RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 16:54

Tecnologia Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio? Os fones de ouvido com fio deveriam ter desaparecido junto com os novos celulares sem entradas específicas. Em vez disso, estão voltando com força, enquanto consumidores buscam melhor qualidade de som e a tecnologia de um tempo mais simples. Por Thomas Germain

Quando a Apple eliminou a entrada de fones dos iPhones em 2016, eu entrei em modo de resistência. Não ia deixar uma gigante ditar meus hábitos de escuta, então comprei um Android e me mantive firme no cabo.

Porém, meu celular deu seu último suspiro exatamente no mesmo mês em que o Google — um dos últimos resistentes — anunciou que também tiraria a entrada de fones de seus aparelhos.

Parecia um sinal cósmico de derrota. Então voltei para o iPhone, joguei meus fones com fio na gaveta e me juntei às hordas do Bluetooth.

Recentemente, um movimento discreto vem crescendo, baseado em uma verdade controversa: fones de ouvido com fio são melhores do que os de Bluetooth. As vendas dispararam nos últimos meses.

Talvez os consumidores tenham percebido que, muitas vezes, conseguem obter um som de melhor qualidade, e pelo mesmo preço, com um modelo com fio — mas esse não é um movimento apenas entre os audiófilos, aquelas pessoas muito exigentes com a qualidade do som.

Os fones com fio viraram uma tendência cultural, um ressurgimento que alguns associam a uma reação maior contra a tecnologia.

Seja por motivos práticos, políticos ou estéticos, uma coisa é clara: os fones com fio estão de volta.

"Eu me converti", diz Aryn Grusin, assistente social de Portland, no Oregon, nos EUA, apaixonada por fones com fio.

Há alguns meses, ela pegou emprestado o par de fones antigos do noivo e nunca mais voltou atrás. "Acho simplesmente reconfortante. Gosto de mostrar ao mundo que estou ouvindo alguma coisa."

Grusin não está sozinha. Depois de cinco anos seguidos de queda, as compras de fones de ouvido com fio explodiram na segunda metade de 2025, segundo a empresa de análise Circana, e a receita com fones com fio cresceu 20% nas primeiras seis semanas de 2026.

"Parece que muita gente está meio que se voltando contra a tecnologia porque ela está ficando avançada demais", diz Grusin.

"Acho que existe um sentimento coletivo de: 'não gosto do rumo que isso está tomando', e estamos todos voltando para o último lugar onde nos sentíamos confortáveis."

Como funcionam os programas que recuperam mensagens em investigações da PFVídeos no TikTok simulam agressões a mulheres que recusam namoro e casamentoWhatsApp lança recurso para pais limitarem quem pode falar com seus filhos

A qualidade do som pode ser uma grande vantagem da vida com fio, diz Chris Thomas, editor especial do site de avaliações de fones SoundGuys. "Essa é a tecla na qual venho batendo há muitos anos", afirma.

Segundo Thomas, os fones sem fio melhoraram muito, mas os melhores geralmente vêm de marcas de nicho voltadas para audiófilos.

Quando se trata de produtos mais populares, daqueles que você encontra em uma loja de eletrônicos, ele diz que você consegue um som melhor pelo mesmo valor se optar por uma boa opção com fio.

Além de ter melhor custo em relação à qualidade de áudio, fones com fio têm outras vantagens — Foto: Serenity Strull/Getty Images via BBC

Além disso, mesmo os melhores fones Bluetooth podem não entregar seu desempenho máximo por causa de conexões ruins ou problemas de compatibilidade com o seu dispositivo.

De alguma forma, o Bluetooth parece ter se tornado profundamente pouco atraente. Não acredite só em mim. Pergunte à atriz e diretora Zoë Kravitz.

"Bluetooth não funciona", disse Kravitz em uma entrevista recente — e não é só com fones de ouvido, mas com conexões Bluetooth em geral.

"Está estragando momentos importantes. Imagine quantas vezes você está com alguém em um encontro, tentando criar um clima, e então precisa 'esquecer a rede'. Em um encontro!"

Emaranhados de fio dos fones de ouvido são vistos por alguns como um símbolo cultural — Foto: Moritz Scholz/Getty Images via BBC

Na verdade, fones de ouvido com fio viraram agora um acessório de moda indispensável em alguns círculos.

Há até uma conta popular no Instagram sobre o assunto chamada Wired It Girls (algo como "as it girls dos fones com fio"), dedicada a mulheres que parecem chiques e despreocupadas com os cabos pendurados nas orelhas — de pessoas comuns a celebridades como as cantoras Ariana Grande e Charli XCX.

Os fones de ouvido com fio se tornaram tão onipresentes entre ricos e famosos que alguns já veem esses emaranhados de plástico e metal como um símbolo cultural.

Um usuário de redes sociais publicou um tuíte viral com fotos dos atores Robert Pattinson e Lily‑Rose Depp usando fones com fio. "Está virando uma questão de classe", escreveu. "Usar fones sem fio 24 horas por dia me diz que você não é dono de terras."

Claro, há algo libertador em ouvir música sem estar preso a um cabo. Mas as baterias acabam justamente no pior momento. Os minúsculos fones do tipo earbuds (intra-auriculares) se perdem. Os dispositivos não emparelham.

"As pessoas dizem que é mais fácil, mas nunca parece mais fácil para mim", diz Ailene Doloboff, uma editora de diálogos na indústria cinematográfica em Los Angeles, nos EUA. "Com Bluetooth sempre tem uma etapa a mais."

Os fones de ouvido com fio entram para uma lista de tecnologias aparentemente obsoletas que voltaram com força nos últimos anos, justamente quando mergulhamos na próxima era digital.

Pessoas jovens e mais velhas estão adotando produtos retrô como DVDs, fitas cassete, antigas TVs de tubo e até máquinas de escrever. Em um show recente, vi um cara na plateia gravando o espetáculo não com um celular, mas com uma câmera de filme 16 mm dos anos 1970.

"Não sei por quê, mas todos nós, coletivamente, tivemos essa virada. Acho que a presença da IA está deixando as pessoas mais inquietas", diz Grusin.

"O que é irônico, de certa forma. Fico desconfortável com a tecnologia e então quero usar outra tecnologia. Mas talvez os fones com fio sejam o mais perto do analógico que conseguimos chegar."

