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EUA dizem ter afundado 17 barcos do Irã: ‘Não há uma única embarcação iraniana no Golfo Arábico, de Omã e no Estreito de Ormuz’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 22:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

Os EUA afirmam ter afundado 17 barcos iranianos e que "não há nenhuma embarcação iraniana em operação no Golfo Arábico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã".

Donald Trump declarou que os EUA estão prontos para agir se o Estreito de Ormuz for ameaçado e determinou seguro contra risco para o comércio marítimo na região.

O Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz e atacar navios, mas autoridades dos EUA afirmam que a via marítima "não está oficialmente bloqueada".

A escalada de tensões fez os preços do petróleo dispararem, refletindo o temor de interrupção na rota vital que transporta cerca de um quinto do consumo global.

O exército dos Estados Unidos afirmou nesta terça-feira (3) que afundou 17 barcos do Irã desde o início da guerra no sábado (28).

O exército afirmou ainda que "não há nenhuma embarcação iraniana em operação no Golfo Arábico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã".

Ainda segundo as forças norte-americanas, mais de 2 mil alvos foram atingidos no Irã. A informação foi divulgada por um comandante do Comando Central dos EUA em um vídeo publicado no X.

"Os EUA degradaram severamente as defesas aéreas do Irã e destruíram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones", disse.

O comandante afirmou ainda que o Irã já lançou mais de 500 mísseis balísticos e mais de 2 mil drones em ataques retaliatórios.

Mais cedo, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA estão preparados para agir caso o tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado.

Em publicação na rede Truth Social, o republicano declarou que, se necessário, a Marinha norte-americana poderá escoltar embarcações que transportam petróleo pela região.

“Se necessário, a Marinha dos Estados Unidos começará a escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz o mais rápido possível. Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o LIVRE FLUXO DE ENERGIA para o MUNDO”, escreveu.

A manifestação ocorre após declarações da Guarda Revolucionária do Irã de que a passagem não seria segura. Na segunda-feira (2), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e afirmou que poderá atacar embarcações que tentem atravessar a rota.

O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de uma cerimônia de entrega da Medalha de Honra na Casa Branca, em Washington — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Apesar da ameaça, autoridades militares dos Estados Unidos afirmaram que a via marítima não está oficialmente bloqueada. O impasse elevou a tensão em uma das áreas mais sensíveis para o abastecimento global de energia.

No texto publicado, Trump também informou que determinou, “com efeito imediato”, que a Corporação Financeira de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC) ofereça seguro contra risco político e garantias financeiras para todo o comércio marítimo que transite pelo Golfo, especialmente o transporte de energia.

Segundo ele, as medidas estarão disponíveis a todas as companhias de navegação e terão custo “muito razoável”.

Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (3), refletindo o temor de que a guerra no Oriente Médio se prolongue, que o estreito seja efetivamente fechado e que ataques atinjam instalações do setor de energia.

Durante a manhã, o barril do Brent para entrega em maio subia 8,43%, cotado a US$ 84,29. Mais tarde, às 15h, a alta desacelerava para 7,04%, com o preço em US$ 83,21. Já o petróleo americano West Texas Intermediate (WTI), com vencimento em abril, avançava 8,79%, negociado a US$ 77,49.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Ele conecta os grandes produtores do Golfo — como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos — ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.

Estima-se que cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo passe por essa faixa estreita de mar.

Qualquer interrupção no tráfego na região pode reduzir a oferta global e pressionar ainda mais os preços da commodity, com reflexos sobre combustíveis, transporte e inflação em diversos países.

Por isso, as declarações de autoridades iranianas e americanas foram acompanhadas de perto por investidores e governos, em meio ao receio de que o conflito ganhe novas dimensões e afete diretamente o mercado internacional de energia.

