RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA iniciam investigações comerciais que podem abrir caminho para novas tarifas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 23:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

O governo do presidente Donald Trump abriu nesta quarta-feira (11) uma nova investigação comercial contra 16 grandes parceiros dos Estados Unidos por suposto excesso de produção.

A medida é vista como uma forma de retomar a pressão por um novo tarifaço depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou, no mês passado, a principal base legal das tarifas aplicadas pelo republicano.

O representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, disse que a investigação sobre práticas comerciais consideradas desleais, com base na chamada "Seção 301", pode levar à aplicação de novas tarifas sobre produtos da China, da União Europeia, da Índia, do Japão, da Coreia do Sul e do México nos próximos meses.

Outros parceiros comerciais sujeitos à investigação de excesso de capacidade incluem Taiwan, Vietnã, Tailândia, Malásia, Camboja, Cingapura, Indonésia, Bangladesh, Suíça e Noruega.

O Canadá, o segundo maior parceiro comercial dos EUA, não foi mencionado como alvo da investigação.

O governo do presidente Donald Trump abriu nesta quarta-feira (11) uma nova investigação comercial contra 16 grandes parceiros dos Estados Unidos por suposto excesso de produção, em um movimento que pode abrir caminho para novas tarifas.

A medida é vista como uma forma de retomar a pressão por um novo tarifaço depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou, no mês passado, a principal base legal das tarifas aplicadas pelo republicano.

O representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, disse que a investigação sobre práticas comerciais consideradas desleais, com base na chamada "Seção 301", pode levar à aplicação de novas tarifas sobre produtos da China, da União Europeia, da Índia, do Japão, da Coreia do Sul e do México nos próximos meses.

Outros parceiros comerciais sujeitos à investigação de excesso de capacidade incluem Taiwan, Vietnã, Tailândia, Malásia, Camboja, Cingapura, Indonésia, Bangladesh, Suíça e Noruega. O Canadá, o segundo maior parceiro comercial dos EUA, não foi mencionado como alvo da investigação.

"Portanto, essas investigações se concentrarão em economias que, segundo nossas evidências, parecem apresentar excesso estrutural de capacidade e produção em vários setores de manufatura, como, por exemplo, por meio de superávits comerciais maiores e persistentes ou capacidade subutilizada ou não utilizada", disse Greer a repórteres em uma teleconferência.

Greer também disse que, nesta quinta-feira, iniciará outra investigação com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, destinada a proibir a importação para os EUA de produtos feitos com trabalho forçado. A investigação envolve mais de 60 países.

Os EUA já restringiram a importação de painéis solares e outros produtos da região de Xinjiang, na China, com base na Lei de Proteção ao Trabalho Forçado Uigur, sancionada pelo ex-presidente Joe Biden. A nova investigação pode ampliar essas medidas para outros países.

Greer disse que gostaria que outros países também adotassem proibições semelhantes às dos EUA contra produtos feitos com trabalho forçado, previstas em uma lei comercial americana de quase um século.

Os EUA afirmam que autoridades chinesas criaram campos de trabalho para uigures e outros grupos muçulmanos na região ocidental de Xinjiang. O governo chinês nega as acusações de abusos.

Greer disse que espera concluir as investigações da Seção 301, incluindo as propostas de solução, antes que as novas tarifas temporárias impostas por Trump no final de fevereiro expirem em julho.

Depois que a Suprema Corte considerou ilegais, em 20 de fevereiro, as tarifas globais de Trump com base em uma lei de emergências nacionais, o presidente aplicou uma tarifa de 10% por 150 dias sob a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974.

Trump definiu um cronograma rápido para a investigação do excesso de capacidade, com comentários públicos aceitos até 15 de abril e uma audiência prevista para cerca de 5 de maio.

O republicano estabeleceu um cronograma rápido para a investigação do excesso de capacidade, com comentários públicos aceitos até 15 de abril e uma audiência pública programada para por volta de 5 de maio.

Greer afirmou que as novas investigações, já anunciadas há algum tempo por autoridades do governo, não devem surpreender os parceiros comerciais e que eles devem cumprir seus acordos.

Ele ressaltou, porém, que isso não significa que esses países ficarão imunes a todas as novas tarifas previstas na Seção 301.

