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Petróleo sobe quase 30% na semana por guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 19:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

Os preços do petróleo dispararam cerca de 30% nesta semana, para níveis sem precedentes desde 2023, num contexto em que o conflito no Oriente Médio paralisa boa parte dos fluxos de hidrocarbonetos provenientes do Golfo Pérsico.

O barril de Brent do Mar do Norte fechou nesta sexta-feira (6) em 92,69 dólares, o que representa um aumento de mais de 8% em relação à quinta-feira e de 27,88% na semana.

Seu equivalente americano, o West Texas Intermediate (WTI), encerrou em 90,90 dólares, uma alta de mais de 12% na sessão e de 35,63% na semana.

Em poucas sessões, os preços encareceram mais de 20 dólares por barril. Desde o início do ano, o aumento supera os 30 dólares.

"Já vi esse tipo de situação antes, mas essa está começando a adquirir proporções dramáticas", comenta à AFP Ole R. Hvalbye, analista do SEB.

"Preocupam-me muito as consequências de longo prazo", em particular a eclosão de uma recessão econômica, acrescenta.

O aumento das cotações acelerou-se ainda mais nesta sexta-feira após declarações do presidente americano, Donald Trump, que exige uma "capitulação" do Irã.

O país é um importante produtor de petróleo. Mas o conflito teve sobretudo como consequência paralisar o tráfego no Estreito de Ormuz, por onde transita aproximadamente 20% da produção mundial do óleo bruto.

"O mercado está passando de uma avaliação puramente geopolítica dos riscos a levar em conta perturbações operacionais tangíveis", destacam em nota os economistas do JPMorgan.

"A cada dia em que o Estreito de Ormuz permanece fechado, o mercado petrolífero fica mais tenso", explicou à AFP Giovanni Staunovo, analista do UBS.

"O Iraque já diminuiu seu fornecimento em cerca de 1,5 milhão de barris por dia, e o Kuwait parece estar atingindo seus limites de armazenamento e, na prática, fechando a maior parte de sua capacidade de refino destinada à exportação", segundo os especialistas do JPMorgan.

Para prevenir a escassez, a China pediu às suas principais refinarias que suspendam suas exportações de diesel e gasolina, de acordo com a agência Bloomberg.

E na quinta-feira o governo dos Estados Unidos autorizou, por um mês, o fornecimento à Índia de petróleo russo submetido a sanções, enquanto o conflito no Oriente Médio afeta diretamente o abastecimento de Nova Délhi.

A Marinha americana escoltará os navios mercantes que tentarem cruzar o Estreito de Ormuz "assim que for razoável", assegurou nesta sexta o secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright.

"Isso pode facilitar a retomada do tráfego, mas não ao nível de antes da guerra", alertam os analistas da Eurasia Group.

Segundo Jason Gabelman, da TD Cowen, a reação do mercado tem sido até agora "moderada" graças a "estoques saudáveis" que "poderiam cobrir até um mês de fechamento" do Ormuz.

Um navio da marinha é visto navegando no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás do mundo, em 1º de março de 2026. — Foto: SAHAR AL ATTAR / AFP

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Empreendedora transforma saberes do próprio território em oportunidade de negócio

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/03/2026 19:09

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Empreendedora transforma saberes do próprio território em oportunidade de negócio Aparecida Ayres, do litoral fluminense, mostra como o desenvolvimento de um negócio pode nascer da terra, das águas e das relações locais. Por Sebrae

Aparecida Ayres une empreendedorismo e natureza, gerando impacto econômico, social e cultural — Foto: divulgação

Águas calmas, natureza preservada e história em cada canto. Assim é Paraty (RJ), a cidade de Aparecida Ayres, empreendedora da tradicional comunidade caiçara, de 47 anos. À frente do Rancho Ayres, restaurante e centro de turismo pedagógico e hospitalidade na Praia de São Gonçalo, ela carrega com a família mais de 150 anos de ancestralidade no litoral fluminense. Foi nesse território, ou melhor, maretório, que Aparecida encontrou uma estratégia de inovação e de defesa do local contra a especulação imobiliária: as algas.

Aliás, muito antes de virarem negócio, as algas já eram usadas como adubo nas hortas do Rancho, no cuidado com as árvores frutíferas e na hora de mariscar, ajudando a acalmar e a distrair os caranguejos goiás. Saberes passados da mãe, Tânia, para a filha. A virada veio mesmo em 2021, a partir de um curso de algicultura e desenvolvimento territorial sustentável oferecido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que Aparecida e mais membros da sua família realizaram.

“Aprendemos desde a visão global do mercado de algas até os detalhes técnicos da produção. Mas o mais valioso foi entender como conectar nosso trabalho artesanal às metas da Agenda 2030 e compreender que o beneficiamento da alga no nosso território é uma estratégia de conservação da biodiversidade e de combate à crise climática”, conta Aparecida.

A formação apresentou a Aparecida novas possibilidades de uso das algas e uma nova espécie, a macroalga Kappaphycus alvarezii. Da união entre o saber herdado e os novos conhecimentos nasceu o Algas na Mesa Paraty, braço de inovação do Rancho Ayres voltado à gastronomia sustentável, que ensina as receitas às mulheres caiçaras e fortalece o desenvolvimento do território.

