RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Compra da Warner pela Paramount pode criar gigante com 200 milhões de assinantes; veja os números

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,137-0,04%Dólar TurismoR$ 5,3460,11%Euro ComercialR$ 6,0720,15%Euro TurismoR$ 6,3260,27%B3Ibovespa188.801 pts-1,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,137-0,04%Dólar TurismoR$ 5,3460,11%Euro ComercialR$ 6,0720,15%Euro TurismoR$ 6,3260,27%B3Ibovespa188.801 pts-1,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,137-0,04%Dólar TurismoR$ 5,3460,11%Euro ComercialR$ 6,0720,15%Euro TurismoR$ 6,3260,27%B3Ibovespa188.801 pts-1,15%Oferecido por

A Warner Bros. Discovery assinou um acordo para ser adquirida pela Paramount Skydance nesta sexta-feira (27), segundo a agência Reuters.

O acordo foi fechado após a Netflix anunciar que não aumentaria sua proposta e que abandonaria a disputa pelo estúdio. A oferta da Paramount, comandada por David Ellison, foi de US$ 110 bilhões.

A possível compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount pode criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, com um catálogo que reúne marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones” e uma base estimada em cerca de 200 milhões de assinantes.

O negócio, que ainda precisa ser aprovado pelo conselho da Warner e por órgãos reguladores nos Estados Unidos, tem potencial para redesenhar o mercado global do entretenimento e do streaming.

O g1 preparou um infográfico que compara o tamanho das duas empresas e mostra como a operação pode alterar o equilíbrio de forças no setor.

Antes, a Warner havia informado que a nova oferta da Paramount, de US$ 31 por ação, era superior ao acordo em vigor com a Netflix.

Com isso, a plataforma de streaming teria quatro dias úteis para apresentar uma contraproposta ou abandonar a disputa — o que acabou ocorrendo após o anúncio da Warner.

“A transação que negociamos criaria valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória. No entanto, com o preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o acordo deixou de ser financeiramente atraente”, afirmaram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em comunicado.

A oferta da Paramount avalia a Warner em cerca de US$ 110 bilhões, incluindo a dívida, enquanto a proposta da Netflix somava US$ 83 bilhões e excluía ativos como CNN e Discovery.

A disputa começou em dezembro de 2025, quando a Netflix firmou um acordo para comprar parte dos ativos da Warner, com foco nos negócios de estúdio e streaming.

Em seguida, a Paramount entrou na negociação com uma proposta concorrente para adquirir a empresa inteira, incluindo os canais tradicionais.

Nesta quinta, a Warner classificou a nova oferta da Paramount como “superior” e deu prazo para que a Netflix cobrisse o valor — o que não aconteceu.

A proposta da Paramount prevê o pagamento de US$ 31 por ação e inclui a dívida da Warner. A empresa também se comprometeu a pagar uma multa maior caso o negócio seja barrado por autoridades regulatórias, numa tentativa de tornar a oferta mais atrativa para os acionistas.

O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner concentra algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.

💰 Ao contrário da Netflix, a proposta da Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV a cabo.

🗞️ Caso a operação seja aprovada, a família Ellison passará a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.

Com a incorporação dos ativos da Warner, a Paramount também ampliaria sua base de assinantes e fortaleceria sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.

Analistas avaliam que o movimento pode criar um grupo com catálogo mais robusto, maior poder de negociação e mais recursos para produção de conteúdo.

Embora a Warner tenha classificado a oferta da Paramount como superior à da Netflix, a operação depende de etapas formais, como a aprovação do conselho de administração, a assinatura dos contratos definitivos e o aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos, que vão avaliar os impactos sobre concorrência e concentração no setor de mídia.

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Após repercussão, governo derruba aumento de tarifa para produtos eletrônicos; decisão retomou alíquota original para smartphones

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,137-0,04%Dólar TurismoR$ 5,3460,11%Euro ComercialR$ 6,0720,15%Euro TurismoR$ 6,3260,27%B3Ibovespa188.801 pts-1,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,137-0,04%Dólar TurismoR$ 5,3460,11%Euro ComercialR$ 6,0720,15%Euro TurismoR$ 6,3260,27%B3Ibovespa188.801 pts-1,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,137-0,04%Dólar TurismoR$ 5,3460,11%Euro ComercialR$ 6,0720,15%Euro TurismoR$ 6,3260,27%B3Ibovespa188.801 pts-1,15%Oferecido por

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) revogou o aumento do imposto de importação para produtos eletrônicos, após forte repercussão negativa.

