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Ações da Azul despencam mais de 70% nesta quinta e chegam a 90% no ano; entenda o que houve

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Ações da Azul despencam mais de 70% nesta quinta e chegam a 90% no ano; entenda o que houve

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

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As ações da Azul despencaram mais de 70% nesta quinta-feira (8). Nos últimos cinco dias, a desvalorização já chega a 90%.

Diferentemente do que costuma ocorrer em quedas acentuadas na bolsa, o movimento não indica uma crise operacional ou escândalo na empresa.

Como parte do plano de recuperação judicial, parte das dívidas da Azul está sendo convertida em ações. Assim, os credores deixam de receber juros e passam a se tornar acionistas.

Para viabilizar essa conversão, a empresa lançou uma oferta de R$ 7,4 bilhões em ações ordinárias (com direito a voto) e preferenciais (sem direito a voto).

Com o aumento do número de papéis em circulação, houve uma forte queda no preço unitário de cada ação.

As ações da Azul atravessam um período de forte queda na bolsa de valores. Nesta quinta-feira (8), os papéis despencaram mais de 70%. Nos últimos cinco dias, a desvalorização já chega a 90%.

Diferentemente do que costuma ocorrer em quedas acentuadas na bolsa, o movimento não indica uma crise operacional ou escândalo na empresa. Como parte do plano de recuperação judicial, parte das dívidas da Azul está sendo convertida em ações. Assim, os credores deixam de receber juros e passam a se tornar acionistas.

Para viabilizar essa conversão, a empresa lançou uma oferta de R$ 7,4 bilhões em ações ordinárias (com direito a voto) e preferenciais (sem direito a voto). Com o aumento do número de papéis em circulação, houve uma forte queda no preço unitário de cada ação.

Na prática, a medida contribui para reduzir o endividamento e abre espaço para uma reorganização financeira por parte da Azul. (entenda a situação mais abaixo)

Segundo comunicado divulgado pela Azul em dezembro, quando a operação foi anunciada ao mercado, o objetivo da oferta é capitalizar a companhia por meio da “troca obrigatória de dívidas financeiras”.

Para viabilizar a operação, foram emitidas 723,9 bilhões de ações ordinárias e o mesmo volume de preferenciais, comercializadas em lotes de 1 mil e 10 mil papéis.

A Justiça americana aprovou o plano de reorganização da Azul em dezembro do ano passado, marcando a conclusão de mais uma etapa do processo de recuperação judicial da companhia.

“Essa decisão reforça a consistência geral da reestruturação proposta, permitindo que a companhia avance para as próximas fases de implementação”, disse a empresa em comunicado divulgado em 12 dezembro.

A Azul entrou com pedido de proteção sob o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos, também conhecido como “Chapter 11”, em maio do ano passado. O mecanismo é semelhante ao processo de recuperação judicial adotado no Brasil.

O processo de reestruturação previsto no Chapter 11 estabelece os termos para a reorganização das obrigações financeiras e operacionais da companhia.

Segundo a empresa, a entrada no mecanismo de proteção ocorreu após a Azul enfrentar “efeitos profundos da pandemia de Covid‑19, combinados a pressões macroeconômicas e setoriais" que elevaram significativamente seu endividamento.

“Em meio à instabilidade econômica e política no Brasil, a companhia adotou diversas medidas de reestruturação e captação de recursos entre 2020 e 2025, culminando no protocolo do Chapter 11 em maio de 2025”, disse a empresa.

A Azul não foi a primeira companhia do setor aéreo brasileiro a recorrer à recuperação judicial: Gol e Latam também já passaram por processos semelhantes.

A Gol, por exemplo, adotou a medida em 2024, diante de dívidas estimadas em R$ 20 bilhões, enquanto a Latam recorreu ao mecanismo em 2020.

Como o g1 já mostrou, o aumento no volume de pedidos de recuperação judicial no setor aéreo reflete uma série de fatores, como:

A desvalorização do real frente ao dólar;Os altos custos operacionais;O aumento nos preços de combustíveis; e O acúmulo de prejuízos desde o início da pandemia de Covid-19.

A Latam concluiu seu processo de Chapter 11 em 2022, enquanto a Gol saiu oficialmente do procedimento em junho de 2025. No caso da Azul, a expectativa da empresa é concluir o processo ainda neste ano.

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