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Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

Vale do Paraíba e Região Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa Principal fabricante de aviões do Brasil, a Embraer entregou 244 aeronaves no ano passado. A receita recorde foi quase 20% maior em comparação com o número de 2024. Por Léo Nicolini, g1 Vale do Paraíba e Região

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa — Foto: Divulgação/Embraer

A Embraer – principal fabricante de aviões do Brasil – registrou uma receita recorde de mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025. O número representa o o maior nível anual de todos os tempos.

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

O lucro líquido ajustado foi de US$ 253 milhões (R$ 1,4 bilhão), uma queda de 45% em relação ao ano anterior. Segundo a Embraer, o principal impacto foram as tarifas dos Estados Unidos.

Os destaques de 2025 foram as receitas das áreas de Defesa & Segurança e Aviação Executiva, com crescimento anual de 36% e 24%, respectivamente.

78 jatos comerciais – 44 E2s e 34 E1s155 jatos executivos – 86 leves e 69 médios3 KC-390 Millennium8 A-29 Super Tucano

O número de aeronaves entregues é 18% maior em relação a 2024, quando a empresa fez a entrega de 2026 aviões.

A margem EBIT ajustada em 2025 foi de 8,7%, enquanto o fluxo de caixa livre (sem considera a Eve, que produz os 'carros voadores') superou os US$ 491 milhões (R$ 2,3 bilhões).

🔍 Margem EBIT é um indicador de rentabilidade que mede a eficiência operacional de uma empresa, mostrando a porcentagem da receita líquida que se transforma em lucro, sem considerar as despesas financeiras e impostos.

Para 2026, a projeção da companhia brasileira é entrega entre 80 e 85 jatos comerciais e entre 160 e 170 jatos executivos.

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Veja dicas de criação de camarão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

GLOBO RURAL Veja dicas de criação de camarão Material do Sebrae traz dicas sobre produção em viveiros, além de explicar técnicas de manejo. Por Globo Rural

Material do Sebrae traz dicas sobre produção de camarão em viveiros, além de explicar técnicas de manejo. — Foto: Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST

Quem pensa em investir na criação de camarão e não sabe por onde começar pode contar com uma ajuda simples e gratuita.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) disponibiliza uma cartilha digital com orientações básicas para quem quer iniciar na atividade.

A cartilha reúne dicas para iniciar a produção em viveiros, além de apresentar técnicas de manejo e curiosidades sobre o camarão.

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EMS acerta compra da Medley, marca de remédios genéricos da Sanofi

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2930,09%Dólar TurismoR$ 5,5060,3%Euro ComercialR$ 6,1220,03%Euro TurismoR$ 6,3770,14%B3Ibovespa179.261 pts-0,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,2930,09%Dólar TurismoR$ 5,5060,3%Euro ComercialR$ 6,1220,03%Euro TurismoR$ 6,3770,14%B3Ibovespa179.261 pts-0,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,2930,09%Dólar TurismoR$ 5,5060,3%Euro ComercialR$ 6,1220,03%Euro TurismoR$ 6,3770,14%B3Ibovespa179.261 pts-0,67%Oferecido por

O Grupo EMS firmou um acordo com a farmacêutica francesa Sanofi para comprar 100% da Medley, uma das principais marcas de medicamentos genéricos do Brasil, informaram as empresas nesta sexta-feira (6).

🔎Segundo as companhias, a operação pretende combinar a presença da Medley no mercado brasileiro de genéricos com a capacidade industrial e produtiva do grupo brasileiro. O valor da transação não foi divulgado.

A Medley é uma das principais marcas de genéricos do país e ganhou espaço ao longo dos anos com medicamentos de menor custo. A empresa ocupa a segunda posição no ranking das indústrias farmacêuticas do Brasil, de acordo com informações divulgadas pela própria companhia.

O negócio ocorreu após uma disputa que mobilizou diversos laboratórios interessados no ativo. Além da EMS, empresas como Sun Pharma, Hypera, Biolab e Aché também apresentaram propostas pela Medley.

