RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 2.982: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.982: prêmio acumula e vai a R$ 65 milhões Veja os números sorteados: 02 – 35 – 41 – 46 – 49 – 58. Quina teve 27 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 87.399,64. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.982 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (10), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 65 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Estudo da Fiep aponta queda do PIB e risco de desemprego com fim da escala 6×1

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:02

Trabalho e Carreira Estudo da Fiep aponta queda do PIB e risco de desemprego com fim da escala 6×1 Simulações indicam que redução da jornada sem aumento relevante de produtividade pode diminuir atividade econômica e pressionar o mercado de trabalho. Por Redação g1

Um estudo divulgado nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para possíveis efeitos negativos da proposta de redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.

Segundo o levantamento, a mudança em discussão no Congresso — que pode reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6×1 — pode provocar queda do Produto Interno Bruto (PIB), aumento do desemprego e avanço da informalidade.

A análise foi apresentada em Brasília durante o seminário “Modernização da jornada de trabalho”, promovido pela Coalizão das Frentes Parlamentares do Setor Produtivo. O encontro reuniu parlamentares, especialistas e representantes do setor produtivo para discutir mudanças nas regras trabalhistas no país.

De acordo com o estudo, mudanças abruptas na jornada de trabalho podem gerar impactos econômicos relevantes, especialmente quando não são acompanhadas por ganhos de produtividade.

As simulações realizadas pela consultoria indicam que, mesmo em um cenário considerado otimista, o efeito sobre a economia seria significativo. Nesse cenário, a economia teria um ganho de produtividade de 2%. Ainda assim, o PIB brasileiro poderia cair até 3,7% no primeiro ano após a mudança na jornada de trabalho.

Além das simulações econômicas, o estudo também reúne evidências de pesquisas nacionais e internacionais sobre propostas de redução da jornada de trabalho.

Ao g1, o deputado federal Luiz Gastão Bittencourt da Silva (PSD-CE) afirmou que o tema já chegou à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Segundo ele, uma possibilidade discutida por parlamentares seria reduzir gradualmente a jornada semanal.

“E eu tenho defendido, e eu acho que há um meio consenso com todos, inclusive do setor produtivo, que, se nós reduzirmos de forma paulatina de 44 para 40 horas semanais como jornada, você já estaria extinguindo a escala 6 por um.”

Segundo a Fiep, a redução da jornada sem aumento proporcional da produtividade pode elevar custos para as empresas. Como consequência, parte delas poderia reduzir contratações ou cortar postos de trabalho.

A estimativa apresentada pelo estudo indica que cerca de 1,5 milhão de trabalhadores formais podem enfrentar risco de demissão ou migração para a informalidade.

“O custo com pessoal representa uma das principais componentes da estrutura de custos das empresas, especialmente em atividades intensivas em trabalho. Elevação nesse tipo de custo podem afetar decisões operacionais e estratégicas das empresas, como redução do horário de funcionamento dos estabelecimento e demissões, gerando uma redução da atividade dessas empresas", argumenta Guilherme Hakme, diretor da Fiep.

Pesquisas analisadas no relatório também apontam algumas estratégias que empresas tendem a adotar diante da redução das horas trabalhadas, como:

diminuir o número de horas contratadas;substituir trabalhadores mais experientes por profissionais com salários menores;aumentar a rotatividade da mão de obra.

A redução da jornada pode elevar o salário por hora trabalhada. No entanto, o salário mensal tende a permanecer estável caso as empresas reduzam as horas contratadas.

Nesse cenário, cresce também a chamada dupla ocupação. Isso ocorre quando um trabalhador precisa ter dois empregos para manter o mesmo nível de renda.

Apesar disso, o relatório também destaca que jornadas menores podem trazer alguns benefícios, como redução da fadiga e possível aumento de produtividade em determinadas atividades.

Segundo os pesquisadores, trabalhadores mais descansados tendem a produzir mais em alguns setores. Ainda assim, esses ganhos costumam ser limitados e nem sempre compensam a redução do tempo total de trabalho.

Alguns segmentos operam com alto nível de automação e margens maiores. Outros dependem fortemente de mão de obra e enfrentam concorrência internacional intensa.

Uma mudança uniforme na jornada poderia aumentar custos para empresas com menor margem de lucro. Isso pode reduzir investimentos e afetar empregos.

Para o deputado Luiz Gastão, o debate precisa considerar diferentes formas de organização do trabalho em cada atividade.

“O que nós não concordamos, e não só eu, mas boa parcela do setor produtivo e tudo, é que existem escalas de compensação, existem escalas de regime corrido que trabalham, por exemplo, 6 horas por dia. Se trabalhar 6 dias por semana, vai dar no máximo 36 horas, que já é abaixo dessas das 40 horas previstas.”

