RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

China diz que quer fortalecer cooperação econômica e comercial com os EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 21:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%Oferecido por

A China está disposta a fortalecer a cooperação econômica e comercial com os Estados Unidos, afirmou o ministro do Comércio, Wang Wentao, durante reunião com o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, nesta quinta-feira (26).

A informação foi divulgada em comunicado pelo ministério chinês. Segundo a pasta, a conversa ocorreu durante uma reunião da Organização Mundial do Comércio, em Camarões.

Wang afirmou que as relações econômicas e comerciais devem ser o motor do vínculo entre China e EUA e que ambos os lados devem “lidar adequadamente com a relação entre concorrência e cooperação”.

Os dois países devem ampliar a cooperação de benefício mútuo, “evitar uma competição prejudicial” e, juntos, “olhar para frente” para promover uma relação econômica e comercial bilateral saudável e estável, acrescentou.

Wang também expressou “séria preocupação” com as investigações da Seção 301 conduzidas pelos EUA contra várias economias, incluindo a China.

O escritório do representante de Comércio dos EUA afirmou, em março, que iniciou uma nova rodada de investigações da Seção 301 sobre práticas comerciais consideradas injustas em 60 economias, relacionadas ao que chamou de falhas no combate ao trabalho forçado.

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Mega-Sena, concurso 2.989: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 21:46

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.989: resultado Veja os números sorteados: 06 – 14 – 28 – 31 – 56 – 59. Prêmio é de R$ 16.544.766,69. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.989 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (26), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 16.544.766,69.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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OpenAI suspende planos de lançar chatbot de conteúdo erótico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 18:49

Tecnologia OpenAI suspende planos de lançar chatbot de conteúdo erótico Medida expõe o conflito entre ambição comercial, cuidados éticos no desenvolvimento de IA e proteção de crianças e adolescentes. Por France Presse

O logotipo OpenAI é exibido em um telefone celular com uma imagem em um monitor de computador gerada pelo modelo de texto para imagem Dall-E do ChatGPT, 8 de dezembro de 2023, em Boston. — Foto: AP/Michael Dwyer

A OpenAI suspendeu por tempo indeterminado seus planos de lançar um chatbot com conteúdo sexual explícito, informou a empresa nesta quinta-feira (26).

A decisão ocorre diante de preocupações crescentes sobre possíveis riscos sociais e de imagem associados ao lançamento de um produto desse tipo.

A medida, revelada inicialmente pelo Financial Times, acontece no momento em que a empresa de inteligência artificial busca abandonar projetos considerados secundários para manter sua posição de liderança em um setor cada vez mais competitivo.

A ferramenta de conteúdo explícito, chamada internamente de “modo Citron”, recebeu críticas, de acordo com o Financial Times.

Alguns funcionários questionaram se o produto estaria alinhado com a missão da empresa de garantir que sua tecnologia traga benefícios reais à sociedade.

Investidores também expressaram preocupação com eventuais danos à reputação da empresa, avaliando que esses riscos poderiam superar qualquer ganho comercial.

No ano passado, a OpenAI informou que reduziria restrições aplicadas ao ChatGPT, permitindo conteúdo erótico para usuários adultos verificados. A empresa classificou a mudança como uma forma de “tratar usuários adultos como adultos”.

O cancelamento ocorre na mesma semana em que a OpenAI anunciou o fim do Sora, seu aplicativo de criação de vídeos, que vinha sendo acusado de estimular a circulação de grande volume de conteúdo de baixo valor produzido por IA.

Essas decisões são tomadas em um momento sensível para o setor de tecnologia, no qual a Meta e outras plataformas enfrentam uma série de processos e novas regulamentações relacionadas ao impacto de seus serviços sobre menores de idade.

A empresa de IA de Elon Musk também enfrentou forte crítica global no ano passado, após seu chatbot Grok ser usado para criar imagens falsas de cunho sexual envolvendo pessoas reais, inclusive menores de idade.