Cultivada em fazendas no mar, a macroalga passou a integrar cosméticos, como sabonetes e cremes corporais, além de bebidas, doces e salgados. Entre os pratos estão: águas e cachaças infusionadas, brownies e geleias doces e salgadas, antepastos, macarrão com vinagrete, moqueca… Mas um dos pratos se destaca: o tempuralgas. “Tive a ideia ao observar as barracas japonesas da Festa do Divino de Paraty, que são as mais disputadas, com filas enormes para o yakisoba e o tempurá. Eu pensei que precisávamos ter o nosso próprio tempurá, mas com a nossa identidade e o nosso cultivo”, lembra Aparecida.

Com o projeto já em movimento, o apoio à gestão e ao cooperativismo foi fundamental para estruturar o Algas na Mesa Paraty como negócio. Com o apoio do Sebrae, ela passou a organizar a microempresa com foco no comércio justo e na valorização das pessoas que fazem parte do processo. Oficinas de precificação, conservação de alimentos e inovação no mercado ajudaram a dar base ao crescimento e potencializar o que já existia.

Aparecida também participou da oficina de atendimento ao cliente na praia, oferecida pelo Sebrae. “Nós não recebemos apenas clientes, recebemos pessoas”, resume Aparecida. O contato é olho no olho, conduzido pela família, com troca de histórias e escuta para entender o que cada visitante procura. Para quem empreende, independentemente do território, a dica é clara: atender bem faz toda a diferença. Se você também quer elevar seu serviço e valorizar sua região, conheça o curso de Atendimento ao Cliente do Sebrae.

“O Sebrae me deu as ferramentas para organizar o negócio e entender que a qualidade no atendimento e na gestão é o que sustenta a nossa resistência. Aprendi que, ao cuidar da parte administrativa e do relacionamento com o cliente, eu estou fortalecendo a nossa capacidade de permanecer e prosperar no mar”, conclui Aparecida.

Os resultados logo apareceram. Antes da algicultura, o Rancho Ayres faturava cerca de R$ 6 mil por mês; com a inovação das algas, o valor saltou para R$ 36 mil. Hoje, o negócio sustenta uma equipe de oito pessoas na Praia de São Gonçalo. Além das experiências gastronômicas e de turismo, o trabalho de Aparecida ganhou alcance nacional e internacional por meio de palestras, consultorias e parcerias que levam a culinária algácea para fora do Brasil.

Esse impacto rendeu à empreendedora a indicação ao Prêmio Internacional de Alimentos de Niigata, no Japão; a vitória no Prêmio Mulheres das Águas, na categoria Aquicultura Marinha, concedido pelo Ministério da Pesca e Aquicultura; e a participação como palestrante na COP30. O trabalho também chamou a atenção de autoridades e jornais internacionais. Essa trajetória de sucesso de Aparecida é um exemplo vivo da força dos Territórios Empreendedores, em que o lugar onde se vive deixa de ser apenas um endereço e passa a ser o maior ativo estratégico de um negócio.

Tempuralgas é a estrela, mas muitas delícias fazem parte da culinária algácea em Paraty — Foto: divulgação

A ideia parte de um princípio simples: o sucesso de um negócio não depende só do que acontece dentro da empresa, mas também do ambiente ao redor. “Por isso, o Sebrae criou os Territórios Empreendedores, uma estratégia para fortalecer o ambiente de negócios e organizar o desenvolvimento territorial a partir das potencialidades de cada região”, explica Janaina Lopes Pereira Peres, coordenadora do núcleo de Territórios e Lideranças do Sebrae Nacional.

Na prática, essa atuação conecta poder público, setor privado e sociedade civil em torno de uma agenda coletiva. “Não se trata de uma fórmula mágica, mas de um processo colaborativo que melhora as condições para empreender”, afirma Janaina. Quando o território passa a ser visto como ativo estratégico, o empreendedor faz parcerias, atua em comunidade, fica mais bem informado e amplia as chances de crescer de forma sustentável.

“Ao entender melhor o território onde atua, o empreendedor deixa de competir apenas por preço e passa a contribuir com a construção de identidade, conexão com a economia local e a capacidade de atender demandas da região. Com o tempo, sua postura também muda de reativa para estratégica”, enfatiza a especialista.

Hoje, o Brasil conta com 115 Territórios Empreendedores, que reúnem mais de 1.300 municípios e mobilizam cerca de 5.000 lideranças locais. “Um dos principais ativos dessa abordagem é a formação e a qualificação dessas lideranças e a capacidade de transformar planejamento em ação: já são mais de 80 Agendas de Desenvolvimento em execução, com impactos concretos em áreas que vão da economia criativa à regularização fundiária”, ressalta Janaina. Muitos líderes se organizam a partir de vocações já conhecidas, como turismo e agronegócio, mas há um movimento crescente de inovação em áreas como economia azul (como é o caso de Aparecida), turismo regenerativo, biocombustíveis e tecnologia aplicada à produção local.

Segundo a coordenadora, a principal virada acontece quando o empreendedor deixa o isolamento. “Empreender sozinho limita o acesso a recursos, contatos e oportunidades. Em um território estruturado, o empresário passa a integrar uma rede de cooperação que amplia mercados, reduz riscos e acelera aprendizados”, diz. Esse modelo também torna as economias locais mais resilientes, já que incentiva a diversificação de atividades e reduz a dependência de uma única fonte de renda.

Para quem quer saber se sua cidade faz parte dessa estratégia, como se aproximar ou criar um Território Empreendedor em sua região, o Sebrae disponibiliza informações nas unidades locais da instituição e no portal oficial. Acesse aqui.