Mas hoje já é possível comprar fones com fio que vêm com conexão USB ou Lightning integrada. Ou então usar fones com o tradicional conector de 3,5 mm por meio de um adaptador para a porta de carregamento.

A Apple removeu a entrada de fones de ouvido de seus telefones em 2016, com o lançamento do iPhone 7, o que muitos viram como o fim da escuta com fio.

Mas nem mesmo a Apple abandonou totalmente os fones com fio. "Ah, nós ainda vendemos esses", disse o diretor-executivo da empresa, Tim Cook — o homem que acabou com a entrada de fones nos celulares — à minha colega da BBC Zoe Kleinman há alguns anos. "As pessoas ainda compram."

Fui a uma loja da Apple no caminho de casa depois do trabalho para comprar um par barato com fio e conexão USB. Um funcionário me disse que tem vendido mais fones com fio do que nunca.

Passei alguns dias usando os fios. Gostei da sensação. Estar ligado ao meu dispositivo me fazia sentir um pouco mais presente ao ouvir, e eles também ficaram mais confortáveis nos meus ouvidos do que os fones mais pesados do meu conjunto Bluetooth.

Nunca perdi meu par de fones Bluetooth. O estojo dos meus AirPods é volumoso o suficiente para que eu sempre perceba quando não está comigo.

Já os fones com fio, leves como uma pluma, não. Eles escaparam do meu bolso em algum lugar nas ruas do meu bairro. Espero que tenham encontrado um lar mais amoroso.

Determinado, pensei que um upgrade talvez me tornasse mais cuidadoso. Então, visitei uma loja especializada em fones de ouvido em Nova York chamada Audio 46, escondida em uma estreita fachada comercial.

"Muita gente está aderindo à tendência. Eles chegam dizendo: 'Acho que fones com fio são melhores, quero experimentar'", diz Czernikowski.

"Mas às vezes ficam preocupados em perder a conveniência do Bluetooth. Eu digo que o Bluetooth pode ser muito bom — você não precisa abrir mão disso."

Czernikowski me deixou experimentar alguns dos fones Bluetooth mais sofisticados da loja, com uma qualidade de som incrível — e preços igualmente impressionantes. Eram suficientes para fazer até os audiófilos mais devotos babarem.

"Mas, para ser justa, os fones com fio — muitos deles — são melhores e há muito mais opções para escolher", diz ela. "E eles têm qualidades superiores que não ficam limitadas pela necessidade de ter tecnologia Bluetooth dentro deles."

Eu pretendia comprar algo barato. Com cerca de um minuto de conversa, porém, Czernikowski me convenceu a experimentar um par ao preço de US$ 130 (R$ 675) de uma marca chinesa especializada, com um cabo grosso, bonito e trançado.

"Não faça concessões", diz ela. Eles soam excelentes pelo preço, mas a BBC não recomenda produtos como parte do seu compromisso com a imparcialidade. Então, você terá que fazer sua própria pesquisa.

Entreguei meu cartão de crédito, comprei um maldito adaptador USB para usar com os fones e saí para a rua para plugá-los.

Há 3 horas Política Refinaria e impostos: como são formados os preços do dieselHá 3 horasVALDO: Lula tenta conter impacto no bolso do consumidor em ano eleitoral

Há 4 horas Blog do Valdo Cruz Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra, diz pesquisaHá 4 horasBarril de petróleo passa de US$ 100 após ataques iranianos a naviosHá 4 horasBlog da Natuza NeryHaddad deve se despedir do governo Lula em evento em SP

Há 12 minutos Blog da Natuza Nery Simone Tebet anuncia disputa pelo Senado em SPHá 12 minutosCaso MasterCunhado de Vorcaro movimentou R$ 99 milhões em 7 meses; valor é incompatível com renda

Há 49 minutos Política CPI do INSS aprova convocações de cunhado e ex de VorcaroHá 49 minutosZanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 49 minutosSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 11 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 11 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 11 horasGuerra no Oriente MédioNovo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechado

Há 5 horas Mundo Mídia estatal do Irã diz que esposa de Ali Khamenei está vivaHá 5 horasTrump chama Irã de ‘império maligno’; SIGAHá 5 horasViolência nos EUAHomem armado invade área de sinagoga nos EUA e é morto por seguranças

Há 37 minutos Mundo Propaganda de guerraIrã provoca Trump com vídeo de IA com ‘divertidamentes do mal’

Há 5 horas Mundo SANDRA COHEN: A ilha do Irã que ninguém quer bombardearHá 5 horasGolpes na ÁsiaTailândia encontra falsa delegacia da PF brasileira em centro de crimes on-line

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entenda como são formados os preços do diesel e como impactam o bolso do consumidor

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2171,12%Dólar TurismoR$ 5,4120,92%Euro ComercialR$ 6,0130,72%Euro TurismoR$ 6,2510,62%B3Ibovespa179.670 pts-2,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,2171,12%Dólar TurismoR$ 5,4120,92%Euro ComercialR$ 6,0130,72%Euro TurismoR$ 6,2510,62%B3Ibovespa179.670 pts-2,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,2171,12%Dólar TurismoR$ 5,4120,92%Euro ComercialR$ 6,0130,72%Euro TurismoR$ 6,2510,62%B3Ibovespa179.670 pts-2,34%Oferecido por

O governo anunciou nesta quinta-feira (12) uma série de medidas para tentar conter os efeitos da escalada de preços do petróleo na inflação brasileira e para mitigar os riscos de desabastecimento do diesel no país.

decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins sobre o diesel — que representa uma redução de R$ 0,32 por litro;aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;medida provisória que prevê o pagamento de uma ubvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro; enovas medidas para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

A medida vem em meio a relatos de que o aumento do petróleo no mercado internacional — reflexo do conflito no Oriente Médio — já começouo a impactar os preços dos combustíveis nos postos. Uma pesquisa feita pela Edenred Mobilidade, por exemplo, indicou que os preços do diesel dispararam mais de 7% na primeira semana de março em relação aos últimos sete dias de fevereiro.

O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), após sindicatos do setor indicarem aumento ou previsão de alta nos preços da gasolina e do diesel em várias regiões, mesmo sem mudança nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias.

Entenda nesta reportagem como são formados os preços do diesel e quais são os possíveis impactos da alta do petróleo na inflação brasileira.