Com fábrica em Campinas (SP), a empresa produz comprimidos, cápsulas, drágeas, líquidos, pomadas, cremes e suspensões. Ao todo, incluindo as equipes de vendas, emprega cerca de 1.800 pessoas.

Para a EMS, a aquisição deve ampliar o portfólio de medicamentos e reforçar a presença da companhia no segmento de genéricos, considerado um dos pilares de crescimento do grupo.

"A empresa construiu uma marca muito sólida e respeitada no mercado brasileiro e possui medicamentos importantes. Esta aquisição é relevante para o povo brasileiro e para a indústria nacional", afirmou Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo EMS.

"Nossos planos são, por meio da Medley, continuar dando acesso a medicamentos de qualidade a toda a população brasileira, manter sempre as operações separadas e garantir a cadeia de abastecimento da saúde."

Para a Sanofi, a venda faz parte da estratégia de concentrar investimentos em medicamentos biofarmacêuticos inovadores e vacinas. A empresa informou que pretende direcionar recursos para áreas com maior potencial de impacto em tratamentos ainda pouco atendidos.

Durante o processo de aprovação da operação, a Medley continuará sendo administrada pela Sanofi, mantendo suas atividades normalmente, de acordo com a companhia.

A conclusão do negócio ainda depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições regulatórias.

Com sede em Hortolândia (SP), o Grupo EMS atua há mais de 60 anos no setor farmacêutico e tem cerca de 12 mil funcionários no Brasil. A empresa faz parte do Grupo NC, conglomerado brasileiro controlado por Carlos Sanchez.

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Compass, empresa da Cosan, pede registro para abrir capital no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

A Cosan informou nesta quinta-feira (5) que entrou com pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) na sigla em inglês) de sua controlada Compass Gás e Energia no Brasil.

O pedido foi enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado financeiro no Brasil.

Segundo a companhia, a venda das ações poderá incluir investidores de fora do país e terá a coordenação de grandes bancos, como BTG Pactual, Bank of America, Bradesco BBI, Citigroup, Itaú BBA, J.P. Morgan, Santander Brasil e XP Investimentos, que vão ajudar a organizar e oferecer os papéis ao mercado.

No mesmo dia, a Compass Gás e Energia também pediu para mudar seu nível de listagem na B3 para o Novo Mercado, um segmento da bolsa que reúne empresas com regras mais rígidas de governança e transparência. O pedido ainda está sendo analisado pela bolsa.

A Cosan informou que detalhes da operação — como a quantidade de ações que será vendida e o preço dos papéis — ainda serão definidos pelo conselho de administração. O valor final dependerá do interesse de grandes investidores no Brasil e no exterior.

A oferta só poderá acontecer depois que a CVM autorizar o registro, a B3 aprovar a mudança para o Novo Mercado e as condições de mercado forem consideradas favoráveis.

Empresa de gás natural do grupo Cosan, a Compass atua na distribuição, comercialização e infraestrutura de gás no Brasil e tem participação em ativos do setor, como a Comgás, maior distribuidora de gás canalizado do país.

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Dólar cai e Ibovespa sobe, de olho em conflito no Irã e novos dados de emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (6) em alta, cotado a R$ 5,31, conforme investidores seguem cautelosos diante da escalada das tensões no Oriente Médio. Já as operações no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam apenas às 10h.

▶️ O aumento das tensões no Oriente Médio, voltam a guiar os mercados nesta sexta-feira. Este 7º dia de conflito começou com novos ataques dos EUA e de Israel ao Irã e ao Líbano. O governo americano ainda afirmou que entrou em uma nova fase da guerra, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

Com temores sobre eventuais impactos do conflito no mercado de petróleo, a commodity sinalizava mais um dia de alta nesta. Pela manhã, os índices futuros do barril do Brent, referência internacional, subiam mais de 4% perto das 9h15, cotado a US$ 89,38.

