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Veja quem são novos bilionários de IA na lista da Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 11:13

Tecnologia Veja quem são novos bilionários de IA na lista da Forbes Entre os 'novos ricos' do setor, estão cofundadores, executivos de alto escalão e investidores por trás de empresas de inteligência artificial. Por Redação g1

A lista anual da revista Forbes das pessoas mais ricas do mundo tem 45 novos bilionários de áreas ligadas a inteligência artificial. A novidade foi divulgada pela publicação nesta terça-feira (10).

Entre os novos bilionários do setor, estão cofundadores, executivos de alto escalão e investidores por trás de empresas.

Agora, no total, tem pelo menos 86 bilionários da IA ​​no ranking da Forbes das pessoas mais ricas do mundo , com um patrimônio coletivo de US$ 2,9 trilhões.

Eles fazem parte dos 468 bilionários da tecnologia na lista de bilionários da Forbes agora possuem um patrimônio recorde de US$ 4,8 trilhões, um aumento de US$ 1,1 trilhão em relação ao ano passado, segundo a publicação.

Lista de bilionários da Forbes tem 70 brasileiros; conheça os mais ricos, e de onde vêm suas fortunasBeyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos na lista de bilionários da Forbes

Dos 45 novos bilionários, a Forbes destacou 39. Confira abaixo quem são, qual o seu patrimônio e para qual setor e empresa trabalham.

Liu Debing (US$ 9,1 bilhões) e Tang Jie (US$ 1,9 bilhão) | Z.aiYan Junjie (US$ 7,2 bilhões) | MiniMaxPiotr Dabkowski (US$ 1,8 bilhão) e Mati Staniszewski (US$ 1,8 bilhão) | ElevenLabsTimothée Lacroix, Guillaume Lample, Arthur Mensch (US$ 1,8 bilhão cada) | Mistral

Edwin Chen (US$ 18 bilhões) | Surge AILucy Guo (US$ 1,4 bilhão) | Scale AIBrendan Foody, Adarsh ​​Hiremath, Surya Midha (US$ 2,2 bilhões cada) | Mercor

Arvid Lunnemark, Sualeh Asif, Aman Sanger, Michael Truell (US$ 1,3 bilhão cada) | CursorAravind Srinivas, Denis Yarats, Johnny Ho e Andy Konwinski (US$ 2,1 bilhões cada) | PerplexidadeJyoti Bansal (US$ 2,3 bilhões) | HarnessFabian Hedin, Anton Osika (US$ 1,6 bilhão cada) | AdorávelBret Taylor, Clay Bavor (US$ 2,5 bilhões cada) | SierraSteven Hao (US$ 1,3 bilhão) | Cognição

Daniel Nadler (US$ 7,6 bilhões) | OpenEvidencePeter Ludwig, Qasar Younis (US$ 1,5 bilhão) | Applied IntuitionTrae Stephens (US$ 1 bilhão) | AndurilTorsten Reil, Gundbert Scherf, Niklas Kohler (US$ 2 bilhões cada) | Helsing

Michael Hsing (US$ 1,8 bilhão) | Sistemas de energia monolíticosPantas Sutardja (US$ 1,4 bilhão) | SemicondutoresRobin Khuda (US$ 2,1 bilhões) | Centros de dadosJitendra Mohan, Sanjay Gajendra (US$ 1 bilhão cada) | Laboratórios Astera

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Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Carros Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês Após queda no lucro, monadora também prepara corte de 50 mil empregos na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025. Por Reuters

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China.

A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China. A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

Em 2025, esse indicador ficou em 2,8%, após registrar 5,9% no ano anterior. Analistas consultados pela Visible Alpha estimam uma margem de 5,2% para este ano, no limite superior da faixa projetada pela empresa.

“Estamos operando em um ambiente completamente diferente”, afirmou o presidente-executivo da Volkswagen, Oliver Blume, em comunicado.

O lucro operacional da montadora caiu mais da metade em 2025, para 8,9 bilhões de euros (US$ 10,4 bilhões), abaixo da estimativa de analistas, que apontava 9,4 bilhões de euros.

