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Milei canta ‘Burning love’ e ri com Orban e Infantino nos EUA, em meio a greve geral na Argentina; VÍDEO
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Milei canta ‘Burning love’ e ri com Orban e Infantino nos EUA, em meio a greve geral na Argentina; VÍDEO
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48
Mundo Milei canta 'Burning love' e ri com Orban e Infantino nos EUA, em meio a greve geral na Argentina; VÍDEO Paralisação de 24 horas foi convocada como protesto à proposta de reforma trabalhista do presidente argentino por sindicato. Milei está nos EUA para reunião de conselho para Gaza criado por Donald Trump Por Redação g1
Em um dia de tensão e greve geral na Argentina, o presidente Javier Milei apareceu em um vídeo que mostra clima descontraído, cantando a música "Burning love", hit de Elvis Presley, aos risos com Viktor Orbán, premiê húngaro, e Gianni Infantino, presidente da Fifa.
A cena ocorreu nos Estados Unidos, onde Milei participa da primeira reunião do Conselho da Paz criado por Donald Trump, nesta quinta-feira (19), em meio a protestos contra o projeto de reforma trabalhista na Argentina.
A música estava tocando no sistema de som do evento organizado por Trump. Milei, que estava ao lado de Orban, pegou o microfone para imitar Elvis abraçado ao premiê húngaro, com gestos de aprovação de Infantino.
Alvo de protestos no próprio país devido à proposta de reforma trabalhista que tenta aprovar no Congresso, Milei foi um dos líderes que se reuniu com o presidente dos EUA em Washington e foi elogiado por ele em seu discurso.
De acordo com a agência de notícias AFP, Milei ofereceu tropas argentinas para irem à Faixa de Gaza, ajudar no processo de paz, caso necessário.
Milei canta 'Burning Love' e ri com Orban e Infantino nos EUA em meio a greve geral na Argentina — Foto: Reprodução / Redes Sociais
A Câmara dos Deputados da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei ao Congresso. O Senado já aprovou o texto na semana passada (veja os principais pontos).
A maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), convocou a paralisação e, nesta quinta, um de seus líderes, Jorge Sola, comemorou o que classificou como um nível de participação "muito significativo".
A greve tem "níveis de participação nunca antes vistos sob este governo. Haverá muitos que discordarão, mas o apoio é impressionante, muito significativo", disse o líder sindical à Rádio con Vos.
Parlamentares argentinos debatem reforma trabalhista em meio a protestos, em Buenos Aires — Foto: Agustin Marcarian/Reuters
Em resposta à paralisação, o governo Milei determinou que a imprensa siga "medidas de segurança", o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de "risco" nos protestos esperados para os próximos dias.
"Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação. Diante de atos de violência, nossas forças agirão, disse o Ministério da Segurança da Argentina, em um comunicado.
Na quarta-feira passada, milhares de pessoas protestaram nas imediações do Congresso quando o projeto foi debatido no Senado. As manifestações terminaram em confrontos com a polícia e cerca de 30 detidos.
A expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25 de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo.
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