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Mega Sena da Virada bilionária rendeu quase R$ 500 milhões aos cofres públicos em impostos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%Oferecido por

O Imposto de Renda retido diretamente na fonte sobre o prêmio bilionário pago pela Mega da Virada de 2025 rendeu quase meio bilhão de reais ao governo federal.

O dado foi divulgado nesta terça-feira (24) pela Receita Federal. Segundo o órgão, o prêmio pago de R$ 1,09 bilhão foi o valor líquido, ou seja, após o recolhimento de impostos. O valor total arrecadado pela Caixa Econômica Federal, operadora do sorteio, foi de R$ 1,56 bilhão.

Os números sorteados na Mega da Virada foram 9 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59. Seis apostas dividiram o prêmio de R$ 1,09 bilhão, o maior da história.

Além dos vencedores do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina e levaram R$ 11.931,42 cada. Já os 308.315 ganhadores da quadra embolsaram R$ 216,76 cada um.

Sorteio da Mega da Virada 2025 pagou o maior prêmio da história — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O valor recolhido com a Mega da Virada ajudou a turbinar a arrecadação do governo com apostas online e exploração de atividades de jogos de azar – que totalizou R$ 1,5 bilhão em janeiro.

Ao todo, o governo federal arrecadou R$ 325,8 bilhões em janeiro deste ano, com alta real (descontada a inflação) de 3,56%. Foi a maior arrecadação de toda a história.

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Trump faz hoje discurso do ‘Estado da União’ no Congresso dos EUA; g1 vai transmitir ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 13:47

Mundo Ao vivo Encerrada Especial Publicitário Trump faz hoje discurso do ‘Estado da União’ no Congresso dos EUA; g1 vai transmitir ao vivo No radar estão pressões internas por causa de operações contra a imigração, além de decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas. Carregando

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Comissão aprova acordo Mercosul-UE; texto segue para plenário da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 12:44

Política Comissão aprova acordo Mercosul-UE; texto segue para plenário da Câmara Acordo pretende criar a maior zona de livre comércio do mundo. Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) afirmou que texto pode ser votado ainda nesta semana. Por Marcela Cunha, g1 — Brasília

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul aprovou nesta terça-feira (24) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Na prática, o tratado pode criar a maior zona de livre comércio do mundo.

Com a aprovação, o texto seguirá para o Plenário da Câmara. No último sábado (21), o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a proposta deve ser votada pelos deputados nesta semana (entenda mais sobre a tramitação abaixo).

"Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE para a próxima semana", disse nas redes sociais na ocasião.

🌍O tratado assinado em 17 de janeiro no Paraguai prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Em seu parecer, o relator da proposta, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), afirma que o acordo dará melhores condições ao Brasil para defender e desenvolver os setores produtivos.

"O Acordo expande nossas oportunidades de inovação, com a importação de bens de capital e as possibilidades abertas por novas técnicas e tecnologias produtivas que podem encaminhar um novo ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico sustentável para a economia brasileira".

Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

O tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.

A expectativa é que o acordo comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, reduza tarifas e amplie o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro.

Apesar da investida de legisladores da União Europeia, que impuseram um revés ao acordo comercial ao encaminhá-lo ao Tribunal de Justiça da União Europeia — movimento que pode atrasar a implementação em até dois anos —, a expectativa de diplomatas é que o documento passe a ser aplicado de forma provisória já em março.

O processo de internalização do Acordo Mercosul-UE começa com o envio da mensagem presidencial ao Congresso Nacional, que foi realizado em 2 de fevereiro.

O texto do acordo foi recebido pela Câmara dos Deputados e analisado pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. Agora que foi provado na comissão, o texto segue para o Plenário da Câmara.

Após a deliberação pela Câmara, o texto é encaminhado ao Senado Federal, onde também será discutido e votado.

Além da tramitação no Brasil, o acordo Mercosul-União Europeia precisa ser aprovado internamente por cada país do Mercosul, de acordo com seus próprios ritos legislativos.

Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou a criação de um grupo de trabalho para acompanhar a tramitação do acordo comercial entre o Mercosul e União Europeia.

Segundo o presidente da Comissão, senador Nelsinho Trad (PAD-MS), o grupo de trabalho terá como foco os desdobramentos da implantação do acordo entre os blocos.