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Governo Trump autoriza venda de ouro da Venezuela aos Estados Unidos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 17:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa179.720 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa179.720 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa179.720 pts-0,41%Oferecido por

O governo de Donald Trump emitiu nesta sexta-feira (6) uma autorização para a venda de parte do ouro venezuelano aos Estados Unidos, em uma nova flexibilização das sanções de Washington contra Caracas desde a queda de Nicolás Maduro no início do ano.

Segundo um documento publicado no site do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, as transações com a Companhia Geral de Mineração da Venezuela (Minerven) ou suas filiais voltam a estar autorizadas.

A licença permite, por enquanto, apenas as trocas por meio dos Estados Unidos e para empresas estabelecidas no país, as quais estão autorizadas a reexportar o metal precioso.

Ela prevê um procedimento de rastreabilidade para garantir que o ouro provenha efetivamente da Venezuela e proíbe transações com destino ao Irã, Coreia do Norte, Rússia, China e Cuba, uma condição que já se aplica às vendas de petróleo venezuelano.

Os Estados Unidos já voltaram a autorizar a exportação de petróleo venezuelano. Mas mantêm o controle sobre o processo: o produto gerado pela venda do petróleo bruto, assim como os impostos vinculados, devem ser depositados em um fundo específico supervisionado pelo Departamento do Tesouro e atualmente sediado no Catar.

A licença do Tesouro sobre o ouro venezuelano se tornou pública depois que o secretário do Interior do governo Trump, Doug Burgum, concluiu na quinta-feira (5) uma visita de dois dias à Venezuela, e ambos os países anunciaram o restabelecimento das relações diplomáticas.

Burgum, que durante a visita manteve conversas com a presidente interina Delcy Rodríguez, ex-vice-presidente de Maduro, disse que dezenas de empresas haviam manifestado interesse em investir na Venezuela.

O governo Trump afirma que administra de fato a Venezuela e controla os vastos recursos naturais do país após a derrubada de Maduro durante uma incursão de forças especiais americanas em 3 de janeiro.

Após a captura de Maduro e da esposa, Cilia Flores, que foram levados de avião para Nova York para serem julgados por acusações de narcotráfico, o secretário de Energia de Trump, Chris Wright, tornou-se em fevereiro o primeiro alto funcionário dos Estados Unidos a viajar para a Venezuela.

Além do petróleo, a Venezuela é rica em minerais como ouro e diamantes, além de bauxita, coltan e outros materiais raros usados para fabricar computadores e telefones celulares.

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Passageiros indisciplinados: Anac aprova multas que chegam a R$ 17,5 mil e proibição de embarque

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 17:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa179.720 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa179.720 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa179.720 pts-0,41%Oferecido por

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou novas regras para passageiros que violam e desrespeitam regras ou comprometem a segurança de pessoas a bordo de aeronaves ou nas dependências do aeroporto. Os atos incluem agressões físicas ou verbais durante o voo, tumultos a bordo e danos à infraestrutura aeroportuária, por exemplo.

🔎A norma regulamenta a Lei do Voo Simples e passa a valer 6 meses depois da data de publicação no Diário Oficial. Durante esse período, a Anac, as companhias aéreas e a Polícia Federal farão ajustes em relação ao compartilhamento de informações entre os órgãos.

As punições podem levar a multas de até R$ 17,5 mil e proibição de realizar voos domésticos. As sanções serão aplicadas conforme a gravidade dos atos praticados.

A proposta estabelece um procedimento padronizado para lidar com passageiros indisciplinados, que começa pela aplicação de advertências verbais e pode chegar ao acionamento de autoridades policiais, retirada de pessoas da aeronave e aplicação de punições mais graves pela Anac.

Em casos de retirada do voo, a companhia aérea não terá obrigação de transportar o passageiro até o destino final nem de oferecer assistência material, como hotel, alimentação ou reacomodação.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), os casos que envolvem passageiros indisciplinados cresceram 66% em 2025, em relação ao ano anterior. Foram registradas, ao todo, 1.764 ocorrências no ano passado.

Para casos classificados como gravíssimos, o passageiro poderá ser incluído em uma lista restritiva de impedimento de voo, conhecida como “No Fly List”.

Nesses casos, válidos apenas para voos domésticos, a pessoa será impedida de comprar passagens aéreas e embarcar em voos, caso já tenha adquirido algum. A proibição valerá para todas as companhias aéreas.

Haverá restituição total dos valores gastos nas passagens nas situações de impedimento de embarque em voos futuros.

A França endureceu as regras contra passageiros indisciplinados no fim do ano passado. Quem tumultuar ou perturbar a tranquilidade na aeronave será multado em até 20 mil euros – o equivalente a aproximadamente R$ 124.240, e poderá ser proibido de viajar por quatro anos.

A maior companhia europeia de voos domésticos, RyanAir, também aplica multas a passageiros que tenham condutas que levem à expulsão de voos. O valor inicial é de 500 libras.

A Índia tem um dos sistemas mais detalhados da chamada “No Fly List”. Para infrações leves a proibição de voar é de até 3 meses, para níveis mais graves passa a ser de 6 meses e em casos de ameaça à segurança o impedimento é de, no mínimo, 2 anos.

