RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo Trump suspende sanções contra petróleo iraniano para tentar conter preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 22:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou nesta sexta-feira (20) que o país vai suspender temporariamente parte das sanções ao petróleo do Irã.

Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar.

Segundo Bessent, a autorização é pontual e terá duração limitada. Ele não detalhou quando a decisão entra em vigor nem por quanto tempo ficará válida.

Ele afirmou que os EUA usarão os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto dão continuidade à pressão sobre o país.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120 — o maior nível desde 2022. Depois, recuou, mas segue acima de US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta sexta-feira (20) que o país vai suspender temporariamente parte das sanções ao petróleo do Irã, com o objetivo de conter a alta dos preços no mercado global.

Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar. Segundo Bessent, a autorização é pontual e terá duração limitada. Ele não detalhou quando a decisão entra em vigor nem por quanto tempo ficará válida.

"Ao liberar temporariamente essa oferta existente para o mercado global, os EUA colocarão rapidamente cerca de 140 milhões de barris de petróleo nos mercados internacionais, ampliando a disponibilidade de energia e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre a oferta causadas pelo Irã", publicou, no X, o secretário americano.

Ele afirmou que os EUA usarão os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto dão continuidade à pressão sobre o país.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120 — o maior nível desde 2022. Depois, recuou, mas segue acima de US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

O governo de Donald Trump passou, então, a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais)

⛽ O encarecimento do petróleo tende a pressionar os preços de gasolina e diesel e, em efeito cascata, outros produtos na economia americana — o que pode ampliar a insatisfação do eleitorado.

Um dos principais fatores da disparada da commodity é o bloqueio, pelo Irã, do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial.

A região — que também responde por cerca de um quinto do comércio global de gás natural liquefeito (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios nas últimas semanas, após o Irã anunciar o bloqueio da área e ataques a petroleiros.

Ao anunciar a suspensão parcial das sanções, Scott Bessent afirmou que a autorização temporária para a venda de petróleo do Irã é restrita ao volume que já está em trânsito e não permite novas compras nem aumento da produção.

Ao anunciar a suspensão das sanções, Bessent reforçou que a autorização temporária para venda do petróleo iraniano é estritamente limitada ao petróleo que já está em trânsito "e não permite novas compras ou produção".

"Além disso, o Irã terá dificuldade para acessar qualquer receita gerada, e os Estados Unidos continuarão a manter pressão máxima sobre o país e sua capacidade de acessar o sistema financeiro internacional", declarou.

Na semana passada, os EUA já haviam adotado medida semelhante em relação ao petróleo da Rússia, ao autorizar temporariamente a venda de cargas que estavam paradas em navios no mar.

A licença, emitida pelo Departamento do Tesouro, permitiu a comercialização, até 11 de abril, de cargas de petróleo bruto e derivados embarcadas antes de 0h01 de 12 de março.

Segundo Kirill Dmitriev, enviado do Kremlin para assuntos econômicos, a medida deve liberar cerca de 100 milhões de barris de petróleo russo para o mercado.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, participa da 56ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos, Suíça — Foto: Reuters

O Irã é a cabeça da serpente do terrorismo global e, por meio da Operação Epic Fury do presidente Trump, estamos vencendo essa batalha crucial em um ritmo ainda mais rápido do que o previsto. Em resposta aos ataques terroristas do Irã contra a infraestrutura energética global, o governo Trump continuará a mobilizar o poder econômico e militar dos Estados Unidos para maximizar o fluxo de energia para o mundo, fortalecer a oferta global e buscar garantir a estabilidade dos mercados.

Hoje, o Departamento do Tesouro está emitindo uma autorização pontual e de curto prazo que permite a venda de petróleo iraniano atualmente retido no mar.

No momento, o petróleo iraniano sancionado está sendo estocado pela China a preços baixos. Ao liberar temporariamente essa oferta existente para o mercado global, os Estados Unidos colocarão rapidamente cerca de 140 milhões de barris de petróleo nos mercados internacionais, ampliando a disponibilidade de energia e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre a oferta causadas pelo Irã. Em essência, usaremos os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto damos continuidade à Operação Epic Fury.

Essa autorização temporária e de curto prazo é estritamente limitada ao petróleo que já está em trânsito e não permite novas compras ou produção. Além disso, o Irã terá dificuldade para acessar qualquer receita gerada, e os Estados Unidos continuarão a manter pressão máxima sobre o país e sua capacidade de acessar o sistema financeiro internacional.