Ainda de acordo com a Fiep, o risco é transformar uma medida voltada ao bem-estar do trabalhador em um fator de instabilidade econômica.

A federação defende que a modernização das relações de trabalho é necessária. No entanto, avalia que mudanças devem ocorrer com negociação coletiva e adaptação às características de cada setor.

“A discussão dessa reforma deveria ser feita de forma mais lenta de modo a considerar um conjunto amplo de aspectos econômicos, de modo a permitir que a sociedade discuta de forma informada os custos e benefícios para empresas e trabalhadores", complementa o presidente da Fiep.

O estudo também destaca que o Brasil precisa avançar primeiro em políticas de aumento da produtividade.

modernização tecnológica das empresas;qualificação contínua dos trabalhadores;políticas industriais focadas;melhora do ambiente de negócios;acesso a crédito;simplificação tributária.

Luiz Gastão defende que eventuais mudanças levem em conta os impactos para empresas com maior uso de mão de obra.

“E há de se ter uma compensação para as micro e pequenas empresas ou as empresas que têm grande insumo de mão de obra, para que elas não percam a competitividade e elas possam estar no mercado e continuar vivendo no mercado, podendo contratar e fazendo com que os setores possam se adaptar.”

Para estimar os impactos da mudança na jornada, a Tendências utilizou um modelo econômico chamado DSGE. Esse tipo de modelo é amplamente empregado por bancos centrais e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para simular cenários macroeconômicos.

Os pesquisadores analisaram dois cenários: um com ganho de produtividade e outro sem avanço significativo nessa área.

Nos dois casos, os resultados indicaram impacto negativo para o emprego e para a atividade econômica no curto prazo.

O estudo também analisou experiências de redução de jornada em países como Alemanha, França, Portugal, Japão, Canadá, Bélgica e Eslovênia.

efeitos nulos ou negativos sobre o emprego;queda de produtividade quando o ganho não acompanhou a redução de horas;aumento de custos para as empresas.

Apenas dois estudos internacionais encontraram efeitos positivos para geração de empregos. Mesmo nesses casos, os resultados foram considerados ambíguos.

Para a Fiep, o debate sobre jornada de trabalho é legítimo e precisa avançar no país. A entidade afirma que está aberta à discussão, mas defende que as mudanças sejam feitas com base em dados técnicos e diálogo entre governo, empresas e trabalhadores.

Segundo a federação, decisões estruturais sobre o mercado de trabalho precisam considerar os efeitos sobre crescimento econômico, competitividade e geração de renda.

"A literatura mostra que há riscos de que essa reforma gere custos desproporcionalmente maiores aos benefícios, como, ausência de geração de emprego, aumento da informalidade, e queda relevante do PIB. Pode-se discutir formas alternativas de melhorar o ganho de bem estar de parte da população com jornada de trabalho mais longa, inclusive de forma mais eficiente para esse grupo da população", afirma Guilherme Hakme.

Outros levantamentos recentes também analisaram possíveis impactos da redução da jornada de trabalho no Brasil e apontam desafios semelhantes, especialmente em setores com baixa produtividade ou forte dependência de mão de obra.

Um estudo apresentado também nesta terça (10) pelo economista André Portela, da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), destaca que a redução da jornada com manutenção integral dos salários eleva o custo por hora trabalhada. No caso de uma mudança de 44 para 36 horas semanais, o custo da hora poderia subir cerca de 22%.

Segundo o pesquisador, empresas tendem a reagir de três formas diante desse aumento: repassar parte do custo aos preços, acelerar processos de automação ou reorganizar equipes e turnos.

O resultado final dependeria do nível de produtividade e da capacidade de adaptação de cada setor.

Portela também ressalta que o mercado de trabalho brasileiro é muito heterogêneo. Pequenas empresas, que têm menor capacidade de investimento e tecnologia, podem enfrentar mais dificuldades para absorver mudanças abruptas.

Um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que, apenas no comércio, a adequação a jornadas menores poderia elevar a folha de pagamento em cerca de 21%. Parte desse custo tende a ser repassada ao consumidor.

Segundo o levantamento, cada aumento de 1% no custo do trabalho pode elevar a informalidade em cerca de 0,34%.

O estudo também projeta que o setor poderia enfrentar queda de atividade e redução de margens mesmo com reajustes de preços.

🏝️ No turismo, que utiliza amplamente a escala 6×1, o impacto sobre preços e demanda também seria significativo, segundo a CNC.

🧑‍🌾 No agronegócio, análises da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacam que atividades rurais seguem ciclos naturais de produção e nem sempre se adaptam a jornadas fixas.

