RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CDBs irreais e carteiras de crédito falsas: entenda a crise que derrubou o Banco Master e levou Vorcaro à prisão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 08:29

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

A liquidação do Banco Master pelo Banco Central, em novembro do ano passado, e a nova prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição, marcam mais um capítulo de uma crise que já vinha se desenhando há meses e que também levou à liquidação do Will Bank e do Banco Pleno, integrantes do mesmo grupo.

Vorcaro foi preso novamente nesta quarta-feira (4), em São Paulo, pela Polícia Federal, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos atribuídos a uma organização criminosa.

O banco operava sob risco elevado de insolvência, pressionado pelo alto custo de captação e pela exposição a investimentos considerados arriscados, com juros muito acima do padrão de mercado.

Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram. Todas foram interrompidas por questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao Master em investigações.

O g1 explica a polêmica envolvendo o banco e os fatores que levaram à sua liquidação, além das prisões de investigados por fraude ao sistema financeiro.

Banco Central determina a liquidação extrajudicial do Banco MasterSAIBA MAIS: Como ficam correntistas e investidores após a liquidação pelo BC?ENTENDA: O que é FGC e qual seu papel no caso do Banco Master?PASSO A PASSO: Tem investimento no Master? Saiba como reaver seu dinheiro

O Banco Master surgiu em 1974, inicialmente como Máxima Corretora de Valores e Títulos Mobiliários. Ao longo das décadas, a empresa passou por expansões e alterações societárias até se tornar o conglomerado financeiro conhecido atualmente como Banco Master.

Nos anos 2000 e 2010, o grupo expandiu sua atuação para áreas como crédito, investimentos, gestão de recursos e outras operações. Nos anos mais recentes, ganhou destaque ao oferecer produtos com rendimentos muito acima do mercado, atraindo milhares de investidores.

A partir de 2022, começaram a surgir dúvidas sobre a saúde financeira do banco, diante da captação cara, da exposição a ativos de risco e das negociações de venda que não avançavam.

O Banco Master voltou ao centro das atenções em março do ano passado, quando avançou nas negociações para vender 58% do capital ao Banco de Brasília (BRB) por cerca de R$ 2 bilhões.

A operação, que formaria um conglomerado com cerca de R$ 100 bilhões em ativos, passou a ser monitorada por órgãos de controle, como o Ministério Público do Distrito Federal e o Ministério Público de Contas, que pediram esclarecimentos sobre as condições da compra.

O processo se arrastou enquanto o Master enfrentava dificuldades de caixa. Em maio, o banco obteve uma linha de crédito emergencial de R$ 4 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), renovada duas vezes. Ao mesmo tempo, buscava compradores para o Will Bank, seu braço digital.

Na véspera da liquidação, a instituição recebeu outra oferta: a holding Fictor e um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos propuseram um aporte imediato de R$ 3 bilhões e a compra das ações do fundador Daniel Vorcaro, excluindo o Will Bank e o Master Investimentos.

O sinal de alerta no mercado ficou mais evidente quando o banco passou a oferecer produtos financeiros com remunerações muito acima do padrão. O principal deles eram os CDBs emitidos pela instituição.

🔎 O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um investimento de renda fixa em que o investidor empresta dinheiro ao banco e recebe juros em troca. Essa remuneração pode ser pré-fixada (definida no momento da aplicação) ou pós-fixada (atrelada a indicadores como o CDI).

Segundo o planejador financeiro e especialista em investimentos Jeff Patzlaff, o problema não era o CDB em si, mas o que justificava taxas tão elevadas.

“No mercado financeiro, bancos saudáveis conseguem captar dinheiro barato, pagando algo entre 100% e 105% do CDI. Quando você via o Banco Master oferecendo 130%, 150% ou até 180% do CDI, isso não era generosidade — era um pedido de socorro”, diz o planejador.

Segundo o especialista, esse movimento foi uma tentativa de captar dinheiro rapidamente após o banco perder acesso a crédito barato de grandes instituições financeiras. Esses investidores já haviam interrompido os repasses porque os números do Master não fechavam havia algum tempo.

Sem acesso a crédito barato, o banco recorreu ao investidor pessoa física, oferecendo taxas "irresistíveis" para captar recursos rapidamente e tentar cobrir rombos operacionais.

O risco também estava na qualidade dos ativos utilizados pelo banco: “Para pagar 150% do CDI, o banco precisaria emprestar a 200% ou 300% para ter lucro. Isso só é possível quando você empresta para quem ninguém mais quer, como projetos duvidosos ou precatórios judiciais incertos.”