A medida zerou as tarifas para 105 produtos e manteve as alíquotas originais para outros 15 itens de informática, como smartphones.

A elevação inicial previa que a taxação de smartphones subiria de 16% para 20%, impactando consumidores e setores.

O governo estimava arrecadar até R$ 14 bilhões com o aumento, e a revogação parcial dificultará a meta de superávit em 2026.

Após forte repercussão negativa no Congresso Nacional e nas redes sociais, o governo decidiu revogar o aumento do imposto de importação para produtos importados — decisão tomada no início de fevereiro que foi divulgada em primeira mão pelo g1.

💰 Pela decisão anunciada nesta sexta-feira (27), as tarifas foram zeradas para 105 produtos. Além disso, manteve a alíquota de outros 15 produtos de informática nos patamares anteriores.

A decisão do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), órgão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), retomou alíquota original para smartphones. (vejas as tarifas restabelecidas)

🌍 A elevação na tarifa para comprar desses itens no exterior seria de até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países.

Governo recuou parcialmente em aumento no imposto de importação – medida atingirá bens de capital e máquinas e equipamentos, mas não produtos de tecnologia da informação. — Foto: Bruno Leão/Sedecti

A maioria dos 105 produtos que voltam a ter a tarifa zerada são bens de capital e itens das áreas de informática e telecomunicações.

💻 Os outros 15 produtos permanecem com alíquota de importação, porém em níveis reduzidos,  entre eles notebook.

📈 A elevação na tarifa de alguns desses itens poderia subir de zero para até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países. Em outros casos, como smartphones, a taxação subiria de 16% para 20%.

notebooks – 16%smartphones – 16%gabinetes com fonte de alimentação – 10,80%placas-mãe – 10,80%indicadores ou apontadores (mouse e track-ball, por exemplo) – 10,80%mesas digitalizadoras – 10,80%unidades de memória de estado sólido (SSD) – 10,80%

O governo estimava arrecadar até R$ 14 bilhões neste ano com a medida. Ainda não há dados sobre o impacto da revogação parcial no aumento das tarifas, mas o cumprimento da meta de superávit nas contas governamentais em 2026 ficará mais difícil.

Na estimativa do Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, o aumento no imposto de importação poderia gerar arrecadação de até R$ 20 bilhões neste ano.

Ao justificar o aumento realizado no início deste mês, agora revertido, o governo informou, em nota técnica, que a escalada das importações dos bens de capital e de informática mostrou crescimento acumulado, desde 2022, de 33,4%.

Argumentou, também, que sua penetração no consumo nacional ficou acima de 45% (posição de dezembro do ano passado), ou seja, em "níveis que ameaçam colapsar elos da cadeia produtiva e provocar regressões produtiva e tecnológica do país, de difícil reversão".

Representantes de importadores, por sua vez, viam impacto na competitividade e na inflação brasileira. Diziam que a indústria nacional de bens de capital não consegue atender plenamente à demanda interna nem acompanhar o ritmo da modernização global.

Em nota técnica, o Ministério da Fazenda dizia que o efeito do aumento de tarifas no IPCA deveria "ter efeito indireto baixo e defasado, pois bens de capital e de informática são bens de produção, com exceções e regimes atenuando a cobertura efetiva".

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Macron critica decisão da UE de acelerar acordo comercial com Mercosul: ‘má surpresa’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 13:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,135-0,09%Dólar TurismoR$ 5,3440,09%Euro ComercialR$ 6,0680,09%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa189.941 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,135-0,09%Dólar TurismoR$ 5,3440,09%Euro ComercialR$ 6,0680,09%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa189.941 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,135-0,09%Dólar TurismoR$ 5,3440,09%Euro ComercialR$ 6,0680,09%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa189.941 pts-0,56%Oferecido por

A decisão da União Europeia de acelerar a implementação do acordo comercial com o Mercosul foi "uma má surpresa", disse nesta sexta-feira (27) o presidente da França, Emmanuel Macron, depois da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, dizer que o bloco europeu aplicará provisoriamente o acordo.

A França — maior produtora agrícola da União Europeia — tem sido a principal opositora do acordo com o Mercosul.

O governo francês afirma que o tratado aumentará de forma significativa as importações de carne bovina, açúcar e aves a preços mais baixos, o que pode prejudicar os produtores locais, que vêm realizando protestos frequentes.

“Para a França, é uma surpresa — uma surpresa ruim — e, para o Parlamento Europeu, é desrespeitoso”, declarou o presidente francês, Emmanuel Macron, a jornalistas após se reunir com o primeiro-ministro da Eslovênia, Robert Golob, no Palácio do Eliseu, em Paris.

