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Zema sanciona lei que autoriza privatização da Copasa e anuncia troca no comando da empresa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Minas Gerais Zema sanciona lei que autoriza privatização da Copasa e anuncia troca no comando da empresa Promulgação do PL que permite avanço da desestatização da companhia foi publicada no Diário Oficial do Estado. Estatal será gerida por Marília Melo, secretária à frente da Semad. Por g1 Minas — Belo Horizonte

O governador Romeu Zema (Novo) sancionou nesta terça-feira (23) a lei que autoriza a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).

No mesmo dia, ele anunciou a troca do comando da estatal, que será gerida por Marília Melo, até então secretária da Semad.

A promulgação do PL que permite o avanço da desestatização da empresa, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).

Já o desligamento do atual presidente da companhia, Fernando Passalio, foi divulgado em uma nota à imprensa.

Zema sanciona lei que autoriza privatização da Copasa e troca comando da empresa — Foto: EPTV/Reprodução

O governador Romeu Zema (Novo) sancionou nesta terça-feira (23) a lei que autoriza a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). No mesmo dia, ele anunciou a troca do comando da estatal, que será gerida por Marília Melo, até então secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

A promulgação do PL que permite o avanço da desestatização da empresa foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE). Já o desligamento do atual presidente da companhia, Fernando Passalio, foi divulgado em uma nota à imprensa.

"[…] agora, o processo de desestatização da Copasa será conduzido por Marília Carvalho de Melo, uma das maiores autoridades sobre água no Estado e que já responde paralelamente pelo tema do saneamento desde 2020", informou o Executivo estadual.

No comunicado, o governo de Minas ressaltou os feitos de Passalio à frente da Copasa, dizendo que o servidor de carreira foi fundamental para garantir os ajustes necessários para viabilizar o processo de desestatização no contexto do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

O Executivo também destacou que Marília Melo foi a primeira mulher a comandar a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a liderar o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), órgão do qual é servidora de carreira desde 2006.

"Ocupou, antes de ser nomeada secretária, o cargo de diretora-geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em duas ocasiões", completou.

Ainda conforme a nota, "outros detalhes sobre as mudanças anunciadas serão repassados em momento oportuno".

Com a aprovação da lei que autoriza a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), a empresa que cuida do abastecimento de água de 75% dos municípios mineiros não será mais controlada pelo estado. A ideia é que a estatal seja transformada em uma corporation, modelo em que a empresa deixa de ter um único "dono".

O governo de MG ainda não informou de que forma a desestatização será colocada em prática. A proposta foi aprovada pelos deputados na última quarta-feira (17) e prevê a adoção de uma das seguintes modalidades:

alienação total ou parcial de participação societária que resulte em perda ou transferência do controle acionário do Estado: venda das ações do estado para um comprador privado, geralmente por meio de leilão.aumento de capital, mediante a subscrição de novas ações, com renúncia ou cessão, total ou parcial, dos direitos de subscrição, de forma a acarretar a perda do controle acionário do Estado: novas ações da empresa são emitidas no mercado e compradas por investidores privados, de forma que a participação do estado "encolhe".

A lei estabelece que, embora deixe de controlar a Copasa, o estado — que, atualmente, detém 50,03% das ações da companhia — mantenha uma ação preferencial de classe especial, conhecida como golden share, com direito a veto nas deliberações sobre:

alteração de denominação e sede da companhia;alteração nos limites ao exercício do direito de voto atribuído a acionistas ou grupo de acionistas.

Além disso, o texto determina que, independentemente da quantidade de ações, todos os acionistas terão poder de voto limitado a um teto.

O PL, de autoria de Romeu Zema, foi aprovado na forma do substitutivo proposto pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária durante a tramitação em 2º turno. Na votação da semana passada, 53 deputados foram favoráveis à proposta e 19 votaram contra.

O texto prevê que, após a privatização, a Copasa garanta o atendimento a metas de universalização de água e esgoto nos municípios onde atua e a melhoria da qualidade da água tratada.

