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Michelle Bolsonaro deixa de seguir enteados e publica versículos em meio à crise na família Bolsonaro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 12:46

Economia Blog da Ana Flor Michelle deixa de seguir enteados e publica versículos em meio à crise na família Bolsonaro Pedido de desculpas de Flávio e apelo de Valdemar Costa Neto não impediram novos gestos públicos que evidenciam o racha entre Michelle e filhos do ex-presidente Por Lorena Fraga, Ana Flor, g1 e GloboNews — Brasília

Apesar do pedido público de desculpas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à madrasta e da tentativa do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, de estancar a crise provocada pelo vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o conflito na família do ex-presidente Jair Bolsonaro segue movimentando as redes sociais.

Eduardo, por sua vez, ainda acompanha a madrasta no Instagram, mas passou a republicar, em seu perfil no X, conteúdos com críticas a ela.

O deputado cassado compartilhou a defesa da esposa de Flávio, Fernanda Bolsonaro, que descreveu o marido como "leve, respeitoso e carinhoso".

Eduardo também repostou um vídeo do ex-deputado Alexandre Ramagem, no qual ele acusa Michelle de fazer "birra" por não ter sido escolhida como sucessora de Jair Bolsonaro na disputa pelo Planalto.

O ex-deputado e a madrasta mantinham uma relação próxima. Em janeiro de 2025, os dois chegaram a viajar juntos aos Estados Unidos para a posse do presidente norte-americano Donald Trump.

No vídeo que publicou na quarta, Michelle faz uma menção a quem atua contra ela do exterior, uma clara referência a Eduardo Bolsonaro.

Michelle chegou a atribuir a esse núcleo publicações que a citam sem o sobrenome Bolsonaro, apenas com o de solteira: Michelle Firmo.

Com Carlos, o desgaste é mais antigo. Em março deste ano, durante uma entrevista, Michelle disse ter perdoado o vereador pelos conflitos antigos, mas descartou qualquer reaproximação:

A mãe dos três irmãos, Rogéria Bolsonaro, publicou uma mensagem compartilhada por Eduardo, Carlos e Flávio — que continua sendo seguido por Michelle e está no centro das tensões:

Na última quinta (25), no fim do dia, Michelle compartilhou um trecho bíblico sobre o "falso testemunho" não ficar impune.

Na sexta (26), foi a vez de Fernanda Bolsonaro publicar um versículo de Provérbios sobre a "testemunha falsa que profere mentiras" e "o que semeia contendas entre irmãos":

"Há seis coisas que o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos." (Provérbios 6:16–19).

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Suprema Corte dos EUA proíbe Trump de demitir diretora do Fed

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,26%Dólar TurismoR$ 5,3890,2%Euro ComercialR$ 5,9170,55%Euro TurismoR$ 6,1690,5%B3Ibovespa172.887 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,26%Dólar TurismoR$ 5,3890,2%Euro ComercialR$ 5,9170,55%Euro TurismoR$ 6,1690,5%B3Ibovespa172.887 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,26%Dólar TurismoR$ 5,3890,2%Euro ComercialR$ 5,9170,55%Euro TurismoR$ 6,1690,5%B3Ibovespa172.887 pts-0,24%Oferecido por

A Suprema Corte dos Estados Unidos proibiu o presidente Donald Trump de demitir a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook.

O republicano havia anunciado a demissão da diretora no ano passado, aumentando a pressão sobre o BC americano. Se tivesse conseguido, seria o primeiro presidente a destituir um integrante do Fed desde sua criação, em 1913.

🔎 Trump anunciou a demissão em agosto de 2025, mas a Justiça barrou a medida. A Casa Branca recorreu, e a Suprema Corte confirmou a decisão nesta segunda-feira (29).

O presidente da Suprema Corte, John Roberts, e o também conservador Brett Kavanaugh formaram a maioria, ao lado dos três juízes liberais. Já Clarence Thomas, Samuel Alito, Neil Gorsuch e Amy Coney Barrett divergiram.

A decisão se soma a outro julgamento relevante, de 20 de fevereiro, quando a Corte derrubou grande parte das tarifas globais de Trump.

Roberts, que redigiu a decisão da Corte, afirmou que Trump "deixou de conceder a Cook as proteções processuais às quais ela tinha direito por lei.

