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Novo regime tarifário dos Estados Unidos exclui aviões brasileiros de novas tarifas e zera alíquota

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%Oferecido por

Aeronaves brasileiras, terceiro principal produto exportado, agora têm alíquota zero para entrada nos EUA, antes fixada em 10%.

Setores como calçados, móveis e máquinas também se beneficiam, escapando do antigo "tarifaço" de Donald Trump.

Cerca de 25% das exportações brasileiras para os EUA, equivalentes a US$ 9,3 bilhões, estarão sujeitas a tarifas de 10% ou 15%.

A Suprema Corte dos EUA derrubou o "tarifaço" de Trump, levando-o a anunciar uma nova tarifa global de 10%, que pode subir para 15%.

O novo regime tarifário dos Estados Unidos exclui as aeronaves fabricadas no Brasil da incidência das novas tarifas, informou o governo federal.

📈 Com as mudanças, os aviões brasileiros passa a contar com alíquota zero para ingresso no mercado norte-americano, antes fixada em 10%.

🛫 As aeronaves fabricadas em solo brasileiro foram o terceiro principal produto exportado pelo Brasil para os Estados Unidos em 2024 e 2025.

💰 As novas tarifas também beneficiaram outros setores, como máquinas e equipamentos, calçados, móveis, confecções, madeira, produtos químicos e rochas ornamentais. Veja aqui os produtos.

🔎 Esses segmentos deixam de enfrentar a alíquota do chamado “tarifaço” de Donald Trump e passam a competir sob a taxa global anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, inicialmente de 10% e posteriormente mencionada como 15%, embora essa última ainda não tenha sido formalizada por meio de ordem executiva.

Estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apontam que, com o novo regime tarifário, cerca de 25% das exportações brasileiras destinadas àquele mercado, o equivalente a US$ 9,3 bilhões, passam a estar sujeitas a tarifas de 10% ou 15%.

Embraer anunciou nesta terça-feira (24) nova geração dos jatos executivos Praetor 600E e 500E — Foto: Divulgação/Embraer

🌎 Segundo o governo, nessas condições, os produtos brasileiros competem em igualdade com os de outros países submetidos à mesma alíquota.

O setor agropecuário também foi impactado. Produtos como pescado, mel, tabaco e café solúvel passam a estar sujeitos a tarifas de 10% ou 15%.

Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, medida que ficou conhecida como “tarifaço”, e derrubou a decisão.

Em resposta, no mesmo dia, Trump anunciou a aplicação de uma tarifa global de 10%. No dia seguinte, afirmou que a alíquota seria elevada para 15%.

De acordo com o governo, a corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos alcançou US$ 82,8 bilhões em 2025, 2,2% superior ao registrado em 2024.

As exportações brasileiras somaram US$ 37,7 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 45,1 bilhões, resultando em déficit comercial de US$ 7,5 bilhões para o Brasil.

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Mega-Sena, concurso 2.976: prêmio acumula e vai a R$ 130 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.976: prêmio acumula e vai a R$ 130 milhões Veja os números sorteados: 07 – 09 – 10 – 21 – 28 – 43. Quina teve 136 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 27.292,50. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.976 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (24), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 130 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Nova CNH: mais de 10 mil brasileiros já tiraram a primeira habilitação pelo app do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 18:45

Carros Nova CNH: mais de 10 mil brasileiros já tiraram a primeira habilitação pelo app do governo As regras para obter a carteira de habilitação foram alteradas, reduzindo de forma significativa o custo e o tempo necessários para que um candidato conclua todo o processo de emissão do documento. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Ministério dos Transportes informou nesta terça-feira (24) que mais de 10 mil brasileiros concluíram o processo para obter a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Todos esses motoristas iniciaram o processo para obter a CNH pelo aplicativo CNH do Brasil, criado pelo Ministério dos Transportes.

Segundo a pasta, eles “fizeram o curso teórico, realizaram os exames médico e psicológico, coletaram a biometria, passaram pelas provas teórica e prática e já estão com a CNH emitida”.

As etapas para emitir a CNH mudaram em janeiro deste ano e, com as novas regras, o custo de todo o processo caiu cerca de 70%, além de haver redução no tempo necessário para concluir a habilitação.

O Ministério dos Transportes afirma que, no modelo anterior, o processo levava cerca de nove meses. Com as mudanças, os candidatos passaram a obter o documento em aproximadamente dois meses.

Ao somar os candidatos que iniciaram o processo de obtenção da CNH antes das novas regras com aqueles que já aderiram ao novo modelo de emissão do documento, o país soma 424.349 brasileiros habilitados.

Estes são os cinco estados com o maior número de brasileiros habilitados pelas novas regras da CNH:

Rio Grande do Sul: 2.530 emissões da primeira CNH;São Paulo: 1.690 emissões da primeira CNH;Minas Gerais: 1.431 emissões da primeira CNH;Pará: 839 emissões da primeira CNH;Paraná: 676 emissões da primeira CNH.

