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Isenção do IR: calcule quanto você deixará de pagar e como fica o imposto para a alta renda

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Isenção do IR: calcule quanto você deixará de pagar e como fica o imposto para a alta renda Presidente Lula sancionou nesta quarta-feira (26) a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e prevê descontos para rendas de até R$ 7.350 mensais. Por André Catto, g1 — São Paulo

O presidente Lula sancionou a lei que aumenta a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.

Além da isenção, o texto prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais.

A medida também estabelece uma cobrança mínima para contribuintes de alta renda, com alíquota progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (26) a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês (R$ 60 mil ao ano).

Além da isenção, o texto prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais. As novas regras entram em vigor em janeiro de 2026.

Como forma de compensar as reduções no imposto, a medida também estabelece uma cobrança mínima para contribuintes de alta renda, com alíquota progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano. Nada muda para aqueles que já têm desconto em folha. (leia mais abaixo)

Para entender o impacto real das mudanças, o g1 elaborou, com o apoio da Confirp Contabilidade, duas calculadoras que mostram:

Calculadora da isenção: quanto você vai deixar de pagar de Imposto de Renda.Calculadora da alta renda: qual será a cobrança para ganhos anuais a partir de R$ 600 mil.

Na prática, esses são os valores que deixarão de ser descontados do salário todos os meses a partir de janeiro de 2026.

O ganho para quem tem salário de R$ 5 mil será de R$ 312,89 por mês. Em um ano, considerando também o décimo terceiro salário, a economia pode chegar a R$ 4.067. Na prática, isso representa um aumento anual equivalente a 81,35% do salário de um mês. (veja exemplos mais abaixo)

A isenção sancionada hoje ainda prevê uma mudança na sistemática de cobrança do IR para quem ganha até R$ 7.350, com desconto progressivamente menor para rendas a partir de R$ 5.001. Com isso, esse público também será beneficiado, mesmo que em menor escala.

Assim, quem recebe R$ 7 mil por mês, por exemplo, deverá ter ganhos de R$ 46,61 mensais e de R$ 605,87 no ano, considerando o décimo terceiro salário.

Já os contribuintes que recebem acima dessa faixa não serão impactados pelas mudanças, pois a tabela progressiva do Imposto de Renda não é alterada pelo projeto. Nada muda também para quem ganha até R$ 3.036 — parcela já isenta pela tabela em vigor.

"Se a pessoa ganhar acima de R$ 7.350, ela não vai ter redução alguma: seguirá a tributação normal da tabela progressiva", pontua Welinton Mota, da Confirp.

A medida também estabelece que pessoas físicas com renda anual acima de R$ 600 mil — o equivalente a mais de R$ 50 mil mensais — estarão sujeitas a uma tributação progressiva sobre lucros e dividendos, que pode chegar a 10% para quem recebe R$ 1,2 milhão ou mais por ano.

Dessa forma, quem recebe um pouco acima do limite pagará uma alíquota reduzida, e o valor do imposto aumentará de forma gradual conforme a renda cresce. (Veja abaixo)

🔎 A nova tributação recai sobre lucros e dividendos, que hoje são isentos do Imposto de Renda. Já quem tem apenas o salário como fonte de renda não será afetado, pois continua sujeito à tabela progressiva do IR, com retenção em folha de até 27,5%.

Conforme mostrou o g1, a cobrança mínima para quem tem alta renda começa em R$ 0,10, valor aplicado a quem ganha R$ 600.001,00 por ano. À medida que a renda aumenta, o imposto também sobe. A alíquota máxima, de 10%, atinge rendimentos a partir de R$ 1,2 milhão ao ano. Veja abaixo:

A lei sancionada nesta quarta-feira prevê que alguns rendimentos, como os obtidos por LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), poderão ser excluídos da base de cálculo do imposto.