A proposta assegura a manutenção do contrato de trabalho dos empregados do quadro permanente da Copasa por 18 meses. Após esse período, o estado pode lotar os servidores em outras empresas públicas estaduais, mas não há garantia.

O substitutivo afirma também que os recursos provenientes da desestatização podem ser usados para amortização da dívida do estado com a União e cumprimento de obrigações relacionadas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O texto autoriza, ainda, que parte do dinheiro seja depositada em um fundo estadual de saneamento básico.

A privatização da Copasa é uma das bandeiras de Romeu Zema e sempre esteve nos planos do governador.

Para facilitar o processo, ele enviou à ALMG, em 2023, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira a exigência de consulta popular sobre a venda da empresa.

Antes, a Constituição de Minas Gerais determinava que a população deveria ser ouvida, por meio de referendo, para a aprovação da desestatização. No entanto, com a aprovação da PEC, no início de novembro, essa obrigatoriedade não existe mais.

O governador diz que a privatização é necessária para a modernização da empresa, a atração de investimentos e o pagamento da dívida do estado com a União, estimada em cerca de R$ 180 bilhões.

A oposição argumenta que a desestatização deve gerar aumento de tarifa, precarização do serviço e demissões. Além disso, defende que o estado consegue pagar a dívida sem precisar abrir mão da Copasa.

A empresa cuida do abastecimento de água em 637 municípios mineiros e, em 308 deles, também fornece serviços de esgoto — os números incluem municípios atendidos pela Copanor, subsidiária responsável pelos serviços de saneamento nas regiões Norte e Nordeste de MG.

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Número de bilionários com menos de 30 anos que enriqueceram sem herança bate recorde, diz Forbes

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

De acordo com a revista Forbes, foi registrado o maior número já observado de bilionários com menos de 30 anos que construíram suas fortunas sem herança familiar.

A lista reúne 13 jovens empreendedores que alcançaram patrimônios superiores a US$ 1 bilhão ainda na casa dos 20 anos.

O dado chama atenção não apenas pela quantidade de jovens bilionários, mas também pela rapidez com que essas fortunas foram formadas.

Esse avanço está ligado ao crescimento de setores que, há uma década, ainda eram inexistentes ou pouco desenvolvidos.

O ano de 2025 marcou uma mudança no perfil dos super-ricos globais. De acordo com a revista Forbes, foi registrado o maior número já observado de bilionários com menos de 30 anos que construíram suas fortunas sem herança familiar.

A lista reúne 13 jovens empreendedores que alcançaram patrimônios superiores a US$ 1 bilhão ainda na casa dos 20 anos — quase o dobro do recorde anterior, registrado em 2022, quando sete pessoas se enquadravam nesse perfil.

🔎 Entre os nomes deste ano está a brasileira Luana Lopes Lara, de 29 anos, que aparece como a mulher mais jovem do mundo a atingir o status de bilionária sem herança, segundo o levantamento da revista.

👉 O dado chama atenção não apenas pela quantidade de jovens bilionários, mas também pela rapidez com que essas fortunas foram formadas: entre novembro e dezembro de 2025, sete novos nomes passaram a integrar esse grupo.

Esse avanço está ligado ao crescimento de setores que, há uma década, ainda eram inexistentes ou pouco desenvolvidos. Áreas como inteligência artificial, mercados de previsão e apostas online passaram a gerar empresas avaliadas em bilhões de dólares em poucos anos (e às vezes em poucos meses).

A seguir, confira quem são os bilionários com menos de 30 anos que construíram fortunas próprias, com estimativas atualizadas até dezembro de 2025.

Fortuna: US$ 3,2 bilhõesOrigem da riqueza: Inteligência artificialCofundador da Scale AI, empresa de rotulagem de dados usada no treinamento de modelos de IA. A Meta comprou 49% da companhia por cerca de US$ 14 bilhões.