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Fábrica da GWM no ES terá capacidade para produzir 200 mil veículos por ano e vai gerar 10 mil empregos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 17:44

Espírito Santo Fábrica da GWM no ES terá capacidade para produzir 200 mil veículos por ano e vai gerar 10 mil empregos Fábrica vai ocupar uma área de 1,7 milhão de metros quadrados, em Aracruz, Norte do Espírito Santo. Apenas a etapa de construção da unidade deverá empregar cerca de 3.500 pessoas. Por Julia Camim, Paulo Ricardo Sobral, g1 ES e TV Gazeta

A montadora chinesa GWM deverá produzir cerca de 200 mil carros por ano na nova unidade que será instalada em Aracruz, no Espírito Santo.

A fábrica vai ocupar uma área de 1,7 milhão de metros quadrados e, em operação, deverá gerar cerca de 10 mil empregos diretos.

A GWM planeja usar matéria-prima capixaba para peças, visando maior competitividade e redução de impostos em mercados vizinhos.

A inauguração da fábrica ainda não tem prazo definido, e ainda depende de desapropriação de terras da Suzano e do licenciamento ambiental.

Esta será a segunda fábrica da GWM no Brasil, após a unidade de Iracemápolis (SP), que já recebeu R$ 4 bilhões em investimentos.

Área onde será construída a fábrica da GWM (Great Wall Motors) em Aracruz, Norte do Espírito Santo, com 1,7 milhão de metros quadrados — Foto: Reprodução

A montadora chinesa Great Wall Motors (GWM) tem a expectativa de produzir até 200 mil carros por ano em sua segunda unidade no Brasil, que será instalada em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. A fábrica vai ocupar uma área de 1,7 milhão de metros quadrados e, em operação, poderá empregar até 10 mil pessoas.

A construção, anunciada em janeiro deste ano com a assinatura do termo de compromisso, será na zona industrial de Barra do Riacho, região próxima ao Porto da Imetame e de outras fábricas, e deverá gerar cerca de 3.500 empregos diretos apenas nessa fase de obras.

Os anúncios foram feitos na manhã desta terça-feira (24), no Palácio Anchieta, sede do governo estadual, em Vitória. No evento, o governador Renato Casagrande (PSB) afirmou que a chegada da construtora representa um avanço da atividade industrial no estado:

"Pode trazer tecnologias novas e, especialmente, vai gerar emprego, renda, atividade econômica e vai atrair outros fornecedores, porque as indústrias que fornecem para essa atividade também vão poder se instalar no Espírito Santo. É uma nova vertente do desenvolvimento do nosso estado".

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Apesar das expectativas, ainda não há prazo para a inauguração da fábrica. Segundo o chefe do Executivo, é necessário negociar a desapropriação de parte da área pertencente à Suzano e também realizar o licenciamento ambiental.

Os veículos de Aracruz vão abastecer os mercados interno e externo e, para isso, a GWM também vai contar com matéria-prima capixaba para produzir peças e componentes. Ou seja, no longo prazo, a unidade não será apenas uma montadora de veículos.

Segundo Ricardo Bastos, executivo da GWM no Brasil, esta é uma estratégia para garantir que os automóveis sejam mais competitivos do que os importados de outros países, como a própria China. Ter componentes locais faz com que a marca pague menos impostos ao entrar em mercados vizinhos, como a Argentina.

"Queremos ser muito competitivos, queremos brigar em termos de competitividade com a nossa matriz", disse Bastos.

Atualmente, a GWM possui apenas uma fábrica nas Américas e no Hemisfério Sul. A unidade foi inaugurada em agosto de 2025, em Iracemápolis, no interior de São Paulo, e utilizou R$ 4 bilhões do total de R$ 10 bilhões de investimentos previstos pela marca no Brasil, ao longo de dez anos.

Na segunda fase do plano, entre 2027 e 2032, a previsão é que a GWM invista mais de R$ 6 bilhões no país.

As negociações do estado com a GWM começaram em 2023, quando a marca começou a importar carros pelo Espírito Santo. Dois anos depois, aconteceu uma primeira reunião para trabalhar a possibilidade da construção da fábrica em Aracruz.

"A partir daí, montamos um time multidisciplinar para acompanhar as demandas, as necessidades, o que estava alinhado ou desalinhado com o que o estado tinha pronto para entregar", explicou o secretário de desenvolvimento do Espírito Santo, Rogério Salume.

Em seguida, o estado passou a disputar a instalação da montadora e foi escolhido para sediar a segunda fábrica da marca. Conforme o executivo da GWM no Brasil, as políticas do estado influenciaram na decisão da marca:

"Olhamos o Brasil inteiro. E o Espírito Santo ofereceu condições espetaculares. A escolha passou por critérios técnicos, muitas análises, questões de competitividade", completou Ricardo Bastos.

