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Imposto de Renda 2026: Receita espera receber 44 milhões de declarações neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 11:04

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita espera receber 44 milhões de declarações neste ano Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição e vai para o final da fila. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que espera receber 44 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025.

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do Imposto sobre a Renda devido.

No ano passado, 43,58 milhões de pessoas físicas enviaram a declaração do Imposto de Renda dentro do prazo legal. Considerando aquelas enviadas fora do prazo, o número foi de 45,64 milhões de pessoas.

O programa do IR deste ano será liberado na próxima sexta-feira (20), mas a entrega começará somente no prazo legal, a partir do dia 23.

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

Entretanto, a Receita Federal prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;pessoa que deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Juiz rejeita intimações contra Powell e aponta tentativa de pressionar o Fed; governo Trump vai recorrer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,258-1,08%Dólar TurismoR$ 5,464-0,9%Euro ComercialR$ 6,046-0,41%Euro TurismoR$ 6,290-0,4%B3Ibovespa181.107 pts1,94%MoedasDólar ComercialR$ 5,258-1,08%Dólar TurismoR$ 5,464-0,9%Euro ComercialR$ 6,046-0,41%Euro TurismoR$ 6,290-0,4%B3Ibovespa181.107 pts1,94%MoedasDólar ComercialR$ 5,258-1,08%Dólar TurismoR$ 5,464-0,9%Euro ComercialR$ 6,046-0,41%Euro TurismoR$ 6,290-0,4%B3Ibovespa181.107 pts1,94%Oferecido por

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

O juiz americano James Boasberg bloqueou, na última sexta-feira (13), as intimações emitidas em uma investigação criminal contra o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, conduzida por uma promotoria indicada pelo presidente Donald Trump.

A decisão atendeu ao argumento de Powell, indicando que a investigação buscava, de forma indevida, pressionar o banco central a reduzir as taxas de juros. Para Boasberg, as intimações tinham um propósito inadequado e, por isso, eram juridicamente inválidas.

"O governo não apresentou qualquer prova de que Powell tenha cometido qualquer crime além de desagradar o presidente", escreveu o juiz. "O governo bem que poderia investigá-lo por fraude postal só porque alguém o viu enviar uma carta."

A procuradora federal do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, responsável pela investigação sobre possíveis custos excessivos nas reformas da sede do banco central, afirmou que o Departamento de Justiça recorrerá da decisão.

Os acontecimentos de sexta‑feira deixam em aberto tanto a investigação envolvendo Powell quanto a intenção de Trump de nomear o ex‑governador do Fed Kevin Warsh para assumir o comando da instituição quando o mandato de Powell terminar, em meados de maio. Warsh é considerado mais favorável a cortes nas taxas de juros.

Powell — frequentemente alvo de críticas de Trump — tornou pública a investigação em 11 de janeiro, classificando-a como uma ameaça à independência do Fed.

A procuradora federal Jeanine Pirro, indicada por Trump no ano passado, reagiu duramente à decisão, acusando Boasberg, em coletiva de imprensa, de ultrapassar sua autoridade e de proteger Powell de investigações.

"Como resultado, Jerome Powell goza hoje de imunidade", disse Pirro aos repórteres, acrescentando que sua suspeita de que uma lei foi violada é motivo suficiente para prosseguir com os processos.

O Conselho de Governadores do Fed solicitou ao juiz a anulação das intimações, que pediam informações sobre as reformas de dois prédios históricos no complexo da instituição em Washington e também o depoimento de Powell, previsto para julho de 2025, no Comitê Bancário do Senado.

Powell defendeu os gastos com as reformas, classificando-os como necessários, e recebeu legisladores — incluindo o próprio Trump — em uma visita ao Fed para acompanhar o andamento do projeto.

Desde que reassumiu a presidência no ano passado, Trump pressiona o Fed a reduzir as taxas de juros de forma mais rápida e intensa. Powell, porém, mantém uma postura mais cautelosa na condução da política monetária, diante das contínuas preocupações com a inflação.

Trump nomeou Powell durante seu primeiro mandato, mas, desde então, tem atacado publicamente o presidente do Fed, chegando a chamá-lo de “imbecil”.

O juiz concordou com Powell sobre a natureza da investigação. Segundo Boasberg, uma “montanha de evidências” indica que as intimações tinham como objetivo pressionar o presidente do Fed a reduzir as taxas de juros ou até a renunciar ao cargo.

"O Governo não apresentou praticamente nenhuma prova que sustente a suspeita de crime contra o Presidente Powell. Aliás, as suas justificativas são tão frágeis e infundadas que o Tribunal só pode concluir que são pretextuais", escreveu Boasberg.

