RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump diz que petroleiras ‘devem’ usar estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 15:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,13%Dólar TurismoR$ 5,3590,05%Euro ComercialR$ 5,974-0,25%Euro TurismoR$ 6,2380,08%B3Ibovespa183.051 pts-0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,13%Dólar TurismoR$ 5,3590,05%Euro ComercialR$ 5,974-0,25%Euro TurismoR$ 6,2380,08%B3Ibovespa183.051 pts-0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,13%Dólar TurismoR$ 5,3590,05%Euro ComercialR$ 5,974-0,25%Euro TurismoR$ 6,2380,08%B3Ibovespa183.051 pts-0,22%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (11) que empresas de petróleo devem continuar utilizando o estreito de Ormuz.

Nesta terça (10), a inteligência dos EUA identificou sinais de que o Irã planeja instalar minas navais no estreito, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo.

A presença de minas no Estreito de Ormuz colocaria em risco qualquer navio que tentasse atravessar a região. O Irã afirma que a rota está fechada desde a semana passada.

Após a publicação das reportagens Trump exigiu que o Irã desistisse de instalar minas na região ou removesse qualquer explosivo que tenha sido colocado na rota marítima.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afrmou nesta quarta-feira (11) que empresas de petróleo devem continuar utilizando o estreito de Ormuz. Quando questionado por repórteres se as companhias devem circular pela região, trump respondeu: "Acho que deveriam".

Nesta terça (10), a inteligência dos EUA identificou sinais de que o Irã planeja instalar minas navais no estreito, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo. A informação foi publicada pela CBS News com base em relatos de autoridades americanas.

Segundo a emissora, o Irã estaria usando embarcações pequenas para posicionar minas navais na rota marítima. A estimativa é que o governo iraniano tenha um estoque de até 6 mil unidades. Já a CNN Internacional informou que a instalação das minas já teria começado.

🔎 Minas navais são explosivos colocados no mar que detonam quando entram em contato com navios. São usadas para bloquear ou dificultar a passagem de embarcações por uma rota marítima.

A presença de minas no Estreito de Ormuz colocaria em risco qualquer navio que tentasse atravessar a região. O Irã afirma que a rota está fechada desde a semana passada. A área é estratégica e fica entre o território iraniano e a Península Arábica.

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Após a publicação das reportagens Trump exigiu que o Irã desistisse de instalar minas na região ou removesse qualquer explosivo que tenha sido colocado na rota marítima.

“Se, por qualquer motivo, minas foram colocadas e não forem removidas imediatamente, as consequências militares para o Irã serão de uma magnitude sem precedentes”, afirmou.

Trump disse ainda que os Estados Unidos monitoram a região e vão destruir qualquer embarcação usada para minar o Estreito de Ormuz.

Na sequência, o presidente fez uma nova publicação afirmando que os Estados Unidos destruíram 10 barcos usados para lançar minas. Segundo ele, as embarcações estavam inativas.

Na segunda-feira (9), Trump já havia ameaçado o Irã com ataques “vinte vezes mais fortes” caso o país tentasse bloquear o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Em entrevista, o presidente disse que avaliava assumir o controle da região.

“Se fizerem qualquer coisa errada, será o fim do Irã e vocês nunca mais ouvirão esse nome novamente”, afirmou.

As ameaças ocorrem em meio à pressão do mercado e à alta do barril de petróleo, que se aproximou de US$ 120 na segunda-feira. Os preços podem impactar diretamente a economia americana e influenciar as eleições de novembro nos EUA.

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Foto mostra uma lancha da Guarda Revolucionária do Irã movendo-se em torno do petroleiro Stena Impero, que foi apreendido no Estreito de Ormuz — Foto: Agência de Notícias Morteza Akhoondi/Tasnim via AP

Localizada entre Omã e o Irã, a passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para navios que saem da região produtora rumo à Ásia, à Europa e às Américas.

A história do Estreito de Ormuz é marcada por sua importância como corredor comercial e, mais recentemente, como ponto estratégico para a energia mundial.

Desde a Antiguidade, a passagem conectava a Pérsia, a Mesopotâmia e a Índia ao Oceano Índico. Nos séculos XVI e XVII, potências europeias disputaram o controle da região para proteger suas rotas marítimas.

No século XX, a descoberta de grandes reservas de petróleo no Golfo Pérsico ampliou a relevância do estreito. Após a Segunda Guerra Mundial, ele se consolidou como via essencial para o transporte de petróleo do Oriente Médio para outros continentes.

Durante a guerra entre Irã e Iraque (1980-1988), navios petroleiros foram atacados, e os EUA passaram a escoltar embarcações na região.

Desde então, o estreito é um dos principais focos de tensão geopolítica. O Irã já ameaçou fechá-lo em resposta a sanções e conflitos com os EUA e Israel, embora nunca tenha interrompido a navegação por longos períodos.

Atualmente, uma fatia expressiva do petróleo consumido no mundo passa por Ormuz, além de grande parte do gás exportado pelo Catar, o que faz com que qualquer conflito na região impacte os preços da energia e os mercados globais.

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Banco Central anuncia liquidação da fintech Dank Sociedade de Crédito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 13:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3740,33%Euro ComercialR$ 5,970-0,34%Euro TurismoR$ 6,232-0,01%B3Ibovespa183.266 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3740,33%Euro ComercialR$ 5,970-0,34%Euro TurismoR$ 6,232-0,01%B3Ibovespa183.266 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3740,33%Euro ComercialR$ 5,970-0,34%Euro TurismoR$ 6,232-0,01%B3Ibovespa183.266 pts-0,1%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, determinou nesta quarta-feira (11) a liquidação extrajudicial da fintech Dank Sociedade de Crédito Direto por conta "grave comprometimento da situação econômico-financeira e as graves violações às normas legais".