Até agora, o governo Trump tem trabalhado para levar cerca de 440 milhões de barris adicionais de petróleo ao mercado global, reduzindo a capacidade do Irã de explorar as interrupções no Estreito de Ormuz.

A agenda pró-energia do presidente Trump elevou a produção de petróleo e gás dos Estados Unidos a níveis recordes, fortalecendo a segurança energética e reduzindo os custos de combustíveis. Qualquer interrupção de curto prazo agora tende a se traduzir em ganhos econômicos de longo prazo para os americanos — porque não há prosperidade sem segurança.

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Gilmar Mendes vota para manter Vorcaro na prisão, mas critica voto de Mendonça

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 22:06

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (20) para manter a prisão de Daniel Vorcaro e outros investigados por tentativa de atrapalhar as investigações do caso Master.

O voto de Gilmar Mendes referendou as prisões, mas o decano fez alertas ao erros de outro escândalo, o da operação Lava Jato, mas acima de tudo explicitou divergências dentro da corte, afetada em cheio pela crise do caso Master.

Gilmar Mendes não citou a Lava Jato por acaso: o relator do caso Master no STF, André Mendonça, é visto até hoje não apenas como um juiz da ala punitivista, mas como um defensor da operação que foi desmontada dentro do Supremo.

É por isso que a principal crítica de Gilmar se deu pela alegação de que as prisões respondiam a um “clamor social” e a necessidade de “pacificação social”. O decano da corte chegou a dizer que houve apelo a “conceitos porosos e elásticos” para decretar as prisões.

"O apelo a conceitos porosos e elásticos para a decretação de prisões preventivas recomenda um olhar crítico. Afinal, em um passado recente, essas mesmas fórmulas foram indevidamente invocadas pela força-tarefa da Lava Jato para justificar os mais variados abusos e arbitrariedades contra aqueles que, ao talante dos investigadores, eram escolhidos como alvos de persecução penal ancorada em razões políticas e ideológicas", diz o ministro na decisão.

Em seu voto, Gilmar acompanhou a decisão de Mendonça, mas fez acenos à defesa. Reclamou da exposição de pessoas com quem Vorcaro trocou mensagens e defendeu que a prisão domiciliar de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.

O decano, presidente da Segunda Turma do STF, foi o último a votar. O julgamento começou no dia 13 de março, no plenário virtual, data em que foi formada maioria para manter a detenção.

Seu voto, também demonstrou que o caso Master será ambiente de tensão dentro da corte sob a relatoria de Mendonça.

As menções, em conversas e outros materiais de Vorcaro, a ministros do STF e seus familiares, colocou a corte em modo de autoproteção e sob intenso escrutínio da opinião pública e aumentou as desconfianças internas.

Por isso, o voto do decano aproveitou para fazer ressalvas sobre a fundamentação de medidas tomadas por Mendonça.

Mendes afirma que o relator usou "clichês" e seguiu "atalhos processuais" para justificar a prisão do banqueiro.

Vorcaro foi preso no dia 4 de março por ordem do ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria das investigações do caso Master. Nesta quinta-feira (19), ele foi transferido da Penitenciária Federal em Brasília para a Superintendência da Polícia Federal.

"A meu ver, algumas das expressões usadas na decisão ora submetida a referendo são um retrato do que esses dispositivos buscam combater: o recurso a clichês que serviriam para justificar a prisão de qualquer pessoa que é acusada de um crime", diz Mendes.

"O alcance de bons resultados em investigações não pode se dar a partir de atalhos processuais, mas sim a partir da observância dos precisos limites da lei. Para o Estado, não há legitimidade fora da arena da legalidade, e atropelos ao direito de defesa e a regras processuais podem gerar espuma midiática e linchamentos morais no curto prazo, mas cobram um preço alto no futuro", afirma o decano.

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Elon Musk enganou investidores antes de comprar o Twitter, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 19:54

Tecnologia Elon Musk enganou investidores antes de comprar o Twitter, diz agência Elon Musk já enfrentou outros processos envolvendo marcas que atualmente controla, como o da Tesla em 2023. Na ocasião, o bilionário foi absolvido de uma acusação de que teria anunciado antes da hora a intenção de fechar o capital da montadora. Por Redação g1

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

Elon Musk foi acusado de enganar investidores do Twitter antes da compra da rede social, realizada em 2022 por US$ 44 milhões.