Os Estados Unidos aplicam sanções severas a passageiros indisciplinados, fiscalizadas pela Federal Aviation Administration (FAA), a agência do governo responsável pela aviação civil do país. Interferir nas funções da tripulação é considerado violação da lei federal e as multas podem chegar a mais de US$ 43 mil por infração.

Em janeiro deste ano um passageiro precisou ser retirado de um voo pela polícia federal (PF) por causa de uma discussão com a tripulação sobre o modo avião de celular.

Segundo passageiros ouvidos pelo g1, o homem afirmou que não colocaria o celular no modo avião e se negou a mostrar o aparelho. A tripulação pediu que ele desembarcasse, mas, diante da recusa, acionou a PF.

O voo, que saía de Brasília com destino ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, decolou com quase 2h de atraso por causa do ocorrido.

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Guerra no Irã expõe racha no Brics expandido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 16:22

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,264-0,44%Dólar TurismoR$ 5,466-0,42%Euro ComercialR$ 6,110-0,13%Euro TurismoR$ 6,357-0,16%B3Ibovespa179.962 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,264-0,44%Dólar TurismoR$ 5,466-0,42%Euro ComercialR$ 6,110-0,13%Euro TurismoR$ 6,357-0,16%B3Ibovespa179.962 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,264-0,44%Dólar TurismoR$ 5,466-0,42%Euro ComercialR$ 6,110-0,13%Euro TurismoR$ 6,357-0,16%B3Ibovespa179.962 pts-0,28%Oferecido por

A ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã e a retaliação subsequente do regime de Teerã contra países do Golfo expuseram um racha interno no Brics, que não só deixou de emitir uma declaração conjunta até o momento como mostrou posicionamentos públicos divergentes entre seus membros.

Atualmente, o Brics é formado por dez países: Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos, Irã e Indonésia. A Arábia Saudita costuma ser listada como membro, mas ainda não oficializou seu ingresso.

Enquanto países como Brasil, Rússia e China emitiram notas condenado a ofensiva conjunta de Israel e os EUA contra o Irã, outros membros, como Emirados Árabes Unidos e Índia se concentraram em condenar as retaliações do Irã. A África do Sul, por sua vez, tentou se equilibrar manifestando preocupação com a escalada do conflito.

A falta de coesão e de um posicionamento conjunto contrasta com a reação conjunta observada em junho de 2025, na guerra de 12 dias iniciada por Israel contra o Irã e que também contou com participação dos EUA.

À época, quando a presidência era ocupada pelo Brasil, os dez países do bloco divulgaram uma nota conjunta classificando os ataques israelenses como uma "violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas". O mesmo texto também pedia a abertura de "canais de diálogo" com o objetivo de "desescalar a situação e resolver suas divergências por meios pacíficos".

O conflito de 2026 tem diferenças com a guerra de 12 dias do ano passado. Há oito meses, o Irã também retaliou a ofensiva israelense, mas suas ações militares não atingiram alvos nos Emirados Árabes Unidos e na Arábia Saudita como ocorreu desta vez.

Oficialmente, o Irã afirma que só tem mirado bases dos EUA em países do Oriente Médio. "Não estamos atacando nossos vizinhos nos países do Golfo Pérsico, estamos atacando a presença dos EUA nesses países", disse o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Aragchi. No entanto, foram registrados danos em alvos sem relação direta com os militares dos EUA, como aeroportos civis, refinarias e até prédios de luxo.

Em resposta, a Arábia Saudita advertiu que "se reserva ao direito" de reagir ao que chamou de "ataque covarde do Irã". Por outro lado, os Emirados Árabes Unidos afirmaram descartar ação militar contra o Irã e apelaram para que as Nações Unidas busquem uma solução para o conflito.

Para especialistas, a estratégia do Irã de levar o conflito a monarquias do Golfo visa pressionar esses países a cobrarem os EUA por um cessar-fogo. Além da Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, mísseis e drones do Irã também atingiram alvos no Bahrein, Catar, Omã, Jordânia, Síria, Iraque e Kuwait.

Em 2001, o economista Jim O'Neill cunhou o termo Bric para identificar Brasil, Rússia, Índia e China como economias que cresciam rapidamente e que tinham potencial para se tornar potências econômicas globais até 2050.

Apesar das diferenças em ideologias políticas e estruturas sociais, os formuladores de políticas dos quatro países passaram a trabalhar juntos, inicialmente por meio de conversas informais.

Com a consolidação das negociações, a primeira cúpula dos países foi realizada em Ecaterimburgo, na Rússia, em 2009. Um ano depois, a África do Sul foi convidada a juntar-se ao bloco emergente, acrescentando o "S" ao acrônimo Brics.

Entre 2023 e 2025, o bloco passou por uma grande expansão, ganhando seis novos membros: Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos, Irã e Indonésia. (Os sauditas foram convidados, mas passaram a evitar oficializar a entrada após seus aliados dos EUA começarem ameaçar com tarifas países que se alinharem ao bloco.

À época, a expansão foi em grande resultado de pressão da China, enquanto o Brasil tentou resistir por temor de perder protagonismo no grupo. Após a expansão, o assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assuntos internacionais, Celso Amorim, também afirmou que o grupo "não poderia se expandir indefinidamente", sob o risco de perder "coesão".

Em abril de 2025, um encontro do Brics que reuniu ministros do Exterior dos países do bloco já havia terminado sem a divulgação de comunicado conjunto, mas posteriormente, em julho, na reunião de líderes, os membros chegaram a um consenso em temas como reforma das Nações Unidas e solução de dois Estados para os territórios palestinos e Israel, resultando numa declaração oficial.