Em comunicado, a associação francesa da indústria da carne, Interbev, pediu aos parlamentares franceses no Parlamento Europeu que atuem para “impedir que a Comissão contorne o debate democrático”.

Em votação realizada em janeiro, 21 países da União Europeia apoiaram o acordo. Áustria, França, Hungria, Irlanda e Polônia votaram contra, enquanto a Bélgica se absteve.

O acordo entre a União Europeia e Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai foi concluído em janeiro, após 25 anos de negociações.

O tratado pode eliminar cerca de 4 bilhões de euros em tarifas sobre exportações europeias, tornando-se o maior acordo de livre comércio do bloco em termos de redução potencial de impostos de importação.

A Alemanha e outros países favoráveis ao acordo, como a Espanha, afirmam que ele é essencial para compensar perdas comerciais causadas pelas tarifas dos Estados Unidos e para diminuir a dependência da China em relação a minerais estratégicos.

A decisão da Comissão Europeia ocorre após a ratificação do acordo pela Argentina e pelo Uruguai, na quinta-feira (26). Na quarta-feira (25), a Câmara dos Deputados do Brasil aprovou o texto, que agora segue para análise do Senado.

“Já disse antes: quando eles estiverem prontos, nós também estaremos”, afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em breve declaração. “Com isso, a Comissão seguirá com a aplicação provisória do acordo.”

O presidente francês Emmanuel Macron discursa durante uma coletiva de imprensa com o primeiro-ministro esloveno Robert Golob no Palácio do Eliseu, em Paris, França — Foto: Reuters

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Contas públicas têm superávit acima de R$ 100 bilhões em janeiro; mas estatais federais registram piora com rombo de R$ 3,33 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

As contas do setor público consolidado apresentaram um superávit primário de R$ 103,7 bilhões em janeiro, informou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira (27).

🔎 O superávit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam acima das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de déficit primário.

🔎O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

Na comparação com janeiro do ano passado, houve pequena piora, uma vez, que o saldo positivo, no início de 2025, foi de R$ 104,1 bilhões (sem correção pela inflação).

➡️O alto superávit das contas públicas é algo tradicional no início de cada ano, e está ligado à concentração da arrecadação federal no primeiro mês de cada exercício.

➡️Houve forte piora, porém, no resultado das empresas estatais federais, em um momento no qual os Correios passam por forte crise contábil (veja mais abaixo nessa reportagem).

governo federal registrou saldo positivo de R$ 87,3 bilhões;estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 21,3 bilhões;empresas estatais apresentaram déficit de R$ 4,9 bilhões.

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional –, houve superávit de R$ 40,1 bilhões nas contas do setor público em janeiro.

➡️No acumulado em 12 meses até janeiro, porém, foi registrado um resultado negativo (déficit) de R$ 1,09 trilhão, ou 8,5% do PIB.

🔎Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do resultado mensal das contas, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.

Segundo o BC, as despesas com juros nominais somaram R$ 1,03 trilhão (8,1% do PIB) em doze meses até janeiro deste ano.

Apesar do alto superávit primário de janeiro, a dívida do setor público consolidado permaneceu estável em 78,7% do PIB — o equivalente a R$ 10,1 trilhões.

A proporção com o PIB é considerada por especialistas como o conceito mais apropriado para medir e comparar a dívida das nações. E o formato de cálculo do FMI é adotado internacionalmente.

➡️Este é o maior nível para a dívida pública desde novembro de 2025, quando a dívida somava 79% do PIB (valor revisado).

➡️No acumulado do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou seja, em pouco mais de três anos, a dívida já avançou 7,1 pontos percentuais. A alta na dívida está relacionada, principalmente, com o aumento de gastos públicos.

➡️Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), conceito internacional — que considera os títulos públicos na carteira do BC —, o endividamento brasileiro foi bem maior em janeiro: 92,7% do PIB.

➡️Acima de 90% do PIB, o patamar da dívida brasileira está bem acima de nações emergentes e de países da América do Sul, ficando maior, também, do que a média das nações da Zona do Euro (segundo dados do FMI).

Apesar do bom desempenho das contas públicas no começo deste ano, o resultado das estatais federais apresentou forte piora: foi registrado um rombo de R$ 3,33 bilhões em janeiro.

Este é o pior resultado da série do Banco Central, que tem início em dezembro de 2001. Entretanto, os valores não foram corrigidos pela inflação, algo que prejudica a comparação histórica.