"Sem essas proteções, ela não poderia contestar adequadamente as acusações que o presidente fez contra ela", afirmou.

Os membros do Conselho de Governadores do Federal Reserve "não servem por mera liberalidade do presidente; em vez disso, cumprem mandatos escalonados de 14 anos e só podem ser destituídos 'por justa causa'", acrescentou Roberts.

Em agosto, Trump citou suspeitas não comprovadas de fraude imobiliária ao tentar demitir Cook — a primeira mulher negra a ocupar o cargo. Ela afirma que a medida foi motivada por divergências sobre a condução dos juros por parte do Fed.

Os juízes também rejeitaram um pedido do Departamento de Justiça para liberar a demissão imediata, enquanto segue o processo aberto por Cook. Ela nega as acusações.

O Fed é o banco central mais influente do mundo e define o custo do crédito nos Estados Unidos e, indiretamente, em outros países. A instituição tem sido alvo de críticas de Trump desde seu retorno à presidência, em janeiro de 2025.

A pressão de Trump sobre Cook e uma investigação separada contra o então presidente do Fed, Jerome Powell, representam o maior desafio recente à independência do banco central.

O mandato de Powell como presidente do Fed terminou em 15 de maio, mas ele segue no conselho. Kevin Warsh, indicado por Trump, foi confirmado pelo Senado e assumiu o cargo dias depois.

Ao criar o Fed, em 1913, o Congresso aprovou a chamada Lei da Reserva Federal. A norma prevê proteção contra interferência política e estabelece que membros do conselho só podem ser demitidos pelo presidente por “justa causa”. O termo, no entanto, não é claramente definido na lei.

Trump tentou demitir Cook em 25 de agosto de 2025, ao publicar uma carta nas redes sociais citando acusações levantadas por Bill Pulte, chefe da Agência Federal de Financiamento Imobiliário e aliado do presidente. As alegações envolviam imóveis da diretora em Michigan e na Geórgia.

Pulte escreveu nas redes sociais: “Acredito que Lisa Cook será indiciada por fraude hipotecária”.

Em setembro, a juíza federal Jia Cobb decidiu que a tentativa de Trump de demitir Cook sem aviso prévio ou possibilidade de defesa provavelmente violou seu direito ao devido processo legal, garantido pela Constituição dos EUA.

Segundo a magistrada, as acusações também não seriam motivo suficiente para a demissão, já que se referem a fatos anteriores ao mandato dela.

O Tribunal de Apelações em Washington também rejeitou o pedido de Trump para suspender a decisão.

A disputa ocorre em um momento de forte pressão política sobre o banco central. Trump tem pressionado o banco central a reduzir os juros mais rápido e de forma mais intensa no combate à inflação. Ele também criticou repetidamente Jerome Powell por não atender a essas demandas.

O caso levanta dúvidas sobre a autonomia do Fed para definir os juros sem interferência política — algo considerado essencial para manter a inflação sob controle.

Como integrante do conselho do Fed, Cook participa das decisões sobre juros ao lado de outros diretores e dos presidentes dos bancos regionais da instituição.

Em decisões recentes, a Suprema Corte tem ampliado o poder do presidente sobre agências federais e pode rever um precedente de 1935 que protege esses órgãos contra demissões políticas.

Ainda assim, a Corte indicou que o Fed pode ser tratado como uma exceção. Em decisão de maio de 2025, os ministros destacaram que o banco central tem estrutura e histórico distintos.

Tanto o caso de Cook quanto a disputa sobre as tarifas expõem as consequências da postura mais agressiva de Trump ao ampliar os limites do poder presidencial desde seu retorno ao cargo, em janeiro de 2025.

Trump também usou o poder executivo para promover mudanças rápidas em áreas como imigração, serviço militar e emprego federal. Até agora, a Suprema Corte tem permitido que a maioria dessas medidas avance, mesmo sob questionamentos judiciais, embora a decisão sobre as tarifas tenha sido uma exceção relevante.

No caso das tarifas, o tribunal derrubou um dos principais pontos da agenda econômica de Trump ao invalidar taxas impostas a quase todos os parceiros comerciais dos EUA. As medidas haviam sido justificadas com base em uma lei de 1977 voltada a situações de emergência — algo inédito entre presidentes americanos.