Welinton Mota, da Confirp Contabilidade, afirma que a maneira mais eficaz de calcular a nova tributação sobre a alta renda é levar em conta o rendimento anual, e não o valor mensal fixado em R$ 50 mil.

O especialista explica que, segundo o projeto, se o contribuinte receber mais de R$ 50 mil em um mês, será aplicada a alíquota máxima de 10% sobre o valor recebido naquele período.

"Se o lucro ou dividendo ultrapassar R$ 50 mil, será aplicada a alíquota de 10% naquele mês. Se ficar abaixo desse valor, não haverá cobrança", explica. "Por isso, a prestação de contas pode variar, e o que realmente importa é o total anual, não o valor mensal", afirma.

Dessa forma, Mota avalia que, com os descontos mensais aplicados ao longo do ano, é bastante provável que esse perfil de contribuinte consiga restituir boa parte dos valores pagos na declaração anual do Imposto de Renda, no ano seguinte.

"Você vai comparar quanto pagou com o que realmente deveria pagar ao considerar o total anual. Como já houve desconto em alguns meses, possivelmente acima do valor devido, é possível até ter valores a restituir", diz. "O cálculo final, portanto, será feito apenas no ano seguinte."

🔎 Hoje, estão isentos do Imposto de Renda os contribuintes com renda tributável de até R$ 3.036 por mês — equivalente a dois salários mínimos. Com a nova medida, essa faixa de isenção será ampliada para rendimentos de até R$ 5 mil mensais.

A ampliação da faixa de isenção do IR foi uma promessa de campanha do presidente Lula. O projeto deve incluir cerca de 10 milhões de contribuintes na lista de isentos a partir de 2026, ano de eleições. A proposta foi apresentada pelo governo em março deste ano.

Com a sanção do presidente Lula, o Brasil terá mais de 26,6 milhões de contribuintes isentos do Imposto de Renda em 2026 — cerca de 65% dos declarantes.

mais de 15,2 milhões de declarantes isentos atualmente;quase 2 milhões de pessoas isentas pela Lei n.º 15.191/25, que eleva a atual faixa de isenção para quem ganha até dois salários-mínimos por mês; equase 10 milhões de contribuintes que passarão a ser isentos com o projeto aprovado.

Em 2026, a isenção do IR para quem recebe até R$ 5 mil terá um impacto estimado de R$ 25,8 bilhões. Foi justamente para compensar a queda na arrecadação que o Congresso manteve a proposta do governo de aplicar alíquota progressiva de até 10% sobre rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil.

Com a progressão do imposto, a alíquota máxima para pessoas de alta renda será aplicada a quem tiver ganhos anuais a partir de R$ 1,2 milhão. Segundo a nova diretriz, a cobrança não irá atingir contribuintes que já pagam a alíquota de 27,5% do IR — ou seja, que já têm esse desconto em folha.

"Atualmente, os lucros e dividendos são isentos do IR. O projeto prevê que, a partir de 2026, eles sejam tributados em 10%, desde que a distribuição mensal para um mesmo sócio da empresa seja acima de R$ 50 mil", explica Welinton Mota, da Confirp Contabilidade.

Em março, o governo federal propôs ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda, a partir de 2026, de R$ 3.036 (dois salários mínimos) para R$ 5 mil.Além de ampliar a faixa de isenção, a equipe econômica também propôs uma isenção parcial para valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da faixa de isenção do IR para rendimentos até R$ 5 mil mensais, o governo pretende taxar quem tem alta renda — ou seja, aqueles com ganhos mensais superiores a R$ 50 mil (equivalente a R$ 600 mil por ano).O projeto do governo, relatado pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), impede que a cobrança sobre dividendos de pessoa física e empresa supere 34% para empresas e 45% para financeiras.Em paralelo, havia outro projeto de isenção do IR em tramitação no Senado, apresentado por Renan Calheiros (PP-AL). O texto, originalmente apresentado em 2019, foi resgatado sob o argumento de que o texto da Câmara estava parado.Uma disputa política entre Lira e Renan foi o pano de fundo da articulação dos projetos. Os dois devem concorrer ao Senado em 2026.

