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Warner rejeita Paramount e fica mais perto de acordo com a Netflix; veja o que se sabe e próximos passos
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Warner rejeita Paramount e fica mais perto de acordo com a Netflix; veja o que se sabe e próximos passos
Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47
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A Warner Bros. Discovery rejeitou, na última quarta-feira (7), por unanimidade, a oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount Skydance para comprar o estúdio.
Segundo o conselho, a proposta da Paramount dependeria de alto endividamento, aumentaria a incerteza sobre a conclusão da transação e ofereceria pouca proteção aos acionistas.
Com isso, a empresa recomendou novamente que os investidores rejeitem a investida e reafirmou o apoio ao acordo com a Netflix, avaliado em cerca de US$ 82,7 bilhões.
A disputa envolvia duas grandes empresas do entretenimento — Paramount e Netflix — que competiam para assumir o controle de partes importantes da Warner Bros. Discovery.
A Warner é dona de estúdios de cinema e TV, marcas como a HBO e um vasto catálogo que inclui clássicos e franquias de sucesso.
A Warner Bros. Discovery rejeitou, na última quarta-feira (7), por unanimidade, a oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount Skydance para comprar o estúdio, por considerar o negócio arriscado e menos vantajoso do que a fusão já acertada com a Netflix no mês passado.
Segundo o conselho, a proposta da Paramount dependeria de alto endividamento, aumentaria a incerteza sobre a conclusão da transação e ofereceria pouca proteção aos acionistas.
Com isso, a empresa recomendou novamente que os investidores rejeitem a investida e reafirmou o apoio ao acordo com a Netflix, avaliado em cerca de US$ 82,7 bilhões.
Veja abaixo as perguntas e respostas sobre a disputa bilionária pelo controle de um dos catálogos mais valiosos de Hollywood e os próximos passos.
O que está em jogo na disputa entre Paramount e Netflix?A Warner está sendo vendida inteira?Por que a Warner rejeitou a proposta da Paramount?Qual a principal diferença entre as propostas da Paramount e da Netflix?Quem decide se o negócio vai acontecer?Há risco de que os reguladores barrem o acordo?Como essa disputa afeta o mercado de streaming?Os assinantes podem sentir impacto nos preços?Quando pode sair uma decisão final?
A disputa envolvia duas grandes empresas do entretenimento — Paramount e Netflix — que competiam para assumir o controle de partes importantes da Warner Bros. Discovery, um dos maiores conglomerados de mídia do mundo.
A Warner é dona de estúdios de cinema e TV, marcas como a HBO e um vasto catálogo que inclui clássicos e franquias de sucesso como Friends, Harry Potter, Batman, Super-Homem, Looney Tunes e séries de prestígio como The Sopranos, Sex and the City e Succession, além de outros conteúdos de alcance global.
A Netflix já anunciou um acordo para comprar os estúdios de produção e o serviço de streaming da Warner por mais de US$ 70 bilhões, com o objetivo de fortalecer seu catálogo e sua posição no mercado de streaming.
Em resposta, a Paramount lançou uma oferta hostil para comprar toda a empresa, o que apimentou a disputa e colocou o futuro da Warner no centro de um impasse entre gigantes do setor. Ao menos, até meados desta semana.
A proposta da Netflix não prevê a compra de toda a Warner. O acordo discutido inicialmente com a Netflix inclui principalmente os estúdios de produção de filmes e séries e o negócio de streaming.
Já os canais a cabo da WBD, incluindo a CNN, serão separados em uma nova empresa de capital aberto chamada Discovery Global.
A plataforma também aceitou condições como o pagamento de uma multa bilionária se o negócio for barrado por órgãos reguladores.
O conselho de administração da Warner analisou a oferta da Paramount e considerou que ela não era superior à proposta já fechada com a Netflix.
A empresa afirmou que a proposta concorrente era arriscada e pouco clara, principalmente por depender de financiamento e por não deixar bem definido como os negócios da Warner seriam administrados.
Por isso, a Warner defendeu aos acionistas que a proposta da Netflix seria mais vantajosa, estável e segura, pedindo que rejeitassem a oferta da Paramount.