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Mega-Sena, concurso 2.979: uma aposta vence e leva sozinha mais de R$ 158 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 22:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.979: uma aposta vence e leva sozinha mais de R$ 158 milhões Veja os números sorteados: 18 – 27 – 37 – 43 – 47 – 53. Quina teve 128 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 38.728,95. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.979 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28), em São Paulo. Uma aposta de Eusébio, no Ceará, acertou as seis dezenas e levou sozinha o prêmio de R$ 158.039.482,14.

6 acertos: 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 158.039.482,14;5 acertos: 128 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 38.728,95;4 acertos: 7.902 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.034,09.

O próximo sorteio da Mega será na quinta-feira (5). O prêmio previsto para o concurso 2.980 é de R$ 45 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Caso Master: Banco Central decide mudar regra do compulsório para pagar conta do FGC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 19:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

O Banco Central (BC) publicou nesta terça-feira (3) resolução que permite que os bancos direcionem para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) o recolhimento dos depósitos à vista e a prazo dos chamados compulsórios, os recursos que os bancos não podem, pelas regras do sistema financeiro, movimentar.

🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.

O FGC deve desembolsar cerca de R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados pela liquidação extrajudicial dos bancos Master, Will Bank e Banco Pleno. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Antes da liquidação do Banco Master, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.

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Trump desafia Irã e diz que EUA vão escoltar navios no Estreito de Ormuz ‘se necessário’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 17:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.956 pts-3,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.956 pts-3,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.956 pts-3,36%Oferecido por

O presidente Donald Trump afirmou nesta terça-feira (3) que os Estados Unidos estão preparados para agir caso o tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado.

Em publicação na rede Truth Social, o republicano declarou que, se necessário, a Marinha norte-americana poderá escoltar embarcações que transportam petróleo pela região.

“Se necessário, a Marinha dos Estados Unidos começará a escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz o mais rápido possível. Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o LIVRE FLUXO DE ENERGIA para o MUNDO”, escreveu.

O presidente também destacou que o poder econômico e militar americano é “o maior da Terra” e afirmou que novas ações poderão ser anunciadas.

A manifestação ocorre após declarações da Guarda Revolucionária do Irã de que a passagem não seria segura. Na segunda-feira (2), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e afirmou que poderá atacar embarcações que tentem atravessar a rota.

O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de uma cerimônia de entrega da Medalha de Honra na Casa Branca, em Washington — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Apesar da ameaça, autoridades militares dos Estados Unidos afirmaram que a via marítima não está oficialmente bloqueada. O impasse elevou a tensão em uma das áreas mais sensíveis para o abastecimento global de energia.

No texto publicado, Trump também informou que determinou, “com efeito imediato”, que a Corporação Financeira de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC) ofereça seguro contra risco político e garantias financeiras para todo o comércio marítimo que transite pelo Golfo, especialmente o transporte de energia.

Segundo ele, as medidas estarão disponíveis a todas as companhias de navegação e terão custo “muito razoável”.

Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (3), refletindo o temor de que a guerra no Oriente Médio se prolongue, que o estreito seja efetivamente fechado e que ataques atinjam instalações do setor de energia.

Durante a manhã, o barril do Brent para entrega em maio subia 8,43%, cotado a US$ 84,29. Mais tarde, às 15h, a alta desacelerava para 7,04%, com o preço em US$ 83,21. Já o petróleo americano West Texas Intermediate (WTI), com vencimento em abril, avançava 8,79%, negociado a US$ 77,49.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Ele conecta os grandes produtores do Golfo — como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos — ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.

Estima-se que cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo passe por essa faixa estreita de mar.

Qualquer interrupção no tráfego na região pode reduzir a oferta global e pressionar ainda mais os preços da commodity, com reflexos sobre combustíveis, transporte e inflação em diversos países.

Por isso, as declarações de autoridades iranianas e americanas foram acompanhadas de perto por investidores e governos, em meio ao receio de que o conflito ganhe novas dimensões e afete diretamente o mercado internacional de energia.

