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Conselho da Warner Bros. recomenda que acionistas rejeitem oferta da Paramount

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Conselho da Warner Bros. recomenda que acionistas rejeitem oferta da Paramount

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

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O conselho da Warner Bros. Discovery recomendou que seus acionistas rejeitem a proposta de aquisição de US$ 108,4 bilhões apresentada pela Paramount Skydance.

A decisão — que reforça a posição favorável à venda do conglomerado para a Netflix — representa mais uma reviravolta na disputa pelos ativos da Warner.

O conselho da Warner afirmou ter considerado “inferior” a proposta apresentada pela Paramount em comparação ao acordo de fusão já firmado com a Netflix.

Em 5 de dezembro, a Netflix anunciou um acordo para adquirir os estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner por US$ 72 bilhões.

Três dias depois, a Paramount apresentou uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões, tentando melar o negócio da Netflix.

O conselho da Warner Bros. Discovery recomendou que seus acionistas rejeitem a proposta de aquisição de US$ 108,4 bilhões apresentada pela Paramount Skydance, informou a empresa nesta quarta-feira (17).

A decisão — que reforça a posição favorável à venda do conglomerado para a Netflix — representa mais uma reviravolta na disputa pelos ativos da Warner, que incluem o tradicional estúdio de cinema e TV e um amplo catálogo audiovisual.

O conselho da Warner afirmou ter considerado “inferior” a proposta apresentada pela Paramount em comparação ao acordo de fusão já firmado com a Netflix.

Em 5 de dezembro, a Netflix anunciou um acordo para adquirir os estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner por US$ 72 bilhões. Três dias depois, a Paramount apresentou uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões, tentando melar o negócio da Netflix.

🔎 Uma oferta hostil ocorre quando uma empresa tenta adquirir outra sem o apoio da diretoria ou do conselho da companhia alvo. Em vez de negociar com os executivos, o comprador se dirige diretamente aos acionistas, geralmente oferecendo um valor atrativo pelas ações para tentar assumir o controle.

Segundo a diretoria, a oferta da Netflix, de US$ 27,75 por ação, abrange os estúdios de cinema e televisão, o acervo e o serviço HBO Max. Trata-se de um acordo vinculante, que dispensa captação adicional de capital e inclui compromissos de dívida considerados sólidos.

“Estamos convencidos de que a parceria entre Netflix e Warner Bros. trará mais opções e valor aos consumidores, ampliará o alcance da comunidade criativa com nossa distribuição combinada e impulsionará o crescimento de longo prazo”, afirmou a Warner Bros. na quarta-feira.

O catálogo da Warner inclui clássicos como Casablanca e Citizen Kane, além de franquias e séries de sucesso, como Harry Potter, Friends e as produções da HBO, incluindo o serviço HBO Max.

Quem vencer a disputa terá uma vantagem expressiva na chamada “guerra do streaming”, assegurando um acervo amplo de conteúdos que há anos desperta interesse no mercado.

Logotipo da Warner Bros. no Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions em Cannes — Foto: REUTERS/Eric Gaillard/Foto de Arquivo

O valor total do acordo anunciado pela Netflix, caso seja concluído, chegaria a cerca de US$ 82,7 bilhões. Além dos US$ 72 bilhões ofertados aos acionistas, a empresa assumiria as dívidas da Warner, elevando o valor total da transação.

Na prática, se a compra avançar, a Netflix poderá reduzir sua dependência de estúdios externos e fortalecer sua expansão para áreas como games, eventos ao vivo e novos serviços ao consumidor.

Segundo fontes da agência Reuters, a proposta da Netflix chamou atenção por dois pontos principais:

incluía o compromisso de manter lançamentos de filmes da Warner Bros. Discovery nos cinemas — movimento relevante para uma empresa que historicamente resiste a priorizar exibições amplas;previa pagamento majoritariamente em dinheiro.

Poucos dias após o anúncio da Netflix, a Paramount apresentou sua oferta hostil para assumir o controle da Warner Bros. Discovery. O negócio, porém, segue um formato distinto do acordo anunciado pela gigante do streaming.

💰 Na proposta, a Paramount ofereceu US$ 30 por ação em dinheiro — acima do valor implícito de cerca de US$ 28 por ação da oferta da Netflix, calculado a partir do valor total da transação dividido pelo número de ações. Considerando a compra e a assunção das dívidas, o pacote total chega a US$ 108,4 bilhões.

A investida ampliou a disputa e reacendeu a pressão sobre as negociações, que já envolviam executivos de Hollywood, reguladores e autoridades políticas, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desde o anúncio do acordo com a Netflix.

A ofensiva também marcou a escalada de uma série de iniciativas da Paramount para avançar em uma possível combinação de negócios com a Warner nos últimos meses.

Desde setembro, o estúdio avalia alternativas para formar um novo conglomerado de mídia capaz de competir com gigantes como a Netflix e empresas de tecnologia, como a Apple, que têm ampliado sua presença no setor de entretenimento.

Foto de arquivo: a torre de água dos estúdios Warner Bros. em Burbank, na Califórnia, EUA, em 18 de novembro de 2025. — Foto: Reuters/Mike Blake

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