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VÍDEO: SpaceX faz novo voo de teste da Starship, nave criada para futuras missões à Lua e Marte

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 20:51

Inovação VÍDEO: SpaceX faz novo voo de teste da Starship, nave criada para futuras missões à Lua e Marte Este é o 13º voo de teste do veículo da empresa de Elon Musk. É o primeiro desde maio, quando os voos foram suspensos devido a uma queda brusca do propulsor. Por Redação g1 — São Paulo

A SpaceX, do bilionário Elon Musk, fez nesta sexta-feira (24) um novo lançamento de sua Starship, a nave mais poderosa do mundo e projetada para futuras missões para a Lua e Marte.

Este é o 13º voo de teste do veículo espacial da empresa e, como nos outros experimentos, não houve passageiros a bordo. O lançamento aconteceu após dois adiamentos causados por conta de falhas na nave e do mau tempo.

O último lançamento da supernave aconteceu maio e terminou com uma queda brusca do propulsor, Super Heavy, o estágio inferior, que deveria fazer um pouso controlado no Golfo do México. Não houve relatos de feridos ou danos materiais.

Depois do acidente, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) suspendeu os voos temporariamente até que as investigações fossem concluídas. O órgão concluiu sua análise e abriu caminho para o novo teste.

No voo desta sexta, a nave liberou pela primeira 20 unidades da nova geração de satélites da Starlink. O objetivo da SpaceX era conectar os equipamentos com a rede que já opera no espaço por alguns minutos, antes deles serem destruídos em sua reentada na atmosfera.

"O teste de hoje fornecerá dados críticos enquanto nos preparamos para expandir nossa constelação Starlink", disse a empresa.

A companhia disse que a causa do incidente em maio foram problemas de acionamento em 5 de 33 motores do propulsor Super Heavy, o que fez a manobra de retorno ser interrompida antes da hora. Para evitar que isso se repita, o veículo recebeu ajustes.

Entre as novidades estão mudanças na estrutura e no sistema do propulsor para solucionar problemas do voo anterior. A configuração de partida dos motores, por exemplo, teve ajustes para oferecer mais confiabilidade e fazer com que mudanças de direção do veículo sejam mais estáveis.

O estágio superior também recebeu alterações em seu sistema de propulsão. Apesar de ter concluído o voo anterior, a cápsula perdeu um de seus três motores logo após se separar do propulsor, o que exigiu as mudanças.

A SpaceX também usou o voo para testar o escudo térmico da Starship, proteção necessária para a nave não ser tomada por chamadas no retorno à Terra. Segundo a empresa, o foco é avançar em um projeto de reutilização rápida da nave.

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Agente de IA da OpenAI invadiu sistema do Hugging Face e empresa só percebeu dias depois, diz investigação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 19:51

Tecnologia Agente de IA da OpenAI invadiu sistema do Hugging Face e empresa só percebeu dias depois, diz investigação Agente autônomo de inteligência artificial teria escapado do ambiente de testes da empresa, invadido o Hugging Face e só foi identificado pela OpenAI após dias de investigação; caso reacende debate sobre segurança e controle de sistemas avançados de IA. Por Reuters — Washington e São Francisco

Um agente de inteligência artificial da OpenAI conseguiu escapar do ambiente isolado de testes da empresa e invadiu sistemas do Hugging Face, uma plataforma que reúne ferramentas e modelos de IA.

A OpenAI só identificou que seu próprio agente estava por trás do ataque dias depois de o problema já ter sido contido e após o FBI ter sido acionado, segundo pessoas familiarizadas com a investigação.

O agente – um programa capaz de tomar decisões e executar tarefas complexas com pouca ou nenhuma supervisão humana – tentou sair das barreiras de segurança impostas pela OpenAI por volta de 9 de julho, de acordo com duas fontes ouvidas pela Reuters.

Dois dias depois, em 11 de julho, começou a invasão ao Hugging Face, que funciona como uma espécie de biblioteca de modelos e ferramentas de IA. O ataque continuou até 13 de julho, segundo Thomas Wolf, cofundador da empresa.

