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Irã proíbe exportações de alimentos devido à guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 10:46

Agro Irã proíbe exportação de alimentos devido à guerra; maiores compras do Brasil são de pistache e uva passa Irã acionou plano de emergência após EUA e Israel lançaram ataque contra o país. Brasil não importa alimentos essenciais do país. Por Redação g1

O governo iraniano anunciou nesta terça-feira (3) a proibição da exportação de alimentos e produtos agrícolas devido ao conflito com Israel e os Estados Unidos.

"A exportação de todos os alimentos e produtos agrícolas está proibida até segunda ordem", informou a agência de notícias Tasnim, citando um comunicado do governo.

"O governo está priorizando o fornecimento de bens essenciais à população", acrescentou.

O Irã acionou um plano de emergência no sábado, dia em que os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra a República Islâmica, que resultou na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, e de vários oficiais militares de alta patente.

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PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 09:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%Oferecido por

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3% em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3). Em valores correntes, a economia brasileira totalizou R$ 12,7 trilhões no ano.

O resultado representa uma desaceleração em comparação a 2024, quando o Brasil cresceu 3,4%, e é o menor número em cinco anos. Ainda assim, o número marca o quinto ano seguido de crescimento da economia brasileira. No quarto trimestre de 2025, o PIB cresceu 0,1% em relação aos três meses anteriores, mantendo-se praticamente estável.

O principal destaque ficou com a agropecuária, que registrou um crescimento de 11,7% em 2025 — resultado dos aumentos na produção e dos ganhos na produtividade de várias culturas, com destaque para o milho (23,6%) e a soja (14,6%), que alcançaram recordes no ano.

O setor de serviços, por sua vez, apresentou um avanço de 1,8% no ano e registrou um crescimento de todas as atividades em 2025 — mesmo com o alto nível de juros. Entre os destaques, estavam informação e comunicação (6,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%) e transporte, armazenagem e correio (2,1%).

A indústria teve um crescimento de 1,4% no ano, apoiada pelas Indústrias Extrativas, que registraram um avanço de 8,6% no período com o impulso da extração de óleo e gás. O segmento de construção (0,5%) também contribuiu para o avanço do setor, enquanto eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,4%) e as indústrias de transformação (-0,2%) tiveram variações negativas.

“Quatro atividades: agropecuária, indústrias extrativas, informação e comunicação e outras atividades de serviços, contribuíram com 72% do total do volume do valor adicionado em 2025, atividades estas menos afetadas pela política monetária contracionista [juros elevados]”, afirmou a coordenadora de contas nacionais do IBGE, Rebeca Palis, em nota.

🔎 Valor adicionado é a riqueza efetivamente gerada na economia. É calculado pela diferença entre o valor do que foi produzido no país e o custo dos insumos utilizados na produção.

Serviços: 1,8%Indústria: 1,4%Agropecuária: 11,7% Consumo das famílias: 1,3% Consumo do governo: 2,1%Investimentos: 2,9% Exportações: 6,2% Importação: 4,5%

Pela ótica da demanda, o consumo das famílias registrou um crescimento de 1,3%. O resultado positivo, segundo o IBGE, foi reflexo da melhora do mercado de trabalho no ano — com crescimento da massa salarial real —, do aumento do crédito e dos programas de transferência de renda do governo.

Mesmo assim, o número ainda representa uma desaceleração em comparação a 2024, quando cresceu 4,8%. Essa desaceleração era esperada pelo mercado por conta dos altos níveis da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 15% ao ano, e pelo alto endividamento das famílias.

Já o volume de investimentos feitos no país — chamados pelo IBGE de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) — cresceu 2,9% em 2025, impulsionado pelo aumento na importação de bens de capital, pelo desempenho de software e pelo bom desempenho na indústria de construção.

"Essas contribuições positivas compensaram a queda na produção interna de bens de capital", informou o IBGE em nota.

A taxa de investimento em 2025 foi de 16,8%, em uma leve desaceleração em comparação ao ano anterior (16,9%). Já a taxa de poupança acelerou de 14,1% para 14,4% na mesma relação.

O Tocantins sediará a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2026, evento que reforça a visibilidade do estado no cenário agrícola nacional. — Foto: Grupo Wink

Nos últimos três meses de 2025, a atividade econômica brasileira registrou um crescimento de 0,1% em comparação ao terceiro trimestre, mantendo-se praticamente estável.

Nessa relação, as atividades de serviços e agropecuária cresceram 0,8% e 0,5%, respectivamente, enquanto a indústria apresentou um recuo de 0,7%.

Entre as variações positivas no setor de serviços, o destaque ficou com atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, com um avanço de 3,3%. Informação e comunicação (1,5%), outras atividades de serviços (0,7%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%) também tiveram resultados positivos.

Já entre as atividades industriais, o resultado negativo foi puxado principalmente pela queda na construção (2,3%) e nas indústrias de transformação (-0,6%).