Com isso, foi interrompido o funcionamento da instituição e houve sua retirada do sistema financeiro. Essa solução é adotada quando ocorrer situação de insolvência irrecuperável ou quando forem cometidas graves infrações às normas que regulam sua atividade, entre outros.

🔎 As "fintechs", que reúnem milhões de clientes, são empresas que oferecem produtos financeiros inovadores, como novos meios de pagamento e cartões de crédito.

No modelo conhecido como SCD, utilizado pela Dank, era a autorizada a concessão de operações de crédito, por meio de plataforma eletrônica, com recursos próprios. Esse tipo de instituição não pode fazer captação de recursos do público.

As SCDs também podem prestar os serviços de análise de crédito para terceiros; cobrança de crédito de terceiros; distribuição de seguro relacionado com as operações por ela concedidas por meio de plataforma eletrônica e emissão de moeda eletrônica.

Com sede em Jaraguá do Sul (SC), a Dank Sociedade de Crédito Direto, que havia recebido autorização de funcionamento em 2022, possuía um passivo (dívidas e obrigações) de R$ 43,8 milhões em setembro do ano passado (último dado disponível), e um patrimônio líquido de R$ 975 mil.

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Irã diz ao mundo para se preparar para petróleo a US$ 200 o barril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,15%Dólar TurismoR$ 5,3680,22%Euro ComercialR$ 5,959-0,52%Euro TurismoR$ 6,231-0,04%B3Ibovespa184.136 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,15%Dólar TurismoR$ 5,3680,22%Euro ComercialR$ 5,959-0,52%Euro TurismoR$ 6,231-0,04%B3Ibovespa184.136 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,15%Dólar TurismoR$ 5,3680,22%Euro ComercialR$ 5,959-0,52%Euro TurismoR$ 6,231-0,04%B3Ibovespa184.136 pts0,38%Oferecido por

O comando militar do Irã afirmou nesta quarta-feira, após o ataque a mais três navios mercantes no Golfo Pérsico, que o mundo deve se preparar para o petróleo atingir US$ 200 por barril.

O Irã lançou ataques contra Israel e outros alvos no Oriente Médio nesta quarta-feira, mostrando que ainda consegue reagir e afetar o fornecimento de energia, apesar do que o Pentágono classificou como os bombardeios mais intensos já realizados pelos EUA e por Israel até agora.

Os preços do petróleo, que haviam disparado no início da semana, recuaram, e os mercados de ações se recuperaram. Por enquanto, investidores apostam que o presidente dos EUA, Donald Trump, encontrará uma forma rápida de encerrar a guerra iniciada ao lado de Israel há quase duas semanas.

No entanto, até agora não houve trégua em terra nem sinais de que os navios possam voltar a navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Trata-se da pior interrupção no fornecimento de energia desde as crises do petróleo da década de 1970.

Após escritórios de um banco em Teerã serem atingidos durante a noite, Zolfaqari afirmou que o Irã responderá com ataques a bancos que mantenham negócios com os Estados Unidos ou Israel. Ele também recomendou que pessoas em todo o Oriente Médio se afastem dessas instituições.

O comando militar do Irã afirmou nesta quarta-feira (11), após o ataque a mais três navios mercantes no Golfo Pérsico, que o mundo deve se preparar para o petróleo atingir US$ 200 por barril.

O Irã lançou ataques contra Israel e outros alvos no Oriente Médio nesta quarta-feira, mostrando que ainda consegue reagir e afetar o fornecimento de energia, apesar do que o Pentágono classificou como os bombardeios mais intensos já realizados pelos EUA e por Israel até agora.

Os preços do petróleo, que haviam disparado no início da semana, recuaram, e os mercados de ações se recuperaram. Por enquanto, investidores apostam que o presidente dos EUA, Donald Trump, encontrará uma forma rápida de encerrar a guerra iniciada ao lado de Israel há quase duas semanas.

No entanto, até agora não houve trégua em terra nem sinais de que os navios possam voltar a navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Trata-se da pior interrupção no fornecimento de energia desde as crises do petróleo da década de 1970.

"Preparem-se para o petróleo chegar a US$ 200 por barril, porque o preço depende da segurança regional que vocês desestabilizaram", disse Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do comando militar do Irã, em declaração dirigida aos Estados Unidos.

Após escritórios de um banco em Teerã serem atingidos durante a noite, Zolfaqari afirmou que o Irã responderá com ataques a bancos que mantenham negócios com os Estados Unidos ou Israel. Ele também recomendou que pessoas em todo o Oriente Médio se afastem dessas instituições.

Uma autoridade israelense de alto escalão disse à Reuters que os líderes do país já admitem, em privado, que o governo iraniano pode sobreviver à guerra. Outras duas autoridades afirmaram que não há sinais de que Washington esteja perto de encerrar a ofensiva.

Irã diz ao mundo para se preparar para petróleo a US$ 200 o barril — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Em mais uma demonstração pública de desafio, grandes multidões foram às ruas nesta quarta-feira para os funerais de comandantes mortos em ataques aéreos. As pessoas carregavam caixões, bandeiras e retratos do líder supremo morto, aiatolá Ali Khamenei, e de seu filho e sucessor, Mojtaba.

