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Contrários a delação, advogados deixam defesa de cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Os advogados que atuavam na defesa de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro — dono do Banco Master —, deixaram o caso após divergências sobre a possibilidade de um acordo de delação, segundo informações obtidas pelo blog.

O advogado, pastor e empresário é citado em investigações relacionadas ao chamado Caso Master, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao banco de Vorcaro.

Em nota, a equipe informou que “os advogados Maurício Campos Jr., Juliano Brasileiro e João Victor Assunção deixaram a defesa de Fabiano Zettel por motivo de foro íntimo. Os advogados apresentaram petição de substabelecimento no STF ao advogado Celso Vilardi, que seguirá com a defesa”.

Segundo apurou o blog, a discordância sobre a estratégia jurídica, especialmente em relação à colaboração com as autoridades, motivou a saída dos advogados.

[BBC – NÃO USAR] Fabiano Zettel chegou a ser detido no aeroporto de Guarulhos — Foto: Moriah Asset/Reprodução

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Sony cancela carros elétricos e culpa é da Honda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Carros Sony cancela carros elétricos e culpa é da Honda Anúncio de prejuízo bilionário da Honda e cancelamento de carros elétricos afetaram planejamento da Sony. Modelos Afeela e Afeela 1 usariam tecnologia e recursos de produção da montadora. Por Carlos Cereijo

Sony Afeela 1 (azul) e protótipo Sony Afeela (cinza) mostrados na CES 2026 — Foto: divulgação / Sony Honda Mobility

A Sony Honda Mobility (SHM) anunciou nesta quarta-feira (25) que vai interromper o desenvolvimento de seus primeiros modelos: o Afeela, já em formato de pré-produção, e o protótipo Afeela 1, que daria origem a um SUV. Ambos totalmente elétricos e que já haviam sido apresentados ao público.

O fato está diretamente ligado ao anúncio de prejuízo bilionário feito pela Honda. A marca reviu toda a sua estratégia de eletrificação e cancelou três carros que seriam fabricados nos Estados Unidos. Os modelos Afeela usariam a tecnologia e fábricas da Honda.

A decisão da empresa veio depois de deliberações das matrizes da Sony e Honda. A SHM já estava com testes de linha de produção em Ohio, Estados Unidos.

Com preço anunciado de US$ 89.900 para os Estados Unidos, o Afeela 1 tinha estreia confirmada. O modelo mais barato, chamado Origin, chegaria em 2027. Antes dele, já em 2026, seria lançada versão mais luxuosa por US$ 102.900.

O sedã tem tração integral com dois motores elétricos, um em cada eixo. A potência de cada motor é de 245 cv (180 kW). As baterias de íon de lítio têm capacidade de 91 kWh e, segundo a SHM, dão uma autonomia de 482 km.

A cabine do Afeela apostava em minimalismo e direção autônoma. O volante em formato de manche (parecido ao que a Tesla oferece) combinada com as telas gigantes que ocupavam quase todo o painel.

O Afeela teria sistema de sensores e direção autônoma de última geração. O teto com protuberâncias abrigava radares e câmeras.

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Alta do diesel, impulsionada pela guerra no Irã, eleva o preço dos fretes no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Bom Dia Brasil Alta do diesel, impulsionada pela guerra no Irã, eleva o preço dos fretes no Brasil Reajustes chegam a 50% em algumas regiões do país; impacto é ampliado pela dependência do transporte rodoviário, segundo especialistas. Por Bom Dia Brasil

Aumento do diesel, impulsionado pela guerra no Irã, já começa a impactar o custo do transporte no Brasil.

Um levantamento da associação que representa o setor de transporte de cargas e logística aponta que o frete já registra alta média de cerca de 10%.

Com o combustível mais caro, empresas têm repassado os custos para os clientes. O impacto já é sentido em todo o país e, em algumas regiões, pode chegar a 50%.

Como o diesel representa até metade dos custos do transporte, o impacto é direto no frente. Em uma transportadora em Guarulhos, na Grande São Paulo, o valor do frete subiu 12%.

O aumento do diesel, impulsionado pela guerra no Irã, já começa a impactar o custo do transporte no Brasil — e o reflexo chega ao consumidor.

Um levantamento da associação que representa o setor de transporte de cargas e logística aponta que o frete já registra alta média de cerca de 10%. Com o combustível mais caro, empresas têm repassado os custos para os clientes. O impacto já é sentido em todo o país e, em algumas regiões, pode chegar a 50%.

