Imposto de Renda
Desemprego fica em 5,4% no trimestre terminado em janeiro, diz IBGE
RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica
Desemprego fica em 5,4% no trimestre terminado em janeiro, diz IBGE
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 09:53
Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou estável em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro de 2025, também de 5,4%, e representa uma queda de 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,5%.
Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, a taxa representa o menor nível da série para trimestres encerrados em janeiro e indica estabilidade em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro.
A especialista explica que, apesar da estabilidade estatística, há uma tendência de queda no indicador. Ela lembra que, na virada do ano, é comum que a taxa de desocupação suba ao longo do primeiro trimestre, movimento que ainda pode aparecer nos próximos resultados.
"Em geral, na virada do ano é comum haver aumento da desocupação, que costuma aparecer ao longo do primeiro trimestre. Mas esse resultado ainda reflete o efeito de novembro e dezembro, que costumam ter indicadores mais favoráveis no mercado de trabalho”, explicou.
Ela também destacou que, na comparação anual, houve melhora mais clara no indicador. “Quando olhamos para o mesmo trimestre do ano passado, há uma queda significativa da taxa de desocupação”, acrescentou.
Taxa de desocupação: 5,4%Taxa de subutilização: 13,8%População desocupada: 5,9 milhõesPopulação ocupada: 102,7 milhõesPopulação fora da força de trabalho: 66,3 milhõesPopulação desalentada: 2,7 milhõesEmpregados com carteira assinada: 39,4 milhõesEmpregados sem carteira assinada: 13,4 milhõesTrabalhadores por conta própria: 26,2 milhõesTrabalhadores informais: 38,5 milhões
A população desocupada somava 5,9 milhões de pessoas no trimestre encerrado em janeiro, número que ficou estável em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2025.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, porém, houve queda de 17,1% — o equivalente a 1,2 milhão de pessoas a menos sem trabalho.
Já a população ocupada chegou a 102,7 milhões. O total ficou praticamente estável frente ao trimestre anterior, mas aumentou 1,7% em relação a um ano antes, com a entrada de mais 1,7 milhão de pessoas no mercado de trabalho.
Com isso, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,7%, estável no trimestre e 0,5 ponto percentual acima do registrado um ano antes.
A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,5 milhões no trimestre encerrado em janeiro e permaneceu estável tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período do ano passado.
Já a população fora da força de trabalho chegou a 66,3 milhões de pessoas. O contingente ficou estável frente ao trimestre anterior, mas aumentou 1,3% na comparação anual, o que representa mais 846 mil pessoas.
Entre os que desistiram de procurar emprego, a chamada população desalentada somava 2,7 milhões. O número ficou estável no trimestre, mas caiu 15,2% em relação a um ano antes, o equivalente a 476 mil pessoas a menos nessa condição.
🔎 Desalentados são pessoas que estão fora da força de trabalho no momento da pesquisa, mas que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis para assumir uma vaga. Mesmo assim, elas não procuraram emprego naquele período — geralmente por acharem que não conseguiriam uma oportunidade.
Com isso, a taxa de desalento ficou em 2,4%, estável no trimestre e 0,4 ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.
No mercado de trabalho formal e informal, os principais tipos de vínculo apresentaram os seguintes resultados no trimestre:
💼 Empregados no setor privado com carteira assinada (exceto domésticos): 39,4 milhões. O total ficou estável no trimestre e cresceu 2,1% em relação a um ano antes, com cerca de 800 mil vagas a mais.📄 Empregados sem carteira no setor privado: 13,4 milhões, com estabilidade tanto no trimestre quanto na comparação anual.🧑💻 Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões. O número ficou estável no trimestre, mas aumentou 3,7% em um ano — alta de 927 mil pessoas.🏠 Trabalhadores domésticos: 5,5 milhões. O contingente ficou estável no trimestre, mas caiu 4,5% na comparação anual, com redução de 257 mil pessoas.
A taxa de informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais.
No trimestre encerrado em outubro, esse percentual era de 37,8% (38,8 milhões), enquanto no mesmo período do ano anterior chegava a 38,4% (também cerca de 38,8 milhões).
💰 Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.652, com alta de 2,8% no trimestre e de 5,4% na comparação anual.
💵 A massa de rendimento real habitual — que representa a soma de todos os salários pagos no país — chegou a R$ 370,3 bilhões, crescimento de 2,9% no trimestre (mais R$ 10,5 bilhões) e de 7,3% em um ano (mais R$ 25,1 bilhões).
A força de trabalho no país — que reúne pessoas ocupadas e aquelas que estão procurando emprego — somou 108,5 milhões no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026.
O total ficou estável em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro, mas aumentou 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, o que representa mais 472 mil pessoas.
Ao analisar a ocupação por setores da economia, a pesquisa mostra que, na comparação com o trimestre anterior, os principais movimentos foram:
💻 Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: alta de 2,8% (mais 365 mil pessoas)🧰 Outros serviços: crescimento de 3,5% (mais 185 mil trabalhadores)🏭 Indústria geral: queda de 2,3% (menos 305 mil pessoas)
💻 Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: alta de 4,4% (mais 561 mil pessoas)🏛️ Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais: crescimento de 6,2% (mais 1,1 milhão de pessoas)🏠 Serviços domésticos: queda de 4,2% (menos 243 mil trabalhadores)
Agora Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: Mendonça cita pessoas do ‘alto escalão da República’, mas não especificaAgoraMinas GeraisPF abre investigação sobre tentativa de suicídio de ‘Sicário’ na prisão
Há 42 minutos Política O ASSUNTO: Vorcaro e a formação de uma milíciaHá 42 minutosDepartamentos estratégicos9 são presos em operação contra corrupção na Polícia Civil de SP
Há 45 minutos São Paulo Dinheiro vivo era convertido em créditos de vale-refeiçãoHá 45 minutosDoleiros da Lava Jato são investigados no esquema de corrupçãoHá 45 minutosMinas GeraisCasa de repouso desaba e deixa 1 morto em BH; há 13 soterrados
Há 47 minutos Economia Guerra no Oriente MédioIrã diz ter atingido petroleiro dos EUA no Golfo Pérsico
Há 4 horas Mundo Exército iraniano nega ter disparado míssil em direção à TurquiaHá 4 horasVÍDEO: drones explodem em aeroporto no Azerbaijão, que culpa IrãHá 4 horasO que são bombas gravitacionais de precisão, que os EUA prometem usar
