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Agibank precifica IPO nos EUA a US$ 12 por ação e estreia na Bolsa de Nova York nesta quarta-feira
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Agibank precifica IPO nos EUA a US$ 12 por ação e estreia na Bolsa de Nova York nesta quarta-feira
Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47
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A fintech Agibank comunicou nesta quarta-feira (11) que precificou sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos a US$ 12 por papel, movimentando US$ 276 milhões quando incluído lote adicional.
A operação contemplou 20 milhões de ações ordinárias Classe A e inclui uma opção de 30 dias para os coordenadores comprarem até 3 milhões de papéis adicionais ao preço do IPO.
Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup são os coordenadores globais do IPO, com o sindicato incluindo ainda Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Societe Generale e XP, além Oppenheimer & Co. e Susquehanna Financial Group.
O preço ficou no piso da faixa indicativa, de US$12 a US$13, que já havia sido reduzida da proposta inicial, de US$15 a US$18. A fintech também reduziu o tamanho da oferta.
O IPO do Agibank ocorre após o banco digital rival PicPay abrir seu capital na bolsa norte-americana Nasdaq no mês passado, na primeira oferta pública inicial de ações de uma empresa brasileira em mais de quatro anos.
A fintech Agibank informou nesta quarta-feira (11) que fixou o preço de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos em US$ 12 por papel, movimentando US$ 276 milhões (R$ 1,4 bilhão) com a inclusão do lote adicional.
A empresa colocou à venda 20 milhões de ações e deu aos bancos responsáveis pela oferta um prazo de 30 dias para comprar até 3 milhões de ações a mais, pelo mesmo preço.
Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup atuam como coordenadores globais da oferta. O sindicato também conta com Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Société Générale e XP, além de Oppenheimer & Co. e Susquehanna Financial Group.
O preço foi definido no limite inferior da faixa indicativa, entre US$ 12 e US$ 13, que já havia sido revisada para baixo em relação à proposta inicial, de US$ 15 a US$ 18. A empresa também reduziu o tamanho da oferta.
O IPO do Agibank ocorre após o banco digital concorrente PicPay abrir capital na bolsa norte-americana Nasdaq no mês passado, na primeira oferta pública de uma empresa brasileira em mais de quatro anos.
As ações do Agibank começam a ser negociadas nesta quarta-feira na Bolsa de Valores de Nova York, sob o código “AGBK”.
A fintech havia protocolado o pedido de IPO com distribuição primária e secundária na Bolsa de Nova York (Nyse, na sigla em inglês) em 14 de janeiro deste ano.
A expectativa é que a empresa destine os recursos captados na oferta para "propósitos corporativos gerais", segundo informou em documento enviado à SEC (CVM americana), à época.
A companhia também informou que pode destinar parte do dinheiro para a compra ou investimento em novos negócios, produtos, serviços ou tecnologias. No entanto, destaca que "não tem acordos ou compromissos para aquisições ou investimentos materiais neste momento".
A origem do Agibank remonta a 1999, quando Marciano Testa, então estudante universitário, fundou a Agiplan com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito no Brasil.
Além de Testa, o Agibank tem como principais acionistas as gestoras brasileiras Vinci Compass e Lumina Capital Management.
A Lumina é presidida por Daniel Goldberg, ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil e ex-integrante do conselho de administração do Nubank, segundo documentos apresentados ao regulador.
No acumulado de 2025 até o fim de setembro, o banco contava com cerca de 6,4 milhões de clientes ativos, carteira de crédito de R$ 34 bilhões, lucro líquido de R$ 875 milhões e retorno médio sobre o patrimônio líquido de 41%, segundo o balanço do terceiro trimestre divulgado em seu site de relações com investidores.
O número de funcionários era de 5.030, ante 4.700 no fim de 2024, de acordo com os documentos apresentados ao regulador.
O pedido de IPO amplia a lista de empresas brasileiras do setor financeiro que abriram capital nos Estados Unidos, da qual já fazem parte Nubank, XP, Inter, PagBank e StoneCo.
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