▶️ No noticiário local, as atenções seguiam voltadas aos desdobramentos da nova prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O banqueiro chegou nesta quinta-feira à Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, e deve ficar em isolamento por 10 dias.

A nova fase da Operação Compliance Zero revelou que o banqueiro comandava uma "milícia privada" chamada "A Turma". O grupo era usado para intimidar e espionar adversários e também acessava ilegalmente sistemas sigilosos da PF, do Ministério Público Federal e da Interpol. Dois servidores do Banco Central também estariam envolvidos.

▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com os novos dados do payroll, relatório de emprego oficial dos Estados Unidos. O indicador deve dar novos sinais sobre quais podem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros do país.

▶️ O resultado da Petrobras, divulgado na véspera, também fica no radar. A companhia informou um lucro de R$ 110, 1 bilhões em 2025, uma alta de 200% em relação a 2024. O resultado positivo da estatal ocorreu mesmo diante de um cenário considerado desafiador, marcado pela queda nos preços do petróleo no último ano.

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a guiar os mercados financeiros nesta sexta-feira (6), em meio às preocupações dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz e seus efeitos no mercado de petróleo.

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), almirante Brad Cooper, afirmou que os EUA entraram em uma nova fase da guerra com o Irã, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

“À medida que transitamos para a próxima fase desta operação, desmantelaremos sistematicamente a capacidade futura de produção de mísseis do Irã, e isso já está em andamento”, afirmou. Isso deve levar algum tempo, segundo ele.

Nesta semana, analistas do banco J.P. Morgan alertaram que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

Diante das preocupações, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta sexta-feira. Perto das 09h15, o barril do Brent, referência internacional, subia mais de 4%, cotado a US$ 89,38. Já o WTI, dos EUA, tinha alta de 5,94%, a US$ 85,78.

Os investidores também avaliam os resultados da Petrobras, divulgados na véspera. A companhia informou um lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

Em Wall Street, os índices futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq Composite operavam em queda.

Na Europa, os principais índices acionários também caíam nesta sexta-feira, caminhando para a pior semana em quase um ano.

Perto das 9h30, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 1,10%. Na Alemanha, o DAX tinha queda de 0,99% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, recuava 1,12% e o FTSE 100, do Reino Unido, desvalorizava 0,67%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram uma semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira. O resultado refletiu o peso dos riscos geopolíticos no otimismo do mercado e as poucas surpresas nos sinais políticos da reunião parlamentar anual.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,38%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias específicas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,27%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,72%.

Entre os demais índices da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,6%, enquanto o Kospi, de Seul, teve valorização de 0,02%.

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CEO da Petrobras destaca alta de 200% no lucro: ‘Quem apostar contra vai perder’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

O lucro obtido pela Petrobras em 2025, 200% maior do que no ano anterior, mostra os esforços da companhia para aumentar sua produção e vendas e dá um sinal claro para que os investidores continuem confiando na empresa, disse à Reuters a presidente da estatal, Magda Chambriard.

A Petrobras divulgou na véspera um lucro líquido de R$110,1 bilhões em 2025, alta de 200,8% no comparativo anual, sustentado por aumentos de produção, vendas e exportações e maior eficiência operacional, e a despeito de uma queda dos preços do petróleo ante 2024, para uma média de US$70/barril, de acordo com o balanço.

“Quem apostar contra a Petrobras vai perder”, disse Chambriard à Reuters, ao comentar o resultado da companhia.

Magda Chambriard, presidente da Petrobras, durante coletiva de imprensa sobre os resultados financeiros de 2024 — Foto: Rafa Pereira / Petrobras

O lucro obtido pela Petrobras em 2025, 200% maior do que no ano anterior, mostra os esforços da companhia para aumentar sua produção e vendas e dá um sinal claro para que os investidores continuem confiando na empresa, disse à Reuters a presidente da estatal, Magda Chambriard.

A Petrobras divulgou na véspera um lucro líquido de R$110,1 bilhões em 2025, alta de 200,8% no comparativo anual, sustentado por aumentos de produção, vendas e exportações e maior eficiência operacional, e a despeito de uma queda dos preços do petróleo ante 2024, para uma média de US$70 por barril, de acordo com o balanço.

