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Produtores colhem a safra do tomate
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Produtores colhem a safra do tomate
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 07:44
Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Produtores colhem a safra do tomate Produtores de Tabatinga e Pirajuí (SP) preveem uma safra de tomate mais vigorosa, apesar do calor intenso nas estufas, que pode abortar flores. Por Nosso Campo, TV TEM
Produtores de Tabatinga e Pirajuí (SP) preveem uma safra de tomate mais vigorosa, apesar do calor intenso nas estufas, que pode abortar flores.
O cultivo em estufas e o controle biológico rigoroso garantem tomates orgânicos, vendidos por até R$ 7/kg no mercado paulista.
O produtor Bruno Henrique Marcato aposta no tomate por ser "mais resistente a viroses que o pepino", buscando uma renda razoável com a cultura.
Produtores de Tabatinga e Pirajuí (SP) preveem uma safra de tomate mais vigorosa, apesar do calor intenso nas estufas, que pode abortar flores. — Foto: Reprodução/TV TEM
A safra de tomates anima o produtor Luciano Donizete Capana, de Tabatinga (SP), que observa um desenvolvimento promissor em sua lavoura. "A gente já tem uma expectativa positiva. As plantas este ano parecem estar mais vigorosas, então arriscamos dizer que teremos uma produção melhor do que a da safra passada", diz.
Luciano cultiva 20 mil pés de variedades como salada, italiano e grape, todos em estufas para garantir mais qualidade e proteção contra clima e pragas. Contudo, o sistema enfrenta um grande desafio no verão, o calor excessivo.
"Dentro da estufa, a temperatura chega a 48, 50 graus no pico do dia. Com isso, as flores abortam, o que reduz a produção das plantas", explica.
Na safra passada, a produtividade foi afetada por um verme, mas o problema foi solucionado com um controle biológico rigoroso. Essa abordagem se alinha à sua produção orgânica, sem defensivos químicos, que agrega valor e permite vender o quilo do tomate por até R$ 7 para o mercado da capital paulista.
Seguindo a mesma tendência, o produtor Bruno Henrique Marcato, de Pirajuí (SP), também está investindo no tomate. Com experiência em pepino e pimentão, ele agora cultiva 6 mil pés do tipo italiano em estufa, atraído pela rusticidade da cultura.
"O tomate é mais resistente a viroses que o pepino, e o trato cultural é um pouco mais simples que o do pimentão. Acredito que possa gerar uma renda razoável", avalia.
Os resultados já são visíveis. Os pés estão bonitos e carregados, prontos para a colheita. Uma técnica crucial para garantir a longevidade do fruto é colhê-lo quando ainda apresenta uma coloração mais verde.
Isso assegura que ele resista ao transporte e chegue com a qualidade exigida pelos compradores. Com parceiros já estabelecidos, Bruno visa um preço mínimo de R$ 50 por caixa.
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