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EUA vão liberar 172 milhões de barris de petróleo de reserva estratégica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 23:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

Guerra no Oriente Médio: Agência Internacional de Energia anuncia a maior liberação de reservas de petróleo da história — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os Estados Unidos vão liberar 172 milhões de barris de petróleo de sua reserva estratégica em uma tentativa de reduzir os preços do petróleo, disse o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, nesta quarta-feira (11).

Os preços da commodity dispararam nos últimos dias devido a choques de oferta provocados pela guerra entre EUA e Israel contra o Irã.

Wright afirmou que a liberação faz parte de uma ação maior, envolvendo 400 milhões de barris de petróleo, acordada mais cedo pela Agência Internacional de Energia, que reúne 32 países.

Segundo Wright, a liberação terá início na próxima semana e deve levar cerca de 120 dias para ser concluída.

Os EUA e Israel iniciaram ataques ao Irã em 28 de fevereiro. O Irã respondeu com seus próprios ataques contra Israel e países do Golfo que abrigam bases americanas.

Elevando os riscos para a economia global, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã afirmou que bloquearia embarques de petróleo do Golfo, caso os ataques dos EUA e de Israel não cessem. A guerra abalou os mercados ao redor do mundo.

Questionado mais cedo nesta quarta-feira sobre se estava considerando o limite da reserva estratégica de petróleo, o presidente Donald Trump disse que Washington iria "reduzi-la um pouco".

“Os Estados Unidos planejam repor essas reservas estratégicas com mais de 200 milhões de barris no próximo ano”, disse o secretário de Energia em um comunicado.

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Crise no Oriente Médio: Silveira diz que governo avalia necessidade de medidas para conter alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, diz que governo pode adotar horário de verão em 2024 — Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para avaliar a necessidade de medidas frente à escalada do preço do barril de petróleo em função da guerra no Oriente Médio.

Entretanto, Silveira descartou uma intervenção do governo federal na Petrobras e disse que tal medida seria "irresponsável".

“Nós vamos fazer como fizemos ontem à tarde: reunimos com o presidente Lula para podermos discutir que medidas tomaremos em algo que não depende da gente, mas que nós não seremos irresponsáveis de fazer intervenção em uma empresa de capital aberta, listada na bolsa de Nova York e que tem a sua governança própria”, declarou o ministro, durante participação na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

O ministro também desconsiderou risco de desabastecimento de combustíveis no país e classificou como "criminosa especulação" os recentes aumentos nos preços dos combustíveis em algumas regiões do país.

“É naturalmente um momento de apreensão do mundo inteiro, não só do Brasil, porque nós vivemos um caos geopolítico, mas não tem risco de abastecimento e muito pelo contrário”, afirmou o ministro.

Nos últimos dias, sindicatos do setor registraram altas ou previsão de aumento para gasolina e diesel em diversas partes do país, atribuídas à elevação do preço internacional do petróleo após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

“O que há é uma criminosa especulação por parte dessas distribuidoras e dos revendedores. Por isso, nós vamos aplicar as multas devidas, vamos fiscalizar, vamos fazer operações, vamos envolver a Polícia Federal”, disse Silveira.

Nesta terça, o ministério de Minas e Energia informou a criação de uma Sala de Monitoramento do Abastecimento, com o objetivo de identificar rapidamente eventuais riscos ao fornecimento e coordenar ações para preservar a segurança energética e a normalidade do abastecimento de combustíveis no país.

A medida segue práticas de governança já adotadas pela pasta em cenários geopolíticos semelhantes.

“O povo brasileiro pode nos ajudar é fiscalizar os abusos dos revendedores nos postos de gasolina e nós vamos fiscalizar com a ANP, Procon, Senacon, Polícia Federal e o Ministério das Justiças as distribuidoras para que elas deixem de cometer os abusos que começaram a cometer nos últimos dias", defendeu.

O presidente Lula passou esta quarta-feira no Palácio da Alvorada. Ao longo do dia, houve intensa movimentação de entrada e saída de carros de ministros.

Entre eles, Alexandre Silveira (Minas e Energia), Sidônio Palmeira (Secom), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) e Vinícius de Carvalho (Controladoria-Geral a União).

De acordo com integrantes do governo, uma das reuniões convocadas pelo presidente Lula foi para discutir a alta no valor dos combustíveis.

