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Mega-Sena, concurso 2.980: prêmio acumula e vai a R$ 50 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 21:52

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.980: prêmio acumula e vai a R$ 50 milhões Veja os números sorteados: 03 – 14 – 27 – 33 – 43 – 45. Quina teve 77 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 24.100,6. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.980 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (5), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 50 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Decisão foi de André Mendonça, do STF. Pedido foi feito pela PF, que apontou risco à integridade do banqueiro.

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Cadillac vem aí: GM confirma que vai vender SUVs de luxo da marca no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 21:52

Carros Cadillac vem aí: GM confirma que vai vender SUVs de luxo da marca no Brasil Marca de luxo da General Motors chega ao país com utilitários esportivos Vistiq, Optiq e Lyriq. Eles serão oferecidos em lojas em São Paulo, Curitiba e Brasília. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A General Motors confirmou, nesta quinta-feira (5), que vai vender oficialmente modelos da Cadillac no Brasil. O anúncio foi feito por Thomas Owsiaski, presidente da General Motors América do Sul. As vendas começam com três lojas nas cidades de São Paulo, Brasília e Curitiba. Os veículos confirmados até o momento são os utilitários esportivos Lyriq, Optiq e Vistiq .

A estratégia da Cadillac é começar as vendas em 2026. “Estamos convencidos que existe espaço para a Cadillac", diz Fábio Rua, vice-presidente da General Motors América do Sul. Segundo o executivo, a oferta de carros será feita de modo gradativo. "Vamos investir na experiência do cliente", explica

O Lyriq foi apresentado em 2021, começou a ser produzido em 2022 como modelo 2023 e foi o primeiro SUV 100% elétrico da Cadillac. À época, os destaques eram o design ousado, a plataforma Ultium e o conjunto de baterias de 100 kWh.

O Brasil vai receber a versão 2026, que traz atualizações em relação ao lançamento, como novo sistema de som com 23 alto-falantes, controle de cruzeiro adaptativo mais moderno, head-up display com realidade aumentada e opções de rodas de 22 polegadas.

As baterias de íons de lítio agora têm capacidade de 102 kWh, e há duas opções de motorização. A primeira conta com um motor elétrico no eixo traseiro, com 369 cv de potência e 44,9 kgfm de torque.

Segundo dados da Cadillac nos Estados Unidos, a versão com tração traseira percorre 524 quilômetros com uma carga completa.

Já o Lyriq com tração integral (AWD) tem dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam juntos 522 cv de potência e 62,2 kgfm de torque. Dependendo da configuração, a autonomia varia entre 487 km e 513 km. Esse método de medição é diferente do utilizado pelo Inmetro no Brasil.

O modelo tem 4,99 m de comprimento, 2,20 m de largura com os retrovisores, 1,63 m de altura e entre-eixos de 3,09 m. A configuração com dois motores pesa 2.648 kg. Para efeito de comparação, um Toyota Corolla híbrido pesa 1.450 kg.

O Optiq foi lançado em 2024 como um “novo ponto de entrada para o luxo do carro elétrico”, segundo a Cadillac. Chegou com dois motores elétricos de série, mas na linha 2026 passou a oferecer também versão com um motor no eixo traseiro.

A configuração de entrada gera 319 cv de potência e 45,9 kgfm de torque. A versão mais potente entrega 446 cv e 68,9 kgfm. São 10 módulos de bateria — no Lyriq são 12 — que totalizam 85 kWh. A autonomia varia entre 487 km e 510 km.

As medidas são mais modestas se comparadas às do Lyriq, mas isso não significa que o Optiq seja pequeno. Ele tem 4,82 m de comprimento, 2,12 m de largura com os retrovisores, 1,64 m de altura e entre-eixos de 2,95 m.

Com aceleração até 100 km/h em menos de 4 segundos, o Vistiq se destaca pelo parentesco com o Escalada IQL. O interior tem tela de 33 polegadas, sistema de som com 23 alto-falantes e cabine luxuosa.

O conjunto de baterias tem 102 kWh e os dois motores elétricos entregam 615 cv. Com isso o Vistiq consegue números de desempenho de fazer inveja a muito cupê esportivo.

Já existem modelos atuais da Cadillac rodando no Brasil. Essas unidades chegaram por meio de importadores independentes.

O processo é burocrático, envolve diversos formulários e taxas que podem dobrar o valor do veículo quando ele chega ao porto.

Decisão foi de André Mendonça, do STF. Pedido foi feito pela PF, que apontou risco à integridade do banqueiro.

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Lucro da Petrobras quase triplica em 2025 e chega a R$ 110,1 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 21:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

A Petrobras informou na noite desta quinta-feira (5) que registrou lucro líquido de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras alcançou 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2025, um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

Com isso, o fluxo de caixa operacional — dinheiro gerado pelas operações regulares da empresa — chegou a R$ 200 bilhões (US$ 36 bilhões) no ano.

Segundo o diretor financeiro e de relacionamento com investidores da companhia, Fernando Melgarejo, o resultado reflete a estratégia da empresa de ampliar a produção com disciplina de capital.

“Mesmo em um cenário de forte queda do Brent, geramos R$ 200 bilhões de caixa operacional no ano. Continuamos a apresentar um fluxo de caixa robusto, apoiado por projetos de qualidade que ampliam a produção, com alto retorno e rápida geração de caixa”, afirmou.