Pela ótica da despesa, o consumo do governo cresceu 1% e o consumo das famílias ficou estável. Os investimentos, por sua vez, caíram 3,5% no período.

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‘O dinheiro aumenta, mas não dá para comprar nada’: por que o brasileiro não sente a melhora da economia?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 09:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%Oferecido por

Apesar do PIB em alta e desemprego recorde, brasileiros sentem perda de poder de compra e dificuldade em fechar o mês.

A inflação, mesmo menor, continuou a corroer o poder de compra, limitando o consumo das famílias, especialmente as de menor renda.

O endividamento cresceu, com 73,5 milhões de negativados, e gastos básicos como saúde e supermercado pesam mais no orçamento familiar.

Especialistas apontam que a economia perdeu fôlego, com crescimento frágil e produtividade em queda.

A expectativa para 2026 é de desaceleração, com incertezas sobre contas públicas e o lento impacto da queda de juros no crédito.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil fechou 2025 em alta, no quinto ano consecutivo de crescimento. Ainda assim, para muitos brasileiros, a sensação foi de que o dinheiro continuou curto no final do mês.

A diretora de escola Cibelle conta que, embora a renda familiar tenha permanecido estável no ano passado, foi preciso controlar cada gasto para não comprometer o orçamento. “As contas ficaram mais pesadas, principalmente no supermercado.”

Para equilibrar as contas, ela reduziu as idas a restaurantes e os gastos com lazer, diminuiu o uso do cartão de crédito e recorreu a reservas antigas. “Eu usei o que tinha guardado, um dinheiro que juntei em 2020. Acabei usando grande parte para o consumo do dia a dia”, conta.

A aposentada Maria Madalena diz que também precisou fazer escolhas. Trocou a carne bovina por frango, passou a comprar queijos e laticínios mais baratos e usou parcelamento no cartão para fazer a renda durar até o fim do mês. Sua descrição não poderia ser mais direta: a sensação constante é de perda de poder de compra.

Especialistas ouvidos pelo g1 contam que, embora a economia brasileira tenha começado o ano em ritmo mais forte, acabou perdendo fôlego ao longo dos meses e terminou o quarto trimestre praticamente estagnada.

Os números divulgados nesta terça-feira (3) pelo IBGE mostram que o principal sinal dessa desaceleração se mostra no consumo das famílias. Esse é o componente que mais pesa no PIB e representa mais de 60% da atividade econômica pelo lado da demanda.

O consumo das famílias não chegou a cair, mas cresceu em ritmo bem menor do que no ano anterior, quando havia avançado 5,1%.

Para a economista Juliana Trece, coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do FGV Ibre, o dado mostra um descompasso entre renda e gastos.

Além da atividade econômica ainda em crescimento, o país registrou a menor taxa de desemprego da história em 2025, de apenas 5,6% na média anual. O rendimento real também foi recorde, de R$ 3.560.

O diagnóstico é que a economia continuou avançando, mas em ritmo mais lento. E as compras passaram a depender quase exclusivamente da renda do trabalho.

“Em anos anteriores, houve liberações de recursos extraordinários, como saques do FGTS,, que ajudaram a estimular as compras. Quase não tivemos esse tipo de impulso em 2025.”

Para a economista Silvia Matos, coordenadora do boletim Macro do FGV Ibre, a alta de preços foi menor no ano passado, mas continuou a corroer o poder de compra e limitou o consumo, especialmente entre as famílias de menor renda.

“Depois de um crescimento acima da nossa capacidade em 2024, já era esperado um período de desaceleração. Foram resultados muito favoráveis, mas também enfrentamos efeitos colaterais, como a inflação”, explica.

📊 Em 2025, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — que mede a inflação oficial do país — ffechou em 4,26%. Foi o melhor resultado desde 2018, mas isso significa apenas que os preços subiram mais lentamente, e não que tenham caído.📈 Para manter a alta de preços sob controle, o Banco Central elevou a taxa básica de juros em 2,25 pontos percentuais ao longo do ano. Com isso, ela chegou a 15% no fim de 2025, o maior patamar em quase duas décadas.

Segundo Silvia, esses dois fatores funcionaram como um “freio” na economia, afetando principalmente a compra de bens duráveis — como carros e eletrodomésticos — e outros setores que dependem de crédito para financiar suas atividades.

Enquanto o desemprego caía e a renda aumentava, a inflação apertou o orçamento, atingindo com mais força os mais pobres.

Para essas famílias, o aumento de preços de itens básicos — como alimentos no supermercado, conta de luz e gastos com saúde — pesa de forma mais intensa do que para quem tem mais recursos.

A auxiliar de limpeza Edivânia sente a pressão nas despesas mais básicas. As contas de luz e água ficaram mais difíceis de pagar, exigindo cortes constantes no orçamento familiar. Sem margem para imprevistos, ela evita correr o risco de se endividar.