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Impacto da guerra contra o Irã na economia global dependerá da duração do conflito, diz FMI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 16:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2611,84%Dólar TurismoR$ 5,4631,79%Euro ComercialR$ 6,1141,04%Euro TurismoR$ 6,3611,09%B3Ibovespa183.121 pts-3,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,2611,84%Dólar TurismoR$ 5,4631,79%Euro ComercialR$ 6,1141,04%Euro TurismoR$ 6,3611,09%B3Ibovespa183.121 pts-3,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,2611,84%Dólar TurismoR$ 5,4631,79%Euro ComercialR$ 6,1141,04%Euro TurismoR$ 6,3611,09%B3Ibovespa183.121 pts-3,27%Oferecido por

O impacto da guerra no Oriente Médio sobre a economia mundial vai depender de quanto tempo o conflito durar e do tamanho dos danos à infraestrutura e às indústrias da região, especialmente se a alta nos preços da energia for passageira ou mais prolongada.

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Segundo ele, se a incerteza persistir e os preços da energia continuarem elevados por mais tempo, os bancos centrais devem agir com cautela e avaliar os desdobramentos antes de tomar decisões.

Katz afirmou que o conflito pode afetar a inflação, o crescimento e outros indicadores, mas que ainda é cedo para medir o tamanho desse impacto.

Antes da escalada recente, o FMI projetava crescimento global de 3,3% em 2026, apoiado, entre outros fatores, pelos investimentos em inteligência artificial e pela expectativa de ganhos de produtividade.

Agora, a instituição monitora possíveis efeitos sobre o comércio, a atividade econômica, os preços da energia e a volatilidade dos mercados financeiros.

O FMI também avalia os impactos diretos na região, como danos à infraestrutura e interrupções em setores importantes, como turismo, transporte aéreo e, principalmente, energia.

Nesta terça-feira, o petróleo voltou a subir, após o Irã ameaçar atacar navios no Estreito de Ormuz. O barril do Brent chegou a US$ 83, cerca de 15% acima do nível da sexta-feira.

Katz afirmou que, se a alta da energia for temporária, os bancos centrais tendem a não reagir de imediato, já que costumam dar mais peso à inflação que exclui itens mais voláteis.

No entanto, se o choque for duradouro e começar a afetar as expectativas de inflação, pode haver resposta na política de juros.

Ele lembrou que, após a pandemia, o avanço da inflação em 2022 foi influenciado pelo aumento dos preços de energia ligado à guerra na Ucrânia, o que acabou pressionando outros preços na economia.

Infográfico: Mapa dos ataques no Oriente Médio; Irã, Israel e EUA travam guerra na região — Foto: Editoria de Arte/g1

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Guerra no Oriente Médio pressiona dólar, petróleo e pode limitar intensidade e duração dos cortes na taxa de juros no Brasil; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 15:27

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2782,16%Dólar TurismoR$ 5,4942,37%Euro ComercialR$ 6,1251,23%Euro TurismoR$ 6,3811,41%B3Ibovespa182.999 pts-3,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,2782,16%Dólar TurismoR$ 5,4942,37%Euro ComercialR$ 6,1251,23%Euro TurismoR$ 6,3811,41%B3Ibovespa182.999 pts-3,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,2782,16%Dólar TurismoR$ 5,4942,37%Euro ComercialR$ 6,1251,23%Euro TurismoR$ 6,3811,41%B3Ibovespa182.999 pts-3,33%Oferecido por

A escalada de tensões e a eclosão da guerra no Oriente Médio, com o início dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e a propagação do conflito a países vizinhos, como o Líbano, pressionam o preço do petróleo e a cotação do dólar no Brasil.

Neste início de semana, o petróleo ultrapassou o patamar de US$ 82 por barril, o valor mais alto desde janeiro de 2025. Com o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã , analistas projetam aumento substancial nos preços nos próximos meses — pressionando o preços dos combustíveis no Brasil.Outro fator que pode estimular a inflação é a cotação do dólar no país, por seu impacto nos preços de produtos e insumos importados. A moeda norte-americana avançou 0,6% nesta segunda-feira (2), para R$ 5,16, e continuava subindo nesta terça. Com dólar e petróleo mais caros, cresce a expectativa de aumento nos preços de combustíveis e de energia, que têm efeitos indiretos sobre o transporte, a indústria e até o agronegócio – limitando, também, o ritmo de crescimento da atividade doméstica.