Segundo relatou um ministro ouvido pelo g1, há uma preocupação de que se intensifique uma especulação dos postos de gasolina.

"Estão aumentando o preço do combustível de uma maneira oportunista, sendo que não houve qualquer tipo de aumento na refinaria, querendo criar um pânico por conta do aumento do preço do petróleo devido ao ataque ao Irã".

Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, o preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2022, quando começou o conflito entre Rússia e Ucrânia.

A alta ocorre em meio à intensificação das tensões, que envolvem países e rotas estratégicas para a produção e o transporte de petróleo e gás. O fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias globais de escoamento da commodity, elevou o temor de restrições na oferta mundial e de diversos produtos derivados.

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TCU rejeita pedido de afastar ministro Jhonatan de Jesus da relatoria do caso Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou pedido de afastamento do ministro Jhonatan de Jesus da relatoria do processo que analisa os procedimentos adotados pelo Banco Central do Brasil para a liquidação extrajudicial do Banco Master.

O pedido de suspeição foi apresentado por organizações da sociedade civil. Uma das alegações apresentadas foi a de que o ministro teria um "padrinho político" de Jesus com interesse no caso Master.

Outros argumentos apresentados dão conta de que Jesus teria destinado recursos para a construção de casas populares no estado de Roraima, supostamente sem a devida prestação de contas.

Também foi mencionado que um veículo registrado em nome de familiar do ministro teria sido apreendido no âmbito de operação da Polícia Federal relacionada ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou pedido de afastamento do ministro Jhonatan de Jesus da relatoria do processo que analisa os procedimentos adotados pelo Banco Central (BC) para a liquidação extrajudicial do Banco Master. A decisão foi tomada por unanimidade pelo plenário do TCU.

👉🏽 O pedido de suspeição foi apresentado por organizações da sociedade civil. Uma das alegações apresentadas foi a de que o ministro teria um "padrinho político" de Jesus com interesse no caso Master.

🏠 Outros argumentos apresentados dão conta de que Jesus teria destinado recursos para a construção de casas populares no estado de Roraima, supostamente sem a devida prestação de contas.

🚗 Também foi mencionado que um veículo registrado em nome de familiar do ministro teria sido apreendido no âmbito de operação da Polícia Federal relacionada ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

"Os excipientes não explicaram de que modo essas questões – sobre as quais não foi juntada qualquer evidência nestes autos – impactam na condução [do processo]. Ou seja, não se desenvolveu o raciocínio atinente ao nexo das imputações com a atuação do ministro arguido no contexto do aludido processo, razão pela qual as alegações devem ser prontamente rejeitadas", afirmou o relator do caso, ministro Jorge Oliveira, em seu voto.

Também é mencionado um suposto "racismo institucional" e perseguição ao diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino dos Santos. Segundo o relator, a afirmação não procede.

"Neste ponto, a petição incide em grave erro. Não houve qualquer convocação, por parte do Ministro Jhonatan de Jesus ou deste Tribunal, direcionada ao aludido diretor do Banco Central do Brasil. Constam nos autos apenas a determinação de oitiva prévia da autarquia", disse Oliveira.

"Não há dúvidas, portanto, da absoluta fragilidade das imputações feitas na petição à peça 3, que claramente não têm o condão de conformar a suspeição do Ministro Jhonatan de Jesus, configurando meras conjecturas, ilações sem vínculo efetivo com a realidade e pretensões destituídas de qualquer elemento objetivo e demonstrável", concluiu o relator, cujo voto foi acompanhado pelos demais ministros.

Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação "precipitada" do Banco Master pela autoridade monetária.

Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.

No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.

No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.

Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalho.

Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.

No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.

O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.

O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.

O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.

O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda.

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Quaest: 48% dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 18:16

Eleições 2026 Quaest: 48% dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses Pesquisa mostra piora da avaliação e redução do otimismo com o futuro da economia em ano eleitoral. Por Redação g1

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra que 48% dos entrevistados consideram que economia piorou nos últimos 12 meses. Esse índice era de 43% em janeiro e fevereiro.

Outros 24% afirmam que a economia melhorou, enquanto 26% avaliam que ficou do mesmo jeito (eram 30% na pesquisa anterior).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março.

Economia piorou: 48% (eram 43%, em fevereiro);Melhorou: 24% (eram 24%);Ficou do mesmo jeito: 26% (eram 30%);Não sabem/não responderam: 2% (eram 3%).