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Governo suspende temporariamente importação de cacau da Costa do Marfim, maior fornecedor para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 11:48

Agro Governo suspende temporariamente importação de cacau da Costa do Marfim, maior fornecedor para o Brasil Ministério da Agricultura adotou medida após avaliação que apontou risco fitossanitário e possibilidade de mistura de grãos de países vizinhos nas cargas destinadas ao Brasil. Por Redação g1

O Ministério da Agricultura decidiu suspender, de forma imediata e temporária, as importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau da Costa do Marfim, maior fornecedor do produto para o Brasil.

A medida foi adotada com base em avaliação técnica que apontou risco fitossanitário nas cargas destinadas ao Brasil.

Segundo o Ministério da Agricultura, o elevado fluxo de grãos provenientes de países vizinhos para o território marfinense pode permitir a mistura de amêndoas de diferentes origens nas cargas exportadas ao Brasil.

Parte desses países possui status fitossanitário desconhecido para a cultura do cacau ou não tem autorização para vender o produto ao mercado brasileiro, diz o governo.

O ato determina ainda que a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e a Secretaria de Defesa Agropecuária adotem procedimentos para investigar possíveis casos de triangulação comercial, diante da suspeita de que amêndoas originárias de países vizinhos — como Gana, Guiné e Libéria — estejam sendo incorporadas a lotes declarados como marfinenses.

A suspensão das importações será mantida até que o governo da Costa do Marfim apresente manifestação formal e garantias de que os envios destinados ao Brasil não contenham cacau produzido em países sem autorização sanitária.

A decisão ocorre após uma agenda articulada pelo governador do Pará, Helder Barbalho, em Brasília. O estado é o maior produtor de cacau do país.

Barbalho se reuniu com o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e demais autoridades para defender interesses estratégicos dos produtores de cacau paraenses e brasileiros.

“Isso foi uma reivindicação dos produtores rurais. [….] Isso vai permitir com que os produtos nacionais sejam valorizados, com que a produção de cacau no Brasil possa melhorar o preço e possa fortalecer aqueles que produzem”, destacou o governador.

A decisão do Ministério atende a demandas das associações de cacaicultores e lideranças estaduais, que vinham alertando sobre riscos sanitários e impactos competitivos decorrentes do ingresso de produtos importados que poderiam agravar a situação das lavouras brasileiras e pressionar os preços internos, destacou o governo do estado, em nota.

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Warner Bros avalia nova oferta da Paramount e reabre disputa com a Netflix

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%Oferecido por

A Warner Bros informou nesta terça-feira (24) que recebeu uma nova proposta de aquisição da Paramount Skydance, apresentada dentro do prazo de uma semana concedido para a entrega de sua “melhor e última oferta”, encerrado na segunda-feira (23).

Em comunicado, o conselho afirmou que a proposta está sendo analisada com o apoio de assessores financeiros e jurídicos. A empresa ressaltou, porém, que o acordo de fusão já firmado com a Netflix permanece em vigor e continua sendo recomendado aos acionistas.

O valor da nova proposta não foi divulgado. Em dezembro do ano passado, a Paramount havia oferecido US$ 30 por ação, em dinheiro, diretamente aos acionistas da Warner.

Neste mês, acrescentou um bônus de US$ 0,25 por ação a cada três meses, caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026, além de se comprometer a assumir a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar em caso de rompimento do contrato com a Netflix.

A empresa também tenta responder a críticas feitas em negociações anteriores, como a necessidade de maior garantia de financiamento.

No mês passado, a Netflix revisou sua proposta e passou a oferecer US$ 27,75 (R$ 143) por ação, em pagamento integral em dinheiro, totalizando US$ 82,7 bilhões (R$ 427 bilhões). A nova estrutura recebeu apoio unânime do conselho da Warner, controladora da HBO.

A extensão do prazo para a Paramount foi autorizada pela Netflix por meio de uma isenção temporária, conhecida como "limited waiver", que suspende provisoriamente determinadas obrigações contratuais.

Pelos termos do acordo, se o conselho da Warner considerar a nova oferta superior à da Netflix, a plataforma de streaming terá quatro dias para apresentar uma contraproposta.

A disputa entre Netflix e Paramount Skydance pelo controle da Warner Bros. Discovery começou no fim de 2025, quando a Netflix apresentou a primeira proposta formal para comprar a empresa.

Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação.

Pouco depois, a Paramount Skydance entrou na disputa com uma oferta hostil, mais alta, avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões, oferecendo US$ 30 por ação em dinheiro.