Na proporção do Produto Interno Bruto (PIB), um indicador que permite um exame retrospectivo mais adequado, o déficit das estatais, em janeiro deste ano, somou 0,33%, e foi o maior desde maio de 2009 — quando totalizou 0,36% do PIB.

➡️O BC não detalha o resultado por empresas, mas o resultado ruim das estatais acontece em um momento de forte crise nos Correios, com piora do seu resultado financeiro.

Os Correios possuem monopólio em serviços como o recebimento, transporte e entrega de cartões-postais e correspondência, além da fabricação de selos.

Nesta quinta-feira, o governo deu mais espaço para os Correios conseguirem captar novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo com garantias da União. No fim do ano passado, a estatal já captou R$ 12 bilhões.

A série do Banco Central das estatais federais, que tem início em dezembro de 2001, não considera a Petrobras, a Eletrobras e nem as empresas do setor financeiro (bancos públicos).O BC lembra que a Petrobras e a Eletrobras foram excluídos do cálculo das estatais federais em 2009, mas explica que a série histórica de anos anteriores foi revisada com base na nova metodologia — sendo válida, portanto, de 2002 em diante.Entram nesse cálculo empresas como Correios, a Emgepron, a Hemobrás, a Casa da Moeda, a Infraero, o Serpro, a Dataprev e a Emgea.O conceito do Banco Central considera apenas a variação da dívida, conceito amplamente utilizado em análises fiscais internacionais, enquanto o governo se utiliza do conceito conhecido por "acima da linha" (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida).

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Em jantar, Lula diz a Haddad que precisa dele na disputa em SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

O jantar na noite desta quinta-feira (26) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ajudou a nortear o palanque eleitoral deste ano no estado de São Paulo.

O tema do encontro foi a disputa eleitoral em São Paulo e o palanque nacional. No encontro, segundo relato de um assessor do presidente, Haddad ouviu de Lula que precisa dele para ajudar a consolidar sua reeleição.

Haddad, muito resistente a concorrer a qualquer cargo em 2026, vem cedendo diante da insistência de Lula. Segundo uma pessoa próxima ao presidente, Lula tem conseguido mudar a opinião de Haddad.

O argumento do ministro é que a situação hoje é diferente da de 2022, quando concorreu ao governo do Estado, e Lula disputou contra o incumbente Jair Bolsonaro. Agora, Haddad tem repetido dentro e fora do governo, Lula "tem o que mostrar" como presidente.

Pesquisas eleitorais nas últimas semanas mostrando uma consolidação da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência e um afunilamento no segundo turno da disputa com Lula ligaram o alerta os estrategistas de campanha e são parte do argumento para levar Haddad a concorrer.

Mesmo com o favoritismo do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), integrantes do núcleo próximo do presidente veem Haddad como o nome que pode diminuir a diferença e trazer votos essenciais para Lula no Estado.

Segundo um assessor do presidente, a chapa ideal de Lula teria ainda o vice-presidente Geraldo Alckmin, quatro vezes governador de SP.

Haddad observa Lula falando durante evento que anunciou plano de socorro a empresas afetadas pelo tarifaço de Trump — Foto: Adriano Machado/Reuters

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Dólar abre em alta com mercado atento à prévia da inflação e a dados dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (27) em alta, avançando 0,15% na abertura, cotado a R$ 5,1445. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No Brasil, o IBGE divulga pela manhã a prévia da inflação de fevereiro, medida pelo IPCA-15. A expectativa é de que os preços tenham subido 0,56% no mês e 3,81% nos últimos 12 meses.

▶️ Também sai a Nota de Política Fiscal de janeiro, publicada pelo Banco Central. Em 2025, as contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 55,0 bilhões (0,43% do PIB), acima do resultado de 2024, que foi negativo em R$ 47,6 bilhões (0,40% do PIB). No Governo Central, o déficit chegou a R$ 58,7 bilhões (0,46% do PIB), também maior que no ano anterior.

▶️ Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga o índice de preços ao produtor (PPI) de janeiro, que mede a variação dos preços no atacado. A previsão é de alta de 0,3% no mês, tanto no índice geral quanto no núcleo, com variações anuais de 2,6% e 3%, respectivamente.

▶️ No cenário internacional, EUA e Irã avançaram nas negociações sobre a questão nuclear, segundo o mediador Omã, em meio ao reforço militar americano no Oriente Médio.