Segundo economistas, essa "mudança de preços relativos" de ativos (petróleo e dólar), no jargão da economia, pode contaminar não somente os preços correntes, mas também as projeções do mercado e da autoridade monetária para a inflação neste e nos próximos anos.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), colegiado responsável buscar o atingimento das metas de inflação, toma suas decisões olhando para a frente, pois elas demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia. Neste momento, por exemplo, o Banco Central está buscando atingir, por meio da fixação da taxa de juros, a meta central de inflação de 3% em doze meses até setembro de 2027.

➡️A lógica é que se a guerra não acabar no curto prazo, seu impacto na inflação (via aumento do petróleo e do dólar) pode ser mais duradouro, contaminando as projeções de inflação dos próximos anos e limitando intensidade e o ritmo dos cortes na taxa de juros no país.

➡️O Copom, do Banco Central, diz que apenas reage ao cenário da economia na fixação dos juros. Se há uma piora com impacto inflacionário, tem de adequar seu panorama esperado para o futuro. Na ata de sua última reunião, em janeiro, o Copom avaliava que o cenário externo seguia incerto.

"Elevações das tensões geopolíticas e seus desdobramentos seguem sendo monitorados, porém no contexto atual os preços das principais commodities permaneceram contidos, e as condições financeiras, favoráveis", dizia o Copom, antes da eclosão da guerra no Oriente Médio.

➡️Até a semana passada, antes do conflito no Oriente Médio, o mercado financeiro projetava que a taxa Selic começaria a ser reduzida neste mês, passando de 15% para 14,5% ao ano — com base em sinalização do próprio BC. E que a taxa continuaria caindo no futuro, fechando 2026 e 2027 em 12% e 10,5% ao ano, respectivamente.

Rafaela Vitoria, economista-chefe do banco Inter, avalia que o aumento recente do preço do petróleo não gera uma necessidade imediata de aumento dos combustíveis pela Petrobras — o que acontecerá somente se o preço permanecer elevado por um período mais prolongado.

Além disso, com o atual patamar do petróleo, ela argumenta que um eventual reajuste, próximo de 10%, teria um impacto limitado na inflação. Avalia, também, que o dólar abaixo de R$ 5,50 não traz uma "preocupação maior" para as expectativas de inflação deste ano.

Outro ponto, segundo Rafaela Vitória, é que a economia vive um momento demanda mais fraca, com desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB). Ela diz que, por isso, um possível aumento da gasolina não teria um impacto estrutural no rumo da taxa de juros no Brasil. E segue prevendo corte da taxa Selic para 14,5% ao ano pelo BC, em meados de março.

"Mas, dependendo da magnitude desse impacto [da alta do preço do petróleo], você pode ter uma cautela um pouco maior pelo Copom de, ou postergar esse início de corte de juros, ou começar com um ritmo um pouco mais fraco, de 25 pontos [neste mês]", afirmou Rafaela Vitoria, do banco Inter.

Leonardo Costa, economista do ASA, observou que a escalada de tensões no Oriente Médio eleva de forma relevante os riscos para energia, mas que o impacto final dependerá essencialmente da duração e da intensidade do conflito.

"No Brasil, a política de suavização de preços da Petrobras tende a retardar o repasse da alta internacional para combustíveis, com o diesel devendo subir antes da gasolina, dado o maior peso das importações e a defasagem acumulada", disse Leonardo Costa, do ASA.

Em termos inflacionários, disse ele, um aumento de 10% na gasolina adiciona cerca de 0,20% a 0,25% ao IPCA anual, enquanto o diesel impacta majoritariamente de forma indireta, via custos e cadeia produtiva. "A persistência de um preço do petróleo mais elevado pode elevar a projeção de inflação doméstica", concluiu.