Apesar do valor maior, o conselho da Warner rejeitou a proposta da Paramount, por considerá-la mais arriscada, baseada em alto endividamento e com menos garantias do que o acordo com a Netflix.

🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming.

No mês passado, a Paramount entrou com uma ação judicial contra a Warner para obter mais informações sobre o acordo firmado com a Netflix.

A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix.

Neste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra da Warner pela Netflix pode gerar concentração excessiva no mercado de streaming e reduzir a concorrência.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos.

A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.

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Arrecadação federal bate recorde histórico e soma R$ 325,8 bilhões em janeiro, maior valor em 32 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,13%Dólar TurismoR$ 5,3780,2%Euro ComercialR$ 6,0940,000%Euro TurismoR$ 6,3470,05%B3Ibovespa190.157 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,13%Dólar TurismoR$ 5,3780,2%Euro ComercialR$ 6,0940,000%Euro TurismoR$ 6,3470,05%B3Ibovespa190.157 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,13%Dólar TurismoR$ 5,3780,2%Euro ComercialR$ 6,0940,000%Euro TurismoR$ 6,3470,05%B3Ibovespa190.157 pts0,69%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 325,8 bilhões em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira (24) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 3,56% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 314,54 bilhões (valor corrigido pela inflação).

▶️Esse também foi a maior arrecadação já registrada em todos os meses desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, ou seja, em 32 anos.

▶️O recorde na arrecadação em janeiro deste ano está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O IRRF-Rendimentos do Capital apresentou uma arrecadação de R$ 14,68 bilhões, com alta real de 32,56%. "Destaca-se, adicionalmente, o crescimento da arrecadação decorrente da tributação de Juros sobre o Capital Próprio", informou a Receita Federal.O Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), que também foi elevado no ano passado, apresentou uma arrecadação de R$ 8 bilhões em janeiro, com crescimento real de 49,05%. O governo também arrecadou R$ 1,5 bilhão com a taxação de apostas online e exploração de atividades de jogos de azar. A tributação das chamadas "bets" também foi elevada no fim de 2025.A arrecadação previdenciária totalizou R$ 63,45 bilhões, com alta real de 5,48%, por conta do crescimento de real na massa salarial, pelo aumento na arrecadação do Simples Nacional e pela alta de 17,02% no montante das compensações tributárias.O PIS/Pasep e a Cofins apresentaram uma arrecadação de R$ 56 bilhões, com aumento real de 4,35%. "Esse desempenho pode ser explicado pelo aumento de 2,84% no volume de vendas (PMC-IBGE) e de 3,45% no volume de serviços (PMS-IBGE) entre dezembro de 2025 e dezembro de 2024", diz a Receita.

▶️O governo também contou com o aumento de outros tributos, efetuados nos últimos anos, para melhorar a arrecadação em janeiro de 2026. São eles:

Tributação de fundos exclusivos, os "offshores";Mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;Retomada da tributação de combustíveis;Imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);Reoneração gradual da folha de pagamentos;Fim de benefícios para o setor de eventos (Perse).

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

Com crescimento da economia e alta de impostos, arrecadação bate novo recorde histórico em janeiro — Foto: Reprodução/Pixabay

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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Dólar abre em alta com tarifas dos EUA no radar e dados do setor externo brasileiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (24) em alta, com avanço de 0,06% pouco depois das 9h, cotado a R$ 5,1720. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Nos Estados Unidos, entrou em vigor nesta terça-feira a tarifa adicional de 10% sobre produtos que não estejam cobertos por isenções, conforme aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras. A taxa corresponde ao percentual anunciado pelo presidente Donald Trump na sexta-feira (20), e não aos 15% mencionados posteriormente.

▶️ Ainda no cenário americano, discursos de dirigentes do Federal Reserve ao longo do dia estarão no radar dos investidores, além da divulgação da pesquisa semanal da ADP sobre criação de vagas no setor privado, cuja leitura anterior indicou abertura de 10,25 mil postos de trabalho.

▶️ No Brasil, as transações correntes do balanço de pagamentos registraram déficit de US$ 8,4 bilhões em janeiro de 2026, menor que o rombo de US$ 9,8 bilhões no mesmo mês de 2025. Nos 12 meses até janeiro, o déficit caiu para US$ 67,6 bilhões (2,92% do PIB).

