RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Warner rejeita oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount por considerar negócio arriscado

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia Negócios Warner rejeita oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount por considerar negócio arriscado Conselho da Warner afirmou que a proposta envolve alto endividamento, traz riscos à conclusão do negócio e oferece menos proteção aos acionistas do que a fusão com a Netflix. Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

A Warner Bros. Discovery anunciou nesta quarta-feira (7) que seu conselho de administração rejeitou, por unanimidade, a oferta de US$ 108,4 bilhões (cerca de R$ 580 bilhões, na cotação atual) apresentada pela Paramount Skydance para a aquisição do estúdio.

Segundo a empresa, a proposta revisada em 22 de dezembro de 2025 não se enquadra como uma “proposta superior”, nos termos previstos no acordo de fusão firmado com a Netflix no início do mês. Com isso, a Warner recomendou que seus acionistas rejeitem a oferta.

Após a Netflix anunciar um acordo de US$ 72 bilhões (cerca de R$ 382 bilhões) para comprar os estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner, a Paramount Skydance apresentou uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões para assumir o controle da empresa.

Em dezembro, o cofundador da Oracle, Larry Ellison, entrou na disputa ao oferecer uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra — um compromisso formal para cobrir eventuais lacunas no financiamento da operação.

A Warner Bros. Discovery anunciou nesta quarta-feira (7) que seu conselho de administração rejeitou, por unanimidade, a oferta de US$ 108,4 bilhões (cerca de R$ 580 bilhões, na cotação atual) apresentada pela Paramount Skydance para a aquisição do estúdio.

Segundo a empresa, a proposta revisada em 22 de dezembro de 2025 não se enquadra como uma “proposta superior”, nos termos previstos no acordo de fusão firmado com a Netflix no início do mês. Com isso, a Warner recomendou que seus acionistas rejeitem a oferta.

Após a Netflix anunciar um acordo de US$ 72 bilhões (cerca de R$ 382 bilhões) para comprar os estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner, a Paramount Skydance apresentou uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões para assumir o controle da empresa.

🔎 Uma oferta hostil é uma tentativa de aquisição em que uma empresa tenta comprar outra sem o apoio da diretoria ou do conselho da empresa que está sendo alvo. Em vez de negociar "amigavelmente" com os executivos, quem faz a oferta vai direto aos acionistas, normalmente oferecendo um valor atrativo pelas ações para tentar assumir o controle.

Em dezembro, o cofundador da Oracle, Larry Ellison, entrou na disputa ao oferecer uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra — um compromisso formal para cobrir eventuais lacunas no financiamento da operação.

Ainda assim, a decisão divulgada pela Warner nesta quarta-feira afirma que o conselho reafirmou seu apoio à proposta da Netflix e voltou a recomendar que os acionistas rejeitem a investida da Paramount Skydance.

Em comunicado, o presidente do conselho da Warner Bros. Discovery, Samuel A. Di Piazza Jr., afirmou que a proposta da Paramount oferece valor insuficiente e envolve riscos elevados, principalmente por depender de um grande volume de financiamento por dívida.

▶️ Financiamento por dívida é quando uma empresa usa empréstimos para bancar uma compra. No caso da Paramount, a aquisição da Warner dependeria de um volume muito alto de dinheiro emprestado, o que elevaria o endividamento e aumentaria o risco de o negócio não ser concluído.

Segundo a avaliação do conselho, a estrutura da proposta aumenta a incerteza quanto à conclusão do negócio e oferece pouca proteção aos acionistas caso a operação não seja concluída.

“A oferta da Paramount continua oferecendo valor insuficiente, pois depende de um volume elevado de financiamento por dívida. Isso aumenta os riscos de conclusão do negócio e reduz as garantias aos acionistas caso a transação não se concretize. Já o acordo vinculativo com a Netflix oferece mais valor e previsibilidade, sem os riscos e custos relevantes que a proposta da Paramount imporia aos investidores”, afirmou o presidente do conselho.

A Warner Bros. afirmou que a proposta da Paramount deixaria a empresa com uma dívida estimada em US$ 87 bilhões após a conclusão do negócio, o que tornaria a operação a maior aquisição já financiada majoritariamente por empréstimos.

Segundo o conselho, a Paramount teria de levantar um volume de recursos muito superior ao seu próprio tamanho, o que elevaria significativamente o risco da transação.

A Warner informou ainda que enviou uma carta aos investidores detalhando os motivos da decisão e reforçou que seguirá com o plano de fusão com a Netflix, considerado o caminho que oferece o melhor equilíbrio entre retorno e segurança.

Dias antes da divulgação da garantia financeira oferecida por Larry Ellison, o conselho da Warner Bros. Discovery já havia recomendado que os acionistas rejeitassem a proposta da Paramount.

Anunciado pela Netflix, o acordo avalia a Warner Bros. Discovery em cerca de US$ 82,7 bilhões, dos quais aproximadamente US$ 72 bilhões seriam pagos diretamente aos acionistas.

A operação permitiria à Netflix fortalecer sua produção própria e expandir sua atuação para áreas como games, eventos ao vivo e novos serviços, além de manter os lançamentos de filmes da Warner nos cinemas.

A investida da Paramount ocorreu poucos dias após o anúncio do acordo com a Netflix e foi classificada como hostil, por contrariar a recomendação do conselho da Warner.

Embora o valor por ação seja maior, o custo total da transação, incluindo dívidas, chega a US$ 108,4 bilhões, exigindo uma estrutura de financiamento mais complexa, o que levantou dúvidas no mercado.

A disputa envolve mais do que valores financeiros. Quem assumir o controle da Warner passará a deter um dos catálogos mais valiosos de Hollywood, com franquias de sucesso, produções da HBO e o HBO Max, em um cenário de forte concorrência no setor de streaming.

Como é de seu conhecimento, ao final do ano passado o Conselho de Administração concluiu um amplo processo com o objetivo de maximizar o valor para os acionistas, que resultou na celebração de um acordo de fusão com a Netflix. Desde então, a Paramount Skydance (“PSKY”), uma das participantes desse processo, lançou uma oferta pública hostil para adquirir a Warner Bros. Discovery (WBD), posteriormente revisada em 22 de dezembro de 2025.

Após análise detalhada, o Conselho de Administração concluiu, por unanimidade, que a oferta revisada da PSKY continua inadequada. A proposta oferece valor insuficiente, apresenta incertezas relevantes quanto à capacidade de conclusão da transação e impõe riscos e custos significativos aos acionistas da WBD caso não seja finalizada. Diante disso, o Conselho recomenda unanimemente que os acionistas rejeitem a oferta da PSKY. Para uma avaliação completa dos fundamentos dessa recomendação, orientamos a leitura integral do Formulário 14D-9, incluindo a emenda apresentada nesta data.

O Conselho avaliou que a oferta da PSKY é inferior quando comparada à fusão com a Netflix, considerando os custos, riscos e incertezas envolvidos. Nos termos do acordo com a Netflix, os acionistas da WBD receberão uma contraprestação significativa, composta por US$ 23,25 em dinheiro e ações ordinárias da Netflix, com valor-alvo adicional baseado na cotação das ações da empresa no fechamento da transação, o que oferece potencial de criação de valor no longo prazo.

Além disso, os acionistas da WBD manterão participação na Discovery Global, uma empresa com escala relevante, presença global diversificada e ativos líderes nas áreas de esportes e notícias, além de flexibilidade estratégica e financeira para perseguir suas próprias iniciativas de crescimento.