“Quem apostar contra a Petrobras vai perder”, disse Chambriard à Reuters, ao comentar o resultado da companhia.

A CEO afirmou que a Petrobras continua observando o comportamento do mercado de petróleo, que vive uma disparada de preços desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã, antes de qualquer decisão sobre eventual repasse de preços.

"Agora é olhar para a frente e ver o que a Petrobras pode entregar a seus acionistas e ao país no novo cenário de Brent que o contexto mundial está desenhando", adicionou.

Algumas distribuidoras de combustíveis já estariam se antecipando e repassando aos postos uma alta de preços pelo impacto da disparada do petróleo no mercado internacional, disse a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) na véspera.

O reajuste relatado ocorre apesar de a Petrobras, que responde por cerca de 70% do abastecimento no Brasil, não ter alterado seus preços.

O preço do diesel vendido pela Petrobras a distribuidoras está cerca de 30% abaixo da referência internacional, configurando a maior defasagem desde 2022, apontou um relatório do Goldman Sachs enviado a clientes na quinta-feira (5).

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Empresário cria tapete higiênico ecológico para pets e transforma preocupação em negócio milionário

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/03/2026 06:21

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Empresário cria tapete higiênico ecológico para pets e transforma preocupação em negócio milionário Inspirado pela chegada de uma cachorrinha à família, empreendedor paulista desenvolveu produto de papel reciclável, até 15% mais barato que os modelos tradicionais e com impacto ambiental muito menor. Por PEGN

A chegada de Cindy, cachorrinha da família, inspirou o empresário Gustavo Ferreira a criar um tapete higiênico biodegradável para pets, em Atibaia (SP).

Feito de papel reciclável, o produto substitui modelos plásticos, pode ser reutilizado e se decompõe em cerca de 120 dias.

Com investimento inicial de R$ 50 mil, a empresa produz 200 mil unidades por mês e projeta faturar R$ 2 milhões em 2026.

A iniciativa une inovação, sustentabilidade e educação ambiental no mercado pet, em linha com o espírito do Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Comprar ração, petiscos, brinquedos e acessórios faz parte da rotina de quem tem um animal de estimação. Mas um item comum nas casas com cães — o tapete higiênico — foi o ponto de partida para um negócio inovador e sustentável criado no interior de São Paulo.

A ideia surgiu quando o empresário Gustavo Ferreira percebeu a quantidade de plástico descartada diariamente após o uso desses produtos.

Morador de Atibaia, no interior de São Paulo, Gustavo se surpreendeu ao descobrir que os tapetes higiênicos tradicionais funcionam como verdadeiras fraldas, feitas majoritariamente de plástico e com tempo de decomposição que pode chegar a 450 anos.

A constatação veio logo após a chegada de Cindy, a cachorrinha da família, e despertou uma inquietação que rapidamente se transformou em oportunidade de negócio.

Com experiência prévia no setor gráfico — a família já atuava com a produção de papéis autoadesivos, rótulos e etiquetas —, Gustavo decidiu testar uma alternativa.

Usando papel reciclável, material impermeabilizado e uma camada altamente absorvente, ele criou um tapete higiênico biodegradável capaz de reter o xixi do animal sem vazamentos, odores ou resíduos plásticos.

“Na primeira noite, praticamente não dormi de ansiedade para saber se ia funcionar”, relembra o empreendedor. O teste deu certo: o produto absorveu o líquido, secou rapidamente e pôde ser reutilizado. “Ali eu percebi que tinha criado algo novo”, conta.

O investimento inicial foi de cerca de R$ 50 mil, aproveitando parte do maquinário já existente na fábrica da família. Cindy, além de inspiração, virou a mascote da marca e a principal “testadora” do produto.

