RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desemprego fica em 5,4% no trimestre terminado em janeiro, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou estável em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro de 2025, também de 5,4%, e representa uma queda de 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,5%.

Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, a taxa representa o menor nível da série para trimestres encerrados em janeiro e indica estabilidade em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro.

A especialista explica que, apesar da estabilidade estatística, há uma tendência de queda no indicador. Ela lembra que, na virada do ano, é comum que a taxa de desocupação suba ao longo do primeiro trimestre, movimento que ainda pode aparecer nos próximos resultados.

"Em geral, na virada do ano é comum haver aumento da desocupação, que costuma aparecer ao longo do primeiro trimestre. Mas esse resultado ainda reflete o efeito de novembro e dezembro, que costumam ter indicadores mais favoráveis no mercado de trabalho”, explicou.

Ela também destacou que, na comparação anual, houve melhora mais clara no indicador. “Quando olhamos para o mesmo trimestre do ano passado, há uma queda significativa da taxa de desocupação”, acrescentou.

Taxa de desocupação: 5,4%Taxa de subutilização: 13,8%População desocupada: 5,9 milhõesPopulação ocupada: 102,7 milhõesPopulação fora da força de trabalho: 66,3 milhõesPopulação desalentada: 2,7 milhõesEmpregados com carteira assinada: 39,4 milhõesEmpregados sem carteira assinada: 13,4 milhõesTrabalhadores por conta própria: 26,2 milhõesTrabalhadores informais: 38,5 milhões

A população desocupada somava 5,9 milhões de pessoas no trimestre encerrado em janeiro, número que ficou estável em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2025.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, porém, houve queda de 17,1% — o equivalente a 1,2 milhão de pessoas a menos sem trabalho.

Já a população ocupada chegou a 102,7 milhões. O total ficou praticamente estável frente ao trimestre anterior, mas aumentou 1,7% em relação a um ano antes, com a entrada de mais 1,7 milhão de pessoas no mercado de trabalho.

Com isso, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,7%, estável no trimestre e 0,5 ponto percentual acima do registrado um ano antes.

A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,5 milhões no trimestre encerrado em janeiro e permaneceu estável tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período do ano passado.

Já a população fora da força de trabalho chegou a 66,3 milhões de pessoas. O contingente ficou estável frente ao trimestre anterior, mas aumentou 1,3% na comparação anual, o que representa mais 846 mil pessoas.

Entre os que desistiram de procurar emprego, a chamada população desalentada somava 2,7 milhões. O número ficou estável no trimestre, mas caiu 15,2% em relação a um ano antes, o equivalente a 476 mil pessoas a menos nessa condição.

🔎 Desalentados são pessoas que estão fora da força de trabalho no momento da pesquisa, mas que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis para assumir uma vaga. Mesmo assim, elas não procuraram emprego naquele período — geralmente por acharem que não conseguiriam uma oportunidade.

Com isso, a taxa de desalento ficou em 2,4%, estável no trimestre e 0,4 ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

No mercado de trabalho formal e informal, os principais tipos de vínculo apresentaram os seguintes resultados no trimestre:

💼 Empregados no setor privado com carteira assinada (exceto domésticos): 39,4 milhões. O total ficou estável no trimestre e cresceu 2,1% em relação a um ano antes, com cerca de 800 mil vagas a mais.📄 Empregados sem carteira no setor privado: 13,4 milhões, com estabilidade tanto no trimestre quanto na comparação anual.🧑‍💻 Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões. O número ficou estável no trimestre, mas aumentou 3,7% em um ano — alta de 927 mil pessoas.🏠 Trabalhadores domésticos: 5,5 milhões. O contingente ficou estável no trimestre, mas caiu 4,5% na comparação anual, com redução de 257 mil pessoas.

A taxa de informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais.

No trimestre encerrado em outubro, esse percentual era de 37,8% (38,8 milhões), enquanto no mesmo período do ano anterior chegava a 38,4% (também cerca de 38,8 milhões).

💰 Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.652, com alta de 2,8% no trimestre e de 5,4% na comparação anual.

💵 A massa de rendimento real habitual — que representa a soma de todos os salários pagos no país — chegou a R$ 370,3 bilhões, crescimento de 2,9% no trimestre (mais R$ 10,5 bilhões) e de 7,3% em um ano (mais R$ 25,1 bilhões).

A força de trabalho no país — que reúne pessoas ocupadas e aquelas que estão procurando emprego — somou 108,5 milhões no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026.

O total ficou estável em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro, mas aumentou 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, o que representa mais 472 mil pessoas.

Ao analisar a ocupação por setores da economia, a pesquisa mostra que, na comparação com o trimestre anterior, os principais movimentos foram:

💻 Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: alta de 2,8% (mais 365 mil pessoas)🧰 Outros serviços: crescimento de 3,5% (mais 185 mil trabalhadores)🏭 Indústria geral: queda de 2,3% (menos 305 mil pessoas)

💻 Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: alta de 4,4% (mais 561 mil pessoas)🏛️ Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais: crescimento de 6,2% (mais 1,1 milhão de pessoas)🏠 Serviços domésticos: queda de 4,2% (menos 243 mil trabalhadores)

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Dólar abre com mercado atento a dados do Brasil e dos EUA

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O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (5) de olho no cenário interno e externo. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O conflito no Oriente Médio continuou no centro das atenções. A guerra se intensificou nesta quarta-feira (4), depois que um ataque americano atingiu um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka, aprofundando uma crise que paralisou o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz.

🔎 O canal é uma das principais rotas marítimas do mercado de petróleo e gás no Oriente Médio, e a preocupação no mercado é que seu fechamento por um período prolongado possa afetar a oferta e encarecer a commodity ainda mais.

Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, desafiou o Irã e afirmou que os EUA estão preparados para agir caso o tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado. O republicano reiterou que a Marinha americana escoltará as embarcações se necessário.

"Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o LIVRE FLUXO DE ENERGIA para o MUNDO", afirmou Trump em uma publicação em seu perfil no Truth Social.

Já nesta quarta-feira, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou, sem dar mais detalhes, que o Pentágono e o Departamento de Energia dos EUA trabalham em um plano para garantir a segurança da navegação no Estreito.

▶️ No noticiário local, o foco ficou com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que voltou a ser preso pela Polícia Federal na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras.

Segundo a PF, o esquema envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado. O cunhado dele, Fabiano Zettel, também era alvo de mandado de prisão e se entregou na Superintendência da PF.

▶️ Ainda no Brasil, o Banco Central (BC) autorizou que instituições financeiras direcionem para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) os recursos recolhidos dos depósitos compulsórios — recursos que os bancos são obrigados a manter no BC como garantia.