Como o diesel representa até metade dos custos do transporte, o impacto é direto no frente. Em uma transportadora em Guarulhos, na Grande São Paulo, o valor do frete subiu 12%.

"Tivemos algumas reclamações de clientes dizendo que o preço está muito alto. Mas o mercado está volátil e tudo vem subindo", afirma Luigi Rosolen, diretor da West Cargo.

"Em média, nós podemos dizer que o frete está sendo corrigido na ordem de 10%. Sem dúvida nenhuma, todo o frete tem que ser repassado para o seu que vai colocar na planilha de custo dele", diz Eduardo Rebuzzi, presidente da NTC&Logística.

O professor de economia do Insper Otto Nogami destaca que o impacto é ampliado pela forte dependência do transporte rodoviário no país.

No campo, as consequências também já são sentidas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) cancelou contratos de frete por causa do aumento do combustível e analisa outros casos individualmente. A medida busca garantir o transporte de grãos e evitar prejuízos no abastecimento.

Em nota, a Conab informou que as ações visam assegurar a continuidade do programa de venda em balcão, que facilita o acesso de pequenos produtores a insumos.

Já a Petrobras informou que todas as refinarias estão operando com capacidade máxima e que todo o combustível produzido está sendo entregue ao mercado.

A estatal afirmou ainda que antecipou as entregas de março, que estão até 15% acima do volume previamente negociado com distribuidoras, e disse que vem cumprindo todos os compromissos comerciais.

Alta do diesel, por causa da guerra no Irã, já provoca aumento no preço dos fretes — Foto: Reprodução/TV Globo

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BNDESPar fará investimento bilionário na Simpar, dona de JSL e Movida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Economia Negócios BNDESPar fará investimento bilionário na Simpar, dona de JSL e Movida Braço de participações do BNDES fará aporte de cerca de R$ 1,5 bilhão na companhia; operação foi aprovada pelo Cade. Por Redação g1 — São Paulo

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a operação que prevê um investimento bilionário da BNDESPar na Simpar, holding que controla empresas como JSL, Movida e Vamos, entre outras.

🔎A BNDESPar é o braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e atua investindo diretamente em empresas no mercado de capitais.

As informações foram publicadas nesta quarta-feira (25) em um despacho no Diário Oficial da União (DOU). O aumento de capital já havia sido anunciado pela Simpar no início deste mês. A expectativa é que a BNDESPar invista cerca de R$ 1,5 bilhão na holding e nas controladas Vamos e Movida.

“Acreditamos que a proximidade do banco com os setores em que atuamos irá estimular reflexões estratégicas sobre esses segmentos em âmbito nacional e promover ainda mais benefícios para todo o ecossistema, operadores e indústrias em todo o país”, afirmou Fernando Antonio Simões, CEO da Simpar, em nota oficial.

Segundo a Simpar, o aumento de capital das três empresas pode chegar a um valor combinado de até R$ 3,1 bilhões. A expectativa é que a JSP Participações, controladora da Simpar, também faça um aporte entre R$ 188 milhões e R$ 300 milhões na operação.

A holding ainda destacou, em nota, que a operação está "em linha com o planejamento estratégico das companhias".

Ao final das operações, a BNDESPar poderá comprar até metade (50%) das novas ações que serão emitidas. Com isso, poderá alcançar uma participação de até 10% em cada empresa.

Além disso, as negociações preveem que a BNDESPar terá o direito de adquirir até 5% da transportadora do grupo, a JSL, podendo investir até R$ 112 milhões.

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Preço do petróleo cai após sinalizações de negociação entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira (25), em meio ao aumento das expectativas de um possível cessar-fogo no conflito envolvendo o Irã.

Segundo informações das agências Reuters e AP, o Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo elaborada pelos Estados Unidos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que há avanço nas negociações, mas o governo iraniano nega que haja tratativas diretas e diz que Washington “negocia consigo mesmo”.

O plano enviado teria 15 pontos e inclui medidas como limitações ao programa nuclear e de mísseis do Irã, fim do apoio a grupos aliados na região e garantias de navegação no Estreito de Ormuz.

A perspectiva de alívio nas tensões impulsionou o apetite por risco global. Bolsas europeias avançaram, com o índice STOXX 600 subindo cerca de 1,4%.

Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira (25), em meio ao aumento das expectativas de um possível cessar-fogo no conflito envolvendo o Irã, o que trouxe alívio aos mercados globais após dias de forte volatilidade.