Culturas como café, uva e laranja e atividades contínuas, como a pecuária leiteira, exigem trabalho em períodos específicos. Segundo a entidade, mudanças rígidas na legislação poderiam elevar custos, exigir novas contratações e afetar a competitividade internacional do setor.

Estudos citados por entidades empresariais também indicam possíveis efeitos macroeconômicos mais amplos.

Já o levantamento apresentado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução da jornada para 40 horas semanais poderia gerar aumento de custos de até R$ 267 bilhões para empresas brasileiras.

A entidade também cita pesquisas que projetam impactos relevantes sobre o crescimento econômico caso a redução ocorra sem ganhos expressivos de produtividade.

Para economistas ouvidos nesses estudos, o principal desafio para uma redução sustentável da jornada no Brasil é elevar a produtividade do trabalho. Sem esse avanço, a mudança pode pressionar custos, reduzir investimentos e estimular a informalidade.

Ao mesmo tempo, muitos especialistas defendem que o debate deve considerar também aspectos sociais, como qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso.

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Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo; impacto é de R$ 5,3 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:02

Política Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo; impacto é de R$ 5,3 bilhões Texto segue para sanção presidencial. Projeto também reajusta remuneração de médicos e médicos veterinários, auditores fiscais e altera cargos na Cultura. Por Sara Curcino, Mariana Assis, Ana Clara Alves, TV Globo e g1 — Brasília

O Senado aprovou nesta terça-feira (10) projeto que cria 17,8 mil cargos nos Ministérios da Educação (MEC) e no da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).

O senador afirmou que o texto beneficiará 270 mil servidores e que o montante que será gasto já está previsto na lei orçamentária deste ano e terá de ser incorporado no balanço dos próximos anos.

O Ministério da Gestão afirmou que, apesar de estarem previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, os valores "não necessariamente serão executados integralmente no ano porque eles dependem da implantação dos Institutos Federais de Educação e da realização ou finalização dos concursos".

O Senado aprovou nesta terça-feira (10) projeto que cria 17,8 mil cargos nos Ministérios da Educação (MEC) e no da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). A matéria segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), antes de virar lei.

O texto, apresentado pelo governo federal, terá impacto de R$ 5,3 bilhões em 2026 – valor confirmado pelo MGI e pelo líder do governo no Congresso e relator da proposta, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

O senador afirmou que o texto beneficiará 270 mil servidores e que o montante que será gasto já está previsto na lei orçamentária deste ano e terá de ser incorporado no balanço dos próximos anos.

O Ministério da Gestão afirmou que, apesar de estarem previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, os valores "não necessariamente serão executados integralmente no ano porque eles dependem da implantação dos Institutos Federais de Educação e da realização ou finalização dos concursos".

criação dos 17,8 mil cargos no MEC, incluídas as instituições federais, e no MGI: R$ 1,1 bilhão;criação de um plano especial para os cargos do MEC: R$ 91,2 milhões;reajuste das carreiras do Executivo: R$ 4,2 bilhões.

O projeto cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano, a partir de um desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), patrocinou esta medida e acompanhou nesta terça a votação do texto no Senado.

O texto muda as regras para incentivar a qualificação, por exemplo, de professores que atuam em instituições federais- de escolas básicas e universidades. O incentivo, por meio do aumento da remuneração, acontece à medida que o servidor obtém uma formação acadêmica acima daquela exigida pelo concurso que o selecionou.

Pelo projeto, o novo programa vai incluir servidores com fundamental incompleto e considerar fatores como:

participação em grupos de trabalho e projetos de apoio à pesquisa;recebimento de premiação;assumir função de direção;produção de conhecimento científico.

cria a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE). Com isso, servidores de funções de nível superior, de diferentes áreas, vão ser classificados por essa nova classificação, com objetivo de "unificar as carreiras" e "simplificar a gestão". O salário do nível mais alto dessa carreira vai pular de R$ 4.620,50 para R$ 9.716,48 a partir de abril deste ano;reajusta a remuneração para os cargos de médico e médico veterinário, que são técnicos administrativos em Educação;reajusta também o salário das carreiras tributária e aduaneira da Receita Federal e de auditoria fiscal do Trabalho;transforma cargos de nível superior e médio, da Cultura, em analista em atividades culturais e assistente técnico administrativo;reorganização a carreira de perito federal territorial, que passará a ser supervisionada pelo MGI; cria uma gratificação temporária de apoio a atividades técnicas, para servidores que exerçam funções no Poder Executivo, mas que façam parte de cargos sem um plano de carreira ainda estruturado.