Por enquanto, a decisão deve dificultar a continuidade da investigação conduzida pelo Departamento de Justiça. De acordo com documentos oficiais divulgados na sexta‑feira, os promotores afirmaram estar analisando se Powell teria feito declarações falsas ao Congresso ou cometido fraude.

O senador republicano Thom Tillis prometeu usar sua posição na Comissão Bancária do Senado para barrar qualquer nova nomeação para o Fed enquanto a investigação estiver ativa, afirmando que as declarações feitas por Powell ao Congresso não configuram crime.

A mesma avaliação é compartilhada por outros republicanos na Comissão Bancária do Senado, incluindo seu presidente, Tim Scott, que conduziu o interrogatório de Powell sobre as reformas que são o foco da investigação de Pirro.

Segundo Tillis, um eventual recurso do Departamento de Justiça contra a decisão “apenas atrasará a confirmação de Kevin Warsh como próximo presidente do Fed”.

Como parte de sua pressão sobre a liderança do banco central, Trump também tentou, em agosto passado, demitir a governadora do Fed, Lisa Cook, usando alegações não comprovadas de fraude hipotecária — negadas por ela — como justificativa para sua remoção.

Foi a primeira tentativa de um presidente de destituir um integrante do Conselho de Governadores do Fed desde a criação do banco central, em 1913. Cook afirmou ainda que as acusações de fraude hipotecária foram apenas um pretexto usado por Trump para removê-la devido a divergências sobre política monetária.

Em 21 de janeiro, juízes da Suprema Corte dos EUA demonstraram ceticismo diante da tentativa de Trump de demitir Cook. O tribunal ainda não deu uma decisão final sobre o caso.

A decisão de sexta‑feira representa mais um revés judicial para o Departamento de Justiça sob Trump, que continua investigando críticos e opositores do presidente. Em novembro, um juiz rejeitou as acusações contra o ex‑diretor do FBI James Comey e contra a procuradora‑geral de Nova York, Letitia James, ambos responsáveis por investigações anteriores envolvendo Trump.

Boasberg, indicado pelo ex‑presidente democrata Barack Obama, escreveu em sua decisão que ser um adversário político de Trump “se tornou arriscado nos últimos anos”.

Boasberg entrou em conflito diversas vezes com o governo Trump nos casos que supervisionou, e o presidente chegou a pedir ao Congresso, no ano passado, que iniciasse um processo de impeachment contra ele.

No ano passado, Boasberg abriu um processo por desacato contra o governo após constatar que funcionários haviam violado sua ordem de emergência que barrava o uso de poderes extraordinários para deportar imigrantes. O processo foi posteriormente suspenso por um tribunal federal de apelações.

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Imposto de Renda 2026: declaração pré-preenchida estará disponível a partir do início do prazo de entrega

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 11:04

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: declaração pré-preenchida estará disponível a partir do início do prazo de entrega Nessa modalidade de declaração, Receita mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais — que são carregadas automaticamente. Informações devem ser checadas antes do envio da declaração. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Receita Federal começa a receber neste ano a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda Pessoa Física 2026, ano-base 2025, desde o início do prazo de entrega — divulgado nesta segunda-feira (16).

No ano passado, a recepção da declaração pré-preenchida começou somente 13 dias após o início do prazo de envio do IR pelo método tradicional, que foi em 17 de março.

A expectativa da Receita Federal é que 60% dos contribuintes apresentem a declaração do IR em 2026 pelo sistema pré-preenchido. Em 2025, o formato foi adotado por 50% dos declarantes (leia mais abaixo).

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

🔎Para optar pela declaração pré-preenchida, é preciso ter uma conta níveis prata ou ouro no "gov.br". Para quem não faz a própria declaração, ainda existe a alternativa de usar o site ou app "Meu Imposto de Renda". Nele, é possível dar autorização de acesso à declaração pré-preenchida para qualquer CFP ou CNPJ, evitando assim o compartilhamento da senha gov.br.

A Receita Federal alerta que os contribuintes devem checar atentamente as informações da declaração pré-preenchida, pois elas são enviadas por de terceiros.

recuperação das informações de pagamento (DARFs);informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de renda variável (comum e day-trade);informações do eSocial – empregados domésticos;otimização na recuperação das informações dos dependentes (núcleo familiar).

Em anos anteriores, que continuam a valer em 2026, também foram disponibilizadas informações sobre:

contribuições de previdência privada;atualização do saldo de conta bancária e poupança;atualização do saldo de fundos de investimento;imóveis adquiridos no ano calendário;doações efetuadas no ano calendário;conta bancária/poupança ainda não declarada;fundo de investimento ainda não declarado;contas bancárias no exterior.