De acordo com a agência Bloomberg, um júri federal dos Estados Unidos concluiu que Musk induziu acionistas ao erro para que a compra da plataforma — posteriormente renomeada para X — fosse feita por um valor inferior ao estimado.

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Banco Central comunica vazamento de dados cadastrais de 28,2 mil chaves PIX da Pefisa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 18:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O Banco Central do Brasil (BC) informou nesta sexta-feira (13) que houve vazamento de dados cadastrais vinculados a chaves PIX sob responsabilidade do Pefisa, Crédito, Financiamento e Investimento.

Ao todo, foram expostos dados de 28.203 chaves, incluindo nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência, número e tipo da conta, data de abertura da conta e data de criação e de posse da chave PIX.

Segundo a autoridade monetária, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

O Banco Central do Brasil (BC) informou nesta sexta-feira (13) que houve vazamento de dados cadastrais vinculados a chaves PIX sob responsabilidade do Pefisa, Crédito, Financiamento e Investimento, em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição.

🗝️ Ao todo, foram expostos dados de 28.203 chaves, incluindo nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência, número e tipo da conta, data de abertura da conta e data de criação e de posse da chave PIX.

🔎 Em sua página na internet, a Pefisa informa que é uma fintech (empresa de tecnologia que oferecem serviços financeiros digitais) e braço financeiro do grupo Pernambucanas, sendo responsável pelo desenvolvimento e gestão de de produtos como cartões, empréstimos pessoais, seguros e contas dititais.

"Não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras", diz o Banco Central.

Segundo a autoridade monetária, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

"Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagens, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail", acrescentou a autoridade monetária.

O Banco Central informa ainda que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.

Banco Central comunica vazamento de dados cadastrais de 28,2 mil chaves PIX da Pefisa — Foto: Reprodução/Redes sociais

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Kalshi, empresa de bilionária brasileira, é banida em estado dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

A Kalshi, plataforma da bilionária brasileira Luana Lopes Lara que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis, foi banida em um dos estados dos EUA nesta sexta-feira (20).

A decisão partiu do tribunal de Nevada, que determinou a suspensão imediata da empresa por 14 dias. Segundo reguladores locais, a empresa não possui licença para operar atividades de apostas no estado.

Uma audiência está marcada para 3 de abril, quando a Justiça deve decidir se mantém a proibição ao longo do processo.

É a primeira vez que um estado americano força a Kalshi a interromper suas operações — e a decisão marca um novo golpe para a empresa, que vem em uma trajetória de crescimento acelerado.

Empresas como a Kalshi permitem que usuários ganhem dinheiro especulando sobre eventos como o fechamento do Estreito de Ormuz durante a guerra — Foto: Getty Images via BBC

A Kalshi, plataforma da bilionária brasileira Luana Lopes Lara que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis, foi banida em um dos estados dos EUA nesta sexta-feira (20).

A decisão partiu do tribunal de Nevada, que determinou a suspensão imediata da empresa por 14 dias. Segundo reguladores locais, a empresa não possui licença para operar atividades de apostas no estado. Uma audiência está marcada para 3 de abril, quando a Justiça deve decidir se mantém a proibição ao longo do processo.

A determinação do Tribunal do Primeiro Distrito Judicial diz que a empresa não pode “oferecer uma bolsa de derivativos e mercado de previsão com contratos baseados em eventos ligados a esportes, eleições e entretenimento”.

É a primeira vez que um estado americano força a Kalshi a interromper suas operações — e a decisão marca um novo golpe para a empresa, que vem em uma trajetória de crescimento acelerado.

Desde 2024, quando venceu uma batalha judicial contra a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) e obteve autorização para operar contratos ligados a eleições, a Kalshi ampliou sua base de usuários e diversificou sua oferta.

A empresa sustenta que seus produtos não configuram apostas, mas sim instrumentos financeiros — os chamados derivativos — e, por isso, deveriam ser regulados em nível federal. A CFTC, responsável por supervisionar esse mercado, tem apoiado essa interpretação e afirma ter jurisdição exclusiva sobre esse tipo de operação.

Em Nevada, onde o setor de apostas tem um controle rígido, autoridades argumentam que contratos sobre resultados esportivos e eleitorais são, na prática, equivalentes a apostas tradicionais — e, portanto, exigem licença específica.