🔎Por volta das 9h23, o barril tipo Brent operava em queda de 4,36%, a US$ 95,86. Já o West Texas Intermediate (WTI) caía 3,98%, a US$ 88,67.

Segundo informações das agências Reuters e AP, o Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo elaborada pelos Estados Unidos. A iniciativa ocorre em meio a tentativas de encerrar a guerra no Oriente Médio, apesar de declarações contraditórias entre os dois países.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que há avanço nas negociações, mas o governo iraniano nega que haja tratativas diretas e diz que Washington “negocia consigo mesmo”.

O plano enviado teria 15 pontos e inclui medidas como limitações ao programa nuclear e de mísseis do Irã, fim do apoio a grupos aliados na região e garantias de navegação no Estreito de Ormuz, além de possível alívio de sanções.

O Paquistão se colocou como mediador e até como possível sede para negociações, com apoio também da Turquia. Ainda assim, não há confirmação oficial de encontros entre os países, e o conflito segue sem solução definida.

Mesmo com a recuo recente, os preços do combustível ainda refletem o impacto do conflito, que provocou um dos maiores choques energéticos recentes.

O Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo — segue com restrições, mantendo o risco de interrupções no fornecimento.

A perspectiva de alívio nas tensões impulsionou o apetite por risco global. Bolsas europeias avançaram, com o índice STOXX 600 subindo cerca de 1,4%, enquanto os rendimentos dos títulos públicos recuaram, especialmente em países mais dependentes de energia importada, como a Itália.

Mesmo assim, especialistas dizem que ainda é cedo para apostar em uma queda duradoura no preço do petróleo. O CEO da BlackRock, Larry Fink, alertou que o barril pode chegar a US$ 150 se o conflito piorar, o que poderia levar a uma recessão global.

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Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor e alvo de operação da PF por fraudes bancárias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 09:09

Economia Negócios Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor e alvo de operação da PF por fraudes bancárias Com mais de duas décadas de atuação, o executivo lidera a holding multissetorial que tentou adquirir o Banco Master às vésperas da liquidação pelo BC e que agora enfrenta um processo de recuperação judicial. Por Redação g1 — São Paulo

Em meio ao pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor, Rafael Góis, sócio e CEO da holding, se tornou um dos alvos da ‘Operação Fallax’, da Polícia Federal (PF), que acontece na manhã desta quarta-feira (25) em três estados.

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao executivo na capital paulista. O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também é alvo de mandado na cidade de São Paulo.

A empresa atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e atribui a crise à tentativa de compra do Banco Master, em novembro. (entenda mais abaixo)

À frente da Fictor desde a sua criação, Góis construiu uma trajetória de mais de 25 anos no mundo dos negócios, passando por diferentes posições de liderança e por áreas como indústria, tecnologia, setor imobiliário e finanças.

Segundo seu perfil no LinkedIn, Góis é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Candido Mendes, onde se formou em 2000, com foco em gestão estratégica, finanças e operações.

O executivo afirma ter ingressado no mercado financeiro aos 16 anos, mas as experiências profissionais descritas se concentram exclusivamente na Fictor.

Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.

🔎 O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro. SAIBA MAIS AQUI.

Desde então, Góis ocupa o cargo de sócio e CEO do grupo, posição a partir da qual conduziu a expansão das operações, com sede em São Paulo e presença em diferentes regiões do país.

Entre 2024 e 2025, o grupo abriu escritórios no exterior, com unidades em Miami, nos Estados Unidos, e em Lisboa, em Portugal, além da sede em São Paulo.

A Fictor ganhou projeção no noticiário nacional no fim do ano passado, ao se envolver em um episódio rumoroso que antecedeu a liquidação extrajudicial do Banco Master. Um consórcio liderado por um dos sócios anunciou uma proposta para adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

Um dia após o anúncio, o Banco Central decretou a liquidação do banco, suspendendo a operação. Segundo comunicado divulgado pela Fictor, o episódio teve impacto direto sobre a imagem do grupo desde então.

A empresa afirma que, após a decisão do BC, surgiram “especulações” no mercado que teriam reduzido de forma significativa a capacidade das empresas do grupo de manter recursos em caixa e honrar compromissos no curto prazo.

"Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.

Em nota, o grupo destacou que a proposta de aquisição estava condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores e que permaneceu à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

Após a tentativa frustrada de comprar o Banco Master e a crise de imagem que se seguiu, o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro para reorganizar a operação da Fictor Holding e da Fictor Invest.

