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Mega-Sena, concurso 2.984: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 21:51

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.984: prêmio acumula e vai a R$ 105 milhões Veja os números sorteados: 06 – 11 – 15 – 28 – 42 – 60. Quina teve 93 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 33.007,73. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.984 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (14), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 105 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Trump diz que EUA ‘dizimaram o Irã’ e pede que países ‘cuidem’ do Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 17:06

Mundo Trump diz que EUA 'dizimaram o Irã' e pede que países 'cuidem' do Estreito de Ormuz Fluxo de navios na principal rota do comércio global de petróleo caiu expressivamente após o início da guerra no Oriente Médio, elevando os preços e ampliando a preocupação do republicano. Por André Catto, g1 — São Paulo

O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (14) que os Estados Unidos "dizimaram completamente o Irã" e pediu que outros países “cuidem” do Estreito de Ormuz.

Mais cedo, Trump já havia pedido que outras nações auxiliem na garantia do tráfego marítimo no estreito.

O fluxo de navios na região caiu expressivamente após o Irã anunciar o bloqueio da rota, em resposta à ofensiva dos EUA e de Israel contra seu território em 28 de fevereiro.

O embate fez o preço do barril de petróleo disparar no mercado internacional e atingir US$ 120, o maior valor desde 2022.

Em outra publicação nas redes sociais, o republicano afirmou que muitos países enviarão navios de guerra, em conjunto com os EUA, para manter o estreito aberto e seguro — sem citar quais.

O presidente dos EUA, Donald Trump, responde a uma pergunta durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (14) que os Estados Unidos "dizimaram completamente o Irã" e pediu que outros países “cuidem” do Estreito de Ormuz, principal rota do comércio global de petróleo.

"Os Estados Unidos derrotaram e dizimaram completamente o Irã, militarmente, economicamente e de todas as outras formas, mas os países do mundo que recebem petróleo pelo Estreito de Ormuz devem cuidar dessa passagem, e nós ajudaremos — MUITO!", escreveu ele na Truth Social.

Mais cedo, Trump já havia pedido que outras nações auxiliem na garantia do tráfego marítimo no estreito. O fluxo de navios na região caiu expressivamente após o Irã anunciar o bloqueio da rota, em resposta à ofensiva dos EUA e de Israel contra seu território em 28 de fevereiro.

O embate fez o preço do barril de petróleo disparar no mercado internacional e atingir US$ 120, o maior valor desde 2022. Depois, recuou, mas segue na casa dos US$ 100 — ainda em nível bastante elevado.

🔎 Conforme mostrou o g1, a alta nos preços de energia desagrada o eleitorado dos EUA e pode azedar a disputa legislativa para o partido de Trump em novembro deste ano, quando os americanos vão às urnas para eleger governadores, deputados e senadores.

Em outra publicação nas redes sociais, o republicano afirmou que muitos países enviarão navios de guerra, em conjunto com os EUA, para manter o estreito aberto e seguro — sem citar quais. Ele também cobrou apoio de China, Reino Unido e outras economias afetadas.

"Espera-se que China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países afetados por essa restrição artificial enviem navios à região, para que o Estreito de Ormuz não seja mais uma ameaça de uma nação que foi totalmente dizimada", escreveu.

A guerra dos EUA e de Israel contra o Irã provocou tensão em todo o Oriente Médio, mas afetou especialmente a principal rota marítima de exportação de petróleo do mundo.

Desde o início da ofensiva, em 28 de fevereiro, ao menos 13 ataques foram registrados na região ao redor do estreito, segundo a agência marítima britânica UK Maritime Trade Operations.

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Caso Master: Vorcaro lucrou mais de R$ 440 milhões em operações com fundos da Reag

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 15:04

Política Caso Master: Vorcaro lucrou mais de R$ 440 milhões em operações com fundos da Reag Banqueiro comprou ativos no valor de R$ 2,5 milhões e revendeu a um fundo 24h depois, por R$ 294 milhões. Vorcaro é investigado por suspeitas de fraudes financeiras e está preso por ordem do STF. Por Caetano Tonet, g1 — Brasília

O dono do banco Master, Daniel Vorcaro, lucrou mais de R$ 440 milhões em operações de compra e venda de cotas de fundo geridos pela empresa Reag Investimentos.

Em 24h, o dono do Master realizou uma transação em que lucrou mais de R$ 290 milhões entre fundos administrados pela gestora, investigada por suspeita de lavagem de dinheiro para o Banco Master e para empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

As operações aparecem na declaração de Imposto de Renda de 2024, enviada pela Receita Federal à CPMI do INSS, onde o banqueiro detalha os lucros obtidos com vendas de ativos em 2023.

A informação foi divulgada pelo jornal "Folha de São Paulo" e confirmada pelo g1. A defesa de Daniel Vorcaro foi procurada pela reportagem, mas preferiu não se manifestar.