▶️ No campo político, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado ouve o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, em reunião do grupo de trabalho que acompanha as investigações sobre o Banco Master.

Os EUA passaram a aplicar, a partir de hoje, uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos que não estejam cobertos por isenções.

A medida foi informada em um aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) e corresponde à taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira (20) — e não aos 15% mencionados por ele no dia seguinte.

Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas anteriores, justificadas por motivos de emergência, Trump anunciou uma nova taxa global temporária de 10%. No sábado (21), afirmou que elevaria esse percentual para 15%.

Em comunicado destinado a “fornecer orientações sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026”, a CBP informou que, exceto os produtos listados como isentos, as importações “estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 10%”.

A decisão ampliou a incerteza em torno da política comercial dos EUA, sem esclarecer por que foi adotado o percentual mais baixo.

Em meio às incertezas geradas pela entrada em vigor das tarifas comerciais, Trump fará o discurso anual do Estado da União no Capitólio, às 23h (horário de Brasília). A cerimônia é uma tradição da política americana. Nela, o presidente apresenta ao Congresso um balanço do governo e as prioridades para o ano.

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As transações correntes do balanço de pagamentos — que resumem quanto o país recebe e paga ao exterior com comércio, serviços, rendas e transferências — registraram déficit de US$ 8,4 bilhões em janeiro de 2026. As informações foram divulgadas nesta terça-feira pelo Banco Central.

O resultado veio pior do que o esperado por economistas ouvidos pela Reuters, que projetavam um déficit de US$ 6,4 bilhões, mas ainda assim menor que o rombo de US$ 9,8 bilhões registrado em janeiro de 2025.

Na comparação anual, a melhora foi explicada principalmente pelo aumento do superávit na balança comercial de bens, que cresceu US$ 2,1 bilhões, e pela redução do déficit na conta de serviços, em US$ 581 milhões.

Segundo o BC, esses avanços foram parcialmente compensados por um aumento de US$ 1,3 bilhão no déficit em renda primária, que inclui pagamentos de juros e lucros ao exterior.

No acumulado de 12 meses até janeiro de 2026, o déficit em transações correntes recuou para US$ 67,6 bilhões, o equivalente a 2,92% do PIB. Em dezembro de 2025, o déficit era de US$ 69,0 bilhões (3,03% do PIB), e em janeiro de 2025, de US$ 72,4 bilhões (3,35% do PIB).

A balança comercial de bens registrou superávit de US$ 3,5 bilhões em janeiro de 2026, acima dos US$ 1,4 bilhão de janeiro de 2025.

As exportações somaram US$ 25,3 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 21,8 bilhões. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, as exportações caíram 1,2%, e as importações recuaram 10,0%.

Nos Estados Unidos, a semana começou sob um ambiente de incerteza após novas mudanças na política tarifária anunciadas pelo presidente Donald Trump e os três principais índices de Wall Street fecharam em queda.

Na Europa, o tom foi de pressão sobre os mercados. Sem grandes notícias internas, o humor dos investidores refletiu principalmente as preocupações vindas do exterior, em especial dos EUA.

No fechamento, o índice STOXX 600 recuou 0,45%, para 627,70 pontos. O DAX, da Alemanha, caiu 1,06%, a 24.991,97 pontos, enquanto o CAC 40, em Paris, recuou 0,22%, para 8.497,17 pontos. Já o FTSE 100, no Reino Unido, fechou praticamente estável, com leve queda de 0,02%, a 10.684,74 pontos.

Na Ásia, parte das principais bolsas, como Japão e China continental, permaneceu fechada por feriados, reduzindo o volume de negociações na região.

O Hang Seng, em Hong Kong, subiu 2,5%, aos 27.081,91 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,7%, para 5.846,09 pontos. Em Taiwan, o Taiex teve alta de 0,5%, enquanto o Sensex, na Índia, subiu 0,6%. Já o SET, da Tailândia, encerrou o dia praticamente estável.