O resultado foi pressionado pelas tarifas e pelos custos de uma mudança estratégica na Porsche, que interrompeu no ano passado o avanço de sua transição para veículos elétricos diante da demanda fraca.

A receita permaneceu praticamente estável, em 322 bilhões de euros. Para 2026, a empresa prevê crescimento entre 0% e 3%, enquanto as projeções de analistas estão no limite superior dessa faixa.

Segundo o diretor financeiro da companhia, Arno Antlitz, os lançamentos de novos produtos e as medidas de reestruturação adotadas em 2025 ajudaram a tornar o grupo mais resistente às dificuldades do mercado.

“Mas a margem operacional ajustada de 4,6% ainda não é suficiente no longo prazo”, afirmou, acrescentando que a empresa continuará adotando medidas rigorosas de redução de custos.

Em janeiro, a Volkswagen informou um fluxo de caixa líquido de 6 bilhões de euros em 2025, resultado muito melhor que a previsão inicial de valor próximo de zero.

A divulgação impulsionou as ações da empresa, mas também gerou críticas de sindicatos, que questionaram o desempenho enquanto a companhia promove cortes significativos de empregos.

O grupo pretende eliminar cerca de 50 mil postos de trabalho na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025, com queda de 98%, para 90 milhões de euros.

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Dólar abre em alta com expectativa de alívio no conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (10) em alta, avançando 0,21% por volta das 9h10, aos R$ 5,1751. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os mercados globais mostram sinais de maior estabilidade após a tensão provocada pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. O movimento veio depois de o presidente Donald Trump afirmar que a guerra estaria “praticamente terminada” e sinalizar a possibilidade de flexibilizar sanções ligadas ao petróleo.

▶️ Mesmo assim, ainda há incerteza sobre quando o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz será normalizado. A passagem é uma das principais rotas da commodity no mundo, o que mantém os mercados atentos e sujeitos a oscilações.

▶️ O petróleo registra queda nesta terça-feira depois de ter atingido, no dia anterior, os maiores níveis em mais de três anos. Por volta das 9h30, o Brent, referência internacional, registrava queda de 5,54%, sendo negociado a US$ 93,48 por barril nos contratos para entrega em maio. Já o petróleo WTI, referência nos EUA, recuava 4,91%, cotado a US$ 90,13 por barril nos contratos para abril.

Os preços do petróleo dispararam nos últimos dias e chegaram a subir até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630). A forte alta ocorreu em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio, que entra na segunda semana sem qualquer sinal de trégua.

Parte dessa pressão nos preços vem dos ataques registrados nos últimos dias contra campos de petróleo no sul do Iraque e na região autônoma curda, no norte do país, o que levou à redução da produção.

Os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait também diminuíram a produção após ataques iranianos contra seus territórios.

Ao longo do dia, no entanto, sinais de que os países do G7 estudam liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo e novas falas do presidente americano, Donald Trump, trouxeram alívio para os preços da commodity.

Em entrevista à rede de televisão CBS, o republicano afirmou que acredita que a guerra está "praticamente concluída" e destacou que os EUA estão "muito à frente" do prazo inicial estimado de 4 a 5 semanas na guerra.

Além disso, sinalizações de que o governo americano estaria avaliando uma possível redução das sanções sobre o petróleo russo também ajudam a explicar o vai e vem do petróleo nesta segunda-feira.

Isso porque um alívio das sanções poderia ajudar o mercado a suprir uma eventual redução na oferta por parte dos países envolvidos na guerra.

Ao final da sessão, o petróleo do tipo Brent, referência internacional, teve queda de 0,71%, cotado a US$ 92,03. Já o WTI, dos EUA, caiu 3,53%, a US$ 87,69.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão de inflação em 3,91% para 2026. Para 2027, a estimativa teve leve alta, passando de 3,79% para 3,80%.

Os dados fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC). O relatório reúne projeções de mais de 100 instituições financeiras consultadas na semana passada.