Em 27 de dezembro de 2023, Vorcaro efetua a compra de cotas do fundo Hans II no valor de R$ 2,5 milhões.No dia seguinte, 28 de dezembro, o banqueiro vende esses ativos para o fundo Itabuna por R$ 294,5 milhões, tendo um ganho de capital de R$ 291.955.496,90.

A operação demonstrada no documento mostra que, em 24h, os ativos de Vorcaro aumentaram 116 vezes o preço e tiveram uma valorização real de 11.474%.

Caso Master: PF investiga se Daniel Vorcaro pagou por ataque de influenciadores ao Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

No mesmo ano, Vorcaro lucrou R$ 150 milhões em uma semana vendendo cotas do Hans II para outro fundo administrado pela Reag, o Astralo Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado I, conhecido como Astralo 95.

No dia 31 de maio, Vorcaro adquiriu cotas do Hans II ao custo de R$ 10 milhões. Uma semana depois, no dia 7 de junho, vendeu esses ativos para o Astralo 95 por R$ 160 milhões, 16 vezes o preço pago, o que representa uma valorização de 1500%.

Como mostrou o g1, Vorcaro transferiu R$ 700 milhões em ativos do banco Master para uma offshore com sede nas Ilhas Cayman em 2025.

A maior parte desse montante, R$ 555,7 milhões, foram transferidas pela GSR Fundo de Investimento, cujo acionista único é justamente o Astralo 95.

Somando as duas operações, o banqueiro teve um lucro de R$ 441.955.496,90, 36 vezes o capital investido e uma valorização de 3.523%.

A Reag também foi alvo da Operação Compliance Zero, a mesma que investiga o Master e que levou Vorcaro à prisão em 4 de março.

A suspeita dos investigadores é que a gestora atuou na estruturação e administração de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro.

A empresa do setor financeiro também foi alvo da operação Carbono Oculto, que investiga a máfia dos combustíveis e ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Daniel Vorcaro foi preso duas vezes como parte da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Master.

A primeira prisão ocorreu em 17 de novembro, quando o banqueiro se preparava para viajar para a Europa. A segunda ocorreu no último dia 4 de março, em São Paulo, como parte da terceira fase da operação.

Após ficar preso na penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, o banqueiro foi transferido para Brasília e está na Penitenciária Federal. A PF solicitou a imediata transferência de Vorcaro afirmando que "há necessidade premente de tutela da integridade física do custodiado".

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Argentina derruba exportações de veículos produzidos no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

Depois de um ano de exportações crescentes, impulsionadas pela demanda argentina, em 2025, a indústria automobilística iniciou 2026 em um cenário externo menos favorável. As vendas recuaram, refletindo a retração do mercado vizinho, que vinha sendo o principal destino dos embarques de veículos produzidos no Brasil.

No total, no primeiro bimestre, foram embarcados 59,4 mil veículos, ante 82,4 mil no mesmo período de 2025, o que representou uma retração de 28%. O resultado só não foi pior porque o México trouxe uma inesperada demanda. Em fevereiro, as vendas para o mercado mexicano saltaram de 2,2 mil para 9,1 mil unidades.

A Argentina sempre foi o principal destino das exportações de veículos produzidos no Brasil. Como reflexo de uma demanda crescente e constante, as exportações do setor subiram 32% no ano passado.

No entanto, entre janeiro e fevereiro, os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades, uma redução de 7,5%. O efeito dessa retração foi, no entanto, maior em razão do peso da Argentina nas vendas externas do setor. Em 2025, o país vizinho foi o destino de 59% dos embarques. Absorveu 302 mil dos 528 mil veículos exportados pelo Brasil.

Dados da Abeceb, uma das maiores consultorias da Argentina, mostram queda nas importações de todos os produtos produzidos no Brasil, mas com impacto maior no setor automotivo. Em fevereiro, as importações argentinas do Brasil somaram US$ 1,057 bilhão, o que representou queda de 26,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Foi o maior declínio desde julho de 2024.

Na avaliação da consultoria, o resultado negativo é decorrente, em grande parte, da retração das importações do setor automotivo, que, com uma redução de US$ 284 milhões em fevereiro, representaram 74% da queda geral.

Segundo a Abeceb, o maior declínio das importações do setor automotivo foi registrado no segmento de caminhões, com retração de 64,3% em relação a fevereiro de 2025, seguido de uma redução de 51,4% nos comerciais leves. As importações de automóveis caíram 43,6% e as compras de peças e acessórios recuaram 30,9%.

A queda nas vendas de peças produzidas no Brasil revela a redução no ritmo de produção nas fábricas de veículos da Argentina, uma consequência da retração do mercado interno diante de incertezas em relação à capacidade de o governo de Javier Milei conter a inflação e honrar o pagamento da dívida externa.

A queda nas exportações teve efeito no ritmo de produção das fábricas brasileiras. No primeiro bimestre, o Brasil produziu 338 mil veículos, queda de 8,9% em relação aos dois primeiros meses de 2025.

