RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 2.978: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.978: resultado Veja os números sorteados: 06 – 09 – 13 – 20 – 42 – 50. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.978 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28), em São Paulo. O prêmio previsto é de R$ 142 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Como o ataque dos EUA ao Irã pode afetar dólar, petróleo e o mercado financeiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

O dólar tende a se fortalecer em cenários de tensão geopolítica, funcionando como um ativo de proteção para investidores.

Preços do petróleo podem subir devido ao risco de danos às estruturas de produção, especialmente com o Irã sendo um grande produtor.

Bolsas de valores globais podem sofrer quedas, pois investidores diminuem a aposta em ativos de risco durante conflitos.

Especialistas não preveem um conflito prolongado, e o excesso de oferta de petróleo pode conter os preços no curto prazo.

Os agentes do mercado financeiro já avaliam a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo especialistas consultados pelo g1 nos últimos dias, o conflito pode fortalecer o dólar, elevar os preços do petróleo e provocar perdas nas bolsas de valores.

Veja a seguir quais podem ser os efeitos de um conflito sobre o dólar, o petróleo e os mercados globais.

Sempre que ocorre um evento geopolítico — como as rusgas entre grandes potências militares —, o dólar costuma ser uma opção de proteção para os investidores.

🔎 A moeda americana é uma das mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade, sem grandes distorções de preço. Por isso, em momentos como esse, investidores costumam vender aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa, e migrar para opções mais seguras, como o dólar.

“É o que chamamos de ‘flight to quality’ (voo para a qualidade), movimento que tradicionalmente ocorre em momentos de guerra”, diz o estrategista-chefe da Avenue, William Alves.

A possibilidade de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, é outro fator que pode valorizar a moeda americana, porque desestabilizaria o funcionamento do mercado.

“É pouco provável que isso ocorra, já que os EUA mantêm forças militares para proteger a região. Mas o risco sempre existe”, afirma Alves.

“O Irã não é a Venezuela. O país tem maior relevância militar e poderia tentar algum tipo de reação contra os EUA. Talvez não em um primeiro momento, mas até mesmo por meio de ataques ou outras ações após uma eventual atuação dos EUA na região”, completa.

Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: WANA (West Asia News Agency) via Reuters; Nathan Howard/Reuters

Um ataque ou bloqueio do Estreito de Ormuz pode afetar os preços do petróleo. O Irã é um dos maiores produtores do mundo e integra a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

“Sempre que há tensão entre países produtores de petróleo, o mercado começa a considerar o risco de danos às estruturas de produção”, explica o analista da Genial Investimentos, Vitor Souza.

🔎 Se parte das instalações de produção de petróleo no Irã for destruída, a oferta pode cair a ponto de gerar desequilíbrio entre produção e consumo no mercado global, pressionando os preços.🔎 O mesmo vale para o risco de bloqueios no Estreito de Ormuz. Para Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora, uma interrupção na passagem de navios cargueiros pela região pode levar o barril de petróleo para a faixa de US$ 80. Hoje, está em torno de US$ 70.

Gabriel Mollo afirma ainda que o conflito e um eventual bloqueio também podem ter efeitos indiretos na economia, como aumento da inflação global e das taxas de juros. “Tudo depende da intensidade do conflito, de sua duração e de como ele afetará as cadeias de produção”, acrescenta.

Os especialistas destacam, porém, que o mercado não espera uma guerra prolongada e de grande escala entre os países. O atual excesso de oferta de petróleo e as restrições às vendas do próprio Irã são fatores que podem conter os preços no curto prazo.

“Há, naturalmente, a questão do aumento da demanda. Mas, por outro lado, o Irã já é um país fortemente sancionado, e um eventual conflito não deve gerar o mesmo impacto que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, por exemplo”, diz o analista da Suno Research, Malek Zein.

Como a disposição dos investidores para apostar em ativos arriscados diminui em momentos de tensão geopolítica, as bolsas de valores mundo a fora também podem sofrer com quedas.

William Alves, da Avenue, diz que os ativos de risco — como ações e investimentos em países emergentes — tendem a reagir mal a eventos como uma guerra, especialmente diante da possível alta do petróleo e dos aumentos de dólar e juros.