Em Wall Street, os índices futuros operam em queda nesta sexta-feira, refletindo a forte baixa das empresas de tecnologia no dia anterior, especialmente da Nvidia.

O mercado tenta se recuperar enquanto aguarda um novo dado importante de inflação, o índice de preços ao produtor (PPI) de janeiro, que mostra como estão os custos para as empresas.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o Dow Jones futuro recuava 0,37%. O S&P 500 futuro registrava queda de 0,16%. Já o Nasdaq futuro caía 0,10%.

Na Europa, as bolsas sobem, apoiadas por resultados melhores do que o esperado de várias empresas e pela análise de novos dados econômicos.

O clima é positivo a ponto de o mercado europeu atingir um novo recorde e caminhar para o oitavo mês seguido de ganhos, apesar de preocupações ligadas a tarifas e possíveis impactos de novas tecnologias como a inteligência artificial.

Entre os índices, o STOXX 600 avança 0,3%, chegando a 635,04 pontos. Na Alemanha, o DAX sobe 0,18%. No Reino Unido, o FTSE 100 tem alta de 0,48%. Na França, o CAC 40 opera com leve queda de 0,09%.

Na Ásia, as bolsas tiveram desempenho misto. Na China, os índices fecharam praticamente estáveis, mas ainda assim encerraram a semana com ganhos, já que investidores voltam gradualmente ao mercado após o feriado do Ano Novo Lunar.

Nos fechamentos do dia: em Xangai, o índice subiu 0,4%, enquanto o CSI300 caiu 0,3%. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1%. Em Tóquio, o Nikkei teve alta de 0,16%, alcançando 58.850 pontos.

Em Seul, o KOSPI caiu 1%, fechando a 6.244 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX não abriu hoje, permanecendo fechado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IPCA-15: preços sobem 0,84% em fevereiro, puxados pelo aumento das mensalidades escolares

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, foi de 0,84% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa foi a maior alta para um mês desde fevereiro de 2025, quando o índice avançou 1,23%. Em 2026, o IPCA-15 acumula alta de 1,04% no ano e de 4,10% em 12 meses, abaixo dos 4,50% registrados no período imediatamente anterior.

A expectativa dos economistas era de que o IPCA-15 subisse entre 0,56% e 0,57% em fevereiro. O resultado, portanto, ficou acima do esperado.

Segundo o IBGE, o grupo Transportes teve o maior impacto sobre a prévia da inflação de fevereiro. Ainda assim, o principal fator de pressão veio de Educação, impulsionado sobretudo pelos reajustes nas mensalidades de escolas e cursos no início do ano letivo.

Esse grupo apresentou a maior variação entre os nove pesquisados, com avanço de 5,20% e impacto de 0,32 ponto percentual.

Além de Educação, Transportes registrou a segunda maior alta do mês, de 1,72%. Os demais grupos tiveram resultados que variaram entre a queda de 0,42% em Vestuário e a alta de 0,67% em Saúde e cuidados pessoais.

Alimentação e bebidas: 0,20Habitação: 0,06Artigos de residência: 0,21Vestuário: -0,42Transportes: 1,72Saúde e cuidados pessoais: 0,67Despesas pessoais: 0,20Educação: 5,20Comunicação: 0,39

A prévia da inflação de fevereiro foi puxada principalmente pelos reajustes na área de Educação, que subiu 5,20%. Isso porque, no começo do ano, escolas e cursos costumam reajustar as mensalidades.

O grupo de Transportes teve alta de 1,72%. As passagens aéreas subiram 11,64%, e os combustíveis ficaram mais caros em média 1,38%, com destaque para o etanol (2,51%), a gasolina (1,30%) e o diesel (0,44%). O gás veicular foi exceção, com queda de 1,06%.

Também houve aumento nas tarifas de metrô, trem, ônibus e táxi em várias cidades, como São Paulo, Brasília, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro.

Em Saúde e cuidados pessoais, os preços avançaram 0,67%, puxados principalmente pelos produtos de higiene pessoal (0,91%) e pelos planos de saúde (0,49%).

No grupo Alimentação e bebidas, a alta foi de 0,20%. Os alimentos consumidos em casa subiram 0,09%, com destaque para o tomate (10,09%) e as carnes (0,76%).

Por outro lado, houve queda nos preços do arroz (-2,47%), do frango em pedaços (-1,55%) e das frutas (-1,33%). Comer fora também ficou mais caro: a alimentação fora do domicílio subiu 0,46%, com aumento das refeições (0,62%) e dos lanches (0,28%).

