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Petróleo recua com sinalizações dos EUA após disparada com guerra no Oriente Médio
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Petróleo recua com sinalizações dos EUA após disparada com guerra no Oriente Médio
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17
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O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.
O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.
Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.
A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os Estados Unidos avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.
Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.
O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.
O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.
Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.
🔎Nesta sexta, por volta das 9h50 (horário de Brasília), o Brent era negociado a US$ 107,42 — ainda em patamar elevado, mas abaixo do pico recente —, em queda de 1,13%. Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os EUA avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.
Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.
Um comunicado conjunto de países como Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão, indicando apoio à segurança da navegação no Estreito de Ormuz, também ajudou a reduzir a pressão sobre os preços.
"Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando".
O comunicado é visto como um gesto ao governo de Donald Trump, que vinha criticando aliados após a recusa em enviar embarcações militares para escoltar navios no estreito. Na quinta-feira (19), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, chegou a classificar os países europeus como “ingratos”.
Apesar disso, a nota não detalha como será a atuação no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
Apesar do alívio, o impacto da alta recente ainda é sentido globalmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo de combustíveis, como incentivo ao trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo.
No dia 11 de março, os 32 países-membros da agência internacional concordaram em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
Governos também adotam ações locais: o Vietnã passou a estimular o uso de gasolina com etanol, mais barata, enquanto a Espanha anunciou corte de impostos sobre combustíveis.
Em entrevista à Fox Business, Chris Wright afirmou que, caso as sanções ao petróleo iraniano sejam suspensas, o combustível poderia chegar aos portos asiáticos em três a quatro dias, ampliando a oferta no mercado.
O preço do diesel no Brasil disparou cerca de 25% desde o início da guerra no Oriente Médio, chegando a uma média de R$ 7,22, segundo levantamento da TruckPag com dados de milhares de postos.
A alta acompanha o avanço do petróleo no mercado internacional e afeta diretamente o custo do combustível importado, que representa cerca de 30% do consumo nacional.
O aumento foi generalizado, com altas expressivas em estados de todas as regiões, e já pressiona a cadeia logística — impactando desde o transporte de cargas até o preço final de produtos e alimentos. Especialistas apontam que os efeitos na inflação devem começar a aparecer nas próximas semanas.
Mesmo com medidas do governo, como redução de tributos e subsídios, o repasse ainda não foi sentido nas bombas. A tendência do diesel segue atrelada à evolução do conflito e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.
Na quinta, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis, mas afirmou não haver risco de desabastecimento no país.
A agência também adotou medidas para reforçar o monitoramento de estoques, importações e preços.
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