Fortuna: US$ 2,8 bilhõesOrigem da riqueza: Apostas onlineCofundador do cassino digital Stake.com, que ganhou escala durante a pandemia.

Fortuna: US$ 2,2 bilhõesOrigem da riqueza: Inteligência artificialCofundador da Mercor, startup de recrutamento com uso de IA avaliada em US$ 10 bilhões.

Fortuna: US$ 2,2 bilhõesOrigem da riqueza: Inteligência artificialCofundador e diretor de tecnologia da Mercor.

Fortuna: US$ 1,6 bilhãoOrigem da riqueza: Codificação com IACofundador da startup sueca Lovable, que permite criar sites e aplicativos com auxílio de inteligência artificial.

Fortuna: US$ 1,3 bilhãoOrigem da riqueza: Software de IACofundador da Cursor, empresa de edição de código com inteligência artificial.

Fortuna: US$ 1,3 bilhãoOrigem da riqueza: Mercados de previsãoCofundadora da Kalshi, plataforma que permite apostas sobre eventos futuros, como eleições e indicadores econômicos.

Fortuna: US$ 1 bilhãoOrigem da riqueza: Mercados de previsãoFundador da Polymarket, plataforma que ganhou projeção após receber um investimento de US$ 2 bilhões da Intercontinental Exchange.

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Nvidia conclui compra de US$ 5 bilhões em ações da Intel

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Tecnologia Nvidia conclui compra de US$ 5 bilhões em ações da Intel Acordo anunciado em setembro é visto como um importante alívio financeiro para a fabricante de chips. Por Reuters

A Nvidia concluiu a compra de ações da Intel, em uma transação anunciada em setembro entre as duas fabricantes de chips.

O acordo é visto como um importante alívio financeiro para a Intel após anos de erros e expansões de capacidade de produção que drenaram suas finanças.

Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

A Nvidia concluiu a compra de ações da Intel no valor de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões), consumando a transação anunciada em setembro entre as duas fabricantes de chips.

O acordo é visto como um importante alívio financeiro para a Intel após anos de erros e expansões de capacidade de produção que drenaram suas finanças.

ENTENDA: com compra, Nvidia se torna uma das maiores acionistas da rivalGoverno Trump também virou sócio da Intel

De acordo com um comunicado divulgado pela Comissão Federal de Comércio dos EUA no início de dezembro, as agências antitruste dos EUA aprovaram o investimento da Nvidia na concorrente.

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WePink é multada em R$ 1,5 milhão pelo Procon-SP; entenda o que motivou a punição

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Virginia Fonseca, a sócia, Samara Pink, e seu marido, Thiago Stabile, nos bastidores de live shopping da marca WePink — Foto: Reprodução/Instagram

O Procon-SP anunciou nesta segunda-feira (29) a aplicação de uma multa de R$ 1.566.416,66 à empresa WePink, da influenciadora Virginia Fonseca, por “diversas infrações ao Código de Defesa do Consumidor (CDC)”.

Segundo o órgão, a penalidade foi aplicada após sucessivas reclamações de consumidores da marca de cosméticos.

Descumprimento de prazos de entrega;Envio de pedidos incompletos;Demora excessiva para estorno de valores;Atraso na entrega de itens substituídos por defeito.

A investigação também considerou queixas sobre falhas no atendimento a consumidores que exerceram o “direito de arrependimento”, que permite ao cliente devolver o produto e receber o reembolso em até sete dias após o recebimento de compras feitas pela internet ou por telefone.

De acordo com nota do Procon-SP, a “WePink deixou de informar dados obrigatórios para o comércio eletrônico como o endereço físico e e-mail para contato”.

O valor da multa foi definido com base na gravidade das infrações, na condição financeira da empresa e nos benefícios obtidos.