Trump reagiu com críticas duras à decisão, dizendo estar “absolutamente envergonhado” de alguns ministros. Ele também chamou indicados republicanos da Corte — incluindo dois escolhidos por ele — que votaram contra sua posição de “tolos” e “lacaios” dos democratas.

Como em outras disputas legais, o governo defendeu uma interpretação mais ampla dos poderes presidenciais no caso de Cook. Segundo esse entendimento, bastaria ao presidente apontar um motivo para a demissão para que a decisão estivesse dentro de sua “discricionariedade”.

Os advogados de Cook argumentaram que dar esse poder ao presidente poderia comprometer a independência do Fed, gerar instabilidade nos mercados e abrir precedente para interferência política na definição de juros.

Assim como Cook, Jerome Powell classificou a ação do governo contra ele como uma tentativa de pressão sobre o Fed. O caso envolvia uma investigação sobre possíveis estouros de orçamento na reforma de dois prédios históricos da instituição, em Washington.

Em 13 de março, um juiz bloqueou as intimações emitidas por um promotor nomeado por Trump, ao considerar que a apuração poderia representar uma tentativa indevida de pressionar o banco central a reduzir os juros. A investigação foi arquivada em 24 de abril.

Trump já chamou Powell publicamente de “imbecil”, “grande perdedor” e “muito incompetente”.

Em janeiro, Trump nomeou Kevin Warsh para liderar o Fed. Ele já havia feito parte da diretoria da instituição. A cerimônia de posse contou com a presença de ministros da Suprema Corte, como Clarence Thomas e Brett Kavanaugh.

O Departamento de Justiça arquivou a investigação após críticas de aliados republicanos, que apontaram o caso como um ataque à independência do Fed.

No ano passado, Bill Pulte pediu ao Departamento de Justiça a abertura de uma investigação criminal contra Cook por suspeita de fraude hipotecária. Não há indicação de que o caso tenha avançado.

Enquanto Pulte insistia nas acusações, a Reuters apurou que familiares dele adotaram prática semelhante em declarações de residência. Esse tipo de benefício garante desconto em impostos a imóveis usados como residência principal. A autoridade tributária local informou que Cook não violou as regras, apesar das alegações.

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Campo de Búzios bate recorde e atinge 1,2 milhão de barris por dia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1820,27%Dólar TurismoR$ 5,3810,04%Euro ComercialR$ 5,9170,54%Euro TurismoR$ 6,1540,27%B3Ibovespa173.496 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1820,27%Dólar TurismoR$ 5,3810,04%Euro ComercialR$ 5,9170,54%Euro TurismoR$ 6,1540,27%B3Ibovespa173.496 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1820,27%Dólar TurismoR$ 5,3810,04%Euro ComercialR$ 5,9170,54%Euro TurismoR$ 6,1540,27%B3Ibovespa173.496 pts0,12%Oferecido por

Petrobras: a FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Divulgação/Petrobras

O campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu na última sexta-feira (26) produção média de 1,2 milhão de barris por dia de petróleo. O volume foi alcançado três dias após o campo registrar 1,1 milhão de barris diários, impulsionado pela entrada de novas plataformas. A informação foi divulgada pela Petrobras à Reuters.

“O novo recorde foi alcançado com a ampliação das atividades das plataformas P-78 e P-79, que ainda estão em fase de aumento gradual da produção até atingir a capacidade máxima (‘ramp up’) de 180 mil barris por dia cada uma”, afirmou a companhia.

O campo de Búzios, o maior em águas profundas do mundo, conta com oito unidades de produção em operação: as plataformas P-74, P-75, P-76, P-77, P-78 e P-79, além dos navios-plataforma (FPSOs) Almirante Barroso e Almirante Tamandaré.

Ao todo, o campo terá 12 FPSOs em operação. Estão em construção as unidades P-80, P-82 e P-83, e a plataforma Búzios 12 está em processo de licitação, segundo a Petrobras.

O aumento da produção vem em um momento de pressão nos preços do petróleo no mercado internacional.

Apesar de a commodity ter caído mais de 10% na última semana, em meio ao maior otimismo por conta do memorando de entendimento assinado entre Estados Unidos e Irã, uma escalada das tensões no último final de semana voltou a pressionar as cotações.

Washington e Teerã fizeram uma nova troca de ataques na última sexta-feira (26), colocando em xeque o cessar-fogo implementado pelo memorando de entendimento assinado na última semana.