“No médio e longo prazo, será preciso avaliar o quão limitado e rápido seria o conflito e se poderia haver retaliações na região, como ataques a instalações de energia, refinarias ou estruturas semelhantes”, completa o estrategista.

A depender da duração do conflito, podem surgir oscilações mais intensas nos mercados e mudanças nas projeções de lucros de alguns setores, especialmente o de petróleo e gás.

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Conheça a barbearia especializada em prótese capilar que fatura R$ 250 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 28/02/2026 07:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Conheça a barbearia especializada em prótese capilar que fatura R$ 250 mil por mês Em Santa Catarina, Oberdã Luz transformou uma técnica quase inexistente no Brasil em um estúdio com três unidades, 20 colaboradores e impacto direto na autoestima de homens e mulheres negros. Por PEGN

O empreendimento de Oberdã Luz preencheu uma lacuna no mercado, oferecendo próteses capilares para cabelos afros, técnica rara no Brasil.

Clientes relatam profunda transformação na autoestima, com o ex-BBB Ricardo Camargo descrevendo o efeito como "o silicone no homem".

A entrada da esposa Natielle Barbosa como sócia foi crucial, reposicionando a marca e atraindo 40% de clientela feminina.

O empreendedor planeja criar uma ONG para doar próteses capilares a pessoas em vulnerabilidade ou em tratamento de saúde.

O cabelo sempre foi mais do que estética. É identidade, pertencimento e autoestima. Foi a partir dessa compreensão que o cabeleireiro e empreendedor Oberdã Luz construiu um negócio pioneiro no Brasil: a prótese capilar desenvolvida especialmente para cabelos afros.

O que começou de forma improvisada, na garagem da casa de um primo, hoje se tornou um estúdio com três unidades, faturamento mensal de cerca de R$ 250 mil e uma fila de clientes em busca de transformação — externa e interna.

Natural do Rio de Janeiro e radicado em São José, na região metropolitana de Florianópolis, Oberdã teve contato com o universo da beleza ainda criança. Aos oito anos, ao fazer o primeiro corte de cabelo em um salão, percebeu o impacto que aquele momento teve em sua vida.

Após a separação dos pais e a mudança para o Sul, sentiu a falta de profissionais especializados em cabelos negros — lacuna que, anos depois, se transformaria em oportunidade de negócio.

Aos 18 anos, trancou a faculdade de design e decidiu se dedicar integralmente à profissão de cabeleireiro. Investiu em cursos, especializações e técnicas voltadas para cortes, tranças, coloração e, mais tarde, próteses capilares.

“O cabelo é a moldura do rosto”, ouviu de uma professora de história da arte — frase que passou a guiar seu trabalho.

Empreendedor cria negócio pioneiro de prótese capilar para cabelos afros — Foto: Reprodução/PEGN

O primeiro passo como empreendedor veio com um investimento inicial de cerca de R$ 20 mil, bancado a partir da rescisão trabalhista de um primo, que se tornou sócio do negócio.

Sem experiência prévia em gestão, Oberdã precisou aprender na prática sobre administração, finanças, marketing e estruturação de equipe. Três anos depois, com o salão já pequeno para os planos de crescimento, veio a expansão. Nesse momento, a entrada da esposa, Natielle Barbosa, como sócia foi decisiva.

Com 15 anos de experiência na área comercial, ela liderou o reposicionamento da marca, que deixou de se apresentar como barbearia para se tornar um estúdio — mudança estratégica que ampliou o público e fez com que 40% da clientela passasse a ser feminina.

O investimento em expansão chegou a R$ 50 mil. Outro diferencial do negócio está no atendimento personalizado. Antes de qualquer procedimento, os clientes são ouvidos.

“Nem sempre o que é tecnicamente perfeito para o profissional é o que aquela pessoa quer ou precisa naquele momento”, explica Natielle.

A estrutura hoje conta com 20 colaboradores, incluindo recepção, equipe administrativa e profissionais especializados — estratégia que permitiu a Oberdã focar no que sabe fazer melhor.