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Meta compra IA chinesa Manus, que ganhou fama de ‘novo Deepseek’

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Tecnologia Meta compra IA chinesa Manus, que ganhou fama de 'novo Deepseek' Empresa viralizou no começo do ano com agente de IA e depois mudou sua sede para Singapura. Por Reuters

A Meta anunciou nesta segunda-feira (29) que vai comprar a startup de inteligência artificial Manus, acelerando os esforços para integrar IA avançada em todas as suas plataformas.

A Manus foi fundada na China mas possui sede em Cingapura. Ela viralizou no início deste ano no X, após lançar o que alegou ser o primeiro agente de IA geral do mundo.

A Meta, dona do Instagram e do WhatsApp, anunciou nesta segunda-feira (29) que vai comprar a startup de inteligência artificial Manus, acelerando os esforços para integrar IA avançada em todas as suas plataformas.

Ela viralizou no início deste ano no X, após lançar o que alegou ser o primeiro agente de IA geral do mundo, capaz de tomar decisões e executar tarefas de forma autônoma com muito menos instruções necessárias do que os chatbots de IA como o ChatGPT e o DeepSeek. Isso levou os comentaristas a chamá-la de a próxima DeepSeek da China, e ela foi aclamada pela televisão estatal chinesa.

Que fim levou o DeepSeek? Fenômeno do começo de 2025 perde fôlegoAgentes de IA são aposta de empresas, e quem domina pode ganhar até R$ 20 mil

Meses depois, a empresa mudou sua sede para Cingapura, juntando-se a uma onda de outras empresas chinesas que fizeram o mesmo para reduzir os riscos decorrentes das tensões entre os Estados Unidos e a China.

A Manus, cujos produtos não estão disponíveis na China, afirma que o desempenho de seu agente de IA supera o do DeepResearch da OpenAI. Ela também tem uma parceria estratégica com a Alibaba para colaborar em seus modelos de IA.

A Meta operará e venderá o serviço Manus e o integrará em seus produtos para consumidores e empresas, inclusive no Meta AI, informou a empresa.

Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas uma fonte com conhecimento direto do assunto disse que o negócio avalia a empresa entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões.

Gigantes da tecnologia, como a Meta, têm aumentado os investimentos em IA por meio de aquisições estratégicas e contratações de talentos, à medida que enfrentam a acirrada concorrência do setor.

Logotipo da Meta Platforms, durante uma conferência na Índia, em 2023 — Foto: REUTERS/Francis Mascarenhas

Há 11 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 11 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 11 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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Petrobras inicia produção na plataforma P-78 do Campo de Búzios

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Petrobras informou nesta sexta-feira que iniciou a produção no navio-plataforma (FPSO) P-78, localizado no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, na última quarta-feira (31).

A unidade integra o projeto Búzios 6, que corresponde ao sétimo sistema em operação no campo — o maior do país em reservas.

A plataforma tem capacidade para produzir até 180 mil barris de óleo por dia e para comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos de gás diariamente.

Com a entrada em operação da plataforma P-78, a capacidade instalada do campo será ampliada para cerca de 1,15 milhão de barris por dia, além de permitir a exportação de gás para o continente.

Segundo a Petrobras, a P-78 inaugura uma nova geração de unidades próprias, desenvolvida a partir de um projeto de referência que reuniu lições aprendidas com as primeiras plataformas em operação no pré-sal.

Petrobras: a FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Divulgação/Petrobras

A Petrobras informou nesta sexta-feira que iniciou a produção no navio-plataforma (FPSO) P-78, localizado no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, na última quarta-feira (31).

A unidade integra o projeto Búzios 6, que corresponde ao sétimo sistema em operação no campo — o maior do país em reservas. A plataforma tem capacidade para produzir até 180 mil barris de óleo por dia e para comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos de gás diariamente.

Com a entrada em operação da plataforma P-78, a capacidade instalada do campo será ampliada para cerca de 1,15 milhão de barris por dia, além de permitir a exportação de gás para o continente.

Segundo a Petrobras, a P-78 inaugura uma nova geração de unidades próprias, desenvolvida a partir de um projeto de referência que reuniu lições aprendidas com as primeiras plataformas em operação no pré-sal.