O Conselho também considerou os custos diretos e a perda de valor associados à aceitação da oferta da PSKY. A WBD teria de arcar com uma taxa de rescisão de US$ 2,8 bilhões para encerrar o acordo com a Netflix, além de uma taxa adicional de US$ 1,5 bilhão relacionada à troca de dívida planejada e aproximadamente US$ 350 milhões em despesas adicionais com juros. No total, esses custos somariam cerca de US$ 4,7 bilhões, ou US$ 1,79 por ação. Na prática, isso reduziria substancialmente o valor líquido da taxa de rescisão regulatória da PSKY, de US$ 5,8 bilhões para apenas US$ 1,1 bilhão, em caso de fracasso da transação. O acordo com a Netflix, por sua vez, não impõe custos semelhantes à WBD.

O elevado volume de financiamento por dívida previsto na oferta da PSKY aumenta significativamente o risco de não conclusão da transação, especialmente quando comparado à estrutura mais segura da fusão com a Netflix. A PSKY, avaliada em cerca de US$ 14 bilhões em valor de mercado, busca realizar uma aquisição que exigiria aproximadamente US$ 94,65 bilhões em financiamento total — quase sete vezes o seu tamanho. Para isso, a empresa precisaria contrair mais de US$ 50 bilhões em dívida adicional junto a múltiplos parceiros financeiros.

Na prática, a operação proposta pela PSKY configura uma aquisição alavancada (LBO), que seria a maior já realizada, com dívida bruta estimada em US$ 87 bilhões e alavancagem próxima de sete vezes o EBITDA projetado para 2026, antes das sinergias. O Conselho avaliou que esse tipo de estrutura eleva substancialmente os riscos, pois depende da disposição contínua dos credores em honrar os compromissos de financiamento no fechamento do negócio. Mudanças no ambiente econômico, no setor ou no desempenho financeiro das empresas envolvidas podem comprometer esses acordos, como demonstram precedentes históricos.

Esses riscos são agravados pela situação financeira atual da PSKY, que possui classificação de crédito abaixo do grau de investimento, fluxo de caixa livre negativo e forte dependência do negócio tradicional de TV linear. Além disso, o prazo estimado para conclusão da transação, de 12 a 18 meses, amplia a exposição a incertezas e pressões financeiras adicionais.

O Conselho também destacou que as restrições operacionais impostas à WBD durante esse período poderiam prejudicar suas operações, limitar decisões estratégicas e abrir espaço para que a PSKY alegue a ocorrência de um “efeito adverso relevante”, o que poderia resultar na rescisão ou renegociação do acordo.

Em contraste, a Netflix possui valor de mercado próximo de US$ 400 bilhões, balanço sólido, classificação de crédito A/A3 e geração robusta de caixa. O acordo com a Netflix também garante maior flexibilidade operacional à WBD até a conclusão da transação. Por esses motivos, o Conselho reafirmou que a fusão com a Netflix permanece superior à oferta revisada da PSKY.

Caso a PSKY não consiga concluir a oferta, os acionistas da WBD enfrentariam custos relevantes e potencial destruição de valor. As restrições operacionais impostas poderiam comprometer a posição competitiva da empresa, dificultar a retenção de talentos e impedir a execução de iniciativas estratégicas importantes, como a separação planejada da Discovery Global e da Warner Bros.

Além disso, a WBD ficaria impedida de concluir a troca de dívida planejada e de refinanciar seu empréstimo-ponte de US$ 15 bilhões sem o consentimento da PSKY, reduzindo significativamente sua flexibilidade financeira. Se a transação não fosse concluída, os acionistas permaneceriam com ações de uma empresa limitada em suas principais decisões por até 18 meses.

A compensação financeira prevista nesse cenário também foi considerada insuficiente. O valor líquido da taxa de rescisão regulatória, de US$ 1,1 bilhão, representa apenas 1,4% do valor total da transação, percentual considerado inadequado para compensar os potenciais danos aos negócios da WBD.

Por outro lado, caso a fusão com a Netflix não seja concluída por razões regulatórias, a WBD receberá uma taxa de rescisão de US$ 5,8 bilhões e seguirá executando iniciativas estratégicas voltadas à criação de valor no longo prazo.

Apesar de diversas interações e orientações claras fornecidas pelo Conselho, pela administração e por seus consultores, a PSKY não conseguiu apresentar uma proposta que superasse ou sequer se equiparasse ao acordo com a Netflix. Mesmo após ter tempo suficiente para analisar o acordo de fusão já firmado, a PSKY optou por manter uma proposta que preserva as fragilidades previamente apontadas.

O Conselho de Administração negociou um acordo com a Netflix que maximiza o valor e reduz riscos de forma consistente. Por isso, acreditamos unanimemente que essa fusão representa a melhor alternativa para os acionistas e seguimos focados em avançar com a transação para entregar valor sustentável no longo prazo.

Logotipo da Warner Bros. no Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions em Cannes — Foto: REUTERS/Eric Gaillard/Foto de Arquivo

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Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação por bactéria

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Saúde Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação por bactéria Medida é preventiva e envolve recall voluntário de lotes no Brasil e em outros países; consumo pode causar vômitos, diarreia e letargia. Por Redação g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição e o uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, fabricadas pela Nestlé Brasil. A decisão consta da Resolução nº 32/2026, publicada nesta quarta-feira (7), e tem caráter preventivo.

Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após a identificação do risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. O aviso sobre o risco foi feito à agência pela Nestlé, que começou a recolher os lotes de forma voluntária.

A ingestão de alimentos contaminados pode provocar vômitos persistentes, diarreia e letargia —caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e do raciocínio, além de dificuldade de reação.

A Nestlé informou que iniciou recolhimento voluntário dos produtos no Brasil e em outros países. A toxina foi detectada em itens provenientes de uma fábrica na Holanda, associada a um ingrediente fornecido por um fornecedor global de óleos terceirizados, o que levou à decisão de ampliar o recall de forma internacional.

Verifique o número do lote impresso no rótulo das fórmulas infantis das marcas afetadas.Não utilize nem ofereça o produto se ele pertencer a um dos lotes recolhidos. Os demais lotes não foram afetados.Para trocas ou devoluções, procure o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Nestlé indicado na embalagem.Se a criança apresentar vômitos, diarreia ou sonolência excessiva após o consumo, procure atendimento médico. Ao buscar assistência, informe o alimento ingerido e, se possível, leve a embalagem.

Segundo a empresa, consumidores que tiverem produtos dos lotes especificados devem suspender imediatamente seu uso e entrar em contato com a área de Atendimento ao Consumidor para a devolução do item e reembolso integral. Para isso, a empresa disponibiliza os canais falecom@nestle.com.br ou 0800 761 2500, atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Em nota, a Nestlé afirma que, até o momento, não há registro de casos confirmados de reações adversas associadas aos produtos incluídos no recall, em nenhuma parte do mundo.

Ainda de acordo com a empresa, os consumidores que possuírem produtos dos lotes afetados devem interromper imediatamente o uso e entrar em contato com o Atendimento ao Consumidor da Nestlé para devolução gratuita e reembolso integral.

"A Nestlé afirma que está atuando em cooperação com as autoridades competentes e reforça que qualidade e segurança dos alimentos são prioridades inegociáveis. Após a identificação da inconformidade, a empresa realizou uma investigação interna, que apontou uma falha em um ingrediente fornecido por um terceiro. O fornecedor foi notificado e os protocolos de controle de qualidade foram reforçados para evitar recorrências."