A Petrobras informou que investiu R$ 112,9 bilhões (US$ 20,3 bilhões) em 2025, valor dentro da faixa prevista pela companhia para o período.

A maior parte dos recursos foi destinada ao segmento de exploração e produção, que respondeu por cerca de 84% dos investimentos. O montante incluiu a aceleração de projetos e o avanço de unidades de produção em campos do pré-sal.

início da operação e aumento da capacidade dos FPSOs Almirante Tamandaré e Marechal Duque de Caxias;manutenção do topo de produção do FPSO Sepetiba;ramp-up dos FPSOs Maria Quitéria, Anita Garibaldi, Anna Nery e Alexandre de Gusmão;maior eficiência operacional na Bacia de Santos (UN-BS) e no campo de Búzios.

As novas unidades adicionaram 585 mil barris por dia de capacidade nominal de produção operada pela Petrobras, segundo a companhia.

A estatal também informou que as exportações de petróleo atingiram recorde anual, com média de 765 mil barris por dia.

No quarto trimestre de 2025, o volume chegou a 999 mil barris por dia, o maior nível já registrado em um trimestre.

Outro fator que influenciou o resultado do ano foi a valorização do real frente ao dólar, que gerou impacto positivo nas contas da companhia.

Desconsiderando efeitos cambiais e outros eventos considerados exclusivos do período, o lucro líquido teria sido de R$ 100,9 bilhões (US$ 18,1 bilhões).

O EBITDA ajustado, indicador que mede o resultado operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ficou em R$ 244,3 bilhões (US$ 43,8 bilhões), também sem eventos extraordinários.

A dívida bruta da Petrobras encerrou 2025 em US$ 69,8 bilhões. Segundo a empresa, o valor foi impactado principalmente pela inclusão de contratos de afretamento de plataformas na contabilidade da dívida.

O conselho de administração da Petrobras aprovou o envio à assembleia de acionistas de uma proposta de distribuição de R$ 8,1 bilhões em dividendos, referente ao quarto trimestre de 2025. Os pagamentos estão previstos para maio e junho de 2026.

No total, a companhia informou ter distribuído R$ 45,2 bilhões em proventos ao longo de 2025, sendo R$ 17,6 bilhões destinados ao grupo de controle.

A Petrobras também informou que pagou R$ 227,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios no ano passado.

Além disso, cerca de R$ 2 bilhões foram destinados a investimentos socioambientais, patrocínios e doações.

Em 2025, a empresa informou ter incorporado 1,7 bilhão de barris de óleo equivalente em reservas, alcançando um índice de reposição de reservas de 175%, mesmo com produção recorde.

No refino, o parque da companhia operou com fator de utilização total de 91%, com diesel, gasolina e querosene de aviação representando 68% da produção total de derivados.

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Após ‘rombo’ do caso Master, bancos fecham acordo para antecipar R$ 32,5 bilhões ao FGC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 18:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

As instituições financeiras que integram o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anteciparão, neste mês, cinco anos de contribuições ao fundo, em um total de R$ 32,5 bilhões.

O recolhimento será feito em 25 de março, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (5) pelo FGC.

A necessidade de recompor o caixa ocorre após uma série de liquidações extrajudiciais anunciadas pelo Banco Central (BC) desde o ano passado.

Até o momento, pelo menos sete instituições ligadas ao Banco Master tiveram a liquidação decretada.

Como mostrou a reportagem do g1, apenas as liquidações dos bancos Master, Will Bank e Pleno devem gerar um rombo de R$ 51,8 bilhões no FGC.

As instituições financeiras que integram o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anteciparão, neste mês, cinco anos de contribuições ao fundo, em um total de R$ 32,5 bilhões. O recolhimento será feito em 25 de março, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (5) pelo FGC.

"A medida tem por finalidade assegurar a solidez patrimonial do FGC e garantir a plena capacidade de cumprimento de suas obrigações, em estrita observância à legislação vigente e às disposições estatutárias", informou o FGC em nota. A antecipação de contribuições está prevista no Estatuto do Fundo.

A necessidade de recompor o caixa ocorre após uma série de liquidações extrajudiciais anunciadas pelo Banco Central (BC) desde o ano passado. Até o momento, pelo menos sete instituições ligadas ao Banco Master tiveram a liquidação decretada.

Como mostrou a reportagem do g1, apenas as liquidações dos bancos Master, Will Bank e Pleno devem gerar um rombo de R$ 51,8 bilhões no FGC. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Ainda de acordo com o FGC, até esta quinta-feira (5) foram pagos R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimento e Letsbank). Ao todo, cerca de 675 mil credores já receberam os valores.

"O processo de pagamento aos credores, pessoas físicas, do Banco Master, Banco Master de Investimentos e Letsbank segue pelo aplicativo do FGC. É importante que as pessoas mantenham ativas as notificações do aplicativo para serem alertadas quanto à necessidade de alguma atuação para a evolução de seu processo", informou o fundo em nota.

Em relação ao Will Bank, o FGC estima que serão pagos R$ 6,3 bilhões em garantias. Com a liquidação do Banco Pleno, o fundo estima que as garantias a serem pagas a credores da instituição somem R$ 4,9 bilhões.