Uma autoridade iraniana disse à Reuters que Mojtaba Khamenei sofreu ferimentos leves no início da guerra, quando ataques aéreos mataram seu pai, sua mãe, sua esposa e um filho. Desde então, ele não apareceu em público nem divulgou mensagens.

Os militares iranianos informaram na terça-feira que lançaram mísseis contra uma base dos EUA no norte do Iraque, contra o quartel-general naval norte-americano no Bahrein e contra alvos no centro de Israel.

Explosões foram ouvidas no Bahrein, e em Dubai quatro pessoas ficaram feridas após a queda de dois drones perto do aeroporto.

O Departamento de Aviação Civil do Bahrein informou que várias aeronaves da Gulf Air sem passageiros e alguns aviões de carga foram deslocados para outros aeroportos para "garantir a continuidade e a eficiência das operações aéreas" durante a crise.

Em Teerã, moradores relataram estar se acostumando aos ataques aéreos noturnos, que levaram centenas de milhares de pessoas a deixar a cidade e cobriram a capital com fumaça escura provocada por incêndios ligados ao petróleo.

"Houve bombardeios ontem à noite, mas não fiquei tão assustado como antes. A vida continua", disse Farshid, de 52 anos, à Reuters por telefone.

Mais três navios mercantes foram atingidos no Golfo Pérsico por projéteis ainda não identificados, segundo agências que monitoram a segurança marítima. Com isso, sobe para 14 o número de embarcações atingidas desde o início da guerra.

A tripulação foi retirada de um cargueiro de bandeira tailandesa após uma explosão provocar incêndio a bordo. Um navio de contêineres de bandeira japonesa e outro cargueiro registrado nas Ilhas Marshall também sofreram danos.

Os preços do petróleo, que chegaram perto de US$ 120 por barril na segunda-feira, recuaram para cerca de US$ 90. O movimento indica que investidores ainda apostam que Trump conseguirá interromper a guerra e reabrir o estreito em breve.

Autoridades dos Estados Unidos e de Israel afirmam que o objetivo é reduzir a capacidade do Irã de atuar além de suas fronteiras e destruir seu programa nuclear. Ao mesmo tempo, também incentivaram a população iraniana a derrubar o governo clerical.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira que a operação "continuará sem limite de tempo, pelo tempo que for necessário, até atingirmos todos os objetivos e vencermos a campanha".

Quanto mais a guerra durar, maior tende a ser o impacto sobre a economia global. Se o conflito terminar com a permanência do governo clerical no poder, Teerã deverá declarar vitória.

Mais de 1.300 civis iranianos morreram desde o início dos ataques aéreos dos EUA e de Israel, em 28 de fevereiro, segundo o embaixador do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani. Também há registros de mortes em ataques israelenses no Líbano.

Os ataques iranianos contra Israel mataram pelo menos 11 pessoas, e dois soldados israelenses morreram no Líbano. Washington afirma que sete militares norte-americanos morreram e cerca de 140 ficaram feridos.

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Mercedes apresenta a VLE: minivan elétrica com cabine de jato e tela de 31 polegadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3690,23%Euro ComercialR$ 5,958-0,53%Euro TurismoR$ 6,205-0,44%B3Ibovespa184.309 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3690,23%Euro ComercialR$ 5,958-0,53%Euro TurismoR$ 6,205-0,44%B3Ibovespa184.309 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3690,23%Euro ComercialR$ 5,958-0,53%Euro TurismoR$ 6,205-0,44%B3Ibovespa184.309 pts0,47%Oferecido por

Mercedes-Benz VLE tem portas deslizantes com acionamento elétrico — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

A combinação de luxo e conforto sempre marcou os sedãs da Mercedes-Benz. Com o tempo, os utilitários esportivos da marca também passaram a oferecer essa experiência e, agora, ela chega às minivans. A Mercedes do Brasil monitora o mercado nacional e avalia o melhor momento de lançamento para os clientes no país.

A VLE tem uma cabine que remete a jatos particulares, com bancos e acabamento que lembram o helicóptero Airbus ACH145, cuja cabine também é produzida pela Mercedes-Benz. O g1 apresentou todos os detalhes desse modelo avaliado em R$ 77 milhões.

Descrita pela marca como uma “grand limousine” em formato de minivan, a VLE combina o conforto de um sedã com a praticidade de uma van e inaugura uma nova geração de veículos da empresa nesse segmento.

A experiência começa com as portas deslizantes automáticas, que dispensam contato com a maçaneta. Pelo teto panorâmico, os passageiros podem apreciar o céu, e em dias de sol forte, a persiana elétrica garante conforto.

A minivan oferece a opção de bancos “Grand Comfort”, com ajustes elétricos, almofada extra, carregamento sem fio para celular, função de massagem e apoio para as pernas.

Esses recursos podem ser controlados pelos botões nas portas, pela tela multimídia ou pelo aplicativo da Mercedes-Benz. As versões com bancos maiores acomodam sete pessoas, enquanto as configurações com fileiras triplas convencionais elevam a capacidade para oito ocupantes.

Para entretenimento, a VLE conta com uma tela retrátil de 31,3 polegadas instalada no teto, com resolução 8K e possibilidade de dividir a imagem em dois conteúdos simultâneos. É possível assistir filmes, jogar, usar aplicativos ou participar de videoconferências graças à câmera de 8 megapixels integrada.