▶️ Na agenda econômica, o destaque ficou com o relatório de emprego ADP nos EUA. Segundo o documento, o país criou 63 mil vagas de trabalho no setor privado em fevereiro, acima do esperado pelo mercado, de 50 mil novos postos. O Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também ficou no radar. Segundo o documento, a atividade econômica dos EUA cresceu um pouco e os preços aumentaram no país.

Apesar de o pregão desta quarta-feira (4) ser marcado por um movimento de correção nos principais mercados acionários, cambiais e de commodities, os investidores seguem atentos aos desdobramentos da guerra no Irã, em busca de sinais sobre a duração do conflito.

As tensões continuaram altas nesta quarta, após os EUA assumirem o ataque a um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka.

O ataque aconteceu no momento em que o presidente americano, Donald Trump, prometeu fornecer segurança e escolta naval aos navios que exportam petróleo e gás do Oriente Médio, em uma tentativa de conter a alta dos preços da energia após o Irã fechar o Estreito de Ormuz, na véspera.

Pelo menos 200 navios, incluindo petroleiros e navios-tanque de gás natural liquefeito, bem como navios de carga, permaneceram ancorados em águas abertas ao largo da costa dos principais produtores do Golfo, incluindo Iraque, Arábia Saudita e Catar, de acordo com estimativas da Reuters baseadas em dados de rastreamento de navios da plataforma MarineTraffic.

Apesar das preocupações com o transporte de petróleo pelo Estreito, os preços da commodity caíam nesta quarta-feira (4), em ajuste após as fortes altas dos últimos dias. Perto das 16h45, o petróleo do tipo Brent, referência internacional, tinha leve alta de 0,02%, cotado a US$ 81,40.

O movimento de ajuste também era visto em Wall Street, onde os principais índices americanos registravam alta nesta quarta-feira, ainda atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

Perto das 17h, o Dow Jones subia 0,64%, o S&P 500, tinha alta de 0,98% e o Nasdaq Composite avançava 1,55%.

Na Europa, as bolsas da região também mostravam recuperação e fecharam em alta, após terem atingido níveis mais baixos no dia anterior, ainda sob a influência das tensões no Oriente Médio.

O índice europeu Stoxx 600 avançava 1,37%. Entre os principais mercados, o DAX de Frankfurt subiu 1,79%; o FTSE 100 de Londres avançou 0,80%; e o CAC 40 de Paris avançou 0,79%.

O movimento de queda também foi visto na Ásia. As bolsas da China e de Hong Kong encerraram o pregão em baixa, puxadas por empresas do setor de petróleo e transporte marítimo.

No fechamento: o SSEC de Xangai caiu 1%; o CSI300, 1,1%; e o Hang Seng, de Hong Kong, recuou 2%, chegando ao menor nível em seis meses.

Outros mercados também tiveram baixas: em Xangai, o SSEC fechou em –0,98%, a 4.082 pontos; em Tóquio, o Nikkei caiu 3,61%, a 54.245 pontos; em Seul, o KOSPI desvalorizou 12,06%, a 5.093 pontos; e em Taiwan, o TAIEX caiu 4,35%, para 32.828 pontos.

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Governo prorroga validade da 1ª edição do CNU e amplia prazo para convocação de aprovados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 09:53

Trabalho e Carreira Concursos Governo prorroga validade da 1ª edição do CNU e amplia prazo para convocação de aprovados Edital do Ministério da Gestão estende até 2027 a validade da primeira edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) para a maioria dos cargos e amplia o prazo para convocação de aprovados. Por Redação g1 — São Paulo

O governo federal estendeu por mais um ano a validade da 1ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU), o "Enem dos Concursos".

A medida dá mais tempo para convocar aprovados, com validade estendida até março de 2027 para a maioria dos cargos sem curso de formação.

Prazos para carreiras com curso de formação variam de abril a setembro de 2027. Analistas de TI já foram todos convocados e são exceção.

A prorrogação permite que órgãos federais preencham vagas imediatas e futuras reposições por mais tempo, otimizando o uso do cadastro.

Movimentação de candidatos antes da abertura dos portões para a realização das provas do Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025. — Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) prorrogou por mais um ano a validade da primeira edição do Concurso Nacional Unificado (CNU), conhecido como “Enem dos Concursos”.

A decisão foi publicada nesta quinta-feira (5) em edital no Diario Oficial da União, e amplia o prazo para a convocação de candidatos aprovados para o serviço público federal.

Com a prorrogação, o governo federal passa a ter até mais 12 meses para realizar novas convocações dentro do cadastro de aprovados. Nos cargos que não exigem curso de formação, cuja homologação ocorreu em 7 de março de 2025, a validade do concurso foi estendida até 6 de março de 2027.

Já para carreiras que exigem curso de formação ou prova didática, a nova data de validade varia de acordo com a homologação do resultado final de cada cargo. Nesses casos, os prazos atualizados passam a variar entre abril e setembro de 2027.

A prorrogação abrange praticamente todos os cargos da primeira edição do CNU. A exceção é o cargo de Analista em Tecnologia da Informação (ATI), para o qual todos os candidatos aprovados em cadastro de reserva já foram convocados, segundo o ministério.

Na prática, a medida dá mais tempo para que órgãos federais chamem candidatos aprovados, tanto para preencher vagas imediatas quanto para eventuais reposições ou novas autorizações de provimento durante o período de validade do concurso.

O edital publicado pelo Ministério da Gestão também traz tabelas com todas as carreiras contempladas pela prorrogação, organizadas por blocos temáticos. Para cada cargo, são informados:

o órgão responsável pela vaga;o cargo;a especialidade ou área de formação exigida;o código do cargo no edital;e, nos casos com curso de formação, a nova data final de validade do concurso.

A primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado foi realizada em 2024 e ofertou cerca de 6.640 vagas em 21 órgãos públicos, distribuídas em oito editais – um para cada bloco temático (área de atuação).

O concurso reuniu cargos organizados em oito blocos temáticos da administração pública federal: sete destinados a cargos de nível superior (blocos 1 a 7) e um voltado a cargos de nível médio (bloco 8). A distruição funcionou da seguinte forma:

Bloco 1: Infraestrutura, Exatas e EngenhariasBloco 2: Tecnologia, Dados e InformaçãoBloco 3: Ambiental, Agrário e BiológicasBloco 4: Trabalho e Saúde do ServidorBloco 5: Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Direitos HumanosBloco 6: Setores Econômicos e RegulaçãoBloco 7: Gestão Governamental e Administração PúblicaBloco 8: Nível Intermediário

Em 2025, a segunda edição reuniu 3.652 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior, com salários iniciais que variam entre R$ 4 mil e R$ 16 mil. As listas de classificação para vagas imediatas e as listas de espera foram divulgados em fevereiro.