A OpenAI levou mais alguns dias para descobrir que seu próprio sistema estava envolvido no ataque. O primeiro contato entre as duas empresas ocorreu apenas por volta de 20 de julho, segundo Wolf e outras três pessoas ligadas à investigação.

A revelação pública feita pela OpenAI em 21 de julho de que um de seus agentes havia perdido o controle e realizado a invasão chamou atenção mundial. Agora, novos detalhes indicam que o sistema permaneceu fora dos limites esperados por mais tempo do que se sabia e que a empresa demorou para identificar o problema.

O Hugging Face prepara uma linha do tempo pública sobre o incidente, mas Wolf afirmou que não poderia comentar o que ocorreu dentro da OpenAI. Em nota, a empresa disse que o episódio foi sem precedentes e representa “um momento importante para a segurança da inteligência artificial”.

A companhia afirmou ainda que está analisando o caso com especialistas externos e que divulgará um relatório técnico posteriormente.

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Uma porta-voz da OpenAI afirmou que havia “diversas informações imprecisas” na reportagem da Reuters, mas não detalhou quais seriam os pontos incorretos. O FBI não comentou o caso.

O episódio reacende preocupações sobre o risco de sistemas de inteligência artificial cada vez mais independentes perderem o controle de seus próprios processos. O caso ocorre em um momento delicado para a OpenAI, criadora do ChatGPT, que avalia uma possível abertura de capital para levantar recursos e financiar sua expansão.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, já declarou diversas vezes que apoia uma maior regulamentação em torno da IA — Foto: Reuters

Especialistas em segurança digital afirmam que o incidente levanta dúvidas sobre os mecanismos usados pela empresa para monitorar seus sistemas.

“Isso significa que eles deixaram o agente funcionando sozinho e não perceberam o que ele estava fazendo? Ou perceberam e não sabiam como contê-lo? Os dois cenários são igualmente perigosos e preocupantes”, afirmou Marley Smith, especialista em inteligência da organização sem fins lucrativos World Ethical Data Foundation.

O episódio começou durante testes feitos pela OpenAI para avaliar a capacidade de um agente de inteligência artificial em tarefas de segurança digital. O sistema era alimentado por dois modelos avançados da empresa, incluindo o GPT-5.6 Sol e outro modelo ainda não lançado oficialmente, descrito pela companhia como “ainda mais poderoso”.

Segundo três fontes ouvidas pela Reuters, já havia sinais de comportamentos inesperados da tecnologia antes do ataque.

Em um dos casos, o agente teria deixado anotações para versões futuras de si mesmo. Esses registros, encontrados dentro da infraestrutura da OpenAI, continham instruções sobre como outros agentes poderiam escapar das limitações impostas pela empresa, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Em testes anteriores, também houve situações em que sistemas de monitoramento foram desligados, afirmou uma das fontes.

A Reuters não conseguiu confirmar se esses episódios estavam diretamente relacionados ao agente que escapou dos controles em 9 de julho e atacou o Hugging Face dois dias depois.

Duas pessoas ligadas à investigação disseram que a OpenAI só percebeu que seu agente era responsável pelo ataque após 16 de julho, quando o Hugging Face publicou um texto informando que havia sido invadido por um “sistema autônomo de agente de IA”.

Isso significa que pelo menos uma semana se passou entre os primeiros sinais de comportamento considerado preocupante e o momento em que a OpenAI descobriu que o próprio sistema estava envolvido.

O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT — Foto: AP/Michael Dwyer, Arquivo

No fim de semana de 18 e 19 de julho, funcionários da OpenAI encontraram indícios em registros internos dos sistemas – arquivos que mostram as ações realizadas pela tecnologia – de que o agente havia ultrapassado as barreiras de teste, segundo duas fontes.

Pessoas familiarizadas com o treinamento dos modelos da OpenAI afirmam que a companhia costuma realizar diversas avaliações simultâneas de seus sistemas. Esses testes geram enormes volumes de dados em alta velocidade, o que pode dificultar o acompanhamento completo por parte das equipes.

Quando a OpenAI avisou o Hugging Face sobre o envolvimento do agente, a plataforma de inteligência artificial já havia acionado o FBI para relatar a invasão, segundo uma fonte. Não está claro se a agência americana abriu uma investigação.