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Nissan Versa ganha novo design e chega ao Brasil em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 17:44

Carros Nissan Versa ganha novo design e chega ao Brasil em 2026 Produzido no México, modelo muda radicalmente o visual e fica com traços próximos ao SUV Kait. Preço do sedã atualmente vendido no Brasil parte de R$ 117.990. Por Redação g1 — São Paulo

A Nissan do México iniciou a produção do novo Versa, modelo que é exportado em sua segunda geração para o Brasil desde 2020.

O sedã compacto adotou um visual mais vincado, com faróis menores, aproximando-se do design do Kicks.

A traseira do veículo apresenta lanternas conectadas por um elemento em preto brilhante, seguindo uma tendência atual de mercado.

Não foram confirmadas alterações mecânicas, devendo manter o motor 1.6 aspirado flex de 113 cv e câmbio CVT.

Em 2025, o Versa emplacou 9.261 unidades no Brasil, um volume inferior ao do Honda City no mesmo período.

A Nissan do México anunciou nesta terça-feira (24) que iniciou a produção do novo Nissan Versa. A atual geração do modelo é exportada de lá para o Brasil desde 2020. Ainda não há data confirmada de lançamento no país, mas o sedã deve chegar em 2026.

O sedã compacto abandonou os faróis maiores e adotou um visual mais vincado. Fica evidente a escolha dos designers de aproximar o modelo ao Kicks.

A traseira também traz novidades. As lanternas são ligadas por um elemento em preto brilhante, recurso que tem se tornado comum em lançamentos recentes. Ainda não foram divulgadas imagens do interior.

A fábrica não confirmou mudanças mecânicas. Por se tratar de uma atualização visual, o Versa deve manter o motor 1.6 aspirado flex, com 113 cv de potência e 15,2 kgfm de torque quando abastecido com etanol. O câmbio deve continuar sendo o automático CVT.

Em 2025, a Nissan emplacou 9.261 unidades do Versa no Brasil, número bem acanhado em comparação às 17.782 unidades do Honda City vendidas no mesmo período.

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Acordo UE-Mercosul: agro pressiona governo por decreto para proteger setor antes de votação na Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 16:47

Agro Acordo UE-Mercosul: agro pressiona governo por decreto para proteger setor antes de votação na Câmara Embora seja favorável ao acordo comercial, o agro sustenta que é necessário criar mecanismos de proteção para preservar a competitividade dos produtos brasileiros. Por Maria Ferreira, GloboNews

O setor agropecuário pressiona o governo federal para emitir um decreto de salvaguardas antes da votação do acordo UE-Mercosul.

A União Europeia aprovou regras mais rígidas, permitindo investigação se importações agrícolas brasileiras crescerem 5%.

Produtos como milho, carne e açúcar, com crescimentos anuais de até 95%, seriam impactados pela nova regra de 5%.

O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou a preparação do decreto, enquanto a Câmara planeja votar o acordo ainda esta semana.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, posa para uma foto com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o comissário europeu de Comércio e Segurança Econômica, Maroš Šefčovič, no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, Brasil, em 16 de janeiro. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O governo federal negocia com o setor agropecuário o envio, nos próximos dias, de um decreto que estabeleça salvaguardas para produtos agrícolas brasileiros no âmbito do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

A medida voltou ao centro das discussões durante reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) com o relator do acordo na Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP).

Na semana passada, o vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou que o governo prepara o decreto e deve encaminhá-lo para análise da Casa Civil nos próximos dias.

O setor, porém, defende um envio mais célere, diante da sinalização do presidente da Câmara, Hugo Motta, de que o texto pode ser levado ao plenário ainda nesta semana.

Embora seja favorável ao acordo comercial, o agro sustenta que é necessário criar mecanismos de proteção para preservar a competitividade dos produtos brasileiros.

A preocupação aumentou após o Parlamento Europeu aprovar, no fim do ano passado, regras mais rígidas para importações agrícolas vinculadas ao acordo com o Mercosul.

Uma das medidas estabelece que, se as importações de um produto agrícola considerado sensível crescerem 5%, na média de três anos, a União Europeia poderá abrir investigação para avaliar eventual suspensão dos benefícios tarifários. Na proposta original da Comissão Europeia, o gatilho era de 10%.

Durante a reunião, o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a adoção de salvaguardas brasileiras é urgente. Segundo ele, caso outro país integrante aprove o texto provisório do acordo, as regras passam a valer imediatamente, o que poderia deixar as exportações brasileiras sem mecanismos de proteção equivalentes.

“O que nos preocupa é que qualquer parlamento aprovando, como é o caso da Argentina, que já aprovou na Câmara , tem que ir pro Senado agora, a União Europeia pode aplicar. E se não tiver nenhum tipo de salvaguarda, passando dos 5% eles podem abrir uma investigação.”