A instituição sem partido República.org avalia que apesar de a revisão de carreiras ser "essencial para a modernização da gestão pública", é necessário "reduzir as desigualdades entre elas". "Algumas carreiras chegam a ganhar 150% a mais que outras, com as mesmas atribuições", apontou a entidade.

"Em nota, a República.org afirma que esses ajustes dentro do funcionalismo público devem sempre mirar a melhor organização das carreiras, já que hoje a administração pública federal tem cerca de 290 tabelas salariais diferentes. É preciso mirar uma reestruturação ampla de todas as carreiras para garantir regras mais simples", afirmou.

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Ministério Público junto ao TCU pede afastamento do presidente do IBGE, Marcio Pochmann

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu o afastamento do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcio Pochmann. O g1 entrou em contato com o IBGE e aguarda posicionamento do órgão.

Segundo o MP, há supostas irregularidades na condução do órgão. De acordo com o procurador, as medidas do presidente do IBGE que estão sendo questionadas estão sucessivas substituições de servidores de carreira em cargos técnicos por recém-ingressos até a tentativa de criação da Fundação IBGE+.

No documento, o procurador menciona sucessivas exonerações e substituições de servidores de carreira por ocupantes de funções técnicas estratégicas no âmbito do IBGE, como nomeação de servidores recém admitidos e ainda em estágio probatório em funções de "elevada complexidade técnica".

Isso, segundo o procurador, revela um "quadro institucional preocupante". Oliveira também menciona a tentativa de criação da Fundação IBGE+ que, dentre outros fatores, poderia extrapolar as atribuições legais do órgão.

"Ainda que se trate fundação de direito privado vinculada ao IBGE, a utilização da estrutura, da marca institucional, do corpo técnico ou de competências legalmente atribuídas ao Instituto exigiria autorização legislativa expressa, sob pena de violação ao princípio da legalidade estrita", diz o procurador.

"A criação de entidade paralela, com possível captação de recursos próprios e atuação em áreas sensíveis de produção e tratamento de dados oficiais, não pode decorrer de ato meramente administrativo da Presidência", diz o documento.

Em outro trecho, o procurador destaca, ainda, atos de gestão que poderiam fragilizar a autonomia técnica e a credibilidade dos dados oficiais, como o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB).

"Nesse cenário, a eventual manipulação indevida — ainda que indireta — de parâmetros metodológicos, premissas técnicas ou processos de validação interna, com o objetivo de influenciar resultados conjunturais, configuraria violação grave aos princípios constitucionais da legalidade, da moralidade e da eficiência", destaca o procurador.

"O resultado do PIB influencia diretamente expectativas de crescimento, decisões de investimento, comportamento do mercado financeiro, formulação da política fiscal e monetária, além de impactar classificações de risco soberano", complementa o membro do MPTCU.

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Meta compra Moltbook, rede social voltada a agentes de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 16:50

Tecnologia Meta compra Moltbook, rede social voltada a agentes de IA Plataforma chamou atenção por ter sido criada para que apenas agentes de IA interajam entre si. Movimento da dona do WhatsApp, Instagram e Facebook ocorre em meio à corrida global por inteligência artificial. Por Akash Sriram

A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta terça-feira (10) a compra da Moltbook, uma plataforma de rede social criada para agentes de inteligência artificial.

Movimento da dona do WhatsApp, Instagram e Facebook ocorre em meio à corrida global por inteligência artificial.

O acordo trará os co-fundadores da Moltbook, Matt Schlicht e Ben Parr, para o Meta Superintelligence Labs, a unidade liderada pelo ex presidente-executivo da Scale AI, Alexandr Wang.

O Moltbook, um site semelhante ao Reddit, no qual bots de IA parecem trocar códigos e fazer fofocas sobre seus proprietários humanos, foi iniciado como um experimento de nicho no final de janeiro.

A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta terça-feira (10) a compra da Moltbook, uma plataforma de rede social criada para agentes de inteligência artificial, trazendo os fundadores da empresa para sua divisão de pesquisa de IA.

🔎 O que são agentes de IA? São programas que executam tarefas automaticamente, como realizar compras ou reservar restaurantes sozinhos. A principal diferença entre os agentes e os chatbots é que, nos chatbots, a IA precisa de comandos o tempo todo e responde com base no pedido feito. O agente, por outro lado, não apenas responde, mas também pensa e executa ações de forma autônoma.

O desenvolvimento sinaliza uma intensa corrida entre os gigantes da tecnologia para adquirir talentos e tecnologia de IA, à medida que os agentes autônomos capazes de executar tarefas do mundo real deixam de ser novidade e passam a ser a próxima fronteira do setor.