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China anuncia menor meta de crescimento em décadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 08:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

A China estabeleceu uma meta de crescimento econômico entre 4,5% e 5% para este ano — a mais baixa em décadas —, considerada central na estratégia do país para enfrentar o enfraquecimento do consumo interno e a crise no setor imobiliário.

Pequim também aproveitou sua tradicional reunião política anual, conhecida como “Duas Sessões”, para anunciar um aumento de 7% no orçamento de defesa, o segundo maior do mundo.

A medida busca equilibrar a influência militar dos Estados Unidos e reforçar as reivindicações territoriais chinesas sobre Taiwan e o Mar do Sul da China.

Com isso, o país deve destinar 1,9 trilhão de yuans (US$ 276,8 bilhões ou cerca de R$ 1,4 trilhão) às forças armadas. Ainda assim, o valor corresponde a aproximadamente um terço do orçamento militar dos Estados Unidos.

🔎A China é a segunda maior economia do mundo e responde por cerca de um terço do crescimento global. Mesmo com exportações robustas, o país enfrenta desequilíbrios estruturais e pressões comerciais vindas de Washington.

“As conquistas do ano passado foram muito difíceis de alcançar”, afirmou o primeiro-ministro Li Qiang ao abrir, na manhã de quinta-feira (5), a sessão anual da Assembleia Popular Nacional (APN), o Parlamento chinês.

“Raramente enfrentamos um cenário tão complexo, no qual desafios externos se somaram a dificuldades internas e exigiram decisões políticas difíceis”, acrescentou.

Segundo análise da AFP, a meta de crescimento anunciada é a mais baixa desde 1991. A única exceção foi 2020, quando Pequim deixou de fixar um objetivo oficial devido ao impacto da pandemia de covid-19 sobre a economia.

Milhares de parlamentares e líderes de todo o país se reuniram no Grande Salão do Povo, em Pequim, para o encontro, planejado com grande rigor e acompanhado de perto pelo presidente Xi Jinping.

Durante a reunião, serão aprovados projetos de lei e reformas que, em grande parte, já foram definidos previamente pela liderança do Partido Comunista Chinês (PCC). Para analistas, o evento funciona sobretudo como uma formalização das decisões políticas já tomadas.

O governo chinês defende que o modelo de crescimento do país precisa se afastar dos motores tradicionais, como exportações e indústria manufatureira, e passar a depender mais do consumo doméstico.

Entre as metas econômicas para 2026 estão também uma inflação ao consumidor em torno de 2% e o aumento da renda da população em ritmo semelhante ao da expansão econômica, segundo relatório apresentado por Li.

A economia chinesa vem desacelerando gradualmente nos últimos anos, à medida que o país amadurece como potência econômica.

Mesmo assim, o forte desempenho das exportações ajudou o Produto Interno Bruto (PIB) a crescer 5% em 2025. O país registrou ainda um superávit comercial recorde de US$ 1,2 trilhão (cerca de R$ 6,2 trilhões), apesar de meses de tensões comerciais com os Estados Unidos.

Durante as “Duas Sessões”, Pequim também deve apresentar seu 15º Plano Quinquenal, que estabelecerá as diretrizes de desenvolvimento até 2030.

O plano deve priorizar avanços tecnológicos em áreas como inteligência artificial, indústria de alta tecnologia e segurança energética e de recursos.

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Juiz ordena que a Alfândega dos EUA processe reembolsos sobre tarifas ilegais de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 07:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

Um juiz do tribunal comercial dos Estados Unidos ordenou na quarta-feira que o governo comece a pagar bilhões de dólares em reembolsos aos importadores que pagaram tarifas que, segundo o Supremo Tribunal decidiu no mês passado, foram cobradas ilegalmente.

O juiz Richard Eaton, do Tribunal de Comércio Internacional dos EUA em Manhattan, ordenou que o governo finalize o custo de levar milhões de remessas para os EUA sem cobrar tarifas, de acordo com um processo judicial. Ele ordenou que os reembolsos sejam feitos com juros.

Quando uma mercadoria é levada para os Estados Unidos, o importador paga um valor estimado na entrada, que é finalizado cerca de 314 dias depois, um processo conhecido como liquidação. Eaton instruiu a Alfândega e Proteção de Fronteiras a finalizar o custo de entrada das remessas sem a cobrança da tarifa, resultando em um reembolso.

“A Alfândega sabe como fazer isso”, disse ele em uma audiência na quarta-feira, de acordo com uma gravação no site do tribunal. Ele disse que a agência deve ser capaz de programar seu sistema para emitir reembolsos, que são emitidos regularmente quando um importador paga a mais sobre um imposto estimado.

Eaton também marcou uma audiência para sexta-feira, na qual solicitou atualizações sobre os planos de reembolso da Alfândega. Ele disse em sua determinação que o juiz chefe do tribunal indicou que Eaton é o único juiz que julgará os casos de reembolso de tarifas.

A Alfândega e Proteção de Fronteiras afirmou em documentos judiciais que a tarefa de finalizar os custos de entrada sem avaliar uma tarifa é “sem precedentes” em escala e pode exigir a revisão manual de mais de 70 milhões de entradas. A agência havia dito em outros documentos judiciais que queria até quatro meses para avaliar suas opções para pagar reembolsos.

“A linguagem desta determinação sugere fortemente uma abordagem geral de que os importadores têm direito a reembolsos da IEEPA, ponto final”, disse Ryan Majerus, ex-alto funcionário do Departamento de Comércio que agora é sócio da King & Spalding. “O governo pode contestar o escopo da determinação ou, no mínimo, pedir mais tempo para permitir que a Alfândega dos EUA realize o que sem dúvida será uma tarefa monumental.”

O governo dos EUA arrecadou mais de US$130 bilhões em pagamentos de tarifas ilegais, que foram fundamentais para a política comercial de Trump. A Suprema Corte não forneceu orientações para a emissão de reembolsos, criando confusão sobre como os importadores seriam reembolsados.

A determinação de Eaton foi tomada em um caso movido pela Atmus Filtration, que afirmou em documentos judiciais ter pago cerca de US$11 milhões em tarifas ilegais.

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‘O sistema incentiva o surgimento de novos Vorcaros’, diz especialista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 07:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

Na quarta-feira (4), o banqueiro Daniel Vorcaro foi preso pela segunda vez, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes bilionárias ao sistema financeiro nacional praticadas por ele por meio do Banco Master. Além dele, outras três pessoas, investigadas também por fazerem parte de uma suposta organização para monitorar e ameaçar adversários do banqueiro também foram presas.