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BR-262 vai ganhar 50 viadutos, túneis, ciclovias e passarelas no ES com investimento de R$ 8,6 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 17:44

Espírito Santo BR-262 vai ganhar 50 viadutos, túneis, ciclovias e passarelas no ES com investimento de R$ 8,6 bilhões Os investimentos previstos nos 180,6 km de vias devem chegar a R$ 8,6 bilhões. A licitação principal, no trecho que passa pela Região Serrana do Espírito Santo, deve ser lançada no 2º semestre deste ano. Por Vinicius Zagoto, g1 ES

A duplicação da BR-262 no Espírito Santo inclui a construção de 50 viadutos, 28 pontes, 6 passarelas, 4 túneis e 40 quilômetros de ciclovias.

A obra será realizada pelo próprio governo estadual, visto que as tentativas de replicar o estilo de concessão da BR-101 não tiveram sucesso.

A licitação principal, que compreende o trecho que passa pela Região Serrana do estado, deve ser lançada no segundo semestre deste ano.

O projeto de duplicação da BR-262 no Espírito Santo foi ampliado e deve incluir a construção de 50 viadutos, 28 pontes, 6 passarelas, 4 túneis e 40 quilômetros de ciclovias ao longo de 180 quilômetros. O investimento previsto chega a R$ 8,6 bilhões.

A obra será realizada pelo próprio governo estadual, visto que as tentativas de replicar o estilo de concessão da BR-101 não tiveram sucesso. O projeto deve se tornar uma das maiores da engenharia no estado.

A duplicação da BR-262 não atraiu interessados do setor privado devido ao alto custo e complexidade do projeto. Dessa maneira, os investimentos são provenientes do setor público, e não da cobrança de pedágios na via.

Segundo o planejamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), a obra é inspirada na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

A licitação principal, que compreende o trecho que passa pela Região Serrana do estado, considerado o mais difícil de ser construído devido às curvas, deve ser lançada no segundo semestre deste ano. O critério utilizado para a escolha será o de técnica e preço. A pista vai até o entroncamento da ES-484, em Conceição do Castelo.

Cratera é aberta por chuvas fortes às margens da BR-262 VÍDEO: motociclista cai e é arrastado por enxurrada na BR-262 durante chuva fortePoliciais e detentos ficam feridos após viatura da Polícia Civil capotar na BR-262

Já no próximo mês, em abril de 2026, devem ser licitadas a supervisão da obra e o cadastramento cartorial. Por fim, a segunda parte do projeto, que vai até a divisa com Minas Gerais, em Pequiá, considerada a etapa mais fácil da obra, está prevista para ser executada sob o regime de concessão.

A duplicação da rodovia promete ser o maior empreendimento feito no estado, ultrapassando as obras do Contorno do Mestre Álvaro, que custaram R$ 456 milhões.

Os investimentos nos 180,6 km de vias da BR-262 devem chegar a R$ 8,6 bilhões, sendo que R$ 2,3 bilhões são oriundos do acordo de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015. Com os valores, a expectativa é entregar, além da duplicação da pista:

50 viadutos/passagens inferiores28 pontes6 passarelas exclusivas4 túneis, totalizando 2 km176,8 mil m² de obras de arte especiais31 interseções em desnível24 retornos operacionais22,6 km urbanizados40 km de ciclovias

Lote 1: do km 15,9 (Entroncamento BR-101) ao km 50,8 (Término da Variante da Boa Vista, incluindo restauração da pista existente). Extensão: 34,9 km + 28,8 km (restauração). Custo: R$ 3.004.524.278,03.Lote 2: do km 50,8 (Término da Variante da Boa Vista) ao km 86,9 (Entroncamento ES 368 Domingos Martins). Extensão: 36,1 km. Custo: R$ 1.050.861.500,57.Lote 3: do km 86,9 (Entroncamento ES 368 Domingos Martins) ao km 120,9 (Entroncamento ES 484). Extensão: 34,0 km. Custo: R$ 1.986.269.969,23.Lote 4: do km 120,9 (Entroncamento ES 484) ao km 157,0 (Próximo à travessia urbana de Ibatiba). Extensão: 36,1 km. Custo: R$ 1.563.149.981,96.Lote 5: do Km 157,0 (Próximo à Travessia Urbana de Ibatiba) ao Km 196,0 (Início da ponte sobre o Rio José Preto). Extensão: 39,0 km. Custo: R$ 1.021.816.445,15.