Entre os eleitores independentes, considerados cruciais para a disputa presidencial de outubro, 50% acham que a economia piorou.

Esse grupo equivale a 32% do eleitorado, segundo a Quaest, e é formado por pessoas que não se consideram nem de direita, nem de esquerda, nem bolsonaristas, nem lulistas.

O levantamento também perguntou se o eleitor foi beneficiado pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

Não houve mudança significativa em relação à pesquisa anterior, de fevereiro de 2026, quando 30% responderam que foram beneficiados e 67%, não.

A pesquisa também perguntou qual é a expectativa dos entrevistados para a economia nos próximos 12 meses. E os números mostram uma visão menos otimista.

O grupo dos que esperam uma piora da economia era de 28% em janeiro, passou para 29% em fevereiro e chegou a 34% agora.

Vai melhorar: 41% (eram 43%, em fevereiro);Vai piorar: 34% (eram 29%);Vai ficar do mesmo jeito: 21% (eram 24%);Não sabem/não responderam: 4% (eram 4%).

A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao preço dos alimentos nos mercados. 58% dizem que o preço subiu, 24% que ficou igual e 16% que caiu. Veja números:

Subiu: 58% (eram 56%, em fevereiro);Ficou igual: 24% (eram 24%);Caiu: 16% (eram 18%).Não sabem/não responderam: 2% (era 2%)

Sobre poder de compra, 64% dizem que conseguem comprar menos do que um ano atrás, 14% afirmam que conseguem comprar mais e 21% consideram que não há diferença.

Menos: 64% (eram 61%, em fevereiro);Mais: 14% (eram 15%);O mesmo tanto: 21% (eram 23%);Não sabem/não responderam: 1% (eram 1%)

A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao mercado de trabalho: 50% dizem que está mais difícil conseguir emprego hoje, e 40% consideram que está mais fácil.

Mais difícil: 50% (eram 49%, em fevereiro);Mais fácil: 40% (eram 39%);Igual: 4% (eram 5%);Não sabem/não responderam: 6% (eram 7%).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em discurso no Fórum Economia Azul e Finanças, na França — Foto: Ludovic Marin/Reuters

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Carteira assinada para atuar na colheita de café diminui exploração e não tira benefícios como Bolsa Família, diz ministro no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 18:16

Espírito Santo Agronegócios Carteira assinada para atuar na colheita de café diminui exploração e não tira benefícios como Bolsa Família, diz ministro no ES Para Luiz Marinho, ministro do Trabalho, é essencial garantir direitos aos trabalhadores para combater o trabalho análogo à escravidão e reprimir exploração de mão de obra infantil, além de proteger as empresas. Por Julia Camim, Alice Sousa, g1 ES e TV Gazeta

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu o registro em carteira para os trabalhadores que atuam em fazendas cafeeiras.

Segundo ele, é preciso informar sobre os direitos que a carteira assinada assegura e sobre a manutenção deles como beneficiários de programas como o Bolsa Família.

Caso um trabalhador passe a descumprir os requisitos para a garantia do benefício, ele terá direito a um período de transição antes de perder o auxílio.

A carteira assinada também reforça outro objetivo do encontro: o de reafirmar o pacto que busca garantir direitos trabalhistas no setor.

Para Marinho, a política é essencial para proteger as empresas, combater o trabalho análogo à escravidão e reprimir a exploração de mão de obra infantil.

No Espírito Santo para lançar a Campanha de Promoção do Trabalho Decente na Cafeicultura, nesta quarta-feira (11), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu o registro em carteira para os trabalhadores que atuam em fazendas cafeeiras, especialmente na colheita de café.

Segundo o ministro, é preciso que os trabalhadores sejam informados sobre os direitos que a carteira assinada assegura e sobre a manutenção deles como beneficiários de programas do governo federal, como o Bolsa Família. A colheita do café no Espírito Santo tem previsão de começar em abril.

"O fato de ter a Carteira de Trabalho assinada não lhe tira o benefício do Bolsa Família", afirmou o ministro pouco antes de se reunir com o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), representantes de entidades ligadas à produção de café e ao mundo do trabalho no Palácio Anchieta, em Vitória.