“As investigações indicam que o banco mantinha ativos ruins registrados como se fossem de boa qualidade e utilizava o dinheiro de novos investidores — captado por meio de CDBs com juros elevados — para pagar investidores antigos e manter a operação funcionando. Era uma dinâmica insustentável a longo prazo sem uma injeção real de capital, que nunca veio”, afirma Patzlaff.

Após o Banco Central vetar a compra do Banco Master pelo BRB, o mercado passou a desconfiar (ainda mais) da situação do banco. Isso levou muitos investidores a tentar vender, no mercado secundário, seus CDBs do Master para evitar ficar “presos” ao título até o vencimento.

Com a corrida por vendas, quase não havia compradores. Para atrair interessados, as taxas dos CDBs precisaram subir muito — chegando a 177% do CDI, ante os cerca de 120% praticados antes da crise.

O banco já vinha pagando taxas muito altas para captar recursos, e decisões ruins sobre o uso desse dinheiro deixaram a instituição perto do calote e da falência.

Quando os clientes tentaram se desfazer dos títulos, muitos não conseguiram vendê-los ou tiveram de aceitar descontos para encontrar compradores.

Segundo a Polícia Federal, as investigações envolvendo o Banco Master começaram em 2024, após uma requisição do Ministério Público Federal. O objetivo era apurar a possível "fabricação" de carteiras de crédito falsas por uma instituição financeira.

🔎 Esses títulos teriam sido repassados a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem a devida avaliação técnica.

Durante audiência na CPI do Crime Organizado, no Senado, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que o esquema de fraudes financeiras que levou à prisão do presidente do Banco Master e de quatro diretores pode ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões.

Segundo Rodrigues, apenas na casa de um dos investigados da operação Compliance Zero foram encontrados R$ 1,6 milhão em dinheiro. Ele explicou aos parlamentares que a PF atua em conjunto com o Banco Central e o Coaf na apuração de crimes relacionados ao sistema financeiro.

"Eu não sei quanto que nós vamos conseguir bloquear. Eu sei já que, em dinheiro, apreendemos na residência de um investigado R$ 1,6 milhão em dinheiro nessa operação de hoje", acrescentou o diretor na CPI do Crime Organizado.

O Banco Master emitiu R$ 50 bilhões em certificados de depósito bancário (CDBs) prometendo juros acima das taxas de mercado e sem comprovar que tinha liquidez, ou seja, que conseguiria pagar esses títulos no futuro.Ao comprar um CDB, o cliente empresta o dinheiro ao banco e recebe juros em troca.Para reforçar essa impressão de liquidez, o Master aplicou parte desses R$ 50 bilhões em ativos que não existem, comprando créditos de uma empresa chamada Tirreno.O Master não pagou nada por essa compra, mas logo em seguida vendeu esses mesmos créditos ao BRB — que pagou R$ 12,2 bilhões, sem documentação, para "socorrer" o caixa do Banco Master.Essas transações aconteceram no mesmo período em que o BRB tentava comprar o próprio Banco Master — e convencer os órgãos de fiscalização de que a transação era viável e não geraria risco aos acionistas do BRB, incluindo o governo do DF.

Com a liquidação extrajudicial, todas as operações do Banco Master foram encerradas de imediato. A diretoria foi afastada e o Banco Central nomeou um liquidante, que passou a controlar a instituição.

Todas as obrigações do banco vencem antecipadamente e o FGC foi acionado para ressarcir correntistas e investidores dentro do limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Além disso, o BC também abriu uma investigação própria para apurar as causas da quebra e possíveis irregularidades.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deverá pagar cerca de R$ 51 bilhões para ressarcir clientes de Master, Will Bank e Banco Pleno, que entraram em liquidação desde novembro. Até agora, já foram pagos R$ 37,2 bilhões, beneficiando 653 mil credores do Master (84% do total).

Os casos ainda pendentes envolvem empresas, menores de idade e inventários, que exigem mais documentação. Os pagamentos do Will e do Pleno ainda não começaram porque as listas de credores não foram concluídas.

Com a forte redução do caixa — que antes superava R$ 140 bilhões —, o FGC estuda medidas para recompor recursos, como antecipar contribuições dos bancos, criar cobranças extras e negociar com o Banco Central o uso de parte do compulsório.