No mercado interno, o resultado foi melhor. Nos primeiros dois meses do ano foram vendidas 355,7 mil unidades, uma leve queda de 0,1% na comparação com o mesmo período de 2025. A demanda interna ainda revela o avanço dos produtos importados, com forte presença das marcas chinesas.

Ao mesmo tempo, o fraco resultado nas vendas de caminhões revela pouco efeito do Move Brasil, programa governamental que oferece taxa de juros menor, com subsídios do BNDES. No primeiro bimestre, as vendas dos veículos de carga recuaram 28,7%. A produção caiu 27% em relação ao mesmo período de 2025.

Apesar das linhas de financiamento com juros mais baixos, as tensões no Oriente Médio afetam programações de compras de caminhões pelos transportadores à medida que os conflitos na região provocam instabilidade no fornecimento de petróleo e pressão nos preços do diesel e do frete.

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Como a disparada do petróleo pode complicar Trump nas eleições de novembro nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

A ofensiva dos Estados Unidos contra o Irã pode impor severos custos políticos ao presidente Donald Trump, à medida que as forças iranianas resistem e os preços do petróleo disparam.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o barril saltou no mercado internacional e chegou a atingir US$ 120, o maior valor desde 2022. Depois recuou, mas segue na casa dos US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

Trump passou a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro.

Pesquisa Ipsos/Reuters divulgada na última segunda-feira (9) mostra que 67% dos americanos acreditam que os preços da gasolina vão subir no próximo ano por causa da guerra.

Além disso, seis em cada 10 avaliam que as ações militares dos EUA contra o Irã devem se prolongar.

A ofensiva dos Estados Unidos contra o Irã pode impor severos custos políticos ao presidente Donald Trump, à medida que as forças iranianas resistem e os preços do petróleo disparam.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o barril saltou no mercado internacional e chegou a atingir US$ 120, o maior valor desde 2022. Depois recuou, mas segue na casa dos US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

Trump passou a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais abaixo)

🔎 Petróleo mais caro costuma significar gasolina e diesel mais caros — e, em efeito cascata, pressões sobre o preço de diversos produtos nos EUA. Esse cenário pode ampliar a insatisfação do eleitorado.

Pesquisa Ipsos/Reuters divulgada na última segunda-feira (9) mostra que 67% dos americanos acreditam que os preços da gasolina vão subir no próximo ano por causa da guerra. Além disso, seis em cada 10 avaliam que as ações militares dos EUA contra o Irã devem se prolongar.

Denilde Holzhacker, professora de relações internacionais da ESPM, afirma que o humor do eleitor — que já vinha se deteriorando em relação a Trump — tende a piorar.

"Por isso, ele tem monitorado a situação de perto e tenta transmitir a mensagem de que a guerra vai acabar, que o Estreito de Ormuz será controlado e que haverá condições de equilibrar os preços e o abastecimento", diz.

🚢 O Estreito de Ormuz é a principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial. A região — responsável também por cerca de um quinto do comércio global de gás natural liquefeito (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios nos últimos dias após o Irã anunciar o bloqueio da área e ataques a petroleiros.

Os EUA terão, em novembro, eleições de meio de mandato (midterms). Além de governadores, os americanos vão escolher as 435 cadeiras da Câmara e 35 do Senado — total que inclui 33 vagas do ciclo regular e duas eleições especiais. Hoje, os republicanos controlam as duas Casas do Congresso.

Thiago de Aragão, CEO da Arko Internacional, avalia que a alta do petróleo ocorre em um momento especialmente desfavorável para o governo Trump, que vinha tentando sustentar a narrativa de economia forte e energia mais barata no mercado interno.

⛽ Dados da associação automobilística AAA, citados pelo jornal britânico Financial Times, mostram que o preço da gasolina subiu mais de 20% desde que o republicano iniciou a guerra, atingindo o nível mais alto de seus dois mandatos.

Aragão lembra que, além da disparada nos preços, os EUA já vinham enfrentando perda de empregos e volatilidade econômica — cenário que amplia o descontentamento com o impacto da guerra no bolso dos consumidores.

"Isso acaba transformando o preço da energia em uma espécie de termômetro imediato do eleitor, sobretudo em um ano eleitoral”, diz o especialista, que vive nos EUA e é professor de Relações Internacionais da Marymount University.

Economistas em Washington estimam que um aumento de 10% no preço do petróleo pode reduzir em cerca de 0,2 ponto percentual o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Ao mesmo tempo, bancos calculam que uma alta de US$ 10 no barril pode adicionar cerca de 0,1 ponto à inflação.

"Na prática, funciona como um imposto sobre as famílias, comprimindo a renda disponível", diz Aragão. "Isso gera um impacto muito grande nos eleitores de média e baixa renda, especialmente nos independentes — nem democratas nem republicanos, mas decisivos nos estados-pêndulo", explica.