O Irã classificou a ofensiva como uma "violação clara" do cessar-fogo e ameaçou "paralisar todos os processos diplomáticos", enquanto o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer ameaças.

"É muito provável que eles nunca aprendam a lição. É possível que, um dia, já não possamos agir com prudência e sejamos obrigados a concluir, por meio da força militar, a missão que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir", disse o presidente no TruthSocial no último sábado (27).

No domingo (29), os dois países concordaram em suspender as hostilidades recentes no Golfo e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. A expectativa é que haja uma nova reunião em Doha, no Catar, na terça-feira (30).

Com a escalada das tensõeso barril do Brent, referência internacional, operava em alta de 0,96% perto das 11h desta segunda-feira (29), cotado a US$ 72,68. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 1,23% no mesmo horário, a US$ 70,08 o barril.

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Como saber se você ganha bem ou mal? (Dica: o valor do salário não conta a história toda…)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

g1 explica Como saber se você ganha bem ou mal? (Dica: o valor do salário não conta a história toda…) No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ganhar bem ou mal não é apenas uma questão de salário. Na economia, a renda é relativa e pode ser analisada pSaber se você ganha bem ou mal vai além do valor que aparece no contracheque.

Para a economia, a renda é um conceito relativo: pode ser medida por critérios diferentes, como onde você se encontra na distribuição de renda do país, o seu poder de compra e o quanto resta ao fim de cada mês. É o custo de vida que revela quanto o seu rendimento realmente vale.

A estabilidade também entra na conta. Entradas esporádicas de dinheiro não sustentam um padrão de vida no longo prazo. No fim das contas, o que faz diferença é o equilíbrio do orçamento: há quem ganhe muito, gaste mal e viva no aperto, enquanto uma renda mais modesta, porém bem administrada, oferece mais previsibilidade e tranquilidade.

Neste vídeo, você confere as três formas principais de avaliar se ganha bem ou mal. Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso.

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Desenrola Adimplentes: governo lança nova etapa do programa para trabalhadores informais e devedores do Fies; veja regras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1830,23%Dólar TurismoR$ 5,3800,03%Euro ComercialR$ 5,9180,49%Euro TurismoR$ 6,1530,24%B3Ibovespa172.980 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1830,23%Dólar TurismoR$ 5,3800,03%Euro ComercialR$ 5,9180,49%Euro TurismoR$ 6,1530,24%B3Ibovespa172.980 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1830,23%Dólar TurismoR$ 5,3800,03%Euro ComercialR$ 5,9180,49%Euro TurismoR$ 6,1530,24%B3Ibovespa172.980 pts-0,18%Oferecido por

O governo federal lançou nesta segunda-feira (29) o chamado Desenrola Adimplentes, programa voltado para a população que ainda não está com dívidas bancárias vencidas, mas que paga juros mais elevados em seus financiamentos.

De acordo com o governo, o foco são trabalhadores informais e, também, estudantes com crédito do Fies empreendedores.

A nova modalidade do programa foi lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante evento no Palácio do Planalto.

"Beneficiários do Desenrola Adimplentes e FIES Empreendedor aceitarão como contrapartida o bloqueio do CPF em plataformas de apostas por 6 meses", informou o governo federal.

Essa é uma nova fase do Desenrola 2.0, lançado em maio e direcionado para pessoas que ganham até cinco salários mínimos, ou seja, R$ 8.105, com débitos junto às instituições financeiras, além de agricultores, empresas de pequeno porte e devedores do Fies.

Durante a apresentação nesta segunda-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, também mencionou as novas regras para o crédito consignado para trabalhadores do setor privado. A modalidade foi regulamentada na última sexta-feira (26).

Segundo a equipe econômica, a medida abrange trabalhadores informais, não incluindo trabalhadores CLT, aposentados, pensionistas nem servidores.

Além de refinanciar o débito antigo, será possível ter, ainda, um crédito adicional de até 50% do saldo devedor da dívida original.