Também nesta semana, a Anvisa determinou o recolhimento e a proibição da comercialização, distribuição e consumo de quatro lotes de panetones da marca D'Viez, contaminados por fungos.

Ainda foram suspensos produtos alimentícios que levam cogumelos sem autorização para uso em alimentos no Brasil. As medidas foram publicadas em resolução no Diário Oficial da União.

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FedEx encerra transporte doméstico no Brasil e concentra força no internacional

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia Negócios FedEx encerra transporte doméstico no Brasil e concentra força no internacional A operação será descontinuada de forma gradual, enquanto a empresa mantém serviços internacionais e soluções de supply chain no país. Por Redação g1 — São Paulo

A FedEx deu início ao processo de encerramento de suas operações de transporte doméstico no Brasil.

A decisão foi comunicada na quarta-feira (7) a clientes e parceiros e envolve o desligamento de colaboradores vinculados ao serviço nacional.

Segundo a companhia, o movimento faz parte de um realinhamento estratégico de sua atuação no país.

Com a mudança, a empresa informou que manterá no Brasil apenas as operações voltadas ao transporte internacional e aos serviços de supply chain.

A FedEx informou a clientes e parceiros que vai encerrar o transporte doméstico no Brasil. O processo será gradual e prevê um período de transição de cerca de 30 dias. As coletas nacionais seguirão até 6 de fevereiro de 2026, e as entregas já contratadas serão realizadas conforme o previsto.

A decisão foi comunicada nesta quarta-feira (7). Durante essa etapa, a empresa afirmou que manterá o suporte operacional e o atendimento aos clientes, e que o desligamento de equipes faz parte do processo de reestruturação.

Segundo a companhia, o movimento faz parte de um realinhamento estratégico de sua atuação no país. Com a mudança, a empresa informou que manterá no Brasil apenas as operações voltadas ao transporte internacional e aos serviços de supply chain — incluindo POS (máquinas de cartão).

"Como parte dos nossos esforços contínuos para fortalecer a rede global da FedEx e responder proativamente às dinâmicas do mercado, decidimos concentrar nossas operações no Brasil no transporte internacional – tanto aéreo quanto rodoviário – e em serviços de supply chain, incluindo POS (máquinas de cartão de crédito)", diz o comunicado.

👉 A empresa estabeleceu um período de transição de aproximadamente 30 dias e informou que manterá as coletas domésticas até 6 de fevereiro de 2026, além de concluir as entregas já contratadas dentro dos prazos acordados. 👉 Durante esse período, a companhia afirma que continuará prestando suporte operacional e atendimento aos clientes.

O processo de desmobilização, previsto para avançar até junho, inclui o fechamento de estruturas operacionais ligadas ao transporte doméstico e a reorganização dos ativos logísticos atualmente utilizados nessas atividades.

Em nota, a empresa afirmou que a decisão é uma “resposta proativa às dinâmicas do mercado”. A companhia ainda destacou que permanece comprometida com o cumprimento das obrigações contratuais e com a prestação de serviços aos clientes no país.

"Como parte dos nossos esforços contínuos para fortalecer a rede global da FedEx e responder proativamente às dinâmicas do mercado, decidimos concentrar nossas operações no Brasil no transporte internacional – tanto aéreo quanto rodoviário – e em serviços de supply chain, incluindo POS (máquinas de cartão de crédito). Essas áreas continuam sendo essenciais para conectar nossos clientes no Brasil e nos mercados globais.

A FedEx permanece totalmente comprometida com o cumprimento de todas as obrigações contratuais e com a prestação de um serviço confiável aos seus clientes, bem como em apoiar empresas em todo o país com soluções logísticas e de supply chain confiáveis, seguras e eficientes que refletem os mais altos padrões da FedEx."

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Ações da Azul despencam mais de 70% nesta quinta e chegam a 90% no ano; entenda o que houve

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

As ações da Azul despencaram mais de 70% nesta quinta-feira (8). Nos últimos cinco dias, a desvalorização já chega a 90%.

Diferentemente do que costuma ocorrer em quedas acentuadas na bolsa, o movimento não indica uma crise operacional ou escândalo na empresa.

Como parte do plano de recuperação judicial, parte das dívidas da Azul está sendo convertida em ações. Assim, os credores deixam de receber juros e passam a se tornar acionistas.

Para viabilizar essa conversão, a empresa lançou uma oferta de R$ 7,4 bilhões em ações ordinárias (com direito a voto) e preferenciais (sem direito a voto).

Com o aumento do número de papéis em circulação, houve uma forte queda no preço unitário de cada ação.

As ações da Azul atravessam um período de forte queda na bolsa de valores. Nesta quinta-feira (8), os papéis despencaram mais de 70%. Nos últimos cinco dias, a desvalorização já chega a 90%.

Diferentemente do que costuma ocorrer em quedas acentuadas na bolsa, o movimento não indica uma crise operacional ou escândalo na empresa. Como parte do plano de recuperação judicial, parte das dívidas da Azul está sendo convertida em ações. Assim, os credores deixam de receber juros e passam a se tornar acionistas.

Para viabilizar essa conversão, a empresa lançou uma oferta de R$ 7,4 bilhões em ações ordinárias (com direito a voto) e preferenciais (sem direito a voto). Com o aumento do número de papéis em circulação, houve uma forte queda no preço unitário de cada ação.

Na prática, a medida contribui para reduzir o endividamento e abre espaço para uma reorganização financeira por parte da Azul. (entenda a situação mais abaixo)

Segundo comunicado divulgado pela Azul em dezembro, quando a operação foi anunciada ao mercado, o objetivo da oferta é capitalizar a companhia por meio da “troca obrigatória de dívidas financeiras”.

Para viabilizar a operação, foram emitidas 723,9 bilhões de ações ordinárias e o mesmo volume de preferenciais, comercializadas em lotes de 1 mil e 10 mil papéis.

A Justiça americana aprovou o plano de reorganização da Azul em dezembro do ano passado, marcando a conclusão de mais uma etapa do processo de recuperação judicial da companhia.

“Essa decisão reforça a consistência geral da reestruturação proposta, permitindo que a companhia avance para as próximas fases de implementação”, disse a empresa em comunicado divulgado em 12 dezembro.

A Azul entrou com pedido de proteção sob o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos, também conhecido como “Chapter 11”, em maio do ano passado. O mecanismo é semelhante ao processo de recuperação judicial adotado no Brasil.

O processo de reestruturação previsto no Chapter 11 estabelece os termos para a reorganização das obrigações financeiras e operacionais da companhia.

Segundo a empresa, a entrada no mecanismo de proteção ocorreu após a Azul enfrentar “efeitos profundos da pandemia de Covid‑19, combinados a pressões macroeconômicas e setoriais" que elevaram significativamente seu endividamento.

“Em meio à instabilidade econômica e política no Brasil, a companhia adotou diversas medidas de reestruturação e captação de recursos entre 2020 e 2025, culminando no protocolo do Chapter 11 em maio de 2025”, disse a empresa.

A Azul não foi a primeira companhia do setor aéreo brasileiro a recorrer à recuperação judicial: Gol e Latam também já passaram por processos semelhantes.

A Gol, por exemplo, adotou a medida em 2024, diante de dívidas estimadas em R$ 20 bilhões, enquanto a Latam recorreu ao mecanismo em 2020.