Já Fabiano Zimmermann, head de fundos de renda fixa do ASA, afirmou que o conflito não deve alterar, neste momento, o plano do Banco Central de iniciar o ciclo de cortes de juros na reunião de março.

"No entanto, caso a crise se prolongue, seus desdobramentos podem interromper a sequência de valorização do real [queda do dólar] e provocar uma mudança no patamar dos preços do petróleo, fatores que tenderiam a limitar a magnitude do ciclo de flexibilização monetária [corte dos juros]. Esse cenário já começa a se refletir na curva de juros, com a elevação do prêmio na parte intermediária", acrescentou Fabiano Zimmermann, do ASA.

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PIB do Brasil: como guerra no Irã pode impactar economia em ano de eleição?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 14:16

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O PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2025, o menor avanço desde 2020, refletindo a desaceleração econômica esperada pelo mercado.

Consumo das famílias ficou estagnado no 4º trimestre de 2025, segundo o IBGE — Foto: Getty Images via BBC

A economia brasileira cresceu 2,3% em 2025, abaixo da alta de 3,4% registrada em 2024, informou informou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este foi o mais baixo crescimento registrado pela economia brasileira desde a queda de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) ocorrida em 2020, sob impacto da pandemia de covid-19.

O resultado, no entanto, veio em linha com a expectativa do mercado, que já previa uma desaceleração da economia no ano passado, diante dos efeitos dos juros elevados.

Com a Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) em 15% desde junho de 2025, fica mais caro para empresas e famílias emprestarem dinheiro, o que funciona como um "freio" para a atividade econômica – por isso a taxa de juros é o principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação.

Para 2026, os analistas preveem uma nova desaceleração da atividade econômica, projetando uma alta de apenas 1,8% para o PIB em pleno ano de eleições presidenciais, segundo a mediana de projeções colhidas pelo jornal Valor Econômico.

A guerra no Irã adiciona incerteza neste cenário, com a alta nos preços do petróleo podendo impactar a inflação e manter os juros altos por aqui durante mais tempo.

"O conflito entre Estados Unidos e Irã representa um risco adicional ao crescimento econômico, principalmente se a guerra se estender por um período muito prolongado", avalia Peterson Rizzo, gerente de relações institucionais da gestora de crédito Multiplike.

Se isso acontecer, a principal influência ocorre por meio da alta do petróleo, que encarece combustíveis, energia e transporte, pressionando a inflação, diz o analista.

Navio ancorado na costa dos Emirados Árabes Unidos devido a interrupções na navegação no Estreito de Ormuz, em Dubai, em 2 de março — Foto: Getty Images via BBC

Com a inflação mais elevada, o Banco Central tende a manter os juros altos por mais tempo, dificultando a retomada da atividade econômica.

"Juros elevados reduzem o acesso ao crédito, afetando negativamente o consumo das famílias. Além disso, a maior incerteza internacional tende a desestimular investimentos produtivos", diz Rizzo.

"Assim, embora o Brasil possa se beneficiar parcialmente como exportador de petróleo, os efeitos inflacionários e financeiros do conflito tendem a limitar o crescimento do PIB no curto e médio prazo."

"A escalada do conflito entre EUA e Irã pode influenciar o PIB indiretamente, sobretudo se provocar alta persistente do petróleo e pressionar a inflação, o que tende a manter os juros elevados por mais tempo", diz Lima.

"Assim, embora o dado do PIB mostre resiliência, o ambiente geopolítico adiciona um vetor de risco que pode limitar o ritmo de crescimento ao longo de 2026."

No quarto trimestre, o PIB brasileiro cresceu apenas 0,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior, também em linha com a expectativa do mercado.

O crescimento modesto na margem foi puxado pelo setor de serviços (0,8%) e pela agropecuária (0,5%), enquanto a indústria registrou queda de 0,7%, sempre na comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Na ponta da demanda, o consumo do governo teve alta de 1% e o das famílias se manteve estável (0%), enquanto o investimento registrou uma forte queda de 3,5%.