Uma série de fatores influenciam o cálculo dos preços cobrados dos consumidores nas bombas. A maior fatia da composição de preços responde pela parcela de remuneração das refinarias. Veja abaixo como o preço é formado:

Remuneração das refinarias: 45,5%;Imposto estadual (ICMS): 19%; Distribuição e revenda: 17,2%; Biodiesel: 13%; e Impostos federais (PIS/Cofins): 5,2%.

Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.

“Quando há uma alta mais forte no preço do petróleo, é comum que os primeiros efeitos apareçam no diesel. Como ele é o principal combustível do transporte rodoviário de cargas, qualquer aumento de custo tende a se refletir rapidamente nesse mercado", disse o diretor de frete da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes.

Nas últimas semanas, os preços do petróleo dispararam no mercado internacional com a escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa mais de 20% do comércio global da commodity.

Na segunda-feira (9), o barril chegou perto de US$ 120, mas acabou recuando nos dias seguintes para a casa dos US$ 90. Nesta quinta-feira, os contratos de abril do barril do Brent, referência internacional, já voltavam a se aproximar dos US$ 100 de novo, com uma alta de mais de 7%.

Como consequência, a alta dos combustíveis pode chegar ao consumidor na forma de produtos e serviços mais caros.

Além disso, caso os preços do petróleo se mantenham elevados por um período mais prolongado de tempo, outros efeitos também começam a ser vistos na economia — como o aumento das taxas de juros, por exemplo.

Segundo o estrategista de ações da XP, Rafael Figueiredo, contou ao g1 ao avaliar os efeitos da alta do petróleo no país, existe uma faixa considerada mais favorável para o desempenho da economia e da bolsa brasileira: quando o barril fica entre US$ 60 e US$ 70, o impacto costuma ser positivo.

“Valores acima de US$ 90 ou US$ 100 pioram o desempenho, porque o impacto inflacionário acaba superando os benefícios da balança comercial”, afirmou à época.

Como mostrou a reportagem do g1, os efeitos de um petróleo mais caro por mais tempo costumam aparecer primeiro no mercado financeiro.

💰 No mercado: pode haver maior pressão sobre os títulos da dívida pública, manutenção de juros elevados por mais tempo e mais cautela das empresas na hora de investir.👥 Na economia real: se esse ambiente se prolongar, os impactos tendem a chegar de forma indireta ao dia a dia da população, com crédito mais caro, menor geração de empregos e crescimento econômico mais lento.

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

Há 51 minutos Política Refinaria e impostos: como são formados os preços do dieselHá 51 minutosVALDO: Lula tenta conter impacto no bolso do consumidor em ano eleitoral

Há 2 horas Blog do Valdo Cruz Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra, diz pesquisaHá 2 horasBarril de petróleo passa de US$ 100 após ataques iranianos a naviosHá 2 horasGuerra no Oriente MédioNovo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechado

Há 3 horas Mundo Israel fala em ‘tomar territórios’ do Líbano e ofensiva contra HezbollahHá 3 horasTrump chama Irã de ‘império maligno’; SIGAHá 3 horasApós bombardeiosMídia estatal do Irã diz que esposa de Ali Khamenei está viva

Há 1 hora Mundo ‘Até hoje não consigo acreditar’Mãe dos meninos mortos por secretário desabafa um mês após o crime

Há 51 minutos Goiás Caso MasterCPMI do INSS aprova convocações de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Há 4 horas Política Zanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 4 horasSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 8 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 8 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 8 horasEleições 2026Simone Tebet anuncia disputa pelo Senado em SP

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Google Maps vai ganhar assistente com IA para responder perguntas sobre lugares e rotas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 13:15

Tecnologia Google Maps vai ganhar assistente com IA para responder perguntas sobre lugares e rotas ‘Ask Maps’, recurso integrado ao Gemini, será lançado inicialmente nos Estados Unidos e na Índia. O Google Maps também passará a mostrar representações em 3D de edifícios, viadutos e do terreno. Por Redação g1

O Google Maps vai ganhar uma nova versão com recursos de inteligência artificial integrados ao Gemini (IA do Google).

A atualização pretende tornar o uso do aplicativo mais interativo, permitindo que usuários façam perguntas por voz sobre lugares e rotas.

A principal novidade é o recurso chamado Ask Maps, que funciona como um assistente virtual dentro do aplicativo.

O Google Maps vai ganhar uma nova versão com recursos de inteligência artificial integrados ao Gemini (IA do Google). Segundo a big tech, a atualização pretende tornar o uso do aplicativo mais interativo, permitindo que usuários façam perguntas por voz sobre lugares e rotas.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (7) e a novidade será lançada inicialmente nos Estados Unidos e na Índia, em celulares Android e iOS.

A principal novidade é o recurso chamado Ask Maps, que funciona como um assistente virtual dentro do aplicativo. Com ele, o usuário poderá fazer perguntas e receber sugestões diretamente no mapa.

De acordo com a empresa, seria possível perguntar, por exemplo, onde carregar o celular nas proximidades ou se existe uma quadra pública de tênis com iluminação para jogar à noite. O sistema então indicaria opções próximas.

🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1WhatsApp lança recurso para pais limitarem quem pode falar com seus filhos

O Google afirma que o recurso usa informações do Maps sobre mais de 300 milhões de lugares, além de avaliações feitas por cerca de 500 milhões de usuários, para gerar recomendações.

A empresa também diz que a ferramenta poderá ajudar no planejamento de viagens. Ao informar um roteiro com vários destinos, o aplicativo poderia sugerir paradas no caminho, indicar horários de chegada e mostrar dicas deixadas por outros usuários.

Outra promessa é uma visualização mais detalhada das rotas. Segundo o Google, o mapa passará a mostrar representações em 3D de edifícios, viadutos e do terreno, além de destacar elementos da via, como faixas, semáforos e placas de parada. Veja no vídeo acima.

A companhia afirma que essa análise espacial seria feita pelos modelos do Gemini a partir de imagens recentes do mundo real, obtidas por serviços como o Street View e fotografias aéreas.