Depois de o Banco Central manter a taxa básica de juros em 15% ao ano no mês passado — o nível mais alto em quase duas décadas —, o mercado ainda acredita que os juros devem cair nos próximos anos.

Para o fim de 2026, a previsão para os juros subiu levemente, de 12% para 12,13% ao ano. Já para 2027, a estimativa foi mantida em 10,50% ao ano.

Em relação ao crescimento da economia, a expectativa para 2026 permaneceu estável. O mercado projeta uma expansão de 1,82% no Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede o desempenho da economia.

Os economistas também reduziram ligeiramente a previsão para o dólar no fim deste ano, de R$ 5,42 para R$ 5,41.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street conseguiram inverter o sinal negativo visto no início da sessão, conforme investidores avaliavam as novas falas de Trump e seguiam atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.

Já na Europa, temores sobre a inflação penalizaram os principais índices acionários da região, após o petróleo ter atingido o nível dos US$ 100 na primeira metade do pregão.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,63%, enquanto o CAC-40, de Paris, recuou 0,98% e o DAX, de Frankfurt perdeu 0,77%.

Na Ásia, as bolsas terminaram o dia em queda por causa do aumento das tensões no Irã, mas parte das perdas foi reduzida porque alguns investidores aproveitaram os preços mais baixos para comprar ações.

No fechamento, a região registrou recuos amplos: em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,35%, a 25.408 pontos. Em Xangai, o SSEC perdeu 0,67%, a 4.096 pontos, enquanto o CSI300 recuou 0,97%, a 4.615 pontos.

Em Tóquio, o Nikkei caiu 5,2%, para 52.728 pontos; em Seul, o KOSPI teve queda de 5,96%, a 5.251 pontos; e em Taiwan, o TAIEX registrou baixa de 4,43%, a 32.110 pontos.

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Preço da cesta básica sobe em 14 capitais em fevereiro; carne encarece e café fica mais barato

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Agro Preço da cesta básica sobe em 14 capitais em fevereiro; carne encarece e café fica mais barato As principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%) e Recife (1,98%), mostra levantamento da Conab e do Dieese. Por Redação g1

O valor da cesta básica aumentou em 14 capitais e diminuiu em outras 13 entre janeiro e fevereiro deste ano.

Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pela Conab e pelo Dieese.

As principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%), Recife (1,98%), Maceió (1,87%), Aracaju (1,85%), Vitória (1,79%), Rio de Janeiro (1,15%) e Teresina (1,07%).

São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 852,87), seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53) e Cuiabá (R$ 793,77).

O valor da cesta básica aumentou em 14 capitais e diminuiu em outras 13 entre janeiro e fevereiro deste ano.

Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada na segunda-feira (9), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As principais altas ocorreram em Natal (3,52%), João Pessoa (2,03%), Recife (1,98%), Maceió (1,87%), Aracaju (1,85%), Vitória (1,79%), Rio de Janeiro (1,15%) e Teresina (1,07%).

São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 852,87), seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53) e Cuiabá (R$ 793,77).

Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 562,88), Porto Velho (R$ 601,69), Maceió (R$ 603,92) e Recife (R$ 611,98).

O preço da carne bovina de primeira aumentou em 20 cidades, com percentuais entre 0,14%, em Brasília, e 2,93%, em Rio Branco.

Outras sete cidades tiveram queda no valor médio, com destaque para Manaus (-1,33%). A menor disponibilidade de animais prontos para o abate e o bom desempenho das exportações mantiveram a carne bovina valorizada.

Já o valor do quilo do feijão subiu em 26 capitais. O grão preto, pesquisado nos municípios do Sul, Rio de Janeiro e Vitória, aumentou nessas cinco cidades, com percentuais entre 1,38%, em Florianópolis, e 13,83%, em Vitória.

Para o grão carioca, coletado nas demais capitais, foi observada queda apenas em Boa Vista (-2,41%).

Os aumentos mais expressivos ocorreram em Campo Grande (22,05%) e Belém (18,63%). As altas de preço se deveram à oferta restrita, às dificuldades de colheita e à menor área de produção em relação a 2025.