Entre os aposentados, a sensação foi de estagnação. Sebastiana diz que o dinheiro simplesmente não rendeu. “Recebo a aposentadoria, pago o que devo e fico esperando a próxima.”

Supermercado e farmácia foram os gastos que mais complicaram seu orçamento — especialmente os remédios, que, segundo ela, pesam cada vez mais.

Em outras faixas de renda, o aperto aparece de forma menos imediata, mas igualmente persistente — e também envolve gastos com saúde.

O psicólogo Mauro consegiu manter a renda estável, mas viu crescerem as despesas com plano de saúde e procedimentos não cobertos pelas operadoras. O ajuste veio por meio de cortes.

“Reduzi o consumo de itens não prioritários e deixei de viajar. Passei a controlar mais os gastos.”

Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) indicam que, em dezembro, 73,5 milhões de consumidores estavam negativados, o equivalente a quase 45% da população adulta do país.

O cartão de crédito continua sendo um dos principais vilões do endividamento. O procurador do Estado Jayme Asfora classifica as taxas como “escorchantes” e abusivas. Para se proteger, ele chegou a quebrar os cartões e abriu mão de viagens com as filhas diante dos altos custos.

“Os juros já estão altos, mas os do cartão de crédito são ainda maiores. É absurdo não haver uma intervenção estatal mais efetiva sobre isso.”

Mesmo quem teve aumento de renda manteve cautela. O assistente de e-commerce David passou a planejar cada compra antes de gastar. “Você precisa viver de forma controlada, sem excessos, mantendo uma vida estável, porque senão não dá. A gente passou a planejar mais”, afirma.

A médica Lara Lobo descreve impacto semelhante. Com aumentos no aluguel, na energia e no supermercado, precisou apertar o orçamento e priorizar a poupança.

“Eu sinto que o poder de compra diminuiu. Não deixei de comprar porque tenho as finanças organizadas, mas percebo que muitos brasileiros continuam consumindo e enfrentam mais dificuldade até para coisas básicas.”

Lojistas oferecem descontos para pagamentos no Pix, em dinheiro ou no débito, que costumam sair mais baratos do que no crédito. — Foto: Giaccomo Voccio/g1

O crescimento da economia não tem sido homogêneo entre setores e grupos sociais. Parte do baixo desemprego, segundo Silvia Matos, está ligada ao envelhecimento da população, que reduz a oferta de mão de obra.

“O resultado é um mercado de trabalho que parece aquecido nas estatísticas, mas com realidades muito diferentes na prática”, aponta a economista.

Setores como tecnologia e finanças contrataram mais, enquanto áreas mais dependentes de crédito, como a construção civil e parte da indústria, enfrentaram maiores dificuldades.

Esse é mais um descompasso que ajuda a explicar o “enigma” apontado pelos economistas: indicadores macroeconômicos positivos convivendo com sensação de aperto no cotidiano.

A agropecuária, por exemplo, avançou mais de 10% em 2025. Apesar de ter peso menor no PIB, o setor contribuiu para o crescimento quase tanto quanto os serviços.

Segundo a economista, a força do campo compensou parte da perda de dinamismo em áreas mais dependentes do mercado interno. “As exportações avançaram mais de 5%, impulsionadas principalmente por produtos agropecuários e petróleo”, ressalta.

🔎 Esses segmentos são menos sensíveis aos juros elevados. “O efeito da política monetária não é igual para todos os setores. A indústria e a construção sofrem mais porque dependem de crédito. Já a agropecuária depende mais do clima e da demanda externa”, explica Silvia Matos.

Apesar do resultado positivo, o crescimento da economia brasileira teve bases frágeis. Os investimentos, por exemplo, avançaram no ano, mas boa parte desse aumento foi impulsionada pela importação de plataformas de petróleo — uma compra pontual que eleva as estatísticas de momento.

“Isso não significa que as empresas, de forma geral, estejam ampliando fábricas, comprando máquinas ou aumentando sua capacidade de produção”, acrescenta Silvia.

Além disso, a economia ficou “menos eficiente”. A produtividade — que mede quanto o país produz com os recursos disponíveis — caiu em relação ao ano anterior e segue abaixo do nível recorde registrado em 2013.

Depois de um ano impulsionado principalmente pelas exportações e por um mercado de trabalho ainda resistente, 2026 deve marcar desaceleração. A expectativa é de crescimento semelhante ao de 2025 — ou até um pouco menor.

Para Juliana Trece, a principal mudança está no campo. A agropecuária, que teve desempenho excepcional e ajudou a sustentar o PIB no ano passado, não deve repetir o mesmo ritmo.

“Em 2025, o campo teve peso relevante no crescimento. Em 2026, essa contribuição tende a ser menor”, afirma.

Se isso se confirmar, o avanço das exportações também deve perder fôlego. Por outro lado, Juliana vê algum estímulo vindo do mercado interno.

A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil pode aumentar a renda disponível de parte das famílias.Além disso, anos eleitorais costumam trazer mais gastos públicos, o que ajuda a movimentar a economia no curto prazo.

