Economia
Dólar abre em queda, com petróleo e tarifaço no radar
RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica
Dólar abre em queda, com petróleo e tarifaço no radar
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 09:51
Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%Oferecido por
O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (24) em queda, com um recuo de 0,14% perto das 9h, cotado a R$ 5,0769, conforme investidores avaliavam o novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos. As negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
▶️O novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos sobre o Brasil e outros 59 parceiros comerciais fica no centro das atenções. A alíquota, que ficou entre 10% e 12,5% foi anunciada na véspera, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. O cenário aumenta a pressão sobre o governo brasileiro, que mantém conversas com os setores afetados e avalia como reagir às tarifas.
▶️ As tensões no Oriente Médio também ficam no radar, principalmente após novos ataques a navios petroleiros no Mar Vermelho. A piora do cenário geopolítico na região reforçou preocupações sobre eventuais impactos nas cadeias logísticas e no mercado de petróleo.
Após uma semana de tensões, os preços do petróleo operavam em queda nesta sexta-feira. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, caía 3,09%, cotado a US$ 97,58. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 2,64%, a US$ 89,76 o barril.
▶️ Por fim, a temporada de balanços corporativos segue na mira dos investidores. Na véspera, as ações da Alphabet caíram mais de 7% após a companhia elevar sua projeção de investimentos em inteligência artificial, reacendendo preocupações com o alto custo da expansão da infraestrutura necessária para o setor.
Nesta sexta, destaque para os balanços de Dow, American Airlines, T-Mobile e Intel. Dados econômicos também ficam no radar.
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entraram em vigor às 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington.
Segundo o governo americano, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
"Os Estados Unidos têm uma proibição de importação de trabalho forçado há quase um século e a aplicam rigorosamente. Já passou da hora de nossos parceiros comerciais fazerem o mesmo", disse o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer.
"A ação de hoje começará a corrigir o que é, ao mesmo tempo, um abuso dos direitos humanos e uma prática comercial distorcida, contribuindo para melhorar o bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo."
Países que adotaram medidas para proibir essa prática estarão sujeitos à tarifa de 10%.Aqueles que não implementaram essas restrições foram enquadrados na alíquota de 12,5% — caso do Brasil.
O tema já foi amplamente refutado pelo governo brasileiro. Na semana passada, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que os argumentos são "absolutamente improcedentes" e "inverídicos", reiterando que o sistema de exportação brasileiro passa por um sistema rigoroso de fiscalização e controle ambiental.
Na semana passada, os EUA já haviam confirmado uma tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país. A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA.
Tarifaço de Trump: veja a cronologia e como ficam as novas tarifas para o BrasilTrabalho forçado é pretexto? O que está por trás da nova tarifa dos EUAItamaraty vê tarifas cumulativas dos EUA e avalia que negociações foram para ‘cumprir tabela’Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é 'indevida' e baseada em fatos que não são reais
"As forças dos EUA iniciaram outra noite de ataques contra alvos militares iranianos às 18h45 ET de hoje. Esta é a 13ª noite consecutiva de ataques destinados a responsabilizar o Irã e reduzir ameaças da Guarda Revolucionária Islâmica ao transporte marítimo comercial", diz uma postagem do Comando Central (Centcom) americano.
A imprensa do Irã reportou explosões na cidade de Ahvaz, no sul do país, alé, de Bandar Abbas e Qeshm, alvos frequentes de bombardeios americanos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta que considera seriamente retomar as grandes operações de combate no Irã.
"Eles ainda não sentiram dor suficiente. Estou considerando um ataque maciço. Maior do que qualquer outro antes. Estou perto de tomar uma decisão. Está tudo pronto", afirmou.
Um porta-voz militar do Irã afirmou que os Estados Unidos vêm usando armas que nunca haviam utilizado antes contra o território iraniano.
Em entrevista a uma rádio iraniana, o general Abolfazl Shekarchi afirmou que Washington está mobilizando "todas as capacidades, todas as armas e todas as previsões" que havia acumulado para a Terceira Guerra Mundial contra o país.
"Todas as armas que foram testadas no mundo, mas nunca utilizadas em qualquer guerra, foram empregadas contra a República Islâmica. Cada capacidade, cada arma, cada plano de contingência que os americanos haviam planejado e estocado para a Terceira Guerra Mundial — para enfrentar as principais potências mundiais — tudo foi levado ao campo de batalha", afirmou.
Os aliados houthis do irã no Iêmen também disseram ter atacado dois petroleiros sauditas como parte de um bloqueio naval à Arábia Saudita, ameaçando criar um segundo ponto de estrangulamento no fornecimento global de petróleo, além do fechamento iminente do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
Na Europa, o dia é mais positivo, conforme investidores avaliam novos dados econômicos e balanços corporativos.
Perto das 9h15, o DAX, da Alemanha, subia 0,68%, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,30% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha alta de 0,21%.
Na Ásia, a maioria dos índices da região fechou em queda. O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,67%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,98% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 5,72%. O Nikkei, do Japão, teve perdas de 2,73%.
Há 8 horas Campinas e Região Relatório final aponta que empresa, pilotos e Anac falharamHá 8 horasVeja 19 pontos que contribuíram para a queda, segundo CenipaHá 8 horasMinistro afastado do STJMinistro afastado do STJ, Buzzi será investigado por venda de sentenças
Há 15 minutos Política R$ 4,61 bilhõesReceita abre consulta ao 3º lote de restituição do IR; veja como fazer
Agora Imposto de Renda Produção e venda Brasil proíbe foie gras após classificar técnica como maus-tratos
Há 1 hora Agronegócios Blog da Natuza NeryMichelle e Flávio devem gravar vídeo juntos para selar reconciliação
Há 57 minutos Blog da Natuza Nery DUAILIBI: Michelle pode faltar à convenção, mas ‘acordo de paz’ dá fôlego a FlávioHá 57 minutosRibeirão PretoTemporal com rajadas de vento a 70 km/h causa estragos no interior de SP
Há 2 horas Ribeirão Preto e Franca Frente fria mantém chuva no Sudeste e no Paraná; veja a previsãoHá 2 horasMedo da chuvaMulher vê pai morrer no mesmo rio onde perdeu a casa em 2023, no RS
Há 58 minutos Rio Grande do Sul Governo federal reconhece emergência em mais de 20 cidadesHá 58 minutosCaos no transporte de SPCPTM volta a operar 3 linhas após falhas; trens operam normalmente