No momento, a presidência rotativa do Brics é ocupada pela Índia, que mantém relações estreitas com os Estados Unidos e Israel. Entre diplomatas brasileiros, não há expectativa que os indianos convoquem uma reunião para articular um posicionamento comum em relação ao atual conflito.

Entre os quatro membros fundadores do Brics, a posição indiana é a que mais tem contrastado. O premiê indiano, Narendra Modi, evitou comentar num primeiro momento o ataque israelense que matou o "líder supremo" do Irã, Ali Khamenei, preferindo condenar publicamente a retaliação iraniana que provocou danos na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Bahrein, além de denunciar o que chamou de "violação da soberania e da integridade territorial" do Kuwait, Catar e Omã. Nenhuma declaração semelhante em relação ao Irã foi divulgada pelo premiê.

No último domingo (01/03), Modi também relatou que teve uma conversa telefônica com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e disse ter transmitido "preocupações da Índia" e reiterado "a necessidade de um rápido fim das hostilidades". Modi também não relatou ter contatado qualquer autoridade iraniana. A posição de Modi provocou críticas de membros da oposição indiana.

Brasil tentou resistir à expansão que ampliou grupo para dez membros — Foto: Li Xueren/Xinhua/picture alliance

Já a Rússia e a China foram explícitas em se posicionar contra a ação israelo-americana contra o Irã.

Poucas horas depois de as bombas israelenses e americanas começarem a atingir Teerã, o representante da Rússia nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia, classificou o ataque como um "ato não provocado de agressão armada contra um Estado-membro soberano e independente da ONU".

Em nota, o governo russo também chamou a ação dos EUA e Israel de "irresponsável", "premeditado" que viola "os princípios e normas fundamentais do direito internacional". A Rússia é um dos poucos aliados do regime de Teerã e nos últimos anos dependeu dos iranianos para o fornecimento de drones militares para uso na frente de guerra ucraniana.

A China, compradora petróleo iraniano, por sua vez, se expressou em termos semelhantes aos da Rússia, com uma porta-voz afirmando que "os ataques dos EUA e de Israel não foram autorizados pelo Conselho de Segurança da ONU e violam o direito internacional".

No entanto, nem Moscou nem Pequim emitiram sinais de que pretendem ir além das condenações verbais contra as ações de Israel e EUA, sinalizando que não vão correr para socorrer os iranianos.

A África do Sul, que tem relações hostis com Israel e paralelamente tenta encontrar algum equilíbrio com os EUA de Donald Trump, divulgou uma posição mais genérica. Por um lado, em nota, o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, afirmou em relação à ofensiva israelo-americana que "a autodefesa antecipada não é permitida pelo direito internacional", mas se concentrou em argumentar que "o confronto militar nunca trouxe uma paz sustentável" e pedir uma solução diplomática. A declaração não menciona os países envolvidos e em geral usa linguagem menos direta que a China e Rússia.

Entre os membros originais do Brics, o Brasil foi a única democracia que divulgou uma condenação explícita contra a ofensiva de EUA e Israel, mencionando diretamente os dois países.

"O governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região", afirmou o Itamaraty, em nota divulgada no último sábado (28/02).

Na segunda-feira, foi a vez de o Itamaraty divulgar uma nova nota, condenando a retaliação do Irã contra países do Golfo. "O Brasil insta todas as partes a respeitar o Direito Internacional e condena quaisquer medidas que violem a soberania de terceiros Estados ou que possam ampliar o conflito, tais como ações retaliatórias e ataques contra áreas civis. O Brasil se solidariza com a Arábia Saudita, o Bahrein, o Catar, os Emirados Árabes Unidos, o Iraque, o Kuwait e a Jordânia — objetos de ataques retaliatórios do Irã em 28 de fevereiro."

Entre os outros membros novatos do Brics, a Indonésia usou linguagem genérica em seu posicionamento, "lamentando o fracasso nas negociações entre os EUA e o Irã" e apelando para que as partes priorizem a diplomacia. O país também se ofereceu como mediador.

A Etiópia, por sua vez, se mantém discreta, e expressou publicamente solidariedade ao Kuwait, alvo de retaliação do Irã. Aliado dos EUA, mas receoso do aumento da força de Israel no Oriente Médio, o Egito evitou comentar a ofensiva inicial dos israelo-americana, preferindo instar o Irã a parar de lançar ataques a alvos em países do Golfo e pedir que todos os lados demonstrem contenção.

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Agência alfandegária dos EUA diz que sistema de reembolso de tarifas estará pronto em 45 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 16:22

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,262-0,47%Dólar TurismoR$ 5,466-0,42%Euro ComercialR$ 6,108-0,17%Euro TurismoR$ 6,357-0,16%B3Ibovespa180.185 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,262-0,47%Dólar TurismoR$ 5,466-0,42%Euro ComercialR$ 6,108-0,17%Euro TurismoR$ 6,357-0,16%B3Ibovespa180.185 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,262-0,47%Dólar TurismoR$ 5,466-0,42%Euro ComercialR$ 6,108-0,17%Euro TurismoR$ 6,357-0,16%B3Ibovespa180.185 pts-0,15%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa após chegar ao Texas, em 27 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

A agência alfandegária dos Estados Unidos está preparando um sistema que ficará pronto dentro de 45 dias para processar reembolsos relacionados às tarifas de importação impostas pelo presidente do país, Donald Trump.