O acordo trará os co-fundadores da Moltbook, Matt Schlicht e Ben Parr, para o Meta Superintelligence Labs, a unidade liderada pelo ex presidente-executivo da Scale AI, Alexandr Wang.

Schlicht e Parr vão começar a trabalhar na Meta Superintelligence Labs em 16 de março, de acordo com a Axios.

Moltbook: rede social foi criada apenas para agentes de IA interagirem — Foto: Reprodução/Moltbook

O Moltbook, um site semelhante ao Reddit, no qual bots de IA parecem trocar códigos e fazer fofocas sobre seus proprietários humanos, foi iniciado como um experimento de nicho no final de janeiro.

Desde então, ele se tornou o centro de um debate crescente sobre o quanto os computadores estão próximos de possuir inteligência semelhante à humana.

O presidente-executivo da OpenAI, Sam Altman, minimizou o site como uma provável moda passageira, mas disse que sua tecnologia oferece um vislumbre do futuro.

No mês passado, a OpenAI contratou Peter Steinberger, criador do OpenClaw, um bot de código aberto anteriormente conhecido como Clawdbot ou Moltbot, que está apoiando o projeto de código aberto.

Mike Krieger, diretor de produtos da Anthropic, disse que a maioria das pessoas ainda não está pronta para dar à IA total autonomia sobre seus computadores.

Schlicht defendeu a programação do Moltbook, que ele afirma que foi criada com ajuda de IA, afirmando que "não escreveu uma única linha de código" para o site.

Schlicht criou o Moltbook usando principalmente seu próprio assistente pessoal de IA, Clawd Clawderberg.

A ascensão do Moltbook também trouxe riscos. A empresa de segurança eletrônica Wiz disse que a abordagem deixou uma grande falha que expôs mensagens privadas, mais de 6.000 endereços de email e mais de um milhão de credenciais.

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Com pressão das chinesas, Renault planeja metade das vendas em carros elétricos ou híbridos até 2030

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 16:50

Carros Com pressão das chinesas, Renault planeja metade das vendas em carros elétricos ou híbridos até 2030 Plano faz parte de um projeto maior, que não abandona veículos a combustão e quer 1 milhão de carros vendidos fora da Europa até o final desta década. Por Reuters

A Renault pretende que metade das vendas de seus carros ocorra fora da Europa até 2030, além de ampliar a presença de modelos eletrificados em seu portfólio.

A estratégia, apresentada nesta terça-feira (10), recebeu o nome de futuREady. O plano prevê a venda de 2 milhões de veículos até o fim da década, com metade desse volume destinada a mercados fora da Europa.

O grupo enfrenta uma concorrência cada vez mais intensa de fabricantes chinesas conhecidas por preços mais baixos, como BYD e o grupo Chery, além de rivais tradicionais, como a Stellantis, que controla marcas como Fiat e Jeep.

No Brasil, a marca francesa perdeu quase metade da participação de mercado registrada antes da pandemia. Em 2019, representava 9% dos emplacamentos de veículos zero quilômetro; hoje, esse índice é de 5,1%, o que corresponde a uma queda de 43% no período.

De acordo com a nova estratégia, a Renault planeja lançar 36 modelos nos próximos cinco anos. Desse total, 14 serão voltados a mercados fora da Europa — número bem superior aos oito lançamentos feitos no período anterior.

A Renault pretende que metade das vendas de seus carros ocorra fora da Europa até 2030, além de ampliar a presença de modelos eletrificados em seu portfólio.

A estratégia, apresentada nesta terça-feira (10), recebeu o nome de futuREady. O plano prevê a venda de 2 milhões de veículos até o fim da década, com metade desse volume destinada a mercados fora da Europa.

"A Renault pretende que 100% de suas vendas na Europa sejam de veículos eletrificados e que 50% das vendas fora da Europa também sejam eletrificadas, ao mesmo tempo em que busca entregar uma rentabilidade forte e sustentável", revelou Fabrice Cambolive, diretor executivo da Renault;

O grupo enfrenta uma concorrência cada vez mais intensa de fabricantes chinesas conhecidas por preços mais baixos, como BYD e o grupo Chery, além de rivais tradicionais, como a Stellantis, que controla marcas como Fiat e Jeep.

No Brasil, a marca francesa perdeu quase metade da participação de mercado registrada antes da pandemia. Em 2019, representava 9% dos emplacamentos de veículos zero quilômetro; hoje, esse índice é de 5,1%, o que corresponde a uma queda de 43% no período.

No Brasil, a eletrificação da linha da marca começou. O Renault Koleos é o primeiro modelo híbrido da fabricante, com 245 cavalos de potência, e foi lançado com o objetivo de enfrentar o avanço de marcas chinesas como BYD e GWM.