Para quem não quer usar fones de ouvido, o sistema de som conta com 22 alto-falantes e tecnologia Dolby Atmos, a mesma usada em salas de cinema. O sistema multimídia, agora na quarta geração do MBUX, inclui assistentes de voz como ChatGPT e Google Gemini, prometendo interação natural e intuitiva.

O motorista também dispõe de luxo e tecnologia, com três telas distribuídas pelo painel: um cluster de 10,25 polegadas, uma tela central de 14 polegadas e outra de 14 polegadas para o passageiro, que pode acessar streaming, jogos e aplicativos — recurso semelhante ao do Renault Koleos, que chegará ao país em breve, embora no Brasil vídeos não possam ser exibidos com o veículo em movimento.

Além disso, a VLE traz um head-up display de 23,1 polegadas, além de controle adaptativo de velocidade, assistentes de permanência e troca de faixa, alerta de colisão com frenagem automática, 10 câmeras externas, cinco radares, 12 sensores ultrassônicos e 11 airbags, reforçando o foco em segurança.

Bancos do Mercedes-Benz VLE lembram os assentos de aviões particulares — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Na motorização, a VLE 400 4Matic é a versão mais potente, com mais de 300 kW (407 cv) e aceleração de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos. A arquitetura elétrica de 800 volts e a nova geração de baterias aumentam o desempenho e a eficiência, segundo a Mercedes. Ainda de acordo com a marca, em carregadores rápidos é possível recuperar até 355 km de autonomia em apenas 15 minutos.

Ainda sem dados oficiais, a Mercedes estima mais de 700 km de alcance na versão VLE300, a opção menos potente. Ambas utilizam baterias de íon-lítio de 115 kWh. A suspensão pneumática contribui para o conforto e a estabilidade, permitindo ajustar a altura do veículo em até 40 milímetros. As rodas traseiras esterçam até 7 graus, facilitando manobras em espaços reduzidos.

Mercedes-Benz VLE será fabricada na Espanha e lançada em 2026 — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Prevista para ser lançada na Europa em 2026, a VLE utiliza uma nova arquitetura modular de vans da Mercedes, permitindo uma diferenciação mais clara entre modelos premium para passageiros e veículos comerciais. Essa plataforma também servirá de base para a VLS, uma minivan ainda mais luxuosa.

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Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 11:58

Trabalho e Carreira Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance Em entrevista ao Conexão GloboNews, Paulo Skaf afirmou que é preciso considerar as diferenças entre os setores, comparar a medida com outros países e avaliar os possíveis impactos na economia e no mercado de trabalho. Por Redação g1 — São Paulo

Um estudo divulgado nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para possíveis efeitos negativos da proposta de redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.

Em entrevista ao Conexão GloboNews, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), repercutiu o levantamento e destacou alguns pontos negativos da mudança em discussão no Congresso — que pode reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6×1.

“Quando se trata da escala, as realidades variam muito de setor para setor. Em geral, ela está diretamente ligada à natureza das funções. A realidade da saúde é diferente da do transporte, da indústria e do comércio. Há segmentos que necessitam do modelo 6×1 e nos quais esse formato de trabalho se encaixa”, afirma.

Outro ponto citado pelo presidente da Fiesp é a necessidade de analisar os impactos na economia, no desemprego e na informalidade no mercado de trabalho. Skaf também defende a livre negociação entre trabalhadores e empregadores e afirma que “é um erro a interferência governamental em algo que poderá atrapalhar os setores e trabalhador”.

Para o presidente, o foco deveria ser na população que atuar em reduzir informalidade – que atualmente passa dos está em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais – e não mexer em algo que está dando certo.

Skaf também comparou a situação com a de países vizinhos, como o Chile, onde houve aumento do desemprego e da informalidade. “Quando a natureza de um segmento exige uma escala de trabalho, mas são impostas regras sem dar liberdade para as partes negociarem, isso acaba levando à informalidade. As atividades continuam acontecendo, mas de forma ilegal”, afirmou.

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Ações da Raízen caíram 70% em 1 ano; empresa pede recuperação extrajudicial para renegociar R$ 65 bilhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 11/03/2026 11:58

Economia Negócios Ações da Raízen caíram 70% em 1 ano; empresa pede recuperação extrajudicial para renegociar R$ 65 bilhões Após anos de expansão financiada por dívidas, a Raízen enfrenta forte deterioração financeira. Nesta quarta-feira (11), suas ações preferenciais (PN) caíam 3,85%, cotadas a R$ 0,50. Por Janize Colaço, Micaela Santos, g1 — São Paulo

As ações da Raízen (RAIZ4) acumulam queda de 70,11% em 12 meses, em meio ao aumento da pressão financeira sobre a companhia.

Nesta quarta-feira (11), a empresa informou que protocolou um pedido de recuperação extrajudicial para reorganizar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas financeiras.

Após o anúncio, os papéis preferenciais (PN) da companhia abriram em queda nesta quarta: por volta das 10h25, RAIZ4 caía 3,85%, cotada a R$ 0,50.

A reestruturação da controlada pela Cosan ocorre após um período de pressão financeira, com aumento do endividamento e desafios operacionais.

Nos últimos anos, a companhia também ampliou investimentos em projetos de transição energética, alguns com retorno mais lento do que o esperado.

As ações da Raízen (RAIZ4) acumulam queda de 70,11% em 12 meses, em meio ao aumento da pressão financeira sobre a companhia. Nesta quarta-feira (11), a empresa informou que protocolou um pedido de recuperação extrajudicial para reorganizar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas financeiras.