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Ferrari retoma entrega de carros ao Oriente Médio após interrupção causada pela guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 17:44

Carros Ferrari retoma entrega de carros ao Oriente Médio após interrupção causada pela guerra O Oriente Médio é um dos principais mercados da montadora italiana, que mantém em Abu Dhabi um parque temático com uma montanha-russa que atinge 240 km/h. Por Redação g1 — São Paulo

Segundo a Reuters, a Ferrari retomou o envio de seus carros ao Oriente Médio e também reorganizou suas operações de venda na região.

“Ferrari tem o prazer de confirmar que seus envios para o Oriente Médio estão sendo retomados e que as operações de varejo em toda a região estão totalmente operacionais”, disse a empresa em nota.

A marca havia suspendido as entregas dos supercarros no início da segunda quinzena deste mês. A decisão de interromper as remessas foi motivada pela guerra no Oriente Médio.

A região do Oriente Médio é importante para o resultado de vendas da Ferrari. Segundo o balanço mais recente, de 2024, a marca italiana vendeu 479 carros naquele mercado.

Pode não parecer muito, mas vamos comparar com a China, que só fica atrás dos Estados Unidos no número de bilionários e tem população de 1,4 bilhão de pessoas.

Os chineses compraram 814 carros da Ferrari no mesmo período. Esses dados não incluem Hong Kong nem Taiwan.

A Ferrari tem 10 pontos de venda no Oriente Médio, segundo dados da empresa. Número bem maior do que a soma de toda a América do Sul, que só tem quatro lojas da marca.

A paixão pela Ferrari no Oriente Médio é tão grande, que a marca italiana tem um parque temático licenciado em Abu Dhabi. Lá é possível experiementar uma das montanhas russas mais rápidas do mundo.

Chamada de Formula Rossa, a atração acelera de 0 a 100 km/h em menos de 2 segundos e alcança 240 km/h. Nas curvas, os ocupantes sentem os efeitos de até 4,8 g.

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Governo zera imposto de importação de quase mil produtos sem produção nacional ou com oferta insuficiente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%Oferecido por

O governo decidiu zerar o imposto de importação de quase mil produtos diante da ausência de produção nacional ou da oferta insuficiente.

Entre os produtos que tiveram a tarifa zerada, estão medicamentos utilizados no tratamento de diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia.

A medida também atinge 970 itens classificados como bens de capital e bens de informática e telecomunicações.

A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) nesta quinta-feira (26).

O governo federal decidiu zerar o imposto de importação de quase mil produtos diante da ausência de produção nacional ou da oferta insuficiente dos itens para atender ao mercado interno.

💊Entre os produtos que tiveram a tarifa zerada, estão medicamentos utilizados no tratamento de diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia.

fungicidas e inseticidas voltados ao controle de pragas na agricultura;insumos para a indústria têxtil;lúpulo para a fabricação de cerveja;e produtos destinados à nutrição hospitalar.

Segundo o governo, a lista inclui ainda 970 itens classificados como bens de capital e bens de informática e telecomunicações.

A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) nesta quinta-feira (26).

Na mesma reunião, o colegiado aprovou a aplicação de direito antidumping, por cinco anos, sobre a importação de etanolaminas originárias da China e de resinas de polietileno provenientes dos Estados Unidos e do Canadá.

🔎A aplicação de um direito antidumping é uma medida de defesa comercial utilizada por um país para proteger sua indústria nacional contra importações de produtos a preços desleais (abaixo do valor de mercado no país de origem).