Os agentes autônomos de inteligência artificial estão entre as tecnologias mais discutidas atualmente no setor. Empresas defendem que esses sistemas podem funcionar como “funcionários virtuais”, capazes de trabalhar continuamente e aumentar a produtividade.

Por outro lado, quanto maior a autonomia, maior também o risco de comportamentos inesperados. Modelos avançados de IA são treinados para encontrar caminhos eficientes para cumprir objetivos — e, em alguns casos, podem buscar atalhos que não eram previstos pelos desenvolvedores.

Logotipo da OpenAI em um celular diante de uma imagem gerada pelo DALL·E, ferramenta de criação de imagens do ChatGPT. — Foto: Michael Dwyer/AP

“Os modelos mentem, trapaceiam e invadem sistemas”, afirmou Jeffrey Ladish, fundador da Palisade Research, organização que estuda as capacidades e os comportamentos de agentes de inteligência artificial.

Segundo ele, embora o caso do Hugging Face tenha colocado a OpenAI sob pressão, o episódio deveria levantar uma discussão mais ampla sobre quanto as grandes empresas de IA estão dispostas a investir em segurança enquanto disputam uma corrida para lançar modelos cada vez mais rápidos e poderosos.

“É preciso haver fiscalização do governo, porque isso não vai acontecer sozinho”, afirmou Ladish.

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Paramount concorda em adiar fechamento da compra da Warner Bros. Discovery até decisão judicial nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 17:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%Oferecido por

A Justiça dos EUA suspendeu por mais 14 dias a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount por US$ 110 bilhões. A decisão atende a uma ação de 12 estados.

Os estados alegam que a fusão pode elevar preços de filmes e programas. A Paramount poderia iniciar demissões e compartilhar dados estratégicos antes da decisão final.

A Paramount afirma que a ação judicial interpreta mal as leis antitruste. O negócio, anunciado em fevereiro, também passa por análises regulatórias na Europa e Reino Unido.

Se aprovada, a fusão criará um grupo com 200 milhões de assinantes de streaming. A família Ellison passará a comandar marcas como a CNN e CBS News.

A Paramount concordou em não concluir a aquisição da Warner Bros. Discovery até que um tribunal americano decida sobre o processo movido por estados dos Estados Unidos contra a operação ou até 1º de junho de 2027, segundo um documento apresentado à Justiça.

O acordo evita que a fusão bilionária avance antes da análise de possíveis impactos concorrenciais levantados pelas autoridades. A decisão foi tomada pela pela juíza americana Araceli Martínez-Olguín de Oakland, na Califórnia.

A medida atende a uma ação movida por uma coalizão de 12 estados americanos, liderada pela Califórnia, que alega que a fusão pode reduzir a concorrência e prejudicar os consumidores.

Os estados argumentam que a união das duas empresas criaria um grupo de mídia com poder suficiente para elevar os preços de filmes e programas de TV, além de enfraquecer a concorrência no setor.

Segundo a ação, se a compra for concluída antes da decisão final da Justiça, a Paramount poderá iniciar demissões e compartilhar informações estratégicas com a Warner Bros. Discovery. Caso a fusão seja posteriormente considerada ilegal, essas mudanças poderão ser difíceis de reverter.

O processo judicial pode atrasar os planos da Paramount de ampliar sua presença no mercado de entretenimento e competir de forma mais direta com gigantes do streaming, como Netflix e Disney.

A Paramount, por sua vez, afirma que a ação dos estados interpreta de forma equivocada as leis antitruste dos EUA.

A empresa também afirma que um atraso na conclusão do negócio prejudicaria os trabalhadores do setor de entretenimento, que já enfrentam dificuldades há vários anos.

"Estamos confiantes de que as provas demonstrarão que os argumentos antitruste dos procuradores-gerais estaduais não têm fundamento, pois os mercados que eles alegam existir e suas alegações de efeitos anticoncorrenciais não encontram respaldo na realidade dos mercados atuais", afirmou um porta-voz da Paramount à agência Reuters.

Desde que foi anunciada, em fevereiro, a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount enfrenta uma série de obstáculos regulatórios e judiciais.