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A rotina das ‘babás de milionários’, de jantar no iate de DiCaprio a cuidar de minigalinhas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 24/02/2026 08:47

Trabalho e Carreira A rotina das 'babás de milionários', de jantar no iate de DiCaprio a cuidar de minigalinhas Assistentes pessoais de ricos viralizam nas redes sociais mostrando bastidores de trabalho; função exige disponibilidade e atrai porproximidade a estilo de vida glamouroso. Por Rute Pina — São Paulo

Giuliana Passarelli viralizou no TikTok mostrando bastidores de trabalho como assistente pessoal de empresário — Foto: Reprodução/Instagram/@gbpassarelli_

"Sabe aquele ditado que diz que todo mundo tem as mesmas 24 horas? É mentira", decreta a paulistana Giuliana Passarelli, de 31 anos, que trabalha como assistente pessoal de um milionário. "Ele [o chefe] também tem as minhas 24 horas."

Giuliana se dedica a resolver tudo o que o empresário de 35 anos que a contratou não quer fazer, seja a escolha de um terno de 5 mil euros, a produção de uma festa de aniversário ou a compra do material escolar do filho dele.

Mas sua rotina pode ser ainda mais extravagante: ela conta, por exemplo, que seu chefe já a chamou para ir às pressas para a França apenas para buscar uma Ferrari.

"Tive que arrumar a mala do dia para a noite, porque ele comprou uma edição especial, de colecionador. Chegamos, fomos a uma cidade vizinha a Paris e tive que resolver toda a parte burocrática de como se traz um carro para o Brasil", lembra Giuliana.

Seu emprego não tem rotina fixa. Um dia pode ter que levar ao veterinário o cachorro do patrão ou marcar uma consulta no dentista. Os boletos do patrão também são sua responsabilidade.

"Sabe quando você está no seu dia mais pilhado, cheio de trabalho, e pensa: 'Esqueci de comprar pasta de dente'? Isso não acontece com ele, porque eu não esqueci."

Giuliana se dedica a resolver 'tudo o que seu patrão não quer' — Foto: Reprodução/Instagram/@gbpassarelli_

Por isso, nas redes sociais, ela se autodenomina uma "babá de milionário". O termo, que viralizou, nasceu de uma piada interna.

Segundo ela, o patrão pode "ligar o modo avião da cabeça" enquanto ela assume a responsabilidade por tudo.

"Sabe quando você tem que ficar ligada em uma criança de dois anos, em que não se pode piscar por um segundo? Com ele, é a mesma coisa. Sou responsável pela vida de outra pessoa e, do nada, tudo pode mudar."

Formada em Publicidade e pós-graduada em Marketing, Giuliana trocou o expediente comercial em agências e eventos pela gestão total da vida do empresário.

"Gostava muito do que fazia, mas ainda não tinha me encontrado na rotina. Não me via trabalhando das 8h às 18h, presa atrás de um computador."

A oportunidade surgiu na pandemia, quando recebeu a indicação de uma conhecida para trabalhar como assistente de um milionário. Após uma entrevista de só cinco minutos, ele decidiu fazer um teste. Giuliana já trabalha para o empresário há cinco anos.

"Por mais que eu não tenha uma rotina estabelecida, isso não é um problema para mim, porque nunca fui uma pessoa apegada à rotina", diz ela.

"Gosto mais, porque cada dia é um dia, você faz coisas diferentes e conhece coisas diferentes. Você tem que aprender muitas coisas."

Há também o lado excêntrico. Giuliana relata que, após ler uma matéria sobre milionários fissurados em minigalinhas, seu chefe decidiu aderir à moda.

Também conhecida como galinha anã, a raça serama passou a ser criada no interior de São Paulo para ser vendida como animal de estimação. Originária da Malásia, ela tem 15 cm de altura, em média — uma raça de grande porte pode atingir 75 cm.

"Ele apareceu no escritório com duas, e eu virei, literalmente, babá de minigalinhas", conta a assistente.

As aves, que custaram R$ 3 mil cada uma, hoje vivem no sítio de uma funcionária do empresário, mas Giuliana continua recebendo fotos e atualizações para repassar ao chefe.

Para não abandonar sua formação, ela passou a produzir conteúdo para a internet. Seu perfil no TikTok já tem mais de 5 milhões de curtidas e mais de 140 mil seguidores com vídeos que narram os bastidores do seu trabalho como "babá" de milionário.

Cristina Proença, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), onde coordena a pós-graduação em Negócios e Marketing de Luxo Contemporâneo, diz que é um desdobramento dos empregados domésticos mais conhecidos dos super-ricos, como governantas e mordomos.

"Sempre houve nas famílias tradicionais, inclusive você tem funcionários que passaram de gerações em gerações, pessoas que auxiliavam a casa", diz Proença.