A especialização em próteses capilares para cabelos afros colocou o estúdio em um mercado praticamente inexplorado no país. Enquanto técnicas para cabelos lisos existem desde a década de 1940, soluções voltadas para cabelos crespos e afro eram raras.

As manutenções variam entre 15 e 30 dias, e o resultado vai além da estética. Clientes relatam mudanças profundas na autoestima. Alguns chegam emocionados, outros choram antes mesmo de se sentar na cadeira.

Entre eles está Jari Carvalho, que passou por três transformações no estúdio.“É uma sensação de total renascimento. A identidade do homem preto volta”, afirma.

O impacto também chegou a figuras públicas, como Ricardo Camargo, o Alface, ex-participante do Big Brother Brasil 23, que associou a mudança visual a um novo momento de confiança pessoal. "É o silicone no homem", conta.

Empreendedor cria negócio pioneiro de prótese capilar para cabelos afros — Foto: Reprodução/PEGN

As redes sociais tiveram papel central na expansão do negócio. Um dos primeiros vídeos publicados viralizou — inicialmente por críticas — e ultrapassou dois milhões de visualizações. O resultado foram mais de cinco mil mensagens diretas de interessados na técnica.

A partir daí, o investimento em marketing digital se tornou estratégico. Hoje, o estúdio tem unidades em São José (SC), no Rio de Janeiro e São Paulo. Mais do que números, Oberdã vê o negócio como uma ferramenta de transformação social.

Ele já planeja a criação de uma ONG para doação de próteses capilares a pessoas em situação de vulnerabilidade, em tratamento de saúde ou vítimas de acidentes. “Minha empresa é um grande negócio porque transforma vidas”, resume.

Histórias como a de Oberdã Luz reforçam um dos pilares do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios: empreender não é apenas gerar lucro, mas criar impacto real na vida das pessoas — começando, muitas vezes, pelo espelho.

Empreendedor cria negócio pioneiro de prótese capilar para cabelos afros — Foto: Reprodução/PEGN

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Benefícios sociais registram duplicidade e fraudes, diz estudo; Haddad fala em reformulação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

Os principais benefícios sociais do país, juntos, vão custar cerca de R$ 550 bilhões em 2026, o equivalente a 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

É o que aponta o estudo "Renda Básica: Um Debate de Longa Data", dos economistas Gabriel Barros, da ARX Investimentos, ex-diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Cléo Olimpio e Matheus Caliano.

No início do mês, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu uma nova arquitetura para essas despesas, com a unificação de programas. Segundo Haddad, análises técnicas estão sendo conduzidas para “repensar” esses gastos de forma “mais moderna”.

"Está sendo discutido se, com o atual nível de investimento em Previdência Social, não seria o caso de repetir o que o Lula fez em 2003, quando havia vários programas e o Bolsa Família nasceu como um grande guarda-chuva [que os unificou]", afirmou o ministro.

Segundo o estudo dos economistas, a estrutura de gastos sociais do país é extensa, com múltiplas portas de entrada, critérios diversos de elegibilidade e diferentes mecanismos de pagamento ou entrega de produto ou serviço sem a requerida integração.

Os economistas mostram, ainda, que a rede de proteção social é "ampla, onerosa e umbilicalmente relevante para as contas públicas, que se apresentam como o principal desafio macroeconômico do Brasil".

"Em suma, adicional ao notável montante de recurso alocado em políticas sociais, suas limitações em termos de desenho como política pública e articulação dentro de uma rede holística de políticas sociais produz, dentre vários efeitos colaterais, baixa eficiência e elevado volume de fraudes ou concessão irregular de benefícios", acrescentaram os economistas.

💰Gabriel Barros estimou que é possível economizar cerca de R$ 50 bilhões por ano somente combatendo fraudes e retirando beneficiários que não têm direito aos benefícios (pelos critérios atuais).

Com mudança nos critérios de acesso, ou seja, nas regras dos programas, segundo ele, seria possível economizar, ao menos, mais R$ 50 bilhões — elevando a economia anual para mais de R$ 100 bilhões. Em dez anos, o impacto seria superior a R$ 1 trilhão em recursos.