"Neste último caso, o Gecex decidiu, por interesse público, reduzir os valores do direito antidumping para os patamares do direito provisório que estava em vigor há 6 meses, de forma a não trazer impacto adicional à cadeia", explicou o órgão, em nota.

Lúpulo é um dos produtos cuja alíquota do imposto de importação será zerada — Foto: TV TEM/Reprodução

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‘Brasil tem uma arma secreta contra crises do petróleo’, diz The Economist

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 16:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,59%Dólar TurismoR$ 5,4470,32%Euro ComercialR$ 6,0520,27%Euro TurismoR$ 6,2940,2%B3Ibovespa182.707 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,59%Dólar TurismoR$ 5,4470,32%Euro ComercialR$ 6,0520,27%Euro TurismoR$ 6,2940,2%B3Ibovespa182.707 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,59%Dólar TurismoR$ 5,4470,32%Euro ComercialR$ 6,0520,27%Euro TurismoR$ 6,2940,2%B3Ibovespa182.707 pts-1,47%Oferecido por

Com o petróleo em alta e uma crise energética global em curso devido à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, o Brasil conta com uma vantagem estratégica: os biocombustíveis. É o que avalia a revista britânica The Economist.

A revista publicou um artigo nesta quinta-feira (26/3) em que afirma que "o Brasil tem uma arma secreta contra choques do petróleo" e que "os biocombustíveis vão ajudar o país a enfrentar os efeitos do conflito no Oriente Médio".

A guerra, que teve início em 28 de fevereiro, gerou uma crise energética global, com alta do petróleo e do gás e risco de desabastecimento, especialmente após o bloqueio do Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de 20% da energia mundial.

No início desta semana, o preço do barril de petróleo tipo Brent voltou a ultrapassar os US$ 100, chegando a picos de mais de US$ 110.

Além disso, o cenário de incerteza política tem pressionado ainda mais os preços. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a afirmar que haveria negociações em curso, enquanto Teerã nega qualquer diálogo.

Neste contexto, a The Economist afirma que poucos países estavam preparados para um choque do petróleo, mas "o Brasil estava". Isso porque o país, ao longo de décadas, investiu em alternativas e construiu "a indústria de biocombustíveis mais sofisticada do mundo".

A reportagem destaca ainda o papel estrutural desses combustíveis na economia brasileira. "Eles são misturados à gasolina e ao diesel, com percentuais obrigatórios definidos pelo governo de 30% e 15%, respectivamente, entre os mais altos do mundo", observa a revista.

O artigo também chama atenção para a frota nacional: "três quartos dos veículos leves no Brasil possuem tecnologia que permite rodar com qualquer mistura, desde gasolina pura até etanol 100%".

"Isso reduz a dependência do Brasil de combustíveis fósseis importados e protege o país contra mercados inflacionados. O preço da gasolina nos postos brasileiros subiu 10% desde o início da guerra, e o do diesel, 20%, segundo dados divulgados em 20 de março pelo regulador de energia. É um aumento doloroso, mas muito abaixo dos saltos de 30% a 40% observados nos Estados Unidos."

A The Economist lembra que essa estratégia começou nos anos 1970, após outra crise do petróleo, e desde então se consolidou como base da política energética do país.

"Na época, o Brasil importava 80% do combustível que consumia; o embargo árabe estava sufocando a economia. Transformar o excedente de cana-de-açúcar em etanol foi uma solução óbvia", aponta o texto.

A revista menciona ainda um plano do governo federal, em 2023, para promover o biodiesel, derivado de sementes, principalmente de soja. Hoje, diz a revista, o governo federal mantém essa linha, já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que como "poucos abraçaram os biocombustíveis com tanta intensidade".