As empresas concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado, que reúne mais de 10 empresas. Segundo a Fictor, as demais subsidiárias não serão afetadas.

A medida busca equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos financeiros que somam cerca de R$ 4 bilhões. No pedido, o grupo afirma ter a intenção de quitar as dívidas sem deságio e solicitou à Justiça um prazo de 180 dias para a suspensão de cobranças e bloqueios.

O objetivo, segundo o grupo, é evitar que empresas economicamente viáveis sejam impactadas por restrições típicas do processo de recuperação judicial.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Fallax, que investiga um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal que pode ter movimentado mais de R$ 500 milhões.

Além de Rafael Góis, também está entre os alvos o ex-sócio Luiz Rubini. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo, além de 21 prisões preventivas e 43 mandados em três estados (SP, RJ e BA). Até o início da manhã, ao menos 13 pessoas haviam sido presas.

Segundo a PF, a organização criminosa cooptava funcionários de instituições financeiras para inserir dados falsos em sistemas bancários, viabilizando saques e transferências ilegais. Os valores eram posteriormente ocultados por meio de empresas de fachada, bens de luxo e criptoativos.

A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 47 milhões em bens e a quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas e empresas.

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Anvisa proíbe azeite extravirgem da marca Royal por fraude na composição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 08:30

Saúde Anvisa proíbe azeite extravirgem da marca Royal por fraude na composição Produto tinha mistura de outros óleos vegetais e será recolhido; consumidores devem evitar uso do lote afetado. Por Redação g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição e o recolhimento de um lote de azeite de oliva extravirgem da marca Royal após a confirmação de fraude na composição do produto. A medida foi publicada nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União, com base em análises laboratoriais conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Segundo a decisão, o lote 255001 apresentou “incompatibilidade com os padrões de identidade e qualidade” exigidos para esse tipo de alimento, após a identificação da adição de outros óleos vegetais.

De acordo com o Mapa, responsável pela análise inicial, o produto não atendia aos critérios que definem um azeite extravirgem —ategoria que pressupõe obtenção exclusivamente a partir da azeitona, sem mistura com óleos.

A resolução destaca que a fraude foi confirmada por análise laboratorial oficial, o que embasou a adoção de medidas sanitárias mais rigorosas.

Outro ponto que pesou na decisão foi a manutenção da comercialização do produto mesmo após determinação prévia de recolhimento pelas autoridades.

comercializaçãodistribuiçãoimportaçãopropagandausoAlém do recolhimento imediato do lote irregular.

A orientação é que consumidores que tenham adquirido o produto não utilizem o azeite pertencente ao lote 255001.

verificar o número do lote na embalageminterromper o consumo imediatamenteprocurar o local de compra para orientações sobre troca ou ressarcimento

O azeite extravirgem tem características químicas e nutricionais específicas, com alto teor de gorduras monoinsaturadas e compostos antioxidantes.

A adição de outros óleos vegetais não apenas descaracteriza o produto, como pode enganar o consumidor quanto à qualidade e ao valor nutricional do alimento.

Além disso, a prática configura infração sanitária e violação das normas de rotulagem e identidade de alimentos no país.

Casos de adulteração de azeite são monitorados por órgãos como a Anvisa e o Ministério da Agricultura, que realizam análises periódicas para verificar a autenticidade dos produtos disponíveis no mercado.

A medida reforça a atuação conjunta dos órgãos de fiscalização na identificação de fraudes e na proteção da saúde do consumidor.

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Governo reabre linha de crédito para exportadores usada durante tarifaço de Trump e disponibiliza R$ 15 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 08:30

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

O governo federal reabriu a linha de crédito para exportadores, lançada inicialmente no ano passado para combater os efeitos do tarifaço do presidente norte-americano Donald Trump. Serão liberados R$ 15 bilhões por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desta vez, segundo a Casa Civil da Presidência da República, o objetivo é apoiar as empresas brasileiras exportadoras afetadas pela guerra no Oriente Médio, além de alguns setores que ainda enfrentam as medidas tarifárias impostas pelos EUA.

Segundo o governo, terão direito às linhas de crédito as "empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores e aquelas que atuam em setores industriais com relevância no comércio exterior brasileiro".

"O governo do presidente Lula mais uma vez se antecipa para apoiar a indústria brasileira e preservar empregos. Os recursos serão fundamentais para garantir às empresas produtividade e competitividade no mercado internacional", afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Como fonte para as linhas de crédito, o governo indicou o superávit financeiro do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), apurado em 31 de dezembro de 2025, além de outras fontes orçamentária (sem detalhar valores).