Amigos que experimentaram o tapete em casa ajudaram a validar a ideia e incentivaram Gustavo a produzir em alta escala para vender. Hoje, a empresa produz cerca de 200 mil tapetes por mês. Em 2025, o faturamento chegou a R$ 250 mil.

Para 2026, a expectativa é alcançar R$ 2 milhões em receita. Além do apelo ambiental, o produto se destaca no preço: custa entre 10% e 15% menos que os tapetes plásticos disponíveis no mercado.

Outro diferencial é a sustentabilidade. Enquanto os modelos tradicionais levam séculos para se decompor, o tapete criado por Gustavo se desfaz em aproximadamente 120 dias. Após o uso, o descarte é simples: uma folha de papel reciclável.

“Se eu conseguir tirar ao menos um tapete plástico de um aterro sanitário, já valeu todo o esforço”, afirma.

O negócio também se expandiu para além do público de cães. A empresa desenvolveu versões do tapete para clínicas veterinárias, gaiolas de aves, além de roedores como chinchilas, porquinhos-da-índia e coelhos.

As embalagens seguem a mesma proposta sustentável: feitas de papel reciclado, ocupam menos espaço e ainda trazem histórias educativas voltadas à preservação ambiental.

A filha de Gustavo, Helena, acompanha de perto o projeto e reforça o propósito da iniciativa. “Quando a gente aprende sobre a quantidade de plástico que existe no planeta, dá ainda mais orgulho de saber que estamos criando algo que não polui”, diz.

Mais do que um produto, o empreendedor define o projeto como um negócio com propósito. “Não é só vender tapete higiênico. É educar, cuidar do meio ambiente e dos animais ao mesmo tempo”, resume.

Histórias como essa mostram como pequenas inquietações do dia a dia podem dar origem a soluções inovadoras — e sustentáveis — no mercado pet, um dos que mais crescem no país.

Um exemplo claro de como empreender também pode ser uma forma de cuidar do planeta, como costuma destacar o Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A farra do Ibovespa acabou? O que esperar da bolsa em meio à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 04:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década.

Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos.

A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores.

Em 2026, o dinheiro estrangeiro voltou com força à bolsa brasileira. Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.

Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos.

A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores. Desde o início do conflito, a bolsa acumula queda de 4,41% e retornou aos 180 mil pontos.

Se antes os investidores estavam mais dispostos a correr riscos, em momentos de tensão internacional ocorre o movimento inverso, conhecido como “flight to quality”: investidores deixam as bolsas de valores e passam a preferir aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

Diante desse cenário, é possível dizer que a fase de forte valorização da bolsa brasileira chegou ao fim? Para especialistas ouvidos pelo g1, a entrada de capital estrangeiro ainda pode continuar ao longo de 2026, mas o ritmo deve depender do cenário internacional.

Juros altos no Brasil: o país costuma oferecer taxas mais elevadas que as de muitas economias desenvolvidas, o que atrai investidores em busca de retornos maiores. Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas;Ações baratas: após um período de desempenho fraco, muitas empresas brasileiras passaram a ser vistas como baratas em comparação com companhias de países desenvolvidos, o que atrai investidores em busca de oportunidades;Diversificação: gestores de mercado costumam distribuir aplicações entre vários países para reduzir riscos. Quando o Brasil apresenta preços atrativos e um mercado amplo, volta a ganhar espaço nessas carteiras de investimento;Mais dinheiro circulando no mundo: quando há maior disponibilidade de recursos no mercado internacional ou o dólar perde força, parte dos investimentos tende a migrar para mercados considerados mais arriscados, como o de ações em países emergentes.

A forte entrada de capital estrangeiro no mercado de ações brasileiro teve impacto direto na bolsa. Em janeiro, o Ibovespa registrou entrada de R$ 26,4 bilhões, o maior valor desde fevereiro de 2022.

Com os R$ 16,9 bilhões registrados em fevereiro, o total de recursos externos em 2026 chegou a R$ 42,56 bilhões, bem acima dos R$ 26,87 bilhões do mesmo período do ano passado.

Apesar da desaceleração no mês passado, é o terceiro maior volume para os dois primeiros meses do ano na última década.