Contribuintes poderão usar declaração pré-preenchida, caso opte por ela, desde o dia 23 de março. — Foto: Getty Images via BBC

Há 49 minutos Economia Programa será liberado nesta sexta-feira Há 49 minutosCerimônia do cinemaOs premiados do Oscar: conheça os vencedores de cada categoria

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Há 2 horas Cinema Veja FOTOS das estrelas e dos momentos marcantesHá 2 horasMelhor Filme Internacional: ‘Valor sentimental’ supera ‘O agente secreto’Há 2 horasA reação de Wagner Moura e de outros atores no anúncio de melhor ator

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‘Prévia do PIB’ do Banco Central tem crescimento de 0,8% em janeiro, maior expansão mensal em um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central do Brasil (BC) nesta segunda-feira (16), mostrou expansão de 0,8% em janeiro, na comparação com o mês anterior.

Essa foi a primeira alta mensal do indicador desde novembro do ano passado. Também foi o maior crescimento mensal desde janeiro de 2025 (+1,2%).

Ainda segundo o Banco Central, o IBC-Br apresentou crescimento de 1% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

E, em 12 meses até janeiro, a expansão foi de 2,3%. Nesses casos, o índice foi calculado sem ajuste sazonal.

➡️O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem uma metodologia diferente (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem-estar social.

A desaceleração da atividade econômica em 2025, conforme o resultado oficial do PIB, já era esperada tanto pelo mercado financeiro quanto pelo Banco Central, diante do elevado nível da taxa de juros.

Fixada pelo Banco Central para conter as pressões inflacionárias, a taxa Selic está, atualmente, em 15% ao ano — o maior patamar em quase 20 anos.

A instituição tem sinalizado que os juros permanecerão neste patamar por um "período bastante prolongado" de tempo. Os analistas dos bancos esperam cortes somente em 2026.

O mercado financeiro estima uma taxa de crescimento do PIB de 1,8% em 2026, com nova desaceleração, mas o governo projeta uma alta de 2,3% – mantendo o ritmo da economia.

▶️O BC tem dito claramente que uma desaceleração, ou seja, um ritmo menor de crescimento da economia, faz parte da estratégia de conter a inflação no país. Avalia que isso é um "elemento necessário para a convergência da inflação à meta (de inflação, de 3%)".

▶️No comunicado da última reunião do Copom, realizada em dezembro, o BC informou que o chamado "hiato do produto" segue positivo. Isso quer dizer que a economia continua operando acima do seu potencial de crescimento sem pressionar a inflação.

Os resultados do IBC-Br são considerados a "prévia do PIB". Porém, o cálculo do Banco Central é diferente do cálculo do IBGE.

O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o maior crescimento da economia, por exemplo, pode haver mais pressão inflacionária, o que contribuiria para conter a queda dos juros.

Há 6 minutos Economia Premiação de cinemaBrasil fica sem Oscar; ‘Uma batalha após a outra’ é o grande vencedor

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Receita Federal divulga regras do Imposto de Renda 2026; ASSISTA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia Ao vivo Encerrada Especial Publicitário Receita Federal divulga regras do Imposto de Renda 2026; ASSISTA O prazo para entregar a declaração começa em 23 de março e se estenderá até 29 de maio. Carregando

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IR 2026: isenção para quem ganha até R$ 5 mil não começa a valer neste ano; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

As mudanças na faixa de isenção do Imposto de Renda (IR), para quem ganha até R$ 5 mil, e a redução do imposto para quem recebe até R$ 7,35 mil, aprovadas no ano passado, não estarão em vigor na declaração de ajuste anual de 2026.

A Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que o prazo de apresentação da declaração do Imposto de Renda de 2026 começa em 23 de março e se estende até 29 de maio.

A explicação é que a declaração deste ano se refere a fatos geradores ocorridos em 2025, o chamado "ano-base" da declaração.

A entrega da declaração anual de ajuste do IR 2026 poderá ser feita pela internet, mediante a utilização do programa de transmissão, ou em mídia removível, às unidades da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, durante o horário de expediente.

Serão pouco mais de dois meses para o contribuinte acertar as contas com o Leão. O prazo e as regras constam no Diário Oficial da União (DOU).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou em novembro do ano passado a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês (R$ 60 mil ao ano).

Além da isenção, o texto prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais. As novas regras entram em vigor em janeiro de 2026.

Como forma de compensar as reduções no imposto, a medida também estabelece uma cobrança mínima para contribuintes de alta renda, com alíquota progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano. Nada muda para aqueles que já têm desconto em folha (leia mais aqui).