'Caso ela diga não': como redes sociais expõem usuários a 'níveis chocantes de misoginia', segundo pesquisa global

Há 16 minutos Blog do Valdo Cruz Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra, diz pesquisaHá 16 minutosBarril de petróleo passa de US$ 100 após ataques iranianos a naviosHá 16 minutosNovo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechado

Há 1 hora Mundo Israel fala em ‘tomar territórios’ do Líbano e ofensiva contra HezbollahHá 1 horaTrump chama Irã de ‘império maligno’; SIGAHá 1 horaCaso MasterCPMI do INSS aprova convocações de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Há 2 horas Política Zanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 2 horasSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 7 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 7 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 7 horasEleições 2026Simone Tebet anuncia disputa pelo Senado em SP

Há 1 hora Mato Grosso do Sul Décadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra dengue

Há 2 horas Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lula anuncia que governo não cobrará impostos sobre diesel e que taxará exportação de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 13:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,4130,95%Euro ComercialR$ 6,0080,64%Euro TurismoR$ 6,2500,61%B3Ibovespa179.426 pts-2,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,4130,95%Euro ComercialR$ 6,0080,64%Euro TurismoR$ 6,2500,61%B3Ibovespa179.426 pts-2,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,4130,95%Euro ComercialR$ 6,0080,64%Euro TurismoR$ 6,2500,61%B3Ibovespa179.426 pts-2,47%Oferecido por

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo o Planalto, a medida elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível.

Isso representa, ainda segundo o governo, uma redução de R$ 0,32 dos tributos PIS e Cofins. Outros R$ 0,32 vem da subvenção. Dessa forma, a redução terá impacto de R$ 0,64 por litro.

De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o PIS, Pasep e a Cofins representam, que, juntos, cerca de 10,5% no valor do diesel comercializado.

Diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, o governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) a redução de impostos sobre o combustível.

aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel;além de ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

🔎Segundo o Planalto, a medida elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível.

🔎Isso representa, ainda segundo o governo, uma redução de R$ 0,32 dos tributos PIS e Cofins. Outros R$ 0,32 vem da subvenção. Dessa forma, a redução terá impacto de R$ 0,64 por litro.

De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o PIS, Pasep e a Cofins representam, que, juntos, cerca de 10,5% no valor do diesel comercializado.

"Os produtores que estão auferindo lucros extraordinários vão contribuir com imposto de exportação extraordinário, e consumidores não serão afetados", disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Um dos decretos assinados pelo presidente zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização, enquanto outro ato do governo eleva o imposto de exportação sobre petróleo.

Também foram assinadas medidas provisórias unindo o "armazenamento injustificado" e o "aumento abusivo do preço" dos combustíveis — que passarão a ser fiscalizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

"Essa coletiva é uma reparação para o que acontece no Brasil e no mundo, muito causado pela irresponsabilidade das guerras no mundo. O preço do petróleo está fugindo ao controle, isso significa aumento de combustível, e nos EUA já subiu 20%", disse Lula em conversa com jornalistas.

"Estamos fazendo uma engenharia econômica para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo. Vamos fazer tudo o que for possível", prosseguiu.

Além do ministro da Fazenda, os ministros Rui Costa, da Casa Civil; Wellington César Lima e Silva, da Justiça e Segurança Pública; e Alexandre Silveira, de Minas e Energia, participaram da coletiva e deram declarações.

Antes do anúncio, governo avaliava alternativas para reduzir os impactos da volatilidade sobre o combustível, considerado estratégico para o transporte de cargas e para a inflação.

A preocupação no Planalto é a de evitar repasses bruscos ao consumidor e ao setor produtivo, que podem pressionar os custos logísticos e afetar os preços de alimentos e outros produtos.

De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governo deixará de arrecadar R$ 20 bilhões neste ano com a zeragem do PIS e Cofins sobre o óleo diesel, e, também, outros R$ R$ 10 bilhões com as subvenções (estímulos) à produção e importação do combustível.

Por outro lado, acrescentou ele, a expectativa é de arrecadar outros R$ 30 bilhões com a exportação de petróleo neste ano — se a guerra perdurar todo este tempo, considerando uma alíquota de 12%.

A ideia, segundo ele, é que os efeitos fiscais das medidas se anulem, sem impacto no orçamento de 2026. O governo busca, neste ano, atingir um superávit em suas contas (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).

🔎Subvenções são espécies de benefícios concedidos às empresas com o objetivo de atrair investimentos ou reduzir custos de produção. Na prática, esses incentivos podem incluir descontos, isenções ou reduções de imposto estadual, funcionando como um tipo de apoio financeiro indireto dos governos locais.

Novo líder supremo do Irã ameaça EUA e anuncia ataque a bases americanas no Oriente MédioIsrael ameaça 'tomar territórios' no Líbano e diz para Exército preparar expansão de operação contra Hezbollah

Fumaça sobe após ataque à refinaria de petróleo da Bapco em Sitra, no Bahrein, em 9 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer

O movimento do governo ocorre em meio às tensões geopolíticas que têm pressionado o mercado internacional de energia.

Conflitos no Oriente Médio e a instabilidade em regiões produtoras de petróleo aumentaram a volatilidade dos preços no exterior, o que tende a impactar o valor dos combustíveis no Brasil.

Diante desse cenário, o governo Lula discute medidas para reduzir os efeitos dessas oscilações no Brasil. Nesta semana, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniram com o presidente por pelo menos três dias seguidos para tratar do tema.

Há 16 minutos Blog do Valdo Cruz Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra, diz pesquisaHá 16 minutosBarril de petróleo passa de US$ 100 após ataques iranianos a naviosHá 16 minutosNovo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechado

Há 1 hora Mundo Israel fala em ‘tomar territórios’ do Líbano e ofensiva contra HezbollahHá 1 horaTrump chama Irã de ‘império maligno’; SIGAHá 1 horaCaso MasterCPMI do INSS aprova convocações de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Há 2 horas Política Zanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 2 horasSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 7 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 7 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 7 horasEleições 2026Simone Tebet anuncia disputa pelo Senado em SP

Há 1 hora Mato Grosso do Sul Décadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra dengue

Há 2 horas Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Stone demite mais de 300 funcionários e sindicato fala em ‘demissão em massa’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 12:01

Trabalho e Carreira Stone demite mais de 300 funcionários e sindicato fala em 'demissão em massa' Empresa afirma que os desligamentos são 'um ajuste pontual' na estrutura. Com cerca de 11 mil a 12 mil funcionários, as demissões representam aproximadamente 3% do total do quadro. Por Redação g1 — São Paulo

A Stone, fintech de pagamentos e serviços financeiros digitais, demitiu mais de 300 trabalhadores na última terça-feira (10).