Como o g1 já mostrou, o aumento no volume de pedidos de recuperação judicial no setor aéreo reflete uma série de fatores, como:

A desvalorização do real frente ao dólar;Os altos custos operacionais;O aumento nos preços de combustíveis; e O acúmulo de prejuízos desde o início da pandemia de Covid-19.

A Latam concluiu seu processo de Chapter 11 em 2022, enquanto a Gol saiu oficialmente do procedimento em junho de 2025. No caso da Azul, a expectativa da empresa é concluir o processo ainda neste ano.

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Warner rejeita Paramount e fica mais perto de acordo com a Netflix; veja o que se sabe e próximos passos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Warner Bros. Discovery rejeitou, na última quarta-feira (7), por unanimidade, a oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount Skydance para comprar o estúdio.

Segundo o conselho, a proposta da Paramount dependeria de alto endividamento, aumentaria a incerteza sobre a conclusão da transação e ofereceria pouca proteção aos acionistas.

Com isso, a empresa recomendou novamente que os investidores rejeitem a investida e reafirmou o apoio ao acordo com a Netflix, avaliado em cerca de US$ 82,7 bilhões.

A disputa envolvia duas grandes empresas do entretenimento — Paramount e Netflix — que competiam para assumir o controle de partes importantes da Warner Bros. Discovery.

A Warner é dona de estúdios de cinema e TV, marcas como a HBO e um vasto catálogo que inclui clássicos e franquias de sucesso.

A Warner Bros. Discovery rejeitou, na última quarta-feira (7), por unanimidade, a oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount Skydance para comprar o estúdio, por considerar o negócio arriscado e menos vantajoso do que a fusão já acertada com a Netflix no mês passado.

Segundo o conselho, a proposta da Paramount dependeria de alto endividamento, aumentaria a incerteza sobre a conclusão da transação e ofereceria pouca proteção aos acionistas.

Com isso, a empresa recomendou novamente que os investidores rejeitem a investida e reafirmou o apoio ao acordo com a Netflix, avaliado em cerca de US$ 82,7 bilhões.

Veja abaixo as perguntas e respostas sobre a disputa bilionária pelo controle de um dos catálogos mais valiosos de Hollywood e os próximos passos.

O que está em jogo na disputa entre Paramount e Netflix?A Warner está sendo vendida inteira?Por que a Warner rejeitou a proposta da Paramount?Qual a principal diferença entre as propostas da Paramount e da Netflix?Quem decide se o negócio vai acontecer?Há risco de que os reguladores barrem o acordo?Como essa disputa afeta o mercado de streaming?Os assinantes podem sentir impacto nos preços?Quando pode sair uma decisão final?

A disputa envolvia duas grandes empresas do entretenimento — Paramount e Netflix — que competiam para assumir o controle de partes importantes da Warner Bros. Discovery, um dos maiores conglomerados de mídia do mundo.

A Warner é dona de estúdios de cinema e TV, marcas como a HBO e um vasto catálogo que inclui clássicos e franquias de sucesso como Friends, Harry Potter, Batman, Super-Homem, Looney Tunes e séries de prestígio como The Sopranos, Sex and the City e Succession, além de outros conteúdos de alcance global.

A Netflix já anunciou um acordo para comprar os estúdios de produção e o serviço de streaming da Warner por mais de US$ 70 bilhões, com o objetivo de fortalecer seu catálogo e sua posição no mercado de streaming.

Em resposta, a Paramount lançou uma oferta hostil para comprar toda a empresa, o que apimentou a disputa e colocou o futuro da Warner no centro de um impasse entre gigantes do setor. Ao menos, até meados desta semana.

A proposta da Netflix não prevê a compra de toda a Warner. O acordo discutido inicialmente com a Netflix inclui principalmente os estúdios de produção de filmes e séries e o negócio de streaming.

Já os canais a cabo da WBD, incluindo a CNN, serão separados em uma nova empresa de capital aberto chamada Discovery Global.

A plataforma também aceitou condições como o pagamento de uma multa bilionária se o negócio for barrado por órgãos reguladores.

O conselho de administração da Warner analisou a oferta da Paramount e considerou que ela não era superior à proposta já fechada com a Netflix.

A empresa afirmou que a proposta concorrente era arriscada e pouco clara, principalmente por depender de financiamento e por não deixar bem definido como os negócios da Warner seriam administrados.

Por isso, a Warner defendeu aos acionistas que a proposta da Netflix seria mais vantajosa, estável e segura, pedindo que rejeitassem a oferta da Paramount.

A Paramount ofereceu US$ 108 bilhões (cerca de R$ 582 bilhões) para adquirir todas as divisões da Warner. A oferta é maior que a da Netflix, que ofertou US$ 72 bilhões (R$ 388 bilhões).

A proposta da Paramount prevê o pagamento de US$ 30 por cada ação da Warner, em comparação com a Netflix, que apresentou uma oferta de US$ 28 por ação.

O cofundador da Oracle, Larry Ellison, cuja família detém o controle da Paramount, também ofereceu uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra — um compromisso formal para cobrir eventuais lacunas no financiamento da operação.

Já a Netflix focou em adquirir os principais negócios de conteúdo, especialmente estúdios e streaming. A empresa por trás da plataforma de filmes e séries também concordou com cláusulas que a obrigam a pagar uma alta multa se o acordo for impedido por reguladores ou não for concluído.

Caso a Paramount saísse vencedora do acordo, a Warner teria que pagar à Netflix uma multa rescisória de US$ 2,8 bilhões. Se seguir com a Netflix, a empresa de streaming pagará US$ 5,8 bilhões à WBD caso o acordo sofra reprovação regulatória.​

▶️ Primeiro, os acionistas da Warner precisam votar e aprovar qualquer acordo final, o que ainda não tem data para acontecer, já que as negociações com a Netflix ainda estão em andamento.▶️ Por fim, os órgãos reguladores de concorrência precisam aprovar, especialmente nos Estados Unidos, que revisam operações desse porte para evitar monopólios ou desequilíbrios no mercado. ⚠️ Mesmo que os acionistas aprovem, reguladores podem impor condições ou até bloquear o negócio se entenderem que ele prejudica a competição no setor audiovisual e de streaming.

Sim. Os órgãos antitruste nos Estados Unidos e em outros países analisam se a fusão ou aquisição pode prejudicar a concorrência.

A Netflix já ocupa uma posição dominante no mercado de streaming, e a compra da HBO Max, prevista no acordo, poderia provocar a redução do número de grandes concorrentes e da diversidade na produção de conteúdo global, o que poderia levar a preços mais altos ou a menos opções para os consumidores.

No mês passado, a Paramount afirmou, em carta enviada ao departamento jurídico da Warner, que o acordo com a Netflix corre o risco de não avançar por causa de entraves regulatórios e acusou a empresa de dar preferência à plataforma de streaming durante as negociações, segundo a CNBC.

Por isso, existe a possibilidade real de os reguladores imporem restrições, exigirem desinvestimentos ou até impedirem a operação. A própria Netflix já reconheceu essa questão e se colocou disposta a pagar a multa contratual se o negócio for travado por essas instâncias.

A Warner Bros reúne um dos catálogos mais valiosos de Hollywood, com filmes e séries clássicos e marcas fortes como a HBO, mas enfrenta pressão com as mudanças provocadas pelo avanço do streaming.

Para a Netflix, a compra reforçaria ainda mais seu catálogo e ajudaria a barrar o avanço de concorrentes sobre esses conteúdos.

