Imposto de Renda

Brasil não perde competitividade com aumento da alíquota dos EUA para 15%, pois tarifa é igual para todo mundo, diz Alckmin

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil não perde competitividade com aumento da alíquota dos EUA para 15%, pois tarifa é igual para todo mundo, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (22) que o aumento tarifas globais de importação dos Estados Unidos de 10% para 15% não gera perda de competividade para empresas brasileiras. Isso ocorre, segundo ele, porque a tarifa é igual para todos países.

Ele deu as declarações em Aparecida (SP), onde participa da Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026.

"Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora e março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias", disse Alckmin.

O aumento da tarifa dos EUA para 15% foi anunciado neste sábado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter derrubado o tarifaço imposto no ano passado. Ele disse que a elevação é legal e permitida pelos instrumentos jurídicos existentes.

De acordo com cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), a decisão da Suprema Corte dos EUA impacta o correspondente a US$ 21,6 bilhões em vendas externas brasileiras ao país.

Em Aparecida, Alckmin também destacou que está otimista pela aprovação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia no mês de março pelo Congresso Nacional.

Ele citou a preocupação de alguns setores, como de vinho, por exemplo, com a concorrência. Mas ponderou que o acordo fechado prevê salvaguardas ao Brasil. "Se tiver um pico [de importações], suspende [as compras do exterior]", explicou.

Há 1 hora Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 1 horaPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 1 hora4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

Há 1 hora Ucrânia e Rússia Presos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de puniçãoHá 1 horaA cidade russa que perdeu quase todos seus homens para a guerraHá 1 horaPresos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de punição

Agora Mundo Tensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 2 horas Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 2 horas’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 2 horas Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 2 horasGoverno prevê arrecadar R$ 14 bilhões com alta de tarifa sobre importados

Há 3 minutos Economia Chefe de cartelMéxico envia mais 2 mil soldados para Jalisco após morte do traficante ‘El Mencho’

Há 6 horas Mundo Helicóptero, ajuda dos EUA e 70 mortes: como foi ação que matou traficanteHá 6 horasParadeiro de traficante foi descoberto após visita de namoradaHá 6 horasVÍDEO mostra desespero e correria em aeroporto no México após tiros