A operação de quarta-feira também atingiu dois servidores do Banco Central suspeitos de atuarem em favor de Vorcaro. Este foi o mais recente episódio de uma crise que se acentuou em novembro de 2025 e que, desde novembro de 2025, já fez com que o Banco Central liquidasse três bancos — Master, Will Bank e Pleno — além da gestora de fundos de investimento Reag, todos vinculados direta ou indiretamente a Vorcaro.

A quebra do Master, Will Bank e Pleno deverá gerar um rombo de R$ 51 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma associação privada mantida por contribuições dos bancos e que funciona como uma espécie de seguro para os investidores. A quebra do Master e dos outros bancos que vieram na sequência geraram o maior desembolso do fundo desde que ele foi criado, em 1995.

Na prática, pessoas físicas e empresas que aplicaram até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em títulos como CDBs (certificados de depósito bancário) deverão receber integralmente seus recursos, evitando perdas sobretudo entre pequenos investidores.

Mas se por um lado, especialistas afirmam que o FGC evitou uma corrida desenfreada por resgates e um clima de desconfiança generalizada no sistema financeiro, por outro, a onda de liquidações ligada ao Master levantou uma outra questão: em que medida toda essa garantia não seria, também, parte do problema?

É precisamente esta a tese defendida pelo professor de finanças e consultor financeiro Michael Viriato, que já deu aulas no Insper, na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e na USP e que atua há 27 anos no mercado financeiro. Segundo ele, o FGC, principal mecanismo de proteção do sistema financeiro, cria incentivos para que crises como a atual se repitam.

"O sistema de segurança do Sistema Financeiro Nacional incentiva, sim, o surgimento de novos banqueiros como Daniel Vorcaro, que têm uma disposição maior ao risco e que, eventualmente, pode deixar um problema para o sistema financeiro", afirmou Viriato em entrevista à BBC News Brasil.

Segundo o especialista, o FGC cumpre uma função essencial ao proteger investidores e preservar a confiança no sistema bancário. O problema, afirma, não estaria na existência do mecanismo, mas nos incentivos gerados pelo seu desenho atual.

De um lado, ele explica, como o FGC garante o ressarcimento de até R$ 250 mil, muitos investidores deixam de avaliar a solidez dos bancos nos quais eles pretendem aplicar e priorizam apenas taxa de retorno.

Com isso, ele diz, produtos financeiros com remuneração mais elevada tendem a atrair mais recursos, ainda que estejam associados a instituições que precisam pagar mais caro justamente por apresentarem maior risco.

O segundo efeito aparece do lado das instituições financeiras. Segundo Viriato, banqueiros dispostos a assumir estratégias mais agressivas podem utilizar a garantia do FGC como argumento para captar recursos oferecendo taxas acima da média do mercado.

O problema é que, para sustentar essas promessas de alta rentabilidade, afirma Viriato, os banqueiros precisam fazer aplicações ou investimentos cada vez mais arriscados.

"O plano de negócio do Banco Master era 100% baseado no FGC e não havia nada de errado nisso, essa era a regra do jogo", disse Vorcaro, que nega as acusações contra ele, à PF.

Viriato defende mudanças no mecanismo de funcionamento do FGC para evitar novas crises como a do Master.

Na avaliação do economista, possíveis mudanças poderiam envolver uma redução do percentual ao qual os investidores teriam direito em caso de quebra do banco.

Viriato também comentou sobre o suposto envolvimento de funcionários de carreira do BC com Daniel Vorcaro. Segundo o especialista, a reputação do BC não fica afetada por isso e que é preciso separar a atuação dessas pessoas do restante da instituição.

A maior parte da entrevista foi feita antes da deflagração da fase mais recente da operação, mas na quarta-feira, Viriato respondeu a questionamentos relacionados às revelações mais recentes divulgadas sobre o caso.

BBC News Brasil – Nos últimos meses, o Brasil teve três bancos e uma gestora de fundos de investimento liquidados e mais um banco entrando em recuperação judicial. Tem alguma coisa errada no sistema financeiro nacional?

Michael Viriato – Do jeito que está estruturado, o sistema de segurança do sistema financeiro nacional incentiva, sim, o surgimento de novos banqueiros como o Daniel Vorcaro, que têm uma disposição maior ao risco e que, eventualmente, pode deixar um problema para o sistema financeiro.

BBC News Brasil – Mas em grande parte, os investidores desses bancos estão sendo ressarcidos pelo FGC. Por que, na sua avaliação, esse sistema que está protegendo uma boa parte dos investidores estaria errado?

Viriato – A existência do FGC é essencial para a estabilização do sistema financeiro. Ele permite que novos bancos surjam e evita que todo o mercado fique concentrado apenas nos grandes bancos. Nesse sentido, ele cumpre um papel importante. O problema não está na existência do FGC, mas no incentivo econômico que o seu desenho acaba gerando para o pequeno investidor.

Como aplicações dentro do limite de cobertura estão protegidas (hoje até R$ 250 mil por instituição financeira e CPF ou CNPJ) o investidor deixa de se preocupar com a qualidade do banco emissor do ativo no qual ele investiu. Ele passa a olhar quase exclusivamente para a taxa de retorno. E, no sistema bancário, taxas mais altas normalmente são oferecidas justamente pelas instituições mais frágeis, que precisam pagar mais caro para captar recursos.

O investidor percebe que, se o banco der certo, ele ganha uma taxa maior, mas se o banco quebrar, o FGC devolve o dinheiro. Isso cria um incentivo claro para escolher sempre a maior taxa disponível, independentemente do risco da instituição. É daí que surge a lógica do "quanto pior, melhor". O FGC é fundamental para evitar corridas bancárias e proteger o sistema, mas, da forma como está estruturado, ele acaba estimulando o investidor a aplicar justamente nos bancos mais arriscados, sem avaliar a saúde financeira dessas instituições.

BBC News Brasil – Como é que esse sistema fez com que, na sua avaliação, Daniel Vorcaro assumisse mais riscos?

Viriato – Precisamos entender a evolução do sistema para entender como chegamos aqui. No passado, os bancos médios não tinham um sistema de distribuição dos seus CDBs e dos seus outros produtos da forma ampla como se tem agora, por meio das distribuidoras como XP, Genial, BTG, etc. Hoje, vivemos um momento em que basta um banqueiro ser um pouco mais agressivo e oferecer taxas mais altas aos investidores para ele conseguir captar recursos para o seu banco.

BBC News Brasil – Mas ele captar mais recursos para o seu banco não é necessariamente ruim. Qual é o problema em oferecer taxas acima da média como aconteceu com o Banco Master?