Marinho explicou que, caso um trabalhador passe a descumprir os requisitos para a garantia do benefício, como atingir a renda per capita estipulada para cada família, ele terá direito a um período de transição antes de perder o auxílio.

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Desta forma, o beneficiário poderia receber, por mais um ano, metade do valor que recebe do Bolsa Família. Isso, no entanto, destaca ele, não retira a pessoa do CadÚnico (cadastro que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda do Brasil para incluí-las em Programas Sociais).

"Se você vier a ser demitido, você volta para a proteção do Bolsa Família. Você não sai mais do CadÚnico. Você permanece no cadastro e sempre vai receber essa proteção, caso você volte para uma situação de vulnerabilidade alimentar", explicou.

A carteira assinada, segundo o ministro, também reforça outro objetivo do encontro: o de reafirmar o pacto que busca garantir direitos trabalhistas no setor, o Pacto pelo Trabalho Decente na Cafeicultura.

Para Marinho, a política firmada em 2023 pelo ministério é essencial para proteger "as empresas sérias, combater o trabalho análogo à escravidão e reprimir o trabalho com exploração de mão de obra infantil, porque isso depõe contra a imagem do Brasil".

Além de degradar a integridade dos trabalhadores que atuam nas fazendas, Marinho explicou que o trabalho análogo à escravidão cria problemas para o país que podem comprometer até as exportações dos produtos afetados.

"A empresa fica manchada. Compromete o resultado da empresa, a imagem, o produto. Então, nós queremos que você, empresário, trabalhe, invista e cresça respeitando o trabalho, respeitando o trabalhador, respeitando a trabalhadora. Sempre é melhor fazer o certo".

Luiz Marinho também comentou que sente uma evolução no estado capixaba. Em 2023, foram 11 ações deflagradas para combater o trabalho análogo à escravidão e a exploração infantil, com 86 resgates; no ano seguinte, 5 ações e 68 resgates; em 2025, 4 ações e 35 pessoas resgatadas.

"O número vem caindo. Nós estamos evoluindo. Está bom? Não, não está. Nós queremos zerar este número", finalizou o ministro.

O Espírito Santo responde por cerca de 70% da produção brasileira de café conilon. Em 2025, de acordo com a norte-americana StoneX, uma das mais relevantes companhias de serviços financeiros do mundo, foram 19,2 milhões de sacas de conilon (o arábica ficou em 3 milhões).

O complexo cafeeiro do estado (conilon, arábica e solúvel) exportou US$ 1,24 bilhão, no ano passado. Das 4,3 milhões de sacas vendidas, 3,2 milhões foram de conilon.

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Justiça aceita pedido de recuperação extrajudicial do GPA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 18:16

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) informou nesta quarta-feira (11) que a Justiça aceitou o pedido de recuperação extrajudicial da companhia.

O processo foi deferido pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo.

A companhia anunciou na terça-feira (10) que havia fechado um acordo com seus principais credores no âmbito do plano de recuperação extrajudicial.

Na prática, o processo é um acordo no qual a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com credores, fora da Justiça.

O objetivo é obter mais prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como o risco de falência.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) informou nesta quarta-feira (11) que a Justiça aceitou o pedido de recuperação extrajudicial da companhia, que busca reorganizar suas finanças e renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas.

🔎 Apesar de extrajudicial, a recuperação precisa ser homologada pela Justiça para que o acordo entre empresa e credores tenha validade jurídica. A regra está na Lei de Recuperação Judicial e Falências.

Em comunicado ao mercado, o GPA afirmou que o processo foi deferido pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo.

A companhia anunciou na terça-feira (10) que havia fechado um acordo com seus principais credores no âmbito do plano de recuperação extrajudicial.

O processo é um acordo no qual a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com credores, fora da Justiça. O objetivo é obter mais prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como o risco de falência.

Nesse tipo de recuperação, as operações continuam funcionando normalmente. O GPA busca renegociar R$ 4,5 bilhões em dívidas sem recorrer à recuperação judicial — processo que tramita na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

Além das redes Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar e Pão de Açúcar Fresh, o GPA também controla as bandeiras Extra e Mini Extra. O grupo ainda possui marcas próprias vendidas em suas lojas, como Qualitá, Taeq, Pra Valer e Club des Sommeliers.

Segundo a empresa, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio dos credores envolvidos, que detêm 46% dos valores negociados — o equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões.