Embora o Departamento de Justiça dos EUA tenha aprovado a operação, autoridades de outros países passaram a analisar os possíveis impactos da fusão sobre a concorrência.

A Comissão Europeia adiou sua decisão para avaliar as concessões propostas pela Paramount, enquanto o Reino Unido afirmou que pode intervir na operação por preocupações relacionadas à concorrência, ao streaming e ao setor de mídia.

Nos EUA, procuradores-gerais de estados como Califórnia, Nova York e Oregon iniciaram uma ofensiva para tentar barrar a fusão. Eles alegam que a união das empresas pode reduzir a concorrência nos mercados de cinema e TV por assinatura, concentrar poder no setor e resultar em perda de empregos.

Além da resistência das autoridades, o acordo também enfrenta críticas de atores, roteiristas, donos de cinemas e outros profissionais da indústria do entretenimento, que temem cortes de postos de trabalho e uma redução no número de filmes produzidos e distribuídos.

A decisão desta segunda-feira (20), que suspende temporariamente a conclusão da compra, representa o revés mais recente para a operação bilionária.

A compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount é considerada uma das maiores transações da história da indústria do entretenimento.

Se concluída, a operação criará um grupo com cerca de 200 milhões de assinantes de streaming e um catálogo que reúne marcas como HBO, CNN, DC Comics, Harry Potter, Game of Thrones, CBS, Paramount Pictures e Nickelodeon.

O impacto do negócio vai além do valor bilionário. Enquanto a Warner reúne algumas das marcas mais valiosas do setor, a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.

Diferentemente da proposta apresentada pela Netflix durante a disputa pela Warner, a oferta da Paramount inclui todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV por assinatura.

Se a operação for aprovada, a família Ellison — que controla a Paramount — também passará a comandar algumas das principais marcas do jornalismo americano, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.

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Governo estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 17:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%Oferecido por

O governo federal estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas impostas pelos Estados Unidos. O cálculo considera as tarifas de 12,5%, anunciadas nesta quinta-feira (23), as de 25%, anunciadas na semana passada, e a sobretaxa aplicada ao aço e alumínio, anunciada no ano passado pelo governo norte-americano.

Considerando apenas as novas taxas, o ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) estima que as novas medidas dos EUA alcançam 23,1% das exportações brasileiras e que 52,7% permanecem sem tarifas adicionais setoriais ou específicas contra o Brasil.

4,7% das exportações são alcançadas exclusivamente pela sobretaxa de 12,5%, incluindo, por exemplo, obras de pedra, gesso e matérias semelhantes; minérios; óleos essenciais e produtos de perfumaria; e pescados;1,9% das exportações é alcançada exclusivamente pela sobretaxa de 25%, abrangendo, entre outros produtos, o açúcar; e16,5% das exportações são alcançadas simultaneamente pelas duas medidas e, portanto, sujeitam-se à sobretaxa acumulada de 37,5%, caso de produtos como máquinas e equipamentos; vários tipos de madeira; gorduras e óleos; calçados; móveis; confecções.

Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. A tarifa de 12,5% entrou em vigor nesta sexta-feira (24).

Na semana passada, o governo norte-americano confirmou aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos.

Em junho do ano passado, o republicano elevou as taxas sobre aço e alumínio, com base na Seção 232 — instrumento separado da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). A taxa, que até então eram de 25%, passou a ser de 50%.

LEIA TAMBÉM: Tarifas de 50% sobre aço e alumínio entram em vigor nos EUA; entenda os impactos para o Brasil.

A aplicação dessas taxas atingiu diretamente o setor siderúrgico de grandes parceiros comerciais dos EUA, como Canadá e México. O Brasil, segundo maior fornecedor de aço do país, também foi impactado.

O MDIC afirma ainda que, no primeiro semestre de 2026, as exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 17,4 bilhões, redução de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As importações brasileiras de produtos originários dos Estados Unidos também apresentaram queda no primeiro semestre, com redução de 12,8% na corrente de comércio bilateral.