Viriato – A matéria-prima do banco é dinheiro. O banco capta dinheiro prometendo uma taxa ao investidor e depois empresta ou aplica esse dinheiro em outros ativos que ele acredita que vão se valorizar mais do que o crédito que ele tem que pagar a quem investiu nele. Na medida em que eu ofereço taxas mais altas, eu tenho que investir em ativos mais arriscados. Isso traz mais risco.

Quando dá errado, todo o sistema paga a conta, que é o que a gente está vendo acontecer agora. Não é que o sistema como um todo esteja errado, mas quando ele permite você captar mais simplesmente porque, do outro lado, tem alguém investindo sem fazer avaliação de risco porque o investimento está seguro pelo FGC, então, isso, sim, está errado.

BBC News Brasil – No depoimento que Vorcaro deu à Polícia Federal, ele disse que o modelo seu modelo de negócio estava baseado 100% no FGC. O que é um modelo 100% baseado no FGC? Isso é bom ou ruim?

Viriato – Eu diria que não é nem bom nem ruim. Ele é apenas muito mais arriscado. Os investidores que colocaram dinheiro no Banco Master não precisavam fazer qualquer avaliação se o Banco Master ia ser bem-sucedido ou não. Por quê? Porque ele tinha 100% dos seus recursos protegidos. Por um lado, o Daniel não precisava prestar contas aos investidores dele.

E o investidor dele também não estava interessado em saber se ele estava investindo em um crédito arriscado ou não, porque ele tinha 100% do seguro baseado no FGC. Nem Vorcaro tinha que prestar contas sobre o risco que ele estava correndo e nem o investidor estava interessado em ouvir se ele corria risco ou não porque, na prática, ele não corria risco pois tinha a garantia do FGC.

Viriato – O sistema permite que todo mundo faça isso. Nenhum banco precisa prestar contas ao pequeno investidor porque ele está 100% seguro pelo FGC. Existem outros bancos médios que também não prestam contas aos seus pequenos investidores. Mas a maior parte dos banqueiros é conservadora em relação a captar e aplicar os recursos. Não é que eles não façam investimentos de risco, mas são mais diligentes para não correr o risco de quebrar.

Mas o sistema permite que novos aventureiros cheguem porque eles podem chegar e captar um monte de recursos distribuídos em plataformas de investimento praticando taxas mais altas e, se der errado, paciência, deu errado. Eventualmente, o cara vai correr risco sobre o seu patrimônio. Se ele não tinha patrimônio grande, vai começar do zero e terminar no zero. Mas se der certo, ele vai terminar bilionário.

BBC News Brasil – Já que o sistema, na sua avaliação, cria esses incentivos moralmente equivocados, o que é que, do ponto de vista prático, precisa mudar para evitar o surgimento de novos casos como esse?

Viriato – Para evitar casos como esse, o investidor precisa ser corresponsável pelo seu investimento sobre o seu investimento. Ele não pode ter 100% da garantia envolvida. Outra alternativa seria o banqueiro que está pegando esses recursos pagar uma fatia maior pelo seguro, de forma que o custo aumente e para ele. Hoje, do jeito que está, o FGC cria um cenário parecido com o de um jovem que compra um carro, mas quem paga o seguro é um terceiro. O jovem não tem incentivos para ser prudente.

Viriato – Sim, mas muito pouco. Quem paga realmente o FGC são os cinco maiores bancos do Brasil. Entre 70% e 80% dos recursos do FGC vem dos cinco maiores bancos. São eles que pagam a conta no final do dia.

Viriato – Desde que o FGC foi criado, todos os anos a gente via um banco ou outro quebrando. Mas eles eram pequenos e essas quebras não incomodavam os grandes bancos. Agora, a quebra do Master acordou os grandes bancos para o fato de que se outros banqueiros aventureiros fizerem a mesma coisa, quem vai pagar a conta são eles. Já se está discutindo, por exemplo, como vai ser feita a capitalização do FGC. Quando você é chamado para pagar a conta, você vai pedir para mudar o sistema. Os grandes bancos já estão se mexendo para mudar isso.

BBC News Brasil – Não é um contrassenso defender que os investidores, especialmente os pequenos, arquem com o prejuízo causado por práticas não necessariamente regulares dos bancos?

Viriato – Você está 100% certo, mas no final do dia, o pequeno investidor já está pagando, de uma forma ou de outra. Na hora em que o FGC teve que pagar esses R$ 50 bilhões por conta da quebra do Master, por mais que os investidores do Master não tenham perdido dinheiro, isso significa que todo o sistema financeiro vai ficar mais caro no futuro. Se os grandes bancos vão pagar a maior parte da conta do FGC, esse custo vai ser repassado para os clientes. Isso pode acontecer com um custo maior para tomar crédito ou com uma remuneração menor pelos investimentos.

BBC News Brasil – Falamos aqui sobre aumentar a responsabilização dos investidores e dos bancos, mas e os órgãos reguladores? Eles não têm responsabilidade alguma sobre o que aconteceu com o Banco Master?

Viriato – O Banco Central agiu de forma correta, mas o problema não é no regulador. O problema está na regulação. Não adianta você ter um bom juiz com uma lei ruim. E nem adianta ter uma lei boa com um juiz ruim. O que temos hoje é uma regulação ultrapassada para o momento atual.

O Banco Central não tem como dizer: "Não pode entrar um cara novo". Na verdade, os bancos centrais querem, sim, a chegada de novos atores para aumentar a competição e melhorar o sistema financeiro. O que não se quer é que se corra mais riscos que o adequado, que foi o que aconteceu. O regulador agiu da forma certa.

Mas o FGC, da forma como existe, está ultrapassado porque vivemos um momento de muita disponibilidade de ativos. Não podemos ter toda a população pagando a conta de um ou de outro. Cada um tem que ser responsável pela sua conta. Temos que ter algum pedaço de responsabilidade, nem que seja pequeno.

Viriato – Acho que a única forma de se prevenir é que as pessoas fossem um pouco mais conscientes e pensassem: "Não vou comprar um CDB com rentabilidade mais alta porque isso pode dar problema no futuro". Mas ninguém vai fazer isso. Da forma como está hoje, é muito difícil prevenir que surja um novo entrante agressivo no mercado. O sistema não previne. Ele incentiva que surja. Só não tem surgido mais banqueiros como Daniel porque, na maioria das vezes as pessoas não são tão agressivas como ele.

BBC News Brasil – A operação de hoje aponta para a possível infiltração de Vorcaro junto a funcionários do Banco Central que deveriam cuidar da fiscalização do seu banco. Isso de alguma forma mancha a atuação do Banco Central em relação ao caso?