Exportações cresceram 3,7% e importações caíram 1,8% no 4º tri, em relação ao trimestre anterior, o que contribuiu positivamente para o PIB do período — Foto: Bloomberg via Getty Images

Matheus Pizzani, economista da PicPay, avalia que o elevado endividamento de famílias e empresas explica a forte queda do investimento e a estagnação do consumo das famílias no fim do ano passado.

Isso inibiu os efeitos positivos do mercado de trabalho dinâmico e da renda em expansão, beneficiada ainda pela queda da inflação ao longo do ano, avalia.

Segundo Pazzini, o resultado só foi ligeiramente positivo no trimestre graças à contribuição do setor externo, com a balança comercial favorável (isto é, com exportações superando importações) contribuindo para o crescimento no período.

No ano de 2025 como um todo, a desaceleração do PIB foi puxada tanto pela indústria (alta de 1,4%, ante 3,1% em 2024) quanto pelos serviços (alta de 1,8%, ante 3,8% em 2024).

Já na agropecuária, houve crescimento de 11,7% em 2025 (ante queda de 3,7% em 2024), reflexo da safra recorde no ano passado.

Na ponta da demanda, o consumo das famílias desacelerou para alta de 1,3% (ante 5,1% em 2024), enquanto o investimento cresceu 2,9%, após recuar 6,9% no ano anterior e o consumo do governo avançou 2,1% (quase igual à alta de 2% de 2024).

Já o setor externo teve contribuição positiva no ano, com exportações em alta de 6,2%, superando o avanço das importações (4,5%), apesar das tarifas impostas por Donald Trump ao Brasil a partir de julho.

Em 2024, as importações haviam crescido fortes 15,6%, superando em muito a alta das vendas externas (2,8%), o que é negativo para o crescimento, pois nesse cenário parte maior da demanda interna é atendida por produtos importados.

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Escala 6×1: governo pode mandar novo projeto com urgência ao Congresso caso tema não avance na ‘velocidade desejada’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 13:25

Política Escala 6×1: governo pode mandar novo projeto com urgência ao Congresso caso tema não avance na 'velocidade desejada' Informação foi divulgada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Projetos com urgência trancam pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O ministro do Trabalho e do Emprego, Luiz Marinho, informou nesta terça-feira (3) que o governo pode enviar um projeto de lei com urgência ao Congresso Nacional, sobre o fim da jornada 6 por 1, se julgar que o tema não está caminhando com a "velocidade desejada" nos textos em análise pelo Legislativo.

🔎Projetos com urgência de autoria do presidente da República trancam a pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela a Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado.

"Motta [presidente da Câmara dos Deputados] se comprometeu a tocar as PECs que estavam lá, mas que trabalharia também os projetos de lei vigentes. PL pode ter uma velocidade maior do que as PECs. Mas o governo não descarta, a depender da conversa com o Hugo Motta e Alcolumbre [presidente do Senado], mandar um projeto de lei com urgência se perceber que as coisas não irão caminhar na velocidade desejada", disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

Principal bandeira de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na economia em sua busca por uma nova reeleição no fim deste ano, o projeto que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor.

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Isso equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos, diz a entidade.

De acordo com o ministro Luiz Marinho, o debate sobre a redução da jornada de trabalho é uma necessidade cobrada pela sociedade brasileira. Ele afirmou, porém, que já há empresas que vem antecipando esse debate, reduzindo voluntariamente a jornada de seus trabalhadores.

Segundo ele, há necessidade de enquadramento das empresas que não desejam. "Aí é lei, não haverá um acordo coletivo que leve à redução da jornada máxima. A partir da jornada máxima, empresas podem fazer adequações para menos, mas não podem para mais", explicou.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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Guerra e divergências na agenda podem deixar encontro Lula‑Trump para abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 11:46

Economia Blog da Ana Flor Guerra e divergências na agenda podem deixar encontro Lula‑Trump para abril Por Ana Flor, Túlio Amâncio, g1 e GloboNews — Brasília

A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington, inicialmente prevista para março, deve ser adiada em algumas semanas.