Já a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney, somando a operação à recente incorporação do estúdio Skydance e ampliando sua base de assinantes.

Analistas apontam que uma fusão desse porte também poderia fortalecer emissoras tradicionais de TV paga, ao aumentar o poder de negociação e abrir espaço para redução de custos.

Especialistas já levantaram a possibilidade de que, com o aumento de poder de mercado e os custos elevados de uma aquisição dessa magnitude, empresas como a Netflix possam ajustar preços para compensar investimentos, fortalecer sua infraestrutura e catálogo.

Mesmo que nada mude agora, essa concentração de mercado e os altos custos do negócio podem, com o tempo, resultar em assinaturas mais caras ou mudanças nos planos oferecidos aos usuários.

As negociações estão acontecendo só entre as duas empresas por um tempo limitado e podem resultar num anúncio oficial se elas acertarem os detalhes finais. Depois disso, o negócio ainda precisa ser avaliado por órgãos reguladores, um processo que pode levar boa parte de 2026.

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Ex-assessora de Trump é nova presidente da Meta

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Tecnologia Ex-assessora de Trump é nova presidente da Meta Dina Powell McCormick foi vice-assessora de Segurança Nacional de Donald Trump. Segundo a Meta, ela se concentrará na busca de financiamento para desenvolvimento da empresa no setor de inteligência artificial. Por France Presse

A Meta anunciou nesta segunda-feira (12) que nomeou como presidente Dina Powell McCormick, ex-assessora do presidente americano Donald Trump.

Em sua nova posição, ela estará focada na busca de financiamento para o desenvolvimento da Meta no setor de inteligência artificial (IA).

McCormick foi vice-assessora de Segurança Nacional de Trump durante o primeiro mandato do republicano, sendo responsável pela região do Oriente Médio.

Trump disse que Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, fez uma "grande escolha" ao nomear McCormick.

A Meta anunciou nesta segunda-feira (12) que nomeou Dina Powell McCormick como presidente e vice-líder do conselho administrativo da empresa.

McCormick é ex-assessora do presidente americano Donald Trump e sua escolha é apontada como um novo sinal de aproximação entre a gigante da tecnologia e o governo republicano.

Em sua nova posição, ela estará focada na busca de financiamento para o desenvolvimento da Meta no setor de inteligência artificial (IA), em particular a construção de data centers, informou a empresa em comunicado.

"A experiência da Dina no mais alto nível das finanças globais e sua rede de relações em todo o mundo lhe conferem uma legitimidade única para ajudar a Meta a conduzir essa próxima fase de crescimento", disse o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, citado no comunicado.

Como integrante do conselho administrativo da Meta, McCormick atuará ao lado de nomes como Dana White, chefão do UFC e apoiador de Trump que foi nomeado para o grupo no início do atual governo dos EUA.

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McCormick, que já integrou o conselho administrativo da Meta, foi vice-assessora de Segurança Nacional de Trump durante o primeiro mandato do republicano, sendo responsável pela região do Oriente Médio.

Trump disse que Zuckerberg fez uma "grande escolha" ao nomear McCormick. "Ela é uma pessoa fantástica e muito talentosa, que serviu à administração Trump com firmeza e distinção", disse o presidente dos EUA em sua rede Truth Social.

Dina Powell McCormick trabalhou com vários legisladores republicanos e para o próprio partido, antes de ocupar diversos cargos no governo de George W. Bush entre 2001 e 2007. Também trabalhou no banco Goldman Sachs por 16 anos.

Como os outros gigantes da IA generativa, a Meta está imersa em um ciclo de investimentos enormes para garantir as capacidades necessárias ao desenvolvimento dessa tecnologia.

No fim de outubro, o grupo anunciou investimentos de até US$ 72 bilhões (R$ 386,24 bilhões) em infraestrutura em 2025 e prevê um orçamento "sensivelmente maior" para 2026.

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Varejista de luxo Saks Global entra com pedido de falência nos EUA

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia Negócios Varejista de luxo Saks Global entra com pedido de falência nos EUA O processo judicial dá à loja de luxo tempo para reorganizar suas dívidas ou buscar um novo dono. Se isso não acontecer, a empresa pode ter que fechar. Por Redação g1 — São Paulo

O grupo de lojas de luxo Saks Global entrou com um pedido de falência na noite de terça-feira (13), em um dos maiores colapsos do varejo desde a pandemia, segundo informações da Reuters.

A solicitação acontece pouco mais de um ano depois de um acordo que reuniu três grandes redes de lojas de alto padrão nos Estados Unidos: Saks Fifth Avenue, Bergdorf Goodman e Neiman Marcus.

O anúncio gerou dúvidas sobre o futuro das lojas de luxo nos Estados Unidos. Mesmo assim, a empresa informou na manhã de quarta-feira (14) que as lojas permaneceriam abertas por enquanto, depois de conseguir um financiamento de US$ 1,75 bilhão e nomear um novo diretor executivo.

O ex-CEO da rede Neiman Marcus, Geoffroy van Raemdonck, vai substituir Richard Baker, que havia liderado a estratégia de compras que deixou a empresa com dívidas elevadas.

A Saks Global também escolheu dois ex-executivos da Neiman Marcus, Darcy Penick e Lana Todorovich, para cuidar, respectivamente, da área comercial e das parcerias com outras marcas.

Em documentos apresentados à Justiça dos EUA, a empresa estimou que seus ativos e dívidas variam entre US$ 1 bilhão e US$ 10 bilhões.

Com o processo de falência, a empresa agora ganha tempo para reetruturação ou um novo controlador. Se isso não acontecer, a empresa pode ter que fechar, segundo as agências de notícias.

A Saks sempre foi conhecida por atrair clientes ricos e famosos, de Gary Cooper a Grace Kelly, mas enfrentou dificuldades após a pandemia de Covid-19. A concorrência de lojas online cresceu, e muitas marcas passaram a vender seus produtos diretamente em suas próprias lojas.

A primeira Saks Fifth Avenue, famosa por marcas como Chanel, Cucinelli e Burberry, além dos shows de luzes de Natal, foi inaugurada em 1867 por Andrew Saks, um pioneiro do varejo americano.

A Saks Global foi criada em 2024 como resultado de uma reorganização dos ativos de luxo nos Estados Unidos.

O novo grupo reuniu sob a mesma estrutura redes tradicionais do varejo de alto padrão, como Saks Fifth Avenue, Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, após a compra da Neiman Marcus e a separação desses negócios da canadense Hudson’s Bay Company, que controlava a Saks desde 2013.

A proposta era formar um grande conglomerado para ganhar escala e eficiência em um mercado mais competitivo, movimento que acabou elevando o endividamento da empresa.

Segundo a Reuters, a Saks Global fechou um acordo de financiamento que garante US$ 1 bilhão imediato e prevê mais US$ 240 milhões com garantia em ativos, além de outros US$ 500 milhões após a saída do processo de falência.

Entre os credores estão grandes marcas de luxo, como Chanel, Kering e LVMH, em um universo que pode chegar a 25 mil credores.

A crise se agravou após a compra da Neiman Marcus, em 2024, operação financiada majoritariamente com dívidas. Com a desaceleração do mercado global de luxo, a empresa passou a enfrentar dificuldades para pagar fornecedores, perdeu clientes para concorrentes e precisou vender ativos.