🔎 O g1 preparou uma série especial de reportagens que investiga as repercussões do caso do Banco Master e seus desdobramentos. A apuração analisa as causas da liquidação, o funcionamento e limites do FGC, bem como os efeitos que vão além das perdas imediatas.

‘O dinheiro está todo sequestrado’: o drama de clientes do Will Bank após a liquidação pelo BC‘Prejuízo Master’: o que o colapso do banco mostrou sobre os limites da garantia do FGC

De acordo com advogados consultados pelo g1, com a liquidação extrajudicial, o Master fica “congelado”. Ou seja, nada entra ou sai até que o liquidante nomeado pelo Banco Central organize ativos e credores.

Segundo Adilson Bolico, sócio do Mortari Bolico Advogados, é como se o banco “fechasse as portas para fazer um balanço”.

CDBs, LCIs, LCAs, poupança, depósitos à vista e letras de câmbio estão protegidos pelo FGC até R$ 250 mil por CPF, incluindo rendimento até a data da liquidação.

Quem tinha valores acima desse limite entra na lista de credores — que, conforme a advogada Patricia Maia, sócia do Barbosa Maia Advogados, deve ser publicada em até 30 dias — e só recebe pela massa falida, um processo mais demorado.

Fundos de investimento não dependem do FGC, pois o patrimônio é separado; apenas trocam de administrador.

Saques e transferências ficam suspensos imediatamente. Pagamentos e débitos originados no Master deixam de ser executados até orientação do liquidante.

Já parcelas de empréstimos e financiamentos devem continuar sendo pagas normalmente, porque, como explica Patricia Maia, “bancos em liquidação podem continuar recebendo valores de tomadores”.

Quem deve ao Master continua responsável pelo pagamento — a liquidação não extingue obrigações. A rentabilidade dos investimentos só conta até o dia da decretação. Também vale lembrar o teto global do FGC: quem já recebeu garantias em outros bancos nos últimos 4 anos tem limite de R$ 1 milhão no total.

Fachada do Banco Master na cidade de Ssão Paulo, nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025. — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

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De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/03/2026 04:54

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás Ao identificar uma tendência e apostar em diferenciação, empreendedora transformou um acessório típico do campo em produto de moda vendido no Brasil e no exterior. Por PEGN

A ex-professora Merope Papadellis começou vendendo roupas, e um post de Andressa Suita gerou mais de mil pedidos, forçando-a a criar um site.

A ideia de vender chapéus surgiu após Merope ver um modelo em um show, transformando um detalhe em uma nova e promissora oportunidade de negócio.

Para diferenciar-se da concorrência, Merope investiu cerca de R$ 8 mil em testes, descartando 50 chapéus até aperfeiçoar a customização com brilho.

Com faturamento mensal de R$ 100 mil, a empresa produz cerca de 300 chapéus, vendendo para Brasil, Europa e EUA, com preços até R$ 2 mil.

A trajetória de Merope Papadellis no empreendedorismo começou longe da moda. Professora em Goiânia, ela buscava uma forma de complementar a renda quando decidiu vender roupas no interior de Goiás.

Na época, comprava peças em polos comerciais da região, colocava tudo no porta-malas do carro e saía pelas cidades oferecendo os produtos diretamente às clientes. Em pouco tempo, percebeu que havia demanda — e que o negócio podia crescer.

A primeira grande virada veio pelas redes sociais. Uma publicação feita por Andressa Suita, esposa do cantor sertanejo Gusttavo Lima, usando uma das peças vendidas por Merope fez os pedidos dispararem.

Em poucas horas, mais de mil mensagens chegaram ao celular da empreendedora. Sem estrutura para responder ou vender naquele volume, ela precisou agir rápido para não perder vendas. A solução foi criar um site às pressas e direcionar os clientes para o ambiente digital.

Foi nesse momento que Merope entendeu que empreender exigiria decisões rápidas, adaptação e disposição para correr riscos. Mas a mudança mais importante ainda estava por vir.

Em 2018, durante um show, ela viu uma mulher usando um chapéu rosa — um item pouco comum naquele momento. Pediu o acessório emprestado, tirou fotos e publicou nas redes sociais.

A reação foi imediata: começaram a surgir pedidos de clientes interessadas em chapéus iguais. O que era apenas um detalhe virou oportunidade de negócio.

A pandemia e a retomada dos shows ampliaram ainda mais a procura, mas também trouxeram concorrência. Chapéus semelhantes passaram a ser vendidos por preços mais baixos, pressionando o negócio.