“Colocar uma régua de 5% no crescimento das exportações do agro brasileiro gera um impedimento muito claro. Se formos analisar alguns produtos que têm sido objeto de estudo entre 2024 e 2025, só o milho teve aumento de 95% de um ano para o outro. A carne bovina, 75%; o açúcar, 73%. São vários os produtos que ultrapassam os 5% e que não podem simplesmente ser impedidos. Num acordo de livre comércio, não dá para um lado ganhar e o outro perder”, disse.

O relator do acordo UE-Mercosul na Câmara, deputado Marcos Pereira, disse que o presidente Hugo Motta pretende pautar a matéria até a próxima quinta-feira (26). Os dois devem se reunir ainda hoje com o vice-presidente Geraldo Alckmin pra discutir a votação do acordo e as salvaguardas, a pedido do setor agro.

Segundo apuração da GloboNews, Marcos Pereira já afirmou que o texto do acordo não deve ser mudado, já que “acordos internacionais o parlamento ratifica ou não ratifica.” Pereira acrescentou, no entanto, que vai fazer recomendações a partir de articulações que estão sendo feitas com os setores interessados.

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‘EUA querem relações estáveis ​​com a China, mas não confiam em Pequim’, diz secretário do governo Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Mundo 'EUA querem relações estáveis ​​com a China, mas não confiam em Pequim', diz secretário do governo Trump Declaração foi feita por Jacob Helberg, subsecretário de Estado para Assuntos Econômicos, em audiência no Congresso dos Estados Unidos. Donald Trump irá visitar o presidente chinês nas próximas semanas. Por Redação g1

O governo Trump deseja "relações estáveis ​​com a China, mas não confia" no país: assim definiu um alto funcionário do Departamento de Estado ao falar da atual situação entre Washington e Pequim durante uma audiência no Congresso nesta terça-feira (24).

Jacob Helberg, subsecretário de Estado para Assuntos Econômicos, atua como comissário da Comissão de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China.

A declaração ocorre semanas antes da visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China. O republicano estará em Pequim entre os dias 31 de março e 2 de abril, onde se encontrará com o presidente chinês, Xi Jinping.

A China solicitou aos Estados Unidos a suspensão das tarifas de importações que sofreram um aumento a mando do presidente Donald Trump no sábado (21).

Em nota, o Ministério do Comércio chinês acrescentou que as taxas "violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA, e não são do interesse de nenhuma das partes".

O presidente norte-americano anunciou o aumento das taxas após a Suprema Corte decidir que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.

O anúncio do aumento das taxas foi feito em uma postagem em sua rede social Truth Social, menos de 24h após informar que usaria um novo instrumento legal para aplicar a tarifa de 10% sobre produtos importados, com efeito imediato. Agora, o percentual aumentou.

Segundo Trump, a medida tem o objetivo de corrigir “décadas de práticas comerciais injustas” que, na sua avaliação, prejudicaram a economia americana.

No comunicado, Trump afirma que, após “uma análise completa e detalhada” de uma decisão recente da Suprema Corte dos EUA contrária a parte de sua política tarifária, decidiu elevar imediatamente a tarifa mundial de 10% para 15%.

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Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão no Pará

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Carros Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão no Pará O crime ocorreu na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia. A montadora foi condenada ao pagamento de R$ 165 milhões. Por André Fogaça

Em julgamento realizado nesta terça-feira (24), a Justiça manteve uma condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão. O caso ocorreu entre as décadas de 1970 e 1980, no Pará.

A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região manteve todos os termos da condenação da Volkswagen, proferida em agosto do ano passado. Pela decisão, a montadora deverá pagar R$ 165 milhões por dano moral coletivo, em razão de trabalho análogo à escravidão.

O valor será destinado ao Fundo Estadual de Promoção do Trabalho Digno e de Erradicação do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo no Pará (Funtrad/PA).

Além da indenização, a decisão determinou a adoção de uma política de garantias para evitar a repetição das violações.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, uma das medidas prevê a “a aprovação e divulgação de uma Política de Direitos Humanos e Trabalho Decente com cláusula de “tolerância zero” ao trabalho escravo e tráfico de pessoas”

O crime ocorreu entre 1974 e 1986 na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia, no sudeste do Pará.

Procurada pelo g1, a Volkswagen informou que irá recorrer da decisão. Confira, a seguir, o posicionamento da montadora:

A Volkswagen do Brasil informa que seguirá em busca de segurança jurídica nas esferas superiores do Judiciário Brasileiro. Com legado de mais de 70 anos e como uma das maiores empregadoras do Brasil, a Volkswagen reafirma seu compromisso permanente com o respeito absoluto à Constituição Federal, às leis brasileiras e aos princípios internacionais de direitos humanos, que orientam sua atuação como uma das maiores empregadoras do país. A empresa repudia qualquer forma de trabalho forçado, degradante ou análogo à escravidão e reitera sua dedicação histórica à promoção de um ambiente laboral digno, ético e responsável.