Após o anúncio, os papéis preferenciais (PN) da companhia abriram em queda nesta quarta: por volta das 10h25, RAIZ4 caía 3,85%, cotada a R$ 0,50. Em 2026, a desvalorização já chega a 35,80%.

A reestruturação da controlada pela Cosan ocorre após um período de pressão financeira, com aumento do endividamento e desafios operacionais. Nos últimos anos, a companhia também ampliou investimentos em projetos de transição energética, alguns com retorno mais lento do que o esperado.

Recuperação extrajudicialExpansão e aposta em novos projetosDiversificação de negóciosPiora nos resultados da empresaTentativa de reorganizaçãoO que diz a empresa

A Raízen entrou com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas. O plano já conta com apoio de credores que representam mais de 47% desse valor, percentual suficiente para protocolar o pedido.

A medida busca reorganizar as finanças e ampliar prazos ou melhorar as condições de pagamento, sem afetar as operações da empresa. Segundo a companhia, clientes, fornecedores e parceiros continuarão sendo pagos normalmente.

Agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja homologado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.

O plano pode incluir aporte de recursos pelos acionistas, conversão de parte das dívidas em ações, alongamento de prazos de pagamento, mudanças na estrutura da companhia e venda de ativos.

A partir de 2016, a Raízen passou a ampliar investimentos em projetos de longo prazo, muitos deles financiados com dívida.

Um dos principais focos foi a expansão da produção de etanol de segunda geração (E2G), tecnologia que utiliza resíduos da cana, como bagaço e palha, para produzir biocombustível.

A aposta estava ligada à expectativa de crescimento da demanda por combustíveis com menor impacto ambiental, em meio ao avanço das discussões globais sobre transição energética.

Nesse período, a companhia também investiu em outras frentes de energia, como projetos de geração solar e produção de biogás.

Ao mesmo tempo, o setor passou a registrar o avanço do etanol de milho, que ganhou espaço com custos competitivos e uma estrutura de produção considerada mais simples.

A expansão internacional também ganhou força a partir de 2018, quando a empresa adquiriu ativos de refino e distribuição da Shell na Argentina e passou a atuar também no Paraguai.

Além da produção de energia e biocombustíveis, a Raízen também ampliou sua atuação na distribuição e comercialização de combustíveis.

A empresa fornece combustíveis para postos da rede Shell, aeroportos e clientes corporativos, como empresas de transporte, agronegócio, mineração e indústria.

A operação inclui 68 bases de abastecimento em aeroportos e mais de 70 terminais de distribuição espalhados pelo país.

A companhia também atua no abastecimento de companhias aéreas e da aviação executiva e oferece soluções para empresas, como sistemas de gestão e controle de abastecimento de frotas.

No varejo, administra as lojas de conveniência Shell Select e Shell Café instaladas em postos de combustíveis.

A empresa também investiu em iniciativas de digitalização e mobilidade, como o Shell Box, aplicativo que permite pagar o abastecimento pelo celular e participar de programas de fidelidade.

Movimentos na holding Cosan também influenciaram o cenário do grupo. Entre eles está um investimento bilionário em ações da mineradora Vale, que perdeu valor em meio às oscilações do mercado de commodities.

No ano fiscal de 2021/2022, a Raízen registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões. Na época, a dívida líquida era de R$ 13,8 bilhões — um nível considerado administrável em relação à capacidade da empresa de gerar caixa.

Até o terceiro trimestre do ano fiscal de 2025/2026, a empresa acumulou prejuízo de R$ 15,6 bilhões. Parte desse resultado foi influenciada por um ajuste contábil de R$ 11 bilhões.

Com isso, o peso das dívidas em relação à capacidade de geração de caixa da empresa aumentou de forma significativa.

Em teleconferência recente, executivos da empresa afirmaram que a estratégia atual envolve retomar o foco nas atividades consideradas centrais do negócio, como a produção de açúcar e etanol e a distribuição de combustíveis e lubrificantes.

Nos últimos anos, a companhia também iniciou a venda de alguns ativos e a saída de operações consideradas menos ligadas ao núcleo do negócio.

As tentativas de reforçar o capital da empresa, no entanto, enfrentaram divergências entre os sócios.

Com o aumento das pressões financeiras e a cobrança de credores, a empresa passou a buscar uma solução mais ampla para reorganizar sua estrutura de capital — processo que culminou no pedido de recuperação extrajudicial.

A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja homologado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.

A Raízen afirma que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia. Leia a nota na íntegra:

"A Raízen informa que protocolou nesta quarta-feira (11) pedido de homologação de um plano de recuperação extrajudicial, voltado à reorganização de parte de suas obrigações financeiras junto a credores da companhia.

A proposta foi estruturada em diálogo com esses credores e tem como objetivo estabelecer um ambiente jurídico adequado para a negociação e implementação de ajustes em determinadas obrigações financeiras, no âmbito da estratégia da companhia de otimização de sua estrutura de capital.

A empresa ressalta que o escopo da recuperação extrajudicial é estritamente financeiro e não envolve dívidas ou obrigações operacionais. Dessa forma, permanecem integralmente preservadas as relações da Raízen com clientes, fornecedores, revendedores e demais parceiros de negócios, que seguem regidas normalmente pelos respectivos contratos.

Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios.

O plano apresentado prevê prazo de até 90 dias para a obtenção das adesões necessárias à sua homologação, nos termos da legislação aplicável.