O acordo prevê a suspensão temporária do pagamento dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições. O objetivo é chegar a um acordo com a maioria dos credores e definir uma solução definitiva para reorganizar o endividamento.

Em comunicado ao mercado, o GPA afirmou que a iniciativa busca melhorar o perfil da dívida e fortalecer o balanço, criando condições para resolver problemas de caixa no curto prazo e garantir a sustentabilidade financeira no longo prazo.

A empresa afirmou ainda que as operações seguem normalmente e que está em dia com os pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais.

Segundo o GPA, o plano foi estruturado para preservar o funcionamento do negócio enquanto avançam as negociações com os credores.

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WhatsApp lança recurso para pais limitarem quem pode falar com seus filhos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 17:09

Tecnologia WhatsApp lança recurso para pais limitarem quem pode falar com seus filhos Adultos também podem configurar quais grupos a criança pode participar e receber alertas quando ela receber solicitações de conversa de desconhecidos. Por Redação g1

O WhatsApp começou a permitir que pais ou responsáveis monitorem mensagens e coloquem limites sobre a atividade de menores de 13 anos no aplicativo.

O recurso foi anunciado nesta quarta-feira (11) e começará a ser testado com um pequeno grupo de usuários nas próximas semanas.

Os adultos que desejarem ativar o recurso precisarão estar com o próprio telefone e o da criança lado a lado lado a lado para vincular as contas.

Em seguida, é possível configurar quais grupos ela pode participar e revisar solicitações de conversa de desconhecidos, por exemplo.

WhatsApp permite que pais e responsáveis gerenciem contas dos filhos — Foto: Divulgação/WhatsApp

O WhatsApp começou a permitir que pais ou responsáveis monitorem mensagens e coloquem limites sobre a atividade de menores de 13 anos no aplicativo. O recurso foi anunciado nesta quarta-feira (11) e começará a ser testado com um pequeno grupo de usuários nas próximas semanas.

Os adultos que desejarem ativar o recurso precisarão estar com o próprio telefone e o da criança lado a lado lado a lado para vincular as contas.

Em seguida, é possível configurar quais grupos ela pode participar. O WhatsApp informa quem são os participantes e os administradores da conversa para ajudar os pais a tomarem a decisão.

O aplicativo permite ainda revisar solicitações de conversa de desconhecidos, que são enviadas para uma pasta e são visualizadas primeiro pelos pais. Os adultos também são notificados adultos sempre que a criança adicionar, bloquear ou denunciar outro usuário.

"Se uma mensagem indesejada vier de alguém já salvo como contato, a conta gerenciada pelos pais pode denunciar e/ou bloquear o contato, assim como qualquer outro usuário do WhatsApp", disse o WhatsApp.

As configurações de proteção para menores de 13 anos se concentram em mensagens e ligações pelo WhatsApp. Elas são protegidas por senha e só podem ser alteradas pelos adultos.

E as crianças também não têm acesso a recursos como Meta AI, Canais e Status nem mensagens temporárias ou de visualização única.

O monitoramento foi criado em resposta aos comentários de pais que gostariam de uma experiência adaptada para menores de 13 anos, informou o WhatsApp.

A plataforma afirma que as contas gerenciadas são protegidas por criptografia de ponta a ponta, assim como as contas convencionais, e que suas informações não são usadas para fins publicitários.

"Projetamos contas gerenciadas pelos pais para atender às regulamentações de segurança e privacidade infantil e trabalhamos regularmente com especialistas independentes para revisar nossas proteções e manter as famílias seguras", diz o aplicativo.

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Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa de tecnologia médica dos EUA e diz que foi resposta a ataque em escola

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 17:09

Tecnologia Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa de tecnologia médica dos EUA e diz que foi resposta a ataque em escola Grupo hacker Handala afirma ter destruído mais de 200 mil sistemas e extraído 50 terabytes de dados da empresa norte-americana Stryker; nas últimas semanas, também reivindicou ataques contra companhias de Israel e do Golfo Pérsico. Por France Presse

Grupo de hackers vinculado ao Irã reivindicou a autoria de um ataque cibernético em larga escala contra a gigante americana de tecnologia médica Stryker.

O ataque destruiu mais de 200 mil sistemas e extraiu 50 terabytes de dados, afirmou o grupo de hackers Handala em um comunicado.