"Lula vê os biocombustíveis como solução para dois problemas. Primeiro, reforçam a soberania de um país que, apesar de ser um dos maiores exportadores de petróleo bruto do mundo", afirma. "Segundo, permitem ao Brasil reduzir as emissões de gases de efeito estufa sem alienar os agricultores, que produzem as matérias-primas dos biocombustíveis."

Ainda assim, a revista faz uma ressalva: "os biocombustíveis não podem eliminar totalmente os custos provocados pela alta do petróleo".

Mas a avaliação é que o Brasil entra nessa crise em posição mais favorável. Enquanto grandes economias enfrentam alta mais intensa de preços e risco de escassez, o país consegue amortecer parte do impacto — e até se beneficiar com o aumento da demanda global por alternativas ao petróleo.

A análise aponta também que o modelo começa a chamar atenção internacional, com países como Índia e Japão estudando adaptar a experiência brasileira.

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Sem o Estreito de Ormuz, Brasil fecha acordo com Turquia para rota alternativa para exportações do agronegócio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 14:48

Agro Sem o Estreito de Ormuz, Brasil fecha acordo com Turquia para rota alternativa para exportações A rota será utilizada para a entrega de produtos com destino ao Oriente Médio e a Ásia Central. Por Vivian Souza, g1

O Brasil concluiu um acordo com a Turquia para que o país se torne uma rota alternativa para exportações, em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz, informou o Ministério da Agricultura nesta quinta-feira (26).

Segundo o governo, a rota da Turquia já era usada por exportadores brasileiros, mas o país passou a fazer novas exigências sanitárias para produtos sujeitos ao controle veterinário oficial, como os de origem animal.

Com o novo acordo, foi negociado um documento que permite que as mercadorias brasileiras passem pelo território ou fiquem armazenadas temporariamente no país antes de seguirem para o destino final.

Este documento é o Certificado Veterinário Sanitário para Produtos Sujeitos a Controles Veterinários em Trânsito Direto pela República da Turquia ou para Armazenamento Temporário com Destino à Expedição para outro País/Navio.

O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas comerciais do mundo. Sem ela, navios com compras e vendas brasileiras precisaram ser redirecionados, aumentando o custo de frete.

A rota conecta os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como bloqueio de Ormuz tem sido lucrativo para o Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 13:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2400,38%Dólar TurismoR$ 5,4380,14%Euro ComercialR$ 6,0450,15%Euro TurismoR$ 6,2900,12%B3Ibovespa184.134 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2400,38%Dólar TurismoR$ 5,4380,14%Euro ComercialR$ 6,0450,15%Euro TurismoR$ 6,2900,12%B3Ibovespa184.134 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2400,38%Dólar TurismoR$ 5,4380,14%Euro ComercialR$ 6,0450,15%Euro TurismoR$ 6,2900,12%B3Ibovespa184.134 pts-0,7%Oferecido por

Irã diz que vai abrir o Estreito de Ormuz para embarcações “não hostis” — Foto: Benoit Tessier/Reuters

Ao longo da história, pessoas e grupos influentes sempre encontraram maneiras de lucrar com momentos de crise. Não seria diferente na guerra travada por Estados Unidos e Israel contra o Irã. O conflito está prestes a completar um mês, justamente quando os EUA afirmam negociar uma trégua.

Nas últimas semanas, surgiram denúncias de que postos de combustíveis elevaram os preços poucas horas após os primeiros ataques; de que grandes petrolíferas estariam registrando lucros excepcionais com o barril acima de 100 dólares; e também de que seguradoras marítimas aumentaram drasticamente o valor dos prêmios após o bloqueio do Estreito de Ormuz por Teerã.

A acusação mais recente, porém, envolve diretamente um dos participantes do conflito. Segundo relatos, o Irã estaria cobrando até 2 milhões de dólares (R$ 10,45 milhões) de navios que transportam petróleo e gás para permitir uma “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz.

O Lloyd’s List, uma das publicações marítimas mais tradicionais e respeitadas do mundo, informou na semana passada que ao menos uma embarcação já realizou esse pagamento.