Segundo interlocutores do Planalto e auxiliares do presidente, o encontro entre Lula e Donald Trump tende a ficar para abril, em meio ao agravamento da guerra no Oriente Médio e às dificuldades para fechar a pauta bilateral.

Trump, na última sexta, voltou a afirmar, segundo agências internacionais, que quer receber a visita de Lula na Casa Branca. Tudo mudou com a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciada no sábado.

Nesta segunda, o blog chegou a trazer a visão de auxiliares do presidente brasileiro de que a guerra deveria atrasar o encontro, em uma provável visita oficial de Estado.

De sua parte, os Estados Unidos querem chegar à reunião com um plano estruturado para a exploração de minerais críticos no Brasil, área considerada estratégica por Washington.

Fontes da diplomacia norte‑americana afirmam que é prioridade definir parâmetros, salvaguardas e projetos com potencial de financiamento antes do encontro entre os presidentes.

Pelo lado brasileiro, o foco é avançar na agenda de segurança e no combate ao crime organizado — tema considerado prioritário também na conjuntura eleitoral do Brasil.

Essa diferença de prioridades tem prolongado as negociações. Além disso, o governo quer mais tempo para negociar o capítulo dos minerais críticos, e diplomatas afirmam que não faz sentido ir a Washington sem algum tipo de acordo fechado.

Enquanto isso, uma etapa importante ocorrerá antes da viagem. No dia 18 de março, a Embaixada dos EUA, em parceria com o setor privado, organiza em São Paulo um fórum sobre minerais críticos. A ideia é apresentar projetos brasileiros, discutir financiamento e destravar negociações.

Integrantes do governo dos Estados Unidos devem vir ao país para participar das reuniões ligadas ao evento, reforçando a centralidade do tema para Washington.

Em novembro, Trump já havia retirado tarifas de 40% sobre diversos produtos brasileiros, após negociação direta com Lula. — Foto: Getty Images

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Brasil cria 112,3 mil empregos formais em janeiro; com forte queda de 27% frente ao mesmo mês de 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 11:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2852,3%Dólar TurismoR$ 5,4671,87%Euro ComercialR$ 6,1211,15%Euro TurismoR$ 6,3490,89%B3Ibovespa182.306 pts-3,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2852,3%Dólar TurismoR$ 5,4671,87%Euro ComercialR$ 6,1211,15%Euro TurismoR$ 6,3490,89%B3Ibovespa182.306 pts-3,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2852,3%Dólar TurismoR$ 5,4671,87%Euro ComercialR$ 6,1211,15%Euro TurismoR$ 6,3490,89%B3Ibovespa182.306 pts-3,7%Oferecido por

A economia brasileira gerou 112,3 mil empregos formais em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira (3) o Ministério do Trabalho e do Emprego.

📈 O resultado representa recuo de 27,2% em relação a janeiro do ano passado, quando foram criados cerca de 154,4 mil empregos com carteira assinada.

👉🏽 Esse também foi o pior resultado para meses de janeiro desde 2023. Veja os resultados para os meses de outubro:

2020: 112,1 mil vagas fechadas;2021: 254,5 mil empregos criados;2022: 167,4 mil vagas abertas;2023: 90,09 mil vagas abertas;2024: 173,1 mil empregos criados.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo mudou a metodologia.

Ao fim de janeiro de 2026, ainda conforme os dados oficiais, o Brasil tinha saldo de 48,57 milhões de empregos com carteira assinada.O resultado representa aumento na comparação com dezembro do ano passado (48,46 milhões) e com relação a janeiro de 2025 (47,35 milhões).

Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro de 2026 mostram que foram criados empregos formais em quatro dos cinco setores da economia.

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 2.428,67 em janeiro deste ano, o que representa alta real (descontada a inflação) em relação a dezembro de 2025 (R$ 2.346,16).

Na comparação com janeiro do ano passado, houve também aumento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 2.347,46.

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