De acordo com a nova estratégia, a Renault planeja lançar 36 modelos nos próximos cinco anos. Desse total, 14 serão voltados a mercados fora da Europa — número bem superior aos oito lançamentos feitos no período anterior.

Quatro desses modelos serão destinados ao mercado indiano, segundo Fabrice Cambolive. A produção do SUV compacto Bridger deve começar no próximo ano, com lançamento previsto em outros países logo na sequência.

A retomada do foco internacional indica uma nova prioridade para as vendas fora da Europa. Isso ocorre após a saída da empresa de diversos mercados durante a gestão do ex-presidente-executivo Luca de Meo, em meio a uma tentativa de conter prejuízos significativos dentro de uma estratégia conhecida como “Renaulution”.

"Com a Renaulution, provamos que podemos vencer, agora precisamos provar que podemos durar", disse o presidente-executivo François Provost, que substituiu de Meo no ano passado, aos analistas em uma apresentação no centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa nos arredores de Paris.

Embora a Renault esteja hoje em uma situação mais favorável, a concorrência ficou mais intensa. Além disso, a redução dos incentivos aos veículos elétricos nos Estados Unidos, durante o governo Donald Trump, levou alguns concorrentes a registrar grandes perdas financeiras e a mudar seus planos de forma repentina.

Para Michael Foundoukidis, analista da Oddo BHF, a estratégia de priorizar modelos mais rentáveis e expandir a atuação internacional oferece um caminho mais claro para preservar a lucratividade. Ainda assim, ele ressalta que o sucesso depende da capacidade da empresa de colocar o plano em prática.

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X Money: Elon Musk diz que lançará sistema de pagamentos do X em abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 15:51

Tecnologia X Money: Elon Musk diz que lançará sistema de pagamentos do X em abril Anúncio faz parte do plano do bilionário de transformar a rede social X em um 'aplicativo completo'. Por Reuters

O bilionário Elon Musk anunciou nesta terça-feira (10) que lançará em abril o X Money, um sistema de pagamento digital do X.

O anúncio faz parte do plano de Musk de transformar o X em um "aplicativo completo", e não apenas uma rede social.

A rede social de Musk fez uma parceria com a Visa no ano passado para oferecer serviços de pagamento direto aos clientes do aplicativo de mídia social.

Musk comprou o Twitter em 2022 por US$ 44 bilhões (R$ 227 bilhões, na cotação atual) e passou a chamar a plataforma de X.

Desde a aquisição, o bilionário divulgou o plano de expandir a área de atuação da empresa, com o objetivo de oferecer streaming, mensagens, imagens, vídeos e pagamentos, por exemplo.

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Qual é o tamanho do patrimônio de Donald Trump, segundo a Forbes

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/03/2026 15:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,151-0,27%Dólar TurismoR$ 5,350-1,15%Euro ComercialR$ 5,991-0,1%Euro TurismoR$ 6,239-0,74%B3Ibovespa184.299 pts1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,151-0,27%Dólar TurismoR$ 5,350-1,15%Euro ComercialR$ 5,991-0,1%Euro TurismoR$ 6,239-0,74%B3Ibovespa184.299 pts1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,151-0,27%Dólar TurismoR$ 5,350-1,15%Euro ComercialR$ 5,991-0,1%Euro TurismoR$ 6,239-0,74%B3Ibovespa184.299 pts1,87%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em evento em Mar-a-Lago, em 16 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

O patrimônio de Donald Trump cresceu US$ 1,4 bilhão no último ano. Segundo a lista de bilionários da Forbes, ele agora tem US$ 6,5 bilhões.

Trump também subiu no ranking mundial: passou da 700ª para a 645ª posição entre os 3.428 nomes citados. A maior parte do avanço veio de negócios ligados a moedas digitais.

Trump e seus parceiros venderam 49% da World Liberty Financial à Aryam Investments, empresa apoiada por Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, consultor de segurança nacional e membro da família real dos Emirados Árabes Unidos. A operação rendeu US$ 200 milhões.

Trump surpreendeu ao se tornar um dos grandes apoiadores do Bitcoin em seu segundo mandato — Foto: Ian Maule/AFP/Getty Images via DW

No ano passado, a World Liberty Financial também vendeu ativos digitais e registrou receita de US$ 550 milhões. A participação de 38% que Trump mantém na empresa é avaliada em cerca de US$ 240 milhões.

Trump também mantém reservas de moedas digitais, tanto da World Liberty Financial quanto de sua própria moeda virtual, a $Trump. Segundo a Forbes, esses ativos somam US$ 570 milhões.