No despacho do ano passado, o juiz Otavio Bruno da Silva Ferreira, da Vara do Trabalho de Redenção (PA) afirma que "relatórios oficiais, testemunhos de trabalhadores e documentos de órgãos públicos evidenciam que o modelo de produção adotado incluía práticas de servidão por dívida, violência e submissão a condições degradantes, configurando o núcleo do trabalho escravo contemporâneo".

O MPT argumentou que centenas de trabalhadores da Fazenda Vale do Rio Cristalino foram submetidos a essas condições, que incluíam também vigilância armada, alojamentos precários, alimentação insuficiente e ausência de assistência médica, especialmente aos acometidos por malária.

A decisão da Justiça foi tomada em ação civil pública ajuizada pelo MPT em dezembro de 2024, baseada em denúncias da Comissão Pastoral da Terra com base em relatório apresentado pelo padre Ricardo Rezende Figueira. O MPT afirma ter obtido acesso a ações judiciais, inquéritos policiais e certidões e depoimentos prestados em cartório que comprovariam a ocorrência dos fatos denunciados.

A fazenda de produção agropecuária contava com 300 empregados diretos, como pessoal administrativo, vigilantes e vaqueiros. As violações de direitos humanos foram cometidas, segundo a denúncia, principalmente contra lavradores ou peões, responsáveis por derrubar a floresta para transformá-la em pasto.

Eles eram aliciados em pequenos povoados, sobretudo em Mato Grosso, Goiás e no atual Tocantins por empreiteiros conhecidos como "gatos". Na entrada da fazenda havia uma guarita com seguranças armados para controlar a entrada e saída dos trabalhadores. Ao chegarem ao local, as pessoas aliciadas tinham que comprar utensílios em uma cantina, como lona para o barraco onde dormiriam e comida.

Ao longo da investigação, diversos casos vieram à tona de funcionários que contraíam dívidas ao comprar os itens e, depois, não podiam deixar a fazenda, mesmo que doentes, segundo o MPT.

O empreendimento agropecuário da Volkswagen teve financiamento público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) no período da ditadura militar (1964-1985).

A Fazenda Volkswagen tinha 139 mil hectares, quase o tamanho da cidade de São Paulo. A empresa chegou à Amazônia para derrubar a vegetação nativa e criar gado, impulsionada pela política dos governos militares de ocupação e exploração da floresta.

Em 2020, a Volkswagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e com os ministérios públicos Federal e de São Paulo em outro caso envolvendo a ditadura militar. A empresa se comprometeu a destinar R$ 36,3 milhões a ex-trabalhadores presos, perseguidos ou torturados em São Bernardo do Campo (SP).

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‘PIB fantasma’ e desemprego em massa: as previsões apocalípticas de texto sobre IA que viralizou e assustou mercados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,37%Dólar TurismoR$ 5,361-0,13%Euro ComercialR$ 6,065-0,48%Euro TurismoR$ 6,326-0,27%B3Ibovespa191.397 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,37%Dólar TurismoR$ 5,361-0,13%Euro ComercialR$ 6,065-0,48%Euro TurismoR$ 6,326-0,27%B3Ibovespa191.397 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,37%Dólar TurismoR$ 5,361-0,13%Euro ComercialR$ 6,065-0,48%Euro TurismoR$ 6,326-0,27%B3Ibovespa191.397 pts1,35%Oferecido por

Ações de empresas de tecnologia caíram após um blog da Citrini Research prever desemprego em massa e "PIB fantasma" pela IA.

O texto viral, escrito como um relatório de 2028, projeta desemprego de 10,2% e queda de 40% no índice S&P.

A inteligência artificial substituiria trabalhadores de colarinho branco, elevando a produtividade, mas derrubando os salários reais.

Setores como software, imobiliário e financeiro seriam otimizados pela IA, levando à substituição de serviços humanos.

Especialistas do Financial Times e Fortune questionam a previsão, apontando a adaptabilidade humana e um mercado inflado.

'PIB fantasma' e desemprego em massa: as previsões apocalípticas de texto sobre IA que viralizou e assustou mercados. — Foto: Getty Images via BBC

As ações de algumas empresas de tecnologia — sobretudo de software — despencaram na segunda-feira (23/2) e analistas dizem que o principal motivo seria uma postagem em um blog que viralizou, pintando um cenário sombrio para a economia mundial diante da ascensão da inteligência artificial.

As empresas de software Datadog, CrowdStrike e Zscaler viram suas ações despencarem mais de 9% cada uma ao longo da segunda-feira. A International Business Machines teve queda de 13% — seu pior desempenho em um único dia desde 2000.