Imposto de Renda 2023: prazo para declaração vai de 15 de março a 31 de maio. — Foto: Marcos Serra/ g1

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Imposto de Renda: Receita abre nesta sexta consultas a lote residual de restituições de quase R$ 500 milhões

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda: Receita abre nesta sexta consultas a lote residual de restituições de quase R$ 500 milhões Restituição será paga a quem caiu na malha fina na declaração nos últimos anos e regularizou situação. Depósito será em 28 de novembro; 214 mil contribuintes receberão valores. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Receita Federal informou que abre nesta sexta-feira (21), a partir das 10h, as consultas a um lote residual de restituições do Imposto de Renda de Pessoa Física 2025, referente ao ano-base 2024, e também relativa a anos anteriores.

Os lotes residuais são os de contribuintes que caíram na malha fina do IR, ou seja, que ficarem retidas por conta de inconsistências, mas que regularizaram as pendências.

Ao todo, 214,3 mil contribuintes receberão R$ 494 milhões em 28 de novembro, de acordo com a Receita.

Desses, R$ 297 milhões referem-se a contribuintes com prioridade no recebimento dos valores (idosos, pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e aqueles cuja maior fonte de renda seja o magistério).Outros 138.164 contribuintes receberão com prioridade por terem utilizado a Declaração Pré-preenchida ou optado por receber via PIX. Também foram incluídas 23.602 restituições para contribuintes não prioritários.

"Esses pagamentos representam mais que o cumprimento de uma obrigação fiscal: para muitos beneficiários, especialmente os prioritários, a restituição funciona como reforço de renda essencial, capaz de apoiar despesas médicas, alimentação, educação e cuidados familiares", avaliou a Receita Federal.

De acordo com dados da Receita Federal, 3,97 milhões das declarações do IR 2025 foram retidas para verificações por conta de inconsistências, ou seja, ficaram retidas na malha fiscal.

Até o início de outubro, 66% das declarações já haviam sido liberadas, restando, naquele momento, 1,29 milhão de documentos ainda retidos em malha.

Para saber se há alguma inconsistência ou pendência na declaração do IR, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal, no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, por meio de uma declaração retificadora do IR, ou após o contribuinte apresentar comprovação ao Fisco de que sua declaração está correta.

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Mega-Sena pode pagar R$ 17 milhões nesta quinta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 00:49

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 17 milhões nesta quinta-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.989 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 17 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (26), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Imposto de Renda 2026: quais documentos separar para fazer a declaração sem erro

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 00:49

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: quais documentos separar para fazer a declaração sem erro Prazo para declaração vai de 23 de março a 29 de maio. Por Redação g1 — São Paulo

O prazo para entrega do Imposto de Renda 2026 começou em 23 de março e se estende até 29 de maio. O programa do IR já pode ser baixado no site da Receita Federal e a declaração pré-preenchida já está disponível para os contribuintes.

Para não cair na malha fina, é importante que o contribuinte tenha em mãos seus documentos pessoas e todos os informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado.

Veja a lista de documentos necessários para a declaraçãoQuem é obrigado a declarar?Como baixar o programa?Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?Quando vou receber a restituição?Quem tem prioridade para receber a restituição?O que é o 'cashback' anunciado pelo Fisco?Quais são os limites para dedução?

Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.;Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.;Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras;Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros).

Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário;Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda;Boleto do IPTU;Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.

Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no ano-calendário.Renda variávelControle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável);DARFs de Renda Variável;Informes de rendimento auferido em renda variável.

Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora);Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno);Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);Recibos de doações efetuadas;Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT;Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.

Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes;Endereços atualizados;Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue;Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;Atividade profissional exercida atualmente.

O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras.

Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar).