Já o grupo Habitação teve alta leve de 0,06%, influenciado pelo aumento da água e esgoto (1,97%) e do aluguel residencial (0,32%).

Em contrapartida, a energia elétrica caiu 1,37%, ajudando a conter a inflação no mês, já que a bandeira tarifária estava verde, sem cobrança extra.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Veja dicas de como recuperar nascentes em propriedades rurais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

GLOBO RURAL Veja dicas de como recuperar nascentes em propriedades rurais Cartilha gratuita reúne informações práticas sobre conservação de fontes de água em propriedades rurais. Por Globo Rural

O telespectador Ivo Moreira, de Bauru (SP), entrou em contato com o Globo Rural em busca de uma dica de material informativo sobre um tema cada vez mais importante no campo: a preservação de nascentes.

O programa indica uma cartilha gratuita que reúne informações práticas sobre recuperação e conservação de fontes de água em propriedades rurais.

A publicação foi produzida em parceria com a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e o Laboratório de Pesquisa Geoambiental.

O material apresenta um passo a passo para revitalizar nascentes assoreadas ou degradadas, com orientações técnicas voltadas a produtores rurais, estudantes e interessados no tema ambiental.

Além das recomendações práticas, a cartilha também mostra um exemplo real de recuperação de nascente realizado no município de Pitanga, no Paraná, detalhando as etapas do processo e os resultados obtidos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Rota Mogiana: governo de SP leiloa 520 km de rodovias nesta sexta-feira; veja trechos e impactos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

Campinas e Região Rota Mogiana: governo de SP leiloa 520 km de rodovias nesta sexta-feira; veja trechos e impactos Concessão definirá grupo que assumirá administração de rodovias estaduais por 30 anos em 22 cidades do interior paulista. Certame será disputado por 4 empresas a partir das 14h, na Bolsa de Valores. Por Jéssica Stuque, g1 Campinas e Região

O leilão definirá a empresa que administrará, por 30 anos, 520 km de rodovias estaduais, que passam por 22 municípios de SP.

Quatro grupos apresentaram propostas para a concessão da Rota Mogiana. O leilão acontece nesta sexta (26), às 14h, na B3.

Projeto prevê R$ 9,4 bilhões de investimentos, para duplicação de rodovias, adição de faixas e maginais, e implementação de pedágios free-flow.

A nova concessão promete redução de até 29% nas tarifas de pedágio. Mas especialista alerta para incorporação de custos ao usuário ao longo do contrato.

O leilão da concessão da Rota Mogiana ocorre nesta sexta (27), às 14h, na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (B3). A sessão pública vai definir qual empresa assumirá a administração de 520 quilômetros de rodovias estaduais no interior paulista pelos próximos 30 anos.

🔎 O projeto prevê que 520 quilômetros de rodovias estaduais passem à iniciativa privada por 30 anos. A estimativa é de R$ 9,4 bilhões em investimentos para ampliar, modernizar e manter as estradas. Ao todo, nove cidades da região de Campinas serão impactadas.

Quatro grupos apresentaram propostas na terça, quando foram recebidos os envelopes: Motiva (ex-CCR), MC Brazil Concessões Rodoviárias (do fundo Mubadala), EPR Participações e o Consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos. Vence o grupo que oferecer o maior valor ao governo pelo direito de administrar as rodovias.

➡️A concessionária vencedora ficará responsável pelas obras previstas, manutenção da malha e operação do pedágio, sob fiscalização da agência reguladora estadual.

Entre as mudanças previstas estão duplicação de vias e implementação de pedágio free-flow. O governo do estado afirma que a nova concessão começará com redução nas tarifas atuais, com quedas de até 29% em algumas praças de pedágios.

Para o professor doutor da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp Creso de Franco Peixoto, embora haja redução inicial nas tarifas, a concessão implica custo direto ao usuário ao longo do contrato, que é de 30 anos – leia mais abaixo.

Leilão daconcessão do Lote Rota Mogiana recebe 4 propostas e acontece nesta sexta (27) na sede da B3. — Foto: Divulgação

A concessão da Rota Mogiana abrange trechos que cruzam 22 municípios (nove da região de Campinas) e, segundo o governo, devem beneficiar cerca de 2,3 milhões de pessoas.