"Esse movimento tem ocorrido em um ambiente de crescente incerteza quanto à política comercial norte-americana, caracterizado pela ampliação do uso de instrumentos tarifários, pela adoção de medidas restritivas e indevidas e por frequentes revisões das condições de acesso ao mercado dos Estados Unidos."

Em ao tarifaço anunciado neste mês, o governo brasileiro disse que a medida tem “caráter completamente arbitrário e injustificado” e, por isso, o governo iniciará “imediatamente” os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC).

🔎A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais "injustas", o Brasil usa a norma para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.

No entanto, entidades empresariais defenderam que o Brasil insista nas negociações em vez de uma retaliação, para não “escalar” a tensão com o governo de Donald Trump.

Tarifaço dos EUA: setores veem risco para economia e pedem ao governo que insista no diálogo em vez de agir com reciprocidade

Ainda que o governo decida implementar a Lei de Reciprocidade, o próprio instrumento legal prevê um rito a ser seguido para que a reciprocidade possa ser aplicada, por exemplo:

realização de consultas públicas para a manifestação das partes interessadas;determinação de prazos para a análise dos pleitos específicos;somente depois, a sugestão das contramedidas.

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Michelle Bolsonaro e Flávio voltam a se seguir nas redes sociais, mas ainda não se encontraram

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 17:56

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltaram a se seguir nas redes sociais após a reconciliação virtual de quinta-feira (23). Ambos postaram vídeos em seus perfis afirmando que trabalharão juntos na campanha à Presidência da República de Flávio.

A reaproximação ocorre após Flávio publicar um vídeo em que pede desculpas à ex-primeira-dama. Na gravação, divulgada na quinta, o pré-candidato ao Palácio do Planalto também fez um aceno político à ex-primeira dama.

Os dois deixaram de se seguir em redes sociais, em especial o Instagram, em 29 de junho, após Michelle divulgar um vídeo em que criticou o comportamento de Flávio em articulações políticas e afirmou que os dois não se falavam desde o fim de 2025.

Integrantes do entorno da família disseram ao blog que Michelle e Flávio ainda não tiveram um encontro pessoal reservado para conversar sobre o episódio que desencadeou a crise. A expectativa é de que essa conversa ocorra nos próximos dias, longe dos holofotes.

Michelle também não participará da convenção nacional do PL, marcada para este fim de semana, em São Paulo, que oficializará Flávio como candidato do partido à Presidência da República.

Segundo interlocutores, a ausência já estava prevista e não tem relação com o desentendimento recente entre ela e o senador.

O gesto de aproximação ocorre em um momento delicado para a pré-campanha de Flávio, que não consegue fechar alianças com partidos do centrão e pode ter que optar por uma chapa pura, com vice do próprio PL.

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Governo anuncia liberação de R$ 5,7 bilhões em gastos no orçamento de 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 15:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,21%Dólar TurismoR$ 5,272-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,29%Euro TurismoR$ 6,009-0,43%B3Ibovespa174.294 pts-1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,21%Dólar TurismoR$ 5,272-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,29%Euro TurismoR$ 6,009-0,43%B3Ibovespa174.294 pts-1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,21%Dólar TurismoR$ 5,272-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,29%Euro TurismoR$ 6,009-0,43%B3Ibovespa174.294 pts-1,37%Oferecido por

A equipe econômica anunciou nesta sexta-feira (25) a liberação de R$ 5,7 bilhões para gastos dos ministérios no orçamento deste ano.

A informação consta no relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre, divulgado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento.

🔎 A autorização foi concedida porque o governo revisou a estimativa para baixo das despesas previstas para 2026 e concluiu que havia espaço dentro do limite existente no chamado arcabouço fiscal – a norma para as contas públicas aprovada em 2023.

🔎 Pelas regras, o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior. E o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação.

Apesar da autorização para novas despesas, R$17,9 bilhões ainda seguem bloqueados em 2026, visto que, em maio, o governo informou que o valor total da contenção era de R$ 23,7 bilhões.

O governo também reduziu projeções de despesas primárias, como o gasto com pessoal e encargos sociais (R$4,2 bilhões), benefícios previdenciários (R$3,2 bilhões), além do Benefício de Prestação Continuada (R$3,2 bilhões).