O grupo de hackers alegou que o ataque afetou os escritórios da Stryker em 79 países e que todos os dados roubados estão "nas mãos dos povos livres do mundo".

A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu "ambiente da Microsoft como resultado de um ciberataque".

"Não temos indícios de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente está contido", disse.

Um grupo de hackers vinculado ao Irã reivindicou, nesta quarta-feira (11), a autoria de um ataque cibernético em larga escala contra a gigante americana de tecnologia médica Stryker, em retaliação à ofensiva militar contra o Irã.

O ataque destruiu mais de 200 mil sistemas e extraiu 50 terabytes de dados, afirmou o grupo de hackers Handala em um comunicado.

"Nossa grande operação cibernética foi um sucesso completo", acrescentou, especificando que realizou o ataque cibernético em resposta ao "ataque brutal à escola de Minab", onde morreram 150 pessoas, segundo as autoridades iranianas.

O grupo de hackers alegou que o ataque afetou os escritórios da Stryker em 79 países e que todos os dados roubados estão "nas mãos dos povos livres do mundo".

"Este é apenas o começo de um novo capítulo na guerra cibernética", acrescentou o grupo Handala, que ameaçou diretamente "líderes sionistas e seus grupos de pressão".

A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu "ambiente da Microsoft como resultado de um ciberataque".

"Não temos indícios de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente está contido", disse.

Segundo fontes citadas pelo The Wall Street Journal, as interrupções começaram pouco depois da 1h00 (horário de Brasília) desta quarta-feira (11).

O grupo Handala reivindicou nas últimas semanas a autoria de uma série de ciberataques contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico.

Desde o início da guerra no Irã, desatada em 28 de fevereiro por uma ofensiva israelense-americana, o grupo reivindicou ataques cibernéticos contra infraestruturas israelenses, assegurando que tem "acesso total" às câmeras de segurança de Jerusalém.

O grupo Handala é conhecido por sua afiliação "ao regime iraniano", disse o chefe de inteligência cibernética da empresa israelense Check Point. "Nós os vínhamos rastreando há anos", assinalou.

Um relatório do Google Threat Intelligence, publicado no começo deste ano, destacou que a atividade maliciosa do grupo Handala "consistiu principalmente em operações de hackeamento e vazamento de dados, mas tem incorporado cada vez mais o doxxing (publicação de dados privados na internet) e táticas concebidas para promover o medo, a incerteza e a dúvida".

Dispositivos com Windows – inclusive os móveis e smartphones conectados às redes da Stryker – foram apagados remotamente, assinalou o relatório.

Fundada em Kalamazoo (Michigan), a Stryker é uma gigante global de dispositivos médicos com cerca de 56.000 funcionários e receita projetada de US$ 25,12 bilhões em 2025 (cerca de R$ 138 bilhões, na cotação da época).

Fabrica de implantes ortopédicos e instrumentos cirúrgicos a leitos hospitalares e sistemas de cirurgia robótica.

O grupo Handala anunciou posteriormente que também havia realizado um ataque contra a Verifone, empresa especializada em pagamentos eletrônicos.

A AFP não pôde verificar de forma independente as afirmações do grupo, e a Verifone não respondeu de imediato a um pedido de comentários.

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‘Nojento e desolador’: a mulher que recebe R$ 10 por hora para ajudar no engajamento do OnlyFans

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 15:50

Trabalho e Carreira 'Nojento e desolador': a mulher que recebe R$ 10 por hora para ajudar no engajamento do OnlyFans Trabalhadores são contratados para fingir ser criadores de conteúdo e conversar com assinantes da plataforma. Por BBC

"Não é nada agradável, sabe? Você começa a se questionar. Sua moralidade, até mesmo a sua consciência", disse à BBC uma "chatter" — Foto: Getty Images

Uma mulher nas Filipinas descreveu como é "desolador" ganhar menos de US$ 2 (cerca de R$ 10) por hora fingindo, em chats online, ser modelos da plataforma OnlyFans muito mais bem pagas do que ela.

O OnlyFans funciona conectando criadores de conteúdo explícito a usuários que pagam uma assinatura para acessar o material desses criadores e supostamente conversar online com eles.