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Quem é Nelson Tanure, empresário alvo de operação da PF sobre o Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia Negócios Quem é Nelson Tanure, empresário alvo de operação da PF sobre o Banco Master Conhecido por um perfil polêmico e por se envolver em disputas societárias, o empresário construiu uma trajetória marcada pela compra e reestruturação de companhias em dificuldade. Por Redação g1 — São Paulo

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (14) a segunda fase de uma operação que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. A ação inclui buscas em endereços ligados ao dono da instituição, Daniel Vorcaro, e a familiares, como o pai, a irmã e o cunhado.

O empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora Reag Investimentos, também estão entre os investigados.

Tanure foi abordado quando se preparava para embarcar em um voo para Curitiba, no Paraná, e teve o celular apreendido. A TV Globo apurou que o investidor faria um “bate e volta” à capital paranaense e estava sem bagagem. Ele entregou o celular e documentos sem resistência e foi liberado.

Conhecido pelo perfil polêmico e pela participação em disputas entre sócios e renegociações de dívidas de empresas em crise, Tanure construiu uma trajetória marcada pela compra e reestruturação de companhias nos setores de energia, telecomunicações, petróleo, saúde, infraestrutura e mídia.

Entre as empresas nas quais possui participação estão a Light, Alliança Saúde, Gafisa, PRIO, TIM Brasil e Docas Investimentos.

Também integram seu portfólio a Sequip e a Ligga, grupo de telecomunicações formado a partir da união de antigas operadoras regionais, e o fundo Saint German, acionista do Grupo Pão de Açúcar.

Nascido em Salvador, em 1951, Tanure é formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Iniciou a carreira ainda jovem, trabalhando na empresa imobiliária fundada pelo pai. A partir da década de 1980, passou a investir em companhias com dificuldades financeiras, estratégia que se tornaria a principal marca de sua atuação empresarial.

Um dos primeiros negócios de destaque foi a aquisição de uma participação na Sequip, empresa de engenharia ligada ao setor de petróleo.

Pouco depois, assumiu o controle de estaleiros em situação falimentar, como a Emaq, no Rio de Janeiro, que foi reestruturada e posteriormente vendida. Ao longo dos anos, Tanure repetiu essa estratégia em diferentes setores, apostando na recuperação de ativos desvalorizados.

Nos anos 2000, assumiu o controle e a gestão de empresas tradicionais da imprensa brasileira, como o Jornal do Brasil e a Gazeta Mercantil, em um período de forte crise do setor.

No setor de petróleo, tornou-se um dos principais nomes ao assumir o controle da então HRT, que mais tarde deu origem à PetroRio — hoje PRIO, uma das maiores produtoras independentes de petróleo do país.

No setor de telecomunicações, passou a ter presença relevante com investimentos que levaram à criação da Ligga Telecom, a partir da aquisição de ativos como a Copel Telecom e a Sercomtel.

Na área da saúde, Tanure ampliou sua atuação ao assumir o controle da Alliança Saúde, grupo de medicina diagnóstica com presença nacional, que cresce por meio de aquisições regionais.

No setor elétrico, também é acionista da Light, distribuidora de energia que atende parte do estado do Rio de Janeiro, além de manter investimentos recentes em ativos de infraestrutura.

No último ano, um fundo ligado ao empresário participou de negociações para assumir o controle da gigante petroquímica Braskem. Tanure, no entanto, teria desistido do projeto.

Filho de pai espanhol e mãe brasileira, o empresário tem quatro filhos e, além dos negócios, mantém uma forte ligação com a música clássica e a ópera. Ele também já ocupou o cargo de vice-presidente da Orquestra Sinfônica Brasileira.

Apesar do perfil discreto, Tanure aparece com frequência no noticiário econômico por envolvimento em disputas societárias, processos de recuperação judicial e debates sobre governança corporativa.

Sua estratégia, baseada no uso intenso de empréstimos e em reestruturações profundas, costuma gerar resultados expressivos, mas também provoca controvérsias.

Nesta quarta-feira (14), Tanure foi um dos alvos de busca e apreensão na segunda fase da operação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master.

Os policiais foram até a casa de Tanure, mas não o encontraram no local. Ele foi localizado no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, quando embarcaria em um voo nacional. O celular foi apreendido.

Ao todo, os agentes cumprem 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, que também determinou o bloqueio de bens e valores superiores a R$ 5,7 bilhões.

Segundo a corporação, a investigação apura suspeitas de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro envolvendo a concessão de supostos créditos fictícios pelo Master.

A 1ª fase da operação aconteceu em novembro passado e resultou em sete prisões, incluindo a de Vorcaro. Segundo estimativa da PF, as fraudes podem chegar a R$ 12 bilhões.

No ano passado, Tanure foi alvo de uma investigação da Polícia Federal, aberta a pedido do Ministério Público Federal, para apurar se ele seria o verdadeiro controlador do Banco Master, mesmo sem aparecer oficialmente como dono.

Segundo os investigadores, ele teria usado uma rede de empresas, fundos e estruturas financeiras para influenciar o banco sem a autorização do Banco Central. À época, o empresário negou qualquer vínculo societário ou poder de controle sobre a instituição.

Em agosto de 2025, a Receita Federal deflagrou a maior operação já realizada contra esquemas de lavagem de dinheiro no mercado financeiro, envolvendo centenas de fintechs, fundos e gestoras.

Embora Tanure não tenha sido acusado formalmente nessa operação, o episódio reacendeu questionamentos sobre a estrutura dos fundos ligados ao seu nome e sua proximidade com instituições sob investigação.

No fim do ano passado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) reabriu a investigação sobre a OPA — proposta pública para comprar as ações de uma companhia que já está na Bolsa — da Alliança Saúde (antiga Alliar), que consolidou o controle da empresa nas mãos de Tanure.

O foco não está na compra em si, mas no tempo que ele levou para lançar a oferta obrigatória aos acionistas minoritários, prazo que, segundo a CVM, teria sido extrapolado. Tanure afirmou que seguiu a legislação e diz desconhecer irregularidades.

Outra polêmica recente envolve uma denúncia criminal do Ministério Público Federal, que acusa Tanure de suposto uso de informação privilegiada no processo de compra da incorporadora Upcon pela Gafisa, entre 2019 e 2020.

Segundo o MPF, ele teria participado de manobras financeiras para inflar artificialmente o valor da empresa, aumentando sua influência dentro da construtora. A defesa diz que não houve crime, que a operação foi aprovada pelos acionistas e que a CVM nunca apontou irregularidades.

Mais recentemente, os advogados de Tanure pediram que o processo da Gafisa fosse transferido ao Supremo Tribunal Federal, alegando ligação indireta com as investigações do Banco Master, hoje concentradas no STF por decisão do ministro Dias Toffoli.

O g1 procurou a defesa de Nelson Tanure, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

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Do Banco Central ao STF: entenda como o caso Banco Master avançou e ganhou novos desdobramentos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (14) uma nova etapa da operação que apura irregularidades envolvendo o Banco Master.

A investigação foi ampliada e passou a alcançar familiares do controlador da instituição, o banqueiro Daniel Vorcaro, além de outros nomes ligados ao mercado financeiro.

Nos últimos meses, o Banco Master esteve no centro de decisões e questionamentos que mobilizaram o Banco Central (BC), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

A crise teve início com suspeitas relacionadas a operações financeiras realizadas pela instituição, que levaram o BC a decretar a liquidação extrajudicial do banco.

A medida, no entanto, passou a ser contestada, abrindo espaço para novas análises sobre seus fundamentos.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (14) uma nova etapa da operação que apura irregularidades envolvendo o Banco Master, recolocando o caso no centro do noticiário. A investigação foi ampliada e passou a alcançar familiares do controlador da instituição, o banqueiro Daniel Vorcaro, além de outros nomes ligados ao mercado financeiro.