Acesse o site da Receita Federal e clique na opção "Baixar programa" para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em "Avançar";Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em "Avançar" novamente;Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de "criar atalho na área de trabalho" — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em "Avançar";Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em "Terminar".

Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.

▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento:

de rendimentos tributáveis recebidos do exterior;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda estrangeira;que tenham ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; entre outros. Para ver todos os limites da declaração online e por aplicativo, clique aqui.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido.

De acordo com a Receita Federal, a declaração pré-preenchida estará disponível desde o primeiro dia do prazo de entrega. Ou seja, já nesta segunda-feira (23).

🔎 Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal apresenta ao contribuinte informações sobre rendimentos, deduções, bens e direitos, além de dívidas e ônus reais — dados que são carregados automaticamente, sem necessidade de digitação.

Neste ano, além das informações já disponibilizadas em anos anteriores, a declaração pré-preenchida também passará a informar:

recuperação das informações de pagamento (DARFs);informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de renda variável (comum e day-trade);informações do eSocial – empregados domésticos;otimização na recuperação das informações dos dependentes (núcleo familiar).

Para optar pela declaração pré-preenchida, o contribuinte precisa ter uma conta de nível prata ou ouro no gov.br.

Não. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês foi aprovada pelo governo no final do ano passado. A medida também prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais.

Apesar de entrar em vigor a partir de janeiro deste ano, as novas regras só serão declaradas no ano que vem. Isso porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos recebidos em 2025.

"Rendimentos que estão sendo recebidos neste ano vão estar sujeitos a ajustes, confirmação, na declaração do ano que vem. Na declaração deste ano, o contribuinte tem que considerar aquilo recebido no ano passado", explicou o supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca.

Diferentemente de anos anteriores, as restituições de 2026 serão pagas em quatro lotes. Segundo a Receita Federal, cerca de 80% dos pagamentos devem ser feitos nos dois primeiros lotes, ou seja, até o fim de junho.

A Receita prioriza a data de entrega da declaração, mas também segue uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes dos demais — mesmo que tenham enviado o documento nos últimos dias do prazo.

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões, o contribuinte perde a posição na fila e vai para o fim do calendário de restituições.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX.

Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, haverá um tipo de "cashback" do Imposto de Renda 2026, voltado para contribuintes específicos.

não precisa declarar neste ano de forma obrigatória (por estar fora da faixa de renda) e que, por isso, não enviará a declaração;teve alguma retenção na fonte em 2025; eque teria direito à restituição do IR.

Sem o envio da declaração de ajuste no prazo legal, essas pessoas normalmente ficariam sem a restituição. Neste ano, porém, a Receita depositará os valores automaticamente, em um lote no mês de julho.

Segundo a Receita Federal, os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo, que têm limites para dedução.

A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela terá um desconto "padrão" de 20% na renda tributável.

Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde.

Quem teve gastos altos em 2025 com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda, pois esses gastos são dedutíveis.

Dependentes: o valor máximo é de R$ 2.275,08 por dependente, o mesmo do ano passado.Educação: nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite de dedução permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente.Despesas médicas: as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto e deduzi-lo do Imposto de Renda.

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Americanas pede saída do processo de recuperação judicial

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 25/03/2026 20:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

A Americanas informou nesta quarta-feira (25) que entrou com um pedido na Justiça para encerrar seu processo de recuperação judicial.

Segundo a companhia, a solicitação foi feita após o cumprimento das obrigações previstas no plano aprovado pelos credores, dentro do prazo legal de até dois anos após a homologação.

O pedido inclui todas as empresas do grupo, que também estavam em recuperação judicial, e foi protocolado na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

Na prática, o movimento indica que a empresa considera ter superado a fase mais crítica da crise financeira iniciada em 2023 e agora aguarda a decisão da Justiça para encerrar formalmente o processo.