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Imposto de Renda 2026: Receita terá ‘cashback’ para quem teve retenções no ano passado ao não apresentar declaração

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita terá 'cashback' para quem teve retenções no ano passado ao não apresentar declaração Esse serviço será válido para o contribuinte que teve alguma retenção na fonte, em 2025, mas que não apresentar a declaração de ajuste anual, cujo prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio, neste ano. 16/03/2026 10h09 Atualizado 16/03/2026

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, informou que o órgão estabeleceu um tipo de "cashback" do Imposto de Renda em 2026.

Esse serviço será válido para o contribuinte que teve alguma retenção na fonte, em 2025, mas que não apresentar a declaração de ajuste anual, cujo prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio, neste ano.

"Muita gente tem direito à restituição e nem sabe. Um brasileiro de renda menor, que por alguma razão teve retenção. Mas não é obrigado a prestar declaração, nem lembra, e não recebe a restituição. Temos um projeto-piloto para começar a dar restituição automaticamente, mesmo que o pequeno trabalhador não tenha feito declaração. Vamos informar e depositar em 15 de julho. Teremos um lote específico [de restuição]", disse Barreirinhas, da Receita Federal.

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Imposto de Renda 2026: Receita Federal libera programa de declaração nesta sexta-feira

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita Federal libera programa de declaração nesta sexta-feira Transmissão da declaração só será possível a partir da próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo de envio do IR deste ano. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que o programa do Imposto de Renda 2026 estará disponível para download a partir desta sexta-feira (20).

Entretanto, a transmissão da declaração só será possível a partir da próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo de envio do IR deste ano.

Deste modo, o contribuinte poderá começar a fazer a declaração do IR assim que o programa for liberado, mas no envio só será permitido dentro do prazo legal.

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

Entretanto, a Receita Federal prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;as restituições de contribuintes que, conjuntamente, utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX;as restituições de contribuintes que, exclusivamente, utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX.

Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.

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Boletim Focus: com guerra no Irã e disparada do petróleo, mercado prevê corte menor dos juros nesta semana pelo Banco Central

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

Estimativas fazem parte do boletim 'Focus', divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na última semana.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerado dentro da meta se variar entre 1,5% e 4,5%.

Após a taxa básica da economia ter fechado 2025 em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, na tentativa de conter a inflação, o mercado financeiro continua acreditando que os juros recuarão neste ano.

Os economistas do mercado financeiro passaram a prever um corte de juros menor na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central desta semana — 17 e 18 de março.

A expectativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Até a semana passada, os analistas previam uma redução de 0,5 ponto percentual, para 14,5% ao ano.Com o início da guerra no Irã, o mercado passou a projetar um corte menor, de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.A decisão do Copom, do BC, será anunciada na próxima quarta-feira (18).

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo, que opera nesta segunda acima de US$ 100, e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Para o fim de 2026, a projeção do mercado para a Selic subiu de 12,13% para 12,25% ao ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Guerra no Oriente Médio: Agência Internacional de Energia anuncia a maior liberação de reservas de petróleo da história — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Com o início do conflito, o mercado também passou a projetar aumento na inflação, cuja expectativa, para 2026, passou de 3,91% para 4,10%.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 3,80%.➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu subiu de 1,82% para 1,83%.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro reduziu sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, de R$ 5,41 para R$ 5,40.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como os aviões comerciais continuam voando em meio a uma guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

Nas últimas duas semanas, enquanto drones e mísseis cruzavam os céus sobre o Irã e o Golfo, os controladores de tráfego aéreo guiavam aviões de passageiros por rotas mais seguras, porém congestionadas, nas áreas próximas ao conflito.

Uma rápida olhada em um mapa de rastreamento de voos mostra como o tráfego aéreo se intensificou sobre o Egito e a Geórgia.

Trabalhando lado a lado, cada controlador monitora uma parte diferente do mapa, coordenando com os colegas quais aviões estão entrando e saindo de seu espaço aéreo.

Em um dia normal, um controlador pode acompanhar cerca de seis aeronaves em sua área ao mesmo tempo. Mas, em tempos de guerra, esse número pode dobrar.

"O cérebro só consegue manter esse nível de concentração e intensidade por cerca de 20 a 30 minutos", diz Brian Roche, controlador de tráfego aéreo aposentado.

Ele trabalhou 18 anos na profissão, primeiro na Força Aérea Real do Reino Unido, em vários países, e depois com voos comerciais em Londres, onde integrou uma equipe responsável por atender chamadas de emergência.