As sobretaxas foram consideradas ilegais pela Justiça norte-americana e os importadores não terão que arcar com elas, disse um representante norte-americano nesta sexta-feira (6).

A declaração de Brandon Lord, um dos principais funcionários da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês), foi feita enquanto os advogados do governo se reuniam com um juiz federal de comércio para definir um processo de devolução de US$ 166 bilhões em pagamentos de tarifas para cerca de 330.000 importadores.

As tarifas, que eram uma parte central da política econômica do presidente Donald Trump, foram consideradas inconstitucionais pela Suprema Corte dos EUA no mês passado.

No entanto, a Suprema Corte não informou como as tarifas cobradas deveriam ser reembolsadas, o que preocupou os pequenos importadores, pois o processo seria proibitivamente caro e demorado.

"Esse novo processo exigirá um mínimo de apresentação por parte dos importadores", disse Lord em sua declaração, que foi protocolada na Corte de Comércio Internacional dos EUA no momento em que os advogados do governo Trump começaram a se reunir com o juiz Richard Eaton, da Corte de Comércio Internacional dos EUA.

Eaton convocou a reunião para discutir como o governo dos EUA executará sua ordem emitida na quarta-feira, instruindo o CBP a começar a reembolsar tarifas a possíveis centenas de milhares de importadores usando o processo interno existente da agência.

Lord disse que a agência alfandegária prevê que o processo de restituição exigirá que os importadores apresentem uma declaração ao sistema de computador do CBP, conhecido como ACE, detalhando os pagamentos de tarifas, e que o sistema e o CBP validarão esses pagamentos e processarão as restituições com juros.

Cada importador receberá um único pagamento do Departamento do Tesouro dos EUA, independentemente de quantas entradas separadas de mercadorias o importador tiver feito.

Lord não estimou quanto tempo levará para processar as restituições, mas disse que o CBP não será capaz de cumprir a ordem de Eaton na quarta-feira. Eaton contemplou um sistema no qual os reembolsos seriam automaticamente devolvidos aos importadores por meio da plataforma existente, sem documentação ou informações do importador.

"Os procedimentos administrativos e a tecnologia existentes não são adequados para uma tarefa dessa escala e exigirão trabalho manual que impedirá que o pessoal cumpra integralmente a missão de fiscalização da agência", disse Lord ao explicar por que a CBP não poderá usar o sistema existente.

A ordem de Eaton vai exigir que a agência revise manualmente a documentação de cada encomenda, um processo que, segundo Lord, exigirá mais de 4 milhões de horas de trabalho.

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Argentina em crise faz exportações de veículos brasileiros terem queda de quase 30% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 14:45

Carros Argentina em crise faz exportações de veículos brasileiros terem queda de quase 30% em 2026 Em 2025, a Argentina foi a principal responsável pela alta de 32% nas exportações de veículos brasileiros. No primeiro bimestre, os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o primeiro bimestre registrou 59,4 mil unidades exportadas, contra 82,4 mil no mesmo período do ano passado.

Trata-se de uma queda de 28% nas exportações de veículos em 2026, com destaque para o recuo da Argentina.

Os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades entre janeiro e fevereiro, uma redução de 7,5%.

Em 2025, a Argentina foi a principal responsável pela alta de 32% nas exportações de veículos brasileiros.

As montadoras brasileiras podem não aproveitar uma nova onda de exportações em 2026. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o primeiro bimestre registrou 59,4 mil unidades exportadas, contra 82,4 mil no mesmo período do ano passado.

Trata-se de uma queda de 28% nas exportações de veículos em 2026, com destaque para o recuo da Argentina. Os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades entre janeiro e fevereiro, uma redução de 7,5%.

“Causa preocupação a retração expressiva nas exportações para a Argentina, mercado que nos ajudou muito nos resultados positivos de 2025”, afirma o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

Em 2025, a Argentina foi a principal responsável pela alta de 32% nas exportações de veículos brasileiros. Das 528 mil unidades enviadas ao exterior, 302 mil tiveram como destino o país vizinho. Na comparação com o ano anterior, a alta havia sido de 85%.

Agora, os emplacamentos de automóveis na Argentina em fevereiro caíram 37% em relação a janeiro. O resultado reflete as incertezas do mercado em relação às reformas implementadas recentemente pelo presidente Javier Milei.

O resultado das exportações brasileiras só não foi pior por causa dos números do México, que cresceram 318%.

No último mês, os embarques para o mercado mexicano saltaram de 2,2 mil para 9,1 mil veículos em relação a janeiro. Já o Chile registrou aumento de 34,1%, passando de 1,6 mil para 2,2 mil unidades.

Os dados da Anfavea mostram que as vendas de veículos no Brasil somaram 355,7 mil unidades no primeiro bimestre, uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período de 2025.

À primeira vista, o número indica estabilidade. Porém, houve aumento de 1,8% nas vendas de automóveis e comerciais leves, que passaram de 334,1 mil para 340,1 mil unidades. Já as vendas de caminhões e ônibus caíram 29,4%, de 22,1 mil para 15,6 mil unidades.

Em fevereiro, a média diária de vendas foi de 10,3 mil veículos, na comparação com o mesmo mês de 2025 — a segunda melhor média diária dos últimos dez anos. Já a produção de veículos no Brasil no bimestre foi de 338 mil unidades, queda de 8,9% em relação aos dois primeiros meses de 2025.