A redução de gastos públicos ineficientes é algo pedido por analistas e economistas desde o começo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é reequilibrar as contas públicas, que estão no vermelho, e conter o crescimento da dívida brasileira – que já está distante de países da América Latina e próxima de nações europeias.Em termos práticos, com uma dívida mais alta há uma pressão maior sobre a taxa Selic, fixada pelo BC para conter a inflação. Isso se reflete nos juros cobrados pelo mercado financeiro ao setor produtivo da economia, restringindo o crescimento do país.Os gastos sociais são obrigatórios, ou seja, é necessário que sejam alteradas leis para que possam ser reformulados. Para isso, terão de ser encaminhadas propostas, seguidas de debates no Congresso Nacional.Sem a contenção de gastos obrigatórios, faltarão nos próximos anos recursos para algumas ações do governo, como: gastos da máquina pública, investimentos, bolsas de estudo, universidades federais e agências reguladoras, entre outros.

No estudo, os economistas observam que há sobreposição de benefícios, ou seja, a duplicidade no recebimentos recursos de programas de assistência social (como no caso do BPC e do Bolsa Família), o que, embora não seja ilegal, "evidencia fragilidades no desenho e na coordenação das políticas públicas". Eles lembram o caso citado na imprensa em que três cidades brasileiras possuíam mais cadastrados no programa Pé-de-Meia do que alunos matriculados na rede pública. "Ainda que a ocorrência de tais episódios não signifique necessariamente uma defesa pela extinção dos programas, registram uma fragilidade evidente: o sistema cresce em volume e complexidade antes de amadurecer plenamente em controle, auditoria e integração de dados", disseram.Para eles, outra importante política social também merece destaque: a aposentadoria rural, representando o segundo maior custo fiscal dentre os benefícios com gasto anual de R$ 126 bilhões. Nesse sistema, o beneficiário não precisa contribuir para ter direito à aposentadoria, sendo que a exigência para concessão já apresentou brechas para fraudes. Assim como a aposentadoria rural, o BPC, benefício destinado a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência de baixa renda, enfrenta número crescente de beneficiados, sem a devida avaliação de quem passa a receber o benefício e de quem já recebe.O abono salarial é outro programa que também é criticado por analistas. O próprio ministro Haddad já disse que o benefício, "num certo sentido, perdeu a sua razão de ser". O autor do estudo, Gabriel Barros, lembra abono foi criado no regime militar quando o salário mínimo era muito baixo. "Com a política de valorização do salário mínimo, perdeu o sentido. É um exemplo clássico e política velha, mal desenhada e é muito caro", opinou.

Os economistas autores do estudo lembram que a discussão de reformulação e eventual consolidação dos programas de assistência social, conforme sugeriu o ministro Fernando Haddad, não é nova, pois foi sancionada há mais de 22 anos a lei 10.835/2004 — que instituiu a Renda Básica de Cidadania —, embora sem real implementação nas últimas décadas.

Para levar adiante a proposta de renda básica, que poderia consolidar os programas sociais, eliminar sobreposições indevidas e fraudes, porém, os economistas observam que seria necessário atacar obstáculos, inconsistências e fragmentações das bases de dados e cadastros oficiais.

Segundo os autores do estudo, a ausência de uma base unificada de beneficiários é talvez o ponto mais crítico do debate, não obstante o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) e mudanças feitas no ano passado no Cadastro Único (CadÚnico).

"O excesso de judicialização da política social (fiscal) e de fraudes são claros sintomas dessa limitação sistêmica na gestão das políticas públicas e que deve, naturalmente, ser atacada e endereçada antes que qualquer nova política ou benefício sejam pensados ou concedidos", acrescentaram.

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‘Prejuízo Master’: o que o colapso do banco mostrou sobre os limites da garantia do FGC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

O colapso do Banco Master, Will Bank e Banco Pleno levará o FGC a desembolsar mais de R$ 50 bilhões.