Ela aponta que a concentração de riqueza no topo da pirâmide tem impulsionado a demanda por esse serviço ultraespecializado.

Um levantamento da consultoria Bain & Company projeta que o mercado de luxo no Brasil — que faturava R$ 74 bilhões em 2022 — alcançará R$ 150 bilhões até 2030, impulsionado por famílias com patrimônios superiores a US$ 1 milhão (R$ 5,2 milhões).

O grupo dos "super-ricos" no Brasil é composto por 141,4 mil pessoas, segundo o governo federal. A lei sancionada no ano passado que isentou o Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil caracterizou o grupo como contribuintes de alta renda, que ganham acima de R$ 50 mil por mês.

Com um mercado cada vez mais voltado a serviços exclusivos, a superpersonalização se torna a chave da experiência de luxo.

"Um personal assistant [assistente pessoal] é alguém que conhece tão bem seu cliente que vai poder customizar essas experiências para o que esse público realmente está buscando — algo muito exclusivo, que ninguém mais consegue ter acesso."

O objeto de desejo mais valioso não é material, mas o tempo. "Quando você fala da contratação desse staff [equipe ou funcionário], você está falando realmente de ganhar tempo comprando o tempo de outras pessoas", diz Proença.

"Você tem coisas que você teria que fazer, como cuidar de uma casa, mas que isso te priva de fazer uma série de outras coisas. Se elas podem ser administradas por um terceiro, você não tem que se envolver", continua.

A professora diz não gostar do termo "babá de milionário" por considerar que isso infantiliza quem tem um assistente pessoal.

"Parece que a pessoa não tem condições de desenvolver sozinha. Quando falo o termo babá é uma criança ou bebê que não tem autonomia", argumenta.

"As tarefas mais simples podem ser super terceirizadas. Às vezes, são situações como trazer um copo d'água", afirma.

"É a mentalidade de ser servido o tempo inteiro, mas muito mais como uma questão de opção, de falar 'prefiro pagar para não ter que fazer esse trabalho', do que por incapacidade ou impossibilidade de fazer por conta própria."

Em Goiânia, João Victor Marques, de 29 anos, vive uma realidade semelhante à de Giuliana. Sua trajetória no mercado de luxo inclui passagens por Mônaco, Dubai, Londres e Zurique, trabalhando para um empresário inglês.

"Uma das situações mais inusitadas do meu trabalho foi jantar em um iate do Leonardo DiCaprio, que estava ancorado em Mônaco. O marido do meu ex-patrão foi convidado para um jantar, e nós fomos convidados", relata João Victor.

Por sentir falta do Brasil, ele voltou a morar no país. Hoje, ele é assessor pessoal de uma empresária conhecida localmente como a "rainha dos motéis", ele funciona como uma extensão da patroa. "Eu sou porta-voz dela no geral", define.

"Cuido da vida dela no geral, da casa dela, dos afazeres dela e de todo o marketing dos motéis."

Para João Victor Marques, profissão atrai por proximidade a estilo de vida glamouroso — Foto: Reprodução/Instagram/@_eujoaovictormarques

Ele conta que mora sozinho, mas passa os dias de semana na casa da chefe. Ele afirma que o cargo exige confiança e responsabilidade para cuidar tanto das contas bancárias quanto de preciosos segredos pessoais.

"A gente tem que deixar a conta no banco com limite máximo de Pix, sem horário. Já fiz Pix monstruosos, de R$ 200 mil."

João Victor não esconde o fascínio pelo acesso ao mundo dos super-ricos que o cargo proporciona. Para ele, a profissão é uma oportunidade de ascensão social.

"Sempre tive tudo do bom e do melhor, mas nada também gigantesco, era o básico. Então, o que me atrai é viver tudo o que vivo e receber por isso."

A trajetória de João Victor no mercado de luxo inclui passagens por Mônaco, Dubai, Londres e Zurique — Foto: Reprodução/Instagram/@_eujoaovictormarques

Já Giuliana valoriza a liberdade de gerir sua própria vida enquanto administra a vida de outra pessoa.

"Para mim, qualidade de vida de poder morar onde quero, ter os meus horários… É imbatível a qualquer salário."

"Consigo resolver todas as minhas coisas… Estou com minha família e estou resolvendo toda a vida do meu chefe", afirma Giuliana.