Crédito Pessoal Não ConsignadoAo menos 4 parcelas já pagasEm dia ou com no máximo 90 dias de atrasoSaldo igual ou inferior a R$ 15 mil

Taxa máxima de juros: 1,99% a.m.Prazo: equivalente ao prazo remanescente da dívida original, com possibilidade de ampliação do prazo até no máximo 6 meses, a depender do prazo remanescente da dívida originalLimite da Prestação: Nova prestação de no máximo 90% da prestação da dívida original

O Ministério da Fazenda informou, ainda, que haverá novas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas adimplentes no Fies.

Segundo o governo, parte relevante do público alvo conclui cursos associados à profissões autônomas, necessitando de capital inicial para exercer suas atividades, sendo que parte já possui CNPJ.

O objetivo financiar atividade empreendedora. O graduado, estando adimplente há pelo menos 36 meses, sem nenhuma renegociação, poderá buscar o crédito.

Os juros poderão ser de até 11% ao ano (0,87% ao mês), com limite de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e de R$ 80 mil para pessoas físicas. O prazo máximo será de 96 e 60 meses, respectivamente.

Governo federal anuncia Desenrola Adimplentes, nova fase de programa para renegociação de dívidas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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TCU recomenda melhorias no sistema de concessão automática de benefícios do INSS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Política TCU recomenda melhorias no sistema de concessão automática de benefícios do INSS Auditoria feita pelo órgão aponta que tecnologia ainda não foi capaz de reduzir filas ou tempo de espera de segurados; INSS afirma que tem implementado recomendações do TCU e que houve avanço nos últimos meses. Por Amanda Lüder, g1 e GloboNews — Brasília

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) à qual a Globonews teve acesso recomendou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atualize as tecnologias usadas para conceder benefícios automaticamente e busque melhorias nesse processo.

🔎A concessão automática de benefícios é quando um pedido de aposentadoria, pensão ou auxílio é analisado por um robô, sem passar por um servidor do INSS.

Esse tipo de análise começou em 2017 e ganhou espaço ao longo dos anos. No ano passado, cerca de 11 tipos de benefícios diferentes já passavam por esse tipo e análise. Entre eles, o BPC (Benefício de Prestação Continuada) para idosos e pessoas com deficiência.

No início de 2024, apenas 15,7% dos benefícios passavam pela concessão automática. No mesmo mês de 2025, mais da metade dos benefícios já eram analisados pela automação (veja imagem abaixo).

Mesmo com o percentual crescente de concessões automáticas, a auditoria do TCU aponta que elas ainda não foram suficientes para reduzir a fila do INSS e nem o tempo que o segurado fica esperando para ter o benefício concedido.

Entre as dificuldades, segundo o relatório do TCU, estão uma equipe reduzida para cuidar da automação e uma limitação na atuação da Dataprev, a empresa de tecnologia responsável por operar sistemas do INSS.

De acordo com a auditoria, a maior parte dos serviços é feita por sistemas desenvolvidos no início da década de 1990, o que dificulta a integração com sistemas mais modernos.

O Tribunal de Contas da União destaca a importância de seguir tendo a concessão automática como prioridade, pelo potencial de redução de fila. Mas recomenda que, para isso, o INSS atualize as tecnologias usadas e busque melhorias nesse processo.

O INSS afirmou, em nota, que tem implementado as recomendações do TCU e tem tido avanços significativos nos últimos meses. Destacou também que tem mantido reuniões semanais com a Dataprev.

A Autarquia ainda ressalta que não há indeferimentos indevidos de forma automática e que, quando há necessidade de uma análise complementar, o requerimento é enviado para um servidor.

No entanto, a presidente da Comissão de Direito Previdenciário da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional São Paulo (OAB-SP), Joseane Zanardi, afirma que há sim indeferimentos indevidos — isto é, benefícios que deveriam ter sido concedidos, mas foram negados.

Segundo a advogada, um dos problemas estaria no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), documento que reúne todo o histórico de trabalho de uma pessoa. O INSS puxa informações do CNIS para a conceder benefícios.

Se as informações estão erradas nesse cadastro, por consequência, o INSS fará uma leitura equivocada.

Atualmente, é possível solicitar a correção em dados do CNIS ligando na Central 135 do INSS. Mas segurados relatam dificuldades em se comunicarem por esse telefone, como demora no atendimento e má qualidade das ligações.

"Se esse serviço estivesse disponível na plataforma ‘Meu INSS’, no site, a correção ficaria um pouco mais fácil, porque falar no telefone 135 é muito difícil", diz a advogada Zanardi.