Especialistas criticam o uso do FGC como "argumento de venda" por bancos e corretoras, incentivando investimentos de maior risco.

Investidores, mesmo com a garantia do FGC, enfrentaram meses de espera para reaver seus valores após a liquidação do Master. De Will e Pleno nem chegaram a receber.

A necessidade de recompor o caixa do FGC, que perdeu quase um terço de seus recursos, pode gerar tarifas e juros mais altos para os consumidores.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) já implementou cobranças adicionais para instituições financeiras de maior risco, buscando um modelo de financiamento mais justo.

Morando em Nova York há quatro anos, onde trabalha como au pair, Marina*, de 27 anos, decidiu investir os R$ 10 mil que havia economizado para voltar ao Brasil.

Sem experiência no mercado financeiro, recorreu ao ChatGPT em busca de orientações para iniciantes. Atraída pela promessa de retorno elevado e pelo prazo curto de resgate, optou por um Certificado de Depósito Bancário (CDB) do Banco Master.

Em novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação da instituição, Marina descobriu que praticamente todo o valor que tinha guardado estava comprometido.

Apesar do susto, conseguiu reaver o montante por meio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Segundo ela, o processo foi rápido e levou menos de 24 horas. Mas milhares de outros clientes ainda aguardam ressarcimento.

“Quando vi o valor creditado, fiquei muito aliviada”, disse Marina. “Quero continuar investindo, mas preciso entender melhor. Estou começando a assistir a aulas e a procurar informações sobre os melhores tipos de investimento.”

Para especialistas ouvidos pelo g1, a quebra do Banco Master expõe fragilidades de um modelo de expansão amplamente adotado por bancos, corretoras e fintechs, que se apoiaram na garantia do FGC para vender CDBs e outros títulos supostamente seguros a investidores com pouco conhecimento sobre o mercado.

O episódio gerou abalo na confiança e levou investidores a adotar uma postura mais conservadora. Já os bancos precisarão destinar mais recursos para recompor o fundo, o que pode afetar até a concessão de crédito aos clientes.

🔎 Este texto faz parte de uma série especial do g1 que investiga as repercussões do caso do Banco Master e seus desdobramentos. A apuração analisa as causas da liquidação, o funcionamento e limites do FGC, bem como os efeitos que vão além das perdas imediatas.

O FGC foi criado em 1995 e funciona como um seguro. É ele quem garante que o dinheiro depositado ou aplicado em um banco esteja protegido caso a instituição enfrente crise ou quebre, como ocorreu com o Banco Master.

O fundo garante a devolução de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada grupo financeiro. Também há um limite total de R$ 1 milhão a cada quatro anos, somando o valor aplicado e os rendimentos acumulados até a data da liquidação ou falência.

Mas a economista Ione Amorim, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), afirma que o fundo passou a ser usado como “argumento de venda” por corretoras e bancos para diminuir a percepção de risco dos CDBs e de outros investimentos de renda fixa.

Além do selo de “protegido pelo FGC”, esses títulos ganhavam ainda mais credibilidade ao serem oferecidos por grandes plataformas de investimento.

“O FGC foi apresentado como garantia absoluta para atrair investidores menos experientes. Todo investimento envolve risco, mesmo com a proteção do fundo, e isso, pelo visto, nem sempre foi explicado de forma clara pelas corretoras”, afirma.

Nesse mercado, também há incentivos comerciais que influenciavam a oferta desses produtos por gerentes e assessores de investimento, que recebem comissões pela indicação de determinados títulos.

Para clientes que não utilizavam serviços de recomendação, as corretoras davam destaque aos papéis do Master, posicionando os CDBs do banco “na altura dos olhos” entre as opções disponíveis.

Alexandre Gonçalves, de 29 anos, já investia em fundos multimercado e imobiliários. Decidiu diversificar com a aplicação de parte do dinheiro em títulos de renda fixa, uma modalidade geralmente associada a investidores mais conservadores.

Ele investiu R$ 15 mil em CDBs do Banco Master. Segundo ele, o que o convenceu a aplicar dinheiro no Master foi a combinação de “segurança e rentabilidade” de uma campanha de marketing de sua corretora, enviada por e-mail.