Sobre as despesas previdenciárias, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que a variação foi na "margem" e que está relacionada à concessão de benefícios e que, apesar de contribuir para a redução das despesas. Por outro lado, o governo prevê mais gastos com o abono e o seguro desemprego (R$1,6 bilhões) e gastos com saúde (R$3,4 bilhões).

A liberação de despesas será feita nos gastos livres dos ministérios, ou seja, aqueles que não são obrigatórios.

O detalhamento de quais pastas serão contempladas será feito por meio do decreto de programação orçamentária e financeira, que será publicado no dia 30 de julho

Entre os gastos livres, estão: despesas administrativas, investimentos, verbas para universidades federais, agências reguladoras, defesa agropecuária, bolsas do CNPq e da Capes, emissão de passaportes e fiscalização ambiental e do trabalho escravo, entre outros.

💰 Já os gastos obrigatórios, que não podem ser alvo de bloqueio de recursos, envolvem, por exemplo, despesas com benefícios previdenciários, pensões, salário dos servidores públicos, abono e seguro-desemprego, entre outros.

Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo — Foto: Ana Volpe/Agência Senado

Além do limite para gastos da regra fiscal, o governo também tem de atingir a meta para as suas contas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

➡️Com isso, o déficit estimado de R$ 52 bilhões em 2026 está bem próximo do limite fixado pela regra fiscal (com abatimento de precatórios).

pessoas e encargos sociais em R$ 4,2 bilhões;benefícios previdenciários em R$ 3,2 bilhões;Benefício de Prestação Continuada (BPC) em R$ 3,2 bilhões.

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Pequenas empresas dos EUA processam Trump por novas tarifas sobre 60 países

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 15:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,21%Dólar TurismoR$ 5,272-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,29%Euro TurismoR$ 6,009-0,43%B3Ibovespa174.294 pts-1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,21%Dólar TurismoR$ 5,272-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,29%Euro TurismoR$ 6,009-0,43%B3Ibovespa174.294 pts-1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,21%Dólar TurismoR$ 5,272-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,29%Euro TurismoR$ 6,009-0,43%B3Ibovespa174.294 pts-1,37%Oferecido por

Duas pequenas empresas dos Estados Unidos entraram com uma ação na Justiça nesta sexta-feira (24) para contestar a nova rodada de tarifas anunciada pelo presidente Donald Trump sobre produtos de 60 parceiros comerciais.

Segundo elas, assim como ocorreu com a maior parte das tarifas impostas anteriormente pelo presidente, a nova política excede a autoridade legal do Executivo para taxar importações.

A ação foi protocolada no Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos, em Nova York, e argumenta que as novas tarifas exigiriam conclusões mais detalhadas e específicas para cada país sobre a existência de trabalho forçado para terem respaldo legal.

As duas empresas, representadas por uma organização jurídica sem fins lucrativos que já obteve vitória em ações contra rodadas anteriores de tarifas, afirmam que Trump tenta restabelecer medidas tarifárias que já foram consideradas ilegais pela Suprema Corte dos Estados Unidos.

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Veto ao foie gras no Brasil reacende tensão comercial com a França após acordo Mercosul-UE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 14:57

Agro Veto ao foie gras no Brasil reacende tensão comercial com a França após acordo Mercosul-UE Embora o mercado brasileiro de foie gras seja pequeno, a decisão repercutiu imediatamente na França, maior produtora mundial da iguaria. Por RFI

O presidente Lula sancionou nesta sexta-feira (24) a lei que proíbe a produção e comercialização de foie gras no Brasil. A medida gerou atrito com produtores franceses.

A nova legislação entra em vigor em 6 meses. Quem descumprir a regra poderá ser punido com até 1 ano de prisão, além de multas.

Produtores franceses temem o precedente para outros produtos agrícolas europeus. O Brasil representa um mercado anual de cerca de € 1 milhão para a iguaria.

A medida torna o Brasil um dos poucos países a proibir tanto a produção quanto a venda. Ela é mais rigorosa do que as normas de nações europeias.