A Paramount ofereceu US$ 108 bilhões (cerca de R$ 582 bilhões) para adquirir todas as divisões da Warner. A oferta é maior que a da Netflix, que ofertou US$ 72 bilhões (R$ 388 bilhões).
A proposta da Paramount prevê o pagamento de US$ 30 por cada ação da Warner, em comparação com a Netflix, que apresentou uma oferta de US$ 28 por ação.
O cofundador da Oracle, Larry Ellison, cuja família detém o controle da Paramount, também ofereceu uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra — um compromisso formal para cobrir eventuais lacunas no financiamento da operação.
Já a Netflix focou em adquirir os principais negócios de conteúdo, especialmente estúdios e streaming. A empresa por trás da plataforma de filmes e séries também concordou com cláusulas que a obrigam a pagar uma alta multa se o acordo for impedido por reguladores ou não for concluído.
Caso a Paramount saísse vencedora do acordo, a Warner teria que pagar à Netflix uma multa rescisória de US$ 2,8 bilhões. Se seguir com a Netflix, a empresa de streaming pagará US$ 5,8 bilhões à WBD caso o acordo sofra reprovação regulatória.
▶️ Primeiro, os acionistas da Warner precisam votar e aprovar qualquer acordo final, o que ainda não tem data para acontecer, já que as negociações com a Netflix ainda estão em andamento.▶️ Por fim, os órgãos reguladores de concorrência precisam aprovar, especialmente nos Estados Unidos, que revisam operações desse porte para evitar monopólios ou desequilíbrios no mercado. ⚠️ Mesmo que os acionistas aprovem, reguladores podem impor condições ou até bloquear o negócio se entenderem que ele prejudica a competição no setor audiovisual e de streaming.
Sim. Os órgãos antitruste nos Estados Unidos e em outros países analisam se a fusão ou aquisição pode prejudicar a concorrência.
A Netflix já ocupa uma posição dominante no mercado de streaming, e a compra da HBO Max, prevista no acordo, poderia provocar a redução do número de grandes concorrentes e da diversidade na produção de conteúdo global, o que poderia levar a preços mais altos ou a menos opções para os consumidores.
No mês passado, a Paramount afirmou, em carta enviada ao departamento jurídico da Warner, que o acordo com a Netflix corre o risco de não avançar por causa de entraves regulatórios e acusou a empresa de dar preferência à plataforma de streaming durante as negociações, segundo a CNBC.
Por isso, existe a possibilidade real de os reguladores imporem restrições, exigirem desinvestimentos ou até impedirem a operação. A própria Netflix já reconheceu essa questão e se colocou disposta a pagar a multa contratual se o negócio for travado por essas instâncias.
A Warner Bros reúne um dos catálogos mais valiosos de Hollywood, com filmes e séries clássicos e marcas fortes como a HBO, mas enfrenta pressão com as mudanças provocadas pelo avanço do streaming.
Para a Netflix, a compra reforçaria ainda mais seu catálogo e ajudaria a barrar o avanço de concorrentes sobre esses conteúdos.
Já a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney, somando a operação à recente incorporação do estúdio Skydance e ampliando sua base de assinantes.
Analistas apontam que uma fusão desse porte também poderia fortalecer emissoras tradicionais de TV paga, ao aumentar o poder de negociação e abrir espaço para redução de custos.
Especialistas já levantaram a possibilidade de que, com o aumento de poder de mercado e os custos elevados de uma aquisição dessa magnitude, empresas como a Netflix possam ajustar preços para compensar investimentos, fortalecer sua infraestrutura e catálogo.
Mesmo que nada mude agora, essa concentração de mercado e os altos custos do negócio podem, com o tempo, resultar em assinaturas mais caras ou mudanças nos planos oferecidos aos usuários.
As negociações estão acontecendo só entre as duas empresas por um tempo limitado e podem resultar num anúncio oficial se elas acertarem os detalhes finais. Depois disso, o negócio ainda precisa ser avaliado por órgãos reguladores, um processo que pode levar boa parte de 2026.
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