Enquanto bancos saudáveis pagam em torno de 100% a 110% do CDI, o Master chegou a oferecer até 140% — um demonstrativo de que havia mais risco atrelado. Com a quebra do banco, ele passou a depender do FGC para recuperar o valor.

“Demorou, mas deu certo. Depois que liberaram o pedido de ressarcimento, o dinheiro caiu na conta em quatro dias. Mas, desde a liquidação do banco, foram meses de espera”, afirmou Alexandre.

“Foi um alerta para entender melhor a origem dos investimentos e as instituições com as quais estou lidando.”

Segundo o advogado Adilson Bolico, sócio do Mortari Bolico Advogados, essa dinâmica pode ter gerado uma “quebra do dever fiduciário” — isto é, da obrigação dos bancos e corretoras de agir no melhor interesse do cliente.

“As corretoras, como intermediárias e distribuidoras de investimentos, têm obrigações regulatórias e de controle interno”, diz.

Já para o advogado Roberto Panucci, especialista em direito bancário, o fato de os valores garantidos terem sido devolvidos não é suficiente para medir o impacto econômico real do episódio. Segundo ele, recuperar o dinheiro não significa que o investimento tenha sido vantajoso.

“Um título que, no papel, prometia rendimento acima do CDI pode, após meses de espera, render muito pouco ou até gerar perda real, quando se considera a inflação e o tempo em que o dinheiro ficou parado”, afirma.

Entre a decretação da liquidação e o pagamento, o investidor não tem acesso aos recursos, o que elimina a vantagem de ter aceitado taxas mais altas.

Marina e Alexandre estão longe de ser casos isolados. Eles fazem parte dos cerca de 800 mil investidores com direito à garantia do FGC apenas por causa do Banco Master.

Somando Master, Will Bank e Banco Pleno, que fazem parte do mesmo grupo e entraram em liquidação desde novembro, o FGC deverá pagar cerca de R$ 51 bilhões para ressarcir clientes e investidores afetados.

O fundo informou que já desembolsou R$ 37,2 bilhões. Ao todo, 653 mil credores do Master receberam os valores, o que representa 84% dos beneficiários.

O FGC afirma que os casos pendentes envolvem empresas e situações específicas, como menores de idade e inventários. Esses pagamentos costumam demorar mais porque exigem documentos adicionais para comprovar o direito ao ressarcimento.

As listas de credores do Will e do Pleno ainda não foram finalizadas, uma condição necessária para que o fundo inicie os pagamentos.

Como mostrou o g1 na primeira reportagem desta série, o caso mais dramático é o do Will Bank, pois os clientes, de renda média e baixa, precisam do dinheiro para o pagamento de despesas básicas.

Os recursos do FGC vêm dos próprios bancos associados, que fazem contribuições mensais. Antes do caso Master, o fundo tinha mais de R$ 140 bilhões em caixa para cobrir emergências e preservar a estabilidade do sistema financeiro.

💰 Antecipar contribuições dos bancos que seriam pagas nos próximos anos — o plano prevê adiantar o equivalente a 60 meses de contribuições ainda em 2026, além de mais 12 meses em 2027 e outros 12 meses em 2028.📈 Criar uma cobrança extra, sem prazo definido, a ser paga pelas instituições financeiras associadas.🏦 Negociar com o Banco Central o uso de parte do compulsório para reforçar os recursos do FGC, reduzindo a pressão direta sobre o caixa das instituições.

Especialistas ouvidos pelo g1 defendem uma revisão ainda mais profunda do modelo de financiamento do FGC, para que instituições mais arriscadas contribuam com valores maiores.

“A contribuição deveria refletir o risco da instituição”, afirma o economista Armando Castelar, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

Segundo ele, a cobrança igual para todos buscava estimular a entrada de bancos menores, mas essa fase de incentivo à concorrência já foi superada.

Hoje, os bancos pagam uma taxa mensal de 0,01% sobre o saldo dos depósitos cobertos pelo fundo — caso de CDBs, poupança, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo.