Se confirmada, essa iniciativa pode transformar um dos gargalos estratégicos mais críticos do planeta — por onde transita um quinto do petróleo e do gás consumidos mundialmente — em um pedágio de alto risco.

Embora vários funcionários iranianos tenham negado a informação, o parlamentar Alaeddin Boroujerdi declarou à TV estatal que as taxas estariam sendo cobradas como parte de um “novo regime soberano” no estreito, justificadas como uma forma de cobrir “custos de guerra”.

Segundo Robert Huebert, especialista em relações internacionais da Universidade de Calgary, no Canadá, a cobrança de um “pedágio” no Estreito de Ormuz violaria o direito marítimo internacional.

"Liberdade de navegação é a base do comércio marítimo internacional, é a capacidade de transitar por essas áreas sem qualquer tipo de obstrução", disse Huebert ao podcast da Energi Media, na última terça-feira (24. "Se você fizer isso [cobrar uma taxa], enfrentará oposição direta de praticamente todos os Estados", complementou.

Com mais de 3,2 mil embarcações retidas, Peter Sand, analista-chefe da empresa de inteligência marítima Xeneta, com sede em Copenhague, minimizou a relevância da cobrança para a reabertura do estreito.

Por mais alta que pareça, [a taxa de 2 milhões de dólares] não é o fator essencial", disse Sand à DW. "O que importa é que ainda não é seguro atravessar [Ormuz]."

Ainda assim, a disposição de grandes importadores de petróleo e gás em negociar diretamente e pagar uma taxa tão alta por navio — somada a seguros já exorbitantes — mostra o grau de desespero de países altamente dependentes de energia para assegurar ao menos um fluxo mínimo pelo estreito.

"Alguns [países] podem querer pagar", acrescentou Sand. "É um último prêmio relativamente pequeno para assegurar algum nível de fornecimento energético contínuo."

Preço do combustível já tem sofrido os reflexos do fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: Rene Traut/Rene Traut Fotografie/picture alliance via DW

O Lloyd’s List afirmou que não está claro como a transação foi realizada, já que o Irã permanece sob sanções internacionais, o que dificulta ao país receber pagamentos em dólares por meio de canais financeiros ocidentais.

A publicação informou que Índia, Paquistão, Iraque, Malásia e China estão negociando diretamente com autoridades iranianas para organizar a passagem segura de seus navios.

A Bloomberg, que também divulgou a cobrança, citou fontes sob anonimato afirmando que várias embarcações já pagaram para atravessar o estreito, embora o “pedágio” não pareça ocorrer de forma sistemática.

Uma das fontes ouvidas pela Bloomberg acrescentou que Teerã avalia formalizar a taxa como parte de um eventual acordo de paz com Estados Unidos e Israel.

Em um novo desdobramento, o Irã enviou, na terça-feira (24/03), uma carta aos membros da Organização Marítima Internacional (OMI) informando que passará a permitir que “embarcações não hostis” atravessem Ormuz, desde que haja coordenação prévia com Teerã.

"Até agora, [o Irã] havia autorizado entre três e cinco travessias por dia", disse Sand. "[Agora Teerã está dizendo:] se você não é inimigo do Irã, o estreito está aberto para você."

Enquanto isso, um porta-voz da OMI disse à DW que a organização trabalha para estabelecer "uma medida provisória e urgente para facilitar a evacuação segura dos navios mercantes atualmente retidos na região do Golfo".

Antes que a crise se agrave ainda mais, a entidade destacou que é crucial proteger a vida e o bem-estar dos marinheiros retidos, ao mesmo tempo em que pressiona para que navios dispostos a transitar por Ormuz possam fazê-lo sem risco de ataques.

Paralelamente, a produção e as exportações de petróleo do Irã seguem sem interrupção. Na semana passada, o governo do presidente dos EUA anunciou uma isenção de sanções de 30 dias para a compra de petróleo iraniano já armazenado em petroleiros, com o objetivo de aliviar a pressão sobre o fornecimento de energia desde o início da guerra entre EUA, Israel e o Irã.