Os recursos do FGC vêm dos próprios bancos associados, que fazem contribuições mensais. Antes do caso Master, o fundo tinha mais de R$ 140 bilhões em caixa para cobrir emergências e preservar a estabilidade do sistema financeiro.

Especialistas defendem uma revisão ainda mais profunda do modelo de financiamento do FGC, para que instituições mais arriscadas contribuam com valores maiores.

Hoje, os bancos pagam uma taxa mensal de 0,01% sobre o saldo dos depósitos cobertos pelo fundo — caso de CDBs, poupança, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo.

Em agosto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) criou uma cobrança adicional para instituições mais expostas a riscos, elevando a taxa para 0,02%, e determinou que mantenham uma parcela maior de recursos aplicada em títulos públicos.

Para o advogado Roberto Panucci, as medidas aumentam o custo para bancos que assumem riscos excessivos, mas não resolvem o problema central.

“Ao encarecer o uso da cobertura do FGC, o regulador reconhece que o modelo atual gera incentivos distorcidos. A reforma é, na prática, uma admissão de que a garantia estimula comportamentos de risco.”

O FGC e as instituições em liquidação alertaram, ainda, para tentativas de fraude e golpes relacionados ao pagamento da garantia.

"O FGC e as instituições em liquidação não realizam contatos por telefone, aplicativos de mensagens ou redes sociais para solicitar dados pessoais, senhas ou códigos de verificação. Toda comunicação oficial é feita exclusivamente por meio dos canais institucionais, divulgados nos sites oficiais", informou o fundo em nota.

O FGC ainda destacou que "não há qualquer relação com terceiros que ofereçam intermediação, facilitação ou antecipação de valores mediante pagamento ou fornecimento de dados".

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MBRF fecha acordo com o MPT e vai transferir grávidas de áreas de risco após casos de aborto em frigorífico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 18:46

Trabalho e Carreira MBRF fecha acordo com o MPT e vai transferir grávidas de áreas de risco após casos de aborto em frigorífico Empresa vai transferir gestantes para setores com níveis de ruído abaixo de 80 decibéis. Investigação havia detectado 144 casos de aborto ou ameaça de aborto entre funcionárias de unidade em Mato Grosso. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Supervisor da multinacional do setor alimentício BRF tinha histórico de assédio moral — Foto: Reprodução

A MBRF firmou acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para afastar trabalhadoras grávidas que atuam em áreas com ruído elevado na unidade de Lucas do Rio Verde (MT), após investigação do órgão apontar intercorrências na gestação de funcionárias expostas a ambientes barulhentos.

Segundo a procuradora do Trabalho Priscila Dibi Schvarcz, responsável pelo processo, os efeitos chamados "extrauditivos" podem atingir o sistema cardiovascular e metabólico das gestantes. O MPT registrou 77 abortos confirmados e 113 partos prematuros entre 2019 e 2025.

A MBRF é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, formada pela fusão entre Marfrig e BRF. Dona de marcas como Sadia e Perdigão, a companhia tem receita anual combinada de cerca de R$ 150 bilhões e presença em mais de 100 países.

O acordo foi homologado pela Justiça e passa a valer enquanto o processo principal segue em análise pela Justiça.

Nele, a empresa se comprometeu a realocar imediatamente todas as gestantes expostas a níveis de ruído iguais ou superiores a 80 decibéis para setores com exposição comprovadamente inferior a esse limite.

De acordo com o Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho, existem 23 setores na unidade com níveis abaixo de 80 decibéis. Para o MPT, isso demonstra que é possível transferir as gestantes sem prejuízo à operação.

Mesmo assim, a investigação apontou que trabalhadoras grávidas atuavam em áreas com ruído que pode chegar a 93 decibéis. Quando a ação foi apresentada, apenas três gestantes estavam em setores considerados adequados.

Além da realocação, a empresa se comprometeu a implementar um programa específico de gestão de saúde para gestantes.

A iniciativa prevê identificação ativa do estado gestacional, avaliação imediata dos riscos do posto de trabalho, realocação obrigatória quando houver agentes nocivos não neutralizados e acompanhamento médico multidisciplinar durante toda a gravidez.

O acordo também determina a criação de um protocolo específico de atendimento a gestantes dentro da unidade.

Agora, a MBRF deverá manter fluxogramas visíveis em todos os setores, garantir atendimento presencial por médico ou enfermeiro do trabalho antes de qualquer liberação e disponibilizar um veículo exclusivo para transporte emergencial, com funcionamento 24 horas por dia.

O veículo deverá ter equipamentos básicos de primeiros socorros e comunicação direta com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).

Caso as cláusulas do acordo sejam descumpridas, a empresa poderá pagar multa de R$ 50 mil por irregularidade constatada, além de R$ 20 mil por trabalhadora prejudicada. Os valores serão destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou ao Fundo de Direitos Difusos (FDD).

A investigação começou após um caso registrado em abril de 2024. Uma funcionária venezuelana, grávida de oito meses de gêmeas, sofreu aborto espontâneo na portaria da empresa.

Segundo o MPT, ela passou mal durante o expediente, foi levada a uma sala de descanso e não houve acionamento imediato de atendimento médico. Após o episódio, a trabalhadora processou a empresa e foi indenizada.

A partir desse caso, o Ministério Público ampliou a apuração para verificar se havia problemas estruturais nas condições oferecidas às gestantes. Foram avaliados documentos de saúde ocupacional e segurança do trabalho apresentados pela própria empresa.