O projeto Búzios 6 conta com 13 poços, sendo seis produtores e sete injetores, equipados com sistemas que ampliam o controle e o gerenciamento da produção.

A unidade será interligada por dutos rígidos para produção, injeção e exportação de gás, além de dutos flexíveis para as linhas de serviço, com uso de novas tecnologias para a fixação dessas estruturas no FPSO.

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Tesla deixa de ser maior fabricante de veículos elétricos do mundo, e BYD passa a ser líder

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Carros Tesla deixa de ser maior fabricante de veículos elétricos do mundo, e BYD passa a ser líder Montadora de Elon Musk informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior. A chinesa BYD vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado. Por Associated Press

A Tesla perdeu na sexta-feira (2) o posto de maior fabricante de veículos elétricos do mundo, com a redução nas vendas pelo segundo ano consecutivo.

A Tesla informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior.

A chinesa BYD, que vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado, passou a liderar o ranking global de fabricantes de veículos elétricos.

Em grande parte, os investidores minimizaram os números mais fracos e passaram a focar a estratégia de Musk em outras áreas do negócio.

Os acionistas ainda apostam que Elon Musk, bilionário e CEO da Tesla, conseguirá avançar em seus planos de posicionar a companhia como líder em inteligência artificial e estimular a adoção de robôs humanoides para tarefas básicas em casas e escritórios.

A Tesla perdeu na sexta-feira (2) o posto de maior fabricante de veículos elétricos do mundo, com a redução nas vendas pelo segundo ano consecutivo. A marca sofre com a reação negativa de consumidores e forte concorrência internacional.

A montadora do bilionário Elon Musk informou que entregou 1,64 milhão de veículos em 2025, uma queda de 9% em relação ao ano anterior. A chinesa BYD, que vendeu 2,26 milhões de veículos no ano passado, passou a liderar o ranking global de fabricantes de veículos elétricos.

No quarto trimestre, as vendas da Tesla somaram 418.227 unidades, abaixo das 440 mil projetadas por analistas ouvidos pela FactSet. O resultado foi prejudicado pelo fim do crédito tributário de US$ 7.500, encerrado pelo governo Trump no fim de setembro.

Ainda assim, as ações da Tesla operavam praticamente estáveis, a US$ 450,27, no início do pregão desta sexta-feira.

Os acionistas ainda apostam que Musk conseguirá avançar em seus planos de posicionar a companhia como líder em inteligência artificial e estimular a adoção de robôs humanoides para tarefas básicas em casas e escritórios.

O trimestre mais recente marcou o início das vendas das versões mais baratas do Model Y e do Model 3, apresentadas por Musk no começo de outubro como parte de um esforço para impulsionar a demanda.

O novo Model Y custa pouco menos de US$ 40 mil, enquanto o Model 3 mais acessível sai por menos de US$ 37 mil. Essas versões devem ajudar a Tesla a competir com modelos chineses na Europa e na Ásia.

Em grande parte, os investidores minimizaram os números mais fracos e passaram a focar a estratégia de Musk em outras áreas do negócio.

Musk tem afirmado que a queda nas vendas de veículos é menos relevante neste momento, já que o futuro da empresa estaria mais ligado ao serviço de robotáxis sem motorista, ao negócio de armazenamento de energia e ao desenvolvimento de robôs para uso doméstico e industrial.

Para os resultados do quarto trimestre, que serão divulgados no fim de janeiro, analistas esperam queda de 3% nas vendas e recuo de quase 40% no lucro por ação, segundo a FactSet. A expectativa é que a tendência negativa comece a se reverter ao longo de 2026.

Nesse contexto, os diretores da Tesla aprovaram para Musk um bônus potencialmente elevado na assembleia anual realizada em novembro.