🏛️ Estados-pêndulo são aqueles em que democratas e republicanos têm apoio equilibrado, tornando seus votos decisivos em eleições nacionais.

Carolina Moehlecke, coordenadora do mestrado profissional em Relações Internacionais da FGV, também avalia o cenário como bastante prejudicial para Trump.

Ela lembra que a pressão sobre os preços foi crucial para a queda de popularidade do ex-presidente Joe Biden no início da campanha eleitoral de 2024. Na reta final da disputa, Biden acabou substituído por Kamala Harris, derrotada por Trump nas urnas.

“É um eleitorado que está bastante preocupado com isso agora e que tem observado aumentos rápidos e constantes de preços nos últimos tempos", diz Moehlecke.

A avaliação de especialistas é que o governo americano calculou mal a intervenção no Irã, recebendo com surpresa a capacidade de resposta e resiliência do exército iraniano.

“O cálculo inicial era de uma guerra rápida, com uma intervenção que levaria à queda do aiatolá e à substituição por uma nova liderança mais alinhada aos EUA", diz Denilde Holzhacker, da ESPM.

"Não necessariamente se esperava uma mudança completa de regime, mas algo parecido com o que ocorreu na Venezuela", acrescenta.

O uso do Estreito de Ormuz como ferramenta de pressão sobre aliados dos EUA e sobre o próprio governo americano também surpreendeu, a ponto de Washington começar a recalcular sua estratégia.

No decorrer do conflito, Trump chegou a afirmar que a guerra com o Irã estava “praticamente concluída” e que acabaria “em breve”, o que ajudou a conter a alta do petróleo em determinado momento.

Ele também disse que os EUA poderiam assumir o controle da principal rota da commodity no Oriente Médio. O Irã respondeu com novos ataques a navios na região, e as forças americanas intensificaram suas ações — reacendendo os temores.

Preocupado com os preços, Trump decidiu ainda afrouxar temporariamente as sanções ao petróleo russo — impostas em fevereiro de 2022, no início da guerra contra a Ucrânia — e afirmou que até 200 milhões de barris da Venezuela serão destinados aos EUA para refino.

Outra medida importante partiu da Agência Internacional de Energia (AIE), da qual os EUA fazem parte. Os 32 países-membros concordaram em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta dos combustíveis, na maior liberação da história da agência.

David Fyfe, economista-chefe da Argus, porém, avalia que a eficácia dos estoques estratégicos para acalmar os preços depende, em última instância, da duração das restrições à navegação no Estreito de Ormuz, já que a liberação de reservas é uma medida provisória e de curto prazo.

"Estoques estratégicos, por si só, serão insuficientes para evitar novas altas de preços se a navegação no Estreito permanecer intensamente restrita por um período prolongado", afirma Fyfe.

Os republicanos têm, atualmente, maioria na Câmara e no Senado. A vantagem, no entanto, é pequena, reforça Thiago de Aragão, da Arko Internacional.

"Na Câmara, eles controlam 220 cadeiras contra 213 dos democratas, e há algumas vagas pendentes de eleições especiais que ainda precisam acontecer. Então, é um espaço de manobra muito estreito, ainda mais que nem todos os republicanos são leais a Trump", analisa.

A vantagem no Senado também é pequena — 53 a 47 — mas um pouco mais consistente do que na Câmara, acrescenta Aragão.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, a guerra deve tornar a disputa de novembro ainda mais acirrada, especialmente no Senado, que agora deve ter uma corrida mais competitiva do que a prevista há alguns meses.

Carolina Moehlecke, da FGV, afirma que a quebra de promessas de Trump também pode prejudicá-lo. O republicano havia afirmado que evitaria entrar em conflitos externos, mas ampliou suas ofensivas contra o Irã após já ter atacado instalações nucleares do país no ano passado.

"Para o eleitor, é difícil compreender quais são os interesses dos EUA em bombardear o Irã novamente. O ataque do ano passado foi considerado um sucesso pelo governo americano e bem visto pelo eleitorado. Mas o novo conflito está mais difícil de o eleitor entender", diz.

O cenário atual é mais favorável aos democratas, avalia a professora Denilde Holzhacker, da ESPM. Caso os republicanos percam a maioria na Câmara e no Senado, Trump enfrentará uma resistência maior no Legislativo e perderá capacidade de aprovar projetos.

"Além disso, podem ter início processos de impeachment", diz. "O fim da situação confortável de Trump no Congresso pode dificultar os dois últimos anos de seu governo."

Thiago de Aragão, da Arko, acrescenta que uma eventual maioria democrata poderia bloquear prioridades de Trump, como cortes de impostos, mudanças na regulamentação ambiental e até o financiamento de operações militares. "Além, óbvio, de abrir diversas investigações contra ele."

"Se o Senado passar a ter maioria democrata, aí sim o poder é muito maior: eles podem travar indicações para o Judiciário e cargos-chave no Executivo. Esse seria o pior pesadelo de Trump."