“Eu comecei a vender na porta dos shows e, quando o vídeo bombou, a concorrência cresceu muito. Muita gente resolveu vender chapéu também. Aí eu pensei: preciso fazer alguma coisa”, conta.

Para não competir apenas por preço, Merope decidiu apostar na diferenciação. Passou a customizar os chapéus com pedrarias, brilho e novos acabamentos. O processo, porém, foi marcado por tentativa e erro.

“Eu fui, peguei pedra e comecei a colar no chapéu. Só que a cola não funcionava, a pedra não dava certo. Nada era simples”, diz.

Foram cerca de 50 chapéus descartados, testes com materiais que não funcionaram e um investimento de aproximadamente R$ 8 mil até chegar ao modelo final. “Eu não chamo de prejuízo. Foi investimento para entender o meu produto”, afirma.

A estratégia deu certo. A produção mensal saltou de cerca de 10 chapéus para aproximadamente 300. Hoje, a empresa trabalha com fábricas parceiras, faz a customização das peças, emprega bordadeiras e conta com revendedoras espalhadas pelo país.

O faturamento mensal gira em torno de R$ 100 mil, com vendas para o Brasil, Europa e Estados Unidos. Os preços variam de R$ 100 a R$ 2 mil. “Eu precisei me reinventar para não competir só por preço. Quando o produto tem identidade, o cliente entende o valor”, diz.

O crescimento também foi impulsionado pela visibilidade entre artistas do meio sertanejo. Em um show, um dos chapéus chamou a atenção da cantora Paula Fernandes, que notou o brilho do acessório ainda da plateia.

“Ela falou: ‘eu quero esse chapéu aí’. No fim do show, fui chamada ao camarim”, conta. Depois disso, outros artistas passaram a procurar o produto. “Vieram Mayara e Maraisa, Claudia Leitte, Simone Mendes, Wesley Safadão, Hugo & Guilherme”, afirma.

“É o hype. A gente precisa aproveitar o momento da novela, das cantoras, do que está na moda no mundo inteiro. Não é só no Brasil”, completa. Outro diferencial do negócio está no relacionamento com o público.

Mesmo com o crescimento, Merope faz questão de manter o atendimento próximo, muitas vezes falando diretamente com as clientes. Para ela, a construção da marca passa pela confiança e pela experiência, não apenas pelo volume de vendas.

De um acessório tradicional do campo, ela criou um negócio conectado a tendências, comportamento e consumo — e ainda em plena expansão.

A história de Merope Papadellis resume um dos principais aprendizados do Pequenas Empresas & Grandes Negócios: empreender é identificar oportunidades, errar rápido, aprender com o mercado e ajustar o caminho.

📍 Endereço: Av. Jataí, Qd 16 – Lote 10, Sala 11 – Sitios Santa Luzia Aparecida de Goiânia/GO – CEP: 74810-030📞 Telefone: (62) 99161-0714 / (62) 98621-1718📧 E-mail: meropepapadellisshowroom@gmail.com🌐 Site: https://www.meropepapadellis.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/meropepapadellis📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/1QwhgktrAH/?mibextid=wwXIfr

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Cartão de crédito, empréstimo e cheque especial: veja as modalidades com maior volume de dívidas no país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 03:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

O Brasil fechou 2025 com o PIB em alta de 2,3%, desemprego no menor nível da história e renda média recorde. Ainda assim, o endividamento segue elevado — e o cartão de crédito continua concentrando uma boa parte das dívidas no país.

Dados da Recovery, obtidos pelo g1 em primeira mão, mostram que ao menos 19 milhões de brasileiros tinham dívidas no cartão de crédito no ano passado. Isso porque o levantamento considera a base da empresa, que tem 34 milhões de brasileiros com dívidas administradas.

Apesar de um leve recuo de 2% em relação a 2024, a modalidade continua, com ampla vantagem, no topo da lista das que mais concentram inadimplência no país.

⏰ São mais de 80 milhões de débitos em atraso em 2025;🤝 6 milhões de dívidas renegociadas e transformadas em acordos; 👤 Apenas 193 mil registros têm origem em empresas — a maior parte é de pessoas físicas.

São Paulo: cerca de 4,4 milhões de endividados no cartão;Rio de Janeiro: aproximadamente 2,4 milhões;Bahia: cerca de 1,4 milhão.

Outras modalidades de crédito também ficaram mais pressionadas. As dívidas ligadas a empréstimos e cheque especial cresceram cerca de 7% no ano passado, passando de 12,7 milhões para 13,5 milhões de registros.