A Raízen manterá seus acionistas e o mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relacionados a este tema."

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Raízen e Grupo Pão de Açúcar pedem recuperação extrajudicial; entenda as diferenças entre os processos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 11:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1570,02%Dólar TurismoR$ 5,3730,32%Euro ComercialR$ 5,983-0,08%Euro TurismoR$ 6,226-0,11%B3Ibovespa184.904 pts0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,1570,02%Dólar TurismoR$ 5,3730,32%Euro ComercialR$ 5,983-0,08%Euro TurismoR$ 6,226-0,11%B3Ibovespa184.904 pts0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,1570,02%Dólar TurismoR$ 5,3730,32%Euro ComercialR$ 5,983-0,08%Euro TurismoR$ 6,226-0,11%B3Ibovespa184.904 pts0,79%Oferecido por

As duas empresas recorreram ao mecanismo com o objetivo de renegociar dívidas com credores, reestruturar passivos e reforçar o caixa.

Embora atuem em setores diferentes, os casos chamam atenção pelo porte das companhias e pelo volume de dívidas envolvido.

A recuperação extrajudicial é um mecanismo legal que permite à empresa em crise financeira renegociar uma parte específica de suas dívidas.

No intervalo de dois dias, duas grandes empresas brasileiras entraram com pedidos de recuperação extrajudicial: o Grupo Pão de Açúcar (GPA) e a Raízen, companhia líder na produção de açúcar e etanol no Brasil e fruto de uma parceria entre o grupo Cosan e a Shell.

As duas empresas recorreram ao mecanismo com o objetivo de renegociar dívidas com credores, reestruturar passivos e reforçar o caixa. Embora atuem em setores diferentes, os casos chamam atenção pelo porte das companhias e pelo volume de dívidas envolvido.

🔎 A recuperação extrajudicial é um acordo no qual a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com alguns credores, fora da Justiça. O objetivo é obter mais prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como o risco de falência.

A Raízen anunciou nesta quarta-feira (11) que entrou com pedido de recuperação extrajudicial na Comarca da Capital de São Paulo, em meio às negociações com credores para reestruturar suas dívidas e reforçar o caixa.

Segundo a empresa, o plano foi estruturado em acordo com seus principais credores quirografários – aqueles que têm valores a receber, mas não possuem garantias específicas, como imóveis ou outros bens dados como garantia da dívida.

O objetivo é criar um ambiente jurídico mais seguro para reorganizar as dívidas financeiras do grupo, que somam cerca de R$ 65,1 bilhões, além de valores devidos entre empresas da própria companhia.

De acordo com a Raízen, o plano já conta com a adesão de credores que representam mais de 47% das dívidas financeiras sem garantia, percentual suficiente para protocolar o pedido de recuperação extrajudicial.

A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para ampliar a adesão de credores ao plano e alcançar o percentual mínimo exigido para que a Justiça homologue a proposta. Com a homologação, o plano passa a valer para todos os titulares dos créditos incluídos na negociação.

Entre as medidas previstas estão injeção de recursos pelos acionistas, conversão de parte das dívidas em ações, alongamento de prazos de pagamento e eventual venda de ativos.

A companhia afirmou ainda que o processo tem escopo apenas financeiro e não inclui dívidas com clientes, fornecedores, revendedores ou outros parceiros comerciais, que continuarão sendo pagos normalmente.

A empresa de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis enfrenta pressão financeira após ver sua receita diminuir e a dívida líquida atingir R$ 55,3 bilhões no fim de dezembro, segundo dados divulgados anteriormente.

Nos últimos dias, a controladora Cosan já indicava que uma solução para a situação da companhia poderia ser anunciada em breve, segundo informações da Reuters.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) informou na terça-feira (10) que fechou um acordo com seus principais credores e apresentou um plano de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas.

Nesse tipo de processo, as operações continuam funcionando normalmente. A empresa optou por renegociar os débitos sem recorrer à recuperação judicial – procedimento que tramita na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

Segundo o GPA, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio de credores que representam 46% do valor das dívidas incluídas no acordo, cerca de R$ 2,1 bilhões – percentual acima do mínimo exigido pela lei.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições com os credores. A medida tem efeito imediato e prazo inicial de 90 dias. Dívidas com fornecedores, parceiros, clientes e obrigações trabalhistas não entram no processo.

Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a iniciativa busca melhorar o perfil da dívida e reforçar o caixa, enquanto as operações seguem normalmente e os pagamentos a fornecedores permanecem em dia.

O grupo registra prejuízos anuais desde 2022, pressionado por fatores como a queda no consumo, o aumento dos juros – que encareceu o custo das dívidas –, despesas com mudanças na gestão e perdas com lojas de baixo desempenho.

No balanço mais recente, a companhia também alertou para incertezas sobre sua continuidade operacional. Segundo a empresa, havia um déficit de cerca de R$ 1,2 bilhão no fim de 2025, ligado principalmente a empréstimos e títulos com vencimento em 2026.

Para enfrentar a situação, o grupo afirmou que vem adotando medidas como negociar prazos de dívidas com credores, reduzir despesas financeiras e converter créditos tributários em recursos para reforçar o caixa.

O processo é diferente de uma recuperação judicial, em que a companhia em crise financeira recorre à Justiça para entrar em um acordo com todos os seus credores. Na recuperação extrajudicial, a renegociação é feita diretamente com os principais credores para, depois, ser homologada pelo judiciário.