Viriato – É importante separarmos as pessoas das instituições. Uma pessoa ou duas, dentro de uma instituição como o Banco Central, não mandam nela. Pelo que eu li, essas pessoas teriam orientado o Vorcaro, mas as outras pessoas dentro do BC acompanharam o processo e tomaram outras decisões. Na minha avaliação, o Banco Central continua sólido, conta com excelentes profissionais e tomou excelentes decisões. Mas, como em qualquer outra instituição, sempre vai haver alguém que não segue os princípios da instituição que é o de servir ao país. Não podemos dizer que toda a instituição é ruim por conta de uma ou duas pessoas.

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Guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 03:18

Agro Guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil; entenda País depende da importação de fertilizantes, cujas cotações já subiram no mercado internacional. Custos do transporte marítimo e do diesel também devem aumentar. Por Vivian Souza, Paula Salati

O conflito no Oriente Médio pode encarecer alimentos no Brasil, devido a custos de fertilizantes, transporte marítimo e diesel, segundo economistas.

O aumento dos fertilizantes é imediato para produtores, mas o impacto ao consumidor pode levar meses, pois o adubo atual já foi comprado.

Exportações brasileiras de frango e carne bovina para o Oriente Médio já sofrem com rotas mais caras e a implementação de uma "taxa de guerra".

O conflito entre o Irã e os Estados Unidos, que atinge todo o Oriente Médio, pode encarecer os alimentos para os consumidores brasileiros nos próximos meses, apontam economistas.

Isso porque alguns custos da produção agrícola já subiram em menos de uma semana de guerra. Veja abaixo os principais motivos.

➡️Fertilizantes: a agricultura brasileira é dependente de adubos importados e uma parte importante da matéria-prima vem do Oriente Médio. Nesta semana, as cotações dos fertilizantes já subiram.

➡️Transporte marítimo: o Irã fechou o estreito de Ormuz, uma das principais rotas comerciais do mundo. Sem ela, navios com compras e vendas brasileiras precisaram ser redirecionados, aumentando o custo de frete.

➡️Diesel mais caro: a região também é importante fornecedora de petróleo. Com isso, o combustível pode subir e encarecer o uso de máquinas no campo e o transporte de alimentos.

O aumento dos custos causados pelo conflito chega em um momento em que o produtor já lida com outras pressões, como juros altos e dificuldades em conseguir crédito, afirma Leandro Gilio, pesquisador no Insper Agro Global.

“A questão é o quanto o conflito vai impactar na produção e o quanto essa guerra vai perdurar. Provavelmente não vai ser uma coisa rápida de ser resolvida”, afirma.

Já Felippe Serigati, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Agro, afirma que ainda é cedo para saber qual será o tamanho desse impacto.

Segundo ele, há outros fatores que podem ajudar o consumidor e controlar os preços. É o caso da queda do dólar, que acontece desde o início do ano, e o clima favorável à produção.

O Oriente Médio é a quarta maior região fornecedora de fertilizantes químicos para o Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), de 2025. A liderança é da Europa, seguida por Ásia e África.

Analisando os países individualmente, a Rússia lidera o ranking, com China e Canadá logo atrás. As nações do Oriente Médio aparecem mais abaixo na lista, como Arábia Saudita (6º), Israel (8º), Omã (9º), Catar (11º) e Irã (22º).

Apesar disso, o Oriente Médio tem um papel central no mercado de fertilizantes. A região responde, por exemplo, por 40% das exportações mundiais de ureia e 28% das vendas externas de amônia, destaca Tomás Rigoletto Pernías, analista da StoneX Brasil.

Portanto, tudo o que acontece na região impacta diretamente os preços globais. Tanto é que as cotações dos fertilizantes saltaram rapidamente após o início do conflito.

“O impacto nos preços foi instantâneo e severo, com altas de cerca de 10% a 12% em apenas um dia, em mercados como o do Brasil e do Oriente Médio”, diz Pernías.

O contrato futuro para março da ureia no Brasil, por exemplo, subiu US$ 39 entre os dias 2 e 3 deste mês.

O analista diz que os preços já estavam pressionados antes do conflito devido aos preparos do plantio de grãos dos EUA e da China e à forte demanda da Índia. “Além disso, o Irã já enfrentava paralisação de fábricas por falta de gás natural."

“Com a eclosão do conflito, os vendedores de fertilizantes do Médio Oriente e de outras regiões suspenderam as suas vendas para tentarem entender qual é o real valor do produto que eles têm na mão”, destaca Pernías.

“Além disso, produtores na região estão diminuindo a produção pelo receio de não conseguirem escoar a mercadoria”, acrescenta.

Para os produtores brasileiros, esse encarecimento deve afetar apenas as safras que são plantadas a partir do segundo semestre, aponta Paulo Pavinato, professor associado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP).

Isso ocorre porque o fertilizante usado agora já foi comprado. Nos Estados Unidos, a situação é diferente: os produtores ainda estão adquirindo o produto e podem sentir o impacto de forma imediata.

No Brasil, os produtores costumam comprar adubos fosfatados e potássicos para o plantio de soja entre maio, junho e julho, detalha Pernías, da StoneX Brasil.

Já a procura por adubos nitrogenados, como a ureia, ganha tração mais tarde, em novembro, dezembro e janeiro, visando a recomposição de estoques para a safra de milho.

O Brasil é dependente das importações de fertilizantes. Uma alternativa ao Oriente Médio pode ser o Canadá, diz Serigati, pesquisador da FGV Agro.

Mesmo que os produtores procurem outros países para o fornecimento, os preços devem se manter altos, aponta Gilio.

“Essa elevação de custo é bastante preocupante, porque a gente está vivendo um momento no agro, justamente, em que os produtores já estão pressionados por esses valores”, explica.

O Irã controla uma das rotas comerciais mais importantes do mundo: o Estreito de Ormuz, que foi fechado pelo Irã.

A rota conecta os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico.

Isso não significa que as exportações serão paralisadas, mas há o aumento de custos, até mesmo para fazer o desvio de rotas, pontua Gilio, da Insper.

O conflito eleva o custo do frete, do seguro do transporte, o preço do carregamento do contêiner e o valor do diesel, explica Serigati, da FGV Agro.

“Isso faz com que o preço, a cotação dessas commodities, aumente praticamente para todo mundo, independentemente de onde esteja”, afirma o professor.

Serigati explica que o mercado internacional está completamente conectado. Dessa forma, mesmo que um fornecedor não consiga entregar o produto, a demanda continua, o que faz o preço subir.

Com a elevação do custo do diesel causado pelo conflito, o preço para os produtores operarem maquinários na lavoura também vai crescer, pressionando ainda mais o custo de produção, aponta o professor da FGV, Serigati.

A colheita da soja, por exemplo, acontece desde janeiro e está em fase de transporte para os portos, podendo ser afetada.