Silvia Matos, no entanto, adota tom mais cauteloso. Para ela, o ambiente eleitoral amplia as incertezas sobre o rumo das contas públicas e pode levar empresários a adiar investimentos.

Além disso, mesmo que o Banco Central comece a reduzir os juros, o efeito não é imediato. “Leva tempo até que a queda dos juros chegue ao crédito, reduza o custo dos financiamentos e estimule novos projetos”, destaca Silvia.

Consumidores e pedestres circulam pelo Largo 13 de Maio, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. — Foto: Giaccomo Voccio/g1

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Dólar abre em alta sob impacto da guerra no Oriente Médio e dados do PIB brasileiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 09:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%Oferecido por

O dólar abriu em alta de 1,53% nesta terça-feira (3), cotado a R$ 5,2449, refletindo os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os mercados globais e a divulgação de indicadores econômicos no Brasil. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia o pregão às 10h.

▶️ O Irã afirmou que fechou o Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar navios que tentarem atravessar a rota. O anúncio, feito pela mídia estatal em nome da Guarda Revolucionária, é o mais duro desde o aviso inicial do bloqueio e foi apresentado como retaliação pela morte do aiatolá Ali Khamenei.

▶️ A declaração do Irã sobre o fechamento da principal rota do petróleo no mundo impulsionou uma forte alta da commodity e acendeu o alerta nos mercados globais. Nesta terça-feira, os preços do petróleo seguem em trajetória de alta, com o barril registrando avanço superior a 7%.

▶️ No Brasil, o destaque fica por conta da divulgação do PIB de 2025, divulgado pelo IBGE. A economia brasileira cresceu 2,3% no ano passado, representando uma desaceleração em comparação a 2024, quando o Brasil cresceu 3,4%.

▶️ Ainda nesta terça-feira, às 11h, serão divulgados os dados de criação de empregos formais no Brasil em janeiro, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Os preços do petróleo e do gás dispararam e as bolsas fecharam em queda nesta segunda-feira (2) por causa do conflito no Oriente Médio, desencadeado pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e pela resposta de Teerã.

O preço do barril de Brent chegou a subir quase 14%, enquanto o do West Texas Intermediate (WTI) avançou 12% na abertura dos mercados, após o ataque que matou o guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e outros dirigentes do país.

O conflito regional afeta o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo.

O preço do gás na Europa disparou mais de 20%, já que a guerra ameaça as exportações de gás natural liquefeito da região do Golfo, especialmente as vendas do Catar.

O contrato futuro do TTF holandês, referência europeia, chegou a subir mais de 40%, a 45,105 euros.

🛢️ A forte alta do petróleo beneficia as empresas do setor porque elas vendem a commodity a preços internacionais. Quando o barril sobe, a receita dessas companhias tende a aumentar, o que melhora a perspectiva de lucro e impulsiona suas ações na bolsa.

No caso do Brasil, as ações da Petrobras subiram mais de 4%, ajudando a reduzir a baixa do Ibovespa, que acompanhava as quedas pela manhã antes de inverter o sinal.

Em Wall Street, os índices das bolsas americanas operam no vermelho antes da abertura do mercado, após a intensificação da guerra no Oriente Médio aumentar a preocupação dos investidores com os efeitos do petróleo mais caro sobre a atividade econômica e a inflação.

Por volta das 7h (horário de Brasília), o futuro do Dow Jones caía cerca de 815 pontos, o equivalente a 1,7%.

O S&P 500 recuava aproximadamente 120 pontos, também com perda de 1,7%, enquanto o Nasdaq 100 liderava as quedas, com baixa de cerca de 570 pontos, ou 2,3%, pressionado pela maior exposição das empresas de tecnologia ao cenário de maior aversão ao risco.

Os mercados europeus caíram forte nesta terça, também pressionados pela alta do petróleo e do gás causada pela guerra, o que elevou o temor de que o conflito prolongado encareça combustíveis, transporte e produtos em geral, prejudicando a economia

Com a energia mais cara, investidores ficaram mais cautelosos e venderam ações. Pela manhã, as principais bolsas da Europa operavam em queda: Paris recuava 2,15%, Frankfurt caía 2,78%, Londres perdia 2,02%, Milão tinha baixa de 3,21% e Madri caía 3,56%.

Já as bolsas da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira, diante do agravamento da guerra no Oriente Médio, que aumentou a aversão ao risco entre os investidores.

Na China, o índice de Xangai recuou 1,43%, aos 4.122 pontos, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,54%, para 4.655 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,12% e terminou o dia em 25.768 pontos.

No Japão, o Nikkei despencou 3,1%, aos 56.279 pontos, e na Coreia do Sul o Kospi teve queda acentuada de 7,24%, fechando em 5.791 pontos. Em Taiwan, o Taiex recuou 2,20%, para 34.323 pontos, enquanto na Austrália o S&P/ASX 200 caiu 1,34%, aos 9.077 pontos.