O avanço da inadimplência ocorre em um ambiente de crédito mais caro. Em 2025, o Banco Central elevou a taxa básica de juros em 2,25 pontos percentuais, levando-a a 15% ao ano — o maior patamar em quase duas décadas.

O rotativo do cartão, os parcelamentos e os empréstimos passaram a pesar mais no orçamento, dificultando a reorganização das finanças de quem já estava com contas em atraso.

📈 A inflação oficial, medida pelo IPCA, fechou o ano em 4,26%, o melhor resultado desde 2018. Ainda assim, isso não significa queda de preços, mas apenas um ritmo menor de reajustes. Para muitas famílias, o orçamento continuou apertado.

Como o g1 mostrou, o consumo das famílias cresceu apenas 1,3% em 2025, bem abaixo do avanço de 5,1% registrado em 2024. Mesmo com desemprego em mínima histórica e rendimento médio recorde, as compras passaram a depender quase exclusivamente da renda do trabalho, sem estímulos extras.

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Nesse cenário, o cartão de crédito acaba funcionando como uma solução imediata para fechar as contas do mês — mas pode se transformar rapidamente em uma dívida de longo prazo, especialmente quando há atraso e incidência de juros elevados.

Helena Passos, head de Dados e Planejamento na Recovery, ressalta que o momento exige cautela. “Para milhões de brasileiros endividados, 2026 será crucial para a reconstrução financeira", afirma.

Segundo ela, o cenário demanda maior foco em educação financeira, uma abordagem consciente na renegociação de dívidas e a implementação de políticas que incentivem a retomada responsável do crédito, evitando, assim, a repetição do ciclo do superendividamento.

A especialista também aponta uma mudança no perfil das renegociações, cada vez mais concentradas nos canais digitais.

“Atualmente, 77% das negociações feitas na Recovery acontecem nesses canais, o que reforça o avanço da transformação digital no mercado de cobrança.”

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O preço da guerra e o efeito dominó na economia – O Assunto #1672

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 00:48

Podcasts O Assunto O preço da guerra e o efeito dominó na economia – O Assunto #1672 O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã se concentra numa área estratégica para o abastecimento global de energia. O Oriente Médio reúne algumas das maiores reservas de petróleo do planeta. Por Natuza Nery — São Paulo

O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã se concentra numa área estratégica para o abastecimento global de energia. O Oriente Médio reúne algumas das maiores reservas de petróleo do planeta – o Irã tem a terceira maior, e a Arábia Saudita, a segunda – e concentra importantes instalações de produção e refino.

Toda essa produção precisa atravessar o Estreito de Ormuz, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, para abastecer os setores produtivos dos quatro cantos do mundo. Cerca de 20% do volume total de petróleo comercializado passa por esse corredor, que foi fechado pelo governo iraniano.

Um cenário que pode se agravar caso a ameaça do general da Guarda Revolucionária iraniana, Ebrahim Jabari, se concretize: caso os bombardeios de Estados Unidos e Israel continuem, irá atacar “todos os centros econômicos” do Oriente Médio.

Para explicar como o fechamento do Estreito de Ormuz abre um efeito cascata na economia global, Natuza Nery conversa com José Roberto Mendonça de Barros, fundador e sócio da consultoria MB Associados. Ele, que foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998, comenta também os impactos da guerra na produção e distribuição de gás natural e fertilizantes, e como isso repercute nas economias de Brasil e Estados Unidos, inclusive com possível alta no preço dos alimentos.

Convidado: José Roberto Mendonça de Barros, fundador e sócio da consultoria MB Associados, foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998.

Irã lança drones contra a maior refinaria de petróleo da Arábia SauditaFechamento da principal rota marítima de escoamento do petróleo do Oriente Médio acende alerta nos mercados internacionaisPONTO A PONTO: Por que a guerra começou? O que deve acontecer agora? MAPA: Veja como o conflito se espalha no Oriente MédioSANDRA COHEN: Arrastados para o conflito, países calibram resposta ao Irã

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, Sarah Resende, Carlos Catelan e Luiz Gabriel Franco. Apresentação: Natuza Nery.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

MoradoreS ao lado de prédios residenciais danificados em Teerã — Foto: Moradores observam de uma rua ao lado de prédios residenciais danificados perto da praça Niloufar, em Teerã, durante a campanha militar conjunta EUA-Israel no Irã, em 2 de março de 2026.

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