Ainda assim, Serigati pontua que a situação é diferente de quando começou a guerra entre a Ucrânia e a Rússia. Na época, os preços do petróleo também dispararam.

“Naquele momento, a gente vivia no mundo com uma escassez de petróleo.[…] Agora, o mercado não está trabalhando com escassez. Muito pelo contrário, o que você tem é um excesso de oferta. Então, ainda tem algum espaço para acomodar a turbulência ali junto ao Irã”, explica.

Além do impacto nos preços internos, as exportações brasileiras também devem ser afetadas. Países do Oriente Médio podem enfrentar dificuldades para receber produtos como frango, carne bovina e açúcar, avalia Gilio.

No caso das exportações de frango, isso já está acontecendo desde o início do conflito, diz o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.

"Tem muita carne que está na água. Somente os Emirados Árabes compraram, em janeiro, 44 mil toneladas. A Arábia [Saudita] comprou 33 mil. Então, tem contêineres na água e eles são redirecionados", diz Santin.

"As novas rotas são mais demoradas e caras. Os armadores, que são as empresas de navios, já implementaram uma 'taxa de guerra' para cobrir seguros e custos extras de armazenamento e refrigeração, já que a carne precisa ser mantida entre -16ºC e -18ºC", acrescenta.

Os Emirados Árabes são os maiores compradores de frango do Brasil, seguidos pelo Japão e Arábia Saudita. "Outros compradores relevantes [no Oriente Médio] incluem Kuwait, Catar, Omã e Iêmen", diz Santin

Especificamente sobre o Irã, o país ocupou a 11ª posição entre os países para os quais o agro brasileiro mais vendeu em 2025, conforme o Agrostat, banco de dados do Ministério da Agricultura.

No milho, por exemplo, o país foi o maior cliente do Brasil. Contudo, os embarques para o país acontecem apenas a partir de junho, afirma Luiz Fernando Roque, especialista de grãos da consultoria Hedgepoint.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) disse que exportadores estão preocupados com um possível prolongamento do conflito no Oriente Médio.

A região é destino de cerca de 10% dos embarques do produto do Brasil, disse Roberto Perosa, presidente da Abiec, em entrevista à Reuters nesta terça-feira (3).

Perosa afirmou que as empresas da Abiec estimam que de 30% a 40% dos embarques também passem pelo Oriente Médio antes de chegar aos mercados do Sudeste Asiático e da China, tornando a situação extremamente preocupante.

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Diretora do FMI diz que economia global está sendo ‘testada mais uma vez’ pela guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 02:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

A diretora do FMI, Kristalina Georgieva, alerta que a economia global está "sendo testada mais uma vez" pela guerra no Oriente Médio.

O conflito, no sexto dia, iniciou com bombardeios dos EUA e Israel em Teerã, matando o líder supremo Ali Khamenei.

Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que os EUA estão "vencendo a guerra" e prometeu mais bombardeios.

A escalada do conflito pressiona o preço do petróleo e a cotação do dólar no Brasil, com risco de inflação.

A economia global está "sendo testada mais uma vez" pela guerra no Oriente Médio, afirmou a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, nesta quinta-feira, em Bangkok.

"Vivemos em um mundo onde os choques são mais frequentes e mais inesperados, e temos alertado nossos membros há algum tempo que a incerteza agora é a nova normalidade", disse ela em uma conferência sobre a Ásia em 2050.

O conflito começou após bombardeios dos EUA e de Israel em Teerã que mataram o líder supremo Ali Khamenei e autoridades iranianas de alto escalão no sábado (28). Desde então, o Irã tem retaliado contra Israel e países do Oriente Médio que abrigam bases norte-americanas.

A guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã entrou no sexto dia nesta quinta-feira (5). Nesta quarta (4), o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, assumiu a autoria de um ataque de submarino contra um navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka.

A ação deixou 87 mortos e 32 feridos e é considerada histórica: foi uma das poucas vezes em que um submarino afundou um navio desde a Segunda Guerra Mundial.

Hegseth também disse, em coletiva de imprensa, que os EUA estão "vencendo a guerra" e que as forças americanas detêm o controle absoluto neste quinto dia de conflito. O Pentágono prometeu ainda novas ondas de bombardeios.

"A Força Aérea do Irã não existe mais. A Marinha deles descansa no fundo do Golfo Pérsico. Eles estão acabados e sabem disso", afirmou o secretário.

A escalada de tensões e a eclosão da guerra no Oriente Médio, com o início dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e a propagação do conflito a países vizinhos, como o Líbano, pressionam o preço do petróleo e a cotação do dólar no Brasil.

Neste início de semana, o petróleo ultrapassou o patamar de US$ 82 por barril, o valor mais alto desde janeiro de 2025. Com o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã , analistas projetam aumento substancial nos preços nos próximos meses — pressionando o preços dos combustíveis no Brasil.Outro fator que pode estimular a inflação é a cotação do dólar no país, por seu impacto nos preços de produtos e insumos importados. A moeda norte-americana avançou 0,6% nesta segunda-feira (2), para R$ 5,16, e continuava subindo nesta terça.Com dólar e petróleo mais caros, cresce a expectativa de aumento nos preços de combustíveis e de energia, que têm efeitos indiretos sobre o transporte, a indústria e até o agronegócio – limitando, também, o ritmo de crescimento da atividade doméstica.

Segundo economistas, essa "mudança de preços relativos" de ativos (petróleo e dólar), no jargão da economia, pode contaminar não somente os preços correntes, mas também as projeções do mercado e da autoridade monetária para a inflação neste e nos próximos anos.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), colegiado responsável buscar o atingimento das metas de inflação, toma suas decisões olhando para a frente, pois elas demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, o Banco Central está buscando atingir, por meio da fixação da taxa de juros, a meta central de inflação de 3% em doze meses até setembro de 2027.

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Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 00:52

Agro Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul Para economistas entrevistados pelo g1, manifestações contra o livre-comércio são motivadas também por problemas no bloco. Por Vivian Souza

O acordo Mercosul-UE está prestes a entrar em vigor provisoriamente. O Senado brasileiro aprovou na quarta-feira (4) o decreto que viabiliza o tratado.

Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, o acordo começa a ser aplicado 60 dias após a assinatura do presidente Lula.

Agricultores e líderes europeus são contra o acordo. Para os economistas ouvidos pelo g1, porém, o tratado é apenas parte de um problema maior na relação entre os agricultores e os governos europeus.

Os agricultores europeus já vinham reclamando de políticas ambientais adotadas pelos governos do bloco.

Na visão desses produtores, o acordo agrava a situação, pois eles passariam a enfrentar a concorrência de países com alta produtividade e custos mais baixos, caso do Brasil.