O dólar opera cotado acima de R$ 6,00 no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 9, estendendo ganhos frente ao real pelo quarto pregão consecutivo, diante do acirramento da guerra comercial entre os EUA e a China. — Foto: Adriana Toffetti/Estadão Conteúdo

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Agropecuária cresceu 11,7% e puxa crescimento da economia em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 09:47

Agro Agropecuária cresce 11,7% e puxa crescimento da economia em 2025 O forte crescimento do setor foi puxado por uma combinação de colheitas recordes, especialmente de soja e milho, além de um bom desempenho da pecuária, que também bateu marcas históricas. Por Paula Salati, Vivian Souza

A agropecuária impulsionou o PIB em 2025, crescendo 11,7% e superando os demais setores da economia, que avançou 2,3% no total.

O setor foi beneficiado por colheitas recordes de soja e milho, além de um desempenho histórico da pecuária. O Brasil se tornou o maior produtor mundial de carne bovina.

A ausência de problemas climáticos relevantes, custos menores e ganhos de produtividade impulsionaram a maior safra de grãos. Exportações de soja e carne bovina bateram recordes.

Para 2026, o Ibre projeta desaceleração do agro, com queda na produção de milho. Já a Hedgepoint prevê aumento da participação do setor no PIB, com exportações em alta.

A agropecuária teve expansão de 11,7% no ano passado em relação a 2024 e puxou o crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3).

Foi o melhor desempenho entre os setores da economia: no mesmo período, a indústria avançou 1,4% e os serviços, 1,8%.

Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, o agro, as indústrias extrativas, informação e comunicação e outras atividades de serviços contribuíram com 72% do PIB no ano passado.

O forte crescimento do agro foi puxado por uma combinação de colheitas recordes, especialmente de soja e milho, além de um bom desempenho da pecuária, que também bateu marcas históricas.

Em 2025, o Brasil se tornou o maior produtor mundial de carne bovina, ultrapassando os Estados Unidos, pela primeira vez.

Apesar de ter tido o maior crescimento na comparação com outros setores, a agropecuária tem um peso de 7,1% no PIB, bem menor que os serviços (69,5%) e a indústria (23,4%).

Isso acontece porque o PIB do IBGE calcula somente as atividades primárias do agro, como os plantios e as criações de animais.

Mas, quando se coloca nessa conta, os serviços, os comércios e as indústrias do setor, esse peso sobe para 23%, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).

O forte crescimento do agro em 2025 representou uma recuperação em relação a 2024, quando o PIB do setor recuou após secas extremas e enchentes terem derrubado diversas produções agrícolas, como as de soja, milho, cana-de-açúcar e laranja.

"A gente sabe que a agropecuária é uma atividade muito vulnerável à questão climática. Mas, em 2025, não tivemos nenhum problema climático relevante a ponto de gerar uma quebra de safra", diz Juliana Trece, coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do FGV Ibre.

Esses fatores fizeram o Brasil colher a maior safra de grãos da história no ano passado. No total, foram 350,2 milhões de toneladas, puxadas por soja e por um volume de milho jamais registrado na série histórica.

Com a maior produção dos grãos, a exportação do setor também cresceu. A soja, por exemplo, bateu recorde com o embarque de 108,2 milhões de toneladas, um aumento de 9,5% na comparação com o ano anterior.

Uma das motivações para isso foi a guerra comercial entre Estados Unidos e China. Com os chineses comprando menos dos norte-americanos, a demanda foi redirecionada para o Brasil, explica Luiz Fernando Roque, especialista de grãos da consultoria Hedgepoint.

A pecuária brasileira também conseguiu superar os seus próprios recordes em um ano marcado pelo tarifaço dos Estados Unidos, segundo maior comprador de carne bovina do Brasil.

As exportações bateram recorde puxadas pela demanda chinesa. No ano, foram vendidas 3,50 milhões de toneladas, alta de 20,9% em relação a 2024.

"O Ibre está projetando uma leve queda de 0,2%, o que é considerado um cenário de estabilidade. Diferente de 2025, a agropecuária não deve ser o motor que impulsionará o PIB este ano", diz Trece.

A tendência é de que, neste ano, os produtores retenham mais fêmeas nas fazendas para produzir bezerros em vez de direcioná-las para a produção de carne.

É um movimento diferente do que aconteceu em 2025, quando um volume recorde de fêmeas foi enviado para o abate.

"A produção de soja, que cresceu 14,6% em 2025, deve crescer apenas 3,9% em 2026. Já o milho tem uma previsão de queda de 5,6% na produção para este ano", afirma.

Roque, da Hedgepoint, discorda. Para ele, em 2026, o agro aumentará ainda mais a sua participação no PIB brasileiro.

Isso porque a estimativa é que as exportações de soja e milho continuem crescendo em 2026, gerando mais espaço no mercado internacional e batendo novos recordes.