"A recuperação extrajudicial é um instrumento em que a empresa começa a ter dificuldades em relação a um número restrito de credores, com o pagamento de só algumas dívidas. E aí, ela usa a recuperação extrajudicial, geralmente, quando há uma concentração no valor dessa dívida", destaca Nelson Bandeira, advogado especialista em finanças corporativas da Magma.

Em outras palavras, a recuperação extrajudicial é um mecanismo legal que permite à empresa em crise financeira renegociar uma parte específica de suas dívidas, em um primeiro momento, apenas com seus credores mais estratégicos, afirma Bandeira.

O especialista explica que a empresa pode negociar em sigilo com esses credores mais estratégicos, até chegar a uma condição que seja benéfica para ambas as partes, e só depois tornar o processo conhecido.

Isso porque, para que um processo desse tipo avance, é necessário que credores detentores de pelo menos 51% dos créditos da empresa aprovem a proposta.

precisa estar em crise financeira comprovada;não ter nenhum sócio, controlador ou administrado condenado por práticas corporativas ilegais;não pode ter falido anteriormente, nem ter passado por recuperação judicial por, pelo menos, cinco anos.

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Dólar opera em alta com petróleo no radar e atenção à inflação dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 10:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (11), avançando 0,40% por volta das 9h45, sendo negociado a R$ 5,1771. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11), enquanto bolsas europeias e asiáticas registraram quedas. O movimento ocorre em meio às incertezas provocadas pela guerra no Oriente Médio.

Por volta das 9h40 GMT (6h40 em Brasília), o barril do WTI — referência nos Estados Unidos — avançava 5,91%, a US$ 88,38. Já o Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, cotado a US$ 92,23.

▶️ A alta ocorre após uma forte queda registrada na véspera, quando os preços do petróleo despencaram mais de 11% — a maior baixa percentual em um único dia desde 2022. O recuo veio depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o conflito com o Irã poderia terminar em breve.

▶️ Nos Estados Unidos, os investidores também acompanham a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro, indicador que mede a inflação no país.

▶️ No Brasil, a agenda inclui uma nova pesquisa Genial/Quaest sobre as eleições presidenciais de 2026 será divulgada nesta quarta-feira. O levantamento também avalia os efeitos recentes do Caso Master sobre a confiança no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os preços do petróleo dispararam nos últimos dias e chegaram a subir até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630). O movimento ocorreu em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio, que entra na segunda semana sem sinal de trégua e levanta temores sobre possíveis interrupções no fornecimento global de energia.

Nesta terça-feira, porém, as cotações passaram a recuar, após a sequência recente de altas que levou o barril a se aproximar desse patamar no mercado internacional.

Perto das 17h30, o barril do Brent, referência global, tinha uma queda de 8,38% nos contratos para entrega em abril, a US$ 90,67. Já o WTI, dos EUA, caía 8,68%, cotado a US$ 86,54 por barril nos contratos para março.

O movimento ocorre um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que espera um desfecho mais rápido para o conflito no Oriente Médio do que o prazo anteriormente estimado de quatro a cinco semanas.

A sinalização de um possível alívio nas tensões ajudou a reduzir parte da pressão sobre as cotações da commodity.

Ainda assim, o mercado segue atento a novos desdobramentos da guerra, depois de autoridades americanas — entre elas o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o general Dan Caine — indicarem que os ataques contra o Irã estariam se intensificando.

Do lado iraniano, autoridades também ameaçaram manter restrições ao fornecimento de petróleo na região.

Além disso, produtores do Oriente Médio ainda não retomaram a produção em larga escala, enquanto os custos de transporte da commodity tendem a permanecer elevados por algum tempo, fatores que continuam sustentando a volatilidade no mercado de energia.

A maioria dos mercados internacionais fecharam em alta nesta terça-feira, após dias de volatilidade ligados ao conflito no Oriente Médio. O movimento foi influenciado pela queda do preço do petróleo, que reduziu parte das preocupações com o impacto da energia mais cara sobre a economia global.

A exceção foi Wall Street, onde os três principais índices americanos fecharam com sinais mistos.

O Dow Jones caiu 0,07%, aos 47.706,51 pontos; o S&P 500 recuou 0,21%, para 6.781,48 pontos; e o Nasdaq Composite ganhou 0,01%, aos 22.697,10 pontos.

Na Europa, as bolsas fecharam em alta, acompanhando o movimento observado em outros mercados. O avanço ajudou a recuperar parte das perdas registradas nos últimos dias em meio às incertezas provocadas pela guerra.

No fechamento, o STOXX 600 subiu 1,82%, aos 605,76 pontos. Entre os principais mercados, o DAX de Frankfurt avançou 2,39%, aos 23.968,63 pontos; o FTSE 100 de Londres ganhou 1,59%, aos 10.412,24 pontos; e o CAC 40 de Paris subiu 1,79%, alcançando 8.057,36 pontos.

O movimento ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que o conflito no Oriente Médio poderia “acabar em breve”.

A declaração contribuiu para a recuperação de mercados que vinham acumulando perdas, como os de China e Hong Kong.

Também influenciou o cenário a decisão do governo chinês de elevar os preços máximos de gasolina e diesel, acompanhando a alta do petróleo observada após o fechamento do Estreito de Ormuz durante a escalada da guerra.

No fechamento, em Xangai, o índice SSEC subiu 0,65%, aos 4.123 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,28%, aos 4.674 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 2,17%, chegando a 25.959 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei registrou alta de 2,88%, aos 54.248 pontos.