Meses de protestos e presidentes de nações importantes da União Europeia se posicionando contra o acordo com o Mercosul não vão impedir que o tratado de livre-comércio entre em vigor provisoriamente.

O acordo pode passar a valer no Brasil nos próximos 2 meses. Isso porque o Senado brasileiro aprovou nesta quarta-feira (4) decreto que viabiliza o acordo comercial. Essa é a última etapa de análise no Brasil para a entrada em vigor do tratado.

Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, o acordo começa a ser aplicado 60 dias após a assinatura do presidente Lula.

Em fevereiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen disse que o tratado teria validade provisoriamente após as ratificações dos países do Mercosul.

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que o anúncio da aplicação provisória do acordo foi uma "surpresa ruim". O país é um dos maiores opositores do acordo. O presidente tenta agradar os agricultores do país, que já colocaram até mesmo esterco em sua casa de praia.

Para os economistas ouvidos pelo g1, porém, o tratado é apenas parte de um problema maior na relação entre os agricultores e os governos europeus.

Os agricultores europeus já vinham reclamando de políticas ambientais adotadas pelos governos do bloco. Essas regras exigiram mudanças na produção e elevaram os custos, acreditam Lia Valls, pesquisadora associada da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ibre, e Maurício Une, economista-chefe para a América do Sul do Rabobank.

Na visão desses produtores, o acordo agrava a situação, pois eles passariam a enfrentar a concorrência de países com alta produtividade e o custos mais baixos, caso do Brasil.

Apesar de ser verdadeiro que o Brasil é mais competitivo, o acordo prevê mecanismos para proteger os europeus. Entre eles, estão as salvaguardas e as cotas de importação.

A agricultura tem forte peso político na União Europeia e é vista como parte do patrimônio cultural do bloco. Por isso, o setor historicamente recebe mais proteção, o que ajuda a explicar os protestos, segundo Lia Valls, pesquisadora associada da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ibre.

Atualmente, o mercado europeu de commodities agrícolas (produtos primários, como soja, milho, café, açúcar e carne) é dominado pelos próprios países do bloco.

Na comparação com o Brasil, além de os europeus terem custos de produção maiores, possuem uma produtividade mais baixa, afirma Valls. Tudo isso estimula o sentimento de ameaça.

Para impedir que os agricultores locais fiquem em desvantagem, os parlamentares europeus aprovaram em dezembro as chamadas salvaguardas.

Elas preveem que os benefícios tarifários do Mercosul no acordo podem ser suspensos temporariamente, caso a UE entenda que isso esteja prejudicando algum setor do agro local.

Na prática, se as importações de um determinado produto agrícola considerado sensível aumentarem em 5%, na média de três anos, a UE poderá abrir uma investigação para avaliar a possível suspensão dos benefícios.

Os integrantes da Comissão também reduziram o tempo de duração dessas investigações: de 6 para 3 meses, em geral, e de 4 para 2 meses, para produtos sensíveis.

A Comissão também propôs uma nova regra que obriga os países do Mercosul a adotar as mesmas normas de produção exigidas na União Europeia.

Além disso, alimentos considerados sensíveis, como as carnes bovina e de frango, terão cota. Esses limites definem volumes menores para o uso de tarifas reduzidas.

Para Une, tanto as salvaguardas quanto as cotas são rígidas o suficiente para evitar uma entrada excessiva de produtos brasileiros no mercado europeu.

Ele acredita também que os produtos europeus possuem uma demanda alta e resiliente. Um exemplo é o presunto de Parma, que só pode ser produzido na região italiana de Parma por causa da indicação geográfica prevista no acordo.

Essa regra determina que nenhum outro país poderá fabricar e comercializar produtos com o mesmo nome de alguns alimentos que são considerados tradicionais das nações.

Saiba também: O que a UE fez para tentar agradar o agro europeu e conseguir a aprovação do acordo com o Mercosul

No Brasil, as salvaguardas europeias não foram bem recebidas pelo setor, que sentiram que o acordo ficou menos vantajoso.

Por isso, nesta quarta-feira (4), o presidente Lula assinou o decreto que regulamente a aplicação de salvaguardas brasileiras.

Para Une, do Rabobank, o acordo é apenas o estopim de uma insatisfação que já vinha crescendo entre os agricultores europeus. Segundo ele, outras decisões da União Europeia contribuíram para esse descontentamento.

Desde 2023, a UE passou a adotar regras ambientais mais rígidas para a agricultura, explica o pesquisador. Essas medidas deixaram os produtores mais organizados e ativos em protestos. Para Une, a principal queixa é que “está ficando difícil ganhar dinheiro”.

Um exemplo é a lei de restauração ambiental, que entrou em vigor em agosto de 2024. Ela determina a recuperação de até 20% dos ecossistemas dos países-membros.

A norma foi vista como dura para os agricultores. Em geral, eles têm propriedades menores que as do Brasil e acreditam que teriam de reduzir suas áreas produtivas.

Há ainda outras medidas, como a diminuição do uso dos agrotóxicos, da emissão de carbono e a preocupação com a transição energética. Tudo isso aumenta os custos para os agricultores, afirma Lia Valls, da FGV Ibre.

Em contrapartida, o Parlamento Europeu adiou a lei que proíbe a importação de produtos ligados ao desmatamento para o fim de 2026.

Além disso, questões geopolíticas internacionais, como a guerra entre a Ucrânia e a Rússia, aumentaram os preços dos insumos, como fertilizantes, também gerando insatisfação.

Assim como no Brasil, o setor agrícola europeu, principalmente o francês, tem grande força política. Por isso, o país foi o grande porta-voz da insatisfação com o tratado entre os dois blocos.

Ainda assim, o presidente da França está com baixa popularidade entre seus eleitores, explica Valls.

"Toda vez que os agricultores franceses se sentem ameaçados, eles levam os tratores para Paris", relata.

Para muitos europeus, especialmente os franceses, proteger a agricultura é proteger um patrimônio cultural, afirma Valls.

"A agricultura é relacionada às vilas, às tradições, é importante preservar pela paisagem", explica.

Por isso, os países europeus oferecem diversos subsídios ao setor. Entre eles está a política de preço mínimo, em que o governo define um valor mínimo a ser pago ao produtor.

"Um dos pedidos da França era estender a política de proteção que os franceses já faziam em relação aos seus produtos agrícolas para o restante da comunidade", explica.

Do mesmo modo, a União Europeia também tem uma Política Agrícola Comum (PAC), que define um orçamento para os agricultores.

Este ano, para acalmar os agricultores, a Comissão Europeia modificou sua proposta orçamentária para 2028-2034, para permitir que os agricultores tenham acesso antecipado a cerca de 45 bilhões de euros (R$ 286 bilhões).

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