A alta dos preços provocada pelo conflito também tem permitido que Teerã cobre mais por esse petróleo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, vem pressionando os aliados europeus da Otan a participarem de uma missão multinacional de patrulha ou escolta naval no Golfo para proteger a navegação comercial.

Os países europeus, porém, têm resistido a um envolvimento imediato. Ainda assim, muitos deles — incluindo Alemanha, França e Itália — já sinalizaram disposição para contribuir com uma missão de escolta ou patrulha naval assim que os combates ativos cessarem.

A OMI afirmou que, embora escoltas navais já tenham sido usadas anteriormente — inclusive durante os recentes ataques dos houthis, apoiados pelo Irã, contra navios no Mar Vermelho — elas não representam “uma solução sustentável ou de longo prazo”.

"É necessário encontrar uma solução multilateral para diminuir as tensões e permitir que marinheiros civis e navios sejam evacuados com segurança", disse o porta-voz da entidade.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Snapchat é alvo de investigação da UE por suposta falha ao prevenir aliciamento de menores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 12:44

Tecnologia Snapchat é alvo de investigação da UE por suposta falha ao prevenir aliciamento de menores A investigação tem como base aa Lei de Serviços Digitais (DSA), que obriga grandes plataformas a combater conteúdos ilegais e prejudiciais, sob risco de multas que podem chegar a 6% do faturamento global. Por Reuters

O Snapchat, plataforma de mídia social da empresa americana Snap, passou a ser investigado pela União Europeia.

Reguladores alertaram nesta quinta-feira (26) que a empresa pode não estar fazendo o suficiente para impedir o aliciamento de crianças e a venda de produtos ilegais.

A investigação é baseada na Lei de Serviços Digitais (DSA), que obriga grandes plataformas a combater conteúdos ilegais e prejudiciais, sob risco de multas que podem chegar a 6% do faturamento global.

Segundo a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, há preocupações que vão desde o contato de menores com criminosos até configurações de conta que podem comprometer a segurança.

Em resposta, a empresa afirmou que revisa constantemente suas medidas de proteção e que está cooperando com as autoridades de forma transparente ao longo da investigação.

O Snapchat, plataforma de mídia social da empresa americana Snap, passou a ser investigado pela União Europeia. Reguladores alertaram nesta quinta-feira (26) que a empresa pode não estar fazendo o suficiente para impedir o aliciamento de crianças e a venda de produtos ilegais.

A investigação é baseada na Lei de Serviços Digitais (DSA), que obriga grandes plataformas a combater conteúdos ilegais e prejudiciais, sob risco de multas que podem chegar a 6% do faturamento global.

Segundo a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, há preocupações que vão desde o contato de menores com criminosos até configurações de conta que podem comprometer a segurança. Para ela, o Snapchat não estaria atendendo aos padrões exigidos pela nova legislação.

Em resposta, a empresa afirmou que revisa constantemente suas medidas de proteção e que está cooperando com as autoridades de forma transparente ao longo da investigação.

A Comissão Europeia, responsável por aplicar a lei, suspeita que a plataforma não tem mecanismos suficientes para evitar que crianças sejam abordadas por usuários mal-intencionados.

Também avalia que as ferramentas de moderação são falhas ao impedir conteúdos que direcionam para a venda de itens ilegais, como drogas, ou produtos com restrição de idade, como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas.

Além disso, o bloco europeu decidiu assumir uma investigação iniciada por reguladores da Holanda, em setembro, sobre a venda de cigarros eletrônicos para menores por meio do aplicativo.

Outros pontos de preocupação incluem o sistema de verificação de idade, considerado frágil, as configurações padrão das contas e possíveis falhas no design da plataforma que dificultam a identificação de riscos pelos usuários.

Executivos de YouTube, Snapchat e TikTok foram interrogados por senadores americanos — Foto: Richard Drew/AP Foto

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