A Kalshi foi responsável por colocar Luana Lopes Lara nos holofotes ao se tornar a bilionária mais jovem do mundo a construir a própria fortuna, sem ser herdeira. Recentemente, a empresa levantou mais de US$ 1 bilhão em uma nova rodada de investimentos, fazendo com que seu valor fosse avaliado em US$ 22 bilhões.

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Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Carros Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governo Entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal em amenizar a expressiva alta do valor do diesel, mas diz que as ações anunciadas têm efeitos limitados no valor que o consumidor vai encontrar na bomba. Por Redação g1 — São Paulo

Entidades do setor de combustíveis divulgaram nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.

No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.

Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel.

A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

Entidades do setor de combustíveis divulgaram nesta sexta-feira (20) uma nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.

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No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.

Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

"Esses instrumentos naturalmente têm relevância para minimizar pressões de custo. Contudo, seus efeitos no preço final ao consumidor dependem da estrutura de formação do preço do diesel comercializado no país, bem como das condições de suprimento e tributação ao longo de toda cadeia", diz o texto.

Isso porque, com o "desconto" bancado pelo governo, a Petrobras ganhou espaço para elevar o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo, sem repassar todo o impacto ao consumidor.

Mas, segundo as entidades, o resultado é que o diesel vendido nos postos não está ficando mais barato.

Primeiro porque as medidas afetam o preço do diesel “A”, vendido pela Petrobras às distribuidoras.O consumidor compra o “diesel B”, composto por 85% de diesel “A” e 15% de biodiesel. Por isso, os incentivos não são repassados automaticamente nem de forma integral ao produto vendido nos postos, dizem as associações.

Segundo as entidades, o aumento de R$ 0,38 no diesel “A”, anunciado pela Petrobras, representaria cerca de R$ 0,32 por litro no diesel “B”, que é o produto comprado pelos consumidores.

Outro exemplo citado pelas entidades são os leilões realizados pela Petrobras, nos quais o diesel “A” tem sido negociado entre R$ 1,80 e R$ 2 por litro. Esse valor, dizem, está acima do preço de referência das refinarias da própria companhia.

A nota também destaca que parte relevante do abastecimento nacional vem de refinarias privadas e de importadores. Essas empresas não atuam na extração de petróleo no Brasil e praticam preços do diesel “A” de acordo com as referências internacionais.

De acordo com a nota, o tamanho do efeito das medidas determinadas pelo governo depende de fatores como a proporção da mistura obrigatória, o custo do biodiesel, o ICMS, o frete, os custos operacionais e a origem do produto.

“Diante desse cenário se faz necessária a adoção de providências, com a maior brevidade possível, de modo a evitar o agravamento dos riscos de desabastecimento nacional”, diz o texto.

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação.

Um levantamento da TruckPag, empresa que faz gestão de frotas, mostra que o preço do diesel no Brasil já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.

Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 no início do ano para US$ 115.

A disparada da matéria-prima pressiona diretamente a Petrobras, que é responsável por cerca de 45% do preço final do diesel no Brasil. Com o petróleo mais caro, a empresa precisa decidir entre repassar esse aumento — o que encarece o combustível para o consumidor — ou segurar os preços e reduzir suas margens de lucro.

Esse cenário expõe como a política de preços da estatal também tem sido usada para conter a inflação. Para evitar um repasse integral da alta, o governo federal lançou um pacote para segurar o preço dos combustíveis.

A isenção de PIS/Cofins representa apenas 5% do valor final do diesel. Para isso, inclusive, foi adicionada a subvenção: para dobrar o desconto.

O governo, então, apelou aos governadores para que cortassem os impostos estaduais sobre os combustíveis. No caso do diesel, o ICMS representa quase 20% do valor final. Seria um desconto extra de cerca de R$ 1,20.

Mas os governadores disseram “não”. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) afirmou que isentar o ICMS prejudicaria o financiamento de políticas públicas e que cortes no imposto “não costumam ser repassadas ao consumidor final”.

Diante disso, foi necessário apresentar uma nova proposta: os estados zeram o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio e o governo reembolsa metade do valor que não será arrecadado.

Pelas contas do Ministério da Fazenda, a isenção custará R$ 3 bilhões por mês, e o governo devolveria R$ 1,5 bilhão. Como mostrou o g1, os estados devem recusar proposta.

A preocupação do governo não é à toa. O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Por isso, o governo também reforçou a fiscalização da tabela do frete no Brasil, para garantir que os caminhoneiros não rodem “no prejuízo” e buscando impedir uma nova paralisação da categoria, que agravaria ainda mais a situação.