Nos últimos meses, o Banco Master esteve no centro de decisões e questionamentos que mobilizaram o Banco Central (BC), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

A crise teve início com suspeitas relacionadas a operações financeiras realizadas pela instituição, que levaram o BC a decretar a liquidação extrajudicial do banco. A medida, no entanto, passou a ser contestada, abrindo espaço para novas análises sobre seus fundamentos.

🔎 O avanço das apurações ocorre em um momento em que o episódio deixou de se restringir ao campo policial. O caso passou a envolver discussões sobre a estabilidade do sistema financeiro, o papel dos órgãos reguladores e a atuação de diferentes instâncias do Estado.

Desde então, as investigações avançaram para apurar possíveis fraudes, desvios de recursos e eventuais tentativas de interferência em decisões regulatórias. Parte desses desdobramentos passou a tramitar sob sigilo no STF.

Nesta etapa da operação Compliance Zero, foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Dias Toffoli, além de medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que superam R$ 5,7 bilhões.

É nesse contexto que o g1 reúne os principais pontos do processo, detalhando como o Banco Master se tornou um dos casos mais acompanhados do sistema financeiro brasileiro, quais suspeitas estão em análise e como os acontecimentos recentes se conectam.

A origem da crise e tentativas de vendaPrisão de VorcaroBC determina liquidação extrajudicialOs principais pontos da investigaçãoTCU questiona operaçãoSigilo no STF e envolvimento com ministrosImpactos políticosQuem são os alvos da operação e o que dizem

BANCO MASTER: PF faz buscas em endereços de Daniel Vorcaro e parentes deleVEJA IMAGENS: PF bloqueou R$ 5,7 bilhões e apreendeu R$ 97 mil em espécie em operaçãoVALDO CRUZ: Nova operação da PF vai reforçar decisão de liquidar o Master e mostrar que fraudes podem ser mais graves

O Banco Master registrou forte crescimento nos últimos anos, sustentado por uma estratégia de captação de recursos considerada arriscada por analistas do mercado.

O banco oferecia CDBs (Certificados de Depósito Bancário) com taxas muito superiores às praticadas por outras instituições, atraindo investidores principalmente com base na proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

🔎 O FGC protege até R$ 250 mil por investidor e oferece garantia em caso de falência de um banco associado. O fundo é formado pelas próprias instituições financeiras — ou seja, trata-se de um mecanismo privado que assegura os recursos dos investidores.

Com esse modelo de captação, o Master acumulou um passivo bilionário lastreado em ativos de baixa liquidez, como precatórios e participações em empresas em dificuldades. A estratégia elevou os custos da instituição e ampliou as dúvidas sobre sua saúde financeira.

Para tentar contornar a crise, Vorcaro iniciou a busca por um comprador para a instituição. O Banco de Brasília (BRB) chegou a anunciar a aquisição, mas a operação foi vetada pelo Banco Central em setembro. Após a negativa, o banco continuou procurando outro comprador no mercado.

Em 17 de novembro, a Fictor Holding Financeira anunciou a compra do Banco Master. O acordo previa um aporte imediato de R$ 3 bilhões para reforçar a estrutura de capital da instituição.

Poucas horas após o anúncio da compra, a Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro no aeroporto de Guarulhos. Segundo os investigadores, ele tentava deixar o país em um avião particular.

A defesa de Vorcaro, por sua vez, “nega veementemente que ele estivesse fugindo do país”. Segundo os advogados, “o destino final do voo era Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde Vorcaro pretendia se encontrar com parte dos compradores do Banco Master”.

🔎 O consórcio responsável pela aquisição do Banco Master, liderado pela Fictor, inclui investidores dos Emirados Árabes Unidos, segundo comunicado divulgado pelo banco na véspera.

Paralelamente, o Banco Central decidiu instaurar administração especial temporária por 120 dias no Banco Master e decretar a liquidação extrajudicial do conglomerado.

Na prática, o BC encerra as atividades do banco e nomeia um liquidante, responsável por assumir o controle da instituição, encerrar operações, vender ativos e quitar credores conforme a ordem legal, até a extinção do banco. Com isso, a instituição deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

A decisão ocorreu poucas horas após a Fictor Holding anunciar a proposta de compra da instituição controlada por Daniel Vorcaro — e pouco mais de dois meses depois de o BC ter rejeitado a aquisição pelo BRB.

No ofício assinado pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a liquidação do Banco Master era justificada pela “situação econômico-financeira da instituição” e pela “infringência às normas que disciplinam a atividade bancária”.

O Banco Master emitiu R$ 50 bilhões em CDBs prometendo juros acima das taxas de mercado e sem comprovar que tinha liquidez, ou seja, que conseguiria pagar esses títulos no futuro.Para reforçar essa impressão de liquidez, o Master aplicou parte do dinheiro dos CDBs em ativos que não existem, comprando créditos de uma empresa chamada Tirreno.O Master não pagou nada por essa compra, mas logo em seguida vendeu esses mesmos créditos ao BRB – que pagou R$ 12,2 bilhões, sem documentação, para "socorrer" o caixa do Banco Master.Essas transações aconteceram no mesmo período em que o BRB tentava comprar o próprio Banco Master – e convencer os órgãos de fiscalização de que a transação era viável e não geraria risco aos acionistas do BRB, incluindo o governo do DF.

Já a segunda fase da operação apura um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e incluiu buscas em endereços ligados ao controlador da instituição, Daniel Vorcaro, e a familiares, como o pai, a irmã e o cunhado.

O empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, também figuram entre os alvos da investigação.

Segundo as autoridades, o esquema envolveria a captação de recursos, a aplicação desses valores em fundos e o posterior desvio para o patrimônio pessoal de Vorcaro. Durante o cumprimento dos mandados, a PF apreendeu o celular do controlador do banco.

Procurada, a defesa de Vorcaro afirmou que ele tem colaborado com as autoridades e reiterou o interesse no esclarecimento completo dos fatos.

A decisão do Banco Central de decretar a liquidação extrajudicial do Banco Master passou a ser questionada em outras instâncias, ampliando o alcance do caso.

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou inicialmente a realização de uma inspeção para analisar documentos relacionados ao processo de liquidação.

O ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso, solicitou esclarecimentos ao BC sobre possíveis indícios de que a medida teria sido adotada de forma precipitada.

A decisão do relator, contudo, provocou reação imediata de entidades do setor financeiro e associações de bancos, que saíram em defesa da autonomia do BC.O próprio BC apresentou recurso ao TCU, solicitando que a determinação fosse analisada pelo plenário da Corte. Diante da repercussão, Jhonatan de Jesus recuou e suspendeu a inspeção até que o colegiado do tribunal se manifeste.

Na última semana, o presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, reuniu-se com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, para tratar do tema. Na segunda-feira (12), o Banco Central retirou os embargos de declaração apresentados contra a decisão do relator.

Segundo o BC, a retirada do recurso faz parte de uma saída negociada para encerrar o impasse institucional entre as duas entidades. Como resultado do acordo, BC e TCU definiram que as próximas etapas envolverão diligências técnicas sobre a documentação, e não uma inspeção formal.