De acordo com o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a linha de crédito lançada no ano passado, como reação ao tarifaço de Trump, aprovou mais de R$ 16 bilhões em crédito para as empresas afetadas.

"Agora, o governo do presidente Lula vai apoiar empresas de setores que ainda sofrem com tarifas elevadas, como siderúrgico, metalúrgico e automotivo, no segmento de autopeças, assim como aqueles setores relevantes para a balança comercial brasileira, como farmacêutico, de máquinas e equipamentos e eletrônicos, além de outros setores importantes, impactados com a falta de fertilizantes devido aos conflitos que acontecem em outros países", disse Mercadante, do BNDES.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo a US$ 150 desencadeará recessão global, diz CEO da BlackRock à BBC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 08:30

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

Se o preço do petróleo atingir US$ 150 por barril, isso desencadeará uma recessão global, afirmou à BBC o CEO da gigante financeira americana BlackRock.

Larry Fink, que lidera a maior gestora de ativos do mundo, disse que, se o Irã "continuar sendo uma ameaça" e os preços do petróleo permanecerem altos, isso terá "implicações profundas" para a economia global.

Em uma entrevista exclusiva, ele também negou a existência de uma bolha em torno da inteligência artificial, embora tenha afirmado que a nova tecnologia está levando muitas pessoas a buscar diplomas universitários — enquanto há poucos interessados em formação técnica.

A BlackRock é uma gigante do setor financeiro, com cerca de US$ 14 trilhões (aproximadamente R$ 73 trilhões) sob gestão, e está entre os maiores investidores em muitas das maiores empresas do mundo.

O tamanho e a presença da BlackRock dão a Fink — um dos oito cofundadores da empresa, fundada em 1988 — uma visão privilegiada da saúde da economia global.

O conflito no Oriente Médio provocou oscilações bruscas nos mercados financeiros, à medida que as pessoas tentam avaliar o que acontecerá com os custos de energia.

Para Fink, ainda é cedo para determinar a escala e o desfecho final do conflito, mas ele acredita que será um de dois cenários extremos.

No primeiro cenário, se o conflito for resolvido e o Irã voltar a ser um país aceito pela comunidade internacional, o preço do petróleo poderia cair para níveis inferiores aos registrados antes da guerra.

Caso contrário, ele afirma que pode haver "anos com o petróleo acima de US$ 100, próximo de US$ 150", o que teria "implicações profundas para a economia" e poderia resultar em "uma recessão provavelmente drástica e acentuada".

O aumento nos custos de energia levou alguns setores no Reino Unido a defender que o país deveria priorizar a produção doméstica de petróleo e gás.

Na terça-feira (24/3), a associação Offshore Energies UK afirmou que, sem maior produção interna, o país corre o risco de se tornar dependente de importações "em um momento de crescente instabilidade global".

Fink afirma que os países precisam ser pragmáticos em relação à sua matriz energética, utilizando todas as fontes disponíveis, mas que o fornecimento de energia barata é fundamental para impulsionar o crescimento econômico e elevar o padrão de vida.

"Aumentar os preços da energia é um imposto muito regressivo. Afeta mais os pobres do que os ricos."

Embora o Reino Unido já conte com fontes como energia solar, eólica e hidrocarbonetos, Fink afirma que, se o preço do petróleo subir para US$ 150 por três ou quatro anos, "muitos países passariam a migrar rapidamente para a energia solar e, possivelmente, também para a eólica".

"Use o que você tem, sem dúvida, mas também avance de forma agressiva para fontes alternativas."

Alguns analistas têm apontado semelhanças entre o momento atual dos mercados e o período que antecedeu a crise financeira de 2007-2008.

Os preços da energia estão em alta, e há quem identifique sinais de fragilidade no sistema financeiro. A própria BlackRock está entre as empresas que limitaram saques de investidores preocupados em fundos de crédito privado.

Mas Larry Fink descarta qualquer possibilidade de repetição da crise financeira de 2007-2008, quando diversos bancos ao redor do mundo quebraram ou precisaram ser resgatados. Segundo ele, as instituições financeiras hoje estão mais seguras.

Fink acrescenta que os problemas que afetam alguns fundos representam apenas uma pequena parcela do mercado, e que o investimento de instituições permanece forte.

Fink também rejeita a ideia de que o aumento nos investimentos em inteligência artificial — que já somam bilhões de dólares — tenha sido exagerado.