O preço do café em pó foi menor em 21 cidades, entre janeiro e fevereiro de 2026. As reduções mais significativas ocorreram em Florianópolis (-4,30%) e Cuiabá (-3,86%).

Em Brasília, o preço não se alterou e, em outras cinco localidades, verificou-se aumento do preço médio, com destaque para Macapá (3,59%). A perspectiva de safra recorde e a menor exportação explicaram as quedas no varejo.

O preço do óleo de soja registrou queda em 26 cidades, com variações que foram de -7,05% em Boa Vista a -0,27% em Brasília.

A redução está associada ao excesso de oferta do grão e à desvalorização do dólar frente ao real, fatores que diminuíram a competitividade da soja brasileira no mercado externo e que pressionaram para baixo os preços do óleo também no varejo.

No caso do arroz agulhinha, o valor do quilo caiu em 16 cidades. As maiores reduções foram registradas em Curitiba (-7,40%), Salvador (-7,09%) e Vitória (-5,11%).

Em outras nove capitais houve aumento, sendo a maior variação observada em Florianópolis (3,53%). Em Rio Branco e São Luís, o preço médio permaneceu estável. O movimento de queda dos preços está relacionado a estoques mais ajustados e a postura cautelosa dos vendedores.

O preço do leite integral demonstrou queda em 15 capitais. As reduções mais expressivas foram observadas em Rio Branco (-4,78%), Cuiabá (-3,60%) e Campo Grande (-3,40%).

Em Manaus e São Luís, o valor médio permaneceu estável, enquanto outras 10 capitais apresentaram aumento, com a maior alta registrada em Curitiba (2,28%).

Mesmo com o início da entressafra da produção leiteira, a importação de derivados lácteos contribuiu para a redução dos preços no varejo.

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Grupo Pão de Açúcar fecha acordo com credores para plano de recuperação extrajudicial de R$ 4,5 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O grupo GPA, responsável pela rede de supermercados Pão de Açúcar, informou nesta terça-feira (10) que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial.

A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas e tem como objetivo reorganizar as finanças da empresa sem recorrer à recuperação judicial, processo que ocorre na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

Segundo a companhia, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio de credores que representam 46% dos créditos incluídos no processo, o equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões.

Esse percentual é superior ao mínimo exigido pela legislação para iniciar esse tipo de negociação.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições com os credores.

O grupo GPA, responsável pela rede de supermercados Pão de Açúcar, informou nesta terça-feira (10) que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial.

A medida envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas e tem como objetivo reorganizar as finanças da empresa sem recorrer à recuperação judicial, processo que ocorre na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

🔎A recuperação extrajudicial é um acordo em que uma empresa renegocia parte de suas dívidas diretamente com credores, fora da Justiça. O objetivo é ganhar prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como a falência, mantendo as operações da empresa funcionando normalmente.

Segundo a companhia, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio de credores que representam 46% dos créditos incluídos no processo, o equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões.

Esse percentual é superior ao mínimo exigido pela legislação para iniciar esse tipo de negociação.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições com os credores.

O período inicial de negociações será de 90 dias, prazo em que a companhia pretende obter o apoio da maioria dos credores e chegar a uma solução definitiva para reorganizar seu endividamento.

A empresa destacou que dívidas com fornecedores, parceiros, clientes e obrigações trabalhistas não fazem parte do plano e, portanto, não serão afetadas. Na prática, isso significa que as operações do grupo devem continuar normalmente.

Em comunicado ao mercado, o GPA afirmou que a iniciativa busca melhorar o perfil da dívida e fortalecer o balanço da companhia, criando condições para resolver problemas de liquidez no curto prazo e garantir a sustentabilidade financeira no longo prazo.

A empresa também disse que suas lojas seguirão funcionando normalmente e que está em dia com pagamentos a fornecedores e parceiros comerciais.

O plano, segundo o GPA, foi estruturado justamente para preservar a operação do negócio enquanto as negociações com credores avançam.