São eles: Aguaí, Águas da Prata, Artur Nogueira, Cajuru, Campinas, Casa Branca, Cosmópolis, Espírito Santo do Pinhal, Estiva Gerbi, Holambra, Itobi, Jaguariúna, Limeira, Mococa, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Santa Cruz da Esperança, Santo Antônio de Posse, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, Tapiratiba e Vargem Grande do Sul.

duplicações de mais de 217 quilômetros, em rodovias estratégicas como SP-107, SP-215, SP-333, SP-338, SP-340, SP-342, SP-344 e SP-350.138 quilômetros de faixas adicionais86 quilômetros de vias marginais58 novas passarelas para pedestres129 novos dispositivos de interseçãoimplementação do Sistema Automático Livre (Free Flow)

O pacote de obras promete ampliar a capacidade das rodovias e reduzir gargalos históricos, especialmente em trechos que hoje concentram retenções.

Para Creso de Franco Peixoto, da Unicamp, o problema dos congestionamentos nem sempre está na extensão da pista, mas nos chamados pontos de estrangulamento — como acessos, interseções e praças de pedágio.

Segundo ele, intervenções que eliminam esses bloqueios tendem a aumentar a fluidez e elevar a velocidade média dos veículos. O efeito imediato costuma ser a redução de retenções e colisões típicas de tráfego congestionado.

“Você duplica, é claro que o risco diminui, tem uma fluidez maior, então você troca um pouco de um tipo de acidente para outro", explica o professor.

Na avaliação dele, rodovias congestionadas registram mais colisões associadas à proximidade entre veículos e ao anda-e-para. Já pistas ampliadas e mais fluidas reduzem esse tipo de ocorrência, mas podem elevar o número de acidentes relacionados à velocidade.

O saldo, segundo o especialista, tende a ser positivo — mas não elimina o risco. Ele apenas transforma a dinâmica dos acidentes e exige uma nova cultura de direção em vias mais rápidas.

Em nota, o Governo de SP destacou que a concessão da Rota Mogiana foi estruturada com base em estudos técnicos de demanda, engenharia e segurança viária, e que as concessões rodoviárias no estado estão associadas à redução consistente de acidentes e mortes.

Informou também que o contrato estabelece e assegura padrões técnicos de qualidade e manutenção da via sob fiscalização permanente da Artesp. Segundo o Governo de SP, "não há meta contratual de redução de acidentes, uma vez que ocorrências de trânsito envolvem múltiplos fatores, especialmente o comportamento do condutor, que não é gerenciável pela concessionária".

"De acordo com dados do Infosiga, nas rodovias concedidas houve redução de 51% nas mortes, 42% nos feridos e 48% no total de acidentes desde o início do programa. Esses resultados decorrem dos investimentos em duplicações, ampliação de capacidade, melhorias geométricas, sinalização, iluminação e atendimento permanente ao usuário", diz a nota.

Segundo a Secretaria de Parcerias e Investimentos de SP, a proposta é fazer uma concessão utilizando trechos atualmente operados pela Renovias e incluir novas vias do DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo).

Os trechos que hoje já são administrados pela iniciativa privada também passarão a integrar o novo contrato da Rota Mogiana. Com o encerramento das concessões atuais, esses segmentos serão incorporados ao pacote que será assumido pela empresa vencedora do leilão desta sexta-feira (27).

Na prática, isso significa que a futura concessionária ficará responsável tanto pelos trechos que hoje estão sob gestão do Estado quanto pelos que já são operados por empresas privadas, unificando a administração, as obras previstas e o modelo de cobrança ao longo de todo o corredor rodoviário.

SP-215 – km 29,600 ao km 49,840SP-344 – km 200,700 ao km 241,600SP-340 – km 114,10 ao km 279,609SP-350 – km 238,410 ao km 272,100SP-342 – km 171,500 ao km 251,150SPI-225/342 – km 0 ao km 1,97

SPA-050/215 – km 0 ao km 4,1SPA-279/340 – km 0 ao km 2,4SPA-280/340 – km 0 ao km 1SP-338 – km 268,3 ao km 310,96SP-333 – km 0 ao km 20,4SPA-015/333 – km 0 ao km 0,5SPA-002/333 – km 0 ao km 0,68SPA-309/338 – km 0 ao km 0,86SP-133 – km 0,5 ao km 15,1SP-350 – km 272,100 ao km 296,70SPA-127/340 – km 0 ao km 2,930SP-107 – km 18,45 ao km 43,8SPA-179/340 – km 0 ao km 2,5SP-225 – km 0 ao km 6,50SPA-228/344 – km 0 ao km 3,55SPA-238/344 – km 0 ao km 16SPA-225/340 – km 0 ao km 2Contorno de Águas da Prata (SP-342) – km 0 ao km 9,45

O governo do estado afirma que a nova concessão começará com redução nas tarifas atuais, com quedas de até 29% em algumas praças, além da implantação da cobrança proporcional pelo sistema free flow — em que o motorista paga apenas pelo trecho percorrido.

