêmios baixos e possíveis indenizações reduzidas.

Embora existam programas federais que assegurem a receita total da propriedade, e não culturas específicas, Orlander afirma que essas modalidades são complexas e ainda pouco utilizadas.

"Não estamos conseguindo acompanhar as perdas e os eventos climáticos extremos que estamos presenciando", disse. "Precisamos pensar de maneira diferente sobre como reduzir riscos e cobrir prejuízos no futuro, quando esses eventos ocorrerem."

Para Woods, o programa de agricultura apoiada pela comunidade (CSA) oferece maior flexibilidade caso alguma cultura seja perdida. Os consumidores apoiam financeiramente a fazenda durante toda a temporada, independentemente de quais hortaliças acabarão recebendo em suas cestas.

Segundo ela, esse modelo, aliado à diversidade de culturas, é uma forma de "não colocar todos os ovos na mesma cesta" diante de ondas de calor, enchentes e secas.

"É algo que precisamos considerar, planejar e nos preparar para sermos resilientes diante desse tipo de evento", concluiu Woods.

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