A presidente da Comissão de Direto Previdenciário da OAB-SP também destaca que são necessários investimentos por parte do governo federal para uma melhoria nesse cadastro de informações.

“Nós já solicitamos através de vários ofícios e conversas com o INSS que sejam feito esforços para que o Cadastro Nacional de Informações seja corrigido, mas até o momento isso não tem sido efetivado. O que falta é investimento em sistemas que conversem que façam a integração das informações corretamente."

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De ator a empreendedor: ele criou cabine acústica portátil e fatura R$ 15 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De ator a empreendedor: ele criou cabine acústica portátil e fatura R$ 15 mil por mês Ideia surgiu na pandemia para gravações em casa e virou negócio em São Paulo; com investimento de R$ 4 mil, produto já atende profissionais de voz. Por PEGN

Diego Rodda, ator e engenheiro de som, criou uma cabine acústica portátil para gravar dublagens fora de estúdios profissionais.

A ideia surgiu da necessidade de gravações remotas durante a pandemia. Com investimento inicial de R$ 4 mil, o protótipo evoluiu rapidamente, e a primeira encomenda veio por indicação de uma colega.

Hoje, as cabines são personalizadas conforme o ambiente e o tipo de uso, com preços a partir de R$ 1.800. Diego concentra todas as etapas do negócio: cria, fabrica, vende e atende os clientes.

A divulgação é feita principalmente no boca a boca, estratégia que já resultou na venda de 55 unidades em 2025 e em faturamento médio de cerca de R$ 15 mil por mês.

O que começou como uma solução improvisada durante a pandemia se transformou em um negócio para o ator e engenheiro de som Diego Rodda, em São Paulo.

Ao precisar gravar dublagens fora de estúdios profissionais, ele desenvolveu uma cabine acústica portátil — hoje vendida para locutores, dubladores e músicos. A ideia nasceu da necessidade.

Com produções exigindo gravações remotas, Diego decidiu criar uma estrutura compacta que garantisse qualidade sonora dentro de casa. Em cerca de 25 dias, ele desenvolveu o primeiro modelo.

“Eu sempre projetei cabines grandes para estúdios, mas nunca tinha reduzido. Resolvi estudar mais a fundo e criar uma solução que fosse leve e portátil”, afirma.

Com investimento inicial de cerca de R$ 4 mil, o protótipo evoluiu rapidamente. A primeira encomenda veio por indicação de uma colega — e foi o ponto de virada para transformar a ideia em negócio.

Hoje, as cabines são personalizadas conforme o ambiente e o tipo de uso, com preços a partir de R$ 1.800. Há diferentes modelos, desde versões abertas até estruturas com maior isolamento acústico, além de opções compactas para mesa.

Diego concentra todas as etapas do negócio: cria, fabrica, vende e atende os clientes. A divulgação é feita principalmente no boca a boca, estratégia que já resultou na venda de 55 unidades em 2025 e faturamento médio de cerca de R$ 15 mil por mês.

“Hoje vale a pena financeiramente. A cada cabine, eu penso em como reduzir custos e facilitar para o cliente”, diz.

A portabilidade é um dos principais diferenciais. As cabines podem ser montadas por uma única pessoa em poucos minutos e transportadas com facilidade, o que amplia o uso em diferentes ambientes.

Com a demanda crescente, o empreendedor planeja expandir a operação e contratar funcionários. Para ele, o negócio é resultado direto da necessidade de criar soluções. “A criatividade vem da necessidade. Quando você precisa, você cria”, afirma.

📍 Endereço: Rua Juiciã, 17, Imirim São Paulo/SP – CEP: 02463-060📞 Telefone: (11) 9-7864-7393📧 E-mail: diegorodda@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/diegorodda/

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Oriente Médio mantém embarques de petróleo e gás apesar de ataques no Estreito de Ormuz nos últimos dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,06%Dólar TurismoR$ 5,375-0,06%Euro ComercialR$ 5,8970,2%Euro TurismoR$ 6,1450,12%B3Ibovespa173.388 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,06%Dólar TurismoR$ 5,375-0,06%Euro ComercialR$ 5,8970,2%Euro TurismoR$ 6,1450,12%B3Ibovespa173.388 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,06%Dólar TurismoR$ 5,375-0,06%Euro ComercialR$ 5,8970,2%Euro TurismoR$ 6,1450,12%B3Ibovespa173.388 pts0,05%Oferecido por

Produtores do Oriente Médio continuam embarcando petróleo e gás natural liquefeito (GNL), mesmo após novos ataques a navios no Estreito de Ormuz — canal por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo — e a retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã nos últimos dias, segundo dados do setor de transporte marítimo.