Outras empresas cujo desempenho também pode vir a ser afetado no futuro pela inteligência artificial também viram suas ações perderem valor. As ações da American Express caíram cerca de 7%, enquanto as do JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley recuaram mais de 4%. Mastercard e Visa tiveram quedas de mais de 4%.

Segundo analistas e jornalistas especializados, o principal motivo por trás das quedas no mercado foi um post escrito pela Citrini Research, uma empresa que foi fundada pelo investidor James van Gleek. A Citrini Research é um dos canais de finanças mais lidos do Substack.

O texto que viralizou fala em um "PIB fantasma", a ideia de que a inteligência artificial vai aumentar a produtividade e até o tamanho de algumas economias, mas que provocaria ao mesmo tempo desemprego em massa ao substituir humanos. Com isso, esse aumento da riqueza seria apenas ilusório.

"A explicação mais comum para a renovada apreensão [nos mercados na segunda-feira] foi uma postagem no blog da Citrini Research sobre como a IA poderia levar à demissão de muitos profissionais de alta renda e prejudicar a economia", escreveu o colunista Robert Armstrong, do jornal britânico Financial Times.

Já o Wall Street Journal escreveu que "não é preciso muito para provocar movimentos turbulentos nas ações em um mercado dominado por ações de tecnologia e ansioso pelas perspectivas da inteligência artificial".

"Mas nada evidencia a sensibilidade das ações neste momento como o que aconteceu na segunda-feira, quando um dos fatores por trás da queda de 800 pontos do Dow Jones foi um argumento hipotético de 7 mil palavras."

A Citrini Research afirma logo no começo que seu texto, publicado no domingo, não é uma previsão do futuro — mas sim um "exercício mental".

"O único objetivo deste texto é modelar um cenário que tem sido relativamente pouco explorado", escreve.

Ele relata um mundo com desemprego de 10,2% e queda de quase 40% do S&P (índice das ações das principais empresas listadas nos EUA). Em apenas dois anos, os mercados iriam de uma euforia com a inteligência artificial a uma profunda crise provocada pela ascensão da tecnologia.

Segundo os autores, a inteligência artificial provocaria desemprego em massa entre trabalhadores de colarinho branco — atividades ligadas à administração e gerenciamento. A produtividade das empresas teria um salto com robôs sendo mais eficientes do que trabalhadores — já que agentes de IA "não dormem, não tiram dias de folga por doença e não precisam de plano de saúde".

No entanto, isso geraria um "PIB fantasma": ganhos massivos de produtividade, mas com queda enorme nos salários reais, já que os trabalhadores substituídos teriam que buscar empregos com rendimentos menores.

"Quando começaram a surgir fissuras na economia de consumo, os especialistas econômicos popularizaram a expressão 'PIB Fantasma': produção que aparece nas contas nacionais, mas nunca circula pela economia real", escreve a Citrini Research, prevendo o que analistas do futuro diriam sobre a crise.

"Em todos os sentidos, a IA estava superando as expectativas, e o mercado era IA. O único problema… a economia não era."

O texto descreve uma "espiral de substituição da inteligência humana" que teria acontecido a partir de 2026, no cenário fictício.

"As capacidades de IA melhoraram, as empresas precisaram de menos funcionários, as demissões de profissionais de escritório aumentaram, os trabalhadores demitidos gastaram menos, a pressão sobre as margens levou as empresas a investir mais em IA, as capacidades de IA melhoraram… É um ciclo vicioso sem freio natural."

O artigo descreve ficcionalmente uma empresa de inteligência artificial que consegue avanços na área de "agentic coding", em que agentes autônomos de IA escrevem e testam códigos com intervenção humana mínima.

Com o tempo, empresas de software gerariam eficiências aos seus clientes, que precisariam de menos mão-de-obra. Mas menos trabalhadores também implica em menos licenças de software sendo compradas, gerando perdas financeiras ao próprio setor de softwares que desenvolveu novas tecnologias.

Com o tempo, todos os setores produtivos passariam a usar agentes de inteligência artificial que produziriam ganhos enormes de eficiência.

Praticamente todas as atividades humanas que necessitam de trabalho especializado — mediante pagamento por esses serviços — seriam otimizadas por máquinas: comércio, agências de turismo, contabilidade, serviços legais, entre outros.

"Qualquer categoria em que a proposta de valor do prestador de serviços é 'Eu vou lidar com a complexidade que você considera tediosa' foi impactada, pois os agentes [de inteligência artificial] não acham que nada seja tedioso", escrevem os autores.

"O mercado imobiliário, onde os compradores toleravam comissões de 5 a 6% durante décadas devido à assimetria de informação entre o agente e o consumidor, desmoronou quando agentes de IA equipados com acesso a bases de dados com listagem de preços de propriedades e décadas de dados de transações puderam replicar instantaneamente a base de conhecimento."