Ao blog do Valdo Cruz, integrantes do BC afirmaram que os embargos cumpriram seu papel ao deixar claro que o TCU reconhece a prerrogativa exclusiva do BC para decretar a liquidação do banco, sem invasão de competência. Segundo técnicos da autoridade monetária, o sigilo do processo será preservado, e o tribunal terá acesso apenas aos documentos expressamente autorizados.

A apuração criminal chegou ao Supremo por decisão do ministro Dias Toffoli, que assumiu a relatoria e determinou a concentração das medidas judiciais no STF, suspendendo procedimentos em instâncias inferiores.

A justificativa apresentada foi a existência de informações econômicas sensíveis, com potencial de gerar impactos sobre o sistema financeiro. Desde então, Toffoli passou a centralizar as decisões relacionadas ao caso.

Entre as medidas estão a decretação de sigilo sobre partes do inquérito e a autorização de atos como acareações. O ministro também apontou urgência na condução do processo, argumentando que a exposição dos fatos poderia afetar o mercado.

A transferência do inquérito para o STF ocorreu após a menção a um deputado federal nas investigações, o que fundamentou a alegação de prerrogativa de foro. Paralelamente, a condução do caso no Supremo passou a ser acompanhada de episódios que levantaram questionamentos.

Um deles envolve uma viagem de Toffoli, no fim de novembro, em um voo particular que também transportava um advogado ligado à defesa de um dos diretores do Banco Master.

A viagem ocorreu logo após o ministro ter sido sorteado relator de um recurso apresentado pela defesa de Daniel Vorcaro. Toffoli confirmou que esteve no avião, mas afirmou que não houve qualquer discussão sobre o processo durante o trajeto.

Poucos dias depois, o ministro determinou o sigilo do caso e acolheu o pedido para que a investigação fosse formalmente transferida ao STF, sob sua relatoria. A decisão atendeu a solicitações feitas tanto por um diretor do banco quanto, anteriormente, pelos advogados de Vorcaro.

O episódio também trouxe à tona vínculos do banco com integrantes do Supremo Tribunal Federal. Um deles foi a existência de um contrato firmado entre o Banco Master e a esposa do ministro Alexandre de Moraes, conforme revelou a colunista Malu Gaspar, do jornal "O Globo".

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, descartou "ilicitude" e arquivou pedido para investigar Moraes e esposa no caso do banco Master.

Segundo a Polícia Federal, grande parte das operações do Banco Master envolveu bancos e fundos de pensão, escapando aos mecanismos de controle dessas instituições em razão da pressão exercida por políticos com influência sobre elas.

O blog do Valdo Cruz informou que governadores e parlamentares ligados a Daniel Vorcaro, com influência sobre esses bancos e fundos de pensão, estão na mira das investigações.

Ainda segundo o blog, os investigadores afirmam que a venda anunciada do Banco Master para a Fictor teria sido uma “bomba de fumaça” lançada no mercado diante do avanço das investigações.

O objetivo teria sido dar uma última cartada para evitar a exposição dos negócios fraudulentos da instituição controlada por Daniel Vorcaro.

Durante a segunda fase da operação Compliance Zero, a Polícia Federal apreendeu carros, relógios de luxo, dinheiro em espécie e outros bens. Ao todo, foram recolhidos R$ 97,3 mil em dinheiro, além do bloqueio e sequestro de bens e valores que somam mais de R$ 5,7 bilhões.

A ação cumpre 42 mandados autorizados pelo ministro Dias Toffoli, incluindo buscas em endereços ligados ao controlador do banco, Daniel Vorcaro, e a familiares, em São Paulo.

Os mandados tiveram como alvos endereços em São Paulo — incluindo a Avenida Faria Lima, um dos principais centros financeiros da capital paulista — e nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

A defesa de Daniel Vorcaro afirmou que ele tem colaborado de forma integral e contínua com as autoridades competentes. Ressaltou, ainda, o interesse no esclarecimento completo dos fatos e no encerramento célere do inquérito. (veja mais abaixo)

As defesas do empresário Nelson Tanure e do investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, não se manifestaram. O espaço permanece aberto para eventuais posicionamentos dos demais alvos da operação.

"A defesa de Daniel Vorcaro informa que tomou conhecimento da medida de busca e apreensão e reafirma que o Sr. Vorcaro tem colaborado integral e continuamente com as autoridades competentes. Todas as medidas judiciais determinadas no âmbito da investigação serão atendidas com total transparência.

O Sr. Vorcaro permanece à disposição para prestar esclarecimentos sempre que solicitado, reforçando seu interesse no esclarecimento completo dos fatos e no encerramento célere do inquérito. A defesa reitera confiança no devido processo legal e seguirá atuando nos autos para que as informações sejam tratadas de forma objetiva e dentro dos limites constitucionais."

Fachada do Banco Master na cidade de Ssão Paulo, nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025. — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

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Quem é João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos que está sendo investigado pela PF

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 23:47

Economia Negócios Quem é João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos que está sendo investigado pela PF Empresário é um dos alvos da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. Por Redação g1 — São Paulo

João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos, é um dos investigados na segunda fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. A ação, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (14), também envolve buscas em endereços ligados ao dono do banco, Daniel Vorcaro, e seus parentes.

Além de Mansur, o empresário Nelson Tanure também é alvo da operação. Segundo a investigação, havia captação de recursos, aplicação em fundos e desvio para o patrimônio pessoal de Vorcaro e seus familiares. O celular do proprietário do Banco Master foi apreendido.

Essa não foi a primeira vez que o empresário se envolveu em polêmicas. Mansur renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração da Reag Investimentos em setembro do ano passado, após a empresa ter sido algo de uma megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na ocasião, as investigações da Polícia Federal apontaram irregularidades em várias etapas de produção e distribuição de combustíveis no país, além de um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro que teria envolvido fintechs, fundos de investimentos e outras empresas do setor financeiro.

Bacharel em ciências contábeis, Mansur fundou a Reag Investimentos em 2012, possui 35 anos de experiência no mercado financeiro e atua como conselheiro independente autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para gerir carteiras de investimentos.

O empresário tem experiência em auditoria, controladoria, gestão financeira, planejamento estratégico, análise de investimentos e desenvolvimento de negócios. Em seu perfil no LinkedIn, afirma ter estruturado mais de 200 fundos de investimento — incluindo Fundos de Investimento Imobiliário (FII), Fundos de Investimento em Participações (FIP) e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) —, além de conduzir outras operações no mercado de capitais.

Mansur atuou como executivo em empresas como PricewaterhouseCoopers (PwC), Monsanto, Tishman Speyer e WTorre Arenas, participando ainda da criação do estádio Allianz Parque.

Além de sua ligação com times de futebol por meio da Reag, Mansur trabalhou na Trump Realty Brazil, empresa que levava o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A joint venture foi criada em 2003, mas o contrato com o Republicano durou apenas até 2006, uma vez que o projeto fracassou antes de concluir qualquer empreendimento imobiliário.

Na ação deflagrada nesta quarta-feira, a Polícia Federal apreendeu bens como carros, relógios de luxo e outros itens de valor em endereços ligados a suspeitos de fraudes financeiras no Banco Master.

A decisão expedida pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou 42 mandados de buscas, além do sequestro e bloqueio de bens e valores que superam R$ 5,7 bilhões, segundo a PF.

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes federais também encontraram dinheiro em espécie. Até a última atualização desta reportagem, haviam sido contabilizados R$ 97,3 mil em dinheiro vivo.

Os mandados foram cumpridos em São Paulo — incluindo endereços na Avenida Faria Lima, um dos principais centros financeiros do país — e nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

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