Em agosto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) criou uma cobrança adicional para instituições mais expostas a riscos, elevando a taxa para 0,02%, e determinou que mantenham uma parcela maior de recursos aplicada em títulos públicos.

Para o advogado Roberto Panucci, as medidas aumentam o custo para bancos que assumem riscos excessivos, mas não resolvem o problema central.

“Ao encarecer o uso da cobertura do FGC, o regulador reconhece que o modelo atual gera incentivos distorcidos. A reforma é, na prática, uma admissão de que a garantia estimula comportamentos de risco.”

Segundo ele, a lógica permanece a mesma, sem mecanismos que levem o cliente a dividir parte do risco ou avaliar melhor a instituição que quer investir. Para o advogado, não há medidas que façam o investidor refletir sobre o risco de o banco não ter dinheiro para honrar os compromissos.

A grande consequência é que parte desse custo tende a ser repassada aos demais consumidores, por meio de tarifas mais altas, juros maiores nos empréstimos ou menor rendimento nas aplicações financeiras.

Ou seja, até quem não investiu nos bancos em dificuldade pode sentir os efeitos indiretos da crise.

Além disso, a necessidade de destinar recursos ao fundo pode levar bancos e fintechs a adotar uma postura mais cautelosa na concessão de crédito.

Para Ione Amorim, do Idec, com menos capital disponível, as instituições devem “apertar os critérios”, reduzindo a oferta ou encarecendo financiamentos para pessoas físicas e empresas.

“Enquanto os controladores não sentem o impacto da quebra, os prejuízos recaem sobre os mais vulneráveis”, diz.

Fachada do Banco Master na cidade de São Paulo, nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025. — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

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INFOGRÁFICO: Warner e Paramount formam gigante da TV e do streaming com HBO, CNN e CBS; veja números

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 03:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

A Warner Bros. Discovery firmou nesta sexta-feira (27) um acordo para ser adquirida pela Paramount Skydance. A decisão foi tomada após a Netflix anunciar que não elevaria sua proposta e que deixaria a disputa pelo estúdio.

A oferta da Paramount, comandada por David Ellison, foi de US$ 110 bilhões. Segundo as empresas, o negócio deve ser concluído no terceiro trimestre deste ano.

A possível compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount cria um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, com um catálogo que reúne marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones” e uma base estimada em cerca de 200 milhões de assinantes.

O negócio, que ainda precisa ser aprovado pelo conselho da Warner e por órgãos reguladores nos Estados Unidos, tem potencial para redesenhar o mercado global do entretenimento e do streaming.

O g1 preparou um infográfico que compara o tamanho das duas empresas e mostra como a operação pode alterar o equilíbrio de forças no setor.

Antes, a Warner havia informado que a nova oferta da Paramount, de US$ 31 por ação, era superior ao acordo em vigor com a Netflix.

Com isso, a plataforma de streaming teria quatro dias úteis para apresentar uma contraproposta ou abandonar a disputa — o que acabou ocorrendo após o anúncio da Warner.

“A transação que negociamos criaria valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória. No entanto, com o preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o acordo deixou de ser financeiramente atraente”, afirmaram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em comunicado.

A oferta da Paramount avalia a Warner em cerca de US$ 110 bilhões, incluindo a dívida, enquanto a proposta da Netflix somava US$ 83 bilhões e excluía ativos como CNN e Discovery.

A disputa começou em dezembro de 2025, quando a Netflix firmou um acordo para comprar parte dos ativos da Warner, com foco nos negócios de estúdio e streaming.

Em seguida, a Paramount entrou na negociação com uma proposta concorrente para adquirir a empresa inteira, incluindo os canais tradicionais.

Nesta quinta, a Warner classificou a nova oferta da Paramount como “superior” e deu prazo para que a Netflix cobrisse o valor — o que não aconteceu.

A proposta da Paramount prevê o pagamento de US$ 31 por ação e inclui a dívida da Warner. A empresa também se comprometeu a pagar uma multa maior caso o negócio seja barrado por autoridades regulatórias, numa tentativa de tornar a oferta mais atrativa para os acionistas.