Em reportagem publicada em setembro de 2025, o g1explicou como funciona o sistema e alertou como os motoristas precisam ficar atentos com a falta de pagamento, que pode render multa e pontos na carteira de habilitação. Em caso de motoristas de reboques e semirreboques, a cobrança pode ser multiplicada.

Creso de Franco Peixoto analisa que a modernização tecnológica tende a melhorar a fluidez do tráfego, especialmente com o fim das praças físicas de pedágio.

Segundo ele, a eliminação de pontos de parada pode reduzir gargalos clássicos das rodovias, mas o modelo também exige adaptação por parte dos motoristas.

“Com o free flow, ainda nós temos outra questão negativa, que são os motoristas que não querem usar o sistema automático. Inclusive, desde o primeiro sistema aqui no nosso Sudeste, se a gente pensar em termos da BR-101, onde a concessão naquele local colocou o free flow e nós temos um passivo sensível dos motoristas que não pagaram, com uma certa dificuldade de entender o sistema. Então, tem que, com o tempo, se adequar. É algo negativo também, que com o tempo pode minimizar", afirma o especialista.

O especialista também pondera que, embora haja redução inicial nas tarifas, a concessão implica custo direto ao usuário ao longo do contrato.

Já o Governo de SP afirmou que o modelo adotado é baseado no "princípio da justiça tarifária": a modernização e manutenção da rodovia são vinculadas ao uso efetivo da infraestrutura, e não financiadas indistintamente por toda a sociedade. A cobrança é proporcional ao trecho percorrido, dentro da política estadual de padronização do valor por quilômetro.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

União Europeia vai aplicar provisoriamente acordo com o Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

A decisão da União Europeia visa garantir uma "vantagem do pioneirismo" no comércio, eliminando cerca de 4 bilhões de euros em tarifas sobre exportações do bloco.

Argentina e Uruguai já concluíram a ratificação do tratado, enquanto Brasil e Paraguai avançam em seus trâmites legislativos.

A França lidera a oposição, temendo prejuízos agrícolas, e o Parlamento Europeu enviou o acordo ao Tribunal de Justiça, travando sua plena entrada em vigor.

A União Europeia aplicará provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul para garantir a chamada “vantagem do pioneirismo”, afirmou na sexta-feira (27) a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

A decisão foi anunciada após Argentina e Uruguai concluírem a ratificação do tratado na quinta-feira (26) e ocorre apesar da forte oposição da França.

“A Comissão dará agora seguimento à aplicação provisória”, disse von der Leyen, ao destacar que o acordo só será plenamente concluído após a aprovação do Parlamento Europeu.

No Mercosul, o Uruguai foi o primeiro país a ratificar o texto, após aprovação na Câmara e no Senado.

A Argentina tornou-se o segundo, com aval do Senado. Brasil e Paraguai também já iniciaram seus trâmites legislativos: no Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou o acordo, que agora segue para o Senado; no Paraguai, o processo está em andamento e deve ser concluído nos próximos dias.

Segundo a Comissão Europeia, cerca de 4 bilhões de euros em tarifas sobre exportações do bloco serão eliminados.

Alemanha e outros defensores do pacto, como a Espanha, afirmam que o tratado é essencial para compensar perdas provocadas pelas tarifas dos Estados Unidos e para reduzir a dependência da China no fornecimento de minerais estratégicos.

Já os críticos, liderados pela França — maior produtor agrícola da União Europeia —, alertam que o acordo pode ampliar significativamente as importações de carne bovina, açúcar e aves a preços mais baixos, prejudicando agricultores locais, que vêm promovendo protestos recorrentes.

Paralelamente, o Parlamento Europeu decidiu no mês passado encaminhar o texto ao Tribunal de Justiça da UE para avaliar sua legalidade.

A medida foi aprovada por margem estreita, em meio à pressão de produtores rurais e à resistência francesa. O envio do tratado à Corte tende a impedir sua entrada em vigor por vários meses.

A Comissão Europeia criticou a decisão e reiterou a defesa da aplicação provisória, argumentando que o bloco precisa ampliar o acesso a novos mercados.

Enquanto o tribunal analisa o texto — um processo que pode levar meses ou até anos —, o acordo segue politicamente travado, apesar do apoio de países como a Alemanha e do interesse do Brasil em acelerar a ratificação.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em 23 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Yves Herman

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