Durante períodos de maior movimento, mais controladores são chamados para lidar com o aumento do número de aeronaves em determinadas áreas, e as equipes passam a se revezar com mais frequência para evitar sobrecarga.

Normalmente, os turnos duram entre 45 e 60 minutos, seguidos por 20 a 30 minutos de descanso, afirma Roche. Em períodos de conflito, porém, eles provavelmente trabalham apenas 20 minutos por vez, com pausas do mesmo tempo.

"Os controladores neste momento estão fazendo turnos inacreditáveis, lidando com volumes igualmente inacreditáveis de tráfego aéreo", diz.

A queda do voo MH17 da Malaysia Airlines em 2014, causada por um míssil de fabricação russa no leste da Ucrânia, que matou todas as 298 pessoas a bordo, mostra como os conflitos podem afetar as rotas de aviões de passageiros.

Na época, a Ucrânia era uma zona de conflito de menor intensidade, mas os combates haviam recentemente se estendido ao espaço aéreo e, nos meses anteriores, vários aviões militares haviam sido derrubados. É também um cenário que ninguém quer que se repita.

Na semana passada, seis tripulantes americanos morreram depois que o avião-tanque em que estavam caiu no oeste do Iraque.

A aeronave participava de operações americanas contra o Irã e foi uma das duas envolvidas no incidente. A segunda pousou com segurança. O Comando Central dos EUA confirmou que o acidente não foi resultado de fogo inimigo nem de fogo amigo.

Quando o espaço aéreo é fechado ou fica congestionado de forma repentina, os controladores se comunicam com os pilotos para definir para onde devem seguir, quanto combustível têm e quais aeroportos podem receber o tipo de aeronave que estão pilotando.

Os controladores também precisam garantir que todos os aviões, que têm diferentes tamanhos, permaneçam separados com segurança tanto na vertical quanto na horizontal, já que grandes jatos de passageiros provocam mais turbulência e instabilidade para as aeronaves ao redor.

Isso significa que jatos menores precisam ser desviados e receber uma área maior de distância, enquanto um pequeno jato executivo pode precisar mudar totalmente de rota.

Mas fechamentos repentinos do espaço aéreo são raros, diz John, piloto há mais de 20 anos. Ele preferiu não revelar seu nome verdadeiro porque ainda trabalha como piloto e voa em rotas sobre o Oriente Médio.

Segundo ele, a maioria das companhias aéreas planeja com antecedência quando pretende evitar determinado espaço aéreo — seja por causa do mau tempo ou de uma guerra.

"Neste caso, todos sabíamos que algo estava se formando no Oriente Médio", afirma John. "Era uma questão de quando [iria acontecer] e não de se [iria acontecer]."

Além de conhecer rotas alternativas para evitar áreas de conflito, os pilotos também tentam levar o máximo de combustível possível, caso precisem retornar ao aeroporto de origem ou desviar para um aeroporto mais distante do que o destino previsto.

"Esses são eventos perfeitamente normais, treinados e controlados", diz John, que também fez questão de destacar que pilotos e controladores seguem rigorosamente os procedimentos para evitar que o espaço aéreo congestionado se torne incontrolável. "Não é como um engarrafamento que vira caos."

Essa sensação de calma e organização é algo que, segundo John, ele e outros pilotos também procuram transmitir aos comissários de bordo e aos passageiros.

Hannah ajuda a liderar uma equipe de comissários de bordo em voos de longa distância. Não estamos usando seu nome verdadeiro porque ela não está autorizada a falar em nome da companhia aérea.

As rotas que Hannah costuma fazer frequentemente passam pelo Oriente Médio. Ela diz que momentos de conflito destacam a importância da equipe a bordo, especialmente para passageiros nervosos ou insatisfeitos.

"Nosso trabalho vai muito além do clichê de que tudo o que fazemos é perguntar aos passageiros se preferem frango ou carne no jantar", afirma.

"Muita gente esquece os aspectos de segurança do nosso trabalho… Servir refeições é o que fazemos quando todo o resto está sob controle."

Planos de voo desviados e horários alterados podem tornar difícil manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal, diz Hannah, tanto para os pilotos quanto para os comissários de bordo.

Recentemente, companhias aéreas como a dela passaram a fazer mais escalas em suas rotas, porque não podem mais voar diretamente sobre o Irã.

Ainda assim, ela considera que essas exigências fazem parte da profissão, algo que descreve como "um estilo de vida e uma paixão".

"Como comissários de bordo, todos nos sentimos parte de uma grande família", diz. "Unidos pelas asas."

Longa de Paul Thomas Anderson levou 6 estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. ‘O agente secreto’ e Wagner Moura ficaram sem prêmios.

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