Carolina Moehlecke, da FGV, ressalta que o resultado das eleições legislativas também deve influenciar o ciclo político que levará à disputa presidencial de 2028.

Até novembro, porém, o cenário ainda pode mudar, a depender da evolução da guerra e de outros fatores capazes de mover as peças do tabuleiro eleitoral.

"De fato, existe uma relação em que o eleitor pune o responsável por aumento de custos, inflação ou piora da economia", afirma Moehlecke. "No entanto, ainda faltam oito meses para o pleito. Até lá, a situação no Oriente Médio pode mudar: pode se estabilizar ou até piorar", conclui.

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‘Por que vou te pagar se posso fazer com o ChatGPT?’: freelancers contam perrengues do mercado de trabalho com a IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 04:45

Trabalho e Carreira 'Por que vou te pagar se posso fazer com o ChatGPT?': freelancers contam perrengues do mercado de trabalho com a IA Profissionais autônomos relatam aumento nas exigências e impacto nos pagamentos. Especialista dá dicas para se manter relevante no novo cenário. Por Lara Castelo, g1

Ferramentas de IA têm permitido que empresas executem tarefas como escrever, traduzir e criar imagens de forma rápida, pressionando preços e mudando a lógica de contratação, especialmente de freelancer.

Redatores e designers afirmam que clientes têm optado por usar IA em tarefas consideradas simples ou questionado valores com base no que a tecnologia entrega.

Empresas passaram a pedir múltiplas habilidades em uma única contratação, muitas vezes com remuneração menor, sob a justificativa de que a IA acelera processos.

Parte dos freelancers passou a incorporar a IA ao próprio fluxo de trabalho — seja para ganhar produtividade, seja para atuar na revisão, curadoria e supervisão do conteúdo gerado por máquinas.

A ideia de que “a inteligência artificial vai roubar o seu trabalho” nunca pareceu tão próxima da realidade.

Empregadores têm usado ferramentas como ChatGPT e Gemini para realizar tarefas antes delegadas a outros profissionais, como escrever, traduzir e criar imagens.

Mesmo quando não são diretamente substituídos, trabalhadores precisam lidar com uma nova realidade em que essas ferramentas estão cada vez mais presentes.

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), junto com o Instituto Nacional de Pesquisa da Polônia (NASK), divulgado em maio de 2025, mostrou que um em cada quatro empregos no mundo está potencialmente exposto à transformação pela IA generativa.

Os impactos dessas mudanças, segundo a ONU, são variados e vão desde ganho de produtividade até a perda de postos de trabalho.

Para saber mais sobre esse cenário, o g1 conversou com freelancers de diferentes áreas. Por estarem em contato direto com diversas demandas, eles têm sentido profundamente os efeitos dessas transformações. Confira os relatos.

Além disso, confira no final da reportagem dicas para se manter relevante no mercado de trabalho frente às IAs.

'Minha cliente há 10 anos usou uma IA para fazer o meu trabalho', diz produtora de conteúdo

Mariana conta que avisou que poderia fazer o texto cerca de meia hora depois que o pedido foi feito. Mas, em poucos minutos, a contratante enviou no grupo de WhatsApp — que incluía o cliente da agência e a própria Mariana — um texto pronto.

"Percebi na hora que tinham feito com IA", afirma. "Foi aí que eu entendi que, para tarefas simples, as IAs já estavam me substituindo”.

Depois do episódio, ela diz que passou um período se sentindo perdida e refletindo sobre os próximos passos da carreira. A conclusão foi que resistir à tecnologia não seria uma opção.

“A solução foi aumentar meu leque de conhecimento dessas ferramentas e me posicionar como a pessoa que fica por trás da IA, usando a tecnologia a meu favor”, afirma. Desde então, passou a utilizar com mais frequência plataformas como o ChatGPT no dia a dia.

“O que antes eu levava duas horas para fazer, hoje faço em 15 minutos, com a mesma qualidade”, diz.

Mas isso não significou aumento de rendimento. O problema, segundo ela, é que a demanda por trabalhos pontuais diminuiu, o que ela acredita estar diretamente ligado ao avanço da IA.

"Por que você tá cobrando esse valor se eu posso ir no ChatGPT e fazer?". Foi isso que Cássio Menezes, de 35 anos e designer gráfico há mais de uma década, ouviu de um cliente em outubro de 2025. Depois disso, o contratante desistiu do serviço.

Cássio estava cobrando R$ 1,6 mil para criar toda a identidade visual de uma marca — incluindo paleta de cores, cartão de visita e outros itens. Segundo ele, o valor já representava uma redução significativa: há cerca de três anos, ele cobrava em torno de R$ 3 mil pelo mesmo pacote.

“Com essa tecnologia, as pessoas acham que o nosso trabalho é fácil e desvalorizam. Pensam que é só colocar um prompt e pronto. Agora, mesmo com os valores reduzidos, ainda tem gente reclamando”, afirma.