Método para produção de foie gras, com tubo enfiado na garganta da ave, é considerado cruel — Foto: Bebeto Matthews/Arquivo/AP Photo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) a lei que proíbe a produção e a comercialização de foie gras no Brasil, uma medida celebrada por organizações de proteção animal, mas que volta a provocar atritos com produtores franceses poucos meses após a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. A França é a principal produtora mundial da iguaria.

A nova legislação veta produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais, seja por técnicas mecânicas ou manuais, destinadas a levá-los a consumir alimento “além do limite de satisfação natural”. No caso do foie gras, a prática consiste em introduzir um tubo na garganta de patos e gansos para acelerar o crescimento do fígado, considerado uma iguaria da gastronomia francesa.

A lei entrará em vigor em seis meses. Quem descumpri-la poderá ser condenado a penas de três meses a um ano de prisão, além de multas e sanções administrativas. O projeto havia sido apresentado em 2020 e foi aprovado pelo Congresso em abril deste ano, após uma primeira tentativa fracassada.

O deputado Fred Costa (PRD-MG), relator da proposta, argumentou durante a tramitação que a técnica de engorda forçada pode multiplicar em até 25 vezes a mortalidade dos animais em comparação com outros métodos de criação. Organizações de defesa dos animais pressionaram pela aprovação da medida por meio de abaixo-assinados e cartas abertas ao presidente Lula, com apoio de parlamentares ligados às pautas ambiental e animalista.

Embora o mercado brasileiro de foie gras seja pequeno, a decisão repercutiu imediatamente na França, maior produtora mundial da iguaria. Segundo o Comitê Interprofissional de Aves Aquáticas para Foie Gras (Cifog), o Brasil representa um mercado anual de aproximadamente € 1 milhão, concentrado em restaurantes de alto padrão e importadores de grandes cidades.

Antes mesmo da sanção presidencial, a entidade francesa havia pedido uma intervenção diplomática da União Europeia para tentar barrar a medida. Em maio, o Cifog classificou a futura proibição como uma “primeira violação” do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, firmado em dezembro após 25 anos de negociações.

Mais do que o impacto econômico imediato, os produtores franceses temem o precedente que a decisão pode criar para outros produtos agrícolas europeus. O setor argumenta que o foie gras integra uma lista de indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo entre os dois blocos.

A controvérsia se torna ainda mais sensível porque toca em um tema frequentemente defendido pelos próprios agricultores europeus: as chamadas “cláusulas-espelho”, que exigem que produtos importados respeitem padrões ambientais, sanitários ou de bem-estar animal semelhantes aos adotados pela União Europeia.

Em entrevista anterior à RFI, o especialista em comércio internacional Bruno Capuzzi, pesquisador do Insper Agro Global, observou que a situação coloca os produtores franceses diante de uma contradição: “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, avaliou.

Segundo ele, a proibição não se dirige ao produto em si, mas ao método de produção. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, destacou.

Leia tambémPossível proibição do foie gras no Brasil enfurece produtores franceses, que exigem ‘intervenção’ da UE

Com a nova lei, o Brasil passa a integrar um grupo restrito de países que proíbem simultaneamente a produção e a venda de foie gras. A medida é considerada mais rigorosa do que a adotada em diversos países europeus, em que a alimentação forçada é restringida ou proibida, mas a comercialização da iguaria continua autorizada.

Para os defensores da iniciativa, o país dá um passo importante na proteção do bem-estar animal. Para os produtores franceses, porém, a decisão pode se transformar no primeiro teste concreto das relações comerciais entre Mercosul e União Europeia após a assinatura histórica do acordo entre os dois blocos.

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Após multa contra o Google, Trump anuncia investigação contra a União Europeia e ameaça novas tarifas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 14:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,071-0,27%Dólar TurismoR$ 5,270-0,42%Euro ComercialR$ 5,766-0,34%Euro TurismoR$ 6,007-0,46%B3Ibovespa174.325 pts-1,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,071-0,27%Dólar TurismoR$ 5,270-0,42%Euro ComercialR$ 5,766-0,34%Euro TurismoR$ 6,007-0,46%B3Ibovespa174.325 pts-1,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,071-0,27%Dólar TurismoR$ 5,270-0,42%Euro ComercialR$ 5,766-0,34%Euro TurismoR$ 6,007-0,46%B3Ibovespa174.325 pts-1,36%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (24) que vai abrir uma investigação comercial contra a União Europeia sob a Seção 301 da Lei de Comércio, acusando o bloco de aplicar multas "ilegais e discriminatórias" contra empresas americanas de tecnologia.