Na produção, a Hedgepoint prevê uma estabilidade para a soja, com safra de 179,5 milhões de toneladas no Brasil. O volume da safra anterior foi de 180 milhões de toneladas.

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Ministério da Fazenda diz que taxa de juros exerceu ‘impacto relevante’ sobre p PIB e projeta expansão de 2,3% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 09:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%Oferecido por

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda avaliou, nesta terça-feira (3), que a desaceleração do ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 indica que a "política monetária contracionista", ou seja, taxa de juros elevada exerceu 'impacto relevante sobre a atividade".

Mais cedo nesta terça, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB do Brasil cresceu 2,3% em 2025. O resultado representa uma desaceleração em comparação a 2024, quando o Brasil cresceu 3,4%, e é o menor número em cinco anos.

Atualmente, a taxa básica de juros da economia brasileira, está em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. A taxa Selic é o instrumento que o Banco Central tem para conter a inflação, e atingir a meta central de 3% fixada para este a para os próximos anos.

"A perda de fôlego [da economia] tornou-se mais evidente no segundo semestre, quando a atividade permaneceu praticamente estável em relação ao primeiro. Não fosse a contribuição da agropecuária e da indústria extrativa, pela ótica da oferta, e do setor externo, pela ótica da demanda, a economia teria apresentado desempenho ainda mais fraco nos últimos dois trimestres de 2025", diz o Ministério da Fazenda, em comunicado.

Para o ano de 2026, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda manteve a projeção de crescimento do PIB em 2,3%. O mercado financeiro, entretanto, estima um crescimento, menor, de 1,8%, neste ano.

"Pela ótica da oferta, a expectativa é de desaceleração acentuada da agropecuária, compensada por maior ritmo de crescimento da indústria e dos serviços. Pela demanda, a expectativa é de maior contribuição da absorção doméstica comparativamente a 2025, contrabalanceada por menor contribuição do setor externo", avaliou o governo.

Para o primeiro trimestre deste ano, a expectativa do governo é de "aceleração acentuada do PIB", em ritmo próximo a 1%, refletindo, principalmente, o aumento da renda disponível para a população com a isenção do imposto de renda retido na fonte para quem ganha até R$ 5 mil.

"Em seguida, deverá haver desaceleração gradual do ritmo de expansão da atividade, com a dissipação do efeito de políticas públicas sendo parcialmente compensada pela redução do custo no crédito [com a queda esperada na taxa básica de juros, a Selic]", diz o Ministério da Fazenda.

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Fim da patente da semaglutida em 2026 acirra disputas de mercado entre China, Índia, EUA, Canadá e Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 07:49

Saúde Fim da patente da semaglutida em 2026 acirra disputas de mercado entre China, Índia, EUA, Canadá e Brasil Nova geração de medicamentos emagrecedores ocupa um papel central na disputa por patentes, mercados e cadeias produtivas que redefine o setor farmacêutico global Por The Conversation Brasil

Os medicamentos emagrecedores baseados em incretinas — hormônios intestinais que regulam a liberação de insulina e o apetite — transformaram o tratamento da obesidade. Entre eles estão os agonistas de GLP-1, caso da semaglutida, e os duplos agonistas de GLP-1 e GIP, como a tirzepatida, hoje responsáveis por um dos mercados mais dinâmicos da indústria farmacêutica.

O crescimento surpreendeu até analistas experientes: em 2023, projetava-se que as vendas globais atingiriam US$ 100 bilhões no início da próxima década. Um ano depois, a estimativa foi revisada para US$ 150 bilhões, refletindo a demanda muito acima do previsto.

Esse momento de expansão acelerada, porém, coincide com uma inflexão importante para a indústria. Entre 2025 e 2029, o setor enfrenta o vencimento simultâneo de patentes em diversas áreas terapêuticas — o chamado Abismo de Patentes 2.0.

A perda da exclusividade de produção pode gerar perdas líquidas globais estimadas em US$ 90 bilhões ao abrir espaço para genéricos e biossimilares. A nova geração de medicamentos emagrecedores ocupa um papel central nessa disputa por patentes, mercados e cadeias produtivas que redefine o setor farmacêutico global.

O Ozempic, um dos medicamentos mais conhecidos, tem como princípio ativo a semaglutida. A patente da substância, que expira em março de 2026 na China, Índia, Turquia, Canadá e Brasil, pertence ao laboratório dinamarquês Novo Nordisk.

Juntos, esses países concentram cerca de 40% da população mundial e aproximadamente 33% das pessoas com obesidade no planeta. A coincidência das datas de expiração nesses mercados estratégicos representa um desafio para a empresa.

Neste cenário altamente competitivo, não há espaço para desempenho abaixo do esperado como ocorreu com o mais recente medicamento emagrecedor desenvolvido pela Novo Nordisk, o CagriSema. A situação se agravou ainda mais para esse laboratório com o sucesso do novo fármaco do concorrente, o Zepbound da Eli Lilly.