Com base nesse material, o MPT identificou 144 registros de aborto ou ameaça de aborto, dos quais 77 foram confirmados. Também foram registrados 113 casos de parto prematuro.

Além disso, o levantamento apontou 71 atestados médicos com diagnósticos como hipertensão, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e restrição de crescimento fetal. Para o MPT, essas condições podem ser agravadas pela exposição a níveis elevados de ruído.

De acordo com o órgão, o protetor auricular fornecido pela empresa protege a trabalhadora, mas não elimina possíveis impactos ao feto.

A unidade de Lucas do Rio Verde emprega cerca de 4.800 pessoas. Desse total, 74 são gestantes, o equivalente a aproximadamente 1,5% do quadro. Para o MPT, esse percentual não compromete a organização do trabalho em caso de remanejamento.

Antes de ingressar com a ação, o MPT realizou duas audiências com a empresa, mas não houve acordo naquele momento. Com a homologação judicial, as medidas passam a ser obrigatórias.

Além das obrigações previstas no acordo, o Ministério Público do Trabalho pede na ação civil pública o pagamento de R$ 20 milhões por danos morais coletivos. O pedido ainda será analisado pela Justiça.

A MBRF informa que segue rigorosamente a legislação vigente e reitera seu compromisso com a saúde e segurança dos seus profissionais. Sobre exposição a ruídos, fornece e garante o uso de EPIs certificados pelo Ministério do Trabalho.

De acordo com avaliação médica e com os atestados apresentados, não foi identificada correlação entre os casos citados no processo e as atividades desempenhadas. A empresa ainda irá apresentar a sua defesa na referida ação e, à exceção do número atual de gestantes, não reconhece os dados apresentados pelo MPT à reportagem.

A companhia reforça que possui um programa estruturado de acompanhamento às gestantes com suporte médico, adequações de função de acordo com a etapa gestacional e monitoramento contínuo. Desde 2017, a iniciativa já acompanhou mais de 13 mil colaboradoras.

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Free flow: governo quer suspender até dezembro multas e pontos na CNH por não pagamento de pedágio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 18:46

Carros Free flow: governo quer suspender até dezembro multas e pontos na CNH por não pagamento de pedágio Concessionárias utilizam sistemas diferentes de cobrança, e motoristas têm relatado dificuldade para realizar os pagamentos. Suspensão serviria para que as partes pudessem adotar uma comunicação integrada com o sistema do governo federal. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Ministério dos Transportes afirmou, nesta quinta-feira (5), que pretende suspender as multas por evasão de pedágio aplicadas a motoristas que passaram pelo sistema “free flow” e não pagaram a tarifa.

A medida também incluiria a suspensão dos pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) aplicados por causa da infração.

O pedágio eletrônico, ou “free flow”, é um sistema de cobrança que dispensa cabines de atendimento e não exige o uso de tag pelo motorista.

No entanto, as concessionárias utilizam sistemas diferentes de cobrança, e motoristas têm relatado dificuldade para realizar os pagamentos.

Segundo o Ministério dos Transportes, a suspensão serviria para que fossem feitos os ajustes necessários e para que as concessionárias pudessem adotar uma comunicação integrada com o sistema do governo federal.

Pedágio 'free flow' na Rodovia Carlos Tonani, em Jaboticabal (SP) — Foto: Divulgação/EcoNoroeste

O Ministério dos Transportes afirmou, nesta quinta-feira (5), que pretende suspender as multas por evasão de pedágio aplicadas a motoristas que passaram pelo sistema “free flow” e não pagaram a tarifa.

A medida também incluiria a suspensão dos pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) aplicados por causa da infração.

O pedágio eletrônico, ou “free flow”, é um sistema de cobrança que dispensa cabines de atendimento e não exige o uso de tag pelo motorista. No entanto, as concessionárias utilizam sistemas diferentes de cobrança, e motoristas têm relatado dificuldade para realizar os pagamentos.

Segundo o Ministério dos Transportes, a suspensão serviria para que fossem feitos os ajustes necessários e para que as concessionárias pudessem adotar uma comunicação integrada com o sistema do governo federal.

Para emitir a multa, o governo federal recebe a comunicação da concessionária da rodovia e registra a infração no aplicativo CNH do Brasil. A evasão de pedágio, seja em praças tradicionais ou no free flow, gera multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.

"Está em elaboração uma deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para prorrogar o prazo de homologação até dezembro de 2026. A proposta ainda está em tramitação interna e aguarda manifestação da Consultoria Jurídica", disse a pasta em nota.

Assim, o motorista que passar pelo pórtico do “free flow” e não fizer o pagamento terá uma segunda chance de quitar a dívida sem a cobrança de multa. Não se trata de perdão: a penalidade continuará valendo caso o pagamento não seja feito até dezembro. (veja a íntegra da nota abaixo)

Nesse sistema, o motorista não precisa reduzir a velocidade para que os dados do veículo sejam lidos. Outra vantagem é a cobrança proporcional ao trecho percorrido, já que o sistema identifica onde o carro entrou e saiu da rodovia.

O pedágio eletrônico já é adotado em mais de 20 países, como Noruega, Portugal, Estados Unidos, Itália, China e Chile — um dos pioneiros na América Latina a implementar o sistema em suas rodovias.