Em publicação na Truth Social, sua rede social, Trump disse que a UE "rouba" companhias dos EUA, prometeu reverter as penalidades e afirmou que o bloco poderá enfrentar novas tarifas "o mais rápido possível".

O presidente cita as multas contra Apple, de US$ 15 bilhões (R$ 75 bilhões), Meta, de US$ 3 bilhões (R$ 15 bilhões), e Amazon, de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões).

A nova multa contra a empresa Google teria sido a gota d'água para o norte-americano, que escreveu que a UE "pagará um preço muito alto por esse conduto ilegal e altamente antiético, sobre a qual" vem alertando constantemente.

Com as duas sanções anunciadas nesta quinta-feira (23), o Google acumula seis multas aplicadas pela União Europeia por práticas anticompetitivas.

Donald Trump desembarca do novo Air Force One na Base Aérea Andrews — Foto: Julia Demaree Nikhinson/AP Photo

Agora, a empresa recebeu mais duas penalidades com base na Lei dos Mercados Digitais (DMA): uma de € 460 milhões (R$ 2.658,8 bilhões), por favorecer seus próprios serviços nos resultados de busca, e outra de € 430 milhões (R$ 2.485,4 bilhões), por restringir desenvolvedores no Google Play.

Ao todo, as multas somam € 10,38 bilhões (cerca de R$ 65,3 bilhões) ao longo de quase duas décadas de investigações conduzidas pela Comissão Europeia.

Embora as duas multas desse ano tenham sido anunciadas no mesmo dia, a Comissão Europeia as trata como duas decisões distintas, razão pela qual o total chega a seis multas.

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Meta adiciona recursos de automação de tarefas ao assistente de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/07/2026 14:57

Tecnologia Meta adiciona recursos de automação de tarefas ao assistente de IA Atualização permite que o Meta AI execute tarefas recorrentes, gere resumos personalizados e atue de forma mais autônoma, com lançamento inicial em mercados selecionados. Por Reuters

Ilustração mostra um logotipo da Meta impresso em 3D ao lado da sigla "AI", em imagem produzida em 20 de julho de 2026. — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo

A Meta anunciou, nesta sexta-feira (24), a implementação de novos recursos para o Meta AI em mercados selecionados. As novidades permitem que o assistente de inteligência artificial execute determinadas tarefas de forma autônoma, reduzindo a necessidade de comandos constantes dos usuários.

A versão atualizada do Meta AI, baseada no novo modelo Muse Spark 1.1, foi desenvolvida para compreender o contexto de cada usuário e realizar atividades de maneira mais independente.

Entre os novos recursos, a empresa destaca a geração de resumos diários com compromissos da agenda e a possibilidade de programar tarefas recorrentes, como sugestões semanais de refeições e atualizações sobre tendências de interesse.

Inicialmente, as funcionalidades estarão disponíveis em mercados selecionados por meio do aplicativo Meta AI e do site meta.ai. A empresa informou que pretende ampliar o acesso gradualmente para outras regiões e plataformas, incluindo o WhatsApp.

A controladora do Facebook afirmou que os usuários continuarão tendo controle sobre a forma como utilizam a inteligência artificial e que conversas anônimas permanecerão disponíveis para quem desejar mais privacidade.

"Este é o nosso próximo passo rumo à superinteligência pessoal: uma IA que conhece o seu contexto e está disponível sempre que você precisar", afirmou a Meta em publicação em seu blog.

Em outra frente, a companhia lançou nesta sexta-feira (24) o aplicativo Seller, voltado a comerciantes que utilizam o Facebook Marketplace. A ferramenta reúne recursos específicos para apoiar a gestão e as vendas na plataforma.

A Meta divulgará os resultados financeiros do segundo trimestre após o fechamento do mercado, em 29 de julho.

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