Musk, já o homem mais rico do mundo, obteve outro ganho relevante há duas semanas, quando a Suprema Corte de Delaware reverteu uma decisão que o havia privado de um pacote de remuneração de US$ 55 bilhões concedido pela Tesla em 2018.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações da Chevron e de refinarias dos EUA sobem com expectativa de acesso ao petróleo da Venezuela

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Ações de empresas petrolíferas dos EUA subiam nas negociações pré-mercado nesta segunda-feira (5).

O movimento ocorreu após Trump afirmar que os EUA precisam ter “acesso total” às reservas de petróleo da Venezuela, após a prisão do presidente Nicolás Maduro.

A declaração reforçou a expectativa de que Washington possa aliviar sanções e outras restrições que hoje limitam as exportações de petróleo bruto da Venezuela.

No sábado, Trump afirmou que pretende permitir a entrada de grandes petroleiras americanas no país sul-americano para investir bilhões de dólares, recuperar a infraestrutura deteriorada do setor e ampliar a produção.

A Venezuela chegou a produzir cerca de 3,5 milhões de barris de petróleo por dia na década de 1970, o equivalente a mais de 7% da produção mundial.

As ações de empresas petrolíferas dos Estados Unidos subiam nas negociações pré-mercado nesta segunda-feira (5), diante da avaliação de investidores de que a ofensiva do presidente Donald Trump contra a liderança da Venezuela pode abrir espaço para maior acesso das companhias americanas às maiores reservas de petróleo do mundo.

Os papéis da Chevron — hoje a única grande empresa dos EUA com operações diretas em campos petrolíferos venezuelanos — avançavam 7,3%. Já as ações de refinarias como Phillips 66, Marathon Petroleum, Valero Energy e PBF Energy registravam altas que variavam de 5% a 16%.

O movimento ocorreu após Trump afirmar que os EUA precisam ter “acesso total” às reservas de petróleo da Venezuela, após a prisão do presidente Nicolás Maduro.

A declaração reforçou a expectativa de que Washington possa aliviar sanções e outras restrições que hoje limitam as exportações de petróleo bruto da Venezuela.

No sábado, Trump afirmou que pretende permitir a entrada de grandes petroleiras americanas no país sul-americano para investir bilhões de dólares, recuperar a infraestrutura deteriorada do setor e ampliar a produção.

Segundo ele, isso ajudaria as empresas a gerar retorno financeiro e, ao mesmo tempo, beneficiaria a economia dos EUA.

A Venezuela chegou a produzir cerca de 3,5 milhões de barris de petróleo por dia na década de 1970, o equivalente a mais de 7% da produção mundial. Com o passar das décadas, no entanto, a produção caiu de forma acentuada.

Na década de 2010, o volume já havia recuado para menos de 2 milhões de barris por dia. No ano passado, a média ficou em torno de 1,1 milhão de barris diários, como resultado de anos de falta de investimentos, deterioração da infraestrutura e sanções econômicas impostas ao país.

🔎 O petróleo venezuelano é classificado como heavy sour, ou seja, um óleo mais pesado e com alto teor de enxofre. Esse tipo de petróleo é mais adequado para a produção de diesel e outros combustíveis pesados, embora gere margens menores de lucro em comparação com óleos mais leves, como os extraídos no Oriente Médio.

Segundo Ahmad Assiri, estrategista de pesquisa da Pepperstone, esse perfil do petróleo venezuelano se encaixa bem nas refinarias da Costa do Golfo dos EUA, que historicamente foram projetadas para processar esse tipo de matéria-prima.

A atuação da Chevron na Venezuela, autorizada por meio de uma isenção concedida pelo governo americano, coloca a empresa em posição privilegiada caso haja uma mudança na política do país. As refinarias dos Estados Unidos também podem se beneficiar de uma maior oferta de petróleo pesado mais próxima geograficamente.

Ainda assim, analistas alertam que uma recuperação relevante da produção venezuelana deve levar tempo. A instabilidade política, a infraestrutura deteriorada e anos de subinvestimento seguem como obstáculos para uma retomada mais rápida do setor.