"[Descobrimos que por anos] havíamos superestimamos o valor das 'relações humanas'. Descobrimos que muito do que as pessoas chamavam de relacionamentos era simplesmente 'atrito' — só que apresentada de forma mais simpática."

Outro exemplo dado pelos autores é o de aplicativos de entrega de comida. Segundo eles, desenvolvedores seriam capazes de criar, com ajuda da inteligência artificial, aplicativos mais eficientes que os atuais, repassando de 90% a 95% da receita direto aos motoristas, provocando uma falência em empresas que dominam o mercado hoje.

Mas mesmo os motoristas não teriam muito futuro: já que em breve eles próprios seriam substituídos por veículos autônomos.

Outra área de otimização seria em transações financeiras, com busca a alternativas mais baratas aos cartões de crédito, como Visa e Mastercard. O exemplo dado pela Citrini Research é o das stablecoins como Solana e Ethereum — que são criptomoedas com menos volatilidade. A migração para sistemas com stablecoins provocaria uma crise em empresas de meios de pagamentos.

Segundo os autores, sempre houve uma crença de que "a inovação tecnológica destrói empregos e depois cria outros mais". Mas isso estaria mudando.

"A IA agora é uma inteligência geral que aprimora justamente as tarefas para as quais os humanos seriam realocados. Programadores desempregados não podem simplesmente migrar para a 'gestão de IA', porque a própria IA já é capaz de fazer isso."

Eles dizem que a inteligência artificial continuariam criando novos empregos — como engenheiros de prompt, pesquisadores de segurança em IA ou técnicos de infraestrutura — mantendo os humanos dentro da cadeia de produção. Mas esses empregos não seriam suficientes para absorver a mão-de-obra que seria perdida. E os salários seriam muito mais baixos.

"[Em 2025, ela tinha] cargo, plano de saúde, previdência privada e salário de US$ 180 mil por ano (R$ 930 mil). Ela perdeu o emprego na terceira rodada de demissões. Depois de seis meses procurando emprego, começou a dirigir para o Uber. Seus ganhos caíram para US$ 45 mil (R$ 230 mil)".

"Multiplique essa dinâmica por algumas centenas de milhares de trabalhadores em todas as principais metrópoles. A mão de obra superqualificada inundando a economia de serviços e de trabalhos temporários pressiona para baixo os salários dos trabalhadores que já estavam em dificuldades."

O próximo passo, segundo os autores, seria sentido no mercado imobiliário. A queda brusca na massa de salários provocaria dificuldades para compradores pagarem por seus empréstimos imobiliários.

Todo esse cenário de crise geraria uma resposta de governos, mas eles próprios estariam em situação mais frágil, dada a queda esperada em arrecadação de impostos.

"O governo precisa transferir mais dinheiro para as famílias exatamente no momento em que está arrecadando menos impostos delas. […] A capacidade da IA ​​está evoluindo mais rápido do que as instituições conseguem se adaptar. A resposta política está seguindo o ritmo da ideologia, não da realidade."

Os autores lembram ao final do artigo que ainda não estamos em junho de 2028, como eles propõem retoricamente. Estamos em fevereiro de 2026 e esses "ciclos negativos ainda não começaram".

"Temos certeza de que alguns desses cenários não se concretizarão. Da mesma forma, temos certeza de que a inteligência artificial continuará a se acelerar. Como investidores, ainda temos tempo para avaliar o quanto de nossos portfólios se baseia em premissas que não resistirão à década. Como sociedade, ainda temos tempo para sermos proativos."

Apesar de muitos atribuírem a quedas do mercado na segunda-feira ao texto da Citrini Research, nem todos levam a sério suas previsões.

"O mais importante sobre o texto não é o que ele diz. É que o mercado de ações chegou ao ponto em que postagens em blogs causam movimentos significativos nas ações, ou pelo menos é o que as pessoas pensam que causam", escreve o colunista de mercados Robert Armstrong, do Financial Times.

"A polêmica em torno da Citrini é mais uma prova de que estamos em um mercado inflado que busca uma desculpa para cair, por razões que provavelmente vão além da IA."

Em artigo na revista Fortune, o editor de Negócios Nick Lichtenberg diz que o cenário traçado pela Citrini "pode estar ignorando a adaptabilidade humana e a resposta institucional" e que a inteligência artificial "poderia eventualmente democratizar o acesso à abundância" de recursos.

"O argumento do 'PIB fantasma' da Citrini pressupõe que os salários humanos substituídos desaparecerão permanentemente da economia, ignorando como os ganhos de produtividade historicamente tendem a realocar valor em vez de destruí-lo", escreve Lichtenberg.

"Quando a IA reduz os custos, bens e serviços ficam mais baratos, aumentando efetivamente o poder de compra real, mesmo para famílias com renda nominal mais baixa."