Os veículos eletrificados acumularam 28,1 mil unidades vendidas, das quais 43% são nacionais. “Esse já é um sinal dos investimentos em tecnologia e produção anunciados pelas fábricas nos últimos anos”, explica o presidente da Anfavea.

Segundo Calvet, o aumento da taxa Selic ao longo de 2025 pressionou a indústria e o mercado consumidor.

“A Selic nesse nível tem o poder de afetar negativamente os investimentos e o poder de consumo. A Selic atinge fortemente os emplacamentos de veículos pesados”, explica.

Mesmo com a expectativa de recuo da Selic em 2026, a previsão da Anfavea é que os reflexos demorem a ser sentidos.

“O Comitê de Política Monetária já sinalizou que estamos no caminho de redução da Selic, mas o mercado leva, em média, sete meses para sentir o efeito do ajuste. Portanto, devemos ter respostas no começo de 2027”, diz Calvet.

A guerra no Oriente Médio já provoca reflexos no preço do barril de petróleo e na cadeia logística. “Ainda não há alerta de desabastecimento de componentes e matérias-primas, mas estamos monitorando a situação com as fábricas no Brasil”, diz Calvet.

Segundo ele, ainda não está claro qual será o impacto do conflito na produção de automóveis no país.

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Carne suína: USP aponta queda de preços por retração de compras pela indústria e incerteza de produtores devido ao conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 14:45

Piracicaba e Região Carne suína: USP aponta queda de preços por retração de compras pela indústria e incerteza de produtores devido ao conflito no Oriente Médio Cotações médias do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP). Por g1 Piracicaba e Região

Os preços médios do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP).

O movimento de baixa nas cotações no período pode ser explicado pela baixa procura da indústria por lotes de animais no mercado independente.

O mês de março deve deixar os agentes do setor ainda mais atentos aos recuos, devido ao conflito no Oriente Médio.

O suíno vivo foi negociado à média de R$ 6,91 o quilo em fevereiro deste ano. No mês anterior, o animal era cotado em R$ 8,24 o quilo, uma baixa de mais de 16%, na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba).

Na comparação com fevereiro de 2025, quando o produto era vendido a R$ 8,66/kg, a desvalorização alcança 20%.

Em fevereiro, o preço da carcaça suína registrou elevação de 10,8% na comparação com janeiro, passando para R$ 13,20 o quilo. — Foto: Arquivo Secom

Os preços médios do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP).

O movimento de baixa nas cotações no período pode ser explicado pela baixa procura da indústria por lotes de animais no mercado independente. O mês de março deve deixar os agentes do setor ainda mais atentos aos recuos, devido ao conflito no Oriente Médio. Entenda mais, abaixo.

"Resultou em um desarranjo da oferta interna", analisam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP), divulgado nesta última quarta-feira (4).

O suíno vivo foi negociado à média de R$ 6,91 o quilo em fevereiro deste ano. No mês anterior, o animal era cotado em R$ 8,24 o quilo, uma baixa de mais de 16%, na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba).

Na comparação com fevereiro de 2025, quando o produto era vendido a R$ 8,66/kg, a desvalorização alcança 20%.

"Agentes do setor consultados pelo Cepea estão atentos ao conflito no Oriente Médio, envolvendo principalmente o Irã e que pode se alastrar para outros países. Apesar de a região como um todo não ser um destino importante da carne suína brasileira (por conta sobretudo da religião), o fechamento de canais de escoamento estratégicos e o consequente aumento nos valores dos fretes e seguros marítimos têm gerado preocupações, sobretudo entre exportadores", analisa do Cepea.

Além dos preços mais firmes de venda do suíno vivo, levantamento do Cepea aponta que o valor médio do animal em setembro, de R$ 9,25 o quilo , foi o maior de 2025 –, esse cenário favorável ao suinocultor é influenciado pelas recentes fortes desvalorizações do farelo de soja.

A Equipe de Grãos do Cepea mostram que a tonelada do derivado negociado na região de Campinas registrou média de R$ 1.660,53 em setembro, sendo 21,7% abaixo da verificada no mesmo período do ano passado.

Os preços do suíno vivo e da carne de porco mantiveram altas desde o fim do primeiro semestre de 2025 e as cotações de agosto seguiram firmes, contrariando cenário típico de recuos para esse período do ano.

🐖O mercado independente do suíno vivo, segundo o Cepea, foi favorecido pela demanda aquecida, típica no começo do mês e que ajudou a impulsionar as cotações.

Na segunda metade de agosto, a procura seguiu firme, e os valores não recuaram como tradicionalmente ocorre. Desta forma, as médias mensais dos preços do vivo em quase todas as praças acompanhadas pelo Cepea avançaram em relação a julho", observa o Cepea em boletim desta quinta-feira.

Quanto à carne, pesquisadores explicam que a demanda também esteve bastante elevada em agosto, levando a aumentos nas cotações da maior parte dos produtos suinícolas no período.

📈O indicador do Suíno Vivo Mensal Cepea/Esalq fechou em R$ 8,57 em Minas Gerais, R$ 8,27 no Paraná, R$ 8,15 no Rio Grande do Sul, R$ 8,19 em Santa Catarina e R$ 8,76 em São Paulo em agosto.