Giuliana admite, por exemplo, que ver diariamente gastos tão elevados pode ser chocante em um país com uma desigualdade social tão grande como o Brasil. Um relatório sobre desigualdade global, o World Inequality Report 2026, afirma que a desigualdade brasileira "permanece entre as mais altas do mundo".

"Lógico que isso pega. A gente convive com outras realidades, e tem momentos que a gente acha super injusto. Tem horas que fico: 'Meu Deus, por que tanta diferença?' Não precisaria ser assim", diz.

"Mas não sou a pessoa que vai julgar se você vai gastar R$ 40 mil em um camarote de balada… Tirei de mim esse julgamento quando entendi que só estou fazendo a minha função."

Giuliana encara o que publica nas redes sociais sobre seu trabalho como uma espécie de entretenimento, sem a pretensão de ditar regras sobre a profissão. Para ela, o sucesso de seus vídeos está na capacidade de mostrar um universo que pode ser muito distante para o público.

"Não tenho interesse em ensinar nada ou criar um curso de como ser babá de milionário", afirma.

"Também não estou querendo que você tenha uma bolsa de grife, eu só estou te mostrando que isso existe. Esse é o mundo normal deles", continua.

"Não criei a profissão, ela já estava ali. Apenas trouxe o bordão e mostrei que ela existe."

O setor dos assistentes pessoais dos super-ricos está se profissionalizando com empresas especializadas em fazer a ponte entre os super-ricos interessados nesse tipo de serviço e quem quer trabalhar com isso.

A agência Lu Xavier, de São Paulo, define seu negócio como uma "boutique especializada no recrutamento de funcionários domésticos", focada em residências de alto padrão.

O processo seletivo inclui "análise da certidão de antecedentes criminais, pesquisa de referências, histórico de dívidas e checagem de exames médicos anteriores".

A empresária Luciana Xavier afirma que abriu o negócio ao identificar demanda no mercado. Após mais de 25 anos trabalhando com famílias de alta renda, grande parte do tempo como governanta em regime CLT, ela passou a questionar a atuação das agências tradicionais.

"Eu passava o perfil e me mandavam profissionais que não estavam de acordo. Foi aí que percebi uma lacuna, principalmente na qualidade do serviço", diz.

Sua empresa trabalha com agenciamento de profissionais domésticos diversos, de governantas a jardineiros. Para assistentes pessoais, ela aponta critérios específicos, começando pelo conhecimento do mercado de luxo.

"Você precisa saber qual florista acionar, qual buffet contratar, organizar um jantar. Não adianta não conhecer esse universo."

Apesar da viralização da profissão nas redes sociais, Luciana afirma que a discrição é indispensável. "Muitas casas exigem termos de confidencialidade. Eles não gostam de exposição", pondera.

Segundo ela, o rótulo de "babá de milionário" não reflete a rotina da maioria. "É exceção. Quem vê pode achar que é só viajar e aparecer, mas o trabalho é gestão, responsabilidade e discrição."

Na prática, diz, a personal assistant atua como gestora da casa. "Todos os funcionários se reportam a ela", diz. Entre as funções estão implantar rotinas, supervisionar equipes, cuidar da manutenção e coordenar prestadores de serviço. Em alguns casos, também organiza compromissos pessoais dos empregadores.

A remuneração média, segundo Luciana, varia de R$ 15 mil a R$ 30 mil, a depender da estrutura da família e das atribuições. "A média é R$ 15 mil. Acima disso, são poucas famílias", ressalta. Os contratos podem ser em regime CLT ou como pessoa jurídica (PJ).

Giuliana, que tem um contrato CLT, não expõe qual é sua remuneração, apenas que a função oferece "segurança financeira".

Além de viagens internacionais e ambientes luxuosos, o trabalho de um assistente pessoal também impõe sacrifícios pessoais e exige habilidades específicas. Jogo de cintura com imprevistos e pedidos de última hora, ser organizado e ter inglês fluente são considerados pelos recrutadores como essenciais.

Giuliana valoriza a liberdade e flexibilidade que o trabalho oferece — Foto: Reprodução/Instagram/@gbpassarelli_

"Resolvo muita coisa do meu chefe fora do país. Tenho que ser uma pessoa antenada no sentido de o que o mercado está buscando, entender o estilo de vida da pessoa e trazer coisas que tenham a ver com ele. Por exemplo, em relação a marcas de luxo, entender o que está estourando e comprar para ele antes mesmo de lançar."