O número exato de desligados não foi confirmado, mas corresponde a cerca de 3% do quadro total, estimado entre 11 mil e 12 mil funcionários.

Em nota, a Stone afirmou que os desligamentos fazem parte de “um ajuste pontual em sua estrutura como parte do processo contínuo de simplificação e ganho de eficiência”.

O Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo (Sindpd-SP) afirmou que os desligamentos configuram uma “demissão em massa” e repudiou a conduta da companhia.

As dispensas ocorreram durante a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria, o que levou o sindicato a acusar a empresa de prática antissindical.

A Stone, fintech de pagamentos e serviços financeiros digitais, demitiu mais de 300 trabalhadores na última terça-feira (10). O número exato de desligados não foi confirmado, mas corresponde a cerca de 3% do quadro total, estimado entre 11 mil e 12 mil funcionários.

Em nota, a Stone afirmou que os desligamentos fazem parte de “um ajuste pontual em sua estrutura como parte do processo contínuo de simplificação e ganho de eficiência”. A empresa também afirmou que “a operação segue normalmente, sem impacto para clientes ou parceiros”.

O Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo (Sindpd-SP) afirmou que os desligamentos configuram uma “demissão em massa” e repudiou a conduta da companhia.

As dispensas ocorreram durante a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria, o que levou o sindicato a acusar a empresa de prática antissindical. Para a entidade, os desligamentos “representam um desrespeito ao processo de negociação coletiva em curso”.

Segundo o sindicato, a medida surpreendeu trabalhadores e representantes da categoria, já que o período deveria ser dedicado às negociações sobre condições de trabalho e direitos.

“Demissões coletivas nesse contexto fragilizam o ambiente de negociação e pressionam indevidamente os trabalhadores, comprometendo o equilíbrio necessário nas tratativas”, afirmou o Sindpd-SP em nota.

Ainda segundo a entidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que demissões em massa devem ser precedidas de negociação com o sindicato da categoria. Para o Sindpd-SP, ao realizar os cortes durante o processo de negociação coletiva, a empresa teria desrespeitado esse entendimento.

Diante do caso, o Sindpd-SP informou que pretende adotar medidas na Justiça do Trabalho, incluindo o questionamento das demissões e um pedido de reintegração dos trabalhadores dispensados.

Antes dos desligamentos, a empresa havia reportado lucro trimestral de R$ 707 milhões, referente ao período encerrado em dezembro, alta de 12% em relação ao mesmo trimestre de 2024.

Há 59 minutos Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 59 minutosAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 59 minutosCaso MasterCPMI do INSS aprova convocações de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Há 42 minutos Política Zanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 42 minutosSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 5 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 5 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 5 horasInvestigação em 11 estados4 são presos em operação contra venda de armas feitas em impressoras 3D

Há 4 horas Rio de Janeiro Chefe de quadrilha é engenheiro e conhecido como Zé CariocaHá 4 horasDécadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra dengue

Há 21 minutos Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 21 minutosIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 2 horas Economia Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra no Oriente MédioHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen ‘É como ter um rei, só que religioso’: o regime teocrático do IrãHá 2 horasComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 4 horas Mundo O que é chuva ácida e quais são os seus riscos?Há 4 horasTempo 🌧️☂️Chuva e temperaturas baixas seguem no Sul e Sudeste; veja previsão pelo país

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Honda tem prejuízo de R$ 18,5 bilhões por errar estratégia de carros elétricos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 12:01

Carros Honda tem prejuízo de R$ 18,5 bilhões por errar estratégia de carros elétricos Marca japonesa registra perdas pela primeira vez em quase 70 anos. Queda no mercado de eletrificados e cancelamento de três carros elétricos são principais razões. CEO e executivos da Honda devem contar próprios salários, diz agência. Por Da redação

A principal causa é a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos.

O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, afirmou que a forte queda na demanda por veículos elétricos torna “muito difícil” manter a lucratividade.

A Honda registrou, segundo a Reuters, seu primeiro prejuízo anual em quase 70 anos como empresa listada em bolsa. A perda de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões, em conversão direta) teve como principal causa a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos.

Analistas já previam perdas devido às mudanças nos planos de eletrificação da empresa. Mesmo assim, o valor apresentado surpreendeu o mercado, conforme explicou Julie Boote, analista da Pelham Smithers Associados, em entrevista à Reuters.

“O mais inesperado foi o cancelamento total da produção nos Estados Unidos, e não apenas sua redução. A Honda tinha metas ambiciosas para ampliar sua linha de veículos elétricos, mas essas expectativas foram prejudicadas pelas mudanças no mercado”, afirmou Boote.

De acordo com a Reuters, a Honda deve registrar uma perda anual de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões) até o fim de março. A projeção anterior era de um lucro perto de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões), mostrando uma mudança brusca nas expectativas.

Montagem de bateria na Fábrica da Honda em Marysville, Ohio, Estados Unidos — Foto: Divulgação / Honda

O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, afirmou que a forte queda na demanda por veículos elétricos torna “muito difícil” manter a lucratividade. Após o comunicado, as ações da empresa listadas nos Estados Unidos recuaram 8% durante as negociações prévias à abertura do mercado.

Ainda segundo a Reuters, Toshihiro Mibe e Noriya Kaihara, vice-presidente da empresa, decidiram reduzir voluntariamente 30% de seus salários pelos próximos três meses. Outros executivos também farão cortes de aproximadamente 20%.

A Honda, segunda maior montadora do Japão, também registrou prejuízos no mercado chinês. A empresa tem enfrentado dificuldades para competir com veículos mais avançados de concorrentes como a BYD.

Há 1 hora Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 1 horaAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 1 horaCaso MasterCPMI do INSS aprova convocações de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Há 60 minutos Política Zanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 60 minutosSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 6 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 6 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 6 horasDécadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra dengue

Há 39 minutos Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 39 minutosIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 2 horas Economia Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra no Oriente MédioHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen ‘É como ter um rei, só que religioso’: o regime teocrático do IrãHá 2 horasTempo 🌧️☂️Chuva e temperaturas baixas seguem no Sul e Sudeste; veja previsão pelo país

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cargill suspende exportação de soja do Brasil à China após mudança em inspeção

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 10:58

Agro Cargill suspende exportação de soja do Brasil à China após mudança em inspeção Empresa é uma das maiores exportadoras do grão no país. O Ministério da Agricultura adotou uma inspeção mais rigorosa para soja destinada à China, após solicitação do governo chinês. Por Reuters

A Cargill suspendeu operações de exportação de soja do Brasil para China devido a mudanças na inspeção fitossanitária pelo governo brasileiro.