O economista Fábio Romão, sócio da Logos Economia, afirma que os aumentos indiretos causados pela alta do diesel podem elevar a inflação em 0,11 ponto percentual em 2026.

“O primeiro impacto, mais imediato, será o aumento do próprio diesel, já neste mês. Entre os efeitos indiretos, o aumento será espraiado ao longo dos próximos seis meses”, diz Romão.

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Novo ministro da Fazenda aguarda resposta dos estados em proposta sobre diesel e diz que ‘impacto da guerra será o mínimo possível’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (20) que ainda aguarda resposta dos estados sobre a proposta do governo federal de zerar o ICMS, imposto estadual, sobre importação do óleo diesel até o fim de maio.

O objetivo seria conter a escalada do preço do diesel diante da guerra no Oriente Médio. Pela proposição do Ministério da Fazenda, metade da perda de arrecadação dos estados seria compensada pela União.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1,5 bilhão por mês aos estados. A decisão será tomada até o fim de março.

"Eu sigo muito confiante que a gente possa avançar, e não avançando, o que seria uma lástima, uma falta de compromisso, a gente iria para outros caminhos para não deixar a população desguarnecida", disse Durigan a jornalistas.

Dario Durigan foi nomeado como novo ministro da Fazenda nesta sexta-feira (20), após o antigo titular da pasta, Fernando Haddad, ter deixado o cargo para concorrer ao governo de São Paulo nas próximas eleições. Ele era secretário-executivo da pasta, o número dois na linha de comando, até então.

Segundo ele, o governo segue muito atento para que o custo da guerra para os brasileiros, incluindo os caminhoneiros, que dependem do diesel para o transporte de cargas, assim como as famílias, "seja o mínimo possível'.

O novo ministro da Fazenda afirmou ainda que o governo tem uma "série de medidas" que podem ser adotadas, a depender da evolução dos preços dos combustíveis com o desenrolar da guerra.

Questionado por jornalistas sobre o alerta de importadores, distribuidores e representantes do setor de combustíveis de que pode faltar diesel no país se providências imediatas não forem tomadas, diante da defasagem do preço praticado no país em relação às cotações internacionais, Durigan afirmou que isso não acontecerá.

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S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Distrito Federal S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco Empresa de análises financeiras e classificação de risco avaliou que houve 'aumento da incerteza' jurídica em relação ao plano de capitalização do banco. Avaliação é de quinta-feira (19). Por g1 DF

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, "uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB".

Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A S&P Global – empresa de análises financeiras e classificação de risco – rebaixou o Banco de Brasília (BRB) para o nível 'brB-'.

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

"Em nossa visão, os riscos jurídicos e políticos podem dificultar o plano de capitalização do banco, que também precisará de maiores níveis de provisionamento diante das perdas esperadas dos ativos adquiridos do Banco Master", aponta a S&P Global no comunicado desta quinta-feira (19).

Segundo o documento, após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, o BRB vem avaliando os possíveis impactos da aquisição de ativos do Banco Master, já que o Banco de Brasília queria comprar o Master.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, "uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB". E a avaliação é de que houve um aumento da incerteza jurídica em relação ao plano de capitalização do banco.

"Nesse contexto, rebaixamos nosso rating de longo prazo do BRB de 'brBB' para 'brB-' e reafirmamos o rating de curto prazo de 'brB' da instituição", aponta a avaliação.

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Como ter uma empresa de saúde nos EUA? Confira o passo a passo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia Especial Publicitário Como ter uma empresa de saúde nos EUA? Confira o passo a passo Fundador da Medstation, Neymar Lima explica caminhos, desafios e modelo inovador adotado na Flórida para os chamados “embaixadores” da marca. Por MEDSTATION

Dos 5 milhões de brasileiros que vivem fora do país, de acordo com pesquisa do Ministério das Relações Exteriores, cerca de 3 milhões estão nos Estados Unidos. É a busca pelo chamado "sonho americano". Entre eles, um número crescente de profissionais da saúde que procuram melhores condições de trabalho, remuneração e qualidade de vida.

Mas como abrir uma empresa de saúde nos EUA? Como empreender na área médica fora do Brasil? E mais: como os profissionais da saúde conseguem as licenças americanas? As respostas para essas e outras perguntas estão a seguir.