O volume de transporte de energia pelo estreito caiu depois de ataques a um navio de contêineres na quinta-feira e a um petroleiro no sábado. Os episódios provocaram novas retaliações e colocaram em risco o acordo de paz provisório entre Washington e Teerã.

No domingo (28), porém, uma autoridade dos Estados Unidos afirmou que os dois países concordaram em interromper as hostilidades e retomar as negociações sobre a via, considerada estratégica para o comércio global.

Na segunda-feira, um quarto superpetroleiro de grande porte (VLCC), com capacidade para transportar 2 milhões de barris, foi flagrado carregando petróleo no terminal de Ras Tanura, na Arábia Saudita, segundo dados da LSEG, empresa de informações financeiras e de mercado.

A operação ocorre mesmo após a queda, no domingo (28), de um helicóptero da empresa, que deixou 14 mortos, e cuja causa do acidente ainda é desconhecida.

Outros três superpetroleiros carregaram petróleo e entraram em “modo oculto” após deixar o terminal no fim de semana, segundo os dados. O termo se refere a navios que desligam seus sistemas de rastreamento para reduzir o risco de ataques enquanto navegam pela região.

Um desses navios reapareceu na segunda-feira (29), depois de deixar o estreito, e segue agora em direção ao Japão, segundo os dados.

Dois superpetroleiros entraram no estreito no domingo e atracaram em um terminal nos Emirados Árabes Unidos para carregar petróleo bruto, segundo dados da LSEG.

A Abu Dhabi National Oil Company informou que, por política interna, não divulga detalhes sobre a localização, os movimentos ou as rotas de suas embarcações.

O Irã também acelerou os embarques de petróleo após os Estados Unidos suspenderem, por 60 dias, as sanções sobre suas exportações.

Teerã realizou carregamentos simultâneos em seus dois terminais de exportação na ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do Irã, no sábado (27), pela primeira vez em quase uma semana, segundo a empresa de monitoramento marítimo Windward.

Dados da Kpler, empresa de dados sobre fluxo de petróleo, mostram que os superpetroleiros de bandeira iraniana Dan e Hawk entraram no estreito no sábado (27).

Ao mesmo tempo, cerca de 8 milhões de barris de petróleo bruto dos Emirados Árabes Unidos e do Catar foram transportados em quatro navios do mesmo tipo durante o fim de semana. A Companhia Nacional de Petróleo do Irã não respondeu a pedidos de comentário.

O aumento das exportações a partir do Golfo — região responsável por cerca de um terço do abastecimento global — está pressionando os preços do petróleo. O Brent, principal referência internacional do preço do petróleo, caiu 10,6% na semana passada, na terceira queda semanal consecutiva, embora os ataques do fim de semana tenham feito as cotações subirem na segunda-feira.

“Se o Estreito continuar operando de forma instável nas próximas semanas e meses, o preço do petróleo está em um nível razoável e com tendência de queda”, afirmou o analista da IG Markets, Tony Sycamore, à Reuters.

“No entanto, se houver risco de uma escalada mais ampla do conflito a partir desses episódios de violência do fim de semana, então os preços do petróleo estão baixos demais.”

No mercado de gás natural liquefeito (GNL), dois navios-tanque vazios voltaram a aparecer nos dados de rastreamento a oeste do estreito em 26 de junho, após terem desaparecido dos sistemas. Ao mesmo tempo, outros dois navios carregados com GNL deixaram o Estreito de Ormuz.

O navio Al Kharaitiyat segue em direção ao Kuwait após carregar no terminal de Ras Laffan, no Catar. Já outra embarcação da QatarEnergy, o Al Kharsaah, aguarda ao largo do país, segundo dados de rastreamento da Kpler.

O navio Mraweh, controlado pela ADNOC, carregou na ilha de Das, nos Emirados Árabes Unidos, em 21 de junho, e deve entregar a carga no terminal de Dahej, na costa oeste da Índia, em 5 de julho, segundo a Kpler. Já o Al Hamla, da QatarEnergy, transporta uma carga embarcada em Ras Laffan em 18 de junho e deve chegar à China em 3 de julho, de acordo com dados da LSEG e da Kpler.