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Japão e Alemanha devem liberar reservas de petróleo para conter alta do preço da gasolina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 10:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

Japão e Alemanha anunciaram, nesta quarta-feira (11), que vão liberar parte de suas reservas de petróleo para conter a alta do preço da gasolina e de outros combustíveis devido à guerra no Oriente Médio.

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira devido ao bloqueio no Estreito de Ormuz, uma rota de trânsito crucial por onde passa 20% do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos em todo o mundo.

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Na manhã desta quarta-feira, o barril de West Texas Intermediate (WTI) era negociado a quase 88 dólares, uma alta de cerca de 6%, e o Brent do Mar do Norte tinha cotação de pouco mais de 92 dólares (+5%).

"Sem esperar por uma decisão oficial da AIE (Agência Internacional de Energia) sobre uma liberação coordenada das reservas internacionais, o Japão decidiu tomar a iniciativa de aliviar a oferta e a demanda no mercado internacional de energia, liberando suas reservas estratégicas a partir de 16 de março", declarou à imprensa a primeira-ministra Sanae Takaichi.

Uma fonte do governo da Alemanha indicou à AFP que Berlim adotará uma medida similar, sem revelar mais detalhes.

O ministro francês da Economia, Roland Lescure, destacou que as decisões são parte, "sem nenhuma dúvida, de uma reflexão extremamente coordenada".

Alemanha e Japão são membros do G7. Os chefes de Estado e de Governo do grupo devem abordar a questão das reservas de energia em uma videoconferência prevista para esta quarta-feira.

Segundo o Wall Street Journal, a AIE propôs a maior liberação de reservas de petróleo de sua história para conter a escalada dos preços.

A injeção de petróleo bruto superaria os 182 milhões de barris que os países membros da organização disponibilizaram ao mercado em 2022, após a invasão russa da Ucrânia, segundo o WSJ.

A proposta foi apresentada em uma reunião de emergência na terça-feira entre funcionários de alto escalão do setor de energia dos 32 países membros da AIE. Uma decisão deve ser anunciada nesta quarta-feira.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo opera em alta e Bolsas em queda com incerteza provocada pela guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 08:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11) e as Bolsas europeias e asiáticas registraram quedas, em um cenário de incerteza persistente provocada pela guerra no Oriente Médio.

Às 6h40 de Brasília, o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, avançava 5,91%, a 88,38 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, a 92,23 dólares.

Nas Bolsas de Valores, os principais índices europeus abriram o dia em terreno negativo: Paris recuava 0,63%, Frankfurt 1,15%, Londres 0,73%, Madri 0,71% e Milão 0,75%.

Na Ásia, Hong Kong perdeu 0,2% e Xangai 0,3%. Tóquio, por sua vez, fechou a sessão em alta de 1,4%.

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11) e as Bolsas europeias e asiáticas registraram quedas, em um cenário de incerteza persistente provocada pela guerra no Oriente Médio.

"Os acontecimentos vinculados à guerra no Irã continuam acelerando e são muito difíceis de prever", destacou Andreas Lipkow, analista da CMC Market.

Às 9h40 GMT (6h40 de Brasília), o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, avançava 5,91%, a 88,38 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, a 92,23 dólares.

Nas Bolsas de Valores, os principais índices europeus abriram o dia em terreno negativo: Paris recuava 0,63%, Frankfurt 1,15%, Londres 0,73%, Madri 0,71% e Milão 0,75%.

Na Ásia, Hong Kong perdeu 0,2% e Xangai 0,3%. Tóquio, por sua vez, fechou a sessão em alta de 1,4%.

O mercado se movimenta ao ritmo da guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro com os bombardeios de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã e as posteriores represálias de Teerã contra vários países da região.

Na terça-feira, as Bolsas registraram altas expressivas e as cotações do petróleo caíram depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na segunda-feira que o conflito terminaria "em breve".

Desde o início do conflito, os preços do petróleo operam em alta e se aproximaram dos 120 dólares por barril no início da semana, devido às perturbações no Estreito de Ormuz, por onde, em períodos normais, transita 20% da produção mundial.

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"O presidente Trump tentou acalmar os mercados, mas os investidores esperam agora evidências concretas e um retorno à calma no Estreito de Ormuz", disse John Plassard, diretor de estratégia de investimentos no Cité Gestion Private Bank.

O cenário, no entanto, continua incerto: vários navios foram atacados com projéteis nas últimas horas.

O mercado também aguarda o anúncio da Agência Internacional de Energia (AIE), que, segundo o Wall Street Journal, planeja sua maior liberação de reservas de petróleo bruto para acalmar os mercados.

Os ministros de Energia do G7 afirmaram, em um comunicado conjunto, que estão "dispostos" a adotar "todas as medidas necessárias", incluindo recorrer às reservas estratégicas, em coordenação com a AIE.

Os chefes de Estado e de Governo das sete economias mais industrializadas do planeta debaterão o tema à tarde.

A injeção de petróleo no mercado seria superior aos 182 milhões de barris que os países membros da AIE disponibilizaram ao mercado em 2022, após a invasão russa da Ucrânia, segundo o WSJ.

O planeta consome quase 100 milhões de barris de petróleo por dia. Os membros da AIE dispõem de "mais de 1,2 bilhão de barris em reservas públicas de emergência, além de cerca de 600 milhões de barris adicionais em reservas industriais", segundo a agência.

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