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GAC GS3: SUV ‘esconde’ origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 12:54

Carros GAC GS3: SUV 'esconde' origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão Modelo tem aspiração para disputar espaço com SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, mas com tamanho de Jeep Compass e Nissan Kicks. Pré-venda começa nesta sexta (6). Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O foco recente do setor automotivo chinês está nos veículos eletrificados, mas o GAC GS3, anunciado nesta sexta-feira (6), faz uma curva de 180 graus e chega ao Brasil apenas com motor a combustão — e nem está entre os mais econômicos.

O carro está em pré-venda com sinal de R$ 4 mil, com as primeiras entregas previstas para começar nas duas últimas semanas de março. A GAC não revelou o preço do GS3, mas o g1 apurou que ele custará menos de R$ 200 mil.

Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade.

Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos.

Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores.

Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos.

Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal.

Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara.

Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos.

Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental.

No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma:

Central multimídia de 14,6 polegadas;Painel de instrumentos digital;Faróis de LED com acendimento automático;Câmera de ré;Freio de estacionamento eletrônico;Rodas de liga leve com 18 polegadas;Chave presencial.

Piloto automático adaptativo;Frenagem automática de emergência;Assistente de permanência em faixa;Câmera 360 graus;Teto solar panorâmico;Rodas de liga leve com 19 polegadas.

Nova no mercado nacional, a GAC (Guangzhou Automobile Group Motor) é a quinta maior fabricante de automóveis da China e chegou ao Brasil no ano passado. Atuando desde 1955, a empresa não apenas desenvolve seus próprios veículos, como também fabrica para marcas japonesas como Mitsubishi, Honda e Toyota.

A GAC também mantém parceria com a BYD. Juntas, as duas montadoras chinesas colaboram no desenvolvimento e na produção de ônibus destinados ao mercado chinês.

Em 2023, a GAC vendeu 2,52 milhões de veículos na China e emprega atualmente cerca de 110 mil pessoas. A meta da montadora é atingir 4,75 milhões de unidades comercializadas e alcançar um lucro estimado em US$ 137 bilhões até 2030.

Para isso, a empresa tem investido fortemente na expansão internacional. Esse movimento começou em 2021 e, atualmente, a empresa já está presente em países do Oriente Médio, Europa, Ásia, África e América Latina — incluindo mercados como Chile, Bolívia e Panamá.

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Banco do Brasil lança PIX na Argentina

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 06/03/2026 12:54

Economia Negócios Banco do Brasil lança PIX na Argentina Com o novo recurso, os clientes brasileiros na Argentina escaneiam um código QR com seu aplicativo bancário para concluir compras em estabelecimentos comerciais participantes. O comerciante argentino é pago em moeda local, enquanto o cliente é debitado em reais. Por Reuters

O Banco do Brasil lançou nesta sexta-feira (6) um recurso que permite a brasileiros usarem o sistema de pagamentos PIX na Argentina.

O serviço, desenvolvido em parceria com o Banco Patagonia, instituição argentina controlada pelo Banco do Brasil, permite que qualquer usuário brasileiro do PIX — seja ou não correntista do BB — faça pagamentos na Argentina.

Com o novo recurso, brasileiros na Argentina podem escanear um código QR pelo aplicativo bancário para concluir compras em estabelecimentos participantes.

O Banco do Brasil avalia ainda estender o recurso a outros países das Américas, da Europa e da Ásia, com foco em regiões que concentram grandes comunidades brasileiras.

Caso aconteceu em uma agência do Banco do Brasil Estilo. (foto ilustrativa) — Foto: Divulgação/Banco do Brasil

O Banco do Brasil lançou nesta sexta-feira (6) um recurso que permite a brasileiros usarem o sistema de pagamentos PIX na Argentina.

O serviço, desenvolvido em parceria com o Banco Patagonia, instituição argentina controlada pelo Banco do Brasil, permite que qualquer usuário brasileiro do PIX — seja ou não correntista do BB — faça pagamentos na Argentina, ampliando o uso da ferramenta para além das transações realizadas no Brasil.

"O lançamento do PIX no exterior reforça a atuação internacional do Banco do Brasil e nosso compromisso com a inovação em meios de pagamentos voltada ao bem‑estar das pessoas", disse Felipe Prince, vice-presidente de controlesiInternos e gestão de risco do banco.

Com o novo recurso, brasileiros na Argentina podem escanear um código QR pelo aplicativo bancário para concluir compras em estabelecimentos participantes. O comerciante argentino recebe em moeda local, enquanto o valor é debitado do cliente em reais.

A Argentina é o primeiro passo na expansão das opções de pagamento para usuários brasileiros como parte da estratégia global do banco, acrescentou.

A iniciativa também representa um avanço na integração regional, disse o presidente‑executivo do Banco Patagonia, Oswaldo Parre.

O Banco do Brasil avalia ainda estender o recurso a outros países das Américas, da Europa e da Ásia, com foco em regiões que concentram grandes comunidades brasileiras.

Criado pelo Banco Central (BC), o PIX permite transferências instantâneas, 24 horas por dia, e é gratuito para pessoas físicas. Cerca de 900 instituições já adotaram o sistema, que se tornou o método de pagamento mais utilizado no Brasil, alcançando mais de 170 milhões de pessoas.

O Banco do Brasil processa a transação, incluindo a conversão peso‑real e quaisquer impostos aplicáveis, que são exibidos ao cliente na tela de confirmação.

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