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Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance
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Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 11:58
Trabalho e Carreira Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance Em entrevista ao Conexão GloboNews, Paulo Skaf afirmou que é preciso considerar as diferenças entre os setores, comparar a medida com outros países e avaliar os possíveis impactos na economia e no mercado de trabalho. Por Redação g1 — São Paulo
Um estudo divulgado nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para possíveis efeitos negativos da proposta de redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.
Em entrevista ao Conexão GloboNews, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), repercutiu o levantamento e destacou alguns pontos negativos da mudança em discussão no Congresso — que pode reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6×1.
“Quando se trata da escala, as realidades variam muito de setor para setor. Em geral, ela está diretamente ligada à natureza das funções. A realidade da saúde é diferente da do transporte, da indústria e do comércio. Há segmentos que necessitam do modelo 6×1 e nos quais esse formato de trabalho se encaixa”, afirma.
Outro ponto citado pelo presidente da Fiesp é a necessidade de analisar os impactos na economia, no desemprego e na informalidade no mercado de trabalho. Skaf também defende a livre negociação entre trabalhadores e empregadores e afirma que “é um erro a interferência governamental em algo que poderá atrapalhar os setores e trabalhador”.
Para o presidente, o foco deveria ser na população que atuar em reduzir informalidade – que atualmente passa dos está em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais – e não mexer em algo que está dando certo.
Skaf também comparou a situação com a de países vizinhos, como o Chile, onde houve aumento do desemprego e da informalidade. “Quando a natureza de um segmento exige uma escala de trabalho, mas são impostas regras sem dar liberdade para as partes negociarem, isso acaba levando à informalidade. As atividades continuam acontecendo, mas de forma ilegal”, afirmou.
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