Segundo Cássio, a presença da IA também alterou o perfil das vagas na área criativa. Para ele, empresas passaram a exigir que um único profissional acumule múltiplas funções.

“Todo dia eu procuro vagas no LinkedIn, e a maioria paga muito mal e pede várias habilidades ao mesmo tempo”, diz. “Querem alguém que faça tráfego pago, marketing, social media, tudo em uma única contratação — para pagar menos. A justificativa é que a IA faz isso de forma rápida e simplificada", diz.

Nesse cenário, Cássio diz que sente "cada vez menos prazer em trabalhar e se profissionalizar na área".

"Dá um desânimo. Parece que quanto mais investir na minha carreira, menos clientes eu vou ter, porque eles querem pagar cada vez menos", afirma.

Ela conta que desde o início de 2024 sentiu uma mudança grande nas ofertas de trabalho por causa do aumento do uso da IA pelos clientes, sejam pessoas físicas ou empresas.

"Hoje, a maior parte das ofertas de trabalho é para revisão de textos traduzidos pela IA", diz.

Segundo ela, a remuneração por esse trabalho é menor do que a tradução completa de um texto, mas isso não impactou o seu faturamento, porque o tempo de trabalho de revisão é menor, o que possibilita que ela aceite mais trabalhos.

Maria acredita que essas mudanças foram maiores para tradutores que trabalham com materiais técnicos (legais e médicos, por exemplo) e publicitários, como ela. Isso porque, segundo ela, na área literária, a tradução humana do texto completo ainda predomina.

As ferramentas de IA estão movimentando o mercado de trabalho — e isso deve continuar acontecendo nos próximos anos.

Para se manter relevante nesse cenário, a dica é valorizar e investir nos aspectos criativos e exclusivos do trabalho, segundo a professora Luciana Morilas, especialista em trabalho da FEA-USP.

"A criatividade não é previsível por algoritmos, é algo da natureza humana. A máquina jamais vai ser criativa", diz.

Além disso, Luciana destaca que é importante não "demonizar" a IA e aprender a implementá-la no dia a dia para não "ficar para trás" no mercado.

"Existem muitas ferramentas de IA que o profissional pode e deve usar a seu favor, seja para transcrever áudios, organizar cronogramas, entre outras atividades simples", afirma.

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Camisa usada por Wagner Moura em ‘O Agente Secreto’ vira febre e dispara vendas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 14/03/2026 04:45

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Camisa usada por Wagner Moura em 'O Agente Secreto' vira febre e dispara vendas Peça vintage da Troça Carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos ganhou projeção nacional após aparecer no filme e virou principal fonte de receita de empreendedor pernambucano. Por PEGN

Camisa da Pitombeira dos Quatro Cantos, troça carnavalesca de Olinda, ganhou projeção nacional após aparecer no filme "O Agente Secreto", estrelado por Wagner Moura.

A peça, um modelo vintage amarelo com o escudo tradicional da agremiação, faz referência direta à história da Pitombeira, uma das troças mais antigas do carnaval pernambucano.

A cena rapidamente repercutiu nas redes sociais e despertou a curiosidade de fãs do ator e de foliões de várias partes do país.

Com o aumento da procura, a troça precisou reorganizar a logística de vendas e ampliar a produção para atender aos pedidos.

Uma camisa tradicional do carnaval de Olinda ganhou projeção nacional – e virou objeto de desejo – depois de aparecer em uma cena do filme "O Agente Secreto", estrelado por Wagner Moura.

Às vésperas da cerimônia do Oscar, que acontece neste domingo (15), a peça voltou a chamar atenção e impulsionou as vendas da troça carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos.

🤔 Mas o que é uma troça carnavalesca? É um grupo de menor porte que desfila no carnaval. Em geral, costuma ser mais informal e irreverente, focado na brincadeira. A agremiação é tradicional no carnaval de cidades de Olinda e Recife, em Pernambuco.

No longa, o personagem interpretado por Wagner Moura aparece usando uma camisa antiga do bloco: um modelo vintage amarelo com o escudo tradicional da agremiação.

A peça faz referência direta à história da Pitombeira dos Quatro Cantos, uma das troças mais antigas do carnaval pernambucano, conhecida por arrastar milhares de foliões pelas ladeiras históricas de Olinda.

A cena rapidamente repercutiu nas redes sociais e despertou a curiosidade de fãs do ator e de foliões de várias partes do país.

A camiseta passou a ser procurada não apenas por quem participa do carnaval da cidade, mas também por admiradores do filme e colecionadores de itens ligados à cultura popular.

Segundo Hermes Neto, presidente da Pitombeira, a repercussão foi imediata. “Essa camisa sempre foi o símbolo da troça e hoje é a nossa principal fonte de receita. Já garantimos o carnaval de 2026 e, sem dúvidas, também vamos garantir parte do carnaval de 2027. A gente trocou o pneu do carro com o carro em movimento para conseguir atender todo mundo”, afirma.