Maduro afirma que vai continuar exportando petróleo, mesmo com ameaças de Donald Trump — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Com lucro em alta, PicPay entra com pedido de IPO na Nasdaq pela segunda vez

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia Negócios Com lucro em alta, PicPay entra com pedido de IPO na Nasdaq pela segunda vez Banco digital faz sua segunda tentativa de entrar na bolsa dos EUA, após desistir de um IPO em 2021 devido a condições desfavoráveis de mercado. Por Reuters

O banco digital PicPay apresentou nesta segunda-feira (5) um pedido para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Nasdaq, bolsa de valores dos Estados Unidos.

A empresa, com sede em São Paulo, registrou lucro de R$ 313,8 milhões nos nove meses encerrados em 30 de setembro de 2025, ante R$ 172 milhões no mesmo período do ano anterior.

O número de clientes ativos subiu de 37,5 milhões para 42,1 milhões no fim de setembro do ano passado.

Controlada pela holding J&F — também proprietária da processadora de carnes JBS —, a PicPay faz sua segunda tentativa de abrir capital nos EUA, após desistir de um IPO em 2021 devido a condições desfavoráveis de mercado.

O banco digital PicPay apresentou nesta segunda-feira (5) um pedido para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Nasdaq, bolsa de valores dos Estados Unidos.

A empresa, com sede em São Paulo, registrou lucro de R$ 313,8 milhões nos nove meses encerrados em 30 de setembro de 2025, ante R$ 172 milhões no mesmo período do ano anterior.

O número de clientes ativos subiu de 37,5 milhões para 42,1 milhões no fim de setembro do ano passado. A receita média trimestral por cliente aumentou de R$ 38,10 para R$ 65,40, enquanto o custo de atendimento passou de R$ 16,80 para R$ 17,80.

A companhia informou ainda que o volume total de pagamentos atingiu R$ 392,46 bilhões nos nove meses encerrados em setembro do ano passado, cerca de 32% acima do registrado no mesmo período de 2024.

Controlada pela holding J&F — também proprietária da processadora de carnes JBS —, a PicPay faz sua segunda tentativa de abrir capital nos EUA, após desistir de um IPO em 2021 devido a condições desfavoráveis de mercado.

O mercado de ofertas iniciais de ações nos Estados Unidos ganhou impulso em 2025, após quase três anos de atividade reduzida.

No entanto, a expectativa de uma recuperação mais sólida foi limitada pela volatilidade causada pelas tarifas de importação do governo Donald Trump, pela paralisação prolongada do governo dos Estados Unidos e pela queda das ações de empresas ligadas à inteligência artificial no fim do ano passado.

Analistas projetam que o mercado de ofertas iniciais volte a ganhar força em 2026, com mais empresas de criptomoedas e do setor financeiro digital sinalizando planos de abertura de capital.

Entre elas estão o banco digital britânico Revolut, a plataforma de ativos digitais Kraken e o aplicativo japonês de pagamentos PayPay.

A PicPay pretende listar suas ações na Nasdaq sob o código “PICS” e usar os recursos do IPO para finalidades corporativas gerais, como capital de giro, despesas operacionais, cumprimento de exigências regulatórias e investimentos.

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Nestlé faz recall de lotes de fórmulas infantis em mais de 30 países por risco de toxina

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

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A Nestlé anunciou nesta terça-feira (6) um recall de alguns lotes de produtos de nutrição infantil, incluindo as fórmulas SMA, BEBA e NAN, principalmente na Europa, devido à possível contaminação por uma toxina que pode causar náuseas e vômitos.

A multinacional suíça informou que o recall abrange lotes vendidos em toda a Europa, além da Turquia e da Argentina, devido à possível contaminação por cereulida, uma toxina produzida por algumas cepas da bactéria Bacillus cereus.

O recall, iniciado em menor escala em dezembro, aumenta a pressão sobre o novo presidente-executivo, Philipp Navratil, que tenta retomar o crescimento do grupo por meio de uma revisão do portfólio.