“O brasileiro até volta ao Brasil para se consultar com o médico de confiança. Nem sempre o acesso é simples nos EUA. E foi nesse caminho que criei a Medstation, a Clínica do Brasileiro no Mundo. No nosso Programa de Embaixador, é possível empreender na área da saúde nos EUA”, afirma o médico e empresário Neymar Lima.

Empreender na área da saúde nos Estados Unidos exige planejamento, estrutura jurídica e adequação às normas locais. De forma resumida, especialistas apontam algumas etapas essenciais:

Estruturação legal da empresa (LLC ou Corporation);Regularização junto aos órgãos estaduais de saúdeLicenciamento profissional (para médicos, enfermeiros e outros profissionais);Credenciamento com seguradoras (insurance);Implantação de sistema de compliance e prontuário eletrônico;Equipe bilíngue e estrutura administrativa preparada.

Segundo Neymar Lima, o maior erro é imaginar que basta replicar o modelo brasileiro. “O sistema americano é diferente. Aqui tudo passa por compliance, licença, seguro profissional. Se você não entender isso, pode comprometer todo o negócio”, explica.

Neymar Lima dá dicas de como empreender na área médica no mercado norte-americano — Foto: Divulgação

Natural de Porto Velho (RO), Neymar formou-se em Goiás em 1990. Em 1994, construiu o maior hospital ortopédico de Palmas (TO) e foi um dos primeiros médicos concursados do estado. “Sempre cuidei de gente. Minha vida sempre foi dedicada à saúde”, relembra.

Em 2012, decidiu se mudar para a Flórida. Começou do zero. “Iniciamos em uma sala de 150 metros quadrados. Ficamos até 15 dias sem atender nenhum paciente. Foi um momento difícil”, conta.

Catorze anos depois, em 2026, a Medstation contabiliza oito unidades físicas nos Estados Unidos e cerca de 60 unidades online operadas por embaixadores. A rede atende entre 450 e 600 pessoas por dia, somando atendimentos presenciais e telemedicina.

Um dos diferenciais da empresa é o chamado Programa Embaixador. Ao contrário do modelo tradicional de franquia, que envolve pagamento de royalties e obrigações contratuais rígidas, o embaixador se torna sócio da unidade.

“Não vendemos franquia. O embaixador entra como sócio, como a face pública da unidade. Ele participa do crescimento do negócio”, explica Neymar Lima.

Segundo a empresa, qualquer investidor pode participar, desde que passe por processo de qualificação e alinhamento estratégico. O modelo permite expansão mais rápida, com envolvimento direto do parceiro local e padronização administrativa centralizada.

O interessado investe na abertura ou aquisição de uma unidade online Medstation;Torna-se sócio da unidade, com participação nos resultados;Atua como representante local da marca, conectando-se com a comunidade brasileira;Não há pagamento de taxas mensais ou anuais de franquia;Maior liberdade de gestão em comparação ao modelo tradicional de franquia;Recebe apoio da Medstation em estrutura, processos e marca consolidada.

Para o brasileiro que vive fora, o maior medo não é lazer, segurança ou educação, e sim saúde. E as três principais barreiras identificadas na área da saúde para os brasileiros são:

A Medstation aposta em consultas 100% em Português, telemedicina para facilitar o acesso e modelos de pagamento que tornam o atendimento viável para quem não possui seguro saúde.

Além das unidades médicas, a empresa investe em um projeto de Educação Continuada. O objetivo é ajudar profissionais brasileiros da saúde a conquistarem licenças nos Estados Unidos.

“Muitos profissionais chegam aqui perdidos. Não sabem por onde começar. Nós orientamos, capacitamos e contratamos”, diz Neymar.

Trata-se de um HUB completo de carreira e negócios na área da saúde, conectando médicos, enfermeiros, investidores e pacientes dentro do mesmo ecossistema.

Acesse o site oficial da Medstation para saber mais e se inscreva no Programa Embaixador para empreender na área da saúde nos Estados Unidos.

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Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Carros Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP O levantamento vale para o período de 15 a 21 de março e ainda não reflete o desconto anunciado pelo governo federal nem o último reajuste divulgado pela Petrobras. Guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo, matéria-prima da produção de combustíveis. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 19,41% em duas semanas, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (20).

A pesquisa se refere à semana de 15 a 21 de março. Nesse período, o preço médio no Brasil subiu 6,76%, passando de R$ 6,80 para R$ 7,26.

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