Assim, as ações da Novo Nordisk despencaram e o valor de mercado do laboratório Eli Lilly, fabricante do Zepbound (tirzepatida, indicado para emagrecimento), superou a barreira de US$ 1 trilhão.

No fim de 2025, o laboratório Lupin, com sede em Mumbai, na Índia, fechou um acordo com a empresa Gan & Lee Pharmaceuticals, com sede em Pequim, na China, que dá ao Lupin direitos exclusivos de venda e distribuição na Índia de uma substância ainda em fase de teste, a bofanglutida, mais um análogo de GLP-1.

O fármaco é indicado para diabetes do tipo 2, e mostrou resultados de perda de peso comparáveis ou superiores à semaglutida, com a vantagem de reduzir o número de injeções necessárias aos concorrentes, exigindo apenas uma injeção a cada 14 dias.

A Lupin é a quinta maior empresa de genéricos nos Estados Unidos e oitava no mundo, presente em mais de 200 países, entre eles, Rússia, Japão, Estados Unidos, México e Brasil, com lucro de mais de US$ 80 milhões no segundo trimestre de 2025.

A parceria indo-chinesa reforça a estratégia da Lupin, inclusive no Brasil, por meio da MedQuímica (Juiz de Fora – Minas Gerais). Um dos 30 maiores laboratórios farmacêuticos nacionais, a MedQuímica tornou-se parte do Grupo Lupin em 2015.

Por sua vez, a chinesa Gan & Lee já está há algum tempo negociando diretamente com o governo brasileiro projetos de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), bem como futuras colaborações com relação a drogas emagrecedoras inovadoras como o GZR4 e a bofanglutida.

A Lupin e outro laboratório indiano, o Biocon, trabalham em parceria em alguns mercados e substâncias, e também em projetos diferentes com a Viatris/Mylan Pharmaceuticals. A Biocon é a maior farmacêutica da Índia, responsável pela movimentação de mais de US$ 1 bilhão em 2025. Isso alavanca o alcance global dos indianos na comercialização de biossimilares.

No Brasil, a Lupin fez uma parceria com o laboratório Biomm (Nova Lima, Minas Gerais), controlado pela empresa Biocon, para a comercialização de um medicamento oncológico. Mas isso não impede que esses laboratórios operem como concorrentes no país. No caso dos GLP-1, a Lupin juntamente com a MedQuímica deve oferecer bofanglutida, enquanto o Biocon, em associação com o Biomm, deve oferecer semaglutida genérica.

De acordo com uma pesquisa da revista científica PLOS One de 2022, 63,2% dos adultos sentem algum grau de medo de agulhas, com mais da metade evitando coleta de sangue e um terço evitando vacinas. Por isso, as marcas investem em pesquisas para versões orais. Partindo daí, é possível dimensionar o impulso recebido pelo dinamarquês Novo Nordisk para lançar, em janeiro de 2026, o Wegovy em comprimido.

A Eli Lilly não conseguiu, até o momento, a aprovação da agência reguladora americana, o FDA, para um fármaco equivalente. Na melhor das hipóteses, sua medicação oral – o orforglipron, ainda sem nome comercial – será aprovada em março de 2026.

Uma diferença decisiva entre os comprimidos dos dois laboratórios – de acordo com as respectivas bulas – parece estar na conveniência. O medicamento da Lilly pode ser tomado a qualquer hora, com ou sem comida; mas semaglutidas orais da Novo Nordisk (Wegovy, indicado para obesidade, e Rybelsus, para diabetes tipo 2 e frequentemente utilizado off-label para obesidade) requerem estômago vazio e um intervalo de 30 minutos antes comer e beber.

Em paralelo, estudos de custo-eficiência sublinham a dificuldade de comparar as apresentações orais contra os injetáveis em função da diferença das bases utilizadas. Quanto ao preço, pode variar muito, de acordo com os descontos obtidos pelos meios tradicionais (cobertura por seguros públicos e privados) e por inovações como a venda direta e as plataformas eletrônicas.

A estimativa é de que o mercado global de medicamentos emagrecedores atinja US$ 95 bilhões em 2030, dos quais 24% (cerca de US$ 23 bilhões) devem ser capturados pelas versões orais. Dentro deste segmento, a previsão do banco de investimentos Goldman Sachs é de que o comprimido da Eli Lilly deve abocanhar 60% desse segmento contra 21% do produto da Novo Nordisk.

Em 2024-2025, a Big Pharma passou a privilegiar os programas de venda direta ao paciente (DTP) que combinam preços transparentes em dinheiro com telessaúde e entrega em domicílio, caso da NovoCare Pharmacy (Novo Nordisk), LillyDirect (Eli Lilly), Eliquis 360 Support (Bristol Myers Squibb) e o Cosentyx DTP (Novartis) e PfizerForAll, AstraZeneca Direct, AmgenNow.

É uma transformação radical em relação ao modelo de negócio dominante. Mas não só, pois promove uma mudança clara no relacionamento com o paciente, buscando escapar de controles como o gerenciamento do preço dos medicamentos pelos planos e sistemas nacionais de saúde.