O presidente também obteve uma decisão favorável na Justiça. Após analisar um recurso, o tribunal o desobrigou de pagar uma multa de US$ 517 milhões. O caso de fraude foi julgado em Nova York, e a procuradora-geral Letitia James deve recorrer. Por enquanto, esse risco sobre o patrimônio dele está suspenso.

Os dois mandatos de Trump também aumentaram o valor de seus imóveis. O resort Mar-a-Lago, em Palm Beach, triplicou de preço desde 2018 e hoje é avaliado em US$ 560 milhões, segundo a Forbes.

Além disso, seus 10 campos de golfe tiveram alta de receita e valorização. Atualmente, o conjunto é estimado em US$ 550 milhões, acima dos US$ 340 milhões registrados no ano anterior.

Apesar do crescimento do patrimônio, alguns fatores limitaram ganhos mais expressivos. A recente queda no mercado de moedas digitais reduziu em 64% o valor dos 15 milhões de ativos emitidos pela World Liberty Financial.

A participação de Trump na Trump Media and Technology Group (TMTG) também perdeu valor. O preço de mercado de sua fatia caiu de US$ 2,6 bilhões para US$ 1,2 bilhão. A desvalorização das ações está relacionada ao momento negativo do setor de moedas digitais.

Nem o anúncio da fusão de US$ 6 bilhões entre a TMTG e a TAE, empresa da Califórnia que planeja lançar a primeira usina de energia por fusão nuclear dos EUA até 2031, foi suficiente para animar os investidores.

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Senacon pede ao Cade investigação sobre aumento dos combustíveis, mesmo sem reajuste da Petrobras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 14:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,42%Dólar TurismoR$ 5,347-1,21%Euro ComercialR$ 5,993-0,07%Euro TurismoR$ 6,242-0,69%B3Ibovespa184.165 pts1,8%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,42%Dólar TurismoR$ 5,347-1,21%Euro ComercialR$ 5,993-0,07%Euro TurismoR$ 6,242-0,69%B3Ibovespa184.165 pts1,8%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,42%Dólar TurismoR$ 5,347-1,21%Euro ComercialR$ 5,993-0,07%Euro TurismoR$ 6,242-0,69%B3Ibovespa184.165 pts1,8%Oferecido por

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou nesta terça-feira (10) ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a abertura de investigação sobre aumentos recentes nos preços de combustíveis no país, mesmo sem que a Petrobras, principal fornecedora nacional, tenha reajustado os valores em suas refinarias.

Nos últimos dias, sindicatos do setor reportaram aumentos ou projeções de alta para gasolina e diesel em várias regiões do país, atribuídos à elevação do preço internacional do petróleo após guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

Entre os relatos, destacam-se aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina.

Representantes de entidades como Sindicombustíveis-DF, Sulpetro (RS), Sindicombustíveis Bahia, Sindipostos-RN e Minaspetro (MG) informaram que os repasses às revendas já estão acontecendo ou devem ocorrer em breve. Entre os valores citados estão aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina em alguns estados.

Em Brasília, o presidente do Sindicombustíveis-DF disse ao Correio Braziliense que a defasagem entre os preços da Petrobras e os valores internacionais já chega a R$ 1,60 no diesel e R$ 0,70 na gasolina, o que, segundo ele, indicaria espaço para reajustes adicionais caso a estatal opte por corrigir seus preços.

No Rio Grande do Sul, o Sulpetro relatou aumentos de até R$ 0,62 no diesel e R$ 0,30 na gasolina, enquanto na Bahia os reajustes reportados chegam a 17,9% no diesel e 11,8% na gasolina, de acordo com dados da refinaria de Mataripe (Acelen).

No Rio Grande do Norte, a gasolina passou de R$ 2,59 para R$ 2,89 por litro, e o diesel S500 de R$ 3,32 para R$ 4,07. Em Minas Gerais, o Minaspetro classificou a situação como “grave” e alertou para estoques baixos em alguns postos.

A Senacon pediu ao Cade a análise da situação para avaliar se há indícios de prática que possa configurar infração à ordem econômica, considerando o aumento dos combustíveis mesmo sem alterações na política de preços da Petrobras. O conselho ainda não se pronunciou sobre a instauração do processo.

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Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para salvar o BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 14:44

Distrito Federal Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para salvar o BRB Autorização saiu em edição extra do Diário Oficial do DF nesta terça-feira (10). Confira a lista de imóveis. Por Mateus Rodrigues, Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta terça-feira (10), a lei que autoriza o uso dos nove imóveis públicos para salvar o BRB.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF no último dia 3. Os imóveis servirão para lastrear uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro.