Segundo o presidente da empresa no Brasil e do Negócio Agrícola na América Latina, Paulo Sousa, o Ministério da Agricultura do Brasil adotou uma inspeção mais rigorosa para soja destinada à China, após solicitação do governo chinês.

Neste contexto, Cargill, uma das maiores exportadoras de soja a partir do Brasil, também suspendeu a compra do produto no mercado brasileiro, por conta das dificuldades de enviar o grão ao principal importador global da oleaginosa.

A Cargill suspendeu operações de exportação de soja do Brasil para China devido a mudanças na inspeção fitossanitária pelo governo brasileiro, disse o presidente da empresa no Brasil e do Negócio Agrícola na América Latina, Paulo Sousa, à Reuters, na quarta-feira (11) à noite.

Segundo ele, o Ministério da Agricultura do Brasil adotou uma inspeção mais rigorosa para soja destinada à China, após solicitação do governo chinês, e a nova fiscalização está dificultando cumprimento de normas pelos comerciantes e a obtenção da autorização para o embarque do produto.

Neste contexto, Cargill, uma das maiores exportadoras de soja a partir do Brasil, também suspendeu a compra do produto no mercado brasileiro, por conta das dificuldades de enviar o grão ao principal importador global da oleaginosa.

"Isso é um grande risco hoje para o fluxo de exportação brasileira de soja para a China", disse Sousa, nos bastidores da Argentina Week 2026, conferência organizada pelo Bank of America em Nova York.

Ele explicou que o ministério, em vez de usar amostra padrão para inspeção que o mercado usa, está fazendo a própria amostragem.

"Isso está gerando discrepância… com essas discrepâncias, os certificados fitossanitários que acompanham a carga, que são emitidos pelo ministério, em alguns casos não estão sendo emitidos…", disse.

Essa situação está "fazendo com que alguns navios", que tinham a China como destino, "tenham que ser levados para outro lugar".

"Se não resolver logo, vai levar à paralisação dos embarques para a China", ressaltou, acrescentando que a Cargill parou de fazer operações na última sexta-feira.

Ele disse que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, está avaliando a situação com as entidades representativas dos exportadores e processadores, a Anec e a Abiove, buscando um acordo "sobre a maneira correta de fazer a amostra e a classificação da soja".

Algumas postagens no X nesta quarta-feira, feitas por corretores de grãos e agricultores brasileiros, citaram que quase não houve lances de comerciantes para comprar soja local.

A China é, de longe, o maior cliente da soja brasileira, comprando cerca de 80% dos grãos exportados pelo país sul-americano. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa.

O executivo disse que as novas inspeções começaram no início da semana passada. Há negociações em andamento, mas até agora nenhuma solução foi encontrada, afirmou.

O Ministério da Agricultura do Brasil não respondeu a um pedido de comentário na noite de quarta-feira.

A Anec, associação brasileira de exportadores de grãos, afirmou em nota na quarta-feira que há preocupações entre os exportadores sobre como eles conseguirão adequar suas operações ao novo sistema de inspeção, especialmente no período de pico das exportações de soja do Brasil.

"De forma geral, a principal preocupação do setor segue sendo a soja e como a cadeia conseguirá se adequar às novas exigências no médio prazo. A Anec permanece em diálogo com o Mapa (ministério) e acompanhando a evolução do tema junto às autoridades competentes", disse.

Há 14 minutos Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 14 minutosAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 14 minutosCaso MasterSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 5 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 5 horasPatrimônio de Vorcaro quase dobrou em um anoHá 5 horasQuem faz parte da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de Vorcaro

Há 2 horas Política Toffoli se declara suspeito e não votará em julgamentoHá 2 horasIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 1 hora Economia Investigação em 11 estados4 são presos em operação contra venda de armas feitas em impressoras 3D

Há 3 horas Rio de Janeiro Chefe de quadrilha é engenheiro e conhecido como Zé CariocaHá 3 horasDécadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra a dengue

Há 11 minutos Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 11 minutosEfeitos da guerraPreço do diesel nos postos do Brasil dispara 7%; Cade investiga alta

Há 3 horas Economia Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 de novo após ataquesHá 3 horasComo a liberação recorde de reservas contorna bloqueio em OrmuzHá 3 horasComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 3 horas Mundo O que é chuva ácida e quais são os seus riscos?Há 3 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Greve da Lufthansa cancela voos para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1910,63%Dólar TurismoR$ 5,3840,41%Euro ComercialR$ 5,9890,32%Euro TurismoR$ 6,2190,11%B3Ibovespa180.758 pts-1,75%MoedasDólar ComercialR$ 5,1910,63%Dólar TurismoR$ 5,3840,41%Euro ComercialR$ 5,9890,32%Euro TurismoR$ 6,2190,11%B3Ibovespa180.758 pts-1,75%MoedasDólar ComercialR$ 5,1910,63%Dólar TurismoR$ 5,3840,41%Euro ComercialR$ 5,9890,32%Euro TurismoR$ 6,2190,11%B3Ibovespa180.758 pts-1,75%Oferecido por

A greve de 48 horas de pilotos da Lufthansa que começou nesta quinta-feira (12) levou ao cancelamento de voos para o Brasil.

Segundo o site da companhia aérea, dois voos que partiriam de Frankfurt com destino a São Paulo foram cancelados nesta quinta e sexta-feira.

Além disso, dois voos partindo de São Paulo para Frankfurt na sexta e no sábado também foram cancelados.

A greve afeta partidas na Alemanha operadas pela companhia aérea principal da Lufthansa, bem como por sua subsidiária de carga Lufthansa Cargo e pela transportadora regional Lufthansa CityLine.

A companhia garantiu que metade dos voos programados nos dias de paralisação deverão operar normalmente. Já em voos de longa distância, 40% das rotas devem ser afetadas.

A greve de 48 horas de pilotos da Lufthansa que começou nesta quinta-feira (12) levou ao cancelamento de voos para o Brasil.

Segundo o site da companhia aérea, dois voos que partiriam de Frankfurt com destino a São Paulo foram cancelados nesta quinta e sexta-feira. Além disso, dois voos partindo de São Paulo para Frankfurt na sexta e no sábado também foram cancelados.