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BRB propõe aumento de capital após rombo bilionário ligado ao caso Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O conselho de administração do Banco de Brasília propôs aos acionistas um aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões por meio da emissão de novas ações.

Esse valor é cerca de 12,8% maior do que o preço de fechamento do papel na segunda-feira, quando a ação terminou o dia cotada a R$ 4,69.

Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

Segundo o BRB, a operação tem como objetivo fortalecer a situação financeira da instituição, ampliando os recursos disponíveis para sustentar suas atividades e crescimento.

O conselho de administração do Banco de Brasília (BRB) propôs aos acionistas um aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões por meio da emissão de novas ações.

Na prática, o banco pretende vender até 1,68 bilhão de novas ações por R$ 5,29 cada. Esse valor é cerca de 12,8% maior do que o preço de fechamento do papel na segunda-feira, quando a ação terminou o dia cotada a R$ 4,69.

Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

🔎Um aumento de capital acontece quando uma empresa levanta mais dinheiro com investidores para reforçar suas finanças ou financiar novos projetos. Isso geralmente é feito por meio da emissão de novas ações, que são vendidas no mercado ou aos próprios acionistas. O dinheiro arrecadado entra no caixa da empresa e pode ser usado para investir no crescimento, reduzir dívidas, melhorar a situação financeira ou atender exigências regulatórias, como ocorre com frequência no caso de bancos.

Segundo o BRB, a operação tem como objetivo fortalecer a situação financeira da instituição, ampliando os recursos disponíveis para sustentar suas atividades e crescimento.

"A medida reduzirá o grau de alavancagem do conglomerado prudencial, ampliará a capacidade de absorção de possíveis perdas esperadas e inesperadas e favorecerá a manutenção do enquadramento prudencial, reforçando a solidez patrimonial", disse.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelos acionistas em uma assembleia marcada para o dia 18 de março.

O aumento de capital anunciado pelo Banco de Brasília faz parte de um esforço mais amplo para reforçar a situação financeira da instituição e recuperar a confiança de investidores e clientes.

Para isso, o governo do Distrito Federal prepara um pacote de medidas destinado a fortalecer o banco.

Um projeto aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal autoriza o governo a usar diferentes instrumentos para apoiar o BRB, como aportes de recursos públicos, venda de imóveis do DF e contratação de empréstimos de até R$ 6,6 bilhões.

O texto também permite transferir terrenos e outros ativos ao banco ou utilizá-los em operações financeiras, como fundos imobiliários, para levantar recursos.

As medidas ocorrem em meio à pressão sobre as contas da instituição após operações com o Banco Master. Entre 2024 e 2025, o BRB investiu cerca de R$ 16,7 bilhões no banco privado, mas parte dessas operações passou a ser investigada por suspeitas de fraude.

Com a liquidação do Master, muitos dos ativos adquiridos ficaram bloqueados ou não chegaram a integrar o patrimônio do BRB.

Auditorias do Banco Central do Brasil, de órgãos de controle e de consultorias independentes apontam que as perdas podem chegar a cerca de R$ 8 bilhões.

Diante desse cenário, o governo do DF e a direção do banco passaram a buscar medidas para recompor o patrimônio da instituição, melhorar a liquidez e garantir o cumprimento das exigências regulatórias.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Valores a receber: ainda há R$ 10,5 bilhões esquecidos nos bancos; veja como consultar e sacar valores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Banco Central informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,27 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes.

Sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Entretanto, recentemente, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,49 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes. O balanço considera valores contabilizados até janeiro deste ano.

R$ 8,1 bilhões são recursos de 49,52 milhões de pessoas físicas;R$ 2,38 bilhões são valores de 5,09 milhões de empresas.

Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 13,75 bilhões em recursos que estavam esquecidos nas instituições financeiras.

O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

O prazo oficial para buscar os recursos teria, em tese, acabado em 16 de outubro de 2024. Entretanto, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

🔑Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

📞Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

💰No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Desde maio do ano passado, o BC informou que é possível habilitar uma solicitação automática de resgate de valores a receber.

Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. As demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

"O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome", informou o Banco Central, na ocasião.

Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativadas.A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão exigindo solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.

🚨Atenção: o governo não entra em contato solicitando dados pessoais ou informações extras para a devolução dos recursos por mensagem ou ligação telefônica. Fique atento e se proteja de golpes.

Em fevereiro, o Banco Central mudou a verificação de segurança do Sistema Valores a Receber para evitar fraudes.

📱O acesso continua a ser feito com a conta gov.br , nível prata ou ouro. Mas o aplicativo passou a exigir duas etapas de verificação de segurança.

📲Quem não tem o gov.br no celular, precisa primeiro baixar o aplicativo. Depois, é necessário preencher as informações e fazer a validação facial para liberar as duas etapas.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo cai após previsão de Trump sobre fim da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Os preços do petróleo caíam nesta terça-feira (10), depois de terem atingido o nível mais alto em mais de três anos na sessão anterior.

A queda ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que a guerra no Oriente Médio pode terminar em breve, o que reduziu as preocupações com interrupções prolongadas no abastecimento global.

Os contratos futuros do Brent crude oil recuavam US$ 6,28, ou 6,3%, para US$ 92,68 por barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, caía US$ 6,19, ou 6,5%, para US$ 88,58 por barril.

Por volta das 7h24 (horário de Brasília), o Brent recuava 7,44%, cotado a US$ 91,60, e o WTI caía 6,84%, para US$ 88,29. Mais cedo, ambos os contratos chegaram a despencar até 11%, antes de reduzir parte das perdas.

Na segunda-feira (9), o petróleo havia ultrapassado US$ 100 por barril, atingindo o maior valor desde meados de 2022.

A alta foi impulsionada pelos cortes de oferta promovidos pela OPEC e por outros produtores durante a guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã, conflito que se ampliou e elevou os temores de grandes interrupções no fornecimento global.

Os preços passaram a recuar depois que o presidente russo, Vladimir Putin, telefonou para Trump e apresentou propostas voltadas a uma solução rápida para o conflito, segundo um assessor do Kremlin. A sinalização ajudou a aliviar parte das preocupações com a oferta de petróleo.

Em entrevista à CBS News na segunda-feira, Trump afirmou que acredita que a guerra contra o Irã está “praticamente concluída” e que Washington estaria “muito à frente” do prazo inicial estimado, de quatro a cinco semanas.

“Claramente, os comentários de Trump sobre uma guerra de curta duração acalmaram os mercados. Embora tenha havido uma reação exagerada de alta ontem, vemos agora um movimento exagerado de queda”, disse Suvro Sarkar, líder da equipe de energia do DBS Bank. Segundo ele, o mercado pode estar subestimando os riscos para o Brent nesses níveis de preço.

“O Murban e o Dubai ainda estão bem acima de US$ 100 por barril, portanto, praticamente nada mudou em termos de fundamentos”, acrescentou, referindo-se a dois tipos de petróleo usados como referência no Oriente Médio.

Em resposta às declarações de Trump, o Islamic Revolutionary Guard Corps afirmou que “determinará o fim da guerra” e que Teerã não permitirá que “um litro de petróleo” seja exportado da região caso os ataques dos Estados Unidos e de Israel continuem.

A declaração foi divulgada pela mídia estatal iraniana nesta terça-feira, citando o porta-voz das Forças Armadas do país.

Mesmo assim, os preços seguem pressionados enquanto Trump avalia a possibilidade de aliviar sanções contra a Rússia e liberar estoques emergenciais de petróleo como parte de um pacote de medidas para conter a alta dos preços globais, segundo fontes ouvidas pela agência.

“As discussões sobre flexibilizar as sanções ao petróleo russo, os comentários de Donald Trump sugerindo que o conflito pode perder intensidade e a possibilidade de os países do G7 recorrerem às reservas estratégicas enviam a mesma mensagem: de alguma forma, mais barris devem chegar ao mercado”, afirmou Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, em nota divulgada nesta terça-feira.

