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TCU dá prazo para Fazenda e bancos públicos informarem se estudam a ‘federalização’ do BRB
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TCU dá prazo para Fazenda e bancos públicos informarem se estudam a ‘federalização’ do BRB
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 19:46
Distrito Federal TCU dá prazo para Fazenda e bancos públicos informarem se estudam 'federalizar' o BRB Rumores de uma operação desse tipo começaram a circular, em meio à tentativa do BRB de recompor seu patrimônio. Governo federal não divulgou qualquer medida nesse sentido; TCU quer saber se há análises em andamento. Por Mariana Assis, Mateus Rodrigues, g1 — Brasília
O ministro Bruno Dantas, do TCU, solicitou informações sobre a possível "federalização" do Banco de Brasília (BRB) em um prazo de 15 dias.
A medida visa esclarecer rumores de que instituições federais poderiam adquirir o BRB, que enfrenta problemas patrimoniais.
A decisão do TCU atende a um pedido do subprocurador-geral Lucas Furtado, que levantou a questão da federalização.
O secretário do Tesouro, Rogério Ceron, afirmou que a Caixa acompanha a situação do BRB como uma "oportunidade de negócio".
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas abriu prazo de 15 dias para que bancos públicos federais e o Ministério da Fazenda indiquem se chegaram a cogitar ou analisar uma possibilidade de "federalização" do Banco de Brasília (BRB).
O BRB tenta recompor e melhorar a qualidade de seu patrimônio, abalado por uma série de transações malsucedidas com o Banco Master – cujas irregularidades foram reveladas pela operação Compliance Zero da Polícia Federal, em novembro de 2025.
Em meio a essas tentativas, começaram a circular rumores de que instituições federais poderiam comprar o BRB para salvar as operações do banco – o que, na prática, tiraria o governo do Distrito Federal da posição de acionista controlador da entidade.
A decisão atende a um pedido do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado. As informações deverão ser prestadas pela Caixa, pelo Banco do Brasil, pelo BNDES e pelo Ministério da Fazenda.
No despacho, Bruno Dantas reconhece que Furtado não juntou ao processo nenhum ato administrativo da União que, de fato, indique a intenção do governo federal de assumir o controle do BRB.
Em entrevista na última quarta-feira (25), no entanto, o secretário do Tesouro e presidente do Conselho de Administração da Caixa, Rogério Ceron, afirmou em entrevista que o banco acompanha a situação do BRB como uma eventual "oportunidade de negócio".
"[…] Entendo que, no caso concreto, a materialidade potencial elevada – considerada a ordem de grandeza dos valores veiculados nas reportagens, com menções a necessidade de capital de aproximadamente R$ 6 bilhões e exposição a ativos sem lastro superior a R$ 12 bilhões – e o risco de efeitos relevantes sobre o patrimônio público federal justificam, sob o prisma do poder-dever de cautela, a realização de diligências para elucidação de fatos e saneamento processual, a fim de subsidiar o exame de admissibilidade e evitar arquivamento prematuro da questão", diz Dantas.
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