Com o aumento da procura, a troça precisou reorganizar a logística de vendas e ampliar a produção para atender aos pedidos. A camiseta, que sempre foi um símbolo da agremiação, acabou se transformando também em uma das principais fontes de receita do grupo.

De acordo com Hermes, o impacto financeiro foi decisivo para o planejamento do carnaval deste ano. A arrecadação obtida com a venda das camisetas ajudou a garantir os recursos necessários para colocar o bloco na rua e já contribui para organizar os próximos carnavais.

A demanda inesperada também movimentou a economia local. Malharias da região passaram a trabalhar em ritmo acelerado para dar conta dos pedidos, ampliando turnos de produção e contratando mais profissionais.

Em alguns casos, a produção de camisetas chegou a aumentar até dez vezes em relação ao volume inicialmente previsto para o período. Para pequenos negócios da cadeia têxtil, o sucesso da camisa representou uma oportunidade de crescimento.

A encomenda constante de novas peças ajudou a aquecer a produção e gerar renda em um momento estratégico do ano para a economia da cidade. Além de ajudar a custear a festa, o sucesso da peça reforçou a visibilidade da Pitombeira.

Camisa usada por Wagner Moura em 'O Agente Secreto' vira febre e dispara vendas de negócio em Olinda — Foto: Reprodução/PEGN

Fundada há quase oito décadas, a Pitombeira dos Quatro Cantos é considerada uma das troças mais tradicionais do carnaval de Olinda e mantém uma forte ligação com a cultura popular da cidade.

Segundo Hermes Neto, a experiência deixou uma lição clara sobre o impacto da exposição midiática para pequenos negócios e iniciativas culturais. “Propaganda é a alma do negócio. A gente já vem fazendo isso há 79 anos, mas precisava de um empurrão para que a Pitombeira ficasse conhecida no mundo”, afirma.

O caso da Pitombeira mostra como a cultura popular, quando ganha destaque em produções audiovisuais, pode gerar efeitos que vão além da tela – movimentando a economia, fortalecendo tradições e ampliando o alcance de iniciativas locais para todo o país.

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Condomínios não podem mais barrar carregador de carro elétrico em SP, mas instalação não está garantida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 03:45

Carros Condomínios não podem mais barrar carregador de carro elétrico em SP, mas instalação não está garantida Custo em prédio pode ser 200% maior do que em casa. Empresas criam soluções para baratear e facilitar implementação. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Lei que dá aos moradores de prédios a prerrogativa de colocar os carregadores para carros elétricos nas vagas, desde que arquem com os custos e atendam às normas técnicas, entrou em vigor em São Paulo.

Antes, assembleias de condomínios ou síndicos tinham o poder de vetar arbitrariamente a instalação. Agora, isso está proibido no estado.

Mesmo assim, o processo para a instalação não é simples nem barato. É necessário trazer cabos por dentro do prédio até a vaga.

Para instalar um carregador numa vaga de prédio é preciso, primeiro, fazer uma análise de carga. Essa análise, que pode custar entre R$ 3 mil e R$ 15 mil, precisa ser feita e paga pelo condomínio.

Com a análise pronta e todos os passos em assembleia seguidos, é possível concluir a instalação do carregador entre 20 e 30 dias.

Morador faz recarga em carro elétrico com equipamento instalado na própria vaga do prédio em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Marcelo Moraes/EPTV

No mês passado, entrou em vigor em São Paulo uma lei que dá aos moradores de prédios a prerrogativa de colocar os carregadores para carros elétricos nas vagas, desde que arquem com os custos e atendam às normas técnicas.

Antes, assembleias de condomínios ou síndicos tinham o poder de vetar arbitrariamente a instalação. Agora, isso está proibido no estado.

Mesmo assim, o processo para a instalação não é simples nem barato. É necessário trazer cabos por dentro do prédio até a vaga.

“Dependendo do tamanho desse cabeamento até o carregador, o custo pode ser de R$ 5 mil para instalações de cinco metros até R$ 12 mil para 100 metros”, explica Luiz Felipe Santos, gerente-geral da Revo, empresa especializada em instalação de carregadores em prédios.

“Se o condomínio não entrar com parte dos custos, o morador pode pagar três vezes mais no carregador do que um equivalente numa residência”, diz.

Para instalar um carregador numa vaga de prédio é preciso, primeiro, fazer uma análise de carga. “Durante sete dias um equipamento verifica o consumo de energia e tensão do prédio. Com isso podemos ver quantos carregadores a rede comporta”, diz o gerente.

Essa análise, que pode custar entre R$ 3 mil e R$ 15 mil, precisa ser feita e paga pelo condomínio. É com esse documento que o síndico vai ter respaldo para prosseguir com a instalação ou não. Antes da nova lei paulista, o síndico ou assembléia de condomínio podiam vetar sem apresentar justificativa. Agora é preciso ter documento com motivos técnicos para proibir.