No Brasil, o sistema já funciona em rodovias federais, como a BR-101 (Rodovia Rio-Santos), e foi autorizado para uso em vias urbanas e rurais, abrangendo estradas e rodovias federais, estaduais, distritais e municipais em todo o país.

Não. A função do pedágio eletrônico é apenas identificar corretamente o veículo para realizar a cobrança. As câmeras e sensores instalados nos pórticos são usados exclusivamente para esse propósito.

A multa por evasão de pedágio é aplicada apenas quando o pagamento não é efetuado. Trata-se de uma infração grave, com penalidade de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.

O sistema de cobrança do free flow utiliza a mesma tecnologia das tags já comuns no Brasil, com avanços importantes para identificar corretamente cada tipo de veículo.

Diversas câmeras e sensores são instalados nos pórticos fixos nas rodovias. Eles identificam os veículos com tag ou fazem a leitura das placas para determinar quem será cobrado.

Algumas câmeras possuem lentes duplas para capturar imagens em 3D, permitindo identificar o tipo de veículo, o número de eixos e quais estão suspensos. Isso garante a cobrança correta de acordo com o porte do veículo, como no caso dos caminhões.

Luzes infravermelhas são utilizadas para garantir a identificação dos veículos mesmo em condições adversas, como neblina ou fumaça.

Em relação aos questionamentos sobre a homologação dos sistemas de livre passagem (free flow), a Resolução Contran nº 1.013/2024 estabeleceu que esses sistemas devem ser previamente homologados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) antes do início de sua operação, fixando prazo de 180 dias, contados da publicação do normativo específico, para o cumprimento dessa exigência.

Esse normativo foi publicado em 12 de junho de 2025, por meio da Portaria Senatran nº 442, que definiu os procedimentos para a homologação.

O módulo sob responsabilidade da Senatran, voltado ao envio de informações cadastrais, já está desenvolvido e tecnicamente concluído. No entanto, foram identificados ajustes necessários na arquitetura de interoperabilidade para garantir compatibilidade com as soluções utilizadas pelas concessionárias.

Diante disso, a Senatran, em conjunto com o Ministério dos Transportes, estuda uma alternativa regulatória para permitir uma transição adequada. Nesse contexto, está em elaboração uma deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para prorrogar o prazo de homologação até dezembro de 2026. A proposta ainda está em tramitação interna e aguarda manifestação da Consultoria Jurídica.

Em relação à infração prevista no art. 209-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a deliberação deverá estabelecer uma regra de transição, permitindo a suspensão da exigibilidade das multas aplicadas até então, caso o usuário regularize o pagamento dos pedágios em aberto.

É importante destacar que não se trata de perdão do pedágio, mas apenas da garantia de uma nova oportunidade para o pagamento da tarifa antes da aplicação da multa.

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Alckmin confirma que deixará ministério no começo de abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 16:45

Política Alckmin confirma que deixará ministério no começo de abril O vice-presidente da República pode permanecer na vice-presidência para disputar a reeleição, mas não como ministro. Prazo legal para descompatibilização termina em 4 de abril. Por Thiago Resende, TV Globo — Brasília

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Geraldo Alckmin, informou nesta quinta-feira (5) que deixará o comando do ministério no dia 4 de abril.

Apesar da lei não exigir que o vice-presidente da República deixe o cargo de vice-presidente caso vá disputar a reeleição, Alckmin precisa deixar a pasta ministerial para poder participar da disputa.

A informação foi dada no começo da entrevista coletiva de divulgação dos dados da balança comercial de fevereiro.

O futuro político do vice-presidente é parte das negociações envolvendo palanques eleitorais em São Paulo, que também incluem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Na última semana, Lula recebeu Haddad para um jantar no Palácio da Alvorada. No encontro, segundo relato de um assessor do presidente ao blog da Ana Flor, o ministro ouviu de Lula que precisa dele para ajudar a consolidar sua reeleição.

Haddad, muito resistente a concorrer a qualquer cargo em 2026, vem cedendo diante da insistência de Lula. Segundo uma pessoa próxima ao presidente, Lula conseguiu convencer o ministro a avaliar a possibilidade de concorrer em São Paulo.

Segundo um assessor do presidente, a chapa ideal de Lula teria ainda o vice-presidente Geraldo Alckmin, quatro vezes governador de SP.

Pesquisas eleitorais nas últimas semanas mostrando uma consolidação da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência e um afunilamento no segundo turno da disputa com Lula ligaram o alerta dos estrategistas de campanha e são parte do argumento para levar Haddad a concorrer.

Mesmo com o favoritismo do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), integrantes do núcleo próximo do presidente veem Haddad como o nome que pode diminuir a diferença e trazer votos essenciais para Lula no estado.

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Com alta nas exportações de petróleo, balança comercial tem superávit de US$ 4,2 bilhões em fevereiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 15:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2811,19%Dólar TurismoR$ 5,4630,83%Euro ComercialR$ 6,1180,72%Euro TurismoR$ 6,3460,5%B3Ibovespa180.258 pts-2,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,2811,19%Dólar TurismoR$ 5,4630,83%Euro ComercialR$ 6,1180,72%Euro TurismoR$ 6,3460,5%B3Ibovespa180.258 pts-2,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,2811,19%Dólar TurismoR$ 5,4630,83%Euro ComercialR$ 6,1180,72%Euro TurismoR$ 6,3460,5%B3Ibovespa180.258 pts-2,76%Oferecido por

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em fevereiro, impulsionado por fortes exportações de petróleo.