Desde que o escândalo do Banco Master foi revelado pela operação Compliance Zero, no fim do ano passado, o futuro do Banco de Brasília (BRB) se tornou "obscuro".

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta terça-feira (10), a lei que autoriza o uso dos nove imóveis públicos para salvar o BRB. A autorização saiu em edição extra do Diário Oficial do DF.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF com 14 votos a favor e 10 contra, nos dois turnos, no último dia 3. Os imóveis servirão para lastrear uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro (veja lista abaixo).

Desde que o escândalo do Banco Master foi revelado pela operação Compliance Zero, no fim do ano passado, o futuro do Banco de Brasília (BRB) se tornou incerto.

Isso, porque o BRB e o governo do Distrito Federal – seu acionista controlador – passaram 2024 e 2025 tentando comprar a maior parte do Banco Master. O banco distrital injetou R$ 16,7 bilhões no Master – e agora, sabe-se que pelo menos R$ 12,2 bilhões desse aporte estão sob suspeita de irregularidades.O Banco Central barrou a compra do Master pelo BRB e, dias depois, definiu a liquidação extrajudicial do Master. Com isso, os ativos que seriam transferidos ao patrimônio do BRB ficaram "congelados" nas mãos do liquidante.

As transações fragilizaram o patrimônio do BRB e deixaram o banco sob risco de descumprir as regras prudenciais do sistema bancário – as normas que exigem uma solidez mínima de cada banco para evitar dano aos correntistas e investidores.

Desde então, o BRB e o governo do DF vêm atuando em múltiplas frentes para tentar recompor o caixa do banco, seja recuperando o dinheiro investido no Master ou encontrando novos aportes.

A Câmara do DF aprovou o projeto de lei que repassa nove imóveis públicos da capital federal ao patrimônio do Banco de Brasília (BRB). Entenda a cronologia:

➡️O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, se reuniu com os deputados na segunda (2) para explicar a situação patrimonial do banco.

➡️Na terça (3), os deputados se reuniram a portas fechadas para debater o tema e decidir se levava o projeto à votação em plenário.

➡️ No mesmo dia, os parlamentares aprovaram o projeto por 14 votos a favor e 10 contra nos dois turnos. Agora, o texto vai à sanção do governador Ibaneis Rocha (MDB).

A proposta sancionada nesta terça-feira (10) cria um "menu" para permitir ao GDF aportar dinheiro ou bens no BRB. As opções podem ser usadas em conjunto ou separadamente.

O governo poderá colocar dinheiro diretamente no capital social do banco, integralizar capital com bens móveis ou imóveis e fazer aportes patrimoniais de outras formas previstas em lei.A lei também autoriza a venda de bens públicos para levantar recursos. Esses bens podem ser do próprio GDF, inclusive os da Terracap, da Novacap, da CEB ou da Caesb. O dinheiro obtido poderá ser destinado ao reforço patrimonial do BRB.Além disso, o GDF poderá contratar operações de crédito, inclusive com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou outras instituições financeiras.O limite máximo de empréstimos será de R$ 6,6 bilhões. Essa trava foi adicionada após reunião com os deputados distritais no último dia 2.

transferência de imóveis ao BRBaumentar o capital do bancoconstituição de garantiascessão de direitosalienação (venda) direta ou via licitaçãopermutaquitar uma dívidaestruturação por meio de veículos societários oufundos de investimento.

Também prevê a criação de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), medida defendida pelo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, securitização e operações estruturadas.

O que determinava que o Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev-DF) deveria receber ao menos 20% do valor dos bens do DF usados nas operaçõesO que definia que o BRB deveria publicar um relatório trimestral no Diário Oficial do DF com a identificação dos imóveis, o valor da venda, a identificação de quem comprou e o demonstrativo de aplicação dos recursosO que determinava a realização de um plano com a estimativa de retorno financeiro ao DF, prazo máximo para recomposição dos valores, mecanismos de compensação, metas de desempenho econômico do BRB e demonstração do benefício para a sociedade.

SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb): R$ 632 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote G: R$ 632 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote I: R$ 364 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote H: R$ 361 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB: R$ 547 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap: R$ 1,02 bilhão;Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década: R$ 491 milhões;"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – parte da Serrinha do Paranoá, trecho verde que abriga centenas de nascentes: R$ 2,2 bilhões;Setor de Áreas Isoladas Norte SAIN (antigo lote da PM): R$ 239 milhões.

usar dinheiro e imóveis para ajudar o BRBvender terrenos públicospegar empréstimos de até R$ 6,6 bilhõescriar fundos imobiliáriosfazer ajustes no orçamento para que tudo isso funcione

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