A Nestlé afirmou, no fim da segunda-feira, que nenhuma doença havia sido confirmada em relação aos produtos recolhidos.

A empresa informou que identificou o risco potencial em uma fábrica na Holanda. Já a autoridade holandesa de segurança alimentar (NVWA) afirmou que a investigação mostrou que a matéria-prima contaminada foi usada em vários locais de produção, inclusive fora do país.

Logo da Nestlé na sede da empresa em Vevey, na Suíça, em 25 de novembro de 2024. — Foto: REUTERS/Denis Balibouse

A Nestlé anunciou nesta terça-feira (6) um recall de alguns lotes de produtos de nutrição infantil, incluindo as fórmulas SMA, BEBA e NAN, principalmente na Europa, devido à possível contaminação por uma toxina que pode causar náuseas e vômitos.

A multinacional suíça informou que o recall abrange lotes vendidos em mais de 30 países, incluindo Europa, Ásia e Américas, devido à possível contaminação por cereulida, uma toxina produzida por algumas cepas da bactéria Bacillus cereus.

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“É improvável que a toxina seja desativada ou destruída pelo cozimento, pelo uso de água fervente ou durante a fabricação do leite infantil”, informou a agência de padrões alimentícios do Reino Unido (FSA).

“A cereulida pode causar sintomas de intoxicação alimentar que se desenvolvem rapidamente e incluem vômitos e cólicas estomacais”, disse Jane Rawling, chefe de incidentes da FSA.

O recall, iniciado em menor escala em dezembro, aumenta a pressão sobre o novo presidente-executivo, Philipp Navratil, que tenta retomar o crescimento do grupo por meio de uma revisão do portfólio.

A Nestlé afirmou, no fim da segunda-feira, que nenhuma doença havia sido confirmada em relação aos produtos recolhidos.

Após a identificação de um problema de qualidade em um ingrediente fornecido por um dos principais parceiros, a Nestlé realizou “testes em todos os óleos de ácido araquidônico e nas misturas correspondentes usadas na produção de produtos de nutrição infantil potencialmente afetados”, segundo um porta-voz da empresa.

Com a conclusão dos testes, a Nestlé realizou o recall dos produtos afetados e passou a acionar fornecedores alternativos de óleo de ácido araquidônico, além de aumentar a produção em várias fábricas e acelerar a liberação de itens não afetados dos centros de distribuição para manter o abastecimento.

O Ministério da Saúde da Áustria informou que o recall afeta mais de 800 produtos de mais de 10 fábricas da Nestlé e seria o maior da história da empresa. Um porta-voz da companhia disse não ser possível confirmar esses números.

A Nestlé divulgou os números dos lotes vendidos em vários países que não devem ser consumidos e afirmou que trabalha para minimizar impactos no fornecimento.

A empresa informou que identificou o risco potencial em uma fábrica na Holanda. Já a autoridade holandesa de segurança alimentar (NVWA) afirmou que a investigação mostrou que a matéria-prima contaminada foi usada em vários locais de produção, inclusive fora do país.

Problemas envolvendo fórmulas infantis podem causar impactos relevantes às empresas. A Reckitt, por exemplo, avalia opções — incluindo uma possível venda — para seus negócios com a Mead Johnson, que enfrenta centenas de ações judiciais nos Estados Unidos por alegações, negadas pela empresa, de que sua fórmula pode causar uma doença intestinal fatal em bebês prematuros.

A Nestlé, cujas ações caíram mais de 3% nas duas últimas sessões, controla quase um quarto do mercado global de nutrição infantil, estimado em US$ 92,2 bilhões, segundo o SkyQuest Technology Group.

A Nestlé não divulga dados específicos de vendas, mas as fórmulas infantis integram a divisão de Nutrição e Ciências da Saúde, responsável por 16,6% das vendas totais de 91,4 bilhões de francos suíços (US$ 115,4 bilhões) em 2024.

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