Cristiana Proença diz que é preciso ter repertório cultural. "Para lidar com esse público, que é muito exigente, é necessário saber conversar com ele", afirma.

Ela diz que o profissional ideal muitas vezes vem de setores como a hotelaria de luxo ou o gerenciamento de clientes VIP de grandes marcas.

O valor do assistente, segundo Proença, está na rede de contatos que ele constrói. "Você vai começar a conhecer o gerente do aeroporto de aviação executiva, a florista… Isso é ouro puro, ainda mais para quem está começando", explica.

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Banco Central anuncia novo liquidante para Banco Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025 — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Banco Central (BC) designou um novo liquidante e um responsável técnico para assumir a função de administrador do Banco Master.

O comunicado foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (24) e anuncia a designação de Sebastião Marcio Monteiro para substituir a EFB Regimes Especiais de Empresas LTDA entre os dias 20 de fevereiro e 6 de março.

Nesse período, o responsável técnico será Sebastião Marcio Monteiro. A mudança se deve a problemas de saúde e necessidade de afastamento temporário do responsável técnico do liquidante original, Eduardo Felix Bianchini, da EFB.

Agora, o novo liquidante, ou seja, o responsável por gerenciar o encerramento das atividades do Master, assume as demandas referentes à liquidação das seguintes empresas que compõem o Banco Master Múltiplo S.A:

Banco Master S.A., Banco Master de Investimento S.A., Banco Letsbank S.A., Master S.A. Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários e Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento.

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, fecha as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até extinguir a instituição. Nessa fase, as operações são finalizadas e o banco deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro de 2025, um dia depois de a Fictor Holding apresentar uma proposta de compra da instituição de Daniel Vorcaro — e pouco mais de dois meses depois de o BC rejeitar a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília).

Um dia antes da liquidação, a Polícia Federal (PF) prendeu o dono do Master, o banqueiro Daniel Vorcaro no Aeroporto de Guarulhos durante a Operação Compliance Zero. O objetivo da operação, ainda em andamento, é combater a venda de títulos de crédito falsos.

A instituição emitia CDBs com a promessa de remunerar clientes com taxas muito superiores às praticadas pelo mercado, mas o pagamento não ocorria.

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Novas tarifas dos EUA entram em vigor com taxa mais baixa de 10%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Os Estados Unidos passaram a aplicar, a partir desta terça-feira, uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos que não estejam cobertos por isenções.

A medida foi informada em um aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) e corresponde à taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira — e não aos 15% mencionados por ele no dia seguinte.

Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas anteriores, justificadas por motivos de emergência, Trump anunciou uma nova taxa global temporária de 10%. No sábado (21), afirmou que elevaria esse percentual para 15%.

Em comunicado destinado a “fornecer orientações sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026”, a CBP informou que, exceto os produtos listados como isentos, as importações “estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 10%”.

A decisão ampliou a incerteza em torno da política comercial dos EUA, sem esclarecer por que foi adotado o percentual mais baixo. O Financial Times citou um funcionário da Casa Branca segundo o qual o aumento para 15% ocorrerá posteriormente com uma ordem formal. A Reuters informou que não conseguiu confirmar essa informação de imediato.

A cobrança das novas tarifas começou à meia-noite, enquanto a aplicação das taxas anuladas pela Suprema Corte foi suspensa. Essas tarifas anteriores variavam de 10% a 50%.

A chamada Seção 122 da legislação americana autoriza o presidente a impor tarifas por até 150 dias a todos os países, com o objetivo de enfrentar déficits considerados “grandes e graves” na balança de pagamentos e problemas estruturais no sistema de pagamentos internacionais.

Na ordem tarifária, Trump argumenta que há um desequilíbrio significativo nas contas externas dos EUA, refletido em um déficit comercial anual de US$ 1,2 trilhão em bens, um déficit em conta corrente equivalente a 4% do PIB e a reversão do superávit de renda primária.

Na segunda-feira, o presidente advertiu que países não devem recuar de acordos comerciais recentemente firmados com os EUA. Segundo ele, eventuais recuos resultarão na adoção de tarifas ainda mais elevadas, com base em outras leis comerciais.

O Japão informou nesta terça-feira que pediu aos Estados Unidos garantias de que será tratado, no novo regime tarifário, de forma tão favorável quanto no acordo atual. A União Europeia e o Reino Unido também sinalizaram que desejam preservar os acordos já firmados.

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