O recorde ainda pertence a 2022, quando o investimento estrangeiro na bolsa brasileira somou R$ 119,7 bilhões.

Esse movimento é o principal responsável por impulsionar os preços das ações brasileiras. Com isso, o Ibovespa bateu recorde oito vezes em janeiro e outras cinco em fevereiro, totalizando 13 máximas em 2026, contra 32 ao longo de todo o ano passado.

Apesar da ampliação do conflito no Oriente Médio, especialistas avaliam que o investimento estrangeiro na bolsa brasileira ainda deve continuar ao longo de 2026, embora o volume dos aportes possa variar de acordo com o cenário internacional.

Segundo Flávio Conde, analista da Levante Inside Corp, fatores estruturais ainda favorecem o Brasil. Entre eles estão a perspectiva de queda dos juros no país, ações baratas em dólar e o risco crescente nas bolsas dos EUA, que já operam em níveis elevados de preços com a valorização das ações de tecnologia.

“Se a guerra se intensificar durante o mês de março, é provável que o fluxo diminua um pouco. Mas não deve zerar, muito menos se transformar em saída de capital da bolsa brasileira. Esse movimento pode voltar a acelerar assim que o conflito terminar”, diz.

Para o investidor, eventuais quedas da bolsa podem abrir oportunidades de compra, avalia o gestor. Na visão dele, o Ibovespa ainda tem potencial para voltar a subir e testar a marca de 200 mil pontos no médio prazo.

Já Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital, alerta que o cenário internacional pode reduzir o fôlego do mercado no curto prazo, principalmente se ganhar força o movimento global de busca por ativos considerados mais seguros.

“Existe o risco de perda de força do índice se prevalecer um movimento global de ‘flight to quality’, com migração para ativos de refúgio, como dólar e ouro, em meio à escalada da guerra no Oriente Médio”, afirma.

Segundo ele, o aumento das tensões deixa os investidores mais cautelosos. Em momentos de conflito, é comum que as bolsas ao redor do mundo sofram pressão, enquanto o preço do petróleo sobe e ativos considerados mais seguros ganham valor.

Nesse cenário, Belitardo avalia que o Ibovespa pode perder força no curto prazo. Se a busca por segurança aumentar, investidores tendem a retirar recursos de mercados mais arriscados — como ações e países emergentes — e direcioná-los para aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

Por que Trump, Putin e guerras fizeram o ouro e outros ativos seguros dispararem — e vale investir agora?

Decisão foi de André Mendonça, do STF. Pedido foi feito pela PF, que apontou risco à integridade do banqueiro.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Preço da terra no Brasil varia de R$ 1 mil a R$ 2 milhões por hectare; entenda o que influencia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 03:44

Agro Preço da terra no Brasil varia de R$ 1 mil a R$ 2 milhões por hectare; entenda o que influencia Valores dependem da produtividade da terra e localização, segundo o Atlas do Mercado de Terras 2025, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Por Vivian Souza

O preço da terra no Brasil varia, impulsionado por fatores como a produtividade agrícola e a localização estratégica.

Regiões como Mogiana (SP) alcançam valores milionários por hectare devido à produção e turismo, contrastando com o Oeste Amazonense, que tem os menores preços.

O Incra calcula um preço médio nacional de R$ 22.951,94 por hectare, excluindo valores atípicos para refletir a realidade da maior parte do país.

Além da fertilidade do solo, a proximidade com mercados e a logística são cruciais, elevando preços em áreas para lazer ou expansão urbana.

A expectativa é de valorização contínua em polos agrícolas consolidados, impulsionada por infraestrutura e novos investimentos no setor.

O Brasil tem produção agrícola em todo o seu território. Mas quanto custa comprar um pedaço de terra?

Isso depende de muitos fatores, por exemplo, se a terra é produtiva ou está localizada em um lugar fácil de escoar para vendas, segundo o Atlas do Mercado de Terras, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Por exemplo, a região de Mogiana (SP), o valor por hectare não agrícola é de R$ 2.433.233,91. Já o valor da terra para agricultura é de R$ 80.911,18. A área é polo de produção de café e cana-de-açúcar e também tem potencial para turismo rural.