No primeiro bimestre, o saldo positivo acumulado atingiu US$ 8,02 bilhões, superando os US$ 1,87 bilhões do mesmo período de 2025.

O Brasil teve um déficit de US$ 265 milhões com os EUA em fevereiro de 2026, com queda nas exportações e importações.

Exportações para China, México, União Europeia e Oriente Médio ajudaram a compensar o impacto do "tarifaço" dos EUA.

A balança comercial registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em fevereiro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (5).

🔎 O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.

O valor representa melhora em relação ao ano passado, quando o saldo foi deficitário em US$ 467 milhões.Esse também foi o maior superávit para meses de fevereiro desde 2024 (+US$ 5,13 bilhões).

O destaque de fevereiro foi o forte crescimento nas exportações de petróleo, principalmente por conta do valor exportado, o preço recuou no mês passado. Já em março, o preço do produto está em alta por conta da guerra no Oriente Médio.

As exportações somaram US$ 26,3 bilhões, com alta de 28,5% pela média diária;As importações somaram US$ 22,1 bilhões, com aumento de 5,7% pela média diária;

Óleos brutos de petróleo: US$ 3,7 bilhões, com alta de 76,5%Soja: US$ 2,93 bilhões, com aumento de 15,5%Minério de ferro: US$ 2,09 bilhões, com alta de 20,9%Carne bovina: US$ 1,33 bilhão, com crescimento de 41,8%Café não torrado: US$ 1,02 bilhão, com queda de 1,1%Carnes de aves e suas miudezas: US$ 856 milhões, com alta de 9,8%

Nos dois primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$ 8,02 bilhões, informou o governo.

Com isso, houve melhora na comparação com o primeiro bimestre de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 1,87 bilhões.

No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 50,92 bilhões (alta 13,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária).Já as importações somaram US$ 42,9 bilhões no primeiro bimestre de 2026, com queda de 0,2% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária.

Ainda sob impacto do tarifaço dos EUA na maior parte do mês passado, as exportações brasileiras para os EUA recuaram para US$ 2,52 bilhões em fevereiro deste ano, contra US$ 3,17 bilhões no mesmo mês do ano passado. Um recuo de 20,3%.

Ao mesmo tempo, as importações brasileiras de produtos norte-americanos também recuaram no mês passado, para US$ 2,79 bilhões. O recuo foi de 16,5% frente ao mesmo período de 2025 (US$ 3,33 bilhões).

➡️Com estes resultados, a balança comercial com os EUA registrou um déficit de US$ 265 milhões no segundo mês de 2026.

O tarifaço do presidente Donald Trump foi implementado de forma gradual, com início em abril para todos os países, embora alguns produtos tenham recebido taxação mais elevada, como aço e alumínio.Em agosto, foi anunciada uma sobretaxa específica de 50% para o Brasil. Ainda assim, foi divulgada uma extensa lista de exceções, com mais de 700 itens, incluindo suco de laranja, aeronaves, petróleo e fertilizantes.Com o passar dos meses e a aproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as negociações avançaram e, em novembro, os EUA retiraram do tarifaço outros produtos brasileiros, como carne bovina, café, açaí e cacau. Ainda assim, parte da pauta continuou tarifada.Em 20 de fevereiro, porém, a Justiça dos EUA decidiu que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor o chamado "tarifaço" a outros países sem autorização do Congresso Nacional. Por isso, revogou as sobretaxas específicas impostas a várias nações, mantendo apenas a tarifa geral de 10%.

A situação da balança comercial brasileira em janeiro só não foi pior porque o país conseguiu ampliar as exportações para outros mercados, como China, México, União Europeia e Oriente Médio.

Esse movimento ajudou a compensar os efeitos do tarifaço dos EUA, ainda vigente em boa parte do mês de fevereiro.

China: alta de 38,7%, para US$ 7,22 bilhões;Mercosul: queda de 19,5%, para US$ 1,56 bilhão;União Europeia: alta de 34,7%, para US$ 4,23 bilhões;México: crescimento de 24,3%, para US$ 634 milhões;Oriente Médio: alta de 10,8%, para US$ 1,23 bilhão.

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Renault lança o SUV Koleos para roubar os clientes das marcas chinesas; veja detalhes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 11:12

Carros Renault lança Koleos, SUV híbrido para 'roubar' os clientes das marcas chinesas; veja detalhes Modelo é o primeiro híbrido da marca no Brasil e aposta em cabine com três telas, sistemas de segurança e potência de 245 cv para convencer público da BYD e GWM. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Renault lança o SUV Koleos no Brasil para reposicionar sua imagem no mercado premium, mirando clientes de marcas como BYD e GWM.

O Koleos se destaca pelo interior sofisticado, com três telas de 12,3 polegadas, incluindo uma exclusiva para o passageiro, e acabamento de alta qualidade.

Equipado com motorização híbrida de 245 cv, o Koleos acelera de 0 a 100 km/h em 8,3s, mas seu consumo de 13,1 km/l na cidade não impressiona.

O modelo oferece amplo espaço interno, bancos traseiros aquecidos e reclináveis, além de condução semiautônoma nível 2 e estacionamento autônomo.