Ele cita um Tanmai Gopal — CEO da empresa PromptQL, de análise de dados — que estima que 70% dos trabalhos de hoje não podem ser automatizadas, pois a IA precisa ser treinada com dados e o contexto humano é dinâmico demais para que ela seja atualizada com frequência suficiente.

Na segunda-feira, o CEO do JPMorgan Chase — cujas ações caíram mais de 4% em meio às repercussões do artigo — afirmou que os temores sobre inteligência artificial são exagerados e que seu banco usará a tecnologia a seu favor.

"Na minha opinião, sairemos vencedores", disse Jamie Dimon. "Nossa estratégia sempre foi usar a tecnologia para prestar um serviço melhor aos clientes, e somos muito bons nisso."

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Rota Mogiana: leilão bilionário recebe 4 propostas em SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 14:45

Campinas e Região Rota Mogiana: leilão bilionário recebe 4 propostas em SP Concessão prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos e impacta nove cidades da região de Campinas; disputa será definida na sexta (27), na B3. Por g1 Campinas e Região

A concessão da Rota Mogiana prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos para modernizar 520 km de rodovias estaduais.

O leilão ocorrerá nesta sexta-feira (27), às 14h, na B3, onde a maior oferta definirá a empresa vencedora.

A empresa vencedora administrará as rodovias por 30 anos, realizando duplicações e instalando novos dispositivos de segurança.

Leilão daconcessão do Lote Rota Mogiana recebe 4 propostas e acontece nesta sexta (27) na sede da B3. — Foto: Divulgação

O leilão da concessão da Rota Mogiana, do estado de São Paulo, recebeu quatro propostas, conforme apurou o g1. A entrega dos envelopes aconteceu na manhã desta terça-feira (24). Confira abaixo as empresas que estão concorrendo.

🔎 O projeto prevê que 520 quilômetros de rodovias estaduais passem à iniciativa privada por 30 anos. A estimativa é de R$ 9,3 bilhões em investimentos para ampliar, modernizar e manter as estradas. Ao todo, nove cidades da região de Campinas serão impactadas.

Nesta etapa de entrega e abertura de envelopes, ainda não há definição da vencedora, apenas entrega da documentação e conferência das garantias exigidas no edital.

O leilão será realizado nesta sexta-feira (27), às 14h, na sede da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo).Vence o leilão a empresa que oferecer o maior valor para pagar ao governo pelo direito de administrar as rodovias.

De acordo com pessoas que participaram do processo, as prospostas foram apresentadas nesta terça (24), nos formatos presencial e online, pelas seguintes empresas:

Motiva (ex-CCR);MC Brazil Concessões Rodoviárias, do fundo Mubadala;EPR Participações;e o Consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos.

Segundo o governo estadual, as melhorias previstas incluem a duplicação de trechos das rodovias SP-350, SP-344 e SP-215, a instalação de novos dispositivos de segurança, passarelas e iluminação em áreas urbanas e implementação do Sistema Automático Livre (Free Flow).

Nesta terça (24), as empresas interessadas entregaram os documentos exigidos no edital, que incluem: credenciamento, garantia de proposta, proposta de preço e documentação de habilitação.

Apenas as empresas habilitadas participarão da sessão pública de abertura das propostas de preço, no leilão do dia 27, a partir das 14h.

Vence o leilão a empresa que oferecer o maior valor para pagar ao governo pelo direito de administrar as rodovias. Essa proposta é chamada de “outorga fixa”.

Depois de apresentar o maior valor, a empresa ainda precisa comprovar que tem capacidade financeira, técnica e jurídica para assumir a concessão. Se não cumprir essas exigências, o governo chama a segunda colocada, e assim por diante.

Artur NogueiraCampinasEspírito Santo do PinhalEstiva GerbiHolambraJaguariúnaMogi GuaçuMogi MirimSanto Antônio de Posse

SPA-050/215 – km 0 ao km 4,1SPA-279/340 – km 0 ao km 2,4SPA-280/340 – km 0 ao km 1;SP-338 – km 268,3 ao km 310,96SP-333 – km 0 ao km 20,4SPA-015/333 – km 0 ao km 0,5SPA-002/333 – km 0 ao km 0,68SPA-309/338 – km 0 ao km 0,86SP-133 – km 0,5 ao km 15,1SP-350 – km 272,100 ao km 296,70SPA-127/340 – km 0 ao km 2,930SPA-179/340 – km 0 ao km 2,5SP-225 – km 0 ao km 6,50SPA-228/344 – km 0 ao km 3,55SPA-238/344 – km 0 ao km 16SPA-225/340 – km 0 ao km 2

SP-215 – km 29,600 ao km 49,840SP-344 – km 200,700 ao km 241,600SP-340 – km 114,10 ao km 279,609SP-350 – km 238,410 ao km 272,100SP-342 – km 171,500 ao km 251,150SPI-225/342 – km 0 ao km 1,97

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