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Em decisão inédita, Meta e Google são condenadas por vício em redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 20:13

Tecnologia Em decisão inédita, Meta e Google são condenadas por vício em redes sociais Meta deverá pagar uma indenização no valor de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões). Por Redação g1 — São Paulo

Um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube.

O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).

O veredito abre precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo.

Um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube, em um processo histórico sobre vício em redes sociais. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25).

O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).

O veredito abre precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.

"Discordamos respeitosamente do veredicto e estamos avaliando nossas opções legais", afirmou um porta-voz da Meta à Reuters após o anúncio da decisão. Já o advogado do Google, José Castañeda, afirmou que planeja recorrer.

O resultado pode influenciar milhares de casos semelhantes contra empresas de tecnologia, movidos por pais, procuradores-gerais e distritos escolares. Pelo menos metade dos adolescentes americanos usa YouTube ou Instagram diariamente, segundo o Pew Research Center.

Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento. Os termos não foram divulgados.

Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes.

O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.

Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.

As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.

Outro caso sobre vício em redes sociais, movido por estados e distritos escolares contra empresas de tecnologia, deve ir a julgamento ainda neste ano em um tribunal federal em Oakland, na Califórnia.

Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.

Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas

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Governo vai propor medidas para conter ‘juros abusivos’ do empréstimo consignado privado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 16:33

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,64%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,038-0,82%Euro TurismoR$ 6,295-0,84%B3Ibovespa185.305 pts1,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,64%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,038-0,82%Euro TurismoR$ 6,295-0,84%B3Ibovespa185.305 pts1,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,64%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,038-0,82%Euro TurismoR$ 6,295-0,84%B3Ibovespa185.305 pts1,53%Oferecido por

Em 2025, Lula anuncia programa que facilita crédito consignado para trabalhadores do setor privado. — Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

O governo elaborou proposta para conter os "juros abusivos" praticados por parte das instituições financeiras na concessão de empréstimos com desconto em folha de trabalhadores do setor privado, informou à Reuters o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Segundo a pasta, a proposta não passará pela criação de um teto para os juros cobrados pelos bancos. Ela será levada para debate e deliberação do Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado (CGCONSIG),

Entre as medidas em análise, ainda pendentes de decisão final, está a possibilidade de determinar que são abusivos juros cobrados em determinado percentual acima da taxa média cobrada pelos bancos, abrindo caminho para uma vedação de cobranças que destoarem do mercado.

Outra iniciativa que poderia reduzir os juros cobrados dos trabalhadores nessa modalidade é a regulamentação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia para os empréstimos, o que ainda está pendente desde a criação do programa.

De acordo com o MTE, as duas propostas devem ser debatidas na próxima reunião do CGCONSIG, composto por representantes do MTE, Casa Civil e Ministério da Fazenda.

O encontro estava inicialmente agendado para quinta-feira desta semana, mas foi adiado e ainda não tem previsão de nova data.

A iniciativa deve se integrar a outras ações em estudo no governo na área de crédito, em meio a um aumento na inadimplência no país, o que poderia provocar impactos na percepção de bem-estar das famílias em ano eleitoral.

Lançado em março de 2025, o programa que busca estimular a concessão de crédito com desconto em folha para trabalhadores do setor privado elevou a demanda por essa modalidade de financiamento, segundo dados do Banco Central.

O estoque total desse tipo de empréstimo, que estava estacionado ao redor de R$ 40 bilhões até março do ano passado, mais que dobrou em menos de um ano e alcançou R$ 83 bilhões em janeiro.

Ao mesmo tempo, os juros cobrados dos trabalhadores que optam por essa modalidade apresentaram um salto, contrariando o objetivo inicial do governo de baratear o crédito.

As taxas medidas subiram de 44% ao ano em março de 2025 para 57% em janeiro deste ano — os juros médios dos empréstimos consignados de servidores públicos e aposentados do INSS ficaram em torno de 24% ao ano no período.