O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner concentra algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.

💰 Ao contrário da Netflix, a proposta da Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV a cabo.

🗞️ Caso a operação seja aprovada, a família Ellison passará a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.

Com a incorporação dos ativos da Warner, a Paramount também ampliaria sua base de assinantes e fortaleceria sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.

Analistas avaliam que o movimento pode criar um grupo com catálogo mais robusto, maior poder de negociação e mais recursos para produção de conteúdo.

Embora a Warner tenha classificado a oferta da Paramount como superior à da Netflix, a operação depende de etapas formais, como a aprovação do conselho de administração, a assinatura dos contratos definitivos e o aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos, que vão avaliar os impactos sobre concorrência e concentração no setor de mídia.

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R$ 77 milhões e até dois anos de espera: Mercedes e Airbus lançam helicóptero inspirado no Classe G

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 02:44

Carros R$ 77 milhões e até dois anos de espera: Mercedes e Airbus lançam helicóptero inspirado no Classe G Enquanto a Airbus cuida dos aspectos técnicos da aeronave, cabe à Mercedes dar os toques de luxo e conforto aos passageiros. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Para alguns, um Mercedes-Benz AMG G 63 de R$ 2,5 milhões é suficiente. Para outros, é preciso ir além. Nesta semana, a marca alemã lançou, em parceria com a Airbus, o helicóptero ACH145, pela bagatela de US$ 15 milhões.

Sim, para se ter uma aeronave exclusivíssima e que carrega a estrela de três pontas é preciso desembolsar cerca de R$ 77 milhões.

Enquanto a Airbus cuida dos aspectos técnicos da aeronave, cabe à Mercedes dar os toques de luxo e conforto aos passageiros. A cabine busca reproduzir um ambiente conhecido dos fãs da marca, mas, para atender a um cliente mais que VIP, é possível mexer em quase tudo.

O modelo abusa do uso de madeira, couro, costuras aparentes e iluminação ambiente personalizável. A principal referência estética é o Classe G, o modelo mais caro e icônico da Mercedes no Brasil.

Esse grau de personalização faz com que o ACH145 leve até dois anos para ser entregue ao cliente. Com a ordem de compra em mãos, materiais definidos e fornecedores escolhidos, são necessários ao menos três meses de fabricação na Alemanha.

Não à toa, a expectativa de vendas é baixíssima: entre três e cinco unidades por ano, no mundo. Ainda assim, quase todas já têm dono para 2026. E um deles está no Brasil, um empresário que a Airbus obviamente não revelou quem é.

O ACH145 é resultado de uma parceria entre as empresas iniciada em 2010. Pode parecer inusitado, mas a explicação chega a ser intuitiva.

Para a Mercedes, é uma forma de se mostrar a um público extremamente abastado, que facilmente poderia comprar um carro da marca, mas pode estar de olho em outras opções. O acabamento luxuoso funciona como uma ponte para atrair esse consumidor.

Para a Airbus, o helicóptero deixa de ser visto como uma “simples” aeronave e passa a ser apresentado como objeto de luxo. Essa estratégia é fundamental para conquistar clientes que não buscam apenas especificações técnicas, mas uma experiência extra-classe.

No evento de lançamento em São Paulo, as marcas exibiram lado a lado a aeronave e o SUV. Segundo a Airbus, a robustez de um 4×4 raiz se assemelha à capacidade do ACH145 de lidar com diferentes situações.

A marca afirma que ele é capaz de pousar não só em terrenos acidentados, como também é compacto o suficiente para utilizar o heliponto de um iate de grande porte. Uma versatilidade importante para clientes exigentes.

Também se aproximam pela exclusividade. Como modelo mais caro da Mercedes no Brasil, um dos principais diferenciais do Classe G é a ampla possibilidade de personalização.

A Airbus afirma que há poucas restrições de materiais utilizados na aeronave, e que uma equipe de engenheiros está a postos para buscar soluções na mesma pegada que o cliente espera.

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Mega-Sena pode pagar R$ 145 milhões neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 00:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 145 milhões neste sábado Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.978 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 145 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (28), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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