A Renault quer se reposicionar aos olhos dos brasileiros. Deixar de ser vista como a marca dos carros populares para ser reconhecida pelo requinte nos segmentos mais caros. O capítulo mais recente dessa estratégia, que já incluiu Kardian e Boreal, é o Koleos.

O SUV tem proporções generosas, maiores que as do Jeep Commander, e aposta em uma cabine chamativa e em um conjunto híbrido de 245 cv para fisgar clientes que hoje compram BYD Song Plus e GWM Haval H6.

A Renault ainda não divulga o preço, mas o g1 apurou e já consegue fazer uma estimativa: algo na casa dos R$ 260 mil.

O Koleos segue o padrão global de design da Renault. As linhas vincadas da carroceria ganham destaque com a pintura cinza acetinada. Detalhes azulados e apliques pretos completam o visual futurista.

Será o suficiente para conquistar o cliente brasileiro? A resposta talvez esteja no interior do Koleos.

No interior, a Renault priorizou a experiência de motorista e passageiros. São três telas alinhadas no painel, cada uma com 12,3 polegadas.

Uma está logo atrás do volante e funciona como cluster de instrumentos. No meio, alinhada com o console central, está a tradicional tela do multimídia. A novidade é a terceira tela, logo a frente do carona.

Nela é possível ajustar o ar-condicionado, escolher músicas no sistema de som Bose com 10 alto-falantes e até assistir à série favorita em serviços de streaming.

Essa tela do passageiro tem um efeito de discrição semelhante ao de películas de privacidade usadas em celulares. Quem observa de lado não consegue ver o conteúdo, que aparece escuro. Assim, o passageiro pode assistir a vídeos sem distrair o motorista.

A má notícia é que a legislação brasileira não permite a reprodução de vídeos com o carro em movimento, mesmo com esse recurso na tela. Portanto, filmes e séries só podem ser assistidos com o Koleos parado.

A qualidade dos materiais e do acabamento é superior. Por outro lado, a combinação de telas e revestimentos em preto brilhante acumula muitas marcas de dedo. A iluminação ambiente colore os painéis das portas e harmoniza com as costuras azuis e vermelhas.

Comparado ao interior do Song Plus 2027, por exemplo, o Koleos integra melhor os elementos ao painel. A gigante tela flutuante do BYD rouba o protagonismo.

A Renault transmite sensação de tecnologia sem recorrer a telas giratórias ou botões chamativos. O teto panorâmico reforça o ambiente sofisticado. Resta saber se o cliente brasileiro prefere a ousadia de alguns modelos ou a proposta mais discreta do Koleos.

A plataforma CMA, também usada por Volvo e Geely, garante 2,82 m de entre-eixos e posiciona a bateria de forma compacta no centro do carro. O resultado é um assoalho praticamente plano e bom espaço para joelhos, ombros e cabeça.

Além do espaço generoso, os ocupantes do banco traseiro contam com saídas de ar-condicionado com ajuste próprio de temperatura e bancos aquecidos, algo raro na segunda fileira. Também é possível reclinar o encosto, o que torna a viagem mais confortável.

A lista inclui rodas de 20 polegadas com acabamento diamantado, pacote visual Esprit Alpine, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, carregador de celular por indução, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay, head-up display e outros itens de conforto.

No lançamento, a Renault afirmou que o Koleos poderá ser comprado em qualquer um dos mais de 250 pontos de venda da marca. A empresa não confirmou preço, prazo de garantia, planos de manutenção nem expectativa de vendas.

O g1 apurou que a Renault considera como principais concorrentes do Koleos o BYD Song Plus e, nas versões mais completas, o GWM Haval H6. A lista também inclui Volkswagen Tiguan, Chevrolet Equinox e Jeep Commander.

Com esses concorrentes na mira e o pacote de equipamentos oferecido, é possível estimar um preço próximo de R$ 260 mil. A confirmação dos valores e de informações como a garantia será feita no dia 1º de abril.

“Não vamos brigar por volume de vendas, mas para ser referência no segmento”, explica Guilherme Ruibal, gerente de produto da Renault.

O Renault Koleos consegue fazer manobras de estacionamento de forma autônoma; o motorista não precisa nem acelerar.

Há também condução semiautônoma de nível 2. Em vias rápidas, o SUV mantém velocidade e distância do veículo à frente de forma adaptativa. Ele identifica a faixa de rolamento e mantém o carro centralizado.

O SUV conta com frenagem automática e assistente de manobras evasivas. Nesse caso, o sistema identifica quando a força aplicada pelo motorista pode não ser suficiente para evitar uma colisão e adiciona mais assistência à direção.

Há câmera 360 graus, farol alto automático, limitador de velocidade, assistente de partida em rampa, alerta de distância segura do veículo à frente, alerta de colisão com frenagem automática inclusive em curvas, alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta e frenagem para tráfego cruzado traseiro e frontal, aviso para saída segura dos ocupantes, alerta de colisão traseira, entre outros recursos.

O motor 1.5 turbo com injeção direta do Koleos é movido apenas a gasolina e gera 144 cv, com torque de 23,4 kgfm. Os dois motores elétricos, acoplados à transmissão de três marchas, entregam juntos 136 cv e 32,6 kgfm de torque. A potência combinada chega a 245 cv.