A taxa de inadimplência dos trabalhadores privados na modalidade, que poderia pressionar os juros se estivesse em alta, caiu desde o lançamento do programa: de 7,5% em março de 2025 para 5,6% em janeiro deste ano.

Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse ser preciso aperfeiçoar o modelo de crédito do país, prevendo a adoção de medidas ao longo de sua gestão neste ano.

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Produção de carne bovina gera 40% da destruição florestal ligada ao agro; Brasil lidera ranking

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 13:51

Agro Produção de carne bovina gera 40% da destruição florestal ligada ao agro; Brasil lidera ranking Brasil foi responsável por quase um terço do desmatamento global (32%) entre 2001 e 2022. Por Reuters

A produção de carne bovina é a principal causa do desmatamento ligado ao agronegócio, respondendo por 40% do total, de acordo com detalhes de um estudo divulgado nesta terça-feira.

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia, estudaram 184 commodities agrícolas em 179 países de 2001 a 2022.

O estudo usou um modelo que combina dados de satélite e estatísticas agrícolas para produzir o que eles descrevem como a pesquisa global mais abrangente sobre o desmatamento ligado à agricultura até o momento.

Depois da carne bovina, os dados mostram que o óleo de palma é responsável por 9% do desmatamento global, a soja por 5%, o milho e o arroz por 4% cada, a mandioca por 3%, o cacau por 2% e o café e a borracha por 1% cada.

Em nível nacional, o Brasil foi responsável por quase um terço do desmatamento global (32%) durante o período, seguido pela Indonésia com 9%, China e República Democrática do Congo com 6% cada, EUA com 5% e Costa do Marfim com 3%.

A produção de carne bovina é a principal causa do desmatamento ligado ao agronegócio, respondendo por 40% do total, de acordo com detalhes de um estudo divulgado nesta terça-feira.

O Brasil, o maior exportador mundial de carne bovina e soja, está no topo da lista dos países que mais desmataram florestas para expandir a agricultura, segundo o estudo.

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia, estudaram 184 commodities agrícolas em 179 países de 2001 a 2022.

O estudo usou um modelo que combina dados de satélite e estatísticas agrícolas para produzir o que eles descrevem como a pesquisa global mais abrangente sobre o desmatamento ligado à agricultura até o momento.

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Depois da carne bovina, os dados mostram que o óleo de palma é responsável por 9% do desmatamento global, a soja por 5%, o milho e o arroz por 4% cada, a mandioca por 3%, o cacau por 2% e o café e a borracha por 1% cada.

Em nível nacional, seguido pela Indonésia com 9%, China e República Democrática do Congo com 6% cada, EUA com 5% e Costa do Marfim com 3%.

No total, 121 milhões de hectares de floresta foram perdidos entre 2001 e 2022, resultando em emissões de 41,2 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e).

O estudo observou que as culturas básicas — milho, arroz e mandioca — juntas são responsáveis por 11% do desmatamento causado pela agricultura. É mais do que produtos de exportação como cacau, café e borracha combinados, e seu impacto está espalhado por todo o mundo, em vez de se concentrar em regiões específicas.

Martin Persson, um dos pesquisadores por trás do projeto, disse que o problema vai além do comércio, indicando que a ação também é necessária nos países produtores, onde os mercados agrícolas domésticos geram uma perda significativa de florestas.

Embora seja uma importante fonte de gases de efeito estufa, o desmatamento para a agricultura é responsável por apenas cerca de 5% do total de emissões de dióxido de carbono do mundo, segundo o estudo.

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Embraer faz voo de demonstração de ‘carro voador’ em evento de apresentação do Gripen

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 13:51

São Carlos e Araraquara Embraer faz voo de demonstração de 'carro voador' em evento de apresentação do Gripen Apresentação ocorreu no aeródromo da Embraer, em Gavião Peixoto (SP), nesta quarta-feira (25), durante divulgação do avião F-39E Gripen. Caça supersônico é o primeiro produziro no Brasil. Por g1 São Carlos e Araraquara

O protótipo de carro voador fez uma demonstração aérea durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, nesta quarta-feira (25), em Gavião Peixoto (SP).