No ano passado, a BlackRock integrou um consórcio que adquiriu uma das maiores operadoras de data centers do mundo, a Aligned Data Centres, em um negócio avaliado em US$ 40 bilhões.

"Eu acredito que há uma corrida pela liderança tecnológica. Se não investirmos mais, a China vencerá", disse.

Segundo Fink, o principal obstáculo para a expansão da inteligência artificial nos Estados Unidos e na Europa é o custo da energia.

Enquanto a China investe massivamente em energia solar e nuclear, na Europa "só vejo muita conversa e nenhuma ação", diz ele, enquanto nos EUA "por mais que sejamos independentes em termos energéticos, é melhor começarmos a focar na energia solar… porque precisamos de energia barata e acessível para avançar na IA".

No início desta semana, em sua carta anual aos acionistas, Fink afirmou que o avanço da inteligência artificial corre o risco de ampliar a desigualdade, com apenas um pequeno número de empresas e investidores se beneficiando.

No entanto, em entrevista à BBC, ele enfatizou que a IA deve criar uma "quantidade enorme de empregos".

Fink disse que, em sua carta, ele escreveu sobre quantos empregos seriam criados "relacionados a eletricistas, soldadores e encanadores".

Em contrapartida, a demanda por alguns empregos de escritório pode diminuir à medida que a inteligência artificial evolui, o que pode levar a uma reavaliação dos tipos de funções necessárias, já que "a sociedade está mudando e evoluindo".

"Colocamos muito peso sobre muitos empregos e muitas pessoas que provavelmente não deveriam ter seguido carreiras em áreas como bancos, mídia ou direito, e que talvez tivessem se destacado em trabalhos manuais. Precisamos agora reequilibrar essa abordagem", afirma.

Segundo ele, nos EUA, depois da Segunda Guerra Mundial, "construímos a base da educação e dissemos a todos os jovens: vão para a faculdade, vão para a faculdade, vão para a faculdade. E provavelmente exageramos".

"Precisamos equilibrar isso, nos orgulhar de que uma carreira pode ser sólida nessas áreas de encanamento e eletricidade."

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‘Minha alegria era água’: produtor que encontrou possível petróleo no quintal diz que ficou triste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 03:57

GLOBO RURAL 'Minha alegria era água': produtor que encontrou possível petróleo no quintal diz que ficou triste Região de Tabuleiro do Norte (CE) sofre com a seca. Mesmo que material seja petróleo, agricultor não deve enriquecer. Por Globo Rural

O produtor rural Sidrônio de Almeida, de Tabuleiro do Norte (CE), encontrou um líquido preto que pode ser petróleo, em seu quintal.

O achado, no entanto, foi motivo de decepção: o objetivo dele ao perfurar o solo era encontrar água.

No município, as casas são abastecidas por uma adutora, ou seja, uma tubulação subterrânea ligada a um reservatório distante. Segundo moradores, o volume tem diminuído.

Sidrônio perfurou o poço em novembro de 2024. Desde então, tenta descobrir o que é o líquido preto.

O material, que ainda não foi identificado, pode ter origens petrolíferas, mas isso só deve ser afirmado após análises, aponta o engenheiro químico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

O produtor rural Sidrônio de Almeida, de Tabuleiro do Norte (CE), encontrou um líquido preto que pode ser petróleo, em seu quintal. O achado, no entanto, foi motivo de decepção: o objetivo dele ao perfurar o solo era encontrar água.

"Meus bichos não bebem óleo, bebem é água. Minha alegria era água. Tendo água é uma riqueza medonha", diz o agricultor.

No município, as casas são abastecidas por uma adutora, ou seja, uma tubulação subterrânea ligada a um reservatório distante. Segundo moradores, o volume tem diminuído. Por isso, cresce a importância dos poços artesianos.

Sidrônio perfurou o poço em novembro de 2024. Desde então, tenta descobrir o que é o líquido preto.

"Eu fiquei triste. Até briguei com minha esposa. O dinheiro foi embora. [Ficamos] sem água e sem dinheiro", diz.

O material, que ainda não foi identificado, pode ter origens petrolíferas, mas isso só deve ser afirmado após análises, aponta o engenheiro químico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

Mesmo que seja petróleo, o agricultor não deve enriquecer. Isso porque o recurso pertence à União. O dono do terreno tem direito apenas a uma parte dos lucros.

Para Sidnei Moreira, filho de Sidrônio, a maior preocupação é outra: que o material contamine o solo usado para plantio.

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