Os dados oficiais da Renault indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e velocidade máxima de 180 km/h. Segundo o Inmetro, o consumo é de 13,1 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada — números que não impressionam para um híbrido.

O g1 já experimentou o Koleos pelas ruas de São Paulo, mas as impressões de como o modelo se comporta ao volante só podem ser compartilhadas mais para frente.

Já é possível comparar o Renault com alguns dos modelos apontados como concorrentes. O BYD Song Plus acaba de ser atualizado, custa R$ 249.990 e entrega 239 cv. Além disso, a bateria de 26,3 kWh do modelo chinês permite rodar até 99 km no modo elétrico, sem acionar o motor a combustão.

O GWM Haval H6 PHEV19 é vendido por R$ 249 mil e tem mais força. A potência combinada do motor 1.5 turbo com o elétrico chega a 326 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,6 segundos, mais rápida que a do Koleos.

Já deu para perceber que a concorrência é pesada, tanto em preço quanto em números de desempenho.

Motor a combustão: 1.5 turbo, quatro cilindros em linha, gasolina Potência: 144 cavalos Torque: 23,4 kgfmMotores elétricos: 2Potência: 136 cavalos Torque: 32,6 kgfmBateria: Íon de lítioCapacidade da bateria: 1,64 kWhTanque de combustível: 55 litrosCâmbio: 3 marchasTração: Dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira) Direção: ElétricaFreios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 13,1 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada)0 a 100 km/h: 8,3 segundosVelocidade máxima: 180 km/hComprimento: 4,78 mLargura: 1,88 mAltura: 1,68 m (com as barras do teto)Entre-eixos: 2,82 mPeso: 1.804 kg

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Petróleo sobe com bloqueio no Estreito de Ormuz, mas Bolsas globais se recuperam após quedas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

O petróleo voltou a subir nesta quinta-feira (5), refletindo a preocupação dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes para o transporte de petróleo no mundo.

Mesmo assim, parte dos mercados globais mostrou recuperação após as fortes quedas registradas nos últimos dias por causa da guerra no Oriente Médio.

Na Ásia, as bolsas reagiram de forma positiva. Em Seul, o índice Kospi disparou 9,63%, recuperando parte das perdas após ter despencado mais de 12% na quarta-feira, em meio ao pânico provocado pela alta dos preços da energia.

Em resposta à volatilidade, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, anunciou a ativação de um fundo de estabilização de US$ 68 bilhões (cerca de R$ 356 bilhões) para apoiar o mercado financeiro. Segundo ele, a medida busca evitar novas turbulências.

Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 1,9%, depois de cair 3,61% na sessão anterior. Já na China, os principais mercados também avançaram: a bolsa de Hong Kong ganhou 0,3% e a de Xangai, 0,6%.

O movimento veio após o governo chinês anunciar a meta de crescimento econômico para este ano, entre 4,5% e 5%, a mais baixa em cerca de três décadas.

A melhora no humor dos investidores também foi influenciada pelo desempenho de Wall Street na quarta-feira (4), quando os principais índices americanos subiram após a divulgação de indicadores econômicos melhores do que o esperado nos Estados Unidos.

Na Europa, no entanto, o início do pregão foi mais cauteloso. As principais bolsas abriram em leve queda: Londres recuava 0,26%, Frankfurt caía 0,58%, Milão perdia 0,87% e Paris registrava baixa de 0,31%.

Enquanto isso, o mercado de petróleo continuava pressionado pelas tensões no Oriente Médio. Por volta das 8h30, o barril do Brent, referência internacional, subia 2,33%, a US$ 83,30. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 2,97%, para US$ 76,88.

Segundo Jonas Goltermann, economista da Capital Economics, muitos investidores ainda acreditam que o conflito pode ter impacto limitado na economia global, semelhante ao ocorrido em 2025, quando ataques pontuais dos Estados Unidos contra instalações iranianas aumentaram a tensão, mas não provocaram efeitos duradouros.

Ele alerta, porém, que esse cenário pode ser otimista demais. "Esta perspectiva é otimista, levando em consideração que o conflito já se propagou para toda a região e o Estreito de Ormuz está fechado. Os mercados podem enfrentar uma grande decepção em caso de agravamento da situação", alertou o analista em entrevista à France Presse.

Os ataques a navios que transportam petróleo continuaram nesta quinta-feira, segundo informações da agência Reuters. O petroleiro Sonangol Namibe, que navega com bandeira das Bahamas, informou que sofreu danos no casco após uma explosão perto do porto de Khor al Zubair, no Iraque.

Ao mesmo tempo, o tráfego de embarcações no Estreito de Ormuz praticamente parou desde o início da guerra. Segundo dados de empresas que monitoram navios, cerca de 300 petroleiros estão parados na região, aguardando condições mais seguras para seguir viagem.

O conflito também se intensificou em terra. Na madrugada de quinta-feira, o Irã lançou uma nova série de mísseis contra Israel, levando milhões de pessoas a buscar abrigo.

A ofensiva ocorreu poucas horas depois de tentativas em Washington para interromper os ataques americanos terem fracassado.

Na quarta, um submarino dos Estados Unidos afundou um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka, em um episódio que deixou ao menos 80 mortos. No mesmo dia, sistemas de defesa aérea da Otan interceptaram um míssil iraniano que havia sido lançado em direção à Turquia.

Analistas do banco J.P. Morgan alertam que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

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