Os países do Group of Seven (G7) afirmaram na segunda-feira que estão preparados para adotar “as medidas necessárias” diante da alta dos preços globais do petróleo, embora não tenham se comprometido explicitamente a liberar reservas emergenciais.

Preço do barril de petróleo cai após declaração de Trump de que guerra no Oriente Médio está perto do fim — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quatro países do Oriente Médio reduzem produção de petróleo por conta da guerra, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 07:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

Sob comando do novo líder supremo, Irã ataca Kuwait, Catar e refinaria de petróleo do Bahrein — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Quatro países do Oriente Médio farão reduções significativas na produção diária de petróleo em meio à guerra travada entre os EUA, Israel e Irã, revelou a agência de notícias norte-americana Bloomberg nesta terça-feira (10).

Segundo fontes da agência, Arábia Saudita, Iraque, Emirados Árabes Unidos e Kuwait reduziram sua produção conjunta em até 6,7 milhões de barris por dia. Isso corresponderia a cerca de 6% da oferta mundial de petróleo.

Iraque: cerca de 2,9 milhões de barris de petróleo por dia;Arábia Saudita: de 2 a 2,5 milhões de barris de petróleo por dia;Emirados Árabes Unidos: de 500 a 800 mil de barris de petróleo por dia;Kuwait: cerca de 500 mil de barris de petróleo por dia.

Os cortes na produção de petróleo têm a ver com o fechamento do Estreito de Ormuz, na saída do Golfo Pérsico, pelo Irã por conta da guerra contra os EUA e Israel. Cerca de 20% do petróleo mundial passa pela região, e o escoamento da commodity ficou prejudicado com a interrupção do fluxo de petroleiros.

O preço do petróleo, vital para atividades econômicas ao redor do mundo, está disparando e virou preocupação mundial. Agora, países agora pensam em alternativas para reabrir. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse avaliar tomar o controle do local. Já o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que avalia "operação defensiva" para escoltar petroleiros pelo estreito.

Segundo a Bloomberg, os cortes na produção de petróleo desses quatro países são a resposta mais concreta na oferta de petróleo desde o início da guerra.

Isso porque esses quatro países estão entre os maiores produtores de petróleo do mundo. A Arábia Saudita produz de nove a dez milhões de barris por dia, o Iraque produz até 4,5 milhões, os Emirados Árabes, 3,5 milhões e, por fim, o Kuwait produz até 2,8 milhões de barris diariamente.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ela viu uma mulher sem dinheiro absorventes — e criou um negócio que já faturou R$ 700 mil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/03/2026 06:09

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Ela viu uma mulher sem dinheiro para comprar absorventes — e criou um negócio que já faturou R$ 700 mil Negócio fundado por três empreendedoras desenvolveu produto que se decompõe em até seis meses, gera renda para costureiras e já impactou mais de 20 mil mulheres em diferentes regiões do país. Por PEGN

A falta de acesso a produtos de higiene menstrual ainda afeta milhões de brasileiras e impacta diretamente a rotina de meninas e mulheres.

Diante desse cenário, três empreendedoras criaram uma empresa que une inovação, sustentabilidade e impacto social para enfrentar o problema.

O negócio nasceu em Salvador, na Bahia, depois que a empreendedora Hellen Nzinga se deparou com uma cena que a marcou: uma mulher em um supermercado contando moedas para tentar comprar absorventes.

A situação despertou um incômodo que acabaria se transformando em propósito. Na época, Hellen participava de um programa de formação de lideranças e ainda buscava uma ideia para empreender.

A falta de acesso a produtos de higiene menstrual ainda afeta milhões de brasileiras e impacta diretamente a rotina de meninas e mulheres. Diante desse cenário, três empreendedoras criaram uma empresa que une inovação, sustentabilidade e impacto social para enfrentar o problema.

O negócio nasceu em Salvador, na Bahia, depois que a empreendedora Hellen Nzinga se deparou com uma cena que a marcou: uma mulher em um supermercado contando moedas para tentar comprar absorventes. O dinheiro não era suficiente.