“Existem prédios que não comportam instaladores individuais. Aí a solução é ter vagas de uso comum, para todos os moradores. Passa a ser uma iniciativa do prédio, não só do morador”, explica Raquel Bueno, gerente da Lello Condomínios, administradora de São Paulo.

Com a análise pronta e todos os passos em assembleia seguidos, é possível concluir a instalação do carregador entre 20 e 30 dias.

Segundo Santos, da Revo, outro custo que pode aparecer é o chamado furo técnico, que pode dobrar o valor do serviço. “Em alguns casos para o cabeamento passar pelas lajes é preciso um engenheiro para certificar. Assim, sabemos que não há comprometimento da estrutura com o furo técnico”, explica.

O gerente da Revo diz que alguns condomínios estão arcando com uma parte da instalação que beneficia todos os moradores. “O condomínio paga e nós trazemos o cabeamento até um quadro. A partir dali cada morador, se quiser, instala o seu carregador seguindo as normas”, diz Santos. Segundo ele, isso proporciona padrão na instalação e diminui custos para todos.

Existem prédios mais antigos em que seria necessário refazer toda a elétrica e ainda substituir o transformador na rua. “Os custos poderiam passar de R$ 500 mil, o que é inviável hoje em dia”, diz.

Algumas empresas já se movimentam para facilitar o processo com soluções. "Nós conseguimos criar toda a infraestrutura do prédio sem cobrar nada do condomínio. À medida que os moradores vão aderindo aos carregadores, eles pagam pela instalação individual e manutenção do sistema”, explica Tadeu Azevedo, CEO da Power2Go.

Segundo Azevedo, é possível ter soluções para todas as condições dos clientes. “Mesmo com vagas rotativas ou sorteadas, os condomínios conseguem se organizar”, explica.

O executivo acredita que o mais importante é síndicos e assembleias entenderem que implementar carregadores valoriza os imóveis. “Quase nenhum prédio no Brasil nasceu pensando em carro elétrico. É preciso fazer o balanceamento da energia e já deixar a estrutura pronta para todas as vagas no futuro e não somente para os poucos moradores que hoje usam o carregador”, aconselha Azevedo.

Segundo uma projeção consultoria Boston Consulting Group (BCG) a pedido da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 65% das vendas de carros 0 km no Brasil será de eletrificados em 2035.

David Monteiro, advogado especialista em direito imobiliário do escritório Martinelli, diz que o desafio para os condomínios é criar regras claras para essa solicitação.

"Situações que envolvam intervenções mais profundas em áreas comuns ou na infraestrutura coletiva ainda podem gerar discussões e exigir avaliação caso a caso, inclusive sobre a necessidade de deliberação em assembleia", explica Monteiro.

Patrícia de Pádua Rodruigues, sócia da Martinelli Advogados, diz que o síndico e a assembléia do condomínio não podem criar exigências desproporcionais ou sem base técnica apenas para dificultar ou inviabilizar a instalação do ponto de recarga.

"A nova lei permite ao condomínio exigir do morador o cumprimento das normas técnicas e das regras de segurança aplicáveis. Se houver previsão em normas da ABNT ou nas orientações dos Bombeiros", diz a advogada.

Raquel Bueno conta que vários síndicos vetavam os carregadores por não terem normas para se orientar.

“Depois das diretrizes nacionais para a instalação elétrica de carregadores, os bombeiros de São Paulo vão definir como deve ser feito o combate ao incêndio de carros elétricos. A partir disso os condomínios vão se adequar”, explica Raquel.

Patrícia de Pádua Rodruigues diz que a nova lei autoriza o condomínio definir padrões técnicos e responsabilidade por danos ou consumo relacionados ao ponto de recarga. Portanto, o condomínio pode criar regras para um eventual ressarcimento de prejuízos.

"No entanto, essa autorização não permite a atribuição automática de culpa ao dono do carro elétrico em qualquer situação. A convenção não pode simplesmente estabelecer que o morador será responsável por 'todo e qualquer incêndio' ocorrido na garagem, sem a necessária apuração técnica da causa do problema", explica a advogada

Em 2025, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares publicou uma diretriz que orienta como deve ser feita a instalação de pontos de recarga. O texto não tem poder de lei, mas precisa ser seguido para renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Na hora da renovação do AVCB, o prédio precisa seguir as regras que estão vigentes, explica o advogado David Monteiro. "Se houver pontos de recarga instalados sem atender às exigências de segurança, a renovação pode ser negada até que a situação seja regularizada", diz.

Segundo a gerente da Lello, Raquel Bueno, a tendência é que os Bombeiros estabeleçam um modelo de atestado. "Nesse modelo, o condomínio busca um engenheiro responsável para garantir a instalação. Assim como já é feito em prédios com motor gerador”, diz.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena pode pagar R$ 75 milhões neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/03/2026 00:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 75 milhões neste sábado Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.984 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 75 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (14), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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