Por outro lado, no Oeste Amazonense, é possível encontrar a média de R$ 1.525,62 por hectare. O baixo preço é causado por uma combinação de isolamento geográfico com restrições ambientais mais rígidas.

Já o preço médio é de R$ 22.951,94 por hectare. Para fazer este cálculo, o Incra usa um método para eliminar os preços muito altos ou muito baixos (como Mogiana e o Oeste Amazonense), considerados atípicos. Evitando, assim, uma média destorcida da realidade da maior parte do país.

🔍Um hectare equivale a 10 mil metros quadrados, similar a um campo de futebol pelas regras da FIFA, em que a medida varia de 7 mil a 8 mil metros quadrados.

A região Sul lidera o ranking nacional, seguida pelo Sudeste. Em estados como Santa Catarina, o hectare pode ultrapassar os R$ 100 mil em áreas de alta produtividade. Caso de Xanxerê, onde o preço médio é de R$ 173.298,67, devido o potencial para pecuária e plantio de grãos.

Além das áreas de produção, o relatório considera terras de uso "não agrícola", voltadas para lazer ou expansão urbana, por exemplo.

O documento destaca que nessas áreas ocorre uma "sobreposição com o mercado imobiliário". Isso significa que o valor deixa de depender apenas da fertilidade e passa a considerar o potencial para loteamentos ou instalação de indústrias.

A proximidade com um maior mercado consumidor e a excelente logística rodoviária garantem que qualquer área disponível tenha um grande valor de mercado.

Além de Mogiana, a Região Metropolitana do Maranhão também tem altos preços, sendo uma exceção do Nordeste, com a média de R$ 299.279,01 por hectare.

O preço é puxado pela localização estratégica, pela proximidade com portos exportadores e armazéns, por ter solos com alta fertilidade e por fazer parte do Matopiba, grande área produtora, composta também por Tocantins, Piauí e Bahia.

O Nordeste possui os menores valores médios, seguido pela região Norte. No interior do Amazonas e em partes do Piauí, é possível encontrar hectares abaixo de R$ 2 mil.

É o caso do Oeste Amazonense. Os principais motivos apontados pelo relatório do Incra para este preço são:

💰Logística limitada: a região depende de transporte por rios ou aviões. A falta de rodovias encarece o escoamento e reduz a competitividade.

💰Áreas protegidas: grande parte do território é formada por Unidades de Conservação e Terras Indígenas. As restrições legais limitam a expansão agrícola e reduzem o interesse de investidores.

💰 Falta de compradores: o uso restrito da terra e a dificuldade de escoamento reduzem o número de negócios. Com menos compradores, os preços permanecem baixos.

Leia também: Tomate e pão francês pesaram no custo da cesta básica nas capitais em janeiro, diz Conab

💰economia, como as expectativas de ganho com a revenda da propriedade e o lucro da produção na comparação com os custos de manutenção e taxas de juros;

💰produtividade, considerando a fertilidade do solo, a topografia (se é plano ou montanhas) e a disponibilidade de água na região. Por exemplo, as terras voltadas para a pecuária foram as que registraram a maior alta de preços no país, com valorização de 31,24%, na comparação entre 2024 e 2022. No mesmo período, as áreas só de plantio subiram 12%;

💰logística, como a proximidade de capitais, rodovias, ferrovias, portos e cadeias de agroindústrias, por exemplo, laticínios e cooperativas;

💰situação legal, caso de áreas com restrições ambientais, também são analisadas as condições na unidade de conservação e se há conflitos agrários por terra.

O avanço da infraestrutura, como a Ferrovia Norte-Sul, e a entrada de novos investidores devem manter o mercado aquecido.

Já em áreas de preservação ambiental ou com conflitos fundiários, a tendência é de preços menores e baixa demanda.

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