A greve afeta partidas na Alemanha operadas pela companhia aérea principal da Lufthansa, bem como por sua subsidiária de carga Lufthansa Cargo e pela transportadora regional Lufthansa CityLine.

A companhia garantiu que metade dos voos programados nos dias de paralisação deverão operar normalmente. Já em voos de longa distância, 40% das rotas devem ser afetadas.

A Lufthansa anunciou ainda que usará aeronaves maiores. Os passageiros afetados pelo cancelamento serão notificados por e-mail. Quem não for comunicado, pode presumir que seus voos não foram afetados.

O sindicato havia evitado uma paralisação na semana passada devido às tensões que afetam as viagens aéreas para o Oriente Médio, imerso numa guerra envolvendo vários países, que deixou milhares de pessoas presas na região, sem poder viajar. Desta vez, os voos para a região ficarão isentos da greve.

A disputa gira em torno das demandas por maiores contribuições patronais para os planos de pensão da empresa. Segundo o presidente do sindicato Vereinigung Cockpit, Andreas Pinheiro, ainda não há proposta significativa na mesa para atender às preocupações dos pilotos. De acordo com Pinheiro, a greve deve cancelar cerca de 300 voos por dia.

A paralisação marca a segunda rodada de greve. Os pilotos da companhia aérea principal da Lufthansa pararam por um dia em fevereiro, forçando o cancelamento de mais de 800 voos e afetando cerca de 100 mil passageiros.

A Lufthansa propôs então reformas neutras em termos de custo para o sistema de pensões da empresa, seguidas por discussões com um mediador externo sobre a organização mais ampla das operações de voo e as perspectivas de carreira para os pilotos.

Há 50 minutos Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 50 minutosAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 50 minutosCaso MasterSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 4 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 4 horasPatrimônio de Vorcaro quase dobrou em um anoHá 4 horasQuem faz parte da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de Vorcaro

Há 2 horas Política Toffoli se declara suspeito e não votará em julgamentoHá 2 horasIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 56 minutos Economia Investigação em 11 estados4 são presos em operação contra venda de armas feitas em impressoras 3D

Há 3 horas Rio de Janeiro Chefe de quadrilha é engenheiro e conhecido como Zé CariocaHá 3 horasEfeitos da guerraPreço do diesel nos postos do Brasil dispara 7%; Cade investiga alta

Há 3 horas Economia Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 de novo após ataquesHá 3 horasComo a liberação recorde de reservas contorna bloqueio em OrmuzHá 3 horasComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 3 horas Mundo O que é chuva ácida e quais são os seus riscos?Há 3 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O escândalo que levou à demissão do chef estrelado de um dos melhores restaurantes do mundo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 12/03/2026 09:45

Empreendedorismo Guia do empreendedor O escândalo que levou à demissão do chef estrelado de um dos melhores restaurantes do mundo René Redzepi já havia pedido desculpas depois que ex-funcionários do restaurante dinamarquês o acusaram de criar um ambiente de trabalho tóxico. Por BBC

Segundo relatos da imprensa, ex-funcionários acusaram o chef René Redzepi de criar ambiente de trabalho tóxico, com abuso verbal e físico — Foto: Getty Images

O chef principal do Noma, um dos restaurantes mais bem avaliados do mundo, pediu demissão em meio a alegações de abuso.

René Redzepi anunciou sua saída nas redes sociais, dizendo: "Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos extraordinários líderes agora guiem o restaurante para seu próximo capítulo."

Ex-funcionários acusaram o chef de criar um ambiente de trabalho tóxico, praticando abuso verbal e físico, de acordo com relatos da imprensa.

O restaurante de alta gastronomia, com sede na Dinamarca, estava se preparando para inaugurar uma sede temporária em Los Angeles. Mas após as alegações de abuso e a realização de protestos em frente ao local onde o restaurante estava instalado, os patrocinadores da nova unidade desistiram.

"Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade pelas minhas ações", disse Redzepi em um comunicado publicado no Instagram.

"Para quem estiver se perguntando o que isso significa para o restaurante, deixe-me ser claro: a equipe do Noma hoje é a mais forte e inspiradora que já foi", acrescentou.

"Estamos abertos há 23 anos e tenho muito orgulho da nossa equipe, da nossa criatividade e da direção que o Noma está tomando."

Redzepi também renunciou ao conselho da MAD, uma organização sem fins lucrativos que ele fundou em 2011 e que afirma em seu site que se concentra em ajudar aqueles que são novos no setor de restaurantes.

Uma reportagem recente do New York Times afirmou que dezenas de ex-funcionários acusaram o chef de criar uma cultura abusiva na cozinha e um ambiente de trabalho tóxico, que incluía ameaças verbais e maus-tratos físicos no restaurante que ele fundou em 2003.

"Para ser honesto, acho que as repercussões de ficar em silêncio são piores do que eu manifestar e me solidarizar com meus colegas contra a violência", disse Jason Ignacio White, ex-funcionário do Noma.

White disse ter testemunhado abusos generalizados durante os anos em que trabalhou para o famoso chef.

Dias depois das acusações serem trazidas à tona, Redzepi respondeu às alegações nas redes sociais, dizendo: "Àqueles que sofreram sob minha liderança, meu mau julgamento ou minha raiva, peço profundas desculpas e tenho trabalhado para mudar".

Ele disse que "gritou e empurrou pessoas, agindo de maneiras inaceitáveis" e compartilhou que fez terapia e encontrou maneiras melhores de controlar sua raiva.

Mas protestos ocorreram em frente à unidade temporário do Noma, no bairro de Silver Lake, em Los Angeles. Grupos de defesa dos direitos trabalhistas pediram a renúncia de Redzepi.

"Quem quer comer em um ambiente de abuso?", disse Saru Jayaraman, membro da organização One Fair Wage (Um Salário Justo, em português), à CBS News, parceira da BBC nos EUA. "Quem quer comer comida que vem das lágrimas e do suor de pessoas que estão sofrendo?"

Vários patrocinadores do restaurante, incluindo a American Express, se retiraram do projeto que levaria o restaurante a Los Angeles por 16 semanas.

As reservas para o evento pop-up nos EUA custavam US$ 1.500 (R$ 7.800) por pessoa e esgotaram em poucos minutos.