A QatarEnergy não respondeu a um pedido de comentário até a última atualização desta reportagem.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas do governo têm déficit de R$ 53 bilhões em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,06%Dólar TurismoR$ 5,375-0,06%Euro ComercialR$ 5,8970,2%Euro TurismoR$ 6,1450,12%B3Ibovespa173.388 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,06%Dólar TurismoR$ 5,375-0,06%Euro ComercialR$ 5,8970,2%Euro TurismoR$ 6,1450,12%B3Ibovespa173.388 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,06%Dólar TurismoR$ 5,375-0,06%Euro ComercialR$ 5,8970,2%Euro TurismoR$ 6,1450,12%B3Ibovespa173.388 pts0,05%Oferecido por

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 53,3 bilhões em maio, informou Tesouro Nacional nesta segunda-feira (29).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Houve uma piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foi contabilizado um resultado negativo de R$ 42,2 bilhões (valor corrigido pela inflação).➡️Esse também foi o pior resultado para meses de maio desde 2024, quando foi registrado um déficit primário de R$ 66,6 bilhões (com a correção).

➡️De acordo com números do Tesouro Nacional, a piora no resultado positivo está relacionada, principalmente, com o aumento das despesas, que avançaram em ritmo superior ao crescimento da arrecadação.

Segundo o governo, as despesas tiveram um aumento real (acima da inflação) de 9,4% em maio, para R$ 251 bilhões. Os principais aumentos foram:

Despesas livres do governo (+R$ 16,7 bilhões);Benefícios Previdenciários (+R$ 4,9 bilhões);Outras Despesas Obrigatórias (+R$ 2,0 bilhões).

O bom comportamento da arrecadação, por sua vez, está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo — Foto: Ana Volpe/Agência Senado

No acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um déficit primário de R$ 44,4 bilhões.

Isso representa piora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 32,9 bilhões.

A deterioração nas contas do governo na parcial deste ano está relacionada, principalmente, com a antecipação no cronograma de pagamento dos precatórios (valores referentes a sentenças judiciais) feita em março, que elevou o volume de despesas neste ano.

📈 Nos cinco primeiros meses de 2026, houve um aumento real de 4,8% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 1,06 trilhão (sem correção).

📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 1,1 trilhão entre janeiro e maio deste ano, com uma alta real de 13% no período (valores nominais).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60,3 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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El Niño pode beneficiar safras do Brasil e na Argentina, diz relatório

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 10:44

Agro El Niño pode beneficiar safras do Brasil e na Argentina, diz relatório Fenômeno climático pode melhorar condições para milho e soja e reduzir a pressão sobre os preços dos alimentos, enquanto impacto na região tende a ser pontual, segundo a Oxford Economics. Por Reuters

Previsões para o El Niño estão mudando a produção no campo — Foto: Previsões para o El Niño estão mudando a produção no campo

O El Niño pode trazer um alívio incomum para partes da América Latina. Brasil e Argentina estão entre os países menos expostos à alta dos preços dos alimentos causada pelo fenômeno e podem até se beneficiar de melhores condições para as safras, segundo a Oxford Economics.

O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima no mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras de grãos e chuvas mais intensas em outras.

Em um relatório que analisa os riscos em 20 mercados emergentes, a Oxford classificou a América do Sul como a região menos vulnerável. Brasil e Argentina aparecem como os países “menos expostos” e com maior chance de se beneficiar de condições mais favoráveis para culturas como milho e soja.

Segundo a Oxford, o principal risco para a América Latina não é a falta generalizada de grãos, mas aumentos pontuais nos preços de alimentos frescos.

Chuvas mais intensas podem favorecer a produção de grãos em partes do Brasil e da Argentina. Por outro lado, inundações podem interromper o abastecimento de hortaliças, tubérculos, frutas e peixes. O Peru é um dos países mais expostos, devido à possível queda na atividade pesqueira.

Essas variações de preço podem ser intensas, segundo a Oxford, mas tendem a ser temporárias. Em geral, bancos centrais tratam esses movimentos como pontuais, e não como riscos persistentes de inflação.

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