A cerimônia, realizada no aeródromo da Embraer, reuniu o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades para marcar a apresentação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil.

A aeronave, desenvolvida pela sueca Saab, conta com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.

A Embraer fez uma demonstração de voo do “carro voador” durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, nesta quarta-feira (25), em Gavião Peixoto (SP).

A cerimônia, realizada no aeródromo da Embraer, reuniu o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades para marcar a apresentação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil. A aeronave, desenvolvida pela sueca Saab, conta com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.

Também participaram do evento a embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen; o ministro da Defesa, José Múcio; o comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno; além de executivos das empresas envolvidas, como Micael Johansson, CEO da Saab, e Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer.

Durante a programação, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, apresentou o protótipo do chamado “carro voador”, que ainda depende de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para começar a operar.

Segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto dos eVTOL (veículos elétricos de pouso e decolagem vertical) já recebeu mais de 2,9 mil pedidos de reserva em 13 países, com potencial de US$ 14,5 bilhões em receita.

O banco já aprovou R$ 1,2 bilhão para apoiar a empresa em diferentes fases do desenvolvimento do eVTOL, desde 2023. A expectativa é produzir até 480 aeronaves por ano.

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Embraer faz voo de demonstração de 'carro voador' em evento de apresentação do Grippen em Gavião Peixoto (SP) — Foto: Amanda Rocha/g1

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Os eVTOLs são produzidos em Taubaté (SP), em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. Os veículos continuam em fase de testes e devem entrar em operação em 2027.

O modelo tem capacidade para cinco pessoas (quatro passageiros e um piloto) e autonomia de 100 quilômetros, o que permite cobrir trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais, por exemplo.

Protótipo de carro voador voa por cerca de 1 minuto, em teste no interior de São Paulo — Foto: Reprodução/Eve Air Mobility

A Eve prevê iniciar as entregas dos eVTOLs em 2027, mesmo ano em que pretende começar as operações comerciais com os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical.

A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período.

A empresa também estima que a operação e venda dos eVTOLs podem gerar receita de US$ 280 bilhões (mais de R$ 1,5 trilhão) até 2045.

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Quase 70 mil investidores ainda não pediram garantia do FGC; veja como consultar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,77%Dólar TurismoR$ 5,422-0,87%Euro ComercialR$ 6,033-0,9%Euro TurismoR$ 6,291-0,9%B3Ibovespa185.550 pts1,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,77%Dólar TurismoR$ 5,422-0,87%Euro ComercialR$ 6,033-0,9%Euro TurismoR$ 6,291-0,9%B3Ibovespa185.550 pts1,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,77%Dólar TurismoR$ 5,422-0,87%Euro ComercialR$ 6,033-0,9%Euro TurismoR$ 6,291-0,9%B3Ibovespa185.550 pts1,67%Oferecido por

Semanas após o início dos pagamentos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), cerca de 68 mil investidores ligados ao conglomerado do Banco Master ainda não solicitaram o resgate dos valores garantidos.

O grupo reúne instituições como Banco Master, Master de Investimento e LetsBank. Segundo dados atualizados do próprio fundo, 692 mil pessoas já receberam a garantia, o que corresponde a 89% do total de credores.

Em termos financeiros, R$ 39,2 bilhões já foram pagos, valor equivalente a 96% do montante total previsto para esses clientes. Outros 15 mil pedidos ainda estão em análise.

🔎 O FGC é uma entidade privada criada para proteger parte do dinheiro aplicado por clientes em bancos e outras instituições financeiras associadas. Quando uma dessas instituições entra em processo de liquidação — etapa que ocorre quando suas atividades são encerradas — o fundo pode devolver aos investidores os valores garantidos, respeitando os limites definidos pelas regras do sistema.