O marketing do Wegovy está voltado para consumidores que pagam do próprio bolso e não têm cobertura de seguro público ou privado. O atual CEO da Novo Nordisk, Maziar Mike Doustdar, afirmou na recente J.P. Morgan Healthcare Conference – ponto de encontro estratégico de interesses financeiros e farmacêuticos – que medicamentos para obesidade respondem melhor ao modelo de venda direta do que outros fármacos. Por isso, uma de suas metas é dominar os canais diretos ao paciente e de pagamento em dinheiro.

Mais avanços científicos e tecnológicos estão prometidos, como um spray nasal à base de semaglutida em fase de teste, a ser lançado em breve pela Shanghai Shiling Pharmaceutical, que, provavelmente será vendido por plataformas eletrônicas. Talvez até mesmo pela nacionalista Trump Rx, que, negando críticas internas e externas, promete baixar preços e promover o retorno de investimentos para os Estados Unidos.

Em meio a este contexto complexo, os medicamentos emagrecedores e seus mercados parecem depender menos da ciência e cada vez mais das relações internacionais.

Carlos Roberto Oliveira não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Petróleo dispara mais de 7% após Irã anunciar fechamento do Estreito de Ormuz e ameaçar incendiar navios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 07:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%Oferecido por

Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (3), impulsionados pelo temor do mercado de uma prorrogação da guerra no Oriente Médio, pelo fechamento de fato do Estreito de Ormuz e pelas infraestruturas do setor de energia sob ataque.

Às 7h34, a cotação do Brent do Mar do Norte para entrega em maio subia 6,70%, cotado a US$ 82,95 por barril. Já o

5,45%, a 81,98 dólares por barril. O West Texas Intermediate (WTI) americano, para entrega em abril, avançava 7,30%, a US$ 76,43.

O Irã anunciou nesta segunda-feira (2) que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar pelo local, informou a mídia iraniana.

O comunicado, feito em nome do comandante da Guarda Revolucionária do país na mídia estatal, foi o aviso mais explícito do Irã desde que comunicou aos navios, no sábado (28), o fechamento da rota. A medida é uma retaliação pela morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

"O estreito (de Ormuz) está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiarão esses navios", disse Ebrahim Jabari, um dos principais assessores do comandante.

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Seu carro bebe muito ou pouco? Veja o consumo de todos os carros zero km do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 03:10

Carros Seu carro bebe muito ou pouco? Veja o consumo de todos os carros zero km do Brasil Levantamento oficial do Inmetro permite comparar consumo na cidade, na estrada e autonomia antes da compra de carros a combustão, híbridos ou 100% elétricos. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Inmetro atualizou nesta segunda-feira (2) o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), que reúne informações sobre todos os carros zero km vendidos no Brasil.

A planilha traz informações como tipo de transmissão, motorização e tipo de combustível, além de um dado essencial para muitos brasileiros na escolha de um carro novo: o consumo na cidade e na estrada. Para os carros elétricos, é informada a autonomia com uma carga completa da bateria.

100% elétricos: 146 modelos;Híbridos plug-in: 94 modelos;Híbridos (leves ou plenos): 94 modelos;Flex: 246 modelos;Gasolina: 273 modelos;Diesel: 121 modelos.

O g1 preparou uma tabela para facilitar a busca pelo seu carro — ou por aquele que você pretende comprar. Nela, é possível visualizar todos os modelos ou procurar um específico ao digitar o nome ou a versão no campo de busca.

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Câmara aprova proibição do uso da palavra ‘leite’ em embalagens de produtos lácteos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 01:02

Política Câmara aprova proibição do uso da palavra 'leite' em embalagens de produtos lácteos O projeto também determina as palavras que podem estar em embalagens de produtos lácteos. Texto segue para votação pelo Senado. Por Paloma Rodrigues, TV Globo — Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (3) um projeto que proíbe que produtos lácteos sejam comercializados com a palavra “leite” em suas embalagens. O projeto segue agora para análise do Senado.

Segundo o projeto, a palavra "leite" só poderá ser utilizada em "produto da secreção mamária das fêmeas mamíferas, proveniente de uma ou mais ordenhas, sem qualquer adição ou extração".

Os compostos lácteos são misturas de leite com outros elementos, como soro de leite, aromatizantes e compostos derivados de amido de milho. Eles também possuem valores nutricionais diferentes do leite.

O projeto também determina as palavras que podem estar em embalagens de produtos lácteos, sendo elas:

queijos e seus derivados;manteiga;leite condensado;requeijão;creme de leite;bebida láctea;doce de leite;leites fermentados;iogurte;coalhada ecream cheese.

O mesmo é feito para embalagens de carnes, como bife, steak, hambúrguer, filé, nuggets, presunto, presuntado, salsicha, linguiça, bacon, torresmo – expressões que designam cortes específicos.

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