No entanto, embora criadores de grande destaque possam ganhar bastante dinheiro, o trabalho de interagir com os fãs e tentar vender a eles imagens e vídeos muitas vezes é feito por pessoas mal remuneradas, empregadas por terceiros, como a pessoa entrevistada pela BBC.

Um sindicato que representa esses trabalhadores — conhecidos como "chatters" — disse à BBC News que está preocupado com a "natureza em grande parte não regulamentada desse tipo de trabalho online".

O OnlyFans, que gerou US$ 7,2 bilhões (cerca de R$ 36 bilhões) em receita em 2024, não quis responder aos questionamentos da BBC. Segundo os termos de serviço da plataforma, a relação comercial do OnlyFans é exclusivamente com o criador de conteúdo.

A BBC não identificará nesta reportagem a mulher com quem conversou a fim de proteger sua identidade.

Empregada por uma agência usada pela modelo que ela fingia ser, ela disse que começou nesse tipo de trabalho para sustentar a família durante um período de renda mais baixa, ganhando menos de US$ 2 por hora e trabalhando em turnos de oito horas, cinco dias por semana.

Durante seu turno, ela recebia metas para gerar para a modelo centenas de dólares em vendas de fotos e vídeos.

Recentemente, uma nova agência ofereceu melhores condições e remuneração para o mesmo trabalho de "chatter", embora ainda inferior a US$ 4 por hora (cerca de R$ 20).

Ela disse que sabia que o trabalho envolveria conteúdo explícito, mas, ainda assim, fazer "sexting" (troca de mensagens de teor sexual) era desagradável para ela.

"É meio nojento quando você pensa nisso, porque você precisa fazer esse tipo de conversa muitas vezes, várias vezes por hora, porque está falando com vários fãs ao mesmo tempo."

Segundo ela, as pessoas com quem conversava muitas vezes pareciam "muito gentis", mas claramente solitárias, o que tornava todo o processo triste, especialmente porque ela não era a pessoa que fingia ser.

"Tecnicamente, estou enganando essas pessoas, porque envio todas aquelas fotos e vídeos para elas e meu único objetivo é a venda", disse.

"Tecnicamente, estou enganando essas pessoas, porque envio todas aquelas fotos e vídeos para elas e meu único objetivo é a venda". — Foto: Jonathan Raa/NurPhoto via Getty Images

De fato, o uso de "chatters" levou a ações judiciais contra o OnlyFans e contra as agências que os empregam, movidas por usuários e escritórios de advocacia que consideram a prática enganosa. Até agora, nenhuma teve sucesso.

Segundo ela, alguns fãs pediam "coisas realmente estranhas, fetiches ou preferências sexuais", que ela geralmente conseguia tolerar, mas nem sempre.

"Há dias em que penso: 'que diabos estou fazendo aqui?', porque há dias em que isso realmente pesa."

Questionada se se sentia explorada, ela disse que aceitar um pagamento inferior a US$ 2 por hora "não foi seu melhor momento".

"Não é nada agradável, sabe? Você começa a se questionar. Sua moralidade, até mesmo a sua consciência", disse à BBC. "É realmente de partir o coração, especialmente sabendo que a agência ganha muito mais."

A "chatter" também relatou preocupação com possíveis riscos legais ao aceitar esse tipo de trabalho, devido às leis relativamente rígidas contra pornografia nas Filipinas.

📎 A BPO Industry Employee' Network (BIEN) é um sindicato independente que representa trabalhadores do setor de terceirização de processos de negócios nas Filipinas.

Mylene Cabalona, presidente do sindicato, disse à BBC que "embora as Filipinas tenham leis relativamente rígidas em relação à pornografia, nossa principal preocupação como sindicato é a natureza em grande parte não regulamentada desse tipo de trabalho online".

Segundo Cabalona, isso levanta sérias preocupações sobre a exposição de trabalhadores a "conteúdo potencialmente prejudicial ou abusivo, além da falta de diretrizes claras sobre segurança, responsabilização e proteção trabalhista".

Ainda assim, há vantagens nos empregos digitais terceirizados, incluindo o trabalho de chat, que, segundo Cabalona, podem permitir que trabalhadores obtenham renda de casa, enquanto dão suporte a clientes ou plataformas no exterior.

"Esses empregos também podem oferecer maior potencial de renda em comparação com alguns trabalhos locais de nível inicial e proporcionar oportunidades para desenvolver habilidades em trabalho digital", observou.

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