Mesmo com a maior parte dos pagamentos já concluída, uma parcela dos clientes ainda não iniciou o processo para receber o dinheiro.

Como saber se você tem dinheiro a receber do FGC?Como pedir o pagamento?Existe prazo para solicitar a garantia?Por que algumas pessoas ainda não pediram o resgate?Outros pagamentos do FGC

Após baixar o aplicativo, é preciso criar um cadastro com informações como CPF e documentos pessoais.

Quando o responsável pela liquidação da instituição financeira envia ao FGC a lista de clientes com valores a receber, o fundo cruza esses dados com as informações registradas no aplicativo.

Se for identificado algum valor garantido, a informação aparece diretamente na conta do usuário, que também pode iniciar por ali o pedido para receber o pagamento.

Se o aplicativo indicar que existe valor disponível, o próprio sistema permite iniciar o pedido de pagamento.

Baixe o aplicativo do FGC e complete o cadastro, informando nome completo, CPF e data de nascimento;Solicite o pagamento de garantia. Essa etapa só ficará disponível após o envio, pelo liquidante, da lista completa de credores e valores devidos ao fundo.Depois, basta informar uma conta bancária de sua titularidade para receber os recursos, realizar a validação biométrica e enviar eventuais documentos solicitados.

Para pessoas jurídicas, o FGC informa que o representante legal da empresa deve solicitar a garantia por meio do Portal do Investidor. Após o preenchimento das informações, o fundo envia um e-mail com o passo a passo necessário.

Nos casos em que o pagamento precisar ser feito a inventariantes ou ao espólio, o FGC tratará diretamente com os beneficiários, não sendo possível fazer a solicitação pelo aplicativo.

⚠️ ATENÇÃO: Valores que ultrapassarem o limite de cobertura do FGC, de R$ 250 mil, permanecerão sujeitos ao processo de liquidação. Nessa situação, o credor passa a integrar a massa falida como credor quirografário, sem garantia de recebimento dos valores.⏳ Além disso, existe um teto de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ a cada período de quatro anos, considerando todas as garantias pagas pelo fundo.

Mesmo nos casos em que há direito à garantia, o pedido de pagamento precisa ser feito dentro de um período determinado.

Pelas regras do FGC, o investidor tem até cinco anos a partir do início dos pagamentos para solicitar o recebimento dos valores.

O fato de milhares de investidores ainda não terem solicitado o pagamento pode estar ligado, em parte, à falta de informação sobre a existência desses valores.

Em alguns casos, a pessoa pode não acompanhar com frequência o aplicativo do banco ou não lembrar exatamente em qual instituição fez aplicações financeiras. Com isso, acaba não percebendo que tem dinheiro a receber.

Outra possibilidade é que o investidor ainda não tenha feito cadastro no aplicativo do FGC, que é o principal canal para consultar se há valores disponíveis e iniciar o pedido de pagamento.

Por esse motivo, o fundo orienta que clientes criem uma conta no aplicativo e ativem as notificações, que avisam quando há atualizações sobre eventuais valores a receber.

Além dos investidores ligados ao conglomerado Master, o FGC também conduz pagamentos de garantias referentes a outras instituições financeiras.

No caso do Banco Pleno, os pagamentos começaram em 23 de março. Até o momento, 74 mil pessoas já receberam os valores, o que corresponde a 49% do total de credores.

O fundo já desembolsou R$ 2,5 bilhões, o equivalente a 53% do montante previsto, enquanto 27 mil pedidos ainda estão em processamento.

Já em relação ao Will Bank, o FGC estima que o total de garantias a pagar chegue a R$ 6,3 bilhões. Parte dos clientes com valores de até R$ 1 mil já recebeu pagamentos antecipados pelo aplicativo da própria instituição.

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