Há 41 minutos Política Toffoli se declara suspeito e não votará em julgamentoHá 41 minutosGuerra no Oriente MédioIsrael ameaça tomar territórios no Líbano e prepara ofensiva contra Hezbollah

Há 14 minutos Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 14 minutosAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 14 minutosIrã fala pela 1ª vez em fim da guerra, mas impõe condições

Há 13 minutos Mundo Irã faz novos ataques a instalações de petróleo no GolfoHá 13 minutosONU: Irã tem mais de 3 milhões de deslocados desde o início da guerraHá 13 minutosIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 3 minutos Economia Investigação em 11 estados4 são presos em operação contra venda de armas feitas em impressoras 3D

Há 2 horas Rio de Janeiro Chefe de quadrilha é engenheiro e conhecido como Zé CariocaHá 2 horasEfeitos da guerraPreço do diesel nos postos do Brasil dispara 7%; Cade investiga alta

Há 2 horas Economia Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 de novo após ataquesHá 2 horasComo a liberação recorde de reservas contorna bloqueio em OrmuzHá 2 horasComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 2 horas Mundo O que é chuva ácida e quais são os seus riscos?Há 2 horas’É como ter um rei, só que religioso’: o regime teocrático do IrãHá 2 horasTempo 🌧️☂️Chuva e temperaturas baixas seguem no Sul e Sudeste; veja previsão pelo país

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Recuperação extrajudicial não afetará operação nas unidades, diz Raízen

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 09:45

Piracicaba e Região Recuperação extrajudicial não afetará operação nas unidades, diz Raízen Empresa afirmou que plano busca criar "ambiente jurídico mais seguro" para negociar e reorganizar as dívidas financeiras do grupo e que as operações seguem normalmente. Por g1 Piracicaba e região

A Raízen anunciou, nesta quarta-feira (11), um pedido de recuperação extrajudicial por conta de dívidas que chegam a R$ 65,1 bilhões.

A recuperação extrajudicial é um acordo em que a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com alguns credores, sem a mediação da Justiça.

O objetivo é criar um ambiente jurídico mais seguro para negociar e reorganizar as dívidas financeiras do grupo, além de valores devidos entre empresas do próprio grupo, de acordo com a empresa.

A Raízen afirmou que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia.

A Raízen anunciou nesta quarta-feira (11) que entrou com um pedido de recuperação extrajudicial, em meio a negociações com credores para renegociar dívidas e reforçar o caixa da empresa — Foto: Divulgação

Após anunciar, nesta quarta-feira (11), um pedido de recuperação extrajudicial por conta de dívidas que chegam a R$ 65,1 bilhões, a Raízen defendeu que a medida não afetará operação em suas unidades.

🔎 A recuperação extrajudicial é um acordo em que a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com alguns credores, sem a mediação da Justiça, em busca de maior prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como a falência.

O objetivo é criar um ambiente jurídico mais seguro para negociar e reorganizar as dívidas financeiras do grupo, além de valores devidos entre empresas do próprio grupo, de acordo com a empresa.

"Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios", informou a Raízen.

Expansão, dívida alta e resultados em queda: entenda a crise da RaízenConheça a Raízen, empresa que opera os postos Shell no Brasil

Em comunicado, a empresa informou que o pedido foi protocolado na Justiça de São Paulo e foi estruturado em acordo com seus principais credores quirografários — aqueles que têm valores a receber da empresa, mas não contam com garantias, como imóveis ou máquinas.

Nessa categoria de credores podem estar bancos, investidores ou fornecedores que concederam crédito sem exigir garantias.

Segundo a companhia, o plano já conta com a adesão de credores que representam mais de 47% dessas dívidas, percentual suficiente para apresentar o pedido de recuperação extrajudicial.

A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja aprovado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.

O plano pode incluir aporte de dinheiro pelos acionistas, transformação de parte das dívidas em ações da empresa, troca de débitos por novos prazos de pagamento, mudanças na estrutura da companhia e venda de ativos.

A Raízen afirmou que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia. Leia a nota na íntegra:

"A Raízen informa que protocolou nesta quarta-feira (11) pedido de homologação de um plano de recuperação extrajudicial, voltado à reorganização de parte de suas obrigações financeiras junto a credores da companhia.

A proposta foi estruturada em diálogo com esses credores e tem como objetivo estabelecer um ambiente jurídico adequado para a negociação e implementação de ajustes em determinadas obrigações financeiras, no âmbito da estratégia da companhia de otimização de sua estrutura de capital.

A empresa ressalta que o escopo da recuperação extrajudicial é estritamente financeiro e não envolve dívidas ou obrigações operacionais. Dessa forma, permanecem integralmente preservadas as relações da Raízen com clientes, fornecedores, revendedores e demais parceiros de negócios, que seguem regidas normalmente pelos respectivos contratos.

Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios.

O plano apresentado prevê prazo de até 90 dias para a obtenção das adesões necessárias à sua homologação, nos termos da legislação aplicável.

A Raízen manterá seus acionistas e o mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relacionados a este tema."

Há 41 minutos Política Toffoli se declara suspeito e não votará em julgamentoHá 41 minutosGuerra no Oriente MédioIsrael ameaça tomar territórios no Líbano e prepara ofensiva contra Hezbollah

Há 14 minutos Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 14 minutosAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 14 minutosIrã fala pela 1ª vez em fim da guerra, mas impõe condições

Há 13 minutos Mundo Irã faz novos ataques a instalações de petróleo no GolfoHá 13 minutosONU: Irã tem mais de 3 milhões de deslocados desde o início da guerraHá 13 minutosIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 3 minutos Economia Investigação em 11 estados4 são presos em operação contra venda de armas feitas em impressoras 3D

Há 2 horas Rio de Janeiro Chefe de quadrilha é engenheiro e conhecido como Zé CariocaHá 2 horasEfeitos da guerraPreço do diesel nos postos do Brasil dispara 7%; Cade investiga alta

Há 2 horas Economia Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 de novo após ataquesHá 2 horasComo a liberação recorde de reservas contorna bloqueio em OrmuzHá 2 horasComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 2 horas Mundo O que é chuva ácida e quais são os seus riscos?Há 2 horas’É como ter um rei, só que religioso’: o regime teocrático do IrãHá 2 horasTempo 🌧️☂️Chuva e temperaturas baixas seguem no Sul e Sudeste; veja previsão pelo país

0

PREVIOUS POSTSPage 102 of 152NEXT POSTS