A situação despertou um incômodo que acabaria se transformando em propósito. Na época, Hellen participava de um programa de formação de lideranças e ainda buscava uma ideia para empreender.

A experiência fez com que ela direcionasse sua energia para o combate à pobreza menstrual — situação caracterizada pela falta de acesso a produtos adequados e condições básicas durante a menstruação.

Assim surgiu a empresa, fundada ao lado de Adriele Menezes e Patrícia Zanella, com o objetivo de desenvolver soluções acessíveis e sustentáveis para quem menstrua. Depois de três anos e meio de pesquisa, as empreendedoras criaram um absorvente biodegradável, feito com materiais atóxicos, higiênicos e veganos.

Empresa criada por mulheres fatura R$ 700 mil com absorvente biodegradável — Foto: Reprodução/PEGN

Diferente dos produtos descartáveis tradicionais, que podem levar centenas de anos para se decompor, o absorvente desenvolvido pela empresa se decompõe em cerca de seis meses em condições comuns de descarte.

Para viabilizar o projeto, o trio buscou apoio em editais e competições internacionais de inovação e empreendedorismo. Ao longo do tempo, o negócio acumulou mais de R$ 500 mil em premiações, recursos que ajudaram a financiar a produção piloto e o desenvolvimento da tecnologia.

O modelo de atuação da empresa também aposta em impacto social. Parte da produção é feita por costureiras — muitas delas mulheres com mais de 50 anos que estavam fora do mercado de trabalho.

Elas são treinadas para trabalhar com tecidos tecnológicos usados nos absorventes reutilizáveis. Hoje, a rede de produção consegue fabricar cerca de 5 mil unidades por mês, gerando renda para essas profissionais.

Empresa criada por mulheres fatura R$ 700 mil com absorvente biodegradável — Foto: Reprodução/PEGN

O negócio atua principalmente no modelo B2B, fornecendo produtos para empresas e organizações que promovem ações sociais ou iniciativas de responsabilidade corporativa. Em muitos casos, as empresas compram os absorventes para distribuir gratuitamente em comunidades ou projetos sociais.

Sempre que surge uma nova demanda, a produção é organizada próxima ao local de entrega, com a contratação de mulheres da própria região. A estratégia já permitiu montar linhas de produção temporárias em diferentes partes do país.

Desde a criação da empresa, mais de 20 mil mulheres já foram impactadas pelas iniciativas do negócio, incluindo a distribuição de absorventes em 17 estados brasileiros. Os produtos também chegaram a comunidades indígenas próximas à fronteira com a Venezuela.

Além dos absorventes biodegradáveis usados em projetos sociais, as empreendedoras também passaram a investir em uma linha de produtos menstruais reutilizáveis para venda direta ao consumidor, como calcinhas, shorts, biquínis e maiôs menstruais.

A expectativa é ampliar o acesso aos produtos com a criação de um e-commerce próprio. Para as fundadoras, o objetivo vai além do crescimento do negócio.

A missão continua sendo transformar a forma como a sociedade lida com a menstruação — reduzindo desigualdades e ampliando oportunidades para mulheres.

“Sustentabilidade é cuidar das pessoas”, resume Hellen. “Não dá para falar de meio ambiente sem olhar também para quem está vivendo essa realidade.”

Empresa criada por mulheres fatura R$ 700 mil com absorvente biodegradável — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Canavieiras (Coutos – 1ª Etapa), 18 – Salvador/BA – CEP: 41307‑620📞 Telefone: (11) 97537‑6608🌐 Site: https://ecociclo3.lojavirtualnuvem.com.br/📧 E‑mail: patricia@ecociclooficial.com📘 Facebook: https://www.facebook.com/ecociclooficial📸 Instagram: https://www.instagram.com/ecocicloshop

📍 Endereço: R. Jaceru, 225 – Vila Gertrudes, São Paulo/SP – CEP: 04705‑000🌐 Site: https://cowcoworking.com.br/📞 Telefone: (11) 91